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Notícias

Embrapa lança publicação sobre controle biológico de pragas da agricultura

Por redação 07/05/2020
Escrito por redação

O público interessado em um dos temas mais discutidos na agricultura mundial, métodos e resultados de pesquisa sobre como fazer o controle biológico das diferentes pragas agrícolas, agora já tem onde buscar respostas para o assunto. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF) lança uma das mais completas publicações nessa linha de investigação, reunindo os melhores especialistas da área, sob o título Controle Biológico de Pragas da Agricultura.

A publicação tem 16 capítulos abordando subtítulos com riquíssimas informações e relatos de resultados já alcançados nesse tema, tendo como editoras técnicas as pesquisadoras Eliana Fontes e Maria Cléria Valadares Inglis. O livro é um estímulo para o avanço da sustentabilidade da agricultura tropical, tendo autores não só da Embrapa, mas também de universidades e instituições parceiras.

“Procuramos descrever de forma didática os fundamentos e conhecimentos técnicos existentes sobre os diferentes agentes de controle biológico, que são essenciais para o desenvolvimento de programas de controle biológico de insetos-pragas, plantas invasoras e doenças de plantas”, diz Eliana Fontes.

Conforme as editoras os diferentes agentes biológicos contemplando parasitoides, predadores (inclusive ácaros predadores), bactérias, fungos, vírus e nematoides utilizados no controle de artrópodes-praga estão cuidadosamente relatados na publicação, bem como o comportamento e os mecanismos de ação dos agentes de controle. Conforme as editoras além disso são detalhadas as características ecológicas e as interações destes com o hospedeiro/ ambiente/, as estratégias de controle mais apropriada, bem como o histórico, os principais alvos e as vantagens e desvantagens para o controle de pragas.

Aqueles que estão se perguntando se a publicação contempla o controle biológico de doenças de plantas, plantas invasoras e nematoides fitoparasitas, a resposta é sim. Da mesma forma que os capítulos da Seção II, foram reservados três partes da Seção III para abordagem das características específicas e os princípios que regem o controle biológico destas pragas, histórico e estratégias de uso, tipos e classificação dos agentes de controle. Para os principais grupos taxonômicos dos agentes de controle estudados e utilizados atualmente são descritas a biologia, taxonomia, mecanismos de ação e interações ambiente/hospedeiro, abordando a relevância destes fatores para o desenvolvimento e aplicação eficaz do controle biológico.

Uso de semioquiímicos

Responsáveis por pesquisas em um dos centros com maior destaque no campo do controle biológico, os pesquisadores não poderiam deixar de fora dessa obra o uso de semioquímicos no monitoramento e controle de pragas, uma prática que contribui para a sustentabilidade agrícola e está entre os produtos fitossanitários com uso aprovado para a agricultura orgânica.

Os semioquímicos podem ser usados em associação com outros métodos de controle, inclusive o controle biológico, atuando de forma sinérgica ou auxiliar. Sobre esse tema há detalhes a respeito de semioquímicos de bactérias, fungos, nematoides, insetos e de plantas, e apresenta a base teórica e prática do uso de feromônios e outros aleloquímicos que atuam nas mais diversas interações entre inse

Mercado latino-americano

De acordo com os pesquisadores é no mercado de biopesticidas que estão as principais tendências de crescimento de bioinsumos no Brasil e no mundo. A previsão é de crescimento anual de 15 a 20% nos próximos anos, puxados principalmente pelo Brasil e América Latina.

Inicialmente a publicação Controle Biológico de Pragas está disponível gratuitamente na versão online. A Embrapa vai publicar a versão impressa, disponibilizando a mesma à venda.

Fonte: Embrapa
07/05/2020 0 Comentários
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Notícias

Fenasucro & Agrocana amplia oportunidades de negócios de expositores

Por redação 06/05/2020
Escrito por redação

Feira que acontecerá de 18 a 21 de agosto em Sertãozinho/SP promoveu live com expositores para orientá-los sobre plataforma de negócios

- Fenasucro & Agrocana amplia oportunidades de negócios de expositores

Programa exclusivo permite abertura de negócios na FENASUCRO & AGROCANA

A FENASUCRO & AGROCANA – Feira Internacional da Bioenergia chega à sua 28ª edição em agosto deste ano, mas os negócios já começaram. Com 90% da planta já comercializada, o evento apresenta um programa exclusivo para que expositores iniciem contatos e negociações desde já. Trata-se do Matchmaking, um programa de recomendações personalizadas que se utiliza de uma plataforma digital para linkar os produtos e serviços das empresas expositoras aos interesses de profissionais de mercado que buscam soluções, tecnologias e serviços para suas indústrias. Isso possibilita às empresas expositoras iniciarem relacionamento e negócios com os compradores desde o momento que adquirem seu espaço até após a realização do evento. Tudo isso foi apresentado essa semana aos expositores através de lives voltadas à apoiar e orientar os clientes sobre como tirar o melhor proveito do programa.

“O agronegócio e o setor sucroenergético são essenciais para o nosso país e por isso nunca param. Mas hoje é fundamental complementar qualquer estratégia de relacionamento com ferramentas digitais e é nesse sentido que o nosso programa de Matchmaking otimiza os negócios dos nossos clientes. O que atende não só as expectativas dos expositores, mas as necessidades dos compradores que buscam soluções para sua indústria também através de canais online”, explica o diretor da feira, Paulo Montabone. Sobre as expectativas desta edição, Montabone reafirma otimismo: “até mesmo pelo fato do setor não estar parado, inclusive se mantendo em pleno funcionamento para atender as demandas do mercado por alimentos e energia”, completa.

O pré-credenciamento da feira está aberto pelo site http://www.fenasucro.com.br gratuitamente a todos os profissionais do mercado.

A Feira Internacional de Bioenergia é realizada pelo CEISE BR – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis e promovida e organizada pela Reed Exhibitions Brasil.

Sobre a FENASUCRO & AGROCANA

A FENASUCRO & AGROCANA é o único evento da América Latina a reunir inovações e conteúdo de alto nível técnico voltados às indústrias de alimentos e bebidas, papel e celulose, biodiesel, usinas de etanol/açúcar, usinas de etanol de milho, distribuidora e comercializadora de energia e agrícola. Em 2020 a feira acontece de 18 a 21 de agosto no Centro de Eventos Zanini em Sertãozinho/SP.

 

 

06/05/2020 0 Comentários
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Coluna

A pandemia já mudou definitivamente o modo como trabalhamos, vivemos e usamos a tecnologia

Por redação 05/05/2020
Escrito por redação

Por Cintia Leitão de Souza, Head de Agronegócio na Senior Sistemas

Ela veio sorrateira, mudou tudo e (esperamos) vai passar. Como um sonho ruim de uma noite mal dormida, a pandemia chegou. Mas quando esse momento passar, é certo que o mundo não será mais o mesmo. O que vivemos na atualidade, mudará por completo o que conhecíamos até então. As próximas gerações não serão as mesmas e nós mesmos, não seremos mais os mesmos. Quiçá, aqui faço um parênteses, desejo que nos tornemos seres humanos melhores e mais evoluídos. Dias melhores virão, com certeza. Porém, já é nítida a mudança instaurada em nossas rotinas, relações pessoais e, principalmente, profissionais. O vírus aumentou, ainda mais, nossa dependência na tecnologia.  Acha exagero? Vou exemplificar.

Vamos começar com uma reflexão sobre o pensamento linear e as dificuldades que temos em pensar exponencialmente. Como é difícil, para nós, pensarmos em conceitos abstratos sem tentarmos aplicar a velha matemática básica a que fomos historicamente treinados.  Mensurar ou tentar medir os impactos do abstrato nos causa insegurança e incertezas. Talvez, por esta razão, líderes dos países mais desenvolvidos do mundo titubearam e balançam tentando acertar decisões para tentar conter um vírus que, assim como as tecnologias, se multiplica de forma exponencial. Diferentes na essência, mas comuns neste paralelo exponencial, tecnologia e o vírus se multiplicam e assumem proporções em uma velocidade acelerada. Mas o que é necessário para se controlar um movimento exponencial? Nada! O exponencial não se controla. Quanto ao vírus, é possível tentar frear a sua proliferação com o isolamento social, mas a exponencialidade da propagação é uma constante. O mesmo acontece com as tecnologias exponenciais. As empresas que antes resistiam ainda ao digital, agora com a pandemia foram lançadas, sem piedade, em um mundo que não teve a preocupação de esperar por mudanças gradativas.

Principalmente nos negócios, é preciso agora refletir e ter cuidado para que este pesadelo não passe devastando nossos planos. Fico aqui imaginando, em um mundo que se tornou essencialmente virtual, como estão funcionando aquelas empresas que relutaram em se digitalizar e mantiveram os seus processos e informações geridas de forma analógica? Para esses, a curva de aprendizado tornou-se quase escada vertical, ou eles aprendem a escalar ou irão desparecer.

Como estão as empresas, por menores que sejam, que não conseguem se conectar e comunicar à distância com seus clientes, colaboradores e fornecedores? Como sobrevivem ou sobreviverão? Deixo aqui uma reflexão em defesa daquelas empresas que ainda podem lutar para que não precisem de um respirador ou de uma vaga de UTI, no sentido figurativo da palavra. Ainda dá tempo de sair do pesadelo e salvar os seus sonhos? O mundo já era essencialmente digital, agora é imprescindivelmente digital. As relações entre as pessoas já mudaram, nos ambientamos e nos habituamos ao virtual. Os hábitos de consumo mudaram e viveremos uma nova era. Para aquelas empresas que ainda não se tornaram digitais, há inúmeras boas notícias. Várias empresas estão investindo em pacotes e benefícios para que esta transformação digital se torne acessível e com uma implantação mais rápida possível. Por que não dizer exponencial?

No meio de todo esse caos e de constante reflexão, faço uma consideração sobre o agronegócio, segmento com o qual tenho interagido há décadas. São diversos setores econômicos ligados ao agronegócio e falar de agro, é necessariamente falar de alimentação. Ele não é só o motor e força propulsora de nossa economia, mas o setor, assim como o de saúde, que não parou e não pode parar com esta pandemia. O agro nos faz ter a certeza de que seremos abastecidos e teremos o apoio para tentar conter a disseminação do vírus, em casa. Aqui fico pensando nas inúmeras empresas que conheci e que conheço, que ainda precisam investir na transformação digital para que estejam plenamente ativas nestes novos tempos. Uma característica cultural ainda deste segmento, tão evoluído em adoção tecnologias de plantio, mas não ainda estruturadas em tecnologias para gestão.

Como responsável pelo desenvolvimento de tecnologias e de soluções para este segmento, faço aqui o meu apelo: ainda dá tempo! Invistam agora, transformem suas empresas, usufruam dos benefícios que estão sendo ofertados no mercado. Aproveitem a parceria com as tantas empresas que estão facilitando o acesso a esse novo mundo. Juntos não só faremos a transformação digital do agronegócio, mas apreenderemos um novo jeito de viver, trabalhar e de fazer negócios de forma sustentável e segura.

Fonte: Ink comunicação
05/05/2020 0 Comentários
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Notícias

Soja sob medida para a região fria do Brasil

Por redação 05/05/2020
Escrito por redação

Sanidade e produtividade na cultivar BRS 5804BR

A cultivar de soja BRS 5804RR é o lançamento da Embrapa para a região fria do Brasil. Um dos destaques da cultivar é a resistência à podridão radicular de fitóftora, problema recorrente nas lavouras da Região Sul. O potencial de rendimento da soja está acima de 100 sacas por hectare.

A soja é a maior fonte direta de renda em cultivos de grãos no Sul do Brasil. Os excelentes preços recebidos pelos produtores nos últimos anos aceleraram a incorporação de inovações envolvendo cultivares cada vez mais precoces, antecipação de épocas de semeadura, arranjos de plantas mais precisos e novas estratégias de proteção de plantas. Atender as novas exigências dessas condições de cultivo passou a ser crucial para a presença da Embrapa no mercado de tecnologias.

Nos últimos 20 anos, a taxa de crescimento da área de soja no Rio Grande do Sul foi 3,9% enquanto que a produção cresce 10,4% a cada ano.  O incremento na produtividade foi de 57,5 kg/ha por ano. Atualmente, são cultivados 5,8 milhões de hectares de soja no RS, com 134 cultivares disponibilizadas por seis obtentores, os quais correspondem 90% do mercado. Para participar desse mercado, as cultivares da Embrapa Trigo precisaram reunir características demandadas pelo produtor e pelos sistemas de produção da região, aliando alto potencial produtivo, precocidade, arquitetura compacta e sanidade, especialmente radicular.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, Paulo Bertagnolli, um dos diferenciais da cultivar BRS 5804RR é a amplitude de semeadura, adaptada a plantios tanto no início quanto no final da época recomendada, quando demonstrou diferencial significativo em produtividade comparada a outros materiais de mesmo ciclo. “A cultivar foi testada em 22 locais durante três anos e mostrou-se realmente superior às testemunhas, com rendimentos que ultrapassaram os 6 mil kg/ha”, conta o pesquisador, lembrando que a ampla janela de semeadura permite o escalonamento de plantio ou mesmo o replantio em situações de adversidade climática.

Um dos principais problemas nos cultivos de soja na Região Sul é a podridão radicular de fitóftora, que implica na morte de plantas na fase inicial da lavoura. A cultivar BRS 5804RR é resistente à fitóftora, problema recorrente em solos com excesso de umidade e áreas sem rotação de culturas.

Além da sanidade de raíz, a alta produtividade da BRS 5804RR também resulta do elevado peso de mil grãos (PMG 210 g), em plantas de porte médio que apresentam vagens com quatro grãos.

A cultivar está indicada para a região Macrorregião Sojícola 1, que abrange os estados do RS, SC e regiões frias do PR e SP.

Avaliação do produtor

O produtor Daniel Celso apostou na multiplicação da soja BRS 5804RR em 34 hectares de lavoura em Sarandi, RS. Com acompanhamento técnico da cooperativa Cotrisal, a cultivar BRS 5804RR, semeada em 20 de novembro, surpreendeu no arranque inicial, se destacando em meio a seis cultivares de soja, com ciclos que variam de super precoce a tardio. “A soja mostrou um vigor que chamou a atenção”, conta Daniel.

Apesar da estiagem que assolou muitas lavouras no RS na última safra, a cultivar BRS 5804RR apresentou rendimentos na média de 50 sacos por hectare (sc/ha), enquanto a estimativa no estado é encerrar a colheita com média de 35 sc/ha.

Na multiplicação da Sementes Tombini, em Carazinho, RS, a soja BRS 5804RR chegou a 72 sc/ha na área de 40 hectares onde esteve em cultivo nesta safra 2019/20. Já na Agrícola Fenner, em Santa Rosa, RS, a cultivar apresentou rendimentos próximos aos 50 sc/ha, afetada pelo déficit hídrico e as altas temperaturas.

Fonte: Embrapa
05/05/2020 0 Comentários
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Notícias

CNMA promove live com mulheres do agro para dividir experiências sobre os desafios da pandemia do coronavírus

Por redação 04/05/2020
Escrito por redação

Ação será realizada no dia 08 de maio, às 10h

Com o objetivo de dar início às discussões que serão realizadas na 5ª edição do Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA, durante o evento presencial em outubro, a organização do Congresso promoverá no dia 08 de maio, às 10h, a live “Mulher brasileira: A voz global”.

A mesa redonda online reunirá mulheres inspiradoras do agronegócio para debaterem quais as ações e mudanças do dia a dia estão sendo adotadas por elas para enfrentar os desafios impostos pelo isolamento social e a pandemia da COVID-19.

Para este primeiro encontro estão confirmados para moderação o professor e jornalista, José Luiz Tejon e a também jornalista e diretora de Desenvolvimento de Mercado para a América Latina do CME Group, Roberta Páffaro.

O debate contará com a presença da pecuarista e embaixadora do 5º CNMA, Sônia Bonato; a pecuarista e Mulher Promotora de Sustentabilidade e Bem-estar Animal, Carmen Perez; a presidente da SRB – Sociedade Rural Brasileira, Teresa Vendramini; a idealizadora do Grupo Mulheres de Raça do Agro e gerente de Relacionamento na Agrocria, Bruna Drummond e a produtora rural, CEO do Grupo Junqueira Rodas e fundadora da Prossiga Governança Familiar, Sarita Junqueira Rodas.

“Convidamos algumas personalidades femininas do nosso setor para promover uma troca de experiências sobre o momento atual. Este é um dos objetivos do CNMA: conhecer os problemas reais e ouvir de mulheres do campo como superá-los”, afirma a show manager do evento, Carolina Gama.

O acesso para live será divulgado nas redes sociais do CNMA,próximo ao dia do evento, que será aberto para aqueles que se interessarem em acompanhar. Ao final da reunião online serão promovidos sorteios direcionados aos participantes.

5º CNMA

O 5° Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA, que será realizado nos dias 27 e 28 de outubro no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP), terá nesta edição comemorativa como tema “Mulher Brasileira: A Voz Global” e espera reunir cerca de 2.100 participantes do Brasil e de outros países para debater o protagonismo feminino no setor. 

Novamente o evento será simultâneo à segunda edição do congresso YAMI – Youth Agribusiness Movement International, voltado aos jovens do agronegócio, que já atuam ou pretendem trabalhar no setor.

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.mulheresdoagro.com.br/inscricoes. 

Serviço
5° Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA
Data:
27 e 28 de outubro de 2020
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo/SP
Mais informações e inscrições: www.mulheresdoagro.com.br

04/05/2020 0 Comentários
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Notícias

Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio reunirá participantes no 5º CNMA, em São Paulo

Por redação 04/05/2020
Escrito por redação

- Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio reunirá participantes no 5º CNMA, em São Paulo

Curso está com inscrições abertas para turma deste ano até 30 de abril

Seguem até o final do mês de abril as inscrições para a nova turma da Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio, um curso gratuito promovido por iniciativa da Corteva Agriscience, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) e Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

A 2ª edição da Academia terá 46 horas de aulas online e um encontro presencial em outubro, quando as participantes também serão convidadas a acompanhar a 5ª edição do CNMA –  Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que será realizado nos dias 27 e 28 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

As interessadas em participar do processo seletivo devem acessar o link e preencher o formulário. Ao todo, serão 150 vagas e as aulas terão início no dia 18 de maio. O curso será dividido em módulos que abordarão temas como: liderança, boas práticas agrícolas, questões regulatórias, ciência política, sustentabilidade, novas formas de governança, estratégias de gestão e comunicação.

“Será muito enriquecedor para os debates do CNMA receber as participantes da Academia, que poderão acompanhar nossa programação e, junto com as demais congressistas, promover a troca de experiências e network. Estamos muito felizes em fazer parte dessa iniciativa tão importante para fortalecer a atuação da mulher no agronegócio”, afirma a Show Manager do evento, Carolina Gama.

Segundo os organizadores, o projeto surgiu a partir da falta de mais atividades de capacitação, que permitissem o acesso das mulheres a posições de liderança no setor. Segundo uma pesquisa global sobre a participação feminina no agronegócio, promovida pela Corteva Agriscience, em 2018, 80% das brasileiras afirmaram ter o interesse de receber mais treinamento e oportunidades acadêmicas. O questionário contou com a participação de mais de 4 mil produtoras rurais de 17 países, das quais 500 entrevistadas eram do Brasil. 

5º CNMA

O 5° Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA, que será realizado nos dias 27 e 28 de outubro no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP), terá nesta edição comemorativa como tema “Mulher Brasileira: A Voz Global” e espera reunir cerca de 2.100 participantes do Brasil e de outros países para debater o protagonismo feminino no setor. 

Novamente o evento será simultâneo à segunda edição do YAMI – Youth Agribusiness Movement International voltado aos jovens do agronegócio.

O segundo lote de inscrições, com preço promocional, já está aberto e pode ser acessado pelo site do evento www.mulheresdoagro.com.br/inscricoes até o dia 30 de abril. 

Serviço
5° Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA
Data:
27 e 28 de outubro de 2020
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo/SP
Mais informações e inscrições: www.mulheresdoagro.com.br

Fonte: Attuale Comunicação
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Coluna

Entendendo o Agronegócio

Por redação 04/05/2020
Escrito por redação

Por Valter Casarin

A industrialização da agricultura e a globalização dos mercados mudaram drasticamente as práticas agrícolas há várias décadas. Um setor econômico real se formou em torno da agricultura e da indústria de alimentos. Seus atores e principais atividades visam atender a uma crescente necessidade do setor no mundo das finanças e negócios.

Em tempos de pandemia devido ao novo coronavírus, muito se ouve falar que o agro é quem está sustentando a economia brasileira. No entanto, algumas pessoas consideram o agronegócio algo danoso, enquanto outros concordam ser um setor de grande importância para o fortalecimento de nossas divisas. Mas o que é exatamente o agronegócio?

O agronegócio é um termo relativamente recente, que se refere a todas as atividades econômicas relacionadas à produção, processamento e comercialização de produtos da agricultura. Ao contrário da agricultura convencional, que é essencialmente de subsistência, ela se baseia na enorme capacidade de produção da mecanização atual do processo de produção e transformação. Abrangendo os campos de produção, o mundo do processamento e o do marketing, ele abrange uma infinidade de atividades muito diversas em torno de produtos da agricultura e da agroindústria.

O agronegócio cobre integralmente as atividades econômicas ligadas ao setor agrícola nos setores financeiro e comercial, desde insumos até a comercialização de produtos agrícolas, passando pelo processamento industrial, além de focar na produção e venda de fertilizantes, sementes, máquinas agrícolas e alimentares. Dados os novos desafios da agricultura, como a integração de novas tecnologias, globalização, cultivo intensivo, meio ambiente, esse é o setor que mais identifica as realidades atuais do setor agrícola.

A força da produção agrícola internacional é o principal fator no desenvolvimento do agronegócio. Com o aumento contínuo da produtividade através do uso de máquinas no processo de produção, a agricultura fornece segurança alimentar para a população mundial e fornece alimento para o gado, que por sua vez fornece a matéria-prima para a processamento de alimentos (leite, carne, ovos, etc.). De acordo com previsões internacionais, a produção agrícola mundial deve aumentar em 70% até 2050.

Os insumos usados na produção de alimentos

Quando falamos dos fertilizantes é útil relembrar alguns conceitos básicos cuja falta de conhecimento do público em geral é, infelizmente, confusa. As plantas se alimentam de minerais, principalmente nitrogênio, fósforo e potássio, além de cálcio, magnésio, enxofre e alguns micronutrientes. À medida que a colheita extrai esses nutrientes, grande parte se perde irreversivelmente. É fundamental devolvê-los ao solo se quisermos preservar sua fertilidade e ter uma agricultura sustentável.

Também devemos evitar confundir fertilizantes e agrotóxicos (ou defensivos agrícolas). Os fertilizantes são alimentos para os vegetais, essenciais para bons rendimentos, enquanto os agrotóxicos são produtos para evitar grandes perdas de safra, protegendo as plantas contra pragas ou doenças. Herbicidas (como o famoso glifosato) controlam plantas daninhas invasoras. O que aconteceria se todos os agricultores parassem de proteger suas plantações? As invasões maciças de insetos (besouros, lagartas, pulgões, …) são controladas por esses produtos ajudando a evitar perdas de colheitas que, em anos desfavoráveis, podem ser quase totais.

Na ausência de fertilizantes minerais, todos os nutrientes essenciais podem ser fornecidos por fertilizantes orgânicos, na forma de excrementos de animais nas regiões de reprodução ou de compostos com base em vários resíduos. Essas contribuições podem ser suficientes para a produção de vegetais ou frutas em pequenas áreas, mas certamente não para a produção agrícola em lavouras de grandes áreas. Para obter altos rendimentos é necessário compensar com o uso de fertilizantes minerais.

A iniciativa Nutrientes Para Vida (NPV), tem como missão destacar e informar a população a respeito da relevância de fertilizantes para o aumento da qualidade e segurança da produção alimentar, colaborando com melhores quantidades de nutrientes nos alimentos e consequentemente, com uma melhor nutrição e saúde humana.

 

** Valter  Casarrin – Doutor em Ciência do Solo – École Nationale Supérieure Agronomique de Montpellier

Diretor Técnico da Fertilità Consultoria Agronômica

Professor do Programa SolloAgro –  ESALQ/USP

Coordenador Científico – Nutrientes Para a Vida (NPV)

Email: valcasarin@gmail.com

Fonte: Acontece Notícias
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Notícias

Irrigação com cérebro? Sistema ajuda agricultores a serem mais eficiente no campo

Por redação 01/05/2020
Escrito por redação

Em busca de melhores resultados de produtividade e mitigação de custos, a agricultura tem empregado inúmeras inovações tecnológicas desde o plantio até a comercialização. Entre as novidades, os sistemas de dados e inteligência artificial têm se destacado na missão de colaborar com uma atividade cada vez mais precisa e eficiente. Nesse contexto de agricultura 4.0, a empresa líder em irrigação por gotejamento, desenvolveu o primeiro sistema de irrigação com cérebro.

Mas o que significa uma irrigação com cérebro? Na prática quer dizer que uma plataforma é capaz de controlar, automatizar e oferecer recomendações de manejo, de forma prática, rápida, segura e eficiente. Todas essas funcionalidades já existem e estão presentes no software NetBeat, da multinacional israelense Netafim.

A solução inédita, tem como grande diferencial a junção de todas funções em uma única plataforma, que pode ser acessada por desktop, tablets e smartphones. “Funciona assim, acessando o programa o produtor consegue visualizar tudo que está acontecendo na propriedade rural naquele momento, e o que está programado para as próximas semanas. Ele também tem acesso a dados de clima, previsão de tempo, condições do solo e desenvolvimento das plantas”, explica o Gerente de Digital Farming da Netafim, Bruno Toniello.

Os dados locais são captados por sensores espalhados no campo. Eles enviam as informações em tempo real para o sistema, e com base nelas, a tecnologia de inteligência artificial faz o cruzamento com modelos de cultivo dinâmicos dispostos na nuvem, para disponibilizar relatórios e recomendações de manejo. Assim, o produtor rural tem uma informação segura, que o ajudará nas tomadas de decisão.

Além disso, as recomendações também servem como ferramenta para mitigar custos e elevar as produtividades. “Sabendo exatamente, quanto, quando e onde irrigar, as aplicações de água e nutrientes são muito mais eficientes e evitam possíveis desperdícios. Além do mais, sabemos que a falta de água prejudica o desenvolvimento pleno das plantas, mas o excesso dela também é danoso. Portanto, disponibilizar todos os insumos na quantidade correta é mais sustentável tanto quando falamos de relação com o meio ambiente, quanto economicamente”, acrescenta Toniello.

Combinado ao sistema de irrigação por gotejamento, a tecnologia permite otimizar a utilização de água na fazenda, já que a plataforma indica o período e a quantidade correta de cada aplicação. Esse fator também se aplica a outras necessidades, como energia elétrica e insumos, que também só são acionados de acordo com as necessidades das plantas

Além disso, a possibilidade de o projeto de irrigação ser segmentado por talhões, ajudando na precisão com que todos os recursos são utilizados. “O sistema é dividido em vários setores, então por exemplo, se apenas uma parcela da lavoura está apontando maior necessidade de água e nutrientes, o operador consegue programar a irrigação para aquele setor específico”, acrescenta o Gerente. “Dessa forma, estamos otimizando e garantindo que as plantas se desenvolvam adequadamente, para expressar todo seu potencial produtivo”, finaliza.

A inovação também vem de encontro as necessidades frequentes do campo, de verticalizar a produção de alimentos. Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), em pouco mais de duas décadas, o mundo terá nove bilhões de pessoas, um acréscimo de dois bilhões à população, que pressionará ainda mais os recursos naturais do planeta, obrigando o campo a combinar eficiência e produtividade.De acordo com o levantamento, nesse cenário só o consumo de água aumentará 30%. Haverá necessidade de produzir 50% a mais de alimentos, e a oferta de energia terá de crescer 45%.

Sobre a Netafim

Fundada há mais de 50 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com cerca de 30 subsidiárias em todo o mundo, a Companhia oferece as melhores soluções aos agricultores de mais de 110 países por meio 15 unidades produtivas, milhares de distribuidores e mais de 4.000 funcionários. O portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação inteligente e digital farming, visa contribuir com a produtividade da água na agricultura, oferecer a melhor experiência ao produtor e alavancar o mercado de irrigação no país.

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Notícias

Embrapa lança plataforma interativa de dados espaciais do Matopiba

Por redação 30/04/2020
Escrito por redação

Embrapa 47 anos: tecnologia gratuita facilita tomada de decisão para produtores e extensionistas do Matopiba

Divulgação Embrapa - A nova ferramenta traz painéis interativos de navegação guiada sobre temas relevantes ao desenvolvimento da região

A Embrapa Territorial (Campinas, SP) desenvolveu uma plataforma que disponibiliza, de forma interativa e integrada, mapas e dados sobre a região Matopiba. A expressão Matopiba resulta de um acrônimo criado com as iniciais dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e identifica uma região de cerrado com forte expansão agropecuária nas últimas décadas.  A tecnologia é gratuita e pode ser acessada pelo endereço www.embrapa.br/geomatopiba.

A plataforma conta com dois pontos de entrada: o GeoWeb Matopiba e os painéis interativos. O GeoWeb Matopiba é um sistema de inteligência territorial que hospeda cerca de 200 planos de informação cartográficos – em diferentes níveis territoriais – organizados nos quadros: natural, agrário, agrícola, de infraestrutura e socioeconômico. O produto foi lançado em 2015 e, desde então, está disponível para uso no portal da Embrapa Territorial.

Os painéis interativos, novidades lançadas pela plataforma, visam complementar os dados do GeoWeb  e fornecem uma estrutura de navegação guiada contendo, além de mapas, tabelas e gráficos dinâmicos, passíveis de filtragem. Os painéis estão organizados em quatro temáticas: produção agropecuária, crédito rural, empregos formais relacionados à agropecuária e tecnologias da Embrapa. Essas temáticas foram sumarizadas em um painel agregador, ponto de entrada na plataforma, que provê um panorama geral da agropecuária regional entre os anos de 2013 a 2018, em nível municipal.

A plataforma foi publicada de forma integrada com o portal da Embrapa, o que garante uma interface adaptável para diferentes telas, podendo ser visualizada também em dispositivos móveis.  Todos os dados estão disponíveis para download em diferentes formatos.

A ferramenta veio para completar uma lacuna de dados espaciais da região. É o que avalia Lucíola Magalhães, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial e coordenadora do projeto de estruturação do GeoMatopiba.

Segundo ela, os novos dados, atualizados e disponibilizados de forma integrada e bastante acessível, buscam ampliar o acesso à informação pelos diferentes públicos e facilitar a tomada de decisão, ou ao menos, suscitar novas perguntas. “Para aqueles que querem atuar ou já atuam no Matopiba, essa ferramenta é uma oportunidade de facilitar diálogos e apoiar a extensão rural e a assistência técnica”, complementa a gestora.

Fonte: Embrapa
30/04/2020 0 Comentários
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Notícias

Digital Agro Connection seleciona startups para o agro

Por redação 29/04/2020
Escrito por redação

Programa desenvolvido pela Frísia busca empreendedores que identifiquem e criem soluções para os desafios no campo; inscrições já estão abertas para os temas Agropecuária Sustentável e Indústria 4.0

- Digital Agro Connection seleciona startups para o agroO agronegócio integra há algum tempo produtos e serviços inovadores para aprimorar processos e melhorar resultados. Mas ainda há um caminho desafiador a ser percorrido. A Frísia, com tradição nesse segmento, lançou o Digital Agro Connection e selecionará seis startups para desenvolverem soluções inovadoras para o agronegócio e a cadeia produtiva. As inscrições para o programa vão até o dia 22 de junho deste ano.

De forma rápida, o mercado alterou sua maneira de agir devido à inovação e, com o tempo, os processos mudaram, reduzindo custos e tempo de entrega. “Vendo essa necessidade de melhorar os processos no agronegócio, a Frísia desenvolveu esse programa de inovação, que tem várias frentes de trabalho. O Digital Agro Connection é uma dessas frentes para aumentar ainda mais a cultura de inovação, mas também contribuir para toda a comunidade, região, conectando vários parceiros em um ecossistema de inovação”, explica o analista de Estratégia e Inovação da Frísia, Fábio Solano.

Serão em torno de dois meses de inscrição de startups, iniciada dia 13 de abril, em que as concorrentes informam qual dos dois temas querem trabalhar: Agropecuária Sustentável ou Indústria 4.0. Depois, haverá um mês (até 22 de julho) para selecionar as startups, por nota, de acordo com uma classificação, que será baseada nas soluções apresentadas.

Nessa classificação, serão escolhidas 12 startups, para, em seguida, sobrarem apenas seis, três para cada um dos temas. “As startups, para participarem, já devem estar consolidadas no mercado, ter pelo menos alguma venda de produto ou serviço e já ter um projeto pronto”, explica Solano.

Etapas
As primeiras etapas, após a seleção das seis integrantes, terão monitorias e treinamentos (workshops), tudo online, dessa forma, não haverá necessidade, nesse primeiro momento, da presença dos profissionais das startups escolhidas na matriz da Frísia, em Carambeí (PR).

Após a seleção, as participantes poderão apresentar uma prova de conceito (POC), ou seja, uma proposta de trabalho que tem uma apresentação da startup, com informações como quem são os integrantes, qual a área de atuação, qual o projeto e como isso está alinhado com os desafios da cooperativa.

Em seguida, detalham como será o trabalho, quanto tempo irá demandar e qual o suporte a cooperativa pode fornecer, por exemplo. Elas oferecerão esse projeto para a cooperativa, podendo ter uma possibilidade de custeio na prova de conceito.

Premiação
Entre os prêmios que as startups escolhidas receberão, está a participação na próxima edição da Digital Agro, uma das principais feiras de tecnologia digital do Brasil, que, devido à pandemia do Covid-19, teve a data adiada, ainda sem previsão.

Além disso, elas terão dez horas de treinamentos, mentorias e workshops para se aprimorarem durante o programa. Outra vantagem é que serão pré-selecionadas para o Desafio Paraná de Startups, organizado pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

As startups ainda poderão fazer prova de conceito na Frísia, com possiblidade de custeio do investimento e potencial de parceria com a cooperativa e/ou a Unium (marca do sistema de intercooperação entre Frísia, Castrolanda e Capal). Também poderá ter acesso a um fundo de investimento da própria Frísia.

Confira o regulamento e realize as inscrições em https://connection.digitalagro.com.br/.

Etapas

Inscrições – 13/04 a 22/06
Período para as startups escolherem o tema de interesse (Agropecuária Sustentável ou Indústria 4.0).

Hunting’n Dev – 23/06 a 22/07
Seleção de acordo com as pontuações adquiridas.

Workshop Business Model e Imersão – 23/07 a 12/08
Aprofundamento das squads nas problemáticas e modelo de negócio da Frísia;
Visitas técnicas programadas;
Workshop de cocriação Business Model.

Demoday e proposta de POC – 13/08 a 11/09
Período destinado para apresentação das propostas de Provas de Conceito (POC).

Start POC e Sprints – 14/09 a 13/11
Aplicação das experimentações e provas de conceito na cooperativa e indústria pelas startups selecionadas;
Sprints online ou presenciais em Carambeí (PR);
Mentorias das sprints;
Mentoria técnica sob demanda.

Demoday Final – 16/11 a 18/12
Apresentação do pitch final pelas equipes de trabalho para banca examinadora e demais participantes.

Rodada de Negócio – 07/12 a 18/12
Negociação com as áreas interessadas na POC.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial
Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Fonte: Frísia Cooperativa Agroindustrial
29/04/2020 0 Comentários
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