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Notícias

Futuro da agricultura digital é tema de debate

Por redação 15/09/2020
Escrito por redação

- Futuro da agricultura digital é tema de debate

O presente e o futuro da agricultura digital foram debatidos em webinar promovido pela Agrishow Experience, que contou com a participação de Marcio Albuquerque (vice-presidente da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão – AsBraAP), Anselmo Del Toro Arce (sócio-fundador e diretor de Relações Institucionais da Solinftec) e Diego Silva de Aguiar (gerente-sênior de Big Data e IoT Vivo), com moderação de Marcos Fava Neves (professor FEA-USP e criador da plataforma DoutorAgro.com). O debate envolveu questões de acesso à internet no campo, compartilhamento de dados, segurança digital e agricultura de precisão.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão (AsBraAP), Marcio Albuquerque, lembrou que a digitalização dentro das fazendas veio para complementar e melhorar a atividade básica. Ele diz que esse processo já havia se iniciado antes da pandemia do novo coronavírus, mas que tende a se intensificar cada vez mais.

Para ele, não dá para falar em digitalização, sem mencionar a agricultura de precisão, por ser um sistema de administração das informações com o uso da tecnologia, controlando de forma eficaz as variações que ocorrem na lavoura. Sobre a questão do compartilhamento de dados, embora veja alguns riscos, ele diz que é impossível criar um banco de dados eficiente sem que haja essa troca de informações.

O gerente-sênior de Big Data e IoT Vivo, Diego Silva de Aguiar, vê ainda como um dos grandes desafios para a digitalização no campo a falta de conectividade no interior e as dificuldade de levar o acesso a esses locais, devido às proporções continentais do País. Aguiar diz que uma das estratégias da empresa para encurtar essas distâncias tem sido investir em parcerias com startups.

 

 

 

 

 

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Notícias

Energia solar em foco

Por redação 15/09/2020
Escrito por redação

- Energia solar em foco

 

Como a energia solar fotovoltaica pode ser uma grande oportunidade para os produtores rurais foi o tema de abertura do segundo dia da Agrishow Experience, que debate a tecnologia e a inovação. O evento digital contou com a participação de Guilherme Micoanski (gerente Regional de Vendas da Renovigi), Robson Lopes (coordenação-geral de Crédito a Agricultura Familiar-CGCRAF do Ministério da Agricultura) e Gabriel Aidar (gerente de Relacionamento e Fomento da Área de Operações e Canais Digitais BNDES), com moderação do presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia.

O presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, destacou os pontos positivos da energia solar fotovoltaica para a agricultura, que se estendem ao meio ambiente, por se tratar de fonte limpa, renovável e sustentável. Além disso, ele lembrou que ela contribuiu diretamente para as metas de redução de emissões do País (NDC), uma vez que não emite gases, líquidos ou sólidos durante a operação. Do lado do produtor, também foi apontado o fato dessa fonte reduzir em até 90% os gastos com conta de energia.

Nos últimos anos, painéis fotovoltaicos tiveram uma queda de preço, o que motivou um crescente investimento na adoção deste tipo de sistema. O número de instalações contendo painéis solares em propriedades rurais no Brasil ainda é baixo, porém com o disparo cada vez mais comum do preço da energia elétrica, a expectativa é que o agricultor passe a olhar com bons olhos a oportunidade de migrar para um sistema movido a energia solar.

O webinar discutiu e apontou oportunidades de financiamentos para a instalação de energia solar no campo, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), em que o produtor pode adquirir painéis de até R$ 165 mil, com taxas de juros a partir de 2,75% ao mês, conforme Gabriel Aidar, gerente de Relacionamento e Fomento da Área de Operações e Canais Digitais BNDES. O executivo disse que produtores de médio porte também podem se beneficiar de linhas dentro da instituição, com esse objetivo, como o Pronamp (financiamento para custeio e investimentos dos médios produtores rurais em atividades agropecuárias), com crédito de até R$ 430 mil e taxas de juros a partir de 6% ao ano.

 

 

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Notícias

Exportações do agro somam quase US$ 9 bi em agosto

Por redação 15/09/2020
Escrito por redação

- Exportações do agro somam quase US$ 9 bi em agosto

As vendas foram puxadas pela soja em grão e o açúcar de cana. O valor representa alta de 7,8% em relação ao mesmo mês de 2019

 

O Brasil exportou US$ 8,91 bilhões em produtos do agronegócio, em agosto deste ano. O valor representa uma elevação de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano passado (US$ 8,26 bilhões). O aumento ocorreu em função da quantidade dos produtos exportados, que registrou aumento de 16,5% na comparação entre agosto de 2019 e 2020. O crescimento foi de US$ 646,24 milhões em valores absolutos. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou a Balança Comercial do Agronegócio.

De acordo com a secretaria, a elevação das vendas externas da soja em grãos e de açúcar de cana foram os responsáveis pelo resultado do mês. O agronegócio representou mais de 50% na participação das exportações totais do País.

As exportações de soja em grão atingiram US$ 2,21 bilhões (+25,1%). Desse total, a China comprou perto de 75%, o que representou US$ 1,65 bilhão.

Com a queda de produção de açúcar na Índia e Tailândia na safra 2019/2020, houve novas oportunidades para o Brasil aumentar as exportações do produto, que alcançou em agosto US$ 960 milhões, com incremento de 107%.

Os embarques dos produtos do agronegócio brasileiro para a China também explicam o incremento no mês analisado. Foram despachados para o país asiático 30% a mais que o registrado em 2019 (US$ 639 milhões), totalizando em agosto US$ 2,7 bilhões.

As importações de produtos agropecuários diminuíram de US$ 1,10 bilhão (agosto/2019) para US$ 912 milhões (agosto/2020), o que significou um recuo de 17,3%. Desta forma, o saldo da balança comercial de agosto somou US$ 7,1 bilhões.

Fonte: Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)
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Massey Ferguson oferece pacote “Farm Solutions”

Por redação 15/09/2020
Escrito por redação

- Massey Ferguson oferece pacote "Farm Solutions"

O pacote de serviços agronômicos “Farm Solutions”, que está disponível na rede de concessionárias da Massey Ferguson, conta com empresas parceiras especializadas na entrega de informação para melhorar as tomadas de decisão no campo. São elas a Solinftec, a InCeres e a Tecgraf que estão somando forças com a Massey Ferguson para atender os desafios encontrados no dia a dia dos agricultores.

Entre as soluções disponibilizadas pela Solinftec estão a captura e processamento de dados em tempo real, com foco na melhoria do ecossistema operacional existente nas diferentes propriedades rurais, com o gerenciamento das máquinas e seus operadores. A plataforma InCeres coleta dados e analisa a área de cultivo, fornece dados de produtividade da lavoura,  ferramentas para um manejo agronômico através da fertilidade do solo, imagens de satélite e prescrições em taxas variáveis. E o AgroCAD, software desenvolvido pela Tecgragf, que ajuda o agricultor a controlar o tráfego de máquinas na propriedade, o que, segundo a empresa, diminui a compactação e erosão do solo, melhora o aproveitamento da área disponível para plantio, aumenta o rendimento operacional das diversas operação e pode até reduzir o consumo de combustível das máquinas.

Fonte: Massey Ferguson

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Notícias

Cai o número de pessoas ocupadas no campo

Por redação 15/09/2020
Escrito por redação

- Cai o número de pessoas ocupadas no campo

O número de pessoas ocupadas no agronegócio teve queda de 8,9% no segundo trimestre deste ano frente ao mesmo período de 2019, o equivalente a 1,63 milhão de pessoas, de acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Trata-se da maior queda no número de ocupados nessa comparação desde o início da série histórica do Cepea, em 2012. Pesquisadores do Cepea indicam que esse cenário está possivelmente atrelado à pandemia de coronavírus. Apesar disso, pesquisadores ressaltam que a queda no setor foi menos acentuada que no Brasil como um todo, que foi de 10,71%, o equivalente a quase 10 milhões de pessoas.

Entre os perfis de trabalhadores, os mais afetados pela crise foram os tradicionalmente mais vulneráveis no mercado de trabalho: empregados sem carteira assinada, com menores níveis de escolaridade e mulheres.

De acordo com os pesquisadores do Cepea, em geral, as perdas mais acentuadas no número de ocupações ocorreram no ramo agrícola, seja na agricultura dentro da porteira ou na agroindústria. Setorialmente, os destaques em reduções da PO foram: cana-de-açúcar, café, produção florestal e “outras lavouras” na agricultura, e vestuários e acessórios, produtos e móveis de madeira, massas e outros, papel e celulose e bebidas na agroindústria agrícola. Na agroindústria agrícola, apenas a indústria de óleos e gorduras vegetais apresentou aumento da PO, e para a indústria açucareira houve estabilidade.

No ramo pecuário, reduções foram observadas para pesca e aquicultura, bovinocultura e para a indústria de couro e calçados de couro. Ao contrário, o número de ocupações cresceu para as criações de suínos e aves e para a indústria de laticínios.

Rendimento

Entre os segundos trimestres de 2019 e de 2020, houve queda na média real de rendimentos para os empregadores e os trabalhadores por conta própria do agronegócio, de 8,8% e 7,4%, respectivamente. O segmento primário da agricultura se destacou com tendência contrária, de aumento de rendimento do trabalho. Na mesma comparação, o rendimento médio dos empregados no agronegócio aumentou (5,3%), provavelmente, refletindo uma mudança na composição da mão de obra assalariada no setor diante da pandemia, com as perdas de empregos mais concentradas nos vínculos informais e de menores rendimentos.

Fonte: Cepea/Esalq-USP

 

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Notícias

Impacto do uso de insumos na produtividade

Por redação 14/09/2020
Escrito por redação

- Impacto do uso de insumos na produtividade

Como aproveitar as inovações em insumos agrícolas para aumentar a produtividade? Com esse questionamento, o webinar realizado pela Agrishow Experience reuniu os especialistas Yuji Ieiri (gestor de Negócios Yoorin Fertilizantes) e Artur Cesaretti (Desenvolvimento Técnico de Mercado em insumos agrícolas da Votorantim Cimentos), com moderação de Heitor Cantarella (pesquisador do Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), para debater a importância que os insumos conquistaram nas questões de sustentabilidade e ganhos de eficiência na lavoura.

Para Ieiri, o setor passou por uma grande transformação nos últimos anos, com produtos cada vez mais eficientes, que tiveram impacto direto sobre os bons resultados do agro brasileiro. Ele argumenta que o uso assertivo de fertilizantes contribuiu para o desenvolvimento da agricultura de precisão, além de ser forte aliado da sustentabilidade. “O aumento da eficiência nos nutrientes voltados para o solo brasileiro tem reflexos na agricultura sustentável também”, afirmou.

Cesaretti, por sua vez, aponta o uso de corretivos de solo como outro fator que traz eficiência para os fertilizantes, com impacto direto sobre a produção. “Os corretivos auxiliaram muito o Brasil a crescer em produtividade. Se não fossem por eles, não conseguiríamos alcançar esse patamar de produção, ainda mais se levarmos em conta que grande parte dessa produção vem de solo do Cerrado”, afirma.

 

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Notícias

Começa a Agrishow Experience

Por redação 14/09/2020
Escrito por redação

- Começa a Agrishow Experience

A Agrishow Experience teve início hoje e se estende até sexta-feira, em ambiente totalmente virtual, no qual serão abordados assuntos como novidades em tecnologias para máquinas e implementos agrícolas, agricultura digital, sustentabilidade, irrigação e cooperativismo. A programação se dividirá em temas específicos para cada dia da semana, que serão debatidos em uma série de webinars, entrevistas e dicas de produtores rurais. Além disso, a plataforma oferece produtos e serviços para o agricultor, por meio de marcas expositoras, contribuindo para a geração de negócios. Ainda é possível se cadastrar gratuitamente para participar do evento aqui.

Na primeira rodada de discussões, dentro do tema Máquinas e Implementos Agrícolas escolhido para abrir o primeiro dia da Agrishow Experience, foi realizado o webinar sobre “Agricultura rentável e sustentável: inovações em máquinas e implementos agrícolas”, com a participação dos especialistas Odilo Pedro Marion (presidentes da Agrimec), Rodrigo Janzen Duck (diretor geral da Horsch), Niumar Dutra Aurélio (supervisor de Marketing do Produto Fuse AGCO) e Wanderson Tosta (diretor de Marketing Jacto), com moderação de Ricardo Inamasu (pesquisador da Embrapa Instrumentação).

Uma das questões expostas foi se é possível trazer tecnologias de fora para serem adotadas no País. Duck é um dos que enxerga essa possibilidade, desde que observados aspectos de “tropicalização” para o maquinário. “O solo brasileiro é muito desafiador, por ser muitas das vezes compactado, com muita palha. É preciso uma adequação para a realidade de cada produtor”, afirmou.

Para Aurélio, os diferentes solos encontrados no País exigem uma mecanização “personalizada”. “Quando o produto nasce aqui, já nasce com as características necessárias”, aponta. Já Tosta, avalia que as tecnologias de fora até ajudam a ditar alguma inovação, mas que é preciso um trabalho forte de desenvolvimento para que as máquinas atendam às necessidades muito particulares do País.

Os especialistas debateram ainda que a oportunidade hoje no campo está em acompanhar de perto o produtor, antecipando seus desejos e antevendo situações. “A oportunidade está em acompanhar o produtor. Vivenciar as operações no campo”, apontou Tosta. Duck lembrou ainda que, além dessa proximidade com o produtor, deve-se questionar se o que se produz hoje ainda será o mesmo que se consumirá no futuro. “Do que o mundo vai se alimentar daqui a 10 anos? É preciso estar atento às essas mudanças”, concluiu.

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Notícias

Fórum “Amigos da Terra” discute plantio direto

Por redação 14/09/2020
Escrito por redação

- Fórum "Amigos da Terra" discute plantio direto

A Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP) realiza hoje e amanhã o fórum “Amigos da Terra”, que discutirá o sistema de plantio direto com qualidade e rentabilidade, procurando resgatar a essência do sistema, além de mostrar como é possível relacionar o plantio direto com a agricultura sustentável. Farão parte das discussões produtores rurais do Cerrado e da Região Sul do País, entre eles Laércio Della Vecchia, campeão nacional da CESB Soja 2019/2020, que irão contar seus “segredos” para altas produtividades com maiores lucros. Participam também do evento professores e pesquisadores do setor, que explicarão o sucesso alcançado por esses produtores.

Serviço

O Web Fórum Amigos da Terra – FEBRAPDP acontece dia 14 e 15 de setembro, totalmente on-line, a partir das 18h45. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

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Notícias

Fundação ABC e Frísia criam fazenda inteligente

Por redação 10/09/2020
Escrito por redação

 

- Fundação ABC e Frísia criam fazenda inteligente

Veris é um equipamento parecido com uma grade, que testa a condutividade elétrica no solo, permitindo identificar os diferentes tipos de solo presentes na lavoura, chamado de manchas

Uma fazenda inteligente que testará tecnologias para serem usadas por produtores rurais. Essa é a proposta da Fundação ABC, como o apoio da Frísia Cooperativa Agroindustrial, que anunciou a instalação de uma Smart Farming, em Ponta Grossa (PR).

Smart Farming é um termo que se utiliza para áreas agricultáveis onde são utilizadas modernas tecnologias de informação e comunicação (TIC) para a condução da lavoura, utilizando equipamentos de precisão, sensores, imagens de satélites e drones, por exemplo.

- Fundação ABC e Frísia criam fazenda inteligente

A Frísia Cooperativa Agroindustrial dispôs de uma área próxima ao Campo Demonstrativo e Experimental da Fundação ABC, no município de Ponta Grossa, na qual a instituição de pesquisa conduzirá algumas safras usando alta tecnologia, aliado a todo o conhecimento dos pesquisadores da fundação, que deve se transformar em informação e dados para os produtores cooperados, que hoje somam 495 mil hectares no Paraná, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Tocantins e Distrito Federal.

De acordo com o gerente Técnico e de Pesquisa da Fundação ABC, Luís Henrique Penckowski, o projeto irá “demonstrar, avaliar, desenvolver, divulgar e propor aos cooperados as melhores práticas para a tomada de decisão utilizando ferramentas de tecnologia e gestão que agreguem valor aos sistemas de produção”. Dentre as tecnologias estão a mecanização agrícola e agricultura de precisão.

“A Smart Farming tem um potencial real para fornecer uma produção agrícola mais produtiva e sustentável, com base em uma abordagem mais precisa e eficiente em termos de recursos”, informou.

A área em que todo este conceito será instalado fica no município de Ponta Grossa, às margens da Rodovia PR-151, um pouco mais adiante do Campo Demonstrativo Experimental (CDE), sentido oeste, num total de 29,15 hectares. O espaço, de propriedade da Frísia Cooperativa Agroindustrial, foi disponibilizado para a Fundação ABC. Assim, como apoiadora do projeto, será no evento dela que a instituição de pesquisa apresentará os primeiros resultados obtidos. Será na Digital Agro 2021, que vai ocorrer de 13 a 15 de julho de 2021, em Curitiba.

Gerente agrícola da Frísia Cooperativa Agroindustrial e coordenador da feira Digital Agro, Marcelo Cavazotti afirmou que o lançamento da abc Smart Farm “é um momento histórico”. “É um passo a frente, pois a Fundação ABC passa a testar e validar um conjunto de tecnologias. A Frísia, com 95 anos de história, sempre foi pioneira, inclusive criando a feira Digital Agro, que nasceu com o propósito de levar tecnologias para próximo do agricultor”.

O preparo da área para a próxima safra verão já começou. A equipe da Fundação ABC fez a medição da condutividade elétrica do solo e, com isso, um mapa foi gerado para determinar os pontos para a coleta de solo.

Penckowski contou que a proposta foi muito bem recebida dentro da instituição e junto a alguns futuros parceiros do projeto, que se chamará “abc Smart Farm”. E o fator mais chamativo é pela quantidade de informação que será gerada para o agro brasileiro, uma vez que será um espaço único que receberá toda a informação da fundação, com o apoio da tecnologia nas tomadas de decisões. “É algo inédito em toda a região de atuação do grupo ABC, bem como nas outras regiões em que a instituição atua. E do pouco que foi falado, com a intenção de buscar alguns parceiros importantes para este projeto, a receptividade foi ótima”, completou.

Primeira Safra
  • Uso de imagens de satélite para analisar a variabilidade espacial;
  • Condutividade Elétrica Aparente (CEa) do Solo para analisar a variabilidade espacial e definir a amostragem de solo;
  • Coleta de solo nas manchas definidas pela CEa do Solo e nas profundidades recomendadas pelo setor de Solos e Nutrição de Plantas, utilizando aplicativos de navegação gratuitos;
  • Mapas de Fertilidade, com interpretação das características de fertilidade do solo por zonas de manejo. Serão gerados cálculos de correção e adubação de solo de forma customizada, visando máximo de viabilidade técnica e econômica. E, por fim, aplicação em taxa variável de corretivos e fertilizantes;
  • Uso de câmeras multiespectrais para verificar a variabilidade espacial da matéria orgânica e argila e a detecção precoce de doenças;
  • Mapas e telemetria da semeadura e ajuste de população e dose pelo aplicativo da Fertisystem;
  • Mapas e telemetria da pulverização, em parceria com empresa da Argentina;
  • Dessecação utilizando sensores ópticos;
  • Monitoramento das lavouras com uso de drones;
  • Evapotranspiração por balanço energia, para medir Perdas de produtividade por déficit hídrico;
  • Mapas de colheita e custo de produção e rentabilidade, por pixel e por zonas;
  • Amostragem de pragas com a utilização de novas tecnologias e o sigmaABC;
  • Monitoramento do molhamento foliar: para detalhar a variabilidade espacial do orvalho – uso de covariáveis para predição.

 

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Notícias

Massey Ferguson: lubrificante promete maior intervalo entre trocas

Por redação 10/09/2020
Escrito por redação

 

- Massey Ferguson: lubrificante promete maior intervalo entre trocas

Novo item compõe portfólio e cuidados com os equipamentos agrícolas que a Massey Ferguson oferece 

 

 A Massey Ferguson expandiu o portfólio de óleos lubrificantes com o lançamento do MF Engine Premium, lubrificante de motor, que promete maior extensão de horas no mercado.  “Nossa premissa é atender ao produtor rural com segurança e eficácia. Ao oferecer um novo produto, submetemos ao exigente protocolo de engenharia global de motores da companhia, que exige uma série de aprovações e testes em campo”, explica Marcelo Traldi, vice-presidente de Pós-Venda da AGCO América do Sul, empresa que detém a marca. “O aumento da extensão de horas permite uma maior produtividade e retorno financeiro ao agricultor, uma vez que reduz as paradas no campo para troca de óleo e componentes do maquinário”, completa Traldi.

O MF Engine Premium 10W-40 é 100% sintético, foi desenvolvido especificamente para motores agrícolas, oferece proteção potencial de até 600 horas trabalhadas, o maior intervalo de troca do mercado agrícola e economia de combustível, o que contribui para redução dos custos de manutenção e proteção contra fuligem, desgaste e formação de depósitos.  O produto é adequado para a grande maioria dos veículos aplicados em operações agrícolas e de transporte.

O novo item compõe um portfólio completo de cuidados com os equipamentos agrícolas que a Massey Ferguson oferece. A marca possui em sua linha o MF Engine ULTRA, um produto exclusivo Massey Ferguson, 15w40 API-CI4 mineral e com uma carga superior de aditivos, que conta com óleo básico GTL, produto mais puro e que aumenta a performance do óleo. Esse produto ajuda a reduzir a manutenção e a aumentar a confiabilidade dos veículos. Adequado para a maioria dos motores a diesel de serviço pesado, turbinados e não turbinados em aplicações severas, é homologação para até 400 horas nas máquinas da marca.

Já a linha de lubrificantes MF Engine Genuine é um 15w40 API-CI4 específico para as máquinas com motores mais antigos e com intervalos de 250 horas. Sua estabilidade térmica e resistência contra oxidação proporcionam bom nível de proteção contra a formação de depósitos nos pistões. O poder de limpeza é ainda aprimorado com o uso de dispersantes de alta performance, que controlam a formação de borra e depósitos em outras partes do motor, conforme informou a empresa. A combinação de boa limpeza interna e aditivos antidesgaste efetivos ajudam a reduzir o desgaste do motor, além de contribuir para diminuir custos operacionais.

Fonte: Massey Ferguson
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