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EmpresasMercado

Consórcio New Holland comercializa mais de R$ 1,1 bi de janeiro a outubro

Por Redação 01/12/2025
Escrito por Redação

 Consórcio New Holland comercializa mais de R$ 1,1 bi de janeiro a outubro

Nos dez primeiros meses do ano, o Consórcio New Holland totalizou mais de R$ 1,1 bi em créditos comercializados, registrando um aumento de 24% nas vendas. A comparação é feita em relação ao mesmo período de 2024, quando foram comercializados R$ 929 milhões. Quanto ao número de cotas, o crescimento chegou a 17%. As regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste foram as que tiveram o maior volume em créditos vendidos no período, sendo responsáveis por R$ 478 milhões, R$ 337 milhões e R$ 185 milhões, respectivamente.

“Os números positivos registrados até o momento refletem o aquecimento das vendas da modalidade, e são resultado do nosso investimento em feiras e eventos voltados ao agronegócio brasileiro. Com os juros altos e a escassez de crédito no mercado, o consórcio tem se tornado cada vez mais atrativo para a aquisição de maquinários agrícolas”, explica Eyji Cavalcante, gerente comercial do Consórcio New Holland.

Setor de consórcio aquecido

Números da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o consórcio de veículos pesados registrou, nos primeiros nove meses deste ano, um crescimento de 15,2% no volume de créditos comercializados, com R$ 38,63 bilhões em negócios, em comparação a igual período de 2024. Hoje, a categoria conta com mais de 913 mil clientes ativos.

 

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Moagem de cana no Centro-Sul atinge 601 milhões de toneladas, queda de 2,22%
Mercado

Moagem de cana cai 1,26% no acumulado da safra 2025/2026

Por Redação 01/12/2025
Escrito por Redação

New Holland - Moagem de cana cai 1,26% no acumulado da safra 2025/2026

Clarisse Sousa – A moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul atingiu 576,25 milhões de toneladas no acumulado da safra 2025/2026 até 16 de novembro. O volume é 1,26% menor que o registrado no mesmo período do ciclo anterior, quando as unidades somavam 583,59 milhões de toneladas processadas.

Na primeira quinzena de novembro, as usinas da região moeram 18,76 milhões de toneladas, acima das 16,41 milhões verificadas no mesmo intervalo da safra 2024/2025.

O avanço do processamento neste fim de safra também impulsionou o ritmo de encerramento das operações. Apenas nos primeiros 15 dias de novembro, 42 unidades finalizaram a moagem. Desde o início do ciclo, 120 usinas já concluíram os trabalhos, praticamente o dobro das 70 registradas no mesmo período do ano passado.

Segundo Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da Unica, outras 65 unidades estavam programadas para encerrar as atividades na segunda quinzena de novembro, o que deve elevar o total para mais de 180 usinas com a safra finalizada.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar na primeira metade de novembro foi de 982,95 mil toneladas. No acumulado, a fabricação chegou a 39,18 milhões de toneladas.

A participação da cana destinada ao açúcar caiu pelo sexto período consecutivo, passando de 46,02% para 38,61% na comparação com a primeira quinzena do ciclo anterior, reflexo da menor atratividade do adoçante neste fim de safra, segundo Rodrigues.

Já a produção de etanol somou 1,35 bilhão de litros na primeira quinzena de novembro, sendo 769,36 milhões de litros de hidratado (+21,61%) e 577,35 milhões de anidro (+28,44%).

Desde o início da safra, a fabricação totaliza 28,35 bilhões de litros (-5,60%), com 17,60 bilhões de hidratado (-7,89%) e 10,75 bilhões de anidro (-1,59%).

A produção de etanol de milho representou 28,68% do volume da quinzena, alcançando 386,24 milhões de litros, uma alta de 10,31% na comparação anual. No acumulado, o biocombustível de origem milho soma 5,65 bilhões de litros, crescimento de 16,27%.

Vendas de etanol

As vendas totalizaram 1,38 bilhão de litros na primeira quinzena de novembro. O etanol anidro registrou 533,91 milhões de litros (+1,94%) e o hidratado somou 847,74 milhões de litros (-9,74%).

No mercado interno, as unidades do Centro-Sul venderam 810,35 milhões de litros de hidratado, retração de 10,56%. O anidro, por sua vez, alcançou 532,44 milhões de litros, alta de 8,69%.

No acumulado da safra, as vendas chegam a 22 bilhões de litros, com 13,75 bilhões de hidratado (-5,34%) e 8,26 bilhões de anidro (+4,49%).

 

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Notícias

Clima em dezembro: previsão indica chuva acima da média no Sudoeste e no Nordeste

Por Redação 28/11/2025
Escrito por Redação

Clima em dezembro: previsão indica chuva acima da média no Sudoeste e no Nordeste

A previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica variabilidade em relação à chuva no Brasil durante o mês de dezembro de 2025. Em grande parte da Região Sul, as estimativas indicam chuva abaixo da média. De outro modo, em diferentes áreas das regiões Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sudeste, são previstos volumes acima da média.

Em relação à Região Norte, são previstos volumes de chuva até 50 mm acima da média histórica em grande parte do centro-sul e centro-norte do Amazonas, centro-sul de Tocantins, maior parte do Pará e praticamente todo o Amapá. Nas áreas mencionadas do Tocantins e Amapá, são previstos volumes até 150 mm acima da média do período.

Por outro lado, são previstos volumes abaixo da média climatológica em quase todo o Acre, oeste do Amazonas e centro-sul do Pará. Nas demais áreas da região, o prognóstico indica valores próximos à média climatológica de dezembro.

Para a Região Nordeste, prevê-se chuva acima da média histórica de dezembro em praticamente todos os estados da Bahia e Piauí, enquanto o restante da região deve apresentar volumes de chuva próximos à média climatológica do período. De outro modo, chuva abaixo da média histórica é prevista apenas para áreas isoladas do norte do Maranhão.

Em relação à Região Centro-Oeste, são previstos volumes de chuva acima da média em praticamente todo o estado de Goiás, bem como no oeste do Mato Grosso e leste do Mato Grosso do Sul. Por outro lado, prevê-se chuva abaixo da média na porção central do Mato Grosso e no noroeste do Mato Grosso do Sul.

Para a Região Sudeste são previstos volumes acima da média em praticamente todos os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, bem como grande parte de São Paulo. De outra maneira, prevê-se chuva próxima à média em praticamente todo o estado do Espírito Santo.

Para a Região Sul, são previstos acumulados abaixo da média histórica em praticamente toda a região. Prevê-se chuva abaixo da média para todo o estado do Rio Grande do Sul (com volumes até 75 mm abaixo da média no oeste do estado), bem como na maior parte de Santa Catarina e oeste do Paraná.

Temperatura

A previsão indica que as temperaturas devem ficar acima da média em quase todo o país. Para a Região Norte, são previstas temperaturas até 1,5 °C acima da média, especialmente no sudeste do Pará, na divisa com o Tocantins, onde as temperaturas podem variar entre 25 °C e 32,5 °C. Algumas partes da Região Norte, como o Amapá, o oeste do Amazonas e o noroeste do Pará, indicam desvios dentro da média ou negativos, de até -0,4 °C.

Na Região Nordeste, a previsão é de temperaturas acima da média em todos os estados, principalmente no sul do Piauí, onde os desvios podem chegar a 1 °C acima da média e os valores podem ultrapassar 27 °C. Mesmo em áreas próximas ao litoral, as temperaturas devem ser elevadas, oscilando entre 25,0 °C e 27,0 °C. Em grande parte do Rio Grande do Norte, norte da Paraíba e norte do Piauí, a previsão indica temperaturas dentro da média.

Na Região Centro-Oeste, devem prevalecer temperaturas médias acima da climatologia do mês, com maiores elevações no norte e leste de Mato Grosso, assim como na porção central de Mato Grosso do Sul, onde os desvios podem chegar a 1,5 °C.

Para a Região Sudeste, as temperaturas médias podem ficar acima de 20 °C, com menores valores ocorrendo principalmente em áreas do leste de Minas Gerais e temperaturas mais elevadas previstas para a parte oeste de São Paulo, norte de Minas Gerais e todo o estado do Espírito Santo, com desvios de até 1 °C nessas regiões.

Na Região Sul, podem ocorrer temperaturas dentro da média na região centro-oeste do Paraná, na divisa com Santa Catarina, na faixa litorânea de Santa Catarina e no sul do Rio Grande do Sul. Já na região central de Santa Catarina e em grande parte do Paraná, os desvios de temperatura podem ficar até 1 °C acima da média, com valores superiores a 18°C.

Possíveis impactos nas culturas agrícolas

Na Região Norte, o prognóstico climático do INMET para dezembro de 2025 indica elevação das temperaturas do ar em grande parte do território, acompanhada de precipitações abaixo da normalidade no sudoeste e nordeste do Pará, no oeste e centro do Amazonas e no oeste do Acre. Essas condições podem aumentar o risco de déficit hídrico, afetando principalmente as culturas permanentes, como o cacau, açaí e a fruticultura tropical.

A limitação de umidade no solo pode reduzir a taxa de frutificação, o tamanho e o peso dos frutos, além de comprometer a qualidade das amêndoas de cacau, especialmente em áreas já suscetíveis ao estresse térmico. P

or outro lado, no centro-norte do Amapá, no extremo norte e sul do Amazonas, no Baixo Amazonas e no sudeste do Pará, a previsão de chuvas acima da média tende a favorecer o desenvolvimento vegetativo e a reposição hídrica, criando condições propícias ao crescimento das culturas e a recuperação das pastagens.

Na Região Nordeste, a previsão de chuvas acima da média, associada a temperaturas mais elevadas em grande parte da região, tende a favorecer os cultivos em desenvolvimento no mês de dezembro, especialmente feijão, milho e a fruticultura irrigada.

Para as lavouras de feijão e milho em fase de enchimento de grãos, o aumento das chuvas deve assegurar adequado suprimento hídrico, contribuindo para maior uniformidade dos grãos e redução de perdas por estresse térmico.

Na Região Centro-Oeste, a previsão de chuvas e temperaturas acima da média na maior parte da região tende a favorecer o avanço do desenvolvimento das culturas de soja e milho da primeira safra que se encontram em fase vegetativa, avançando para florescimento nas áreas semeadas mais cedo.

Entretanto, em áreas com volume de chuvas abaixo da média, sobretudo no norte de Mato Grosso e oeste de Mato Grosso do Sul, pode haver períodos curtos de restrição hídrica, aumentando o risco de estresse hídrico nas fases iniciais do ciclo, especialmente para lavouras implantadas tardiamente. Além disso, a combinação de temperaturas elevadas e alta umidade, típica do período, pode intensificar a pressão de pragas e doenças foliares.

Na Região Sudeste, a previsão indica chuvas acima da média, associadas a temperaturas superiores à média, o que tende a favorecer a semeadura e o estabelecimento inicial dos cultivos de verão, como soja, milho e feijão, sobretudo nas áreas com maior disponibilidade hídrica. Esse cenário contribui para a adequada reposição da umidade do solo, condição essencial para culturas perenes como café e cana-de-açúcar.

Na Região Sul, a previsão de chuvas abaixo da média em grande parte do território, associada ao aumento das temperaturas, especialmente no centro-norte do Paraná, tende a favorecer o estágio final de desenvolvimento das culturas de inverno, bem como operações de colheita. A menor umidade reduz a incidência de doenças fúngicas, enquanto as temperaturas mais elevadas aceleram a maturação dos cultivos de verão.

 

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Mercado

Semeadura da safra 2025/26 de soja chega a 60% no Rio Grande do Sul

Por Redação 28/11/2025
Escrito por Redação
Semeadura da safra 2025/26 de soja chega a 60% no Rio Grande do Sul

Safra da soja // Foto: Gilson Abreu/AEN

A colheita de soja no Rio Grande do Sul alcançou 60% da área cultivada, após avançar 17 pontos percentuais em uma semana, mostra o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27).

Na mesma época da temporada passada, os trabalhos estavam em 62%; na média dos últimos cinco anos, em 65%.

“A semeadura avançou de forma significativa no início do período, favorecida por predomínio de tempo seco e pelas chuvas pontuais, que mantiveram os níveis de umidade do solo adequados na maior parte das áreas produtoras. No entanto, no final do período, o ritmo de operação se reduziu, sendo temporariamente interrompida devido à diminuição da umidade superficial, especialmente em solos de textura mais leve”, afirma a Emater.

Para a Safra 2025/2026, no Rio Grande do Sul, a projeção da Emater/RS-Ascar indica o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade média de 3.180 kg/ha.

Fonte: Datagro

 

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Mercado

Agroindústria cresce 2,3% em setembro de 2025, revela o FGVAgro

Por Redação 28/11/2025
Escrito por Redação

Agroindústria cresce 2,3% em setembro de 2025, revela o FGVAgro

O volume de produção agroindustrial registrou expansão de 2,3% em setembro de 2025, ao comparar com o mesmo mês do ano anterior, sendo o primeiro resultado positivo após três meses consecutivos de retrações, é o que revela os dados da pesquisa sobre o Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) do FGVAgro.

A expansão da Agroindústria foi puxada pelos segmentos de Produtos Alimentícios e Bebidas, cuja alta foi de 5,8% no período. Por sua vez, o Segmento de Produtos Não Alimentícios contraiu 1,5%. Na realidade, quando se considera os setores que compõem os segmentos, observa-se que houve uma expansão quase que generalizada. Os únicos setores que não registraram crescimento foram Bebidas Alcoólicas (–6,7%) e Biocombustíveis (–24,4%). A queda do setor de Biocombustíveis foi tão intensa que mais do que compensou as altas nos demais setores do segmento de Produtos Não Alimentícios.

Apesar do bom desempenho no mês, o estudo revelou que foi suficiente apenas para zerar as perdas no trimestre. No acumulado do 3º trimestre, a Agroindústria retraiu (–0,01%) quando comparada com o mesmo trimestre de 2024. Por fim, para que o setor consiga registrar crescimento em 2025, basta que ele acumule uma leve alta de 0,3% ao longo do 4º trimestre frente ao mesmo período do ano anterior. No entanto, dado a evolução observada ao longo do ano, esse desempenho está longe de ser garantido.

Os pesquisadores do FGVAgro explicam que a Agroindústria ainda tem desafios como a taxa de juros elevada, que aumenta o custo de capital e um tarifaço que deteriorou as expectativas do setor. Por outro lado, há um mercado interno aquecido e uma busca por novos mercados para tentar contornar os efeitos adversos ao atrito comercial com os Estados Unidos

 

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Empresas

Cummins acelera a transição energética com a estratégia global Destino ao Zero

Por Redação 27/11/2025
Escrito por Redação

Cummins acelera a transição energética com a estratégia global Destino ao Zero

A Cummins está avançando em seu compromisso global com a sustentabilidade por meio da estratégia Destino ao Zero, que orienta a jornada da companhia rumo à neutralidade de carbono até 2050.

A iniciativa une mais de um século de inovação tecnológica a investimentos em soluções de baixo e zero carbono, com metas concretas para reduzir pela metade as emissões absolutas de gases de efeito estufa (GEE) nas operações (Escopos 1 e 2) e em 25% as emissões da cadeia de produtos (Escopo 3) até 2030.

“O Destino ao Zero traduz nossa visão de que prosperidade e sustentabilidade caminham lado a lado. É uma estratégia que conecta inovação, impacto social e crescimento responsável, ajudando nossos clientes a navegar pela transição energética enquanto fortalecemos nossos negócios”, afirma Adriano Rishi, CEO da Cummins Brasil.

Brasil como protagonista da transição energética

O Brasil é hoje uma das referências mundiais em energia limpa: mais de 88% da matriz elétrica nacional é renovável, segundo o Ministério de Minas e Energia. A força da energia hídrica, somada ao avanço da solar e da eólica, posiciona o país na vanguarda da descarbonização.

Ao mesmo tempo, o uso de biocombustíveis — como etanol, biodiesel e biometano — amplia a descarbonização do transporte, criando um sistema complementar em que renováveis e biocombustíveis avançam juntos.

Nesse contexto, e às vésperas da COP30, o país tem papel central no debate global sobre energia e clima, consolidando-se como um protagonista natural da transição energética.

A Cummins alinha sua estratégia global às vocações energéticas locais, investindo em pesquisa, desenvolvimento e inovação para ampliar o uso de soluções que reduzam emissões e fortaleçam a sustentabilidade industrial.

O Centro Técnico Brasil, em Guarulhos (SP), atua como polo de inovação e tropicalização de tecnologias, desenvolvendo soluções que valorizam os diferenciais da matriz nacional e aceleram a transição para uma economia de baixo carbono.

Pilares estratégicos da sustentabilidade

O Destino ao Zero se apoia em três pilares principais, que norteiam as ações da Cummins em todo o mundo:

  • Descarbonização: reduzir as emissões de gases de efeito estufa em toda a cadeia de valor, oferecendo um portfólio diversificado de soluções energéticas — que combinam combustíveis alternativos, avanços contínuos em motores a combustão, eletrificação e hidrogênio.
  • Materiais: otimizar o uso de recursos, promover a eficiência produtiva e adotar práticas de economia circular, reduzindo desperdícios e ampliando o reaproveitamento de materiais.
  • Comunidades: gerar impacto social positivo por meio do fortalecimento das comunidades onde a Cummins atua, promovendo inclusão, capacitação e desenvolvimento sustentável.
Metas concretas até 2030
  • Entre os principais compromissos globais da Cummins até 2030 estão:
  • Reduzir em 50% as emissões absolutas de GEE nas operações (Escopos 1 e 2);
  • Diminuir em 25% as emissões associadas à cadeia de produtos (Escopo 3);
  • Implementar planos de circularidade em 90% dos novos produtos;
  • Reduzir em 30% o consumo absoluto de água nas operações e alcançar o status de Net Water Positive — gerar benefícios hídricos superiores ao consumo anual da companhia em todas as regiões;
  • Atingir crescimento zero de resíduos e minimizar o uso de plásticos descartáveis;
  • Fortalecer o engajamento comunitário — o programa global Every Employee Every Community já soma mais de 343 mil horas de voluntariado em projetos sociais e ambientais.
Soluções energéticas em evolução

A Cummins organiza seu portfólio em uma hierarquia tecnológica que reflete a jornada de transição energética — do aprimoramento contínuo dos motores a combustão ao avanço de soluções zero emissão:

  • Motores a diesel e biodiesel (Euro VI) – já disponíveis no mercado brasileiro, oferecem ganhos contínuos de eficiência e reduzem em até 80% as emissões de NOx e material particulado, atendendo aos mais exigentes padrões de emissões globais.
  • Soluções a gás natural e biometano – ampliam o uso de combustíveis de menor impacto ambiental, promovendo economia operacional e redução de emissões de CO₂.
  • Plataforma global Cummins HELM™ – nova geração de motores multicombustível, projetada para operar com diesel avançado, gás natural e hidrogênio. O HELM é uma solução global que oferece até 10% de ganho de eficiência e representa o futuro da eficiência térmica e da flexibilidade de combustíveis.
  • Conceito de motor a etanol – desenvolvido especificamente para o contexto brasileiro, o conceito explora o potencial do biocombustível nacional, com redução de até 65% nas emissões de CO₂ em comparação ao diesel tradicional.
Accelera by Cummins: inovação que impulsiona o futuro zero emissão

A Accelera, unidade de negócios da Cummins dedicada a tecnologias de emissão zero, oferece um portfólio abrangente que inclui sistemas de baterias, células de combustível, e-Powertrain e eletrolisadores. A marca mobiliza inovação e escala para acelerar a jornada rumo à descarbonização global, atendendo indústrias essenciais como transporte, energia, infraestrutura e manufatura. A Accelera desempenha um papel fundamental na estratégia “Destino Zero” da Cummins, que reconhece que alcançar emissões líquidas zero até 2050 exige uma combinação ampla e integrada de soluções tecnológicas.

“A Accelera simboliza o avanço da Cummins em direção a um futuro de energia sustentável, conectando eficiência, inovação e impacto positivo para as próximas gerações”, afirma Rishi.

Compromisso coletivo com o futuro

Mais do que uma meta ambiental, o Destino ao Zero é um compromisso coletivo para construir um futuro em que pessoas, negócios e planeta prosperem juntos.

“Nosso papel é liderar pelo exemplo, inovando com responsabilidade, colaborando com parceiros estratégicos e valorizando as oportunidades únicas que o Brasil oferece em energia limpa e renovável”, completa Rishi.

Com metas mensuráveis, soluções tangíveis e impacto positivo nas comunidades, a Cummins reafirma seu papel como protagonista da transição energética global, transformando o progresso em energia para um futuro mais sustentável.

 

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Mercado

Isenção no Imposto de Renda pode aliviar custos e estimular investimentos no campo, diz FPA

Por Redação 27/11/2025
Escrito por Redação

Isenção no Imposto de Renda pode aliviar custos e estimular investimentos no campo, diz FPA

A Comissão de Agricultura (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (26), o parecer favorável ao Projeto de Lei 1.196/2025, que amplia de forma significativa a faixa de isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas produtoras rurais. Pelo texto, produtores que obtenham resultado anual de até R$ 508.320,00 ficarão livres da tributação — medida considerada estratégica para aliviar custos, estimular investimentos e fortalecer a atividade no campo.

O projeto, de autoria do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), altera a Lei nº 7.713/1988 e estabelece que o valor da isenção seja atualizado anualmente pelo IPCA, evitando a perda do benefício com o avanço da inflação. A iniciativa também determina que os montantes isentos não serão enquadrados nas faixas de alta renda previstas na Lei nº 9.250/1995.

Para Evair, o objetivo é garantir melhores condições para quem produz. “O produtor rural enfrenta riscos que nenhum outro setor enfrenta: oscilações de preços, clima, pragas e custos elevados. Ampliar a isenção é uma maneira de reconhecer esse cenário e permitir que pequenos e médios produtores invistam em sua atividade e mantenham o Brasil como potência agrícola”, afirmou.

O relator da matéria, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), destacou durante debate na comissão que a proposta coloca em prática um princípio fundamental da tributação: adequar o imposto à capacidade contributiva real. “Estamos falando de um setor que carrega o Brasil nas costas. Reduzir o peso tributário não é privilégio, é justiça. Esta medida dá fôlego ao produtor, estimula a competitividade e garante que o campo continue gerando emprego, renda e alimento para o país”, defendeu.

Nogueira também ressaltou o impacto da atualização anual pelo IPCA. “Sem atualização automática, qualquer benefício perde valor rapidamente. Com esse mecanismo, garantimos um incentivo permanente e eficiente”, acrescentou.

Outro ponto destacado pelo relator é a simplificação tributária prevista para quem se enquadrar na faixa isenta. “A desobrigação da declaração de ajuste anual para esses produtores é uma vitória importante. É menos burocracia e mais tempo para o produtor fazer o que sabe: produzir”, afirmou.

O projeto tramita em caráter conclusivo e seguirá agora para as Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Casa.

 

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Estudo identifica 130 municípios com elevado desenvolvimento agropecuário
Tecnologia

Parceria entre Brasil e China deve viabilizar máquinas para pequenos produtores

Por Redação 27/11/2025
Escrito por Redação

Parceria entre Brasil e China deve viabilizar máquinas para pequenos produtores

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) participou de uma joint-venture entre a empresa chinesa Hans Machineries e a empresa brasileira Livefarm, nesta quarta-feira (26), para a parceria produtiva e transferência de tecnologia entre ambas para a produção de máquinas agrícolas de pequeno porte com alta tecnologia. 

O objetivo é produzir equipamentos agrícolas, como pequenos tratores, para propriedades menores, levando a mecanização de forma mais ampla para o campo, aproveitando a experiência da empresa chinesa que atua em 54 países com plantadeiras, roçadeiras e outros equipamentos de pequeno porte. A ideia é produzir para pequenas propriedades pequenos tratores de 7 a 20 cavalos.

Hoje ainda há pouca mecanização da agricultura familiar brasileira. Com maior mecanização e produtos de tamanho e preço adaptados, isso pode melhorar a produtividade e condições de trabalho dos agricultores familiares.

“Estamos pensando nisso mais do que compra e venda de equipamentos, mas como elo de transformação no Brasil, desenhando equipamentos que não forcem o agricultor familiar a procurar uma máquina melhor, mas sim uma máquina certa que facilite seu trabalho, mantenha o jovem no campo e reduza as desigualdades de gênero no trabalho rural”, declarou o executivo da LiveFarm. A empresa pretende construir esses equipamentos em plantas de produção no Ceará, Paraíba e na Bahia.

“Equipamento como a roçadeira automática, por exemplo, significa a aposentadoria da enxada. E a juventude, para ficar no campo, quer superar a enxada, ficar no campo em condições dignas de trabalho”, disse o ministro Paulo Teixeira.

“O Brasil tem tipologia de máquinas para a média e grande propriedade. Não tem para a pequena propriedade, e a China avançou muito em tipologia de máquinas para as pequenas propriedades. Mas também sabemos que há muitas soluções no Brasil que podem ser potencializadas. Então saúdo essa parceria, acho que tem um forte mercado para essas máquinas. Oferecemos 2% de juros para equipamentos de pequeno porte, não há crédito melhor no Brasil. Esse crédito é para máquinas que tem conteúdo nacional. Essa parceria entre a Livefarm e a Hans Machineries traz o know how chinês dessas máquinas para a produção no Brasil.”

Fátima Torres, presidente da Unicafes, destacou a importância da mecanização para aposentar a enxada e melhorar a qualidade de vida no campo. “Cada hora que o trabalhador rural consiga ficar fora do sol, com tecnologia, é melhoria de saúde, de qualidade de vida, e com maior produtividade, aumenta a renda e o tempo do produtor. Nosso papel nessa parceria são as cooperativas ajudarem a reduzir o custo de acesso dos agricultores cooperados a estes equipamentos.”

 

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Produtividade da cana segue em queda no Centro-Sul em agosto
Mercado

Safra 2026/27 deve produzir 36,1 bilhões de litros de etanol no Centro-Sul

Por Redação 26/11/2025
Escrito por Redação

Safra 2026/27 deve produzir 36,1 bilhões de litros de etanol no Centro-Sul

A StoneX, empresa global de serviços financeiros, inicia sua primeira revisão para o ciclo 2026/27 do Centro-Sul, projetando 36,1 bilhões de litros de etanol, um avanço de 9,3% em relação a 2025/26. O aumento estima­do resulta da maior disponibilidade de cana e da continuidade da expansão do etanol de milho.

A consultoria também aponta que o cenário internacional de açúcar, pressionado por uma oferta global mais confortável e, consequente queda dos preços ao longo de 2025, deve favorecer o etanol no início da nova safra, levando as usinas a priorizarem o biocombustível em relação à temporada 2025/26.

“São 4 novas usinas de etanol de milho que devem iniciar as operações no ciclo, incrementando uma capacidade instalada de pouco mais de 2,8 bilhões de litros até março/27”, realça o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Rafael Borges.

Com o mercado global de açúcar mais abastecido, o etanol ganha competitividade e tende a atrair uma fatia maior do mix no início da safra 2026/27. Ainda assim, o setor também enfrentará pressão de oferta, o que deve impactar os preços do biocombustível.

Área colhida 

A StoneX projeta estabilidade na premissas de área colhida, e alta na produtividade para a safra 2026/27, sustentadas pela retomada das áreas atingidas pelas queimadas de 2024 e pela expectativa de um clima mais favorável, com chuvas regulares até março de 2026.

A área colhida deve ultrapassar 8 milhões de hectares, avanço de 1,1% sobre 2025/26. Com TCH estimado em 77,5 t/ha, alta de 2,4%, a moagem deve chegar a 620,5 milhões de toneladas, crescimento de 3,6% na comparação anual e praticamente alinhado ao volume de 2024/25.

Produção de açúcar 

O mix açucareiro estimado da safra 2026/27 caiu de 51,3% para 50,6%, devido à redução na produção de etanol de milho e à queda nos preços internacionais do açúcar. Apesar disso, a produção de açúcar deve chegar a 41,5 milhões de toneladas, o segundo maior volume da série histórica, alta de 3,3% sobre 2025/26, mas 600 mil toneladas abaixo da estimativa de setembro, abrindo espaço para um novo recorde na produção de etanol.

Na 6ª revisão da safra 2025/26 do Centro-Sul, a StoneX destaca que o desempenho final dependerá das chuvas entre novembro e março de 2026. Apesar de ajustes em Toneladas de Cana por Hectare (TCH) e área colhida, a moagem permanece em 598,8 milhões de toneladas.

O ATR apresentou sazonalidade atípica e deve chegar a 137,3 kg/ton, enquanto o mix açucareiro cai para 51,3%, mantendo a oferta de açúcar estável em relação a 2024/25.

Norte-Nordeste

O processamento de cana no Norte-Nordeste começou oficialmente em setembro, com alguns atrasos devido às chuvas acima da média em partes do Nordeste durante agosto e setembro. Apesar disso, as precipitações foram predominantemente favoráveis desde maio, compensando períodos de estresse hídrico em abril e excesso de chuva em agosto.

Segundo a StoneX, a moagem total para o ciclo 2025/26 (set-ago) está estimada em 57,3 milhões de toneladas, praticamente estável em relação a 2024/25, refletindo apenas um leve recuo na área colhida na região.

Já o etanol de milho na região avança junto à fronteira agrícola do Matopiba (que engloba o sul do Maranhão, o Tocantins, o sudoeste do Piauí, e o oeste da Bahia), impulsionado pela soja e pelo milho safrinha.

“Com a inauguração da usina da Inpasa em Balsas (MA) e cinco novos projetos previstos para a safra 2025/26, a produção regional poderá atingir quase 1 bilhão de litros (962 mil m³), representando 31% da oferta da região”, conclui Borges.

 

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Mercado

São Martinho e Kepler Weber firmam parceria para nova unidade de armazenagem de grãos em Goiás

Por Redação 26/11/2025
Escrito por Redação

São Martinho e Kepler Weber firmam parceria para nova unidade de armazenagem de grãos em Goiás
A Kepler Weber e a São Martinho firmaram um acordo para construir uma nova unidade de armazenagem e beneficiamento de grãos em Montividiu (GO), com capacidade estática de 240 mil toneladas.

O empreendimento integra a expansão da produção de etanol de milho da São Martinho em Goiás, que inclui um investimento de R$ 1,1 bilhão na Unidade Boa Vista, em Quirinópolis.

A nova unidade será responsável pelo recebimento, limpeza, secagem e armazenagem de milho antes do envio à planta industrial, a qual processará 635 mil toneladas de milho por ano, a partir de 2027, resultando na produção de 270 mil m³ de etanol.

O projeto da Kepler Weber prevê dois fluxos de recepção de 240 toneladas por hora e um fluxo de expedição de 300 toneladas por hora. Os valores do contrato não foram divulgados.

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