domingo, novembro 8, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
domingo, novembro 8, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Congresso aprova crédito suplementar que garante recursos para o Plano Safra

Por Daniel Santos 12/06/2019
Escrito por Daniel Santos

O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (11), em sessão conjunta, o projeto de crédito suplementar em que o Executivo pede autorização para quitar, por meio de operações de crédito, despesas correntes de R$ 248,9 bilhões (PLN 4/19). O texto foi aprovado por unanimidade pela Câmara dos Deputados e pelo Senado e vai à sanção presidencial. 

Com a aprovação da proposta, ficam garantidos os R$ 10 bilhões previstos para a equalização dos financiamentos do Plano Safra 2019/2020, que será anunciado na semana que vem.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) acompanhou a sessão do Congresso que aprovou o PLN 4 e se reuniu mais cedo com a Frente Parlamentar da Agropecuária para pedir a aprovação do projeto. Segundo ela, o Plano Safra previsto para 2019/2020 irá oferecer novas ferramentas de acesso ao crédito para médios e grandes produtores.

O relatório do deputado Hildo Rocha (MDB-MA) promoveu ajuste para elevar em R$ 80 milhões o repasse ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), cancelando igual montante em subvenções.

Fonte: Ministério da Agricultura, com informações da Agência Câmara

12/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Case IH inaugura concessionária e reforça presença no Rio Grande do Sul

Por Daniel Santos 10/06/2019
Escrito por Daniel Santos

A presença da Case IH, marca da CNH Industrial, cresce a cada dia no Sul do País. Neste mês, a marca inaugura mais uma concessionária no Rio Grande do Sul. A Comercial Tratorpeças Mário irá atender aos produtores da região de Capivari do Sul, que se destaca na produção de grãos.

Com a produção de cerca de 16 mil hectares de arroz, Capivari do Sul colabora para que o Rio Grande do Sul seja o principal estado produtor de rizicultura do País. “Sabemos do potencial agrícola de Capivari do Sul e, por isso, trouxemos uma concessionária da Case IH para atender a região, com máquinas projetadas para trabalharem na cultura de arroz e em outros segmentos. A cidade também é forte na produção de soja e outros grãos”, destaca Fábio Silva, coordenador de Desenvolvimento de Concessionárias da Case IH no Brasil.

A Case IH oferece um portfólio completo de máquinas para trabalharem na cultura de grãos. Exemplo disso são os sete modelos de colheitadeiras de grãos, que, além da opção tradicional com pneus, todos estão disponíveis também na versão 4×4 e alguns deles têm opção com esteiras de borracha. A empresa também oferece três opções de colheitadeiras arrozeiras, que foram projetadas para performar e resistir nas condições extremas do arroz. Os modelos 5130, 6130 e 7130 das colheitadeiras Axial-Flow da Série 130 têm chassi largo e têm a opção arrozeira.

Além das colheitadeiras de grãos, a Case IH também oferece colhedoras de cana e café, além de tratores de todas as potências, pulverizadores autopropelidos e plantadeiras. E para garantir a performance e durabilidade dos equipamentos agrícolas, o pós-venda da Case IH, disponibiliza o seu pacote de Soluções Avançadas.

Criado para potencializar as soluções e produtos da marca, o conjunto inclui portfólio completo com peças e serviços, assistência técnica, suporte e treinamento em produtos e serviços essenciais ao produtor agrícola. Entre os destaques estão: as peças genuínas para utilizar em qualquer equipamento da frota; os itens da linha NEXPRO, ideais para manter a performance durante todo o ciclo de vida dos equipamentos, mesmo os mais antigos e fora do período de garantia e; as opções de Plano de Manutenção preventiva e corretiva da marca.

A integração e sinergia entre fábrica e concessionário oferecem também o Max Case IH, programa que propõe a disponibilidade dos equipamentos em menor tempo possível, evitando impactos em produtividade devido ao tempo de máquina parada.

Fonte: Case IH

10/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Manutenção

Cumprimento de normas evita acidentes com maquinário

Por Daniel Santos 10/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Joel S. Alves *

As máquinas cada vez mais substituem os esforços antes realizados pelo ser humano, realizando serviços mais rápidos e eficientes. Porém, há um distanciamento entre o operador da máquina e a noção de força e peso para execução dos serviços. Dificilmente um operador saberá quantas toneladas de terra movimentou no final de um dia de serviço, ou toras de madeira, ou outros materiais. Mas o esforço foi realizado pelos conjuntos mecânicos da máquina, e tais conjuntos encontram-se bem próximos do operador. Assim, tudo que foi produzido exigiu grande esforço da máquina. É simples: para movimentar toneladas de peso também foram produzidas toneladas de força. E toda esta disputa de forças entre máquina e serviços passa pelo operador. É ele quem centraliza e determina o que deve ser feito. Portanto, situações de riscos ocorrem. Será que foram detectadas? Ou reconhecidas?

[private]

Um operador treinado e capacitado necessita de excelente coordenação motora, rapidez nos reflexos e decisões corretas para que o rendimento técnico operacional tenha o resultado esperado. Contudo, um aspecto vem escapando do controle destes resultados: o alto índice de acidentes envolvendo máquinas veiculares e tratores. Mais do que nunca a Segurança passa a ser uma necessidade prioritária. Nosso País possui um verdadeiro exército de pessoas mutiladas vítimas de acidentes no trabalho. Os dados registram mais de 700 mil acidentes anuais. Isso envergonha todos nós cidadãos. Urge algo a ser feito, e as autoridades passam a elaborar leis mais rigorosas. O Ministério do Trabalho alterou e ampliou a legislação referente à segurança do trabalho, que são as NRs (Normas Regulamentadoras) e máquinas e tratores estão sujeitos a três normas: a NR-11, NR-12, e NR-31 e mais normas específicas para cada tipo de serviço.

NR-11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais.
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.
NR-31 – Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura.

Somando todos os itens previstos nestas três normas temos um complexo de procedimentos a serem adotados para operação de máquinas, que torna os serviços a serem executados bem mais cautelosos. As próprias máquinas necessitam de vários dispositivos de segurança que viabilizem bloqueios em caso de riscos.

O maquinário de fabricação mais recente (de 2012 em diante) já deve cumprir tais exigências, mas as anteriores foram estabelecidos prazos para adequações. O problema é que não há como fiscalizar tão grande número de equipamentos em serviços. Quanto ao ser humano, operador de máquinas? As normas preveem treinamentos e atualizações permanentes e uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individuais), mas também há o problema da fiscalização. Tudo isso faz surgir um ambiente bastante tumultuado entre empresas prestadoras de serviços agrícolas, construção civil e rodoviária, e proprietário de máquinas, e ainda os agentes de segurança do trabalho. É nesse emaranhado de situações que o operador de máquinas deve exercer sua atividade. De fato, fica bastante complicado. Mas, sempre tem um “mas”. Vivemos um período de acomodações de todos os interesses em jogo, e de qualquer forma, todos nós concordamos que os acidentes devem diminuir.

Educar para prevenir
Como integrante da área instrucional, convivo diariamente com estas situações, e não vejo outra saída senão o treinamento adequado e bem orientado. É claro que o processo ensino-aprendizagem é lento. O resultado não aparece no dia seguinte. Faz parte de todo um complexo individual que se modifica de pessoa para pessoa, onde entram valores culturais, éticos e da própria formação de cada um. Aqui, aproveito para destacar algo intrínseco na nossa cultura: quem de nós foi educado, desde pequeno, na família e na escola, para os aspectos de segurança? Até o contrário, falar em segurança, principalmente quando se trata de veículos automotores, é motivo de chacota e deixa revelar medo ou covardia. Sempre associamos operação de veículos e máquinas aos sentimentos de emoção, no dizer da juventude: tem que ter adrenalina. A razão fica esquecida, e daí para o acidente é um passo.

Então, o que fazer? Vejo da seguinte maneira: amplas campanhas de divulgação dos riscos que máquinas e veículos apresentam treinamento técnico-operacional e de segurança, e por fim, um processo educacional mais adequado e voltado para prevenção de acidentes junto ao ensino formal fundamental e médio.

Como instrutor de treinamento técnico-operacional faço questão de destacar esse aspecto: a importância de que o operador tenha um amplo conhecimento do funcionamento da máquina que opera. Essa tem sido uma das grandes dificuldades encontradas nos treinamentos. Conhecer os conjuntos mecânicos e o seu funcionamento traz para o operador um conhecimento adicional e, consequentemente, saberá agir com mais segurança, identificando os limites operacionais da máquina e situações que possam oferecer riscos de acidentes. Quanto mais se conhece o equipamento, mais racional será a operação, mais eficiência e segurança, e mais vida útil para máquina; então todos saem ganhando. Conhecer e entender o funcionamento do motor, da transmissão, dos sistemas de freio e de direção, dos sistemas hidráulicos e pneumáticos, faz parte de um operador capacitado para a função. As NRs preconizam tais aspectos, tanto que a inspeção diária da máquina é procedimento obrigatório, inclusive deve haver uma ficha para o operador verificar itens de procedimentos e assinar se estiver correto. É claro que, para realizar uma inspeção correta, é necessário conhecer o equipamento, e esta tem sido uma das grandes deficiências encontradas. Mais do que nunca este conhecimento é o diferenciador na prevenção, pois um grande número de acidentes (talvez a maioria) estão associados a tais itens, como por exemplo: a verificação do nível dos fluídos do motor, transmissão, e hidráulico. Temos aí líquido de arrefecimento, óleos lubrificantes, óleo hidráulico, e outros, dependendo da máquina. Quem executa corretamente tal procedimento? Quantos acidentes são causados por falha destes fluídos? São indagações que perturbam a muitos depois do acidente consumado. Portanto, procedimentos simples, mas que envolvem conhecimento e responsabilidade, poderiam contribuir significativamente para reduzir os acidentes.

Conhecer não é decorar procedimentos para cumprir normas e preencher documentos. O conhecimento deve desencadear ações concretas no dia a dia do operador, para que execute suas tarefas de forma segura e eficiente. Portanto, é uma tomada de decisão consciente para trabalhar com segurança. Temos um longo caminho a percorrer, porém indispensável para que estes altos índices de acidentes de trabalho façam parte do passado desta nação. Valores culturais, ainda muito arraigados, devem ser mudados. Esta mudança de comportamento passa pelo treinamento e, acima de tudo, pelo hábito da leitura. Quem lê o manual da máquina antes de operá-la? E, pior ainda, se alguém se aventura a tal situação, provavelmente será mal visto, pois não faltará alguém para criticar e até perguntar: não conhece a máquina? De fato há muito a mudar.

Rotações por minuto do motor
Um dos principais fatores que contribuem para muitos acidentes é a questão de operar a máquina com o giro do motor acima do recomendado, ou seja a RPM (Rotações Por Minuto do motor) fora da faixa de torque adequada para o tipo de serviço. Muitos operadores trabalham sistematicamente acima do giro correto, talvez por entenderem que produz mais, ou quem sabe, por um hábito histórico de ouvir o ronco do motor – um termo muito popular entre operadores e bem sugestivo é: dê-lhe máquina e cano cheio. Este procedimento, além de aumentar o consumo de combustível e lubrificante, oferece um risco adicional muito grande, pois diante de qualquer um imprevisto ou situação um pouco diferente da rotina, levará a um acidente de proporções significativas pela perda do controle operacional da máquina. E, será que por trabalhar com o motor acima da faixa de torque recomendada, produziu mais? Afirmo categoricamente que não, pois o pouco que foi produzido a mais – se é que houve – não compensou o desgaste dos componentes e aumento no consumo de combustível e lubrificante.

Ainda, quanto a operacionalidade da máquina, outro procedimento que tem levado a muitos acidentes é o uso incorreto dos comandos: tanto de dirigibilidade como os comando para execução dos serviços. Aqui, soma-se o aspecto emocional – a adrenalina que citamos anteriormente. Muitos confundem eficiência com rapidez e realizam os serviços com manobras bruscas e desnecessárias – numa linguagem específica – manobras radicais. Exemplificando: na execução de uma tarefa que poderia deslocar a máquina em linha reta, se faz um zigue zague, criando um “efeito especial” na operação.

Outro procedimento de risco, é quanto aos comandos, e estão relacionados ao abuso e exageros nos procedimentos, principalmente movimentos rápidos e bruscos. Em geral estes comandos são acionamentos hidráulicos ou hidropneumáticos. O operador, ao proceder o acionamento, é quem determina o ritmo do movimento, seja uma lança ou um braço, caçamba ou torre de acionamento; ou simplesmente subir ou baixar um implemento. Assim, pode executar de forma rápida e brusca ou e forma continua e suave, sem trancos e solavancos. Aqui, mais uma vez, percebe-se os aspectos culturais e emotivos, pois ao realizar procedimentos truculentos e bruscos, aparentemente deixa transparecer virilidade e serviços de robustez, o que não é verdade, pois poderia ser realizado o mesmo serviço com procedimentos suaves e contínuos, sem necessidades dos chamados trancaços na operação. Talvez, haja mais espetáculo em tais procedimentos. Agora, o pior de tudo: muito mais acidentes. Evidente que operar uma máquina não significa procedimento padronizado, se assim fosse então, poderíamos substituir o ser humano por um robô. Há os que preconizam tal fato, espero não se concretizar, pois de qualquer forma os acidentes continuariam, e não faltam exemplos de casos onde a robotização está chegando e acidentes até de maiores proporções. Operadores treinados, trabalhando com motor na faixa de torque correta, executando os comando de forma constante e suave, observando tudo que acontece na máquina, no implemento e a sua volta, é tudo que se espera de um profissional seguro e eficiente para um trabalho útil para todos. Não são pessoas robotizadas e sim pessoas capazes e com conhecimento necessário para em cada momento, ou em situações de emergências, serem capazes de tomadas de decisões corretas.

Mudanças comportamentais não acontecem da noite para o dia, mas devem ser implementadas o mais rápido possível, pois é o caminho mais seguro e eficiente. As leis e normas atualmente vigentes são excelentes, o que falta é o seu cumprimento e, se não houver um processo educacional eficiente, cairão no esquecimento e os acidentes ainda permanecerão manchando nossas famílias. Todos que, de uma forma ou de outra, se envolvem com máquinas, desde o processo industrial, passando pelas autoridades constituídas, técnicos de segurança, empresas e educadores devem dar sua parcela de contribuição. A sociedade exige de todos nós atitudes concretas para um mundo melhor e sem acidentes. Um sonho? Não. Uma meta a ser atingida. E afirmamos categoricamente: isto é possível, sim.

Joel S. Alves é instrutor nas áreas de Operação e Manutenção de Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviários *

[/private]

10/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Plano Safra está pronto, mas depende do Congresso, diz ministra

Por Daniel Santos 10/06/2019
Escrito por Daniel Santos

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse, nesta segunda-feira (10/6), que o Plano Agrícola e Pecuário para safra 2019/2020 está pronto para ser anunciado. Mas depende da aprovação do projeto que permite ao governo contrair o crédito que garanta a equalização das taxas.

“Estou muito confiante de que a CMO (Comissão Mista de Orçamento) deve se reunir para aprovar e tem que se fazer uma sessão de Congresso que não deve ser amanhã (11/6), mas na quarta-feira (12/6). A gente está acompanhado de perto, mas é fundamental que se vote isso”, disse.

A expectativa do governo era anunciar o Plano Safra na quarta-feira (12/6). Mas o Congresso adiou a reunião para discutir o PLN 4/2019, que permite ao governo descumprir a chamada “regra de ouro” contrair crédito suplementar para despesas de diversas finalidades, como programas sociais e a equalização de juros no crédito para o agronegócio.

- Plano Safra está pronto, mas depende do Congresso, diz ministra

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que o Plano Agrícola e Pecuário para safra 2019/2020 está pronto para ser anunciado (Foto: Guilherme Martimon/MAPA)

Assim que a gente receber a sinalização de que o Congresso votou, é só uma questão de agenda para fazer o lançamento, mas ele já começa a acontecer”, garantiu a ministra.

Segundo ela, caso o PLN 4 não seja aprovado, o financiamento para o agronegócio ficará restrito às taxas de mercado, mais elevadas. Questionada sobre o Plano Safra ser anunciado em duas partes – uma com o montante de crédito livre e outra com o crédito direcionado – Tereza Cristina admitiu que essa ideia está sendo discutida. Disse, no entanto, que é um “Plano B” e não trabalha com essa possibilidade.

Certo é, segundo a ministra, que o plano não será como o desejado. “Não será o plano que a gente desejava, maior do que o do ano passado. Será mais ou menos do mesmo tamanho. Deve ter algumas modificações de taxas de juros, aumenta um pouquinho em um programa, diminui no outro”, afirmou.

A ministra destacou ainda que o novo plano terá “novas ferramentas” para os médios e grandes produtores, que tem mais facilidade de ir ao mercado tomar crédito. E garantiu, que o pequeno estará totalmente protegido. Mas não detalhou quais seriam essas ferramentas nem como o governo está planejando essa proteção ao produtor de menor porte.

Ataques
Tereza Cristina conversou com a imprensa após sua participação na abertura do evento One Agro, promovido pela Syngenta, em Campinas (SP). Em pronunciamento, a ministra rebateu críticas ao setor do agronegócio e defendeu que o setor precisa trabalhar unido para vencer o que chamou de guerra da comunicação.

“Tem 98% das coisas que nos fazemos que são boas, mas só levam esses 2% que, muitas vezes, não estão vinculados conosco. Toda vez que o Brasil precisou contar com o agronegócio, o setor esteve presente”, disse ela, no discurso.

Na avaliação da ministra, o agronegócio brasileiro vem sofrendo ataques infundados e não pode ser criminalizado. Lembrou que a produção agrícola do país aumentou 386% nos últimos 40 anos, com um crescimento de apenas 33% da área plantada no período. E a pecuária diminuiu a área.

“Eu acho que, no agronegócio, o Brasil caminha muito bem. Eu não posso entender porque denegrir a imagem de um setor que dá emprego, que cada vez usa mais tecnologia, tem mais preocupação com a sustentabilidade. Será que precisamos bater no agro desse jeito? Cidades também poluem”, disse.

Na avaliação da ministra, a agropecuária brasileira vem produzindo com cada vez mais qualidade, tecnologia e provando que sustentabilidade pode andar ao lado da produtividade. O país já é uma potência agrícola e pode se manter assim, ao mesmo tempo em que pode se tornar uma potência ambiental.

“O Brasil que funciona, hoje, está no nosso segmento. Gostaria que outros setores se juntasse ao nosso, mas, hoje, o que funciona e está dando resultados é o agronegócio”, disse ela.

Fonte: Globo Rural

10/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Digital Agro debate impactos e tendências da transformação digital no agronegócio

Por Daniel Santos 10/06/2019
Escrito por Daniel Santos

A Digital Agro, que deve reunir cerca de sete mil pessoas no Parque de Exposições da Frísia, em Carambeí (PR), levará ao público palestras que debaterão as tendências digitais do agronegócio e temas como Smart Farming, Internet das Coisas e os impactos da transformação digital no agronegócio. O evento ocorre entre os dias 11 e 13 de junho.

Durante o painel “Smart Farming: aplicações e efetividade das tecnologias”, que será realizado no primeiro dia do evento, o fundador da Hypercubes, Fábio Teixeira, falará sobre o uso de imagens hiperespectrais, tecnologia utilizada na sua plataforma e que, com a ajuda de satélites e sensores especiais, identifica alterações moleculares em uma plantação e monitora com precisão o solo da propriedade.

Em seguida, Ole Green falará sobre as tarefas que serão realizadas por robôs e as consequentes mudanças na agricultura durante a palestra “Robótica e implementos inteligentes na agricultura arável”. Green é professor do Departamento de Agroecologia da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e fundador e CEO da Agrointelli, empresa focada na sustentabilidade da agricultura arável.

No início da tarde, Daoud Urdu, que é pesquisador de Gestão da Informação na Universidade de Wageningen, na Holanda, abre o painel “Internet das Coisas: desafios e oportunidades”, falando sobre o desenvolvimento de Internet das Coisas para o agronegócio na Europa. Fechando a programação de palestras do primeiro dia, o gerente de Desenvolvimento de Negócios em Agronegócio Inteligente no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Fabrício Lira, fala sobre os desafios para a transformação digital no agronegócio brasileiro.

Ainda no tema sustentabilidade, a chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, Lucíola Magalhães, apresentará o Projeto Carponis: um satélite brasileiro de alta resolução operado pela Embrapa, cujas imagens são aplicadas nos estudos da produção de alimentos, fibras e energia no Brasil.

Fechando a programação do evento, o painel “Plataformas digitais: integração e sincronização de dados”, traz o professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (UPS), Antônio Mauro Saraiva, para falar sobre agricultura de precisão. Em seguida, o diretor de marketing da John Deere, Cristiano Correia, ministra a palestra “Digital conduzindo decisões”, que vai debater temas como agricultura digital, conectividade e inovação no sistema de produção agrícola.

Haverá ainda palestras técnicas em miniauditórios. A terceira edição da Digital Agro conta com mais de 40 expositores e treinamentos especializados.

Veja a programação completa do evento no site: www.digitalagro.com.br

10/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Trator adaptado leva agricultor cadeirante de volta à lavoura

Por Daniel Santos 04/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Entender as necessidades dos agricultores é uma das premissas de atuação da Massey Ferguson, compartilhada por seus concessionários em todo o país. Um bom exemplo dessa dedicação ao cliente é o trabalho desenvolvido pela MM Sperandio, autorizada da marca em São Miguel do Oeste (SC), para adaptar um trator especialmente para Nedis Márcio Soethe.

O produtor rural é cliente da concessionária há mais de 15 anos e já teve diversos equipamentos Massey Ferguson. Há cinco anos, um acidente o deixou paraplégico, impedindo seu trabalho na propriedade em Descanso (SC), onde planta fumo, milho e soja.

Assim que a nova linha de tratores MF 4700 chegou, a MM Sperandio entrou em contato com Soethe para oferecer o modelo MF 4707, com transmissão Power Shuttle, que foi adaptado para permitir que a frenagem seja feita nas mãos. “Agora, posso ajudar meu filho na lavoura e estar em ação. É bom para mim mesmo, pois melhorou minha autoestima poder voltar à ativa”, afirma o produtor.

A modificação do sistema de freios, que agora é acionado por meio de uma alavanca, foi realizada na oficina da MM Sperandio, que há 50 anos é concessionária Massey Ferguson. “Estamos sempre em contato com nossos clientes e identificamos uma oportunidade de contribuir para que o senhor Soethe pudesse voltar a fazer o que gosta. É extremamente gratificante ajudar o agricultor com soluções para que não só possa produzir mais e melhor, como lhe proporcionar satisfação e bem-estar”, afirma Marcos Henrique Schakofski, gerente de Vendas da autorizada.

O trator MF 4707 (79 cv) cabinado foi adquirido por meio do Mais Alimentos, programa de financiamento a agricultores e produtores rurais para investimentos em sua estrutura de produção e de serviços. Evolução da prestigiada família de tratores MF 4200, a série MF 4700 tem a maior capacidade de levante e vazão da categoria, além de maior escalonamento de marchas de trabalho do mercado (24 marchas de frente e ré) com a opção de contar com um supercreeper, garantindo mais versatilidade no trabalho.

“Os novos tratores foram desenvolvidos especialmente para oferecer maior versatilidade no trabalho do campo, contribuindo para a produtividade do agricultor em seus desafios diários. São modelos com tecnologia, fáceis de manejar e que oferecem ótimo rendimento nas operações”, afirma Eder Pinheiro, coordenador de Marketing do Produto Tratores da Massey Ferguson.

- Trator adaptado leva agricultor cadeirante de volta à lavoura
Nedis Márcio Soethe vou aos trabalhos no campo após ter ficado paraplégico em um acidente há cinco anos | Foto:Gisele Petry/Agência Polo

Fonte: AGCO

04/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Cooperativas gaúchas debatem tecnologia e tendências de mercado

Por Daniel Santos 03/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Será nos dias 5, 6 e 7 de junho. A recém-criada Rede Técnica Cooperativa (RTC) promove em Gramado, Rio Grande do Sul, a 1ª Jornada Rede Técnica Cooperativa, com palestras que darão foco nos avanços tecnológicos e nas tendências dos mercados da área de atuação das cooperativas agropecuárias.

Entre os nomes que participarão dos debates estão o pesquisador da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessôa e o professor da Esalq/USP Paulo Sentelhas. Uma das apresentações mais esperadas é do executivo da IBM, empresa norte-americana gigante na área de tecnologia, Guilherme Novaes Procópio de Araújo. Ele, que tem 14 anos de experiência, vai falar da tão comentada e propalada agricultura 4.0, que exige conectividade para gerar mais produtividade.

Segundo o coordenador de pesquisa da Rede Técnica Cooperativa, Geomar Corassa, o objetivo é reunir as direções, departamentos técnicos e produtores cooperados para debater assuntos essenciais que assegurem desempenho inovador de mercado e ajudem a trilhar o futuro do movimento cooperativista.

“A rede surge em um momento de amadurecimento e onde a troca de informação é essencial. Afinal, vivemos em um mundo onde as pessoas estão conectadas e o compartilhamento de informações, além de democratizar o conhecimento, eleva a acurácia dos dados coletados”, argumenta.  Pensando nisso, a composição da programação do evento levou em conta os desafios e serem enfrentados nos próximos anos em diferentes áreas, como clima, biotecnologia, inovação tecnológica e mercado.

Participam do debate produtores ligados às 32 cooperativas do Rio Grande do Sul.
Informações: www.jornadartc.com.br

Fonte: Globo Rural

 

03/06/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Prometeon lança novos pneus para a linha radial agrícola

Por Daniel Santos 30/05/2019
Escrito por Daniel Santos

A Prometeo, empresa que produz e comercializa pneus para Caminhão, Ônibus, Tratores e Máquinas de Construção e Mineração com a marca Pirelli lançou recentemente os novos produtos das linhas radiais agrícolas. São 15 modelos ao todo, com destaque nas séries PHP e PDR.

Os pneus radiais PHP, 100% fabricados no Brasil, são utilizados em pulverizadores e colheitadeiras mais modernas. Eles possuem alta capacidade de carga, já que contam com compostos inovadores. Por terem estrutura radial, contam com melhor distribuição de peso, o que diminui a compactação do solo. Tudo isso é revertido em maior durabilidade e desempenho em diversas condições de uso, maximizando o investimento do produtor.

- Prometeon lança novos pneus para a linha radial agrícola

Além da linha PHP, os pneus PDR:22 também são alguns dos destaques da empresas. Eles são foram desenvolvidos especificamente para o segmento de tratores de média e alta potência, que atuam em solos alagadiços. Ele conferem maior tração, durabilidade e conforto.

Fonte: Prometeon do Brasil/Assessoria

30/05/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
ColunaNotícias

Técnica utiliza gás ozônio para melhorar a qualidade e segurança do milho

Por Daniel Santos 28/05/2019
Escrito por Daniel Santos

Pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) validaram uma tecnologia pós-colheita que reduz fungos e micotoxinas em grãos de milho com a aplicação do gás ozônio. A técnica não afeta a qualidade química, tecnológica e sensorial dos alimentos, com a vantagem de ser de implantação imediata pelo setor produtivo em linha industrial. A tecnologia limpa e sustentável também não agride o meio ambiente, e pode ser utilizada em silos de armazenamento de cereais e de outros tipos de alimentos, inclusive orgânicos. O resultado é a redução da carga microbiana e o aumento da vida útil dos alimentos. Derivada de mais de 20 anos de pesquisa, a tecnologia é simples e fácil de ser aplicada, podendo ser utilizada na descontaminação de vários tipos de grãos e castanhas.

O ozônio é reconhecido como substância segura para aplicação como sanitizante em alimentos pela Food and Drug Administration (FDA), órgão de vigilância sanitária dos Estados Unidos. Nos últimos anos, houve um crescente interesse na aplicação desse elemento no processamento de alimentos, devido à sua eficácia em baixas concentrações, pouco tempo de contato e sua decomposição em subprodutos não tóxicos.

Entra o ozônio, sai o cloro
Sua utilização na sanitização dos alimentos representa uma alternativa ao tradicional tratamento à base de cloro. “O ozônio possui alto poder de oxidação, pode ser aplicado na forma gasosa ou em solução aquosa e é de fácil obtenção pelo baixo custo de produção. Quando utilizado em alimentos, altera pouco as características químicas e sensoriais, por isso é uma alternativa vantajosa para a indústria de alimentos”, detalha o pesquisador da Embrapa Otniel Freitas, líder do projeto que avaliou o uso de ozônio na descontaminação de grãos.

O uso de tratamentos físicos, químicos ou biológicos na tentativa de remoção ou destruição das micotoxinas em grãos tem resultado, na maioria dos casos, na inviabilização do alimento para consumo. Ao contrário desses métodos, a tecnologia desenvolvida na Embrapa consiste no tratamento para descontaminação de fungos e de micotoxinas em grãos de milho utilizando ozônio gasoso. A aplicação de ozônio realiza a descontaminação microbiológica e a degradação de resíduos e contaminantes, pois arrebenta instantaneamente as paredes celulares dos microrganismos. “Quimicamente, o ozônio quebra as duplas ligações da molécula de oxigênio e neutraliza os efeitos tóxicos decorrentes dessa reação, desagregando e provocando uma mudança estrutural na molécula do agente nocivo”, explica Freitas.

A aplicação de ozônio em alimentos
Na pesquisa liderada pelos pesquisadores da Embrapa foram avaliados os efeitos de diferentes condições de ozonização gasosa e aquosa na redução de fungos e micotoxinas em milho. A ozonização gasosa apresentou reduções de até 57% nos níveis de aflatoxinas (B1, B2, G1 e G2) e redução na contagem de fungos totais. A tecnologia é simples, fácil de ser aplicada, derivada de muito conhecimento agregado nas últimas décadas e pesquisa de ponta, podendo ser utilizada na descontaminação de vários grãos como milho e arroz, ou mesmo de algumas sementes oleaginosas como a castanha-do-brasil.


Risco à saúde e barreira comercial
Risco à saúde e barreira comercialevido ao potencial risco à saúde humana pela sua toxicidade, os níveis de aflatoxinas e de outras micotoxinas passaram a ser monitorados por um número crescente de países, que passaram a regulamentar seus limites máximos permitidos em diversos produtos de alimentos e rações. Especialmente no Brasil, a presença de micotoxinas é uma complicação recorrente nos complexos agroindustriais de armazenamento de grãos, representando um grave problema de qualidade e segurança dos alimentos. Sua ocorrência é controlada por legislação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o Sistema de Alerta Rápido para Alimentação Humana e Animal (RASFF) da União Europeia, as micotoxinas integram a categoria de perigo com o maior número de notificações em alimentos. Os produtos agrícolas brasileiros vêm enfrentando barreiras técnicas no exterior por apresentarem micotoxinas acima dos limites máximos estabelecidos.

evido ao potencial risco à saúde humana pela sua toxicidade, os níveis de aflatoxinas e de outras micotoxinas passaram a ser monitorados por um número crescente de países, que passaram a regulamentar seus limites máximos permitidos em diversos produtos de alimentos e rações. Especialmente no Brasil, a presença de micotoxinas é uma complicação recorrente nos complexos agroindustriais de armazenamento de grãos, representando um grave problema de qualidade e segurança dos alimentos. Sua ocorrência é controlada por legislação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o Sistema de Alerta Rápido para Alimentação Humana e Animal (RASFF) da União Europeia, as micotoxinas integram a categoria de perigo com o maior número de notificações em alimentos. Os produtos agrícolas brasileiros vêm enfrentando barreiras técnicas no exterior por apresentarem micotoxinas acima dos limites máximos estabelecidos.

Para os grãos de milho, os resultados obtidos demonstraram que a ozonização gasosa é uma tecnologia eficaz para reduzir a contaminação por micotoxinas. “Os tratamentos de ozonização mais drásticos, ou seja, aqueles com maior concentração de ozônio, maior tempo de exposição e menor massa de grãos, apresentaram melhores resultados na redução de contaminação por aflatoxinas totais, alcançando valores próximos a 45%”, revela Yuri Porto, que desenvolveu a pesquisa para seu mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) sob orientação dos pesquisador da Embrapa José Ascheri e Otniel Freitas. Contudo, Freitas frisa a necessidade de adotar corretamente os procedimentos de segurança para aplicação adequada do ozônio a fim de evitar danos aos operadores/analistas e também ao meio ambiente. “Há de se manter uma estrutura física segura capaz de monitorar e controlar a emissão de gases para evitar superexposição ao gás ozônio. Os empregados devem utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) como: máscaras, jalecos, botas e luvas apropriadas”, recomenda o pesquisador.

Diagnóstico da contaminação do milho por micotoxinas
Após tratamento por ozonização em milho, para avaliação dos efeitos sobre as concentrações de micotoxinas, as amostras foram analisadas a partir de um método multianalítico desenvolvido pela equipe do Laboratório de Resíduos e Contaminantes da Embrapa Agroindústria de Alimentos. Essa abordagem de análise múltipla determina simultanemente treze micotoxinas em milho como aflatoxinas, fumonisinas, ocratoxinas e outras micotoxinas de Fusarium por cromatografia líquida de ultraeficiência acoplada à espectrometria de massas sequencial (CLUE-EM/EM). Essas toxinas são contaminantes de alimentos que causam danos à saúde dos consumidores e ainda são os principais entraves (barreiras técnicas) para os produtos agrícolas brasileiros no exterior.

“O desenvolvimento e o aperfeiçoamento de métodos analíticos para a determinação de micotoxinas em alimentos devem ser constantes, a fim de adequá-los às exigências das análises de rotina, e principalmente para atender aos restritivos limites máximos tolerados (LMT) nas regulamentações para controle dessas toxinas”, afirma Izabela Castro, pesquisadora da Embrapa líder da equipe do Laboratório de Resíduos e Contaminantes, formado pelas analistas Marianna dos Anjos e Alessandra Teixeira.

- Técnica utiliza gás ozônio para melhorar a qualidade e segurança do milho
Foto: Divulgação Embrapa

O método desenvolvido pela Embrapa se mostrou mais preciso, mais seguro e avalia uma gama de micotoxinas de uma única vez, ao contrário da opção disponível no mercado. Pode ser utilizado para avaliar o nível de descontaminação de milho após a ozonização. A aplicação de ozônio com equipamentos chamados ozonizadores popularizou seu uso no campo da ciência e tecnologia de alimentos. Atualmente, as principais aplicações são como sanitizante no processamento de frutas e vegetais frescos, peixes, queijos, sucos e cereais.


Contaminação em milho
Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias do Milho, esse cereal é considerado uma das principais culturas do País. Em 2017, foram produzidas cerca de 87 milhões de toneladas de grãos, terceiro lugar no ranking mundial. Segundo o pesquisador Jamilton Pereira dos Santos, da Embrapa Milho e Sorgo (MG), o milho é uma das culturas mais amplamente difundidas e cultivadas no Brasil, pois se adapta a diferentes ecossistemas. Em todo o território nacional, cerca de 12 milhões de hectares respondem por aproximadamente 98% da produção nacional, em áreas concentrada nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
As estratégias de mitigação das micotoxinas em milho e outros grãos são baseadas na prevenção no campo, com uso de boas práticas agrícolas e cultivo de variedades resistentes. Na pós-colheita, dependendo das condições de armazenamento e das variações de umidade e temperatura, há uma proliferação de fungos e das micotoxinas resultantes de seu metabolismo nos grãos.
Há uma relação estrita entre fungos e grãos. Assim, os fungos possuem uma ação ecológica nos grãos, pois favorecem sua germinação. “Mesmo que o grão apresente micotoxinas, é preciso mantê-las em níveis aceitáveis para a saúde humana”, pondera a pesquisadora Izabela Castro. Para ela, são necessários investimentos para a descontaminação dos grãos armazenados não só em alimentos, mas também em ração para animais, já que o milho é um dos principais componentes da alimentação de rebanhos. Isso porque as micotoxinas são altamente resistentes, estáveis e, em altos níveis, podem provocar câncer e outras doenças em animais e humanos.


Fonte: Embrapa


28/05/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Trator Steiger é um dos destaques da Case IH na Bahia Farm Show

Por Daniel Santos 28/05/2019
Escrito por Daniel Santos

Case IH, marca da CNH Industrial, leva seu portfólio completo de máquinas de alta potência à região nordeste. O trator articulado Steiger, cuja a potência máxima é de 620 cv, e as colheitadeiras de grãos Axial-Flow Série 230 Extreme são os principais destaques da marca na Bahia Farm Show. A feira é realizada de 28 de maio a 1 de junho, em Luís Eduardo Magalhães (BA).

“O oeste da Bahia é uma das regiões mais produtivas do país, tem um relevo plano, que facilita o trabalho mecanizado, e o clima é ideal para produção agrícola, principalmente de grãos e algodão. Por isso, levamos à feira nossas principais novidades e máquinas de alta potência, como o Steiger”, afirma Henrique Karsburg, gerente Comercial da Case IH na região nordeste.

O Steiger é a linha de tratores com a maior capacidade de tração no mundo, oferecendo potência máxima em qualquer atividade, de forma suave e eficiente. O trator articulado atende a todas as necessidades que vêm do campo, destacando-se por sua força, conforto e economia.

“O Brasil tem grandes áreas e, por isso, usa equipamentos de porte maior, em especial colheitadeiras. Ultimamente, tem migrado para plantadeiras maiores e são elas que demandam grandes tratores. Nesta tendência de mercado, a Case IH está à frente da concorrência com tratores de grande porte”, destaca Lauro Rezende, gerente de Marketing de Produto da Case IH.

A linha, que conta com tratores de 370 a 620 cavalos, foi projetada para proporcionar potência máxima em qualquer tipo de atividade ou campo, além das demandas de potência hidráulica de implementos modernos. A máquina é equipada com motor Cursor 13, da FPT Industrial, que também é uma marca da CNH Industrial. A motorização já faz parte da resolução MAR-I que determina a redução de poluentes com baixo consumo de Arla (Agente Redutor Líquido de Óxido de Nitrogênio Automotivo). A reserva de torque é de 40%, com 12,9 litros, 24 válvulas e seis cilindros.

- Trator Steiger é um dos destaques da Case IH na Bahia Farm Show
O Steiger é a linha de tratores com a maior capacidade de tração no mundo, oferecendo potência máxima em qualquer atividade, de forma suave e eficiente | Foto: Divulgação

Colheitadeiras
O empresário do agronegócio que busca extrair o máximo de produtividade do campo, com as principais tecnologias inseridas de série nas máquinas, tem como opções as colheitadeiras Axial-Flow Série 230, nos modelos 7230, 8230, 9230. Essa linha conta com algumas tecnologias exclusivas, como o sistema CVT (Transmissão Continuamente Variável), que proporciona uma maior eficácia na transmissão de energia, maior robustez da máquina e diminui os custos de manutenção. Os equipamentos também têm o cone de transmissão, responsável direto pela alta qualidade do grão, e o ventilador Cross-Flow, que também resulta em grãos mais limpos no tanque graneleiro.

Os modelos 8230 e 9230 Extreme, classes 8 e 9 respectivamente, são os mais indicados para atuarem em agricultura de larga escala. Por isso, além do modelo tradicional com pneus, essas versões também estão disponíveis com esteiras de borracha de 36”, que proporcionam diversos benefícios ao produtor. A menor pressão que a esteira de borracha exerce sobre o solo melhora a qualidade do plantio e, consequentemente, aumenta a produtividade do empresário do agronegócio. Assim, a máquina também ganha mais capacidade de tração, com maior torque, o que garante menos consumo de combustível.

Fonte: Case IH 

28/05/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui