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Notícias

MAGNUM TIRES – Empresa oferece ampla linha de pneus agrícolas

Por redação 15/04/2020
Escrito por redação

Com atuação em todo território nacional, a Magnum Tires coloca à disposição do homem do campo toda linha de pneus agrícolas:

  • Diagonal e Radial
  • OTRs
  • Industriais
  • Carga
  • Rodoviário e Misto
  • Câmaras de Ar

A empresa atua com marcas mundiais como :

  • MAGNUM
  • ALLIANCE
  • MRL
  • ROADGUIDER
  • BRASPLUS
15/04/2020 0 Comentários
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Notícias

AGRIMEC – Rolo Faca Terras Altas T-Rex: melhor preparo do solo

Por redação 14/04/2020
Escrito por redação

A Agrimec lançou um produto para o melhor preparo do solo: o Rolo Faca Terras Altas T-Rex, indicado para uso no sistema de plantio direto para o manejo da vegetação no acamamento homogêneo de restos culturais.

De acordo com Lucas Goulart Ferreira, do Marketing, seu uso “melhora o desempenho de outras máquinas, como plantadeiras, evitando embuchamentos e facilitando o preparo do solo”.

“Entre os pontos a serem destacados está o exclusivo sistema de transporte, que possibilita carregar o Rolo Faca T-REX em cima de caminhões com comprimento a partir de 9,1 metros. Na largura, os Rolos Facas T-REX atendem as especificações de qualquer caminhão. Também saliento a exclusividade no projeto dos rolos, que possuem uma combinação perfeita de lastro, altura e espaçamento entre as facas, proporcionando melhor rolagem em qualquer tipo de cultura”, conclui.

14/04/2020 0 Comentários
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Notícias

Jacto – Tecnologia PWM: pulverização automotriz eficiente

Por redação 14/04/2020
Escrito por redação

A Jacto apresentou nos últimos meses uma série de novidades para pulverização, adubação e agricultura de precisão.

Um dos destaques é a tecnologia PWM para pulverização automotriz, uma solução de controle de vazão nos bicos que permite manter o tamanho das gotas mesmo com as variações de velocidade. A tecnologia PWM não tem restrições quanto ao uso de agroquímicos e pode operar com herbicidas, fungicidas e inseticidas e particulados, o que permite trabalhar em todo o ciclo da pulverização.

A companhia apresentou ainda novos bicos para manejo de plantas daninhas, Jacto JMD e Jacto TTI, com o objetivo ampliar a opção de tecnologia de aplicação para diminuição de deriva.

Outro destaque é o “controle automático de 12 seções para adubação”. Exclusiva no Brasil, a ferramenta integra a adubadora automotriz Uniport 5030 NPK e a adubadora tracionada Tellus 10.000 NPK. Permite a segmentação da faixa de aplicação em até 12 seções, controladas automaticamente. De acordo com a fabricante, o sistema traz para a operação de adubação importante redução no custo com fertilizantes (até 15%).

“Estando as tecnologias já disponíveis ou em evolução, a dúvida é porque não existe um salto de produtividade. Acreditamos que é preciso mudar todo ecossistema, com aprendizados e experiências coletivas, pessoas protagonistas, que vão assumir o papel de traduzir essas novas ferramentas para o dia a dia do campo. Transformar a tecnologia, que é muito complexa e com avanço rápido, em algo que seja simples e o que agricultor consiga usar. Existe à necessidade de concretizar a conectividade no campo para que as tecnologias da agricultura 4.0 possam, de fato, serem usadas de forma a produzirem resultados. Há anos já estamos desenvolvendo dispositivos, softwares, sensores e equipamentos autônomos que vão se conectar para subsidiar melhor as informações para os produtores rurais”, explica Fernando Gonçalves, presidente da Jacto.

14/04/2020 0 Comentários
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Notícias

Sompo lança sistema de vistoria 100% digital

Por redação 14/04/2020
Escrito por redação

Companhia investe em nova ferramenta que garante mais eficiência, confiabilidade e agilidade no processo de vistoria e indenização de sinistros. Iniciativa integra estratégia da companhia de investir em inovação e expandir atuação no segmento do agronegócio

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, investiu numa solução inovadora que vai garantir mais agilidade na indenização de sinistros de clientes que contratam o Seguro Agrícola. A companhia acaba de lançar a Vistoria de Campo Mobile, um serviço por meio do qual o perito de campo vai até a propriedade, preenche e envia o laudo via tablet ou aparelho celular, utilizando recursos de geolocalização e imagens via satélite.

“Com isso, somos a primeira seguradora do Brasil com vistoria de campo 100% digital em caso de sinistro no Seguro Agrícola”, observa Andreia Paterniani, diretora da área de Sinistros da Sompo Seguros. “Nos anos recentes, as novas tecnologias contribuíram com soluções que dinamizaram o agronegócio em termos de logística, precisão e eficiência; que culminaram no aumento da produtividade das lavouras. Esse novo serviço chega para atender aos profissionais do agronegócio e proprietários de empreendimentos rurais que sabem que a pronta resposta faz toda diferença. Afinal, estamos tratando de um segmento importante para nossa economia, que em 2020 deve fornecer uma safra recorde de 243,1 milhões de toneladas em grãos, cereais e leguminosas”, conclui.

Por ser totalmente digital, a Vistoria de Campo Mobile da Sompo permite mais agilidade nas análises e garante clareza e segurança das informações. Além disso, é um processo menos burocrático, já que o perito de campo não precisa preencher formulários em papel para envio posterior à seguradora.

Como Funciona

Ao comunicar o sinistro à Central de Atendimento da Sompo Seguros, o segurado ou seu corretor de seguros é contatado pelo perito de campo para agendamento da vistoria. Na data e horário agendados, o perito vai ao local e efetua o trabalho de vistoria, no qual preenche o laudo de sinistro diretamente em seu celular ou tablet. A ferramenta conta com recursos de geolocalização e imagens via satélite, que contribuem com a confiabilidade das informações colhidas. O laudo pode ser transmitido do próprio local para que a equipe da companhia dê prosseguimento ao processo chamado de regulação de sinistro, que resulta na indenização do segurado. “Com isso, um processo que dependia de remessa de formulários, hoje acontece instantaneamente. Além da agilidade, comodidade e confiabilidade das informações; esse processo também é mais ambientalmente sustentável porque evita utilização de papel, minimiza deslocamentos, transportes de materiais e uso de combustível, entre outros aspectos”, avalia Andreia.

Sompo no agronegócio

O lançamento da Vistoria de Campo Mobile faz parte dos investimentos da Sompo Seguros para incrementar sua atuação no segmento do agronegócio. A companhia já é reconhecida na área de seguros para implementos agrícolas e está entre as três mais expressivas do mercado nos ramos de Benfeitorias e Penhor Rural.

Em 2019, a companhia expandiu sua atuação e lançou dois novos produtos: Sompo Agrícola Custeio e Sompo Agrícola Produtividade. O Sompo Agrícola Custeio indeniza ao produtor o valor investido em sementes, defensivos, fertilizantes e outros recursos utilizados no plantio e condução da plantação; caso a produção seja afetada por alguma condição adversa de clima.  Já o Sompo Agrícola Produtividade indeniza o agricultor quando intempéries climáticas ocasionarem queda de produtividade da lavoura segurada. Essa perda é calculada quando a produtividade colhida pelo produtor rural for menor que a produtividade contratada pelo segurado.

O produtor pode escolher os eventos climáticos que deseja contratar. Dentre eles estão: incêndio, raio, tromba d’água, chuvas em excesso, geada, granizo, ventos, seca, entre outras. O produtor tem ainda a opção de contratar a cobertura adicional de não germinação, que indeniza o agricultor caso as sementes não germinarem por algum problema no clima. Os produtos são desenhados para atender as características regionais e são configurados em conformidade com as necessidades especificadas dos clientes. Para grupos de produtores e cooperativas são oferecidas condições especiais de preços.

“A Vistoria de Campo Mobile é mais um recurso de inovação implementado como parte da estratégia de garantir um serviço ágil, qualificado e adequado às necessidades do segurado, que vão propiciar a melhor experiência do cliente junto à nossa companhia”, ressalta Celso Ricardo Mendes, diretor executivo da Sompo Seguros.

Sobre a SOMPO Seguros S.A

A Sompo Seguros S.A. é uma empresa da Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguros, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, fundada no Brasil em 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Empresariais, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes, Engenharia, Responsabilidade Civil, Garantia, Agrícola, Penhor Rural e Benfeitorias, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras.

O Grupo Sompo tem sua origem no Japão, atua há 130 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes.

14/04/2020 0 Comentários
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Notícias

TVH: vitrine de peças para equipamentos das principais marcas

Por redação 14/04/2020
Escrito por redação

A TVH, multinacional belga, distribuidora de peças e acessórios para tratores e implementos agrícolas, apresenta a sua linha de peças originais para tratores John Deere da marca própria Tratorcraft, além de uma ampla variedade de peças da marca Carraro.

Entre as grandes novidades destacam-se: uma linha de itens originais para tratores John Deere, desenvolvida pela TVH, como bombas hidráulicas, bombas d’água, kits para motor, filtros, embreagens, sistemas de transmissão e muito mais. Esta linha de itens da marca Tratorcraft tem qualidade reconhecida e garantia da própria THV.

A companhia oferece ainda um amplo portfólio de peças de reposição para tratores com tração da marca Carraro – fabricante italiana de sistemas para máquinas agrícolas que produz peças genuínas de reposição para tratores com tração. Recentemente, a TVH passou a fazer a distribuição dos mesmos itens da Carraro que os fabricantes usam na montagem dos equipamentos.

Sobre a TVH

Criada na Bélgica em 1969, o grupo TVH é hoje o principal fornecedor global de peças e soluções para equipamentos com mais de 70 unidades no mundo atendendo a mais de 170 países. São mais de 42 milhões de referências cadastradas de peças para equipamentos como empilhadeiras, plataformas aéreas e telescópicas, manipuladores telescópicos, tratores e implementos agrícolas, mini escavadeiras, lavadoras de piso e transportadores de carga pessoal.

A TVH está no Brasil desde 2000, atuando nos segmentos de movimentação e industrial e em 2012, com a aquisição da Dinâmica Tratores, passou a atuar no segmento agrícola.

Em sua sede de Vinhedo-SP e na filial em Araquari – SC, a empresa conta com um estoque de mais de 30.000 itens e oferece amplo portfólio de produtos, dentre eles os de marca própria consolidadas no mercado como Totalsource e Tractorcraft, oferecendo ao mercado produtos de qualidade com entrega rápida e preço justo.

A TVH conta ainda com uma equipe de vendas especializada e pronta para atender e tirar dúvidas sobre qualquer item e ainda um e-commerce onde é possível consultar preço e estoque e realizar pedidos a qualquer hora.

14/04/2020 0 Comentários
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Notícias

“Apesar do coronavírus, agronegócio segue firme”, diz especialista

Por redação 11/04/2020
Escrito por redação

Diante da pandemia, exportador tem vantagem sobre produtor interno

- "Apesar do coronavírus, agronegócio segue firme", diz especialistaO agronegócio é o setor menos afetado pelo coronavírus. Representando 25% do PIB brasileiro, apesar do cenário instalado pela pandemia, o horizonte é positivo, com a manutenção da produção e mais vantagens para exportadores do que para aqueles que comercializam no mercado interno. A opinião é do professor da FECAP e especialista na área José Luiz Tejon Megido.

Segundo Tejon, o campo não para, mas o setor assistirá em 2020 a uma diminuição dos negócios no “pós-porteira” das fazendas. “Estamos colhendo a maior safra de grãos da história. Somos os maiores produtores do mundo de laranja e inicia agora a colheita do café. Temos também a cana de açúcar. O campo, ‘o antes da porteira’, seguirá firme em sua produção”.

Para o especialista, a batalha do produtor agro de mercado interno é contra a guerra de desinformações e bloqueio de fluxos e estradas pelas cidades do Brasil. “O agronegócio é essencial, devendo manter todos os fornecedores atuando. Da mesma forma as cooperativas, que reúnem mais de um milhão de famílias produtoras e respondem por cerca da metade de toda a produção agropecuária”, opina.

Outro ponto a ser destacado é que a queda do preço do petróleo afeta a velocidade da adoção dos biocombustíveis, o que pode prejudicar produtos como o biodiesel e o etanol brasileiros. No entanto, o professor visualiza crescimento do cooperativismo e investimentos apoiando o empreendedorismo de produtores rurais, principalmente nos países em desenvolvimento e mais pobres.

“Vamos ver um fortalecimento da ciência e tecnologia, do antes da porteira, com suporte e apoio aos micros e pequenos produtores mundiais. A retomada do pós-porteira deve ocorrer em 2021”, opina.

Com a paralisação de indústrias chinesas e indianas, o Brasil pode sofrer problemas de acesso a insumos, visto que temos dependências de produtos químicos e fertilizantes para as lavouras.

Por outro lado, como o coronavírus nasceu em um mercado de alimentos com condições sanitárias ruins, o Brasil sai na frente por possuir rigorosos controles sanitários. Se provarmos isso ao mundo, o País pode aumentar o acesso à nossa produção.

“Da mesma forma, poderemos vender tecnologia, pois somos o único país no planeta que domina o conhecimento da produção de alimentos no cinturão tropical do globo. São grandes as oportunidades. O agroexportador tem ótimas perspectivas e precisa manter a cadeia estruturada funcionando, com os caminhoneiros trabalhando e os portos funcionando”, finaliza.

Fonte: FECAP
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Notícias

Em reunião virtual na Fiesp, ministra da Agricultura, Tereza Cristina, diz que abastecimento de alimentos está garantido

Por redação 10/04/2020
Escrito por redação

Paulo Skaf, presidente da Federação, defende liberação de linha de crédito para folha de pagamentos para empresas de todos os portes

Os efeitos do novo coronavírus no agronegócio foram o tema principal da reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) desta segunda-feira (6/4). O encontro, realizado por videoconferência, do qual participaram cerca de 250 pessoas, contou com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, abriu a reunião lembrando aos conselheiros que começa a valer hoje a linha de crédito aberta pelo governo para financiar a folha de pagamento de empresas que faturam entre R﹩ 360 mil e R﹩ 10 milhões por ano. “Nós já pedimos ao ministro da economia para que essa linha de financiamento se estenda a todas empresas”, disse Skaf. “Os bancos assumiram compromisso comigo de que já vão fazer esse repasse com recursos próprios antes mesmo do repasse do BNDES. Quem assumiu 85% desse risco foi o Tesouro Nacional, por essa razão haverá crédito sim.”

Tereza Cristina começou discorrendo sobre a necessidade de união e diálogo neste momento difícil e destacou que praticamente todas as medidas emergenciais já foram e tomadas para garantir o abastecimento de alimentos para a população. “Agora é preciso agir pontualmente. Isso é possível com todos os cuidados e profissionalismo que a agroindústria brasileira vem tendo com protocolos e cuidado de seus funcionários”, disse a ministra. “O agronegócio é importantíssimo porque a alimentação faz parte da saúde.”

Segundo a ministra, desde janeiro, quando o Ministério percebeu a gravidade da situação na China, foi montado um comitê de acompanhamento dos problemas externos e que poderiam surgir também no mercado interno. “Isso nos permitiu tomar algumas atitudes rápidas para que não houvesse interrupção do abastecimento, como a MP que o presidente baixou sobre os serviços essenciais”, explicou.

A questão do etanol, que vem sofrendo com a queda da demanda interna e problemas de disputa entre a Arábia Saudita e Rússia, também foi abordada pela ministra Teresa Cristina. Ela disse estar conversando com agentes do governo para viabilizar soluções para o setor sucroenergético. “Vocês são grandes empregadores. Acho que teremos rapidamente uma decisão sobre o que o governo vai fazer para diminuir as dificuldades que o setor passa, neste momento que a colheita começou”, disse.

A ministra também falou de outras cadeias produtivas. No caso da soja e do milho, a alta do dólar beneficia as exportações, mas encarece os insumos. Os hortifrúti, bem como a carne, estão sendo muito impactados porque há muita oferta. “O Ministério da Agricultura vem estudando todas essas cadeias produtivas para que a gente saiba onde atuar neste momento. Não tenho dúvidas de que teremos prejuízos, mas o setor agropecuário não será o mais afetado, como está sendo o comércio, turismo”, disse.

O Ministério da Agricultura está trabalhando também para postergar dívidas dos agricultores por 90 dias. “Estamos adiando as dívidas agrícolas do plano safra, crédito rural. O Ministério está finalizando isso nesta segunda-feira. Todos estão reclamando de liquidez, de capital de giro”, contou.

As relações internacionais também estão no radar do Ministério da Agricultura. Teresa Cristina contou que houve reuniões com todos os países vizinhos para harmonizar as ações de trânsito de cargas. “Continuamos trabalhando a parte internacional. Recebemos notícias de mercados que estão se abrindo, como o Egito, Marrocos, Singapura para em breve começarmos a exportar carnes. A balança comercial com a China e países continua positiva em relação ao último trimestre de 2019”, disse.

Teresa Cristina disse ainda que está trabalhando na retirada de burocracia para melhoria do ambiente de negócios neste momento. “Temos confiança de que vamos continuar cumprindo nossos contratos. Além disso, nós estamos estudando vários cenários do que pode acontecer no mundo pós coronavírus e gostaria da contribuição de todos para escrevermos um plano ‘pós guerra’”, finalizou.

Fonte: FIESP
10/04/2020 0 Comentários
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Notícias

Conab estima produção superior a 250 milhões de toneladas mesmo em período de pandemia

Por redação 09/04/2020
Escrito por redação

A pandemia de COVID-19 enfrentada pelo mundo não afetou o andamento da safra brasileira. Os agricultores seguem as atividades dentro da normalidade, com adoção dos cuidados recomendados pelo Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS), além de continuar com os tratos culturais, como adubação e aplicação de defensivos no período recomendado. Com isso, a estimativa brasileira da produção de grãos passou de 251,9 milhões de toneladas para 251,8 milhões de toneladas. A queda total foi de cerca de 100 mil toneladas, mantendo ainda níveis recordes de colheita, como indicado pelo 7º Levantamento da Safra divulgado nesta quinta-feira (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Este volume deve ser registrado em uma área total cultivada de 65,1 milhões de hectares. A soja e o milho são os produtos que impulsionam o bom resultado. A oleaginosa deve apresentar uma produção de 122,1 milhões de toneladas. O maior desempenho já registrado da cultura acontece mesmo com os problemas climáticos ocorridos no Sul do país, sobretudo no Rio Grande do Sul. Nas demais regiões, o clima favoreceu e, aliado ao crescimento na área de 2,7% em relação à última temporada, a soja segue como um dos principais produtos da safra.

Outro grão de destaque, o milho deve apresentar uma colheita de 101,9 milhões de toneladas. A maior parte deste volume é esperada na segunda safra do cereal, quando se estima uma produção de 75,4 milhões de toneladas. A área tende a crescer em 4,5% comparada com a safra anterior e pode atingir 13,5 milhões de hectares. Vale destacar, ainda, que o plantio do grão encontra-se em estágio avançado. Mato Grosso, principal estado produtor, já finalizou a semeadura do milho, juntamente com Goiás, Tocantins e Maranhão. Paraná, Mato Grosso do Sul e Piauí têm mais de 90% da área semeada.

Além de milho e soja, algodão, arroz, feijão e sorgo devem registrar incremento na produção, o que influencia positivamente no número final da safra brasileira. No caso do arroz, este aumento acompanha uma queda de plantio do grão em área sequeira. Mas este movimento é seguido também de uma maior proporção do cultivo da cultura em áreas irrigadas, que geram maiores produtividades. Aliado a isso, o contínuo investimento do rizicultor em tecnologias permite a manutenção da produção, ajustada ao consumo nacional.

O algodão também deve apresentar a maior produção já registrada na série histórica, com uma colheita estimada em 2,88 milhões de toneladas da pluma do grão, influenciada pelos grandes investimentos no setor e pela expansão de área cultivada, aliada às boas condições climáticas encontradas nas principais regiões produtoras.

Confira os números completos do 7º Levantamento – Safra 2019/20, publicado no Portal da Conab.

Fonte: Conab
09/04/2020 0 Comentários
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Notícias

MP do agro pode ser decisiva para modernização do mercado de crédito, diz SRB

Por redação 09/04/2020
Escrito por redação

Para entidade, texto sancionado nesta quarta-feira pelo Presidente da República equilibra escassez de linhas de financiamento e fomenta outros instrumentos de captação de recursos privados para o setor

São Paulo, 09 de abril – Sancionada nesta terça-feira, 07 de abril, pelo presidente Jair Bolsonaro, a Medida Provisória 897/19, conhecida como MP do Agro, representa para os produtores rurais um dos principais alicerces para a modernização do mercado de crédito, avalia a Sociedade Rural Brasileira (SRB). A entidade, que participou do grupo de trabalho que auxiliou o Ministério da Agricultura na elaboração do texto, vinha encarando a medida como fator decisivo para a sobrevivência do crédito rural no País. Isso porque, para a SRB, a dificuldade de acesso ao crédito e a escassez de linhas de financiamento têm se tornado fortes limitadores de competitividade para produtores rurais de todo País.

O texto da MP, que já havia sido aprovado no dia 04 de março pelo Senado, institui o Fundo Garantidor Solidário (FGS), fundo de garantia para operações de crédito rurais, e o Patrimônio Rural em Afetação, pelo qual o proprietário rural poderá submeter parte de seu imóvel rural para a garantia de uma dívida rural. Além disso, estabeleceu, acertadamente, que os bens e direitos integrantes do patrimônio rural em afetação não se comunicam com os demais bens do proprietário rural, como a CIR (Cédula Imobiliária Rural e a CPR (Cédula de Produto Rural). A MP também autoriza pessoas jurídicas – instituições financeiras, cooperativas ou trandings – com participação de capital estrangeiro a receberem imóveis rurais em garantia de suas operações.

Para a SRB, iniciativas como essa são extremamente necessárias em razão do alto risco da atividade. Além de estar sujeito às oscilações de mercado, o produtor rural fica à mercê das incontroláveis variações climáticas, o que pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma safra. “Isso sem entrar no mérito da insegurança jurídica e dos gargalos com infraestrutura que agregam altos custos com logística”, diz a presidente da entidade, Teresa Vendramini. “Por essas e outras razões o sistema de crédito deve ser justo e diferenciado, dando ao agricultor a possibilidade de investir em formação, tecnologia e gestão”, completa Teresa.

Para o diretor da entidade, Renato Junqueira, a expectativa é de que a MP passe a fomentar outros instrumentos de captação de recursos privados para atender o setor. “Temos players e investidores dispostos a aplicar capital no agro, mas não o faziam por falta de liberdade para operar e segurança jurídica insuficiente”, diz o diretor.

O objetivo agora, segundo a entidade, é criar as pré-condições básicas para a formação de um mercado de crédito privado apto a atender o setor e que permita ao Estado brasileiro racionalizar a alocação dos recursos orçamentários. “O setor demanda recursos financeiros em volume e custo adequados, que chegam até o produtor via mercados financeiro e de capitais. Assim como o agro, esses mercados também passam por intenso processo de evolução tecnológica”, conclui Junqueira.

Fonte: SRB
09/04/2020 0 Comentários
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Notícias

Mapa registra defensivos biológicos no combate a nematoides

Por redação 09/04/2020
Escrito por redação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou o registro de dois defensivos biológicos inéditos. Um dos produtos é à base de extrato de alho, que poderá ser usado para o controle de nematoides (pragas de solo que atacam as raízes das plantas), e o outro é o registro de Amblysuius tamatavensis, um ácaro que controla a mosca-branca, praga que ataca a batata, tomate e feijão, entre outras culturas.

O Ato n° 26, publicado no Diário Oficial da União, também traz o registro de outros 44 defensivos agrícolas genéricos, sendo que 17 utilizam agentes de controle biológico na sua formulação, contribuindo para o aumento da sustentabilidade da agricultura nacional. Em todo o ano passado, foram registrados 40 produtos biológicos.

Segundo o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Bruno Breitenbach, o objetivo é estimular o uso de produtos biológicos na agricultura orgânica e convencional, aumentando o número de produtos registrados contendo microrganismos já presentes na natureza. Oito desses produtos registrados poderão ser utilizados em sistemas de cultivos orgânicos. “Vale lembrar que esses agentes biológicos são totalmente inofensivos aos seres humanos e controlam naturalmente as pragas das lavouras brasileiras. São produtos extremamente amigáveis ao meio ambiente e acreditamos que o ano de 2020 poderá ser marcado pela quantidade de produtos biológicos tornados disponíveis à agricultura brasileira”, explica.

 

Genéricos

O registro de defensivos genéricos é importante para diminuir a concentração do mercado e aumentar a concorrência. “Isso acaba resultando em um comércio mais justo e em menores custos de produção para a agricultura brasileira”, ressalta Breitenbach. A maioria dos ingredientes ativos presentes nos defensivos agrícolas registrados hoje têm uso registrado nos Estados Unidos, na Austrália e em países da Europa.

Os produtos que tiveram o registro publicado foram analisados e aprovados pelo Ministério da Agricultura, pelo Ibama e pela Anvisa, de acordo com critérios científicos e alinhados às melhores práticas internacionais.

Leia na íntegra: https://bit.ly/3e3Ghee

 

Fonte: Climatempo
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