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Notícias

Setor pede convergência entre tecnologias digitais

Por redação 04/09/2020
Escrito por redação
- Setor pede convergência entre tecnologias digitais

Foto: Freepik

Especialistas falaram sobre mudanças e expectativas para o setor em live promovida pela John Deere. Bate-papo teve participação de Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática e Agropecuária

A tecnologia já faz parte da rotina de grande parte dos agricultores brasileiros e se tornou uma aliada quando o assunto é aumento de produtividade e redução de custos. Mas qual é, de fato, o valor da tecnologia no campo? Para falar sobre o assunto, a 4ª edição da série de lives John Deere Conecta reuniu Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática e Agropecuária; Rogério Ferrarin, diretor executivo do Grupo Guerino Ferrarin – GGF; Manoela Bertagnolli, diretora da empresa Sementes Butiá; e Rodrigo Bonato, diretor de Marketing de Produto e Agricultura de Precisão John Deere.

“Quando falamos em tecnologia no setor agro, não falamos mais apenas sobre tecnologia da informação. A transformação envolve, além dela, a biotecnologia, a nanotecnologia, a comunicação e a ciência cognitiva. Com isso, nosso desafio é a convergência de todas elas. Precisamos saber como utilizar tudo isso dentro da cadeia, desde a pré até a pós-produção, para melhorar a produtividade e garantir que o Brasil continue avançando em agricultura sustentável”, comentou Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática e Agropecuária.

A evolução tecnológica mudança no conceito da ‘agricultura de precisão’, que, somada ao conhecimento, se torna ‘agricultura de decisão’, transformando dados em valor e inteligência para a tomada de decisão assertiva e em tempo real. “Esse é um conceito que trabalhamos há alguns anos na John Deere, e está embasado na conectividade do campo, que não é apenas para conectar máquinas, mas também pessoas. São elas, conectadas no campo, que irão transformar o agro brasileiro”, ressaltou Rodrigo Bonato, diretor de Marketing de Produto e Agricultura de Precisão John Deere.

De fato, o agricultor brasileiro segue como um dos mais conectados do mundo e os resultados são vistos no aumento da produtividade. “Cada atividade nossa no campo tem uma máquina e um equipamento por trás e você consegue monitorá-la. Desta forma, melhoramos os processos, desde a coleta de solo, passando pela distribuição de sólidos, plantio, diagnósticos de doenças, pragas e ervas, pulverização e colheita. Assim, agimos no momento certo e evitamos atrasos”, ressaltou Rogério Ferrarin, diretor xecutivo do Grupo Guerino Ferrarin – GGF.

Mesmo com todos os benefícios que a tecnologia traz, as pessoas ainda são fundamentais para o sucesso das produções. “Hoje, não temos mais operadores de máquinas e sim gestores de equipamentos e processos. Existem novos perfis de profissionais surgindo. Destaco, também, o fato de que o uso de tecnologia no campo torna o setor mais atrativo para as novas gerações e cria novos perfis de produtores”, comentou Silvia.

“A agricultura pode ter toda a tecnologia empregada do mundo, mas ela vai continuar sendo feita por pessoas. E, se as pessoas não tiverem esse DNA de inovação e de compartilhamento, vamos demorar um pouco mais para chegar onde queremos. Precisamos trabalhar colaborativamente”, finalizou Manoela Bertagnolli, diretora da empresa Sementes Butiá.

Fonte: John Deere
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Coluna

Avanços digitais no agronegócio: pilares que sustentam a economia brasileira

Por redação 04/09/2020
Escrito por redação

- Avanços digitais no agronegócio: pilares que sustentam a economia brasileira

Por Paulo Sérgio Rodrigues*

O agronegócio sempre foi destaque na economia brasileira e, durante a pandemia, esse papel se intensificou. Mesmo em meio aos desafios atuais, em junho a balança comercial registrou um superávit de US$ 7,46 bilhões no Brasil. Foi o melhor saldo comercial para o período desde 1989, e o grande responsável por isso foi o agronegócio, que teve crescimento de 23,8%, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Esses dados evidenciam a força e o potencial do segmento para seguir avançando.

Nesse contexto de protagonismo, a atividade agrícola tem sido palco de algumas das mais importantes transformações em tecnologia. Assim como o motor a combustão foi o estopim da primeira revolução industrial, recursos como internet das coisas, inteligência artificial, realidade virtual e computação cognitiva trazem um novo conceito de trabalho e reestruturam a sociedade.

Dessa forma, o agronegócio vem adaptando sua estrutura para reforçar a competitividade e tornar-se mais produtivo e sustentável. Nossa geração tem sido impactada por uma série de inovações que ressignificam a ordem produtiva e ditam novas maneiras de fazer negócios, interagir e consumir. Esses são fatores que podem garantir a segurança alimentar das próximas gerações.

Podemos dizer que o agro é um dos segmentos que mais têm autonomia para ditar o ritmo de sua transformação digital. Devido à necessidade de gerenciar uma infinidade de variáveis, como condições climáticas, controle das áreas de produção, quantidade de água no solo, peso dos animais, entre outros fatores, o setor vem quebrando barreiras na adoção de novas ferramentas, e vemos um mercado ávido por soluções que garantam eficiência e qualidade na produção.

No entanto, para que a agricultura continue sendo relevante para a economia brasileira, os produtores precisam atentar às tendências que vão indicar o comportamento do mercado em um futuro próximo, pós-pandemia. Em meio à digitalização acelerada, quando falamos em agronegócio, podemos dividir as inovações em três grandes pilares: biotecnologia, tecnologia digital e tecnologia física. A junção dessas áreas é a chave para o crescimento sustentável.

A biotecnologia abrange áreas como melhoramento vegetal, mutação e engenharia genética, e auxilia o avanço da medicina veterinária, a obtenção de plantas transgênicas e sementes sintéticas, entre outras evoluções. Há mais de 20 anos, vimos o primeiro clone da ovelha Dolly quebrar paradigmas da genética. Hoje vislumbramos ferramentas que permitem mutações precisas no DNA, contribuindo para a variabilidade genética, sem ter a necessidade de gerar um produto transgênico.

Junto a isso, os avanços da tecnologia digital, ligados a big data, internet das coisas, conectividade, machine learning e inteligência artificial, permitem uma análise aprofundada sobre fatores que influenciam a produção. Por meio de sua aplicação, é possível monitorar todas as etapas da cadeia agrícola e gerar informações que garantam tomadas de decisão mais acertadas em relação ao período de poda nas plantações ou à idade de abate nos criadouros, por exemplo.

Já a tecnologia física, que compreende a área de robótica avançada, uso de veículos autônomos, maquinário de plantio, colheita e pulverização, drones, impressão 3D e desenvolvimento de novos materiais, é responsável pela eficiência no campo. Esse maquinário é capaz de otimizar as rotinas sem a necessidade de interação humana, o que acarreta maior agilidade e aumento no aproveitamento da produção.

Todos esses fatores constituem um ambiente de desenvolvimento constante, para que o agronegócio possa avançar sem comprometer o equilíbrio ambiental. O uso de novas tecnologias permite o aumento da produtividade sem interferir na área de produção, e as pesquisas científicas alavancam a criação de materiais renováveis, como o plástico formado com base em resina e etanol, por exemplo. Assim, a gestão eficiente desses diferenciais pode ser a saída para redirecionar a economia brasileira e garantir a transformação necessária no agro.

*Paulo Sérgio Rodrigues é sênior principal da Infosys Brasil

 

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Notícias

Conab prevê alta de 8% na produção de grãos 

Por redação 04/09/2020
Escrito por redação

- Conab prevê alta de 8% na produção de grãos 

A boa rentabilidade do milho e da soja na safra que se encerra estimula os produtores brasileiros a aumentar a área dessas culturas no período de 2020/21. No agregado, o Brasil pode colher 278,7 milhões de toneladas de grãos, aumento de 8%, segundo cálculos estatísticos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com base em inúmeros dados de campo, previsões climática e imagens de satélites. Esse volume representa a produção de 15 grãos, sendo que milho, soja, algodão, arroz e feijão participam com 95% do total. Os dados fazem parte das Perspectivas para a Agropecuária Safra 2020/21 – Edição Grãos, divulgadas pela companhia.

A safra de soja é prevista pela Conab em 133,5 milhões de toneladas e a de milho, em 112,9 milhões de toneladas no próximo ano. A projeção de aumento da colheita da soja decorre da expectativa de melhor produtividade, que pode chegar a 3.526 quilos por hectare, e também da ampliação na área, estimada em 3% – atingiria 37,86 milhões de hectares. O avanço do grão ocorre principalmente em áreas de pastos degradados, de renovação de cana-de-açúcar e também há casos de troca de cultura.

O interesse pela oleaginosa reflete a expectativa de que continue boa sua rentabilidade. Os preços do grão devem se manter elevados, alavancados pela valorização do dólar e pela boa demanda internacional. Evidência desta demanda é o ritmo de vendas antecipadas. Conforme levantamento da Conab, até o início de agosto, cerca de 40% da safra 2020/21 já havia sido vendida, contra 20% há um ano. O panorama também é positivo para o consumo interno. Há tendência de aumento pela elevação de 12 para 13% de biodiesel no diesel a partir de março do ano que vem e também pelo bom ritmo de produção de carnes.

O mercado do milho também é influenciado pelo câmbio e pelas carnes, e o aumento de área com esse grão é estimado em 7%, chegando a 19,78 milhões de hectares nas três safras – em 2019/20, a primeira safra produziu 23% do total, a segunda contribuiu com 74% e a incipiente terceira safra, com 3%. A produtividade média pode melhorar 3%, segundo a Conab, indo para 5.709 kg/ha.

No cenário internacional, a possibilidade de menor investimento na produção de grãos na Argentina pode abrir novas possibilidades de mercado para os produtores brasileiros. A previsão da Conab é de que as exportações brasileiras de soja aumentem 5,8%, indo para 86,79 milhões de toneladas – a China pode comprar cerca de 80% desse volume. As de milho são estimadas em 39 milhões de toneladas, crescimento de 13%.

Outros grãos

O arroz também tem proporcionado boa rentabilidade aos produtores, e a Conab estima que aumentem em 12% a área cultivada em 2020/21. A produtividade, no entanto, pode não ser tão boa quanto à da safra que se encerra, quando as condições climáticas foram muito favoráveis. Prevê-se queda de 4%, o que resultaria em colheita de 11,98 milhões de toneladas.

O ritmo de exportação e importação, segundo a Conab, deve permanecer estável. Já o consumo interno poderá aumentar em 5,1% em relação ao da atual safra, podendo atingir 10,8 milhões de toneladas – ainda inferior à média dos últimos 10 anos. Nesse contexto de oferta ajustada à demanda, os preços internos tendem a se manter firmes. Por outro lado, a alta dos custos poderá afetar a rentabilidade do produtor.

No caso do feijão, a Conab sinaliza que este pode ser o terceiro ano seguido em que a produção brasileira se encontra bem ajustada à demanda. O Brasil tem três safras de feijão por ano. O resultado de uma safra, bem como das lavouras concorrentes por área com o feijão, influencia a decisão de investimento da safra seguinte.

Com base em dados disponíveis até o momento, a Conab estima que produtores venham a colher 3,040 milhões de toneladas de feijão em 2020/21. A área total, por enquanto, é considerada estável, em 2.920,7 mil hectares, e a produtividade média seria de 1.041 kg/ha, queda de 4% sobre a média do ano safra anterior.

O mercado de algodão tem sido fortemente atingido pela pandemia, o que desestimula o plantio. O prognóstico da Conab é de redução de 11% da área e de 2% da produtividade na safra 2020/21. A colheita se limitaria a 2,555 milhões de toneladas de pluma, queda de 12%. A recuperação deste mercado está diretamente ligada ao restabelecimento da demanda global pelo produto, que depende do reaquecimento da economia.

Fonte: Conab

 

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Governo lança programa para estimular tecnologias 4.0 no agro

Por redação 03/09/2020
Escrito por redação

- Governo lança programa para estimular tecnologias 4.0 no agro

Os ministérios da Agricultura, da Economia e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), em conjunto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), lançaram o edital do programa Agro 4.0, que recebe inscrições até o dia 26 de setembro.

Segundo nota do Ministério da Agricultura, serão investidos R$ 4.8 milhões em 14 projetos pilotos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0.

“O objetivo do programa é promover, por meio destas tecnologias, o aumento de eficiência e de produtividade, e a redução de custos no agronegócio brasileiro”, informou a Pasta. “O edital, na modalidade concurso, é voltado a empresas usuárias de tecnologias 4.0 do setor produtivo, especialmente produtores rurais e agroindústrias, que irão realizar a adoção de tecnologias 4.0 em suas unidades, fazendas ou plantas”.

Fonte: MCTI

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Venda de tratores e colhedoras sobe 27,33% 

Por redação 03/09/2020
Escrito por redação

- Venda de tratores e colhedoras sobe 27,33% 

 

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores ( Fenabrave) divulgou que as vendas de veículos, considerando todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e agrícolas) registraram crescimento de 7,35%, em agosto, na comparação com julho deste ano. No período, foram emplacadas 299.627 unidades, contra 279.105 no mês anterior. Se comparado com agosto de 2019 (347.061 unidades), a retração foi de 13,67%, a menor queda desde o início da pandemia do Coronavírus.

No segmento de máquinas agrícolas o crescimento foi ainda maior. Favorecida pela safra recorde, a comercialização de tratores e colhedoras subiu 27,33% em relação a junho, totalizando 4.417 unidades vendidas.  Vale ressaltar, conforme a Fenabrave, que, por não serem emplacados, esses veículos sofrem uma defasagem de um mês, em relação aos dados de comercialização e, por isso, os volumes e percentuais referem-se a julho de 2020. O resultado de julho/2020, na comparação com julho de 2019 (3.737 unidades), também foi positivo, com crescimento de 18,20%.

Porém, a pandemia e a crise de abastecimento de peças e componentes importados influenciaram, negativamente, os resultados do acumulado do ano (janeiro a agosto/2020). Entre janeiro a agosto de 2020, o segmento registrou queda de 4,75%, totalizando 22.679 unidades, contra as 23.811 máquinas agrícolas comercializadas no mesmo período de 2019.

“A alta dos preços da soja e do milho tem mantido o segmento aquecido, mas as  concessionárias trabalham com estoque abaixo do ideal. Além da alta demanda do varejo, as montadoras estão enfrentando falta de peças, pois a pandemia tem afetado a cadeia de suprimento dos fabricantes. Alguns modelos já estão em falta no mercado”, explica o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.

Fonte: Fenabrave

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Paraná investe em laboratório de inovação 

Por redação 03/09/2020
Escrito por redação

- Paraná investe em laboratório de inovação 

Objetivo é tornar estado mais competitivo na área de tecnologia para o agronegócio, da mesma forma que é na produção de alimentos

 

O governo do estado do Paraná lançou o projeto de criação do Laboratório de Inovação i-Lab Agro. Ligado ao Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), ele tem como objetivo tornar o estado mais competitivo na área de tecnologia para o agronegócio, da mesma forma que é na produção de alimentos.

Esta é a primeira experiência de um laboratório de inovação voltado ao tema agro dentro do setor público brasileiro. “A secretaria da Agricultura está inovando e traz isso para dentro do governo”, disse o secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge. “

O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, fez uma exposição dos avanços ocorridos no mundo em relação à agropecuária e que resultam particularmente na moderna digitalização e na mecanização. Elas incluem, entre outros, o uso da agricultura de precisão, drones, satélites, robôs, máquinas elétricas, inteligência artificial e internet das coisas. “Fazer cada vez melhor com menos recursos e mais sustentabilidade”, resumiu.

De outra parte, segundo ele, o serviço público não acompanhou esse processo com o mesmo dinamismo. “A grosso modo, o serviço público continua analógico”, disse o secretário. Por isso, Ortigara destacou o desafio colocado ao novo laboratório de inovação de ouvir experiências mundo afora para possibilitar que o estado preste um serviço ainda melhor.

A ideia do Laboratório de Inovação i-Lab Agro nasceu na Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), mas logo foi expandida para os outros órgãos do Sistema Seagri – Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) e Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa).

Com a experiência adquirida em outros projetos de inovação desenvolvidos pelo governo, o Serviço Social Autônomo Paraná Projetos, ligado à Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, uniu-se à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e ambos assumiram fazer a prototipação do laboratório.

Eventos

O evento foi o primeiro de uma série de palestras visando a divulgação do sistema de laboratórios de inovação. Foram apresentadas a experiência de transferência de tecnologia da Embrapa Soja, a trajetória da Frísia Cooperativa Agroindustrial diante do processo de inovação, além de uma análise sobre como as pessoas tomam decisões, feita por cientistas comportamentais do Banco Mundial.

A previsão é que até outubro outros modelos sejam discutidos com a intenção de ter referências nacionais e internacionais sobre inovação em governo, economia comportamental e transformação digital. Os eventos contam com o apoio da Escola de Liderança, vinculada à Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, e da Superintendência Geral de Inovação do Paraná.

Posteriormente, serão promovidos eventos para capacitação de facilitadores e mentores em metodologias de inovação. Eles terão a tarefa de conduzir oficinas de ideação e prototipação do laboratório e darão início ao processo de priorização de iniciativas de inovação a serem desenvolvidas na primeira fase.

Fonte: Governo do estado do Paraná

 

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Notícias

MWM inicia produção dos motores MAN D26

Por redação 03/09/2020
Escrito por redação
- MWM inicia produção dos motores MAN D26

A MWM e a VW Caminhões e Ônibus assinaram acordo para montagem de motores MAN D26

A MWM, fabricante de Motores Diesel e Grupos Geradores de energia, e a VW Caminhões e Ônibus assinaram acordo para montagem de motores Diesel MAN D26, que equiparão os caminhões extrapesados da VW no Brasil. A MWM montará na sua planta em Santo Amaro (SP) os motores MAN D26 em uma linha exclusiva, sendo esta adicional às já existentes.

O novo acordo prevê a montagem dos motores MAN D26 de 13 litros em duas versões de potência, sendo: 460 cv e 2300 Nm @950 a 1400 rpm / 520 cv e 2500 Nm @1000 a 1400 rpm. Além da montagem dos motores, a empresa será responsável pela usinagem dos blocos dos motores MAN D26. O fornecimento teve início em agosto.

De acordo com o Presidente & CEO da MWM, José Eduardo Luzzi, o projeto fortalece a parceria de mais de 39 anos entre as empresas, onde a MWM não só fornece os motores para as linhas de montagem da VWCO, como faz parte do consórcio modular em Resende. “Este projeto é fruto do trabalho desenvolvido por equipes altamente capacitadas e nos motiva a ir além, buscando o desenvolvimento e a excelência operacional, amplamente reconhecida pelos nossos clientes”, assinala.

“A nova família de caminhões extrapesados Volkswagen estreia no mercado com o consagrado motor MAN D26, agora desenvolvido pela nossa engenharia e produzido nacionalmente, com coração verde e amarelo. Esta parceria com a MWM já rende bons frutos, caso da produção local dos motores MAN D08, e certamente credenciou para este novo momento”, afirma Roberto Cortes, Presidente e CEO da VW Caminhões e Ônibus.

No desenvolvimento da linha, foram aplicados todos os processos já  usados nas demais linhas de montagem da MWM, como conceitos da Indústria 4.0, com tecnologias como integração de sistemas, Iot, simulações, realidade aumentada / virtual, manufatura aditiva e Cybersecurity. Como resultado, a linha de motores MAN D26, conforme a empresa, possui alto grau tecnológico e controles de qualidade.

Para o Diretor da Unidade de Negócios de Operações e Qualidade da MWM, Michael Andreas Ketterer “iniciamos um novo ciclo que reúne o que há de mais moderno em tecnologia de produtos, robustez, qualidade e manufatura das duas empresas. A inauguração da Linha MAN D26 na MWM, é um reconhecimento pelo nível de excelência operacional, fortalecendo ainda mais a parceria entre as duas companhias e certamente contribuirá para o desenvolvimento do setor automotivo brasileiro”.

Fonte: MWM Motores e Geradores

 

 

 

 

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Agrishow Experience começa dia 14

Por redação 03/09/2020
Escrito por redação

 

- Agrishow Experience começa dia 14

Vista aérea da Agrishow 2019 (Foto: Agrishow Oficial)

Uma semana repleta de conteúdo e networking para o profissional do campo

 

De 14 a 18 de setembro acontece a Agrishow Experience. Serão cinco dias dedicados ao agronegócio, por meio de entrevistas, webinars e seminários, divididos por temas (máquinas e implementos – insumos, energias renováveis, tecnologia e inovação, irrigação e cooperativismo). O evento contará com a participação das principais marcas, que apresentarão produtos e novidades.

A programação prevê a realização de webinars, como a Agricultura rentável e sustentável – Inovações em máquinas e implementos agrícolas (14/09, às 10 horas), Como aproveitar as inovações em insumos agrícolas para aumentar a produtividade? (14/09, às 14 horas) e Como a irrigação pode aumentar minha produtividade e contribuir para a sustentabilidade no agro? (17/09, às 10 horas).

A Agrishow 2020 foi cancelada em razão da pandemia da Covid 19. A 27ª edição, conforme a Informa Markets, organizadora do evento, com apoio das realizadoras ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos, FAESP – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira, será realizada em abril de 2021, na cidade de Ribeirão Preto (SP).

A Agrishow Experience é gratuita. Basta se inscrever aqui.

Fonte: Agrishow

 

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Trator acessível da New Holland conquista prêmio nacional

Por redação 02/09/2020
Escrito por redação

- Trator acessível da New Holland conquista prêmio nacional

 Modelo TL5.80 adaptado para pessoas com mobilidade reduzida foi o vencedor do Prêmio REI 2020 na categoria Máquinas Agrícolas e de Construção

O trator acessível adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, modelo TL5.80 da New Holland Agriculture, foi o grande vencedor na categoria Máquinas Agrícolas e de Construção, do Prêmio REI 2020. A premiação nacional reconhece as iniciativas mais importantes sob o ponto de vista da excelência e inovação na indústria automobilística e no setor da mobilidade. A escolha foi feita pelo público, através de votação pela internet. A CNH Industrial, detentora da marca New Holland, também venceu na categoria Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental: montadora, com o projeto de voluntariado que possibilitou o desenvolvimento humano de jovens em situação de vulnerabilidade social.

O conceito de trator acessível  é o primeiro projeto de trator agrícola no mundo feito por uma montadora. O modelo proporciona condições de trabalho iguais a todos no campo, oferecendo conforto, segurança e performance.

“Acreditamos que é possível levar a acessibilidade da marca e dos produtos a um novo patamar. Estamos de olho nisso e dispostos a desenvolver soluções que ajudem no trabalho no campo, seja para uma pessoa com mobilidade reduzida ou com alguma outra necessidade especial”, afirma Cláudio Calaça Júnior, diretor de Marketing de Produto da New Holland Agriculture para a América do Sul. A promoção da inclusão e acesso de todos os públicos é uma das preocupações da New Holland, conforme explica o executivo, cujo posicionamento vai além da fabricação de máquinas.

O trator desenvolvido em parceria com a Elevittá (empresa com know-how em acessibilidade) é equipado com uma plataforma de elevação e um joystick, com o qual o operador comanda os movimentos necessários para fazer seu próprio embarque/desembarque, tendo acesso à plataforma de comando, adaptada para facilitar as operações e ser totalmente segura e ergonômica.

O equipamento foi apresentado primeiramente no Show Rural Coopavel, em fevereiro, e depois na Expodireto Cotrijal, em março.

Fonte: New Holland

 

 

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Agropecuária avança 0,4%. PIB cai 9,7% no 2º tri

Por redação 01/09/2020
Escrito por redação

- Agropecuária avança 0,4%. PIB cai 9,7% no 2º tri

 

O Produto Interno Bruto (PIB) caiu 9,7% no segundo trimestre de 2020 (comparado ao primeiro trimestre de 2020), na série com ajuste sazonal, de acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O tombo não foi maior por conta do desempenho positivo da Agropecuária, que no período avançou 0,4%.

Em relação a igual período de 2019, o PIB caiu 11,4%. Ambas as taxas foram as quedas mais intensas da série, iniciada em 1996. No acumulado dos quatro trimestres terminados em junho, houve queda de 2,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Em valores correntes, o PIB do no segundo trimestre de 2020 totalizou R$ 1,653 trilhão, sendo R$ 1,478 trilhão em Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 175,4 bilhões em Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

A taxa de investimento no segundo trimestre de 2020 foi de 15,0% do PIB, ficando abaixo da observada no mesmo período de 2019 (15,3%).

Já no 1º semestre, o PIB acumula queda de 5,9% em relação a igual período de 2019. Nesta comparação, houve desempenho positivo mais uma vez para a Agropecuária (1,6%) e quedas na Indústria (-6,5%) e nos Serviços (-5,9%).

Impacto da Covid-19

Sob efeitos da pandemia da Covid-19 e do isolamento social, o maior impacto negativo do trimestre se deu sobre as atividades industriais. No período, as Indústrias de Transformação  apresentaram retração de -17,5%; Construção, -5,7%;  Eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos, -4,4%; e nas Indústrias Extrativas, -1,1%.

Nos Serviços, os resultados negativos foram: Outras atividades de serviços (-19,8%), Transporte, armazenagem e correio (-19,3%), Comércio (-13,0%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-7,6%), Informação e comunicação (-3,0%). Por outro lado, houve resultado positivo nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,8%) e nas Atividades imobiliárias (0,5%). Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (-15,4%), a Despesa de Consumo das Famílias (-12,5%) e a Despesa de Consumo do Governo (-8,8%) caíram em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Já as Exportações de Bens e Serviços cresceram 1,8%, enquanto as Importações de Bens e Serviços recuaram 13,2% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

Queda de 11,4%  é a maior da série

Comparado a igual período de 2019, o PIB caiu 11,4% no segundo trimestre de 2020, sendo essa a maior contração trimestral registrada na série histórica, iniciada em 1996, para essa base de comparação. O Valor Adicionado a preços básicos teve queda de 10,8% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios recuaram em 15,6%.

Entre as atividades, a Agropecuária cresceu 1,2%, em relação a igual período de 2019, o que pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no segundo trimestre e pela produtividade.

A Indústria teve queda de 12,7%, a mais intensa da série histórica, nesta de comparação. A atividade Indústrias de Transformação teve o pior resultado (-20,0%), outro recorde negativo da série histórica, influenciado, principalmente, pelo recuo na fabricação de veículos; de outros produtos de transporte; de máquinas e equipamentos; e na indústria têxtil e de artigos de vestuário. O segundo recuo mais intenso veio da Construção (-11,1%), corroborada pela redução da ocupação e da produção de seus insumos.

A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos apresentou queda de 5,8%, explicada pela queda da economia como um todo. Em contrapartida, as Indústrias Extrativas apresentaram variação positiva de 6,8%, com um aumento da extração de petróleo. A extração de minérios ferrosos continua a cair, porém em taxas menores.

Já Serviços caiu 11,2% em relação ao mesmo período de 2019, a maior queda já registrada na série histórica. Os piores resultados foram em Outras atividades de serviços (-23,6%) e Transporte, armazenagem e correio (-20,8%). Houve quedas em Comércio (-14,1%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-8,6%) e Informação e comunicação (-3,2%). Por outro lado, Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,6%) e Atividades imobiliárias (1,4%) apresentaram resultados positivos.

A Despesa de Consumo das Famílias teve contração de 13,5%, índice que representa a maior queda registrada na série histórica. Este foi o segundo resultado negativo desta comparação após 11 trimestres de avanço. O índice pode ser explicado pelo isolamento social no país, proibição de funcionamento de algumas atividades especialmente de serviços prestados às famílias, além queda da massa de salarial no país no segundo trimestre de 2020.

A Formação Bruta de Capital Fixo recuou 15,2% no segundo trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. A queda é justificada pelos resultados negativos registrados tanto na produção interna de bens de capital quanto na construção. A Despesa de Consumo do Governo teve queda de 8,6% em relação ao segundo trimestre de 2019.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 0,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços recuaram 14,9% no segundo trimestre de 2020.

Fonte: IBGE

 

01/09/2020 0 Comentários
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