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Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Notícias

Agricultura familiar terá a maior fatia de recursos para subvenção no Plano Safra

Por Daniel Santos 24/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Dos cerca de R$ 10 bilhões que serão destinados para a subvenção de juros no Plano Safra 2019/2020, R$ 4,975 milhões serão disponibilizados para subvenção do Programa de Agricultura Familiar (Pronaf). Segundo a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), pela primeira vez o Tesouro Nacional alocou mais recursos para a subvenção do Pronaf do que para os demais setores.

“Foi uma decisão política de atender o maior número possível de produtores, principalmente dentro desse programa, que é um programa muito importante para a agricultura familiar, dos pequenos produtores”, explicou a ministra.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, destacou o ineditismo da medida.

“A grande diferença que teve, é significativa, é que isso nunca aconteceu. Nunca o recurso destinado para subvencionar o Pronaf foi maior que o resto. Hoje, só o dinheiro destinado para subvencionar o Pronaf é maior que o resto. Isso foi necessário para garantir que o produtor pudesse ter acesso ao financiamento”.

Seguro Rural

Do total de recursos previstos no Plano Safra 2019/2020, R$ 1 bilhão será destinado para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Segundo a ministra Tereza Cristina, esse valor é inédito e é mais que o dobro do que foi disponibilizado no ano passado.

“Estimamos que a área segurada alcance 15,6 milhões de hectares, com mais de 212 mil apólices e um total segurado de R$ 42 bilhões. O Seguro da Agricultura Familiar e o Garantia Safra estão mantidos, com recursos assegurados”, disse a ministra durante o lançamento do Plano Safra, nesta terça-feira (18), no Palácio do Planalto.

Segundo a ministra, os recursos do Seguro Rural serão disponibilizados a partir de 2020.

“Estamos ainda utilizando o seguro dos R$ 440 milhões da safra passada, que termina em dezembro. A partir de janeiro, teremos o R$ 1 bilhão para a nova safra. É um dinheiro prometido pela equipe econômica e ele virá com certeza ao Ministério da Agricultura. O que estamos trabalhando para frente é que não se tenha contingenciamento de recursos de seguro”, disse Tereza Cristina.

Fonte: MAPA

24/06/2019 0 Comentários
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Notícias

Plano Safra traz novas opções de financiamento para produtores rurais

Por Daniel Santos 24/06/2019
Escrito por Daniel Santos

O Plano Safra 2019/2020, lançado na última terça-feira, 18, prevê mais opções de financiamento para os produtores rurais. Algumas medidas no sentido de melhorar o acesso, aumentar a oferta de crédito e reduzir os custos financeiros serão implantadas por meio de uma medida provisória: CPR em dólar, o Fundo de Aval Fraterno, Patrimônio de Afetação e equalização de juros para cerealistas.

 LCA
Os recursos da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) para o crédito rural  passaram para R$ 55 bilhões, aumento de 21%.
Desde o início do ano, o governo destravou os juros da LCA, já que, até então, 40% das LCA’s direcionadas tinham que ser emprestadas a juros de até 8,5%. Com a retirada dessa condição, aumentou a captação de recursos por meio desse título. Agora, com o aumento da captação e, consequentemente, da oferta de financiamento com recursos dessa fonte, a taxa varia de 8,5% a 10,5%, dependendo do tomador.
A LCA emitida pelos bancos é lastreada em direitos creditórios do agronegócio emitidos pelos produtores rurais e suas cooperativas. O governo exige o direcionamento de 35% dos recursos dessa fonte para o crédito rural.
Umas das vantagens da LCA é que permite um “funding” (recursos para investimento) do crédito rural e não necessita de dinheiro do Tesouro Nacional para equalização de taxas de juros.

CPR em dólar
Por meio da medida provisória, a Cédula do Produto Rural (CPR) poderá ser emitida com cláusula de correção pela variação cambial, ou seja, em dólar, antiga demanda do setor. Com esse mecanismo, o produtor poderá se financiar com recursos externos. “Pode ser usada, por exemplo, para uma cooperativa ou uma distribuidora de insumos lastrear outros títulos que essas empresas emitem, o CRA (Certificados Recebíveis do Agronegócio) E CDCA (Certificado de Direito Creditório do Agronegócio)”, explica o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eduardo Sampaio Marques.
O banco adquire a CPR e antecipa o financiamento ao produtor ou à cooperativa, que se compromete a resgatar financeiramente o título no vencimento.

Fundo de Aval Fraterno
Com o fundo, a ideia é facilitar o acesso do produtor às linhas de crédito de renegociação de dívidas. No fundo solidário, um credor irá organizar grupos de devedores que farão aval cruzado.
O secretário Eduardo Sampaio Marques destaca, por exemplo, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) dispõe de uma linha de renegociação de dívidas no valor de R$ 5 bilhões. “Essa linha tem tido um desempenho baixo. Um dos motivos é que o produtor não tem garantia a ser oferecida”, diz. 

Patrimônio de Afetação
Permitirá ao produtor fracionar seu imóvel para oferecer como garantia nos financiamentos agropecuários.
Atualmente, o produtor precisa oferecer todo o imóvel como garantia, que, por vezes, vale cinco ou dez vezes mais que o valor do financiamento. Com esse desmembramento, a ideia é que ele possa tomar mais empréstimos. “A instituição financeira não quer tomar a fazenda, quer ter garantias”, destaca o secretário.

Cerealistas
Outra medida é a equalização das taxas de juros para que as empresas cerealistas possam pegar financiamento para construção de silos e armazéns por meio do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

Ouça o podcast do Ministério da Agricultura com detalhes sobre o Plano Safra 2019/2020 clicando aqui.

Fonte: MAPA

24/06/2019 0 Comentários
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Notícias

Aplicativo ajuda produtor a saber qual a melhor época para plantar

Por Daniel Santos 24/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio poderão acessar por meio de tablets e smartphone as informações oficiais do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ferramenta utilizada para orientar os programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), foi lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Uma das principais bases de informação para o planejamento da produção, o Zarc é executado pela Embrapa e parceiros há mais de 20 anos. Baseado em séries históricas, ele permite identificar as janelas de plantio em que há menor chance de frustração de safra devido a eventos climáticos adversos para mais de 40 culturas agrícolas e sistemas de produção, em todos os municípios do território nacional. O atendimento às recomendações do Zarc é obrigatório para o agricultor acessar os recursos do Programa de Garantia de Atividade Agropecuária (Proagro), do Proagro Mais, destinado à agricultura familiar, e do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

O aplicativo móvel atende a um conjunto de ações da Secretaria de Política Agrícola do Mapa para a modernização do Zarc. Até então, as informações do zoneamento eram divulgadas somente por meio de tabelas publicadas em portarias do Diário Oficial da União ou no portal do Mapa. Com o aplicativo, a consulta passa a ser mais rápida e de fácil compreensão. O usuário seleciona quatro variáveis: município, tipo de solo, cultura e ciclo da planta. A partir daí, o sistema apresenta a época do ano mais indicada para a semeadura e as taxas associadas de risco de perdas – até 20%, 30% e 40%.

“O aplicativo vai facilitar muito a vida do produtor, porque ele vai ter um acesso muito mais fácil, simplificado e amigável aos dados do Zoneamento Agrícola de Risco Climático. O Zarc é uma ferramenta que indica o risco de plantio de diversas culturas em diferentes solos, conforme a data do plantio. Isso hoje é publicado no Diário Oficial da União e vai para a internet, mas não é amigável, são muitas tabelas, muitos números. O aplicativo da Embrapa vai tornar esse dado muito mais acessível aos usuários”, disse o secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio Marques.

Além de trazer as informações do Zarc, o aplicativo contempla dados disponibilizados pelo sistema Agritempo e pela plataforma AgroAPI Embrapa, oferecendo análises mais detalhadas sobre as condições de armazenamento de água no solo a partir da data de semeadura informada pelo usuário. Também é possível visualizar os dados sobre precipitação, número de dias sem chuvas e as temperaturas mínima e máxima, por decêndios.

A adoção do zoneamento no processo de contratação de seguro pelos produtores rurais visa a diminuir a exposição ao risco climático e minimizar prejuízos. De acordo com o coordenador do Zarc e pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, Eduardo Monteiro, a atividade agropecuária é afetada constantemente por diversos tipos de riscos que resultam em perdas anuais da ordem de bilhões de reais. “Dados de um estudo recente coordenado pelo Banco Mundial, Ministério da Agricultura e Embrapa mostram que o Brasil perde R$ 11 bilhões por ano devido a eventos extremos”.

- Aplicativo ajuda produtor a saber qual a melhor época para plantar
O aplicativo contempla dados do Agritempo e da AgroAPI Embrapa, oferecendo análises mais detalhadas sobre as condições de armazenamento de água no solo a partir da data de semeadura informada pelo usuário.

Com relação ao Proagro, entre 1996 e 1998, quando o zoneamento foi implantado pela primeira vez de forma não obrigatória, o Banco Central registrou um índice médio de perdas de 11,5% nos contratos que não seguiram as recomendações – em alguns estados passou de 19%. Para aqueles que seguiram a indicação do Zarc, naquela época, o índice de perdas foi de 2,73%. A partir de 1998, as indicações do zoneamento se tornaram obrigatórias. “Na safra 2016/17, por exemplo, o valor gasto pelo Proagro foi de R$ 1,06 bilhão para um índice de perdas de 5,8%. Em relação aos índices de perda que ocorriam antes da adoção do Zarc, isso representaria, somente nessa safra, uma economia próxima a R$ 1 bilhão em perdas evitadas.

Além de reduzir o risco, a ferramenta busca potencializar a produtividade e tem contribuído também para induzir a adoção de novas tecnologias e de melhores práticas agrícolas. “Já existem estudos que mostram como a publicação do Zarc facilita o acesso de produtores ao crédito rural, pela garantia dada pelo Proagro ou PSR, e como as orientações do zoneamento induzem a qualificação e a tecnificação do setor produtivo, com mudanças significativas no seu perfil de produção”, diz Monteiro.

O aplicativo Zarc Plantio Certo foi desenvolvido para o sistema operacional Android e está disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos. Acesse aqui o app.

Fonte: MAPA e Embrapa

24/06/2019 0 Comentários
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Notícias

AgRural estima que colheita do milho atingiu 19% da área

Por Daniel Santos 24/06/2019
Escrito por Daniel Santos

A continuidade do tempo quente e seco em todo o Centro-Sul do Brasil rendeu mais uma semana de bom avanço na colheita da segunda safra de milho, segundo levantamento realizado pela consultoria AgRural.

Os relatos de campo mostraram que a área colhida atingiu 19% da área cultivada até a última quinta-feira (20). O avanço foi de 8,8 pontos percentuais na semana e os trabalhos estão bastante adiantados ante os 5% da mesma época no ano passado no 7% na média de cinco anos para o período.

Mato Grosso e Paraná lideram os trabalhos de campo, ambos com 27% da área colhida. “Problemas de qualidade causados pelo excesso de chuva em abril e maio em algumas áreas de Mato Grosso ainda são registrados, mas os índices de avariados vêm caindo à medida que a colheita avança, conforme esperado”, diz a consultoria.

No início de junho, a AgRural estimou a produção brasileira na safrinha 2019 em recordes 75,7 milhões de toneladas. O número será revisado na primeira quinzena de julho.

Fonte: Globo Rural

24/06/2019 0 Comentários
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Coluna

Tecnologia no agronegócio: riscos e oportunidades

Por Daniel Santos 24/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Cristiano Kruk *

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o agronegócio é responsável por 42% das exportações brasileiras, atingindo US$ 102 bilhões em 2018. Este desempenho representou um crescimento de 6% em relação ao ano anterior e uma contribuição para o saldo positivo na balança comercial brasileira de quase US$ 90 bilhões. Estes dados, aliados ao fato do agronegócio representar 23% do PIB do Brasil, não deixam dúvida quanto à relevância do segmento para a economia nacional. De acordo com dados do United States Department of Agriculture (USDA), o Brasil ocupa as primeiras posições na produção mundial dos principais produtos agrícolas consumidos no mundo, tais como soja, açúcar e café (primeira posição), carne bovina e de frango (segund a posição), além do milho (terceira posição), entre outros.

Manter a relevância do agronegócio na economia nacional tem sido especialmente desafiador para os participantes deste segmento. Os agropecuaristas brasileiros, além de terem que enfrentar os riscos inerentes ao seu próprio negócio, tais como condições climáticas, pragas que afetam a lavoura e as doenças que ameaçam suas criações, também precisam lidar com os efeitos da instabilidade econômica e política do País, greves, além da inerente precariedade da infraestrutura logística nacional.

Desta forma, o sucesso deste setor está significativamente associado com a capacidade de adaptação às incertezas por meio de instrumentos de gerenciamento de riscos, assim como a aplicação de tecnologias de ponta no desenvolvimento das lavouras e criações. A chamada “tecnologia de precisão” há muito tempo vem sendo desenvolvida e aplicada no campo com o propósito de elevar a produtividade de maneira a compensar as deficiências estruturais do País que vão além da porteira e, portanto, não gerenciáveis pelo produtor. A Embrapa, empresa de pesquisa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que conta com 43 anos de suporte ao agronegócio, é uma referência mundial na agricultura de clima de tropical e uma das principais fomentadoras da inovação no campo.

Com o auxílio da tecnologia, os níveis de produtividade do agronegócio brasileiro tem desempenho igual, e muitas vezes superiores, aos seus principais competidores mundiais. No que se refere à soja, por exemplo, enquanto a produtividade média mundial da safra de 2017/18 foi de 2,74 ton/hectare, no Brasil, a produtividade foi de 3,47 ton/hectare. Os Estados Unidos, principal concorrente, tiveram uma produtividade de 3,31 ton/hectare, 5% inferior à do Brasil.

Neste sentido, as oportunidades de desenvolvimento de inovações tecnológicas para o campo são ilimitadas e, como parte deste processo, uma série de novas startups voltadas para desenvolver soluções de tecnologia no setor agrícola têm surgido nos últimos anos. De acordo com levantamento feito pela KPMG, em conjunto com o Distrito, das mais de 7 mil startups brasileiras, 135 estão voltadas exclusivamente para o mercado agro, e este número encontra-se em franca expansão. Estas startups têm atuado não só no desenvolvimento de ferramentas voltadas para a agricultura de precisão, assim como de soluções em robótica, drones, satélites, big data, inteligência artificial, entre outras.

Se, por um lado, a tecnologia tem trazido soluções para permitir o crescimento da relevância do agronegócio no PIB brasileiro, muitos desafios ainda precisam ser superados. Além de questões relacionadas à falta de infraestrutura ideal para permitir a conectividade, bem como uma velocidade de conexão adequada nas áreas de plantio mais remotas, as empresas do agronegócio têm passado a ser alvo constante dos chamados ataques cibernéticos nos últimos anos. De acordo com pesquisa realizada pela KPMG, em conjunto com a Oracle, com mais de 450 profissionais de segurança cibernética e TI, cerca de 80% destes profissionais estão preocupados com algum tipo de ataque cibernético. Tal preocupação se deve, principalmente, ao fato de que a maioria destes ataques está direcionado para áreas estratégicas do negócio, gerando a paralisação de operações, sequestro e per da de dados, danos à reputação e, consequentemente, perdas financeiras significativas ocasionadas por estas situações. Em outra pesquisa da KPMG, observa-se que os riscos relacionados às novas tecnologias é o segundo assunto que mais preocupa os altos executivos das empresas, atrás apenas de riscos relacionados com a perda de clientes estratégicos.

Desta forma, é inegável que o uso de tecnologias de ponta e a inovação no agronegócio tem contribuído significativamente para o crescimento sustentável do setor, bem como sua contribuição para a economia brasileira como um todo. Entretanto, face à relevância crescente da tecnologia para os negócios, é muito importante que as empresas do setor passem também a incluir, em seus processos de gerenciamento de riscos, aspectos relacionados à prevenção dos riscos associados a eventuais ataques cibernéticos.

Se por um lado, os investimentos em segurança cibernética podem representar um custo adicional para as empresas, esta também é uma boa oportunidade para os gestores e executivos aprofundarem seus conhecimentos sobre o seu negócio, visto que estratégias de segurança de TI e resiliência dos negócios sempre devem estar alinhadas com as metas globais da organização, desde a proteção da propriedade intelectual e de dados, até a maximização de sua produtividade por meio de novas tecnologias aplicadas no campo.

Cristiano Kruk é sócio da KPMG no BrasiL

24/06/2019 0 Comentários
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NotíciasTecnologia

Bureau lança plataforma de controle e gestão da cadeia de sementes

Por Daniel Santos 20/06/2019
Escrito por Daniel Santos

O Grupo Bureau Veritas, líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), desenvolveu a Kseeds, uma plataforma inovadora e exclusiva que reúne informações digitais e em tempo real para toda a cadeia de comercialização de sementes geneticamente modificadas.

A Kseeds reúne em um unico local digital todo o processo de comercialização de sementes, atendendo a Obtentores de Germoplasma, Obtentores de Biotecnologia, Multiplicadores e Agricultores. A ferramenta possibilita o acompanhamento de todos os processos de gestão com maior controle e transparência para todos os usuários.

“Apesar dos avanços tecnológicos do setor nos últimos anos, os processos de comercialização de sementes ainda não eram digitalizados e muito descentralizados. A Kseeds,é  uma solução inédita no Brasil, possibilitando maior transparência e controle por todas as partes envolvidas na cadeia produtiva. Com menos de um mês do lançamento da ferramenta já temos mais de 20 mil cadastrados de agricultores nosistema”, destaca Eduardo Kuhlmann, diretor da Plataforma Agri&Portuária Latam do Grupo Bureau Veritas

A plataforma registra cada fase da cadeia produtiva de sementes, garantindo a rastreabilidade do processo, desde a multiplicação, com a inscrição de área por talhão; a venda das sementes e o registro do mapeamento de produção no campo, permitindouma melhor gestão das cobranças de royalties de Germoplasma e Biotecnologia.

Todas as etapas da Kseeds estão alinhadas com os processos e normas da Legislação de Sementes e Mudas e Instruções Normativas determinada pelo Ministério da Agricultura, contemplando os registros de entrada e saída nas Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS). Este processo possibilita identificar de quais talhões da fazenda originaram os lotes que serão vendidos, possibilitando seu rastreamento.

A plataforma está disponível em português inglês e espanhol e pode ser acessada por computador, celular e tablet, até mesmo em regiões que não contam com Internet de alta velocidade.

Fonte: Grupo Bureau Veritas

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Tecnologia

Tratores com redutor de velocidade potencializam a hortifruticultura

Por Daniel Santos 20/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Na mecanização agrícola existem tarefas que precisam de um cuidado especial quando se vai utilizar o trator para realizá-las. Trabalhar com recolhedoras, forrageiras, canteradores, valetadoras, colhedoras de café, atomizadores, compostadoras, etc. São atividades que necessitam de deslocamento muito lento e, para isto, se utilizam superredutores ou creeper, dispositivo especial que permite ao trator andar em velocidades inferiores a 1 km/h (1000 metros por hora).

- Tratores com redutor de velocidade potencializam a hortifruticultura
Creeper é muito útil na hora da pulverização | Foto: Nilson Konrad

Pela sua origem construtiva, onde as áreas de plantio não são extensas e, muitas vezes, o trabalho é feito dentro de estufas, a LS Tractor investiu intensamente no desenvolvimento deste tipo de especificação para oferecer em seus tratores, um creeper com uma ampla gama de velocidades super-reduzidas. “Temos disponível em nossos tratores velocidades que se iniciam em 160 metros/h e vão até 2 km/h com este dispositivo, e estão disponíveis em todos os nossos tratores de média e pequena potência, destacando-se como um diferencial frente à concorrência”, assinala o gerente de marketing e produto, Astor Kilpp. Conforme diz, isto permite trabalhos com mais eficiência e precisão, principalmente em atividades especiais como  na fruticultura, horticultura e cafeicultura. “Realmente nesta área de horticultura, o creeper é uma característica essencial no trator, porque você não está trabalhando em larga escala e as tarefas de campo necessitam ser realizados de forma mais precisa”, explica Kilpp.

SynchroShuttle – Outra tecnologia disponível nos tratores da LS Tractor e que proporcionam um importante complemento ao creeper é o SynchroShuttle. “Com esta transmissão, inverter a direção de deslocamento do trator para frente e para ré é muito mais rápido, de forma muito simples, se muda o sentido de deslocamento.É um facilitador para atividades repetitivas”, explica Kilpp, informando que estes dois recursos juntos, permitem melhorar a produtividade nas operações, diz o gerente.

Fonte: LS Tractor

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Manutenção

Manutenção preventiva evita gastos futuros

Por Daniel Santos 19/06/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Joel S. Alves * 

Máquinas, motores, eixos de transferências de forças, redutores, engrenagens, acoplamentos e dispositivos rodantes, entre outros variados itens. Eis um universo cada vez mais frequente no meio agrícola, desde uma grande organização do agronegócio até a pequena propriedade familiar. Como sabemos, a mecanização ao longo do tempo tornou-se essencial para fazer frente ao aumento da população urbana em todo o mundo, aumentar a produtividade no campo e garantir a sustentabilidade num mundo que demanda cada vez mais alimentos de qualidade.

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Para que desempenhem a atividade para a qual foram projetadas e produzidas, obviamente, as máquinas precisam de manutenções periódicas. Ah, esse porém… A norma NBR-5462, da Associação Brasileira de Normas Técnicas  (ABNT ), dá-nos o conceito para o desempenho correto: Mantenabilidade. O nome é um pouco complicado, mas corresponde à “capacidade de um item atender as funções requeridas (especificadas), após manutenção regida por procedimento escrito”. 

O primeiro passo é ter procedimentos escritos para desencadear os serviços de manutenção a serem executados em tempos também determinados. Colocado dessa maneira, parece simples, porém, lamento observar o quanto essa providência é negligenciada na prática. Revisões periódicas? Parar máquinas para executar serviços? Se está funcionando pra que parar? “Mete bronca, porque precisamos produzir”. É isso que acontece na real. E a manutenção? Oras, a manutenção… 

Prevenir ou corrigir
A manutenção pode ser preventiva ou corretiva. A primeira refere-se a todos os serviços de inspeções sistemáticas, ajustes, conservação e eliminação de defeitos, visando evitar falhas ou defeitos. Já a manutenção corretiva, como o próprio nome indica, corresponde a todo e qualquer reparo feito no equipamento com falha.

Parece fácil de entender, mas difícil de praticar. Não deveria ser assim, afinal é evidente que a manutenção corretiva apresenta custos elevados, pois, além do maior tempo de parada do equipamento, implica gastos significativos com peças de reposição. Já a manutenção preventiva, essa sim, representa menores custos com material e serviços, bastando apenas planejamento para determinar os períodos de parada para execução dos serviços. Simples? Sim, mas ainda estamos longe dessa realidade, principalmente entre pequenos e médios produtores. Os grandes já se deram conta desses simples e vantajosos procedimentos, por isso, já estão adotando-os.

E que procedimentos devem ser seguidos? Enumeremos a seguir alguns deles, para termos um mínimo referencial ao elaborar um planejamento mais específico, que seria o plano (tabela ou ficha) de manutenção preventiva da máquina. Acompanhe:

1 – Fluidos: todos os fluidos líquidos e gasosos de uma máquina requerem revisões sistemáticas, principalmente em climas úmidos e com variações elevadas de temperatura e pressão, pois se contaminam facilmente em tais condições. Então, devemos incluir na verificação: lubrificantes de todos os conjuntos mecânicos (desde o motor até a transmissão e redutores finais), líquidos de arrefecimento, fluidos hidráulicos, fluidos pneumáticos (o ar) e combustível;
2 – Filtros: Todos os fluidos requerem filtros para se manterem o mais limpo possível. Muita limpeza e substituição a fazer.
3 – Vedações: Elementos de vedação são destinados a proteger máquinas ou equipamentos contra a saída de líquidos e gases, e a entrada de sujeira ou pó. São genericamente conhecidas como juntas, retentores, selos, gaxetas e guarnições.  As partes a serem vedadas podem estar em repouso ou movimento. Em função da solicitação, as vedações são feitas em diversos formatos e diferentes materiais.
4 – Dispositivos de fixação: Parafusos, porcas e arruelas são peças metálicas de vital importância como elementos de fixação dos mais diversos dispositivos de uma máquina. São empregados para unir e manter juntas as peças da máquina. E haja chave e torquímetro para efetuar a verificação. 

A partir destes quatro parâmetros é possível estruturar um plano de manutenção preventivo específico para cada máquina. Os serviços de manutenção preventiva devem ser planejados e programados: todas as etapas dos serviços a serem executados devem estar bem definidos, levando-se em consideração, material e mão de obra necessária. É bom lembrar que os fabricantes de máquinas fornecem junto com os manuais de operação um plano básico de manutenção preventiva, que pode e deve ser aperfeiçoado pelo proprietário, de acordo com sua realidade. O referencial de controle para elaboração das planilhas é o número de horas trabalhadas pela máquina, e o horímetro é o instrumento a ser verificado e controlado diariamente. 

Portanto, os serviços de manutenção preventiva variam conforme o tipo de máquina, local de trabalho e tipo de operação e equipamentos. Mas, tomando-se por base um trator agrícola, podemos sugerir um referencial mínimo. É bom lembrar que a inspeção diária, que deve ser realizada pelo operador, faz parte da manutenção preventiva, embora não sejam contemplados neste artigo já que foi abordado em outra edição recente da revista. Partimos das 50 horas ou semanais, depois 250 ou 300 horas, 500 horas, e por fim 1000 horas. Então, vamos a um exemplo:

Dependendo das condições de trabalho, do fabricante e do tipo de máquina, alguns itens ainda devem ser realizados com 2000h, 3000h ou 5000h. Entre esses itens estão regulagem de válvulas do motor, limpeza e teste dos bicos injetores, revisão geral no sistema de acoplamento de 3 pontos, inspeção e lubrificação dos rolamentos das pontas de eixo. São serviços que demandam maior tempo para execução e que comportam certa flexibilidade nos intervalos de horas trabalhadas, mas que não podem ser esquecidos – devem ser contemplados conforme a necessidade.

Vantagens e desvantagens
As principais vantagens da manutenção preventiva são reduzir o envelhecimento ou a degeneração dos equipamentos, a garantia de um melhor estado técnico operacional dos equipamentos, a atuação antes de os problemas aparecerem (evitando ações corretivas que geram altos custos), a realização dos serviços em melhores condições para a operação e a possibilidade de programar as intervenções.

A dificuldade quase sempre é a falta de tempo para a parada da máquina, pois, por melhor que seja a programação, sempre haverá interrupção do trabalho do equipamento. Sabemos que máquina parada é perda de produção e lucratividade. Mas e se não pararmos para a manutenção preventiva? Certamente, em algum momento ele vai parar para a corretiva – mais dispendiosa, demorada, com consumo de peças e mais custos. De fato, a preventiva exige tempo para ser executada corretamente, não é chegar na oficina para uma preventiva rápida, como muitos pensam.

Em muitas situações nas quais tive a oportunidade de debater questões operacionais e de manutenção com empresários do setor me defrontei com a seguinte questão: o foco da empresa não é máquinas e equipamentos, os quais são apenas ferramentas para viabilizar o negócio. Pois é! E agora? Mesmo não sendo economista, arrisco retrucar: será que o negócio está com lucros tão bons a tal ponto de se dar ao luxo de gastar mais com a manutenção corretiva, ou até com o sucateamento rápido do maquinário (fato que já presenciei!) em vez de poupar dinheiro fazendo prevenção?

- Manutenção preventiva evita gastos futuros

Oficina e qualificação
Para correta execução do plano de manutenção preventiva é necessário local adequado, uma oficina com espaço suficiente para atender a demanda do número de máquinas que deverão entrar em serviço, ferramentas e equipamentos para a execução das tarefas, e pessoas treinadas e qualificadas. Eis aí um grande problema no momento. Treinar equipes de trabalho na área técnica-operacional ainda não é uma prioridade em nossa realidade. Não possuímos um ambiente cultural favorável para que floresçam pessoas em quantidade suficiente para tais equipes. Lamento constatar, mas essa é uma realidade por demais palpável. Em muitas empresas nas quais realizo treinamento, sou solicitado a indicar alguém que tenha condições para trabalhar em equipes de manutenção. Talvez aí esteja um dos motivos adicionais pelos quais muitos empresários abortam os necessários procedimentos. 

No aspecto da capacitação temos dois universos: a formação profissionalizante e a técnica. E elas estão? Devagar, quase parando. Explicamos, de uma forma sucinta, pois o assunto é longo, mas o que ocorre é o seguinte: os egressos dos cursos técnicos, em grande maioria, seguem para cursos superiores. Seria essa a finalidade da formação técnica? Penso que não, mas tal fato cada vez mais se repete. Tenho observado que os cursos técnicos estão se tornando muito teóricos e acadêmicos. 

Nos cursos profissionalizantes o problema é ainda maior, justamente naquele que deveria suprir a grande demanda por manutenção. Temos aqui um agravante espinhoso, que é a legislação vigente – e espero que ela seja alterada o mais em breve possível –, que não permite o adolescente menor frequentar aulas práticas. Onde vamos chegar se um rapaz só pode executar serviços de oficina ao atingir a maioridade? Acrescento ainda um tópico de formação pedagógica relacionado às atividades que exigem capacidade de coordenação motora: essa habilidade deve ser desenvolvida justamente na pré-adolescência. Assim, o pessoal com formação profissionalizante para trabalhar em oficina está se tornando “espécie em extinção”.

Joel S. Alves é instrutor nas áreas de Operação e Manutenção de Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviários *

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Notícias

Governo prevê cobertura de 15,6 milhões de hectares com subvenção ao seguro

Por Daniel Santos 19/06/2019
Escrito por Daniel Santos

O governo espera mais que dobrar a área coberta com seguro rural na safra 20192/2020 a partir da aplicação do valor para subvencionar o prêmio das apólices. O número deve saltar dos 6,9 milhões de hectares deste ano para 15,6 milhões no ano que vem. Nesta terça-feira (18/6), durante o anúncio do Plano Safra para o próximo agrícola, o governo confirmou que o valor a ser usado para custear o seguro passou de R$ 440 milhões para R$ 1 bilhão.

Com a subvenção, a expectativa é de que o volume de apólices passe de 93,9 mil para mais de 212 mil, totalizando uma valor segurado de R$ 42 bilhões no ano que vem. Em 2019, o subsídio do governo possibilitou assegurar uma importância de R$ 18,6 bilhões.

“Não se faz uma agricultura deste tamanho sem a cobertura de risco para a propriedade”, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em seu pronunciamento, durante o anúncio do Plano Safra, em Brasília (DF).

O governo anunciou ainda uma nova metodologia para o zoneamento de risco climático, cujo cumprimento é necessário para o acesso ao seguro subvencionado. O acompanhamento poderá ser feito por um aplicativo desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Antes, era só pelas portarias e no site do Ministério da Agricultura.

“O seguro da agricultura familiar e o garantia safra estarão mantidos e com recursos assegurados. Tudo amparado por uma nova metodologia para avaliação do zoneamento”, destacou a ministra da Agricultura, no discurso.

Na segunda-feira (17/6), em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Tereza Cristina destacou que ampliar o acesso ao seguro é importante para reduzir taxas de juros no crédito rural. E que o Ministério da Agricultura tem conversado com o setor privado para entender os gargalos do segmento no Brasil, com intenção de aperfeiçoá-lo.

“Vamos ter mais gente assegurada e juros baixando. Cada vez mais, vamos trabalhar e ir aperfeiçoando, trazer empresas de fora também para fazer esse seguro. Vamos ter um ganho neste ano Até penso em fazer uma conta separada no Ministério da Agricultura para que esse recurso fique lá e seja usado”, disse ela, na entrevista.

De acordo com o Mapa, de 2005 a 2018, aproximadamente R$ 5,3 bilhões foram pagos em indenizações aos produtores. O maior valor foi registrado em 2014: R$ 693,5 milhões. O montante indenizou 73 mil produtores em 10 milhões de hectares, R$ 18,6 bilhões de valor de produção segurado e 118 mil apólices contratadas.

Fonte: Globo Rural

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Notícias

Plano Safra terá R$ 222,74 bilhões em crédito na temporada 2019/2020

Por Daniel Santos 19/06/2019
Escrito por Daniel Santos

O governo federal lançou nesta terça-feira (18), em cerimônia no Palácio do Planalto, o Plano Safra 2019/2020, que irá atender pequenos, médios e grandes produtores, todos juntos em um único plano após 20 anos. O plano prevê R$ 225, 59 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. Do total, R$ 222,74 bilhões são para o crédito rural (custeio, comercialização, industrialização e investimentos), R$ 1 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização.

“Toda a agricultura, independentemente  de seu porte,  desempenha papel fundamental para garantir a nossa segurança alimentar e de nossos 160 parceiros comerciais. Então essa é a primeira vez, depois de muito tempo, que lançamos um único Plano Safra. Fato que merece ser realçado: temos enfim uma só agricultura alimentando com qualidade o Brasil e o mundo”, destacou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) no anúncio, acompanhado pelo presidente Jair Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão, diversos ministros, secretários do ministério, parlamentares e representantes dos setores agrícola e pecuário.

O presidente Jair Bolsonaro elogiou o trabalho conjunto da equipe de governo para a construção do Plano Safra e destacou inovações como a disponibilização de recursos, R$ 500 milhões, para os pequenos produtores aplicarem na construção e reforma de suas casas.

“Foi uma construção que passou por muita gente. Eu fico muito feliz de estar à frente de um governo em que todos se falam entre si. Aqui não há briga política. A briga é apenas para que, cada um, possa melhor servir o seu Brasil”, afirmou Bolsonaro.

O secretário de Política Agrícola do Ministério, Eduardo Sampaio Marques, destacou que foram mantidas baixas taxas de juros (3% ao ano) para o pequeno agricultor financiar melhorias em sua propriedade e sistema de produção, como recuperação de áreas degradadas, correção de solo e armazenagem. “Esse tipo de investimento segue sendo prioritário neste Plano Safra”, disse. 

O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Freitas, agradeceu o esforço do governo, mesmo em um período de contenção de gastos, pelos recursos destinados ao plano. Segundo ele, sem o crédito rural e o Plano Safra, o setor não teria força para produzir e atender a demanda brasileira e mundial. “Ele [Plano Safra] atende as prioridades dos produtores rurais. Nosso setor continuará produzindo mais para os brasileiros e todo o mundo”, disse.

Fonte: Ministério da Agricultura/Assessoria

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