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Notícias

New Holland Agriculture comemora 125 anos de história

Por redação 19/06/2020
Escrito por redação
Turin, junho de 2020

Os valores e a visão dos fundadores da New Holland Agriculture são a alma da marca, que chega ao 125 anos com orgulho de estar sempre ao lado dos agricultores, fornecendo o suporte que necessitam a todo momento, investindo e inovando constantemente para que tenham produtos, tecnologia e serviços para um cultivo eficiente, sustentável e rentável.

“A New Holland possui um rico legado, começando em uma pequena cidade de Pensilvânia e crescendo até se tornar uma marca mundial com presença em 170 países. É uma história marcada por inovações importantes que mudaram a agricultura. Ela reúne o legado único de marcas como Ford, Fiat, Braud e Claeys. O mais importante de tudo isso é uma história marcada por pessoas: nossos clientes, concessionários e funcionários, dia após dia, ano após ano. Juntos, estamos enfrentando vários desafios na agricultura, ajudando os produtores a realizar seu trabalho, de forma eficiente e rentável, e a tirar o melhor de seus negócios”, afirma Carlo Lambro, presidente mundial da New Holland Agriculture.

A New Holland, marca da CNH Industrial, é parceira dos agricultores em todas as estações, seja nos bons ou nos maus momentos. “Estamos vivendo sob circunstâncias extraordinárias, que estão mudando nossa rotina pessoal e profissional de maneiras inimagináveis”, pontua Lambro, referindo-se ao atual período de pandemia de covid-19.

“Esta situação destacou o papel fundamental da agricultura e mostrou ao público a grande importância dos agricultores em suas vidas. A agricultura reagiu à crise com força, garantindo com sucesso o fornecimento de alimentos sem interrupções perante dificuldades extraordinárias. E a New Holland permaneceu ao lado dos produtores por todos os momentos, fornecendo o suporte que eles precisavam. Continuamos a investir no futuro e aproveitaremos ao máximo as possibilidades de novas tecnologias, conectividade, automação e combustíveis alternativos. Trabalhando juntos para a obtenção de uma agricultura sustentável. Ao comemorar nosso 125º aniversário, neste momento sem precedentes na história, olhamos para o futuro com confiança”, prossegue o executivo.

História da New Holland: nosso legado de inovação

A New Holland foi fundada por pioneiros agrícolas cujo rico legado sobrevive nos valores que impulsionam a marca até hoje: Abe Zimmerman foi quem compreendeu a importância de se adequar às necessidades do cliente com soluções simples e suporte confiáveis, e projetou que sua pequena empresa de usinagem, fundada em New Holland, na Pensilvânia (EUA), em 1895, poderia se tornar um dia uma marca mundial; Henry Ford, que tinham o objetivo visionário de tornar a inovação e mecanização acessíveis a todos, produzindo o primeiro trator em massa do mundo em 1917; Giovanni Agnelli, que viu o quanto as soluções desenvolvidas para uma necessidade local específica poderiam ser estendidas para fornecer aos agricultores de todo o mundo soluções inteligentes com máquinas inovadoras e fáceis de usar, demonstrando seu primeiro trator Fiat em 1918; Leon Claeys, que dedicou seu conhecimento especializado a facilitar a vida dos agricultores, levando à criação da primeira ceifeira-debulhadora automotriz europeia em 1952.

Cento e vinte e cinco anos depois, a New Holland continua a ser a parceira inovadora e sustentável, de confiança, aberta e responsável, para todos os fazendeiros pelo mundo.

New Holland hoje: parceira dos agricultores por todas as estações

Hoje a New Holland permanece ao lado de nossos clientes, construindo um relacionamento próximo e duradouro para trabalhar em parceria pelo sucesso deles. Seus concessionários são confiáveis e com resposta rápida e eficiente. Com cerca de 2.000 concessionários e 5.000 pontos de contato pelo mundo, a marca está sempre próxima de todos os produtores, pronta para fornecer a mais ampla oferta de produtos do mundo e as soluções necessárias.

A New Holland ajuda seus clientes a trabalharem de forma eficiente e rentável com soluções líderes do setor, com foco na inovação, sustentabilidade e excelente custo-benefício, que abordam as megatendências da agricultura, digitalização, conectividade, automação, servitização e propulsão alternativa.

Também é uma das marcas mais conectadas digitalmente no setor, com suas soluções PLM ™. Ela está trabalhando para um futuro em que os agricultores possam executar seu trabalho de uma forma mais proativa, transformando a fazenda em um ecossistema conectado e inteligente.

A New Holland possui uma agricultura sustentável pioneira e combustíveis alternativos através de sua estratégia Líder de Energia Limpa, que levou ao desenvolvimento do protótipo do trator com alimentação a metano, fechando o ciclo de economia circular com um trator movido a metano ou biometano que pode ser produzido na fazenda. Nos próximos anos, a marca continuará a impulsionar a transição da agricultura para combustíveis renováveis, levando adiante seu projeto com metano, que está no centro de seu compromisso com a sustentabilidade.

Sobre a New Holland

A marca, pertencente à CNH Industrial, é especialista no sucesso de agricultores, pecuaristas, locadores e profissionais da agricultura, seja qual for o segmento em que eles atuem. Seus clientes podem contar com a mais ampla oferta de produtos e serviços inovadores: uma linha completa de equipamentos, tratores, colheitadeiras, pulverizadores e plantadeiras, além de equipamentos específicos para biomassa e silvicultura, complementada por serviços financeiros feitos sob medida e planejados por especialistas em agricultura. Visite www.cnhpress.com e cadastre-se para receber e solicitar informações sobre a New Holland, além de ter acesso a todas as fotos dos produtos em alta resolução.

CNH Industrial N.V. (NYSE: CNHI /MI: CNHI) uma das líderes globais no setor de bens de capital com experiência industrial reconhecida, tem uma ampla gama de produtos e presença mundial. Cada uma das marcas individuais que pertencem à empresa é uma força internacional de destaque em seu setor específico: Case IH, New Holland Agriculture e Steyr para tratores e máquinas agrícolas; CASE Construction Equipment e New Holland Construction para equipamentos de movimentação de terra; IVECO para veículos comerciais; IVECO BUS e Heuliez Bus para ônibus urbanos e rodoviários; Iveco Astra para veículos de pedreira e construção; Magirus para veículos de combate a incêndio; Iveco Defence Vehicles para defesa e proteção civil; e FPT Industrial para motores e transmissões; CNH Industrial Capital para serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis no website da empresa: www.cnhindustrial.com.

Fonte: Rede Comunicação de Resultado
19/06/2020 0 Comentários
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Notícias

Com mais recursos e melhores condições de financiamento, Plano Safra 2020/2021 tem R$ 236,3 bilhões

Por redação 18/06/2020
Escrito por redação

Recursos vão garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo Coronavírus

plano safra1.jpg

O governo federal lançou nesta quarta-feira (17), no Palácio do Planalto, o Plano Safra 2020-2021, com R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de R$ 13,5 bilhões em relação ao plano anterior. Os financiamentos poderão ser contratados de 1º de julho de 2020 a 30 de junho de 2021. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro e da ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Do total, R$ 179,38 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização (5,9% acima do valor da safra passada) e R$ 56,92 bilhões serão para investimentos em infraestrutura (aumento de 6,6%). Todos esses recursos vão garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo Coronavírus.

- Com mais recursos e melhores condições de financiamento, Plano Safra 2020/2021 tem R$ 236,3 bilhões

Os recursos destinados aos investimentos cresceram em média 29%.

Durante o lançamento do Plano Safra, o presidente Jair Bolsonaro destacou que a produção agrícola não parou durante a pandemia, garantindo o alimento para toda a população brasileira. “Todos os países têm como objetivo a segurança alimentar. A cidade pode parar, mas se um dia o campo parar, todos sucumbirão”, disse Bolsonaro.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que o Plano Safra continua focado nos pequenos e médios produtores. Segundo ela, o incentivo à produção sustentável também tem destaque na safra 2020/2021, que vem com mais recursos e melhores condições de financiamento, a juros mais baixos. “Semear, plantar, cuidar, esperar florescer e enfim colher os frutos da terra é e sempre será algo essencial e belo. Uma atividade totalmente ligada à natureza só pode ter como caminho a busca da sustentabilidade”, destacou a ministra.

Ela também lembrou que, graças ao trabalho do agro e das áreas de transporte e logística, o Brasil manteve o abastecimento em todo o país e honrou os compromissos com seus parceiros comerciais.  “O esforço do governo Jair Bolsonaro para viabilizar esse Plano Safra é um reconhecimento às conquistas e ao potencial do setor que está pronto para contribuir para a retomada econômica”.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, disse que este é o maior Plano Safra já anunciado. “Representa um esforço grande do governo para proporcionar aos agricultores melhores condições. Também é a garantia de que os alimentos continuarão chegando à mesa dos brasileiros e de que o Brasil continuará sendo um grande exportador de alimentos”, disse.

Pequeno e médio produtor

Os pequenos produtores rurais terão R$ 33 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,75% e 4% ao ano, para custeio e comercialização.

Para os médios produtores rurais, serão destinados R$ 33,1 bilhões, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), com taxas de juros de 5% ao ano (custeio e comercialização). Para os grandes produtores, a taxa de juros será de 6% ao ano.

- Com mais recursos e melhores condições de financiamento, Plano Safra 2020/2021 tem R$ 236,3 bilhões

A subvenção ao Prêmio do Seguro Rural teve um acréscimo de 30% no valor, chegando a R$ 1,3 bilhão, o maior montante desde a criação do seguro rural. O valor deve possibilitar a contratação de 298 mil apólices, num montante segurado da ordem de R$ 52 bilhões e cobertura de 21 milhões de hectares.

Para incentivar a construção de armazéns nas propriedades, serão destinados R$ 2,2 bilhões. Para o financiamento de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades, a taxa de juros é de 5% ao ano.

 

- Com mais recursos e melhores condições de financiamento, Plano Safra 2020/2021 tem R$ 236,3 bilhões

Guilherme Martimon/Mapa

Outro setor beneficiado será o da pesca comercial, que terá apoio para acessar o crédito rural. Desta forma, a atividade poderá financiar a compra de equipamentos e infraestrutura para processamento, armazenamento e transporte de pescado.

Sustentabilidade

O Plano Safra destaca linhas de crédito que contribuem para a sustentabilidade da agricultura. O Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), que é a principal linha para financiamento de técnicas sustentáveis, terá R$ 2,5 bilhões em recursos com taxa de juros de 6% ao ano, uma ampliação de R$ 400 milhões. Na safra 2020-2021, os produtores terão acesso à linha ABC Ambiental, com recursos para restauração florestal, voltada para contribuir com a adequação das propriedades rurais ao Código Florestal. A taxa de juros é de 4,5% ao ano.

A partir de 1º de julho de 2020, os produtores poderão financiar aquisição de cotas de reserva ambiental, medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional.

Também há incentivos à adoção de tecnologias relacionadas aos bioinsumos dentro das propriedades rurais e pelas cooperativas. Os produtores podem acessar pelas modalidades de custeio, para aquisição de bioinsumos, ou investimento, na montagem de biofábricas dentro das propriedades (onfarm). Os recursos estão previstos no Inovagro e, no caso dos investimentos em biofábricas, podem chegar a 30% do valor de todo o financiamento. Para as cooperativas, as linhas de crédito é o Prodecoop, para a aquisição de equipamentos para a produção dos bioinsumos.

Outra novidade é o Pronaf-Bio, voltado para apoiar as cadeias produtivas da bioeconomia.

- Com mais recursos e melhores condições de financiamento, Plano Safra 2020/2021 tem R$ 236,3 bilhões

Inovação

No Plano Safra 2020/2021, está disponível financiamento para aquisição de equipamentos de monitoramento climatológico, como estações meteorológicas e softwares, e de monitoramento da umidade do solo. Os financiamentos poderão ser feitos pelo Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra).

A pecuária também terá apoio financeiro por meio do Programa de Incentivo à Inovação e Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro). Os pecuaristas poderão financiar a aquisição de equipamentos e serviços de pecuária de precisão.

Os setores da pecuária bovina e bubalina, de leite e de corte também estão contempladas nos financiamentos para automação, adequação e construção de instalações.

Agricultura Familiar

Os agricultores familiares poderão continuar usando o crédito para financiar e reformar casas rurais. Nesta safra, os recursos para este fim somam R$ 500 milhões.

O filho ou filha do agricultor familiar, que possua Declaração de Aptidão (DAP) da sua unidade familiar, poderá também solicitar financiamento para construção ou reforma de moradia na propriedade dos pais.

No Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF), o bônus de desconto será elevado para as operações de custeio e de investimento.

Nos investimentos coletivos para atividades de suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura (criação de crustáceos) e fruticultura, o limite por beneficiário foi ampliado.

Assistência Técnica

Os agricultores familiares e os médios produtores poderão financiar atividades de assistência técnica e extensão rural, de forma isolada, por meio do Pronaf e Pronamp, respectivamente.

Fonte: Gov.br
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Coluna

Agronegócio e o papel da tecnologia depois da crise

Por redação 18/06/2020
Escrito por redação
*Por Rafael Dal Molin

o desenvolvimento econômico do Brasil. Somente no ano passado, o setor foi responsável por 21,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, de acordo com um levantamento feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Com o surgimento do coronavírus, produtores e pecuaristas de todo o mundo estão enfrentando dificuldades para seguir com a rotina, precisando não só adaptar o modo como realizam as vendas das mercadorias, mas também tentando encontrar uma forma para baixar os custos de produção e aumentar a produtividade diante desse cenário tão incerto.

A agricultura mecanizada, que nos últimos anos trouxe avanços gigantescos em termos de tecnologia, contribui -para que as pessoas enxerguem os benefícios das soluções voltadas para a digitalização da cadeia do agronegócio. Acredito que a Covid-19 irá acelerar ainda mais a adesão dos softwares e das tecnologias da informação, já que está evidenciando a importância de se ter uma gestão eficiente e transparente para auxiliar nas tomadas de decisões. Ter uma estratégia para executar com segurança na hora de uma emergência minimiza os impactos no segmento para quem trabalha dentro ou fora do campo.

O agronegócio está no DNA do Rio Grande do Sul, mas boa parte das propriedades ainda produz de forma bem tradicional. Desde que a quarentena foi recomenda pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a Feira do Pequeno Produtor de Passo Fundo, uma das mais reconhecidas da região, precisou ser interrompida para evitar o contágio da doença. Cerca de 60 pessoas ficaram sem emprego logo no primeiro momento. Para ajudar esses indivíduos, a Elevor, junto com outras empresas ligadas à rede de inovação Conecta UPF, desenvolveu uma plataforma online para a comercialização de frutas, verduras e legumes frescos. Seria o marketplace assumindo um importante papel na evolução do setor?

As feiras presenciais não deixarão de existir tão cedo, até por fazerem parte da cultura de diversos locais, mas é inevitável que a ferramenta vá ao encontro dos consumidores, que estão cada vez mais presentes no mundo digital, e ajude os produtores, que conseguem abastecer as prateleiras virtuais, gerar dados e fazer negócios de um jeito rápido e seguro. Todos os envolvidos no elo precisarão de um tempo para se adaptar às novidades, mas o isolamento social vem permitindo testar tendências que prometem revolucionar a forma como players do agronegócio e os consumidores se encontram.

Se no campo o produtor está cada vez mais conectado, na outra ponta do processo temos as empresas agrícolas que investem em softwares capazes de automatizar tarefas, economizar tempo e dinheiro e reduzir os erros humanos. Desse lado, a tecnologia da informação é extremamente relevante, uma vez que os empresários precisam de um planejamento estratégico, tático e operacional para interagir com o mercado. Com o ERP360 Agro, por exemplo, o usuário tem dados precisos e em tempo real de toda a organização na palma da mão. E acredite, isso faz toda a diferença em épocas de crise.

Considero que o mundo pós-coronavírus será muito mais preocupado com a questão sanitária, aspectos sobre origem e condições de alimentos, forma de preparação ou manuseio. A rastreabilidade da produção será intensificada tanto do ponto de vista legal quanto por exigências do próprio mercado daqui para frente. E só a transformação digital será capaz de impulsionar ainda mais o agronegócio no país. Vamos aguardar!

*Rafael Dal Molin é mestre em Computação Aplicada e Ciência da Computação na Universidade de Passo Fundo e é Diretor da Elevor – startup gaúcha que desenvolve softwares de gestão empresarial para os segmentos do agronegócio, atacado, distribuição, varejo e serviços

Fonte: PiaR COMUNICAÇÃO 

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Notícias

Valtra anuncia ampliação da maior frota de tratores fruteiros da marca no Brasil

Por redação 17/06/2020
Escrito por redação

Com a entrega de 60 unidades do trator A73F, grande player internacional do mercado de frutas amplia sua capacidade de produção; negociação foi efetivada pela concessionária Razera


Mogi das Cruzes (SP), 15 de junho de 2020 –
A Valtra, especialista na concepção e fabricação de máquinas agrícolas, realizou uma venda expressiva na região de Vacaria (RS), por meio da concessionária Razera, demonstrando a pujança do agronegócio, mesmo em tempos de pandemia. Foram 60 tratores modelo A73F para um único cliente, reconhecido por ser um grande player no mercado fruteiro internacional. Além dos tratores, o negócio também envolveu quatro unidades do pulverizador Valtra BS3335H.

- Valtra anuncia ampliação da maior frota de tratores fruteiros da marca no Brasil

Primeira entrega, com 30 unidades do A73F aconteceu em março

“Em qualquer tempo seria importante fechar um negócio desta magnitude, mas, em um momento como este, em que a maioria dos setores da economia nacional está parado, isso se torna ainda mais relevante. Mostra que a agricultura do país não parou, nem pode parar. Neste sentido, nós, da Valtra, estaremos sempre prontos para fornecer aos nossos clientes a melhor tecnologia para o menor custo de produção no campo”, analisa Reginaldo Munhoz, coordenador comercial de contas chave da AGCO, detentora da marca Valtra.

O cliente, que já detinha a maior frota de tratores fruteiros da Valtra em todo o Brasil, reforçou sua confiança na marca. “Muito nos orgulha a confiança de um grande player internacional da agricultura brasileira. A relação com este importante cliente já é antiga, e vem sendo construída não só pela qualidade dos tratores da Valtra, mas também pelo relacionamento próximo e o suporte eficiente que oferecemos constantemente”, comenta Adrian Frozi, gerente comercial da concessionária Razera.

Das 60 unidades adquiridas do Valtra A73F, 30 já foram entregues no último mês. As demais, chegam à propriedade neste mês.

Sobre a Valtra:

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 50 a 375 cavalos, colhedoras de cana, colheitadeiras, implementos e pulverizadores, sendo a única marca brasileira com solução completa para todo o ciclo da cana. No Brasil desde 1960, a empresa tem forte presença no segmento canavieiro, e é a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 290 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 173 estão no Brasil. A Valtra é uma das marcas pertencentes ao grupo AGCO e comercializa no Brasil máquinas da marca Challenger, também da multinacional, oferecendo tratores de esteira de borracha com 459 cv e 679 cv, além de equipamentos de distribuição de fertilizantes sólidos. Para saber mais sobre a Valtra, seus produtos e serviços, visite o site www.valtra.com.br.

Sobre a AGCO:

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder mundial em concepção, fabricação e distribuição de soluções agrícolas e oferece soluções sustentáveis de alta tecnologia para produtores que alimentam o mundo por meio de uma linha completa de equipamentos e serviços relacionados. Os produtos da AGCO são vendidos por meio de cinco marcas principais: Challenger®, Fendt®, GSI®, Massey Ferguson® e Valtra®, apoiadas por soluções agrícolas inteligentes da Fuse®. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, Geórgia, EUA, a AGCO registrou receita líquida de vendas de US$ 9 bilhões em 2019. Para mais informações, acesse http://www.AGCOcorp.com. Para mais notícias , inform ações e novidades sobre eventos da empresa, siga-nos no Twitter: @AGCOCorp. Para informações financeiras no Twitter, siga a hashtag #AGCOIR.

Fonte: CDN Comunicação
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Notícias

Pesquisa da ABIMAQ revela que 43,6% das indústrias estão com atividades paralisadas

Por redação 16/06/2020
Escrito por redação
- Pesquisa da ABIMAQ revela que 43,6% das indústrias estão com atividades paralisadas

José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ

“Essa é a segunda edição da sondagem ‘Impacto da pandemia da Covid-19’, realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) na semana do dia 28 de abril a 15 de maio, junto aos seus associados. Desta vez procuramos reunir informações sobre status da carteira de pedidos, atividade produtiva e faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos e também relacionadas às fontes de recursos utilizadas para fazer frente à crise, impacto sobre a sua estrutura de mão de obra e ações para mitigar a crise”, explica José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ.

Com relação ao impacto da pandemia na atividade produtiva, pesquisa revelou que 43,6% das empresas estão com atividades paralisadas. Entre os motivos estão: interrupção por iniciativa própria (28,5%) e suspensão das atividades por força da lei (15%).

Entre as empresas que estão operando, a maioria informou estar atuando com estrutura produtiva reduzida (34,7%). Apenas 21,8% das fabricantes disseram estarem trabalhando normalmente. “Observa-se que parte importante das empresas submetida às restrições impostas pelas autoridades (33,8% na primeira sondagem) já teve sua atividade normalizadas durante o mês de abril”, ressalta Velloso.

Nos próximos 60 dias, se mantido o atual cenário, 76,9% das empresas manterão suas atividades e 14,3% aumentarão. “Isso significa que 91,2 % das empresas pretendem estar em atividade nos meses de maio e junho”, destaca presidente executivo da ABIMAQ.

Segundo a sondagem, a falta de carteira de pedidos e ou sua redução prejudicou a atividade de 33,1% das empresas de máquinas e equipamentos. Mas os impactos no encolhimento da atividade vieram também da restrição de mão de obra (27,7%) e do desabastecimento de insumos e componentes utilizados no processo produtivo (17,8%). “É necessário ficar atendo a esses desequilíbrios de mercado, o setor de máquinas e equipamentos está presente nas cadeias mais essenciais do país. Na cadeia de alimentos, por exemplo, este segmento oferece as mais altas tecnologias de irrigação, plantio, colheita, armazenamento de grãos, processamento e embalagem de alimentos e bebidas. E preciso, portanto, garantir que todos os elos estejam rígidos para que o país não sofra com qualquer tipo de desabastecimento”, alerta Velloso.

FATURAMENTO

Sobre a expectativa de faturamento, a pesquisa identificou que 60% das empresas fabricantes de máquinas e equipamentos registraram queda 17,1% no seu faturamento durante o mês de abril de 2020.

Para os próximos meses (maio, junho e julho), o número de empresas que esperam queda no faturamento ainda é grande, mais recuou para 26% das fabricantes contra 40% em abril. Em média a expectativa é que em maio a queda seja de 7% e que a partir do mês de junho o setor inicie um quadro de recuperação. Para o mês de junho as empresas projetam crescimento de 1,3% e para julho de 5,1%. “Este cenário vem refletindo em adiamento e cancelamento de projetos de investimento o que impactará no faturamento das empresas de máquinas e equipamentos ao longo deste ano”, relata Velloso.

MÃO DE OBRA

Perguntado para as empresas sobre as estratégias a ser adotada a fim de conservar o emprego durante o mês de maio, a maioria informou ter disposição em manter a atividade normalmente (55,9%). Já 24,6% disseram pretender reduzir de jornada, 10,6% conceder férias e 4% utilizar banco de horas. Apenas 2,5% das indústrias informaram terem a intenção de demitir durante o mês de maio e 2,4% adotar lay-off. “É preciso atenção a este tema porque o quadro de contaminação tem se alterado rapidamente e forçado regiões e setores a revisarem emergencialmente suas estratégias de atuação”.

Para o presidente executivo da ABIMAQ, esta é uma crise sem precedentes, que vem atacando a economia em muitas frentes, mas o emprego e a renda precisam ser preservados. “É necessário apoio financeiro mais intenso às indústrias nacionais para que elas possam preservar sua mão de obra e ficarem preparadas para voltar aos negócios o mais rápido possível quando a crise acabar”, afirma presidente executivo da ABIMAQ.

CAPITAL DE GIRO

 Entre as empresas fabricantes de máquinas e equipamentos, 45,2 % disseram que precisam de capital de giro para cumprir suas obrigações com fornecedores, governo, salários e bancos. Mas, apenas 15% fizeram uso de capital de giro adquirido no mercado bancário durante o mês de abril contra 8% em março.

Já das 25,4% das indústrias que procuraram e não conseguiram o acesso ao crédito, alegaram motivos como: linhas de financiamentos estavam com taxas de juros elevadas (31,8%), excesso de exigência de garantias (26,1%), excesso de burocracia (18,2%) e exigência de CND (13,6%). “Destaca-se, no entanto, que durante o mês de maio, e, portanto, após a consulta realizada com as fabricantes, a questão relacionada à Certidão Negativa de Débito (CND) foi equaciona com a deliberação da suspensão da exigência de CND previdenciária e de tributos federais, estaduais e municipais que ficará em vigor até o dia 30 de setembro de 2020”, esclarece Velloso.

Segundo presidente executivo da ABIMAQ, o capital de giro, até o momento, continua como a maior deficiência das indústrias. “A liquidez que foi oferecida pelo Tesouro ao sistema financeiro ainda está empoçada, o pouco recurso que fluiu ao setor produtivo vem a taxas que a indústria não tem condição de assumir”.

CARTEIRA DE PEDIDOS

 A carteira de pedidos da indústria de máquinas e equipamentos recuou 8,0% durante o mês de abril contra 5,5% em março. A carteira de pedidos observada no mês de abril é suficiente para suprir a atividade por 8,2 semanas, ou pouco mais de dois meses. Para 28% das empresas houve adiamento dos projetos unilateralmente por parte do cliente, que resultou numa redução de 17% da carteira destas empresas. Para 22,3% houve cancelamento de pedidos, neste caso o corte foi de 9,4% da carteira.

“Nosso setor que atende às diversas atividades da economia, com isso os impactos da pandemia vêm ocorrendo de forma bastante irregular. Os segmentos que atendem à indústria de bens de consumo não durável estão com bom desempenho, assim como os que atendente à agropecuária, mas os que atuam com a indústria de transformações e especificamente com a indústria automobilística tem enfrentado uma desaceleração importante. Este quadro exige um olhar atento para todas as direções para que nenhuma atividade fique desassistida”, completa Velloso.

Fonte: Sistemas
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Notícias

27ª Agrishow foi adiada para 2021

Por redação 09/06/2020
Escrito por redação

Estávamos aguardando as novas diretrizes do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura do Município de Ribeirão Preto, onde se realiza a Agrishow, com relação à reabertura gradual dos negócios e consequentemente dos grandes eventos, para que pudéssemos confirmar a nova data de realização da 27ª edição do evento.

Como é de conhecimento de vocês, a Agrishow é uma feira que reúne cerca de 800 marcas expositoras, sendo que boa parte dos equipamentos expostos são de grande porte. Isso demanda tempo de preparação e muitas vezes liberação alfandegária, bem como um longo período de planejamento minucioso para que esses equipamentos sejam expostos no evento.

Isto posto, mais dois fatores complementares foram analisados. O primeiro é com relação ao extenso e complexo período de montagem da feira, que habitualmente leva cerca de 40 dias. Além disto, avaliamos o cronograma de reabertura das atividades econômicas da Prefeitura de Ribeirão Preto, cuja análise nos permite afirmar que só seria possível realizar a feira na semana de 17 de agosto, período indicado pela maioria dos expositores como sendo ideal para o mercado,  desde que não houvesse nenhum retrocesso neste cronograma em virtude do aumento dos casos de COVID-19 na região ou mesmo comprometimento do número mínimo de leitos disponíveis, o que são variáveis incontroláveis.

Diante deste cenário, a Informa Markets, organizadora do evento, com apoio das realizadoras ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos, FAESP – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira, comunica que a 27ª edição da feira será realizada em nova data – 26 a 30 de abril de 2021 – em Ribeirão Preto – SP.

Aproveitamos para reiterar nosso compromisso com a qualidade do evento e a segurança de todos os participantes de acordo com as normas do Governo do Estado de São Paulo e estamos certos de que a próxima edição será uma grande oportunidade para o setor se reencontrar, conhecer tecnologias inovadoras e realizar bons negócios, para o desenvolvimento do agronegócio e, consequentemente, para a retomada da economia do Brasil.

Fonte: Assessoria de Comunicação
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Notícias

Coluna do BroadcastAgro

Por redação 09/06/2020
Escrito por redação

Estudo mostra que agricultura digital vai crescer após a pandemia, para reduzir dependência de mão de obra.- Coluna do BroadcastAgro

O isolamento social em tempos de pandemia despertou no setor agropecuário a necessidade de adotar tecnologias que reduzam a dependência de mão de obra em algumas atividades e que aproximem produtor e consumidor. A constatação é da consultoria global de gestão e estratégia Boston Consulting Group, que ouviu produtores de alguns países e revelou que os brasileiros estão tão interessados em agricultura digital quanto seu principal concorrente, os Estados Unidos. Assim, 45% dos agricultores brasileiros entrevistados disseram que planejam investir mais em automação depois que a pandemia passar, ante 50% nos EUA e Canadá e 27% na Alemanha. “Os brasileiros estão dispostos a empreender mesmo com o prolongamento da crise econômica da covid19 porque não contam com subsídios elevados como os seus pares e buscam sempre ampliar as margens apertadas de rentabilidade”, diz Fleuri Arruda, diretor do BCG. » Aprendizado. As incertezas com a pandemia fizeram o setor “despertar” para a agricultura digital, dizem os produtores. Segundo Arruda, além de diminuir a dependência de mão de obra, ferramentas digitais podem ajudar a entender mudanças em padrões de consumo. “A pandemia trouxe à tona esses problemas.” Para ele, tecnologias ligadas à gestão e que não exigem conectividade em tempo real devem ser as mais procuradas.

» Em escala. O estudo da Boston mostra, ainda, que 36% dos entrevistados brasileiros investem regularmente em digitalização. A maior parte está no Centro-Oeste e no oeste da Bahia. Produtores de pequeno e médio portes tendem a ganhar representatividade nesse processo, acredita Arruda, embora em menor intensidade. Entre as culturas, soja, algodão e cana-deaçúcar devem receber o maior volume de investimento em automação.

» Online. A JBS vai conectar nas granjas sensores a softwares para ampliar e automatizar o monitoramento da produção de aves e suínos. O projeto “Granja 4.0” será aplicado no primeiro ano em cem granjas da região de Seara (SC). Em três anos, a meta é ter habilitadas 70% das 10 mil unidades que atendem à JBS, conta José Antônio Ribas Jr., diretor de Agropecuária. Fora dispositivos tradicionais, de medição de consumo de água e temperatura, estão sendo desenvolvidos outros, como câmeras 3D para monitorar o comportamento dos animais. A partir daí, algoritmos de inteligência artificial recomendarão mais ações para produtividade e conforto animal.

» Big Brother. Nessa iniciativa, a JBS conta com a F&S Consulting, que desenvolve sensores, tecnologias de inteligência artificial e softwares, e com a TIM, que garantirá a conectividade das granjas com o exterior. Em cerca de 40% das propriedades do piloto, a Tim terá de instalar novas torres com 4G. “Meu sonho é ter granjas com câmeras 24 horas por dia ligadas, para que as pessoas vejam que nosso processo é limpo, transparente e de respeito ao animal”, diz Ribas.

» O olho do dono… A Bloxs Investimentos lançou na semana passada sua primeira oferta pública de investimento coletivo e online para interessados em aplicar na pecuária de corte. O sistema funciona por meio de “crowdfunding”, arrecadação coletiva para financiar, neste caso, a compra e o confinamento de bovinos. Os recursos vão bancar o alojamento em fazendas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, diz Felipe Souto, CEO da Bloxs, corretora regulada na Comissão de Valores Mobiliários e que atua nos termos da ICVM 588, que normatiza essa ferramenta.

» …engorda o boi. A ideia de financiar coletivamente o confinamento de bois partiu de Carlos Pimenta, pecuarista e sócio-fundador da Edafo Pec, parceira da Bloxs na iniciativa. “Percebi que o mercado não tinha nenhum produto que permitisse que investidores da cidade participassem da rentabilidade da pecuária”, conta. Até quinta-feira, o Boi Pec Invest I (nome da carteira) havia captado R$ 475 mil, de 49 investidores, ou 45,24% do necessário para fechar os lotes. O investimento mínimo é de R$ 5 mil e a rentabilidade varia de 0,7% a 1,3% ao mês, a depender do valor da arroba e do aplicado, com prazo de resgate de um ano.

» Procura. A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira recebeu pedidos de ajuda de Egito, Marrocos, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrein e Kuwait para localizar fornecedores de alimentos no Brasil, principalmente carne bovina, frango, arroz, milho e frutas. Segundo Tamer Mansour, secretário-geral da Câmara Árabe, os governos desses países estão atuando diretamente como compradores, seja por meio de seus ministérios, seja por importadores recém-credenciados pelo Estado, para reforçar estoques de alimentos na pandemia de coronavírus.

» Tem pressa. Os pedidos foram tantos que a Câmara promoveu na quinta-feira reunião com representantes de 23 entidades setoriais e da Câmara de Comércio Exterior (Camex). A entidade vai enviar uma lista das demandas e fazer a intermediação entre exportadores e importadores. “Existe espaço para produtos brasileiros de valor agregado que antes eram fornecidos pela Europa”, disse Tamer Mansour.

Fonte: Jornal Estado de São Paulo
09/06/2020 0 Comentários
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Agropecuária é único setor em crescimento na pandemia

Por redação 03/06/2020
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A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre, como a soja, e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida vis-à-vis a área plantada”, diz o IBGE. O PIB do país teve contração de 1,5% nos primeiros três meses do ano no comparativo com o quarto trimestre do ano passado.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem destacado as ações adotadas pelo Mapa e demais órgãos do governo federal para garantir o abastecimento interno de alimentos, as exportações dos produtos agropecuários e o funcionamento sem interrupção da cadeia produtiva do agro durante a pandemia.

“Temos tido sucesso com isso porque, além da grande safra que foi colhida neste verão, temos tido a logística absolutamente normalizada. Portanto, além do abastecimento dos 212 milhões de brasileiros, também temos conseguido cumprir a nossa missão de provedores de alimentos do mundo”, disse a ministra, ao participar de balanço das ações de combate aos impactos do coronavírus no dia 26 deste mês, no Palácio do Planalto.

O Governo Federal tem atuado ainda na abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro. Desde janeiro de 2019, foram mais de 60 mercados abertos para os mais diversos produtos, como castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético. As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US﹩ 10 bilhões no mês.

O crescimento registrado pela agropecuária pode ser atribuído a vários fatores. “O primeiro é o desempenho das lavouras e da pecuária, que têm obtido crescimento excepcional neste ano. O IBGE destaca o desempenho da produção de soja e do arroz, que têm apresentado elevado crescimento da produção. A produtividade foi também um fator relevante nesses resultados. Os resultados da Balança Comercial, publicados pelo Mapa, em março, mostraram que as vendas externas da agropecuária tiveram um crescimento de 17,5% pela média diária nos quatro primeiros meses do ano, comparando com igual período do ano anterior. Esse foi outro fator que impulsionou o crescimento”, analisa José Garcia Gasques, coordenador geral de Avaliação de Políticas da Informação do Mapa.

De acordo com coordenador, o crescimento do PIB agropecuário refletiu-se também sobre o saldo líquido de empregos formais gerados neste ano. As estatísticas do Caged mostram que houve um saldo (admissões menos desligamentos) de 10.032 contratações.

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o PIB do setor agropecuário brasileiro deve ter alta de 2,5% em 2020. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. Levando em conta a safra de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a taxa deve chegar a 2,3%. Mesmo em um cenário com maior risco de impacto da Covid-19 na demanda por produtos agropecuários, os pesquisadores projetam aumento, em ritmo menor, de 1,3%.

Para a safra 2019/20, a estimativa para a produção de grãos é de 250,9 milhões de toneladas, volume 3,6% (8,8 milhões de toneladas) superior ao colhido em 2018/19, de acordo com o 8º Levantamento da Safra 2019/20 divulgado no último dia 12, pela Conab.

Sobre a Climatempo

Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para os principais segmentos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.

Em 2015, passou a investir ainda mais em tecnologia e inovação com a instalação do LABS Climatempo no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). O LABS atua na pesquisa e no desenvolvimento de soluções para tempo severo, energias renováveis (eólica e solar), hidrologia, comercialização e geração de energia, navegação interior, oceanografia e cidades inteligentes. Principal empresa de consultoria meteorológica do país, em 2019 a Climatempo uniu forças com a norueguesa StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão.

A fusão estratégica dá à Climatempo acesso a novos produtos e sistemas que irão fortalecer ainda mais suas competências e alcance, incluindo soluções focadas nos setores de serviços de energia renovável. O Grupo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Climatempo
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Agro brasileiro vai a Israel por novas tecnologias e negócios

Por redação 02/06/2020
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Inscrições para participar da Missão Agtech Israel estão abertas até julho

- Agro brasileiro vai a Israel por novas tecnologias e negócios
- Agro brasileiro vai a Israel por novas tecnologias e negócios
- Agro brasileiro vai a Israel por novas tecnologias e negócios

Está confirmada para setembro a 3ª Missão Agtech Israel, oportunidade para todos os interessados entenderem os motivos que fazem de Israel uma potência mundial em pesquisas agrícolas. O roteiro inclui visitas a instituições de pesquisa, empresas, fundos de investimento, startups e incubadores, além de visitas ao campo. O projeto é voltado para empresários, produtores rurais, investidores, consultores, pesquisadores e docentes. As inscrições para participar ficam abertas até julho, com 15 vagas.

O responsável pela missão, o engenheiro agrônomo e PhD Marco Ripoli, explica que o propósito é trocar experiências e conhecer de perto o agronegócio israelense, cuja marca é ter se desenvolvido pela necessidade.

“Israel é o melhor exemplo de que a tecnologia e a inovação são fundamentais para superar desafios. Hoje, o país é líder em inovações agrícolas e possui fortes ecossistemas de Agtechs e Foodtechs, mesmo com mais da metade do país sendo de solos desérticos. Isto é resultado de uma cadeia muito bem desenvolvida para ser produtiva usando poucos recursos naturais” – explica Ripoli.

Com cerca de 20% das terras agricultáveis, de um total de dois milhões de hectares (22 mil km², extensão comparável ao estado de Sergipe), o país do Oriente Médio é praticamente autossuficiente em frutas, vegetais, leite, ovos e carne de frango.

Oportunidade de negócios

As missões anteriores, realizadas em setembro de 2019 e fevereiro de 2020, demonstraram que a experiência internacional promove resultados práticos no campo e gera novos negócios.

“Israel é o país que, proporcionalmente, mais investe em Pesquisa e Desenvolvimento (5% do PIB), além de ter instituições científicas de ponta e abrigar mais de sete mil startups. Para o produtor brasileiro, a missão significa ter contato com todo este universo de empreendedorismo e inovação, o que pode gerar aprendizagens para aplicar no campo, investimentos ou parcerias com startups” – diz Ripoli.

O empresário de Lucas do Rio Verde (MT), Marino Franz, esteve na primeira missão e conta que se impressionou ao ver como a tecnologia, muitas vezes criada na área militar, conseguiu ser transferida para a iniciativa privada com eficácia.

“Você vê como um pessoal que se reuniu nos anos 1950 no meio do deserto, pessoas que tinham em comum só o judaísmo, e conseguiram se estabelecer de forma comunitária, vencer os desafios e criar a maravilha que é a agricultura e toda parte tecnológica de Israel” – diz Marino Franz.

Com a vida dedicada ao agro, Franz é proprietário da FS Bioenergia e presidente de Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde. Ele destaca a maneira que os israelenses atuam: com conhecimento científico e tecnológico, mas sempre em cima de resultados.

“É um exemplo para o mundo e para nós: é possível fazer por meio do trabalho, da pesquisa e da dedicação” – finaliza o empresário e produtor rural.

Serviço

A 3ª Missão AgTech Israel será de 4 a 12 de setembro de 2020 e conta com apoio estratégico do Consulado de Israel em São Paulo, ABAG, ORPLANA e UNICA.

Para detalhes sobre a inscrição e roteiro, acesse O Agro Não Para.

Fonte: Marco Ripoli
02/06/2020 0 Comentários
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MALLAS’CAR – Garfos e soluções para máquinas agrícolas

Por redação 15/05/2020
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Com mais de 14 anos de experiência no mercado, apresenta um portfólio completo de peças para máquinas e implementos agrícolas que atendem as principais marcas do setor. Toda Linha de Garfos é fundida em aço GGG 50, usinados em centro de usinagem e temperados.

A empresa possui um amplo estoque para as mais variadas demandas. A partir de um estudo minucioso das necessidades dos clientes, a Mallas’Car consegue disponibilizar um atendimento bem direcionado.

15/05/2020 0 Comentários
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