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Notícias

Projeto inclui colhedora entre veículos no Código de Trânsito

Por redação 01/09/2020
Escrito por redação
- Projeto inclui colhedora entre veículos no Código de Trânsito

Dep. Schiavinato (PP-PR): “produtor precisa embarcar seu instrumento de trabalho para atravessar a via”

O Projeto de Lei 4223/20 inclui colhedora entre os veículos agrícolas de tração previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), para que possam transitar pelas rodovias brasileiras. A lei atualmente nomeia como veículos de tração o caminhão-trator e os tratores de rodas, de esteiras e misto. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

Colhedora é o veículo usado para a colheita e o transporte em lavouras. Para dirigir a máquina, o motorista deve estar habilitado com carteira de direção C, D ou E. Para o autor da proposta, deputado Schiavinato (PP-PR), não é possível pactuar que um produtor tenha que embarcar seu instrumento de trabalho para fazer atravessar a via ou mesmo para se deslocar de uma propriedade para outra em pouca distância. “Impor este ônus ao produtor rural é elevar custo da produção e burocratizar ainda mais o setor que hoje sustenta nosso país.”

Pela proposta, a polícia local poderá ter de auxiliar com batedores os deslocamentos de até 10 quilômetros de máquinas agrícolas.

Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Notícias

Nanotecnologia melhora desenvolvimento de hortaliças

Por redação 01/09/2020
Escrito por redação

- Nanotecnologia melhora desenvolvimento de hortaliças

Nanopartículas bioestimulantes obtidas por processo de modificação térmica do carbono, para uso em hortaliças e demais culturas, melhoraram o desempenho de pimentões, tomates e alfaces, estas últimas em sistema de hidroponia. O nanoproduto eleva a taxa de fotossíntese e otimiza o aproveitamento de água e o uso de nutrientes pela planta. Esse foi o resultado de um trabalho de pesquisa multidisciplinar envolvendo pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF) e alunos e professores da Universidade de Brasília (UnB).

- Nanotecnologia melhora desenvolvimento de hortaliças

Juscimar da Silva, pesquisador da Embrapa da área de Solos e Nutrição de Plantas

Denominado Krill A32, o produto é constituído de nanopartículas carbonáceas, contendo grupos funcionais que podem atuar como carreadores de nutrientes para as plantas, e passou por testes agronômicos que comprovaram a sua eficiência nos três cultivos.

“Os resultados dos testes vieram rápido, em alguns meses, e agora temos um biofertilizante que além de proporcionar efeitos nutricionais e fisiológicos favoráveis é metabolizado pela planta, ou seja, não passível de acúmulo”, anota Juscimar da Silva, pesquisador da Embrapa da área de Solos e Nutrição de Plantas. Ele detalha pontos do trabalho que levaram à adaptação de uma tecnologia desenvolvida por um grupo de estudantes do curso de Química da UnB até chegar a um produto inovador para a cadeia de valor de hortaliças, bem como de outras culturas.

Segundo ele, o Krill A32 atua também como fertilizante ao ofertar macros e micronutrientes necessários para o crescimento dos vegetais, como nitrogênio, fósforo, potássio, ferro e zinco, por exemplo.

“Como se trata de uma nanopartícula contendo grupamentos funcionais (cargas elétricas de superfície) é possível incorporar elementos químicos de importância nutricional à sua matriz, e que serão carreados para dentro da planta, o que permite avançar em estudos de biofortificação de pulses, por exemplo, ou seja, enriquecer o produto com minerais para promover a nutrição da planta e que poderão ser aproveitados pelos consumidores”, explica Silva.

Ele aponta como vantagem o fato de o produto ser compatível com outros fertilizantes e agroquímicos, o que permite sua aplicação conjunta, evitando a reentrada de pulverizadores agrícolas na área, o que impactaria nos custos de produção. Outra vantagem, segundo o pesquisador, é a possibilidade de aplicação via solo, ou até mesmo na água, no caso de cultivos hidropônicos.

Fonte: Embrapa
01/09/2020 0 Comentários
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Notícias

Método avalia impactos de TI e comunicação no agro

Por redação 01/09/2020
Escrito por redação

- Método avalia impactos de TI e comunicação no agro

Com a agricultura 4.0 no centro das atenções, produtos que empregam TICs estão cada vez mais presentes nos projetos e entregas da Embrapa

A Embrapa desenvolveu um método para mensurar o impacto de inovações baseadas em tecnologias da informação e comunicação (TICs) voltadas ao segmento rural. O conjunto de critérios e indicadores abrange as dimensões ambiental, econômica e social dos efeitos do uso de sistemas de inteligência territorial, zoneamentos, bancos de dados, softwares e aplicativos, entre outros. Com a agricultura 4.0 no centro das atenções, produtos como esses, que empregam TICs, estão cada vez mais presentes nos projetos e entregas da Empresa.

A nova metodologia recebeu o nome de “Ambitec-TICs: Avaliação de impactos de tecnologias de informação e comunicação aplicadas à agropecuária”. Consiste em um conjunto de 12 critérios, com 65 indicadores de desempenho. Eles são apresentados a usuários adotantes das soluções da Embrapa, que avaliam diversos quesitos: como ficou a geração de resíduos após a implementação da solução tecnológica? E o consumo de combustíveis? A conservação dos recursos hídricos? Só para mensurar impactos na dimensão ambiental são mais 20 questões como essas. O usuário responde se após a adoção da tecnologia a situação se manteve, se houve ganho ou perda, grande ou moderada.

O mesmo procedimento é aplicado aos indicadores econômicos: como ficou a produtividade/rentabilidade do trabalho? Houve valorização patrimonial? O novo recurso é compatível com sistemas pré-existentes? Melhorou o acesso a crédito? Houve impacto na comercialização? Por fim, os indicadores sociais: a tecnologia promove a segurança alimentar? Favorece a formalização de empregos? Subsidia a geração de programas, ações ou políticas públicas?

Cada resposta a um indicador gera uma pontuação, que vai de -3 a +3. Para se chegar aos índices de desempenho por critério (ambiental, econômico e social) e, por fim, a um índice integrado, ainda se considera a escala de ocorrência do indicador. Quanto mais pessoas ou instituições ele afeta, maior o peso. Dentro de um mesmo critério, os indicadores podem ter escalas de ocorrência diferentes. Elas também podem variar, de acordo com o usuário. O pesquisador Geraldo Stachetti, da Embrapa Meio Ambiente (SP), dá o exemplo de um repositório de publicações científicas. Utilizado tanto por bibliotecários quanto por estudantes e pesquisadores, ele não impacta da mesma forma todos eles.

Na Embrapa Territorial (SP), a avaliação de impacto de um sistema com informações geográficas sobre programas sociais mostrou que, embora tenha sido solicitado para atender ao trabalho de uma secretaria específica do Governo Federal, acabou gerando interesse também de outros usuários. “A sociedade descobriu e tem utilizado com muita intensidade aquele ambiente”, conta a analista Daniela Maciel, da área de Transferência de Tecnologia.

Participação de seis centros de pesquisa

A busca por uma metodologia mais adequada a soluções baseadas em TICs reuniu uma equipe multidisciplinar de seis unidades da Embrapa: Informática Agropecuária (SP), Instrumentação (SP), Meio Ambiente (SP), Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF) e Solos (RJ), além da Embrapa Territorial. Sem encontrar no mercado um método dedicado a TICs na agricultura, o grupo decidiu criar um próprio, adaptando um sistema de critérios e indicadores já amplamente adotado pela instituição, o Ambitec-Agro.

Também desenvolvido pela Embrapa, no início dos anos 2000, é utilizado desde então para avaliar as tecnologias, produtos, processos e serviços disponibilizados pela Empresa à sociedade. A avaliação é fonte de subsídios para o Balanço Social da Empresa que, em sua 23ª edição, contabilizou R$ 46,49 bilhões em retorno à sociedade, equivalente a R$ 12,29 de retorno para cada real investido, em 2019.

A metodologia Ambitec-Agro é utilizada também por outras instituições, a exemplo do Instituto Agronômico (IAC), do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Fora do Brasil, institutos de pesquisa agropecuária da América do Sul, como a AgroSavia, da Colômbia, empregam critérios e indicadores do método brasileiro em suas avaliações. Há ainda histórico de adaptação da estrutura para uso em políticas públicas, como o programa de pagamento de serviços ambientais Proambiente e o Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma. “É natural que, ao longo de quase duas décadas desde sua primeira versão, e devido à sua concepção muito flexível em relação à estrutura de critérios e indicadores, o Ambitec-Agro tenha se mostrado aplicável a uma ampla variedade de estudos, seja na Embrapa, seja de parceiros institucionais e usuários externos”, analisa Stachetti, responsável pela metodologia. Além das TICs, há um módulo do método dedicado à agroenergia.

TICs vieram para ficar e transformar a agricultura

No documento Visão 2030, sobre o futuro da agricultura brasileira, a Embrapa prevê que “a inteligência artificial estará presente em quase todas as fases da produção agrícola”. Tendências, nichos de mercado e demandas das cadeias produtivas serão cada vez mais identificados por meio de algoritmos. “Haverá a necessidade de maior compartilhamento de conhecimento entre os atores das cadeias produtivas e das plataformas de dados abertos, com consequente intensificação do uso de arquiteturas big data e de ferramentas de mineração de dados”, antevê a publicação.- Método avalia impactos de TI e comunicação no agro

O secretário de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Bruno Brasil, lembra que a agricultura 4.0, da qual fazem parte as tecnologias digitais, “é o que mais tem transformado o agro na última década”. Há cinco anos, softwares e aplicativos eram apenas 1% das entregas previstas nos projetos de pesquisa da Empresa; atualmente, já estão na casa dos 5%.

A tendência é o desenvolvimento desse tipo de ativo crescer, aponta Brasil. As tecnologias digitais estão presentes nos 33 portfólios da Embrapa, (grupos temáticos nos quais são organizados os projetos de pesquisa), e se encontram com mais força em dois: o de Automação, Agricultura de Precisão e Digital e o de Inteligência, Gestão e Monitoramento Territorial.

A carteira de soluções tecnológicas já disponíveis da Embrapa tem 292 softwares e serviços web, 119 deles já em uso ou aptos a serem transferidos para o setor produtivo. A maior parte (65%) está disponível gratuitamente. Em 2019, 63 ativos digitais foram adicionados ao portfólio de produtos da Empresa. Até maio de 2020, mais 53 já haviam sido entregues.

Fonte: Embrapa
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Notícias

Mdpower fornece motores Perkins para irrigação

Por redação 31/08/2020
Escrito por redação
- Mdpower fornece motores Perkins para irrigação

Marca comercializa motores Perkins, que garantem produtividade nas propriedades rurais do País

O grande desafio para o Brasil na agricultura está diretamente ligado à irrigação, na qual áreas maiores deverão ser abastecidas. Para isso, a busca de água em fontes que não necessariamente estarão próximas à região cultivada vai aumentar. O uso de motobomba, acionada por motor diesel, assume a posição de geração da força motriz necessária para a sucção e envio da água em lugares distantes nas propriedades rurais.
As motobombas são equipadas com motores com tecnologia embarcada, responsáveis pela redução de emissões de poluentes, compatibilidade e  eficiência, o que faz com que motores de pequeno porte gerem praticamente a mesma potência dos modelos maiores e mais antigos.
A Perkins é uma das empresas que atuam no agronegócio fornecendo motores compatíveis para a indústria de motobombas. “A Perkins oferece motores com e sem controle de emissões. No caso de motores emissionados, a linha de montagem na fábrica Curitiba possui motores com certificação MAR-1 (legislação brasileira pra emissões em motores diesel), que variam de 36 a 205 kW, com o sistema para acoplamento padronizado para aplicações em bombas, auxiliando o fabricante de equipamento no processo de desenvolvimento e manufatura”, explica Giovani Celeghini, da MDPower, marca do Grupo Sotreq e Máster Distribuidora da  Perkins no Brasil.
Celeghini explica que a marca conta com a família de motores das séries 1100, nas configurações de 3, 4 e 6 cilindros, classificados em duas categorias: “Rotação fixa” ou “Rotação Variável” (necessário acionamento por sistema de acelerador).
Os motores Perkins voltados para a agricultura apresentam design moderno e acesso facilitado a pontos de manutenção preventiva. “A simplicidade e as facilidades de acesso a informações de itens de manutenção preventiva por meio de aplicativos e mesmo os manuais para o uso diário são outros diferenciais que ajudam o agricultor no trabalho diário”, afirma Celeghini. Ele lembra ainda que a empresa também fornece motores importados com outras potências, mas que seguem as mesmas diretrizes de qualidade e projeto.
Fonte: Mdpower
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Notícias

Expointer digital movimenta mercado

Por redação 31/08/2020
Escrito por redação
- Expointer digital movimenta mercado

Crédito: Carolina Greiwe

 

Organizada pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers), a Expointer Digital de Máquinas Agrícolas 2020 teve início no dia 29.

A venda de máquinas on-line por meio da plataforma do Simers estará disponível até o dia 6 de setembro. No Portal, produtores rurais podem se conectar com vendedores de máquinas e implementos de forma fácil sem sair de casa. Por meio dele, também será possível participar de exposição de animais e das festividades dos 50 anos do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, e que ocorrerão de 26 de setembro a 4 de outubro.

O presidente do Simers, Cláudio Bier, espera que o setor supere os negócios realizados na Expointer de 2019, que totalizaram R$ 2,3 bilhões. Segundo ele, o produtor gaúcho colheu uma boa safra de arroz e está otimista com a safra de inverno. Para acessar ao evento clique aqui.

Fonte: Simers
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Stara completa 60 anos

Por redação 31/08/2020
Escrito por redação

- Stara completa 60 anos

Fabricante de máquinas agrícolas está presente em três cidades do Rio Grande do Sul  e na Argentina

A fabricante de máquinas agrícolas Stara completou 60 anos com uma live comemorativa na sede da empresa, em Não-Me-Toque (RS).  A história da companhia teve início com a chegada do ferreiro holandês Johannes Bernardus Stapelbroek ao Brasil, que decidiu adaptar maquinário importado da Europa para ser usado na região.

Além da matriz em Não-Me-Toque, a empresa conta com filiais em Carazinho e Santa Rosa, ambas no Rio Grande do Sul, e planta fabril na Argentina. Possui rede com mais de 125 concessionárias, revendas e pontos de venda na América Latina, 45 importadores e cerca de 2,8 mil colaboradores. Dentro da linha de produtos se destacam as máquinas de plantio, pulverização e distribuição. A empresa domina tecnologia para agricultura de precisão e seus produtos, conforme os diretores ressaltaram na live, são reconhecidos no mercado pela inovação, tecnologia e pelo aumento da produtividade no campo.

- Stara completa 60 anos

“Ao longo desta trajetória, muitas pessoas se dedicaram e deram sua contribuição para consolidar a Stara como uma empresa arrojada e que desenvolve soluções inteligentes para o agronegócio, estando sempre ao lado do produtor rural e contribuindo para que o campo produza cada vez mais. Nos orgulhamos muito disso”, afirma Átila Stapelbroek Trennepohl, diretor-presidente da Stara e que faz parte da quarta geração da família na gestão da empresa.

Para comemorar o aniversário, a companhia anunciou a doação de 60 toneladas de alimentos para cidades em que estão localizadas as concessionárias do grupo.

Fonte: Stara

 

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Case IH: principal ano de lançamentos de sua história

Por redação 28/08/2020
Escrito por redação

- Case IH: principal ano de lançamentos de sua história

Linha de produtos contempla colhedoras Axial-Flow, plantadoras Fast Riser e o pulverizador Patriot 350

A Case IH, marca da CNH Industrial, em um ano totalmente desafiador, manteve o seu planejamento e está fazendo de 2020 um momento histórico. Será o ano com o maior número de lançamentos da sua trajetória no Brasil: novas colhedoras de grãos Axial-Flow Séries 150 e 250; plantadoras Fast Riser 6100 e o pulverizador Patriot 350.

“Estamos mais firmes e comprometidos do que nunca em levar produtos, serviços e soluções, cada vez mais tecnológicos para o produtor rural”, ressalta Christian Gonzalez, Vice-Presidente da Case IH para a América do Sul.  O executivo afirma que as novidades da marca, neste ano, são o início de um novo ciclo de crescimento da Case IH no Brasil. “Estamos ainda mais empenhados em fornecer o melhor da tecnologia mundial em mecanização para levar o agronegócio brasileiro a novos patamares de produtividade e eficiência”.

Para produtos, a marca aposta em uma estratégia, que tem como foco a tecnologia, apoiada em quatro pilares. O primeiro, de performance, no qual as máquinas são maiores e mais rápidas para atender as janelas de plantio, que estão cada vez menores; o segundo pilar, voltado para a eficiência, em que as máquinas trabalham mais e desperdiçam menos; o terceiro, voltado à autonomia dos equipamentos, que se auto ajustam até chegar ao passo da autonomia total e, o último pilar, destinado a servitização, focado em atender o produtor com uma proposta maior e melhor de serviços.

“A renovação de todo o nosso portfólio já foi estruturada priorizando esses pilares. São equipamentos revolucionários em termos de tecnologia, eficiência e produtividade. Nosso objetivo é esse: o de avançar constantemente no desenvolvimento tecnológico dos equipamentos da marca”, detalha Gonzalez.

Lançamentos

Axial-Flow Série 150 – A série conta nova transmissão com acionamento eletrônico de 4 velocidades, que assegura mais agilidade nas operações e maior conforto, além de novo eixo dianteiro que traz maior robustez. Disponível nos modelos 4150, 5150, 6150 e 7150, a evolução da Série 130 atende às demandas do campo e algumas dessas melhorias são oriundas de tecnologias disponíveis nos modelos de colhedoras maiores da Case IH. Essa nova linha de máquinas é indicada para todo perfil de produtores, que dia após dia busca aumentar o profissionalismo em seus negócios.

Axial-Flow Série 250 – Com sistema inteligente de regulagem automática, as colhedoras Axial-Flow Série 250 Automation AFS Harvest Command têm quatro modos de colheita que proporcionam mais simplicidade na operação e aumentam a produtividade. Com 16 sensores que coletam dados do sistema industrial, o Automation se autorregula e encontra o ponto ótimo de trabalho para cada situação. O sistema de automação real controla automaticamente 9 operações da colheitadeira sem necessidade de intervenções do operador. A marca apresenta também as novas plataformas Draper TerraFlex 4F disponíveis nos tamanhos de 30, 35, 40 e 45 pés.

Fast Riser 6100 – Dobrável e com menos pontos de lubrificação, a Fast Riser 6100 promete revolucionar o plantio de larga escala. Disponível em versões de 48 a 61 linha, oferece emergência das plantas realmente uniforme, da primeira à última linha, devido ao sistema patenteado de distribuição de peso nas asas.  Desta forma, a nova máquina, além de cobrir mais hectares por dia, garante a qualidade da safra mesmo em janelas mais curtas.

Novo Patriot 350 – Com novo vão livre de 1,73 metros, o Novo Patriot 350 permite uma amplitude da altura de barra de 0,55 a 2,5 metros, que atende culturas mais altas, como milho e cana-de-açúcar, durante todas as etapas do ciclo, garantindo precisão em cada gota.

Fonte: Case IH
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Nova série 250 da Case IH ganha potência

Por redação 28/08/2020
Escrito por redação

 

- Nova série 250 da Case IH ganha potência

A colhedora autônoma Axial-Flow Série 250 Automation AFS Harvest Command, da Case IH, ficou mais potente no modelo 8250, agora com 571 cv, entregando mais força e robustez para operações agrícolas, conforme divulgou a companhia. As máquinas dedicadas à colheita de grãos são movidas pelos motores Cursor 11 e Cursor 13 da FPT Industrial, marca que também integra a CNH Industrial.

“A motorização da nova geração permite à Axial-Flow Série 250 maior eficiência para trabalhar em diferentes áreas e em condições adversas, com baixo consumo de combustível, aumento do controle e performance na colheita”, informou em comunicado a companhia.

A colhedora modelo 7250 vem equipada com o motor FPT Cursor 11, de 11 litros, seis cilindros e potência máxima de 503 cv. Nos modelos 8250 e 9250, mais indicados para atuar em agricultura de larga escala, o motor é o FPT Cursor 13, de 12,9 litros e seis cilindros.

A motorização FPT Cursor 13, ainda segundo a companhia, ganhou 55 cv no modelo 8250, chegando a 571 cv de potência máxima, com acréscimo de até 19% na força de tração, por meio de sistema de injeção Common Rail de última geração e cabeçote redesenhado. Já no modelo 9250, topo da linha da Axial-Flow Série 250, o FPT Cursor 13 alcança 634 cv de potência máxima.

“A tecnologia embarcada e a performance fazem do FPT Cursor 13 referência em diferentes aplicações. Trabalhamos para oferecer o melhor produto ao cliente e como consequência disso nossos motores estão sempre evoluindo”, afirma o especialista de Marketing de Produto da FPT Industrial para a América do Sul, André Faria.

Axial-Flow série 150 e Patriot 350

A FPT Industrial também está presente nas novas colhedoras de grãos Axial-Flow Série 150 e no novo pulverizador Patriot 350, máquinas que fizeram de 2020 o ano com o maior número de lançamentos na trajetória da Case IH no Brasil. A nova série de colhedoras Axial-Flow 150, conforme a empresa, conta com a confiabilidade dos motores FPT N67, de 299 cv e 319 cv de potência máxima nos modelos 4150 e 5150, respectivamente; e FPT Cursor 9, de 387 cv e 442 cv, nos modelos 6150 e 7150. O novo pulverizador Patriot 350, por sua vez, é movido pelo motor FPT N67 de 250 cv, entregando o menor consumo de combustível do mercado.

Fonte: Case IH
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Notícias

Eaton amplia linha para mercado agro

Por redação 28/08/2020
Escrito por redação
- Eaton amplia linha para mercado agro

Unidade de Caxias do Sul

 

Mesmo durante a pandemia no Brasil, o agronegócio continua crescendo e, segundo dados do IBGE, o resultado positivo se deve pelo desempenho principalmente das culturas de grãos, como soja e arroz. Esse cenário promissor refletiu nas projeções de crescimento da Divisão de Aftermarket da Eaton que ampliou sua linha de componentes de reposição para o mercado agrícola,  lançado no início do ano, a Eaton Aftermarket Parts (EAP).

“As metas de crescimento que traçamos para a marca no início de 2020, quando anunciamos o lançamento, foram mantidas – mesmo com a chegada e o decorrer da crise da pandemia”, comenta Fernando Piton, gerente de vendas nacional da companhia. Atualmente, a linha EAP é composta por diversos componentes aplicados em sistemas de transmissões, que equipam tratores de pequeno à grande porte e colheitadeiras de diferentes fabricantes, aplicações e culturas. A linha de produtos da empresa contará com mais 41 peças, totalizando 111 itens até o momento. A previsão é que mais componentes sejam lançados ainda neste ano.

Segundo Piton, os investimentos continuam e fatores como produção e suporte técnico e comercial local estão garantindo uma adesão consistente da  marca no mercado. “A produção realizada no Brasil, na unidade da em Caxias do Sul (RS), garante que não há qualquer interferência de variações cambiais como acontece com outras marcas. Além disso, contar com um suporte comercial próximo, garantir disponibilidade no mercado através de uma cadeia de distribuição atuante, e informações que podem ser encontradas em catálogos on-line são diferenciais relevantes, que contribuem muito para o usuário”, diz.

Os produtos também são vendidos para outros países da América do Sul, como Paraguai e Bolívia e estão disponíveis nos distribuidores autorizados Eaton com abrangência nacional e distribuidores nos demais países da América do Sul.

Fonte: Eaton

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Coluna

Safra de verão: a hora do plantio

Por redação 28/08/2020
Escrito por redação

- Safra de verão: a hora do plantio

 

Por Vinícius Cunha*

No Brasil, a agricultura está no momento de realizar uma das ações mais importantes para a safra de verão: o plantio. É durante esse período que a população de plantas é definida, de acordo com o ajuste de cada região de cultivo. O sucesso de um plantio eficiente vem do entendimento sobre os diversos fatores que estão envolvidos no processo.

As tecnologias disponíveis no mercado proporcionam aos produtores o potencial ideal para o alcance de altos níveis produtivos. Porém, é necessário conhecimento para utilizar essas soluções, aplicá-la de forma compatível por hectare e atingir o sucesso no plantio. E isso vale para todas as culturas. Por isso, alguns fatores compõem esse ciclo, sendo alguns deles definidos antes ou depois da ação propriamente dita. Por exemplo:

  • Plantio direto com rotação de culturas: é o alicerce de qualquer sistema de produção que busque um índice produtivo elevado. É responsável também por manter uma área produtiva ao longo dos anos, pois permite a conservação do solo, da água e dos nutrientes;
  • Zoneamento agrícola de risco climático (ZARC): é uma ferramenta de auxílio para os produtores gerirem o plantio e realizá-lo em épocas com menor chance de redução da produtividade por condições adversas como seca, geada, granizo e alta temperatura;
  • Época de plantio: o governo brasileiro disponibiliza uma plataforma para gerir esse importante fator e que pode ser acessada no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Para entendimento de sua importância, a época de plantio deve ser aquela em que a captação de luz solar pelas plantas aumenta, bem como aquela em que a temperatura e a umidade do solo são favoráveis para a germinação das sementes;
  • Qualidade de sementes: a semente utilizada deve ser certificada, garantindo valores de vigor e germinação elevados, que irão permitir um desenvolvimento uniforme. Além desses aspectos, deve-se sempre atentar para a qualidade fitossanitária e física do produto, como impureza, tamanho, umidade, peso de mil sementes, e, claro, da qualidade genética que contém o potencial de produtividade;
  • Tratamento das sementes: é sempre importante uma avaliação criteriosa do seu uso, mas é difícil pensarmos em implantar uma lavoura sem tratamentos de sementes com fungicidas, inseticidas e inoculantes. Tanto inseticidas como fungicidas protegem a semente de ataques no solo, principalmente em situações em que o plantio ocorre em condições adversas de umidade e temperatura. Os inoculantes visam disponibilizar nutrientes e outros compostos, melhora ndo o desenvolvimento e reduzindo custos. Hoje, boa parte dos produtores busca por soluções para uma inoculação mais eficiente e ágil, como a aplicação no sulco de semeadura;
  • Genética: a genética define, por exemplo, o número de sementes a serem depositadas no sulco, bem como a sua resistência a condições meteorológicas adversas e resistência a insetos, doenças e herbicidas;
  • Adubação: podemos dizer que esse é o “alimento” da planta. Há diversas formas de adubação: mineral, orgânica, foliar e biológica. A forma mais tradicional é a mineral, em que parte ou o total da adubação pode ser feita a lanço ou no sulco de semeadura. De modo geral, a adubação no sulco é mais eficiente, pois o fertilizante lá depositado estimula o desenvolvimento radicular. Por é m, muitas vezes a adubação a lanço se faz necessária, para melhorar a logística durante o plantio e garantir que seja finalizado dentro da janela mais adequada. A adubação foliar é utilizada, normalmente, para disponibilizar micronutrientes, quando há demanda, enquanto que a adubação orgânica e biológica vem recentemente ganhando força e apresentando bons resultados. A inoculação pode ser considerada uma forma de adubação biológica, pois disponibiliza nitrogênio para muitos cultivos;
  • Máquinas agrícolas: devem garantir o sucesso na distribuição correta das sementes no sulco, ou seja, se estão depositadas na mesma profundidade, com espaçamento uniforme no sulco, sem falhas ou duplas, ao longo de todo o terreno, mesmo que tenha topografia acidentada e sem sobreposição das passadas. Para manter essa qualidade, é necessário atentar para a capacidade operacional da máquina, pois quando desejamos acelerar a operação para encerrá-la dentro da janela de plantio, o aumento da velocidade pode reduzir a qualidade do plantio, diminuindo também o potencial produtivo da lavoura. Assim, é importante adequar o número de máquinas ao tamanho da área, evitando o aumento excessivo da velocidade de operação. Um plantio que atenda a esses requisitos racionaliza o uso desses recursos. A tecnologia empregada nas plantadeiras atuais permite um plantio mais eficiente, por meio do uso de informações agronômicas para planejar aspectos relacionados a taxa de sementes, bem como fazer o monitoramento em tempo real da operação, aliado a tecnologias que entregam distribuição adequada das sementes.

A AGCO, por meio de suas marcas Massey Ferguson, Valtra e Fendt, e concessionários, oferece um pacote de soluções agronômicas chamado Farm Solutions, que visa ajudar o agricultor a fazer um uso mais eficiente dos recursos e insumos de produção, integrando pessoas, máquinas e processos, de modo que a tecnologia possa ser utilizada em 100% de sua capacidade, limitada apenas pelo conhecimento aplicado por hectare.

Na etapa de plantio, a solução cria recomendações para torná-lo mais eficiente, como qual o melhor sentido de plantio; prevê pontos de parada para abastecimento dos maquinários; permite a utilização de tráfego controlado de máquinas, diminuindo compactação e erosão do solo; faz recomendações para semeadura e adubação em taxa variável; possibilita criar mapas interpolados para avaliação do plantio realizado; e monitora em tempo real o padrão agronômico e operacional do plantio.

*Vinícius Cunha é coordenador de Farm Solutions da AGCO América do Sul

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Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

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