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Notícias

Mann- Filter lança 62 novos filtros no primeiro semestre de 2020

Por redação 15/07/2020
Escrito por redação

Apesar de um primeiro semestre desafiador em virtude da crise mundial, empresa disponibiliza novos
modelos para atender aplicações do mercado.

A MANN-FILTER, uma das marcas do grupo MANN+HUMMEL a maior fabricante do mundo em soluções de filtragem, lançou no primeiro semestre de 2020, 62 novos filtros. Entre as aplicações estão novos itens para as linhas: leve, pesada, agricultura e industrial.

Apesar da crise que se instalou em todo o mundo no primeiro semestre deste ano, este período se mostrou uma ótima oportunidade para rever projetos e acelerar a liberação de novos produtos.

Segundo Fabio Moura, Diretor de Vendas e Marketing para o mercado de reposição da MANN+HUMMEL, “Este período de quarentena foi o momento de rever as estratégias traçadas e colocar o plano em prática para tornar nossos projetos mais ágeis a fim de melhorar cada vez mais a cobertura da frota de veículos e equipamentos fora de estrada. Com isso oferecemos filtros com a qualidade de equipamento original para atender as exigentes demandas de nossos clientes. ”

Os lançamentos chegam para completar o portfólio de produtos e trazer soluções inovadoras em sistemas de filtragem para atender as demandas mais exigentes das novas e modernas motorizações de veículos leves e equipamentos para o serviço pesado.

Os elementos filtrantes da linha leve vieram para atender aplicações em veículos importados como AUDI; BMW e VOLVO. Além dos veículos nacionais: GM ONIX; Renault Kwid, Captur, Sandero e Logan; FIAT Argo, Cronos e Siena.

Já os filtros para as linhas pesada e agricultura complementam o portfólio de produtos para atender as principais aplicações do mercado.

PRESS RELEASE COMPLETO

15/07/2020 0 Comentários
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Notícias

Locação de máquinas agrícolas vem crescendo no Brasil

Por redação 14/07/2020
Escrito por redação

Com equipamentos que podem ultrapassar os R$ 2 milhões, o aluguel pode garantir fluxo de capital para aportes em áreas como tecnologia

Registrando resultados positivos nos últimos anos, e exportações recordes de segmentos estratégicos mesmo durante a pandemia do coronavírus, a exemplo dos embarques de carnes e os grãos para o exterior, o agronegócio busca formas de otimizar recursos para ter maior competitividade. Neste sentido, uma tendência que ainda é incipiente, mas vem crescendo, é a locação de máquinas e equipamentos.

A prática já é comum em países como Estados Unidos e Argentina. No Brasil, está mais presente no Sudeste por ser mais disseminada entre os produtores de cana-de-açúcar. Em alguns casos, onde as máquinas têm valor de mercado acima de R$ 2 milhões, pode ser uma alternativa para agricultores que precisam aumentar a eficiência de operações de campo, mas não têm capital para investir na renovação da frota, ou que desejam usar o recurso de outra forma.

“Nossa avaliação é que há oportunidades para a renovação dos canaviais e investimentos em tecnologia, enquanto você pode alocar recursos para máquinas e equipamentos. Isso, é claro, com um parceiro que ofereça a locação a custo competitivo”, pontua Carlos Martins Simões Júnior, diretor da cadeia de suprimentos da Tereos Açúcar e Energia Brasil, subsidiária da francesa Tereos, que tem sete usinas no país e mais de 1.000 máquinas alugadas, entre colhedoras de cana, caminhões e tratores, entre outras.

Fonte: Redação Globo Rural
14/07/2020 0 Comentários
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Coluna

Integração Lavoura-Pecuária ganha mais espaço na Abertura da Colheita do Arroz

Por redação 07/07/2020
Escrito por redação
Por: Rejane Costa/AgroEffective

Instituições de ensino e de pesquisa também estarão presentes no evento que acontece em fevereiro de 2021

As vitrines tecnológicas contarão com inovações na 31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas que em 2021 terá como tema “Os novos rumos do sistema de produção”. A sede do evento será pela terceira vez consecutiva na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro. O preparo da área já está concluído com cobertura de solo e aguardando a semeadura.

O coordenador do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) Zona Sul, André Matos, responsável técnico da área das lavouras da Abertura da Colheita do Arroz, destaca como uma das principais inovações nas vitrines tecnológicas o espaço destinado à pecuária, onde será dado mais ênfase na Integração Lavoura-Pecuária. “O arroz será o protagonista dos solos de várzea. Mas o espaço contará também com culturas alternativas como soja, milho, entre outras,” coloca.

Matos salienta que a pecuária está cada vez mais presente, demandando informação e pesquisa para que seja possível alavancar a rentabilidade dessas atividades, complementando a atividade arrozeira. “Criamos, assim, um sistema de produção cada vez mais intenso, produtivo e rentável. Portanto, a pecuária terá um espaço maior, novo, e com as empresas do setor também participando”, observa.

Conforme o engenheiro agrônomo do Irga, a pesquisa pública também estará nas vitrines tecnológicas no evento do ano que vem com a presença de mais universidades  “Vamos contar com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), a Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). E teremos, ainda, a presença da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) para o público do pré-germinado”, sinaliza Matos. A Embrapa mostrará também no espaço da Integração Lavoura-Pecuária as suas espécies forrageiras e pastagem em campo nativo.

A 31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas também contará em seu roteiro comercial com a participação das empresas que mais investem em tecnologia para altas produtividades em terras baixas. Na última edição, foram 20 diferentes empresas participantes do Roteiro Técnico, das áreas de proteção de cultivos, sementes e fertilizantes.  O evento tem realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), correalização da Embrapa e patrocínio premium do Irga.

Fonte: Federarroz

 

07/07/2020 0 Comentários
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Notícias

Livro aborda a dinâmica da agricultura no Cerrado

Por redação 07/07/2020
Escrito por redação

- Livro aborda a dinâmica da agricultura no CerradoA Embrapa lançou o primeiro volume do livro “Dinâmica agrícola no cerrado: análises e projeções”. Participam 29 autores de diferentes instituições. As análises consideraram o período correspondente às quatro décadas passadas até projeções para os próximos 20 anos.

A pesquisa que gerou a obra foi coordenada pela Embrapa, com a colaboração do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), intitulada Dinâmica agrícola no Cerrado. O resultado é um retrospecto da região, com análise de desafios e oportunidades que possa embasar a tomada de decisão pública e privada, favorecendo assim o desenvolvimento agrícola sustentável.

Os autores apresentam análises e projeções sobre aspectos de solo, clima, vegetação, políticas públicas, pesquisas, inovações, assistência técnica, dinâmicas agropecuárias, produtividade, projeções e potencialidades para a expansão sustentável e diversificação agrícola.

O livro tem formato digital e está disponível no portal da Embrapa e pode ser baixado gratuitamente. Clique aqui

Subsídio à decisão

Os desafios associados à crescente demanda brasileira e mundial por alimentos, à necessidade de maior inserção produtiva das populações rurais, à manutenção dos recursos naturais em qualidade para futuras gerações e à consolidação do País na fronteira do conhecimento em pesquisas e inovações agrícolas, são gradativamente maiores e mais complexos. A expressão geográfica das análises realizadas sobre os processos de transição, expansão, retração, diversificação, conversão e intensificação que moldam o atual mosaico de usos da terra e fortalecem as atividades de planejamento estratégico em diferentes escalas – municipal e regional.

O presidente da Embrapa, Celso Moretti, diz que o livro  “é mais uma relevante contribuição da Embrapa para especialistas, a sociedade em geral e, particularmente aos tomadores de decisão com capacidade de influenciar positivamente no desenvolvimento agrícola sustentável do Cerrado.”

Conteúdo

Os editores técnicos do livro são Édson Luis Bolfe, pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária; Edson Eyji Sano, pesquisador da Embrapa Cerrados, e Silvia Kanadani Campos, pesquisadora de Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa. Eles explicam que o Cerrado possui importância estratégica para essa segurança alimentar e manutenção da biodiversidade em razão de suas características econômicas, sociais e ambientais, pois abrange 24% do País, cobrindo totalmente, ou parcialmente, 1.389 municípios em 12 estados e o Distrito Federal. Também chamam a atenção para que é considerada a savana tropical mais rica do mundo em biodiversidade. As culturas agrícolas anuais do Cerrado correspondem a 40% da produção total nacional, e possui ainda participação relevante na produção de bovinos, suínos e aves.

Os autores se debruçaram sobre desafios e oportunidades que possam embasar a tomada de decisão pública e privada. Dentre as questões abordadas para a melhor compreensão da dinâmica agrícola no Cerrado, podem-se destacar: como é a conformação e distribuição das regiões baseadas em aspectos edafoclimáticos e vegetacionais? Qual a importância desse bioma na produção agrícola nacional? Quais políticas públicas foram determinantes na ocupação da região? De que forma se deu o processo de pesquisa, inovações e assistência técnica agrícola? Quais as microrregiões mais dinâmicas em termos agrícolas? Quais os fatores determinantes da concentração da renda rural no Cerrado? Quais as potencialidades para a expansão e diversificação agrícola sustentável? É possível alcançar maiores níveis de produtividade média na região? Quais os possíveis impactos da mudança do clima para a agricultura do Cerrado?

 

07/07/2020 0 Comentários
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Notícias

TVH Brasil conta com novidades em bancos para tratores John Deere

Por redação 06/07/2020
Escrito por redação

O crescimento do mercado de tratores John Deere no Brasil fez com que a TVH Brasil trabalhasse cada vez mais para desenvolver e incluir em seu portfólio peças originais para estes equipamentos.

As peças desenvolvidas são da marca própria Tractorcraft e passam por um rígido controle de qualidade no desenvolvimento e contam com garantia da própria TVH.

A última novidade é o desenvolvimento de dois bancos para tratores John Deere que possuem assento ergonômico, contam com regulagem para maximizar o conforto, proteção contra os impactos e vibrações e são produzidos com material de alta qualidade e durabilidade.

O banco RE62227TCI John Deere Series tem aplicação para os modelos 5200, 5300, 5400 3 5500, e o banco RE192707TCI tem aplicação para as pulverizadora 4730, M4030 e M4040 e para tratores 7195J, 7200J, 7210J, 7215J e 7230J.

Os itens estão disponíveis no Centro de Distribuição de Araquari (SC) para pedidos através do Portal de Vendas online ou pela Televendas com expedição no mesmo dia para pedidos feitos até às 17h.

Sobre a TVH

Criada na Bélgica em 1969, o grupo TVH é hoje o principal fornecedor global de peças e soluções para equipamentos com mais de 70 unidades no mundo atendendo a mais de 170 países. São mais de 42 milhões de referências cadastradas de peças para equipamentos como empilhadeiras, plataformas aéreas e telescópicas, manipuladores telescópicos, tratores e implementos agrícolas, mini escavadeiras, lavadoras de piso e transportadores de carga pessoal.

A TVH está no Brasil desde 2000, atuando nos segmentos de movimentação e industrial eem 2012, com a aquisição da Dinâmica Tratores, passou a atuar no segmento agrícola.

Em sua sede de Vinhedo-SP e na filial em Araquari – SC, a empresa conta com um estoque de mais de

30.000 itens e oferece amplo portfólio de produtos, dentre eles os de marca própria consolidadas no mercado como Totalsource e Tractorcraft, oferecendo ao mercado produtos de qualidade com entrega rápida e preço justo.

A TVH conta ainda com uma equipe de vendas especializada e pronta para atender e tirar dúvidas sobre qualquer item e ainda um e-commerce onde é possível consultar preço e estoque e realizar pedidos a qualquer hora.

Fonte: Aktus Soluções em Comunicação

 

06/07/2020 0 Comentários
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Notícias

ConectarAGRO se torna oficialmente uma Associação

Por redação 02/07/2020
Escrito por redação

Com a mudança de status, novos membros já podem fazer parte da nova entidade

Com o objetivo de promover conectividade nas áreas rurais de todo o Brasil, o ConectarAGRO reforça sua iniciativa e se oficializa como uma associação civil sem fins lucrativos. A partir de julho, novas empresas que se identificarem com o propósito do ConectarAGRO podem se associar.

A decisão faz parte da estratégia das oito empresas fundadoras da iniciativa – AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec, TIM e Trimble, com o intuito de permitir a entrada de novos participantes e ter uma formação que fortaleça iniciativas relativas à conectividade. Isso deve ampliar ainda mais as ações e resultados do ConectarAGRO em todo o país.

- ConectarAGRO se torna oficialmente uma Associação

Gregory Riordan, presidente da Associação ConectarAGRO

“Continuamos apoiando uma tecnologia aberta, acessível e simples, que conecta pessoas e máquinas, e que atenda às aplicações no campo da melhor maneira possível. E, a partir de agora, com o lançamento da Associação, poderemos chegar ainda mais longe com o apoio de novas empresas, de variadas áreas e diversos tamanhos, sejam elas multinacionais ou startups”, afirma Gregory Riordan, presidente da Associação ConectarAGRO.

Desde o seu lançamento, na Agrishow de 2019, até dezembro do ano passado, o ConectarAGRO promoveu conectividade via banda larga 4G de 700 MHz para mais de 5,1 milhões de hectares de áreas rurais em todo o Brasil, sendo que mais da metade das propriedades tem até 100 ha. Até o momento, mais de 575 mil pessoas em áreas rurais, 218 cidades e oito estados diferentes se beneficiaram pelo projeto, assim como mais de 24 mil quilômetros de estradas e rodovias.

Outra conquista do ConectarAGRO neste primeiro ano foi a cobertura de mais de 11,5 milhões de hectares com a plataforma Narrow Band IoT (NB-IoT). Habilitadora de soluções de Internet das Coisas, a tecnologia oferecida pela TIM é essencial para a conexão de máquinas e sensores, ferramentas importantes para o desenvolvimento do agronegócio. Por ser um padrão adotado mundialmente, o NB-IoT pode ampliar em mais de 40% a cobertura tradicional em relação ao uso de smartphones, além de consumir menos bateria, o que é fundamental para aplicações de IoT.

Agora, mesmo com as limitações impostas pela Covid-19, a Associação estima ampliar conectividade para 13 milhões de hectares até 2021, incluindo projetos com cooperativas. “Ao mesmo tempo em que esse momento de pandemia traz grandes desafios para nossos planos de expansão, ele também serve como um imenso estímulo à digitalização e às ferramentas digitais, criando uma grande demanda pela conectividade que impulsionará os avanços de forma significativa quando a situação se normalizar”, diz Riordan.

Há também a previsão do desenvolvimento de outras iniciativas que apoiam o crescimento da solução promovida pelo ConectarAGRO, como o projeto educacional, voltado a qualificação das pessoas que vivem e trabalham no campo dentro de uma nova realidade digital.

“Sabemos que a conectividade muda a vida das pessoas. Ela pode transformar a eficiência do agronegócio, promover a inclusão digital para quem vive no campo, propiciar a integração logística nas vias de transporte e alavancar outros setores cujas atividades estão em áreas remotas”, finaliza Riordan.

Com a ampliação dos participantes na Associação, aumenta a possibilidade de apoio às muitas AgTechs que surgem com soluções de melhoria e crescimento para o agronegócio brasileiro. O ConectarAGRO contribui de forma ampla para a transformação das áreas remotas do Brasil e atua para que a conectividade esteja em todo território nacional e não somente nas em áreas urbanas.

Fonte: ConectarAGRO
02/07/2020 0 Comentários
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Notícias

Agricultores de SC usam técnica com menos agrotóxicos e mais adubo natural na produção de hortaliças

Por redação 30/06/2020
Escrito por redação

Pesquisa adaptou o sistema de plantio direto, famoso nas lavouras de grãos, para a produção dos alimentos. Saiba como funciona.

O plantio direto é uma técnica muito conhecida em grandes culturas do agronegócio, como na produção de soja, milho e algodão. Esse método de cultivo deixa o solo mais fértil, utiliza menos agrotóxicos e evita o desperdício de água (leia mais abaixo).

A diferença é que produtores de hortaliças da Serra Catarinense apostaram no método, em um trabalho desenvolvido há anos pela assistência técnica rural do estado.

Antigamente, a qualquer sinal de capim ou mato na lavoura, já se aplicava agrotóxico para eliminar a planta invasora da produção. Hoje, as plantações de hortaliças convivem bem com as ervas daninhas.

A família Hofmann, composta pelos irmãos Almir e Alexandre, que se casaram com Graziela e Ana Regina, curiosamente irmãs também. Juntos, tocam uma propriedade de 65 hectares em Angelina, que alia plantio direto e hortaliças há 8 anos.

Marcelo Zanella, agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), conta que foi difícil convencer esses e os produtores da região a tentarem o plantio direito.

“Continua sendo difícil, o sistema de plantio direto de hortaliças você tem que desenvolver conhecimentos, novas formas de pensar e, principalmente, observar a natureza”, diz.

Menos agrotóxicos

Estudos da Epagri mostram que, em algumas hortaliças, a redução no uso de agrotóxicos chega a 90%. O motivo é que as pragas atacam mais as plantas de cobertura do que o cultivo principal.

A rotação da lavoura também ajuda a evitar que os problemas de uma cultura se tornem permanentes no talhão. Outra vantagem do plantio direto nas hortaliças é a preservação do meio ambiente, especialmente no menor consumo de água.

“É o processo mais avançado que a gente tem hoje pensando em mínimo de impacto ambiental e pensando em qualidade de alimentos”, diz Marcelo Zanella, agrônomo da Epagri.

Como é feito

A primeira fase é a análise do solo, que vai checar quais são os insumos e nutrientes necessários para que terra seja produtiva.

Com o solo corrigido, é hora de fazer o plantio da cobertura, ou seja, são cultivadas plantas que vão proteger o terreno para formar a palhada necessária do plantio direto. Algumas delas são indicadas como: aveia, azevém, no inverno; e milheto, capim Sudão e crotalária, no verão.

“O que a gente mais usa é o milheto, o capim Sudão, que é um tipo de sorgo… são gramíneas e leguminosas que a gente usa muito”, afirma Zanella.

No caso do milheto, quando ele está com os cachos formados é sinal de que é hora de derrubar a planta com um rolo compressor para formar a palhada.

Diferente do plantio direto de grãos, onde a palhada é aproveitada da cultura anterior e seca com produtos químicos, neste método, quanto mais verde a planta de cobertura, melhor.

Depois, hora de colocar as mudas na terra.

Resultados

O agrônomo da Epagri explica que a palhada vai proteger a muda do vento, do sol e da chuva forte. Vai também fornecer nutrientes, manter o solo úmido e evitar algumas pragas. E o melhor: com o passar dos anos, a terra fica cada vez mais fértil.

A família Hofmann diz que, no plantio tradicional, apenas metade das mudas de couve flor sobrevivia. Depois do uso da técnica, 90% delas conseguem chegar ao ponto de colheita.

Atualmente, 10% dos cerca de 2 mil produtores de hortaliças em Santa Catarina optaram pelo plantio direto, e o projeto de cultivo desenvolvido no estado já avança para outras regiões do país.

Fonte: G1
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Notícias

Expointer será no fim de setembro, um mês depois do período tradicional

Por redação 23/06/2020
Escrito por redação

Em razão da pandemia do coronavírus, o governo do Estado altera a data da Expointer 2020. Prevista, como tradicionalmente ocorre, para o fim de agosto, a feira em Esteio está programada para ser de 26 de setembro a 4 de outubro.

A nova data foi anunciada na manhã desta quinta-feira (18/6) pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho. A feira, que neste ano celebra os 50 anos do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, deve contar com protocolos de segurança sanitária definidos pela Secretaria da Saúde. Entre as quais, estão em análise a medição da temperatura de visitantes e túneis de desinfecção nos portões de entrada.

De acordo com o secretário da Agricultura, Covatti Filho, serão mapeados todos os processos necessários para a realização do evento e encaminhados para análise da Secretaria da Saúde e Comitê da Crise do Covid-19.

“Vamos trabalhar com todas as hipóteses e discutir todas a ações de proteção possíveis. Nosso trabalho é garantir segurança a participantes e expositores”, afirmou Covatti Filho, acrescentando que a feira deve marcar a retomada do crescimento econômico no Estado.

No ano passado, a 42ª Expointer alcançou faturamento de R$ 2,69 bilhões, dos quais R$ 2,54 bi em intenções de negócios do setor de máquinas e implementos agrícolas.

“É muito importante o produtor saber que nossa disposição é de que a feira aconteça. Estamos fazendo todos os esforços para isso, mas sempre iremos primar pela saúde de todos que irão comparecer”, assegurou o secretário.

A Expointer também é essencial para a agricultura familiar, em especial para as agroindústrias que neste ano, em razão da pandemia, tiveram de enfrentar o cancelamento de inúmeras feiras no Estado. Na edição de 2019, a área movimentou R$ 4,5 milhões.

Fonte: Expointer
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Encolhe papel do Moderfrota de indutor de vendas de máquinas

Por redação 23/06/2020
Escrito por redação

O montante de recursos e a taxa de juros estabelecidos pelo governo no Plano Safra 2020/21 para o Moderfrota, principal linha de crédito para a aquisição de máquinas agrícolas do país, dificilmente abrirão espaço para uma recuperação expressiva das vendas no mercado interno, já retraídas desde 2019. E uma redução no faturamento máximo estabelecido para que um produtor possa acessar a linha poderá ter reflexos negativos nesse segmento caso as condições de financiamento em outras fontes de crédito não sejam vantajosas.

- Encolhe papel do Moderfrota de indutor de vendas de máquinas

Segundo representantes do segmento, o montante de recursos do Moderfrota poderia ter sido maior – houve queda de 5,2% ante o previsto no Plano Safra 2019/20, para R$ 9 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões com juros subsidiados e R$ 2,5 bilhões do Banco do Brasil com as mesmas condições – e a queda dos juros foi pequena. Neste ciclo que chegará ao fim em 30 de junho, a linha tem taxas de 8,5% para produtores com renda bruta até R$ 90 milhões e de 10,5% para quem fatura mais. Para 2020/21, haverá uma só alíquota, de 7,5%, ante uma taxa Selic de 2,25%.

Após o anúncio do novo plano, a própria ministra da Agricultura, Tereza Cristina, reconheceu que os fabricantes de tratores, colheitadeiras e colhedores de cana poderiam torcer o nariz para os ajustes. “Alguns podem reclamar dos juros para compra de máquinas agrícolas. Mas eles eram mais caros ainda. Na véspera [do anúncio do Plano Safra], conseguimos R$ 500 milhões a mais, com muita conversa com a Economia, o que propiciou baixar a taxa”. De acordo com ela, uma redução para 7%, por exemplo, demandaria R$ 600 milhões em equalização.

A medida mais significativa, entretanto, foi a mudança no perfil de enquadramento no Moderfrota. Para ter acesso à linha de crédito, o limite de faturamento anual dos produtores caiu de R$ 90 milhões para R$ 45 milhões por ano. Conforme o diretor de Financiamento e Informação do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz, essa alteração refletiu a avaliação da Pasta sobre quem está efetivamente acessando o Moderfrota nos últimos anos. “Mais de 90% das operações são de produtores com faturamento bruto anual abaixo de R$ 45 milhões. Por isso estabelecemos esse limite”, afirmou ele.

“A linha passará a atender um número menor de produtores, e os de grande porte terão que buscar alternativas nos bancos com juros mais atrativos”, avaliou Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “Grande parte dos agricultores vai ficar de fora. Além disso, o volume de recursos no Moderfrota é insuficiente para o que o produtor precisa financiar na próxima safra”, disse João Carlos Marchezan, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

No ano passado, as condições de crédito oferecidas, melhores que as atuais, já afetaram as vendas domésticas de máquinas agrícolas. Segundo a Anfavea, houve queda de 8,4%, para 43,7 mil unidades. Para 2020, a projeção inicial da entidade era de alta de 2,9%, para 45 mil, mas esse total não deverá ser alcançado. De janeiro a maio foram 15.715 unidades, um aumento de 0,9% ante o mesmo período de 2019. “Haverá queda nas vendas até o fim do ano. Vamos anunciar uma nova projeção em julho”, afirmou Miguel Neto.

Dos R$ 9,5 bilhões reservados para o Moderfrota em 2019/20, R$ 7,3 bilhões foram contratados até maio ou 77% do valor disponível. O montante é 10% menor que o liberado na safra anterior (R$ 8,1 bilhões).

A estratégia do governo de concentrar o crédito subsidiado em agricultores de porte cada vez menor é clara e está em linha com o que tem sido feito no Plano Safra como um todo, que busca cada vez menos privilegiar grandes produtores que tem mais facilidade de obter recursos com outras fontes. Dos R$ 11,5 bilhões do orçamento para subvenção na safra 2020/21, cerca de 12%, ou quase R$ 1,5 bilhão, ainda deverá ser gasto com a equalização de crédito para compras de tratores e colheitadeiras.

No caso do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), os juros para o financiamento de máquinas agrícolas caíram de um intervalo de 3% a 4,6% para entre 2,75% e 4%, e o montante disponível foi mantido em R$ 2,8 bilhões. De acordo com o Ministério da Agricultura, nos 11 primeiros meses da safra 2019/20 foram liberados R$ 2,3 bilhões no Pronaf para o financiamento de máquinas agrícolas por meio do Finame Rural, via BNDES.

Também deve pesar sobre a indústria o fato de muitas empresas terem fechado as portas em março, devido ao coronavírus, só terem retomado às atividades em abril e ainda não a todo o vapor.

Fonte: Valor Econômico
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Notícias

Os dados no agronegócio e a LGPD: como se preparar para a nova Lei

Por redação 20/06/2020
Escrito por redação
*Por André Cilurzo e Tamiris Guidugli

É fato que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) irá afetar todos os setores da economia, inclusive o agronegócio, que hoje representa 21,4% do PIB brasileiro. A aplicação da lei, numa decisão polêmica, em função da pandemia, foi postergada por uma Medida Provisória para maio de 2021, mas ainda aguarda para ser convertida em Lei, o que não significa que as empresas devam postergar seus processos de adequação às novas regras. Pelo contrário.

Em pequenas e médias propriedades rurais é comum a existência de um banco de dados de clientes, funcionários e, principalmente, de colaboradores temporários contratados apenas para a colheita em tempos de safra. Estes dados pessoais ficam armazenados em planilhas ou livros de registros e são utilizados para várias finalidades, distintas ao propósito da coleta do dado. Aqui está uma situação que requer especial atenção sobre como estes dados estão sendo manipulados. Essas informações podem ser compartilhadas com terceiros, via e-mails e aplicativos de mensagens, ou mesmo armazenadas por tempo indeterminado, sem qualquer controle de segurança ou de acesso.

Com a entrada em vigor da LGPD, os produtores rurais precisarão adequar-se aos princípios da nova Lei, ou seja, os dados devem ser coletados e tratados com uma finalidade, tendo a devida autorização e conhecimento do titular, havendo exceções desde que definidas pela Lei. Vale lembrar que todas as operações que utilizarem os dados pessoais, desde processamento, acesso, cópia e armazenamento das informações, serão consideradas atividades sujeitas à LGPD.

A segurança dos dados, evitando o vazamento e o compartilhamento indevido para outras finalidades ou instituições, é uma preocupação que deve estar na agenda, pois a constante modernização dos maquinários agrícolas e as buscas incessantes por eficiência na produtividade fez com que surgisse um novo modelo de negócio no setor, conhecido como agropecuária de precisão, que é capaz de gerar inúmeros dados.

Com o papel decisivo da Internet das Coisas (IoT), do inglês Internet of Things, tornou-se possível o gerenciamento agrícola utilizando os parâmetros de espaço e tempo por meio de sistemas de geolocalização, que coletam e compartilham instantaneamente os mapas de produtividade. Tais sistemas possibilitam o armazenamento de um grande volume de dados, gerando o que chamamos de big data farm. Estes dados, quando associados, por exemplo, às coordenadas de uma propriedade rural registrada em nome de uma pessoa física (já que as legislações brasileiras não exigem registro na Junta Comercial daqueles que exercem atividade rural) podem identificar uma pessoa e este processo está sujeito à LGPD.

Uma rotina como esta, comum no setor, se não for devidamente gerenciada, pode ocasionar o uso indevido de um dado, impactando nas conformidades da nova Lei, que prevê penalidades pesadas, como a multa simples de até 2% do faturamento líquido da empresa, limitado a 50 milhões por infração. Além das perdas econômicas, ainda há o impacto gerado nos contratos e, consequentemente, na imagem da empresa.

Grandes corporações europeias e norte-americanas do ramo já possuem normas e princípios que visam estabelecer cláusulas gerais para o tratamento de dados oriundos de produtores rurais, como o “Privacy and Security Principles for Farm Data” e o “European Union Code of Conduct on Agricultural Data Sharing By Contractual Agreement”.

Por aqui, enquanto a LGPD não entra em vigor, é importante aproveitar este tempo para iniciar as adequações nas empresas, revendo processos, fluxos e modelos de gestão. Como orientação para este período, vale criar um grupo multidisciplinar para realizar um diagnóstico da empresa, mapeando as áreas, processos, sistemas e profissionais que atuam ou podem vir a atuar com dados pessoais.

O próximo passo envolve a Tecnologia da Informação, que deve avaliar o ambiente da empresa, como servidores, redes e dispositivos por onde trafegam e ficam armazenados os dados pessoais. Adicionalmente, as empresas precisarão monitorar continuamente o nível de proteção, avaliando constantemente possíveis vazamentos. Na etapa de aspectos legais, é necessário que as empresas revisem os documentos e dados já utilizados pela empresa e os readéquem para esta nova realidade.

Há muito trabalho e o agronegócio é um setor representativo no Brasil. Portanto, a hora de começar a se adequar é agora!

*André Cilurzo é especialista em LGPD e diretor associado de Data Privacy e Tamiris Guidugli é consultora de Data Privacy, ambos da ICTS Protiviti, empresa especializada em soluções para gestão de riscos, compliance, auditoria interna, investigação, proteção e privacidade de dados, única empresa de consultoria reconhecida como Empresa Pró-Ética por quatro anos consecutivos.

Sobre a ICTS Protiviti

A ICTS Protiviti é uma empresa brasileira que combina o alcance global e o conhecimento e inovação em gestão de riscos, compliance, auditoria, investigação e proteção de dados da Protiviti, com a segurança, eficiência e independência da plataforma tecnológica de serviços especializados da ICTS Outsourcing (canal de denúncias, diligência de terceiros, monitoramento de fraudes e de comportamentos antiéticos, e treinamentos on-line).

A união de deep expertise, com capacidade de transformação e excelência operacional, proporciona aos seus clientes um portfólio abrangente de soluções que endereçam os principais riscos, problemas e desafios de negócio, protegendo e maximizando o valor das organizações, e ajudando seus líderes a encararem o futuro com confiança e alcançarem resultados extraordinários num mundo dinâmico.

Reconhecida como Empresa Pró-Ética por 3 anos consecutivos, conta no Brasil com mais de 300 profissionais em 4 escritórios – São Paulo, Barueri, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, que atendem cerca de 600 empresas de diferentes portes e segmentos.

No mundo, são mais de 4.500 profissionais atuando por meio de uma rede de subsidiárias e firmas-membro independentes. Empresa reconhecida como Great Place To Work e com faturamento anual superior a USD 1 bilhão, opera 85 escritórios em 27 países, que atendem a 60% das empresas da FORTUNE 1000®.

Fonte: IMAGE Comunicação
20/06/2020 0 Comentários
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