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Notícias

Valtra traz plantadora dobrável na Coopavel

Por Nadila Sousa 30/01/2020
Escrito por Nadila Sousa

A Valtra, referência global na fabricação de máquinas agrícolas, trará pela primeira vez ao Show Rural Coopavel, a plantadora dobrável Momentum, uma das máquinas mais admiradas pelos agricultores na atualidade. O evento será realizado em Cascavel (PR), entre os dias 3 e 7 de fevereiro. A marca também traz ao evento a inédita série de tratores A2R e a mais nova solução para a distribuição de defensivos e fertilizantes, o BS3350H Dry.

“Lançamos a Momentum na metade de 2019 e a máquina rodou o Brasil, encantando os agricultores presentes nas principais feiras do ano. Temos certeza que a receptividade do produtor rural da região de Cascavel será semelhante. A máquina é resultado de um projeto que muito nos orgulha, 100% brasileiro. A Coopavel 2020 vai dar o tom positivo para todo o calendário agrícola deste ano”, diz o gerente de vendas da Valtra, Júnior Rodrigues.

A Momentum fica com apenas 3,6 metros de largura quando fechada, o que facilita o transporte em estradas e faz dela a plantadora de melhor mobilidade do mercado. A Momentum possui tecnologia 100% Precision Planting®, que se integra com o sistema de telemetria dos equipamentos Valtra e está disponível nas versões de 24, 30 e 40 linhas no espaçamento de 45cm. O índice de singulação (percentual de sementes falhas e duplas) da nova plantadora chega a 99,6% no milho, mesmo em velocidades superiores a 10 km/h de plantio.

Saiba mais sobre os outros destaques

Tratores Série A2R – Outra série de máquinas inéditas da Valtra na Coopavel é a evolução da Série A Geração 2 de tratores, famosa por sua robustez e versatilidade: a Série A2R, agora com motor eletrônico AGCO Power de 3 cilindros, homologado pela lei de controle de emissões MAR-1. Os modelos da série A2R são 4×4, plataformados, têm baixo custo de manutenção e aceitam todos os tipos de implementos agrícolas, como grades aradoras, pequenas plantadeiras, perfuradores, enxadas rotativas, distribuidores e pulverizadores. A série A2R da Valtra é composta por quatro modelos: o A800R (80 cv), A850R (89 cv), A950R (99 cv) e o A990R (105 cv).

BS3350H Dry – O distribuidor de sólidos Valtra BS3350H Dry possui caixa de distribuição de 5 m³, feita 100% de aço inox, o que garante a durabilidade do equipamento. Equipada com motor AGCO Power de 200 cv, a máquina tem 40 metros de largura de trabalho, oferecendo mais produtividade até 50% de economia de combustível, em relação a outras marcas. O BSH3350H Dry tem o melhor desempenho nas mais variadas condições de terrenos, topografias e de uso.

Farm Solutions – Para garantir as soluções mais adequadas à realidade do produtor, a Valtra conta com parcerias estratégicas com as empresas InCeres, Tecgraf e Solinftec. Juntas, elas oferecem serviços como o planejamento preciso do tráfego de máquinas na lavoura, geração de recomendações agronômicas e de conectividade no campo, são as principais soluções que a iniciativa oferece, melhorando o desempenho das operações como um todo. As ofertas do Farm Solutions aumentam ainda mais o desempenho das tecnologias da AGCO, como o piloto-automático Auto-Guide™ 3000, o monitor de produtividade Fieldstar®II e o sistemas de controle de aplicação de sementes e fertilizantes à taxa variável.

Fonte: Assessoria de Imprensa Valtra

30/01/2020 0 Comentários
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Mercado

Vendas de tratores agrícolas caem 8,49% em setembro, aponta Fenabrave

Por Redação 06/11/2026
Escrito por Redação

Vendas de tratores agrícolas caem 8,49% em setembro, aponta Fenabrave

As vendas de tratores agrícolas recuaram 8,49% em setembro de 2026, na comparação com agosto, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado nesta quinta-feira (5). Na comparação com setembro do ano passado, a queda foi mais acentuada, de 47,32%.

No acumulado de 2026, até setembro, as vendas de tratores registraram retração de 24,70% em relação ao mesmo período de 2025.

De acordo com a análise da Fenabrave, o mercado reflete a cautela dos produtores rurais na realização de novos investimentos. A renovação de máquinas depende do endividamento dos agricultores, das condições de financiamento e das perspectivas de rentabilidade da atividade.

A entidade destaca que iniciativas de crédito mais acessível, como o programa Move Agrícola, podem contribuir para melhorar esse cenário. Ainda assim, o setor mantém resultados negativos até setembro.

Vendas de colheitadeiras

No segmento de colheitadeiras, as vendas apresentaram recuperação mensal de 80,14% em setembro, na comparação com agosto. Apesar da alta, o resultado ficou 29,83% abaixo do registrado em setembro de 2025.

No acumulado do ano, a retração foi de 55,33% frente aos nove primeiros meses de 2025.

Segundo a avaliação da Fenabrave, a melhora mensal deve ser considerada diante da base baixa de comparação. A entidade ressalta que a recuperação do mercado depende da retomada das condições de investimento no campo, especialmente em um segmento marcado por margens baixas e elevado nível de endividamento dos produtores rurais.

 

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06/11/2026 0 Comentários
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Mercado

Milho da safra 26/27 pode ser favorecido pelo avanço do plantio da soja em MT

Por Redação 06/11/2026
Escrito por Redação

Milho da safra 26/27 pode ser favorecido pelo avanço do plantio da soja em MT

O avanço da semeadura da soja em Mato Grosso, já na casa dos 90%, pode favorecer o calendário do milho na safra 2026/27. É o que aponta as novas projeções do Instituto Mato-grossensse de Economia Agropecuária (Imea), que destaca que devido à perspectiva de conclusão do plantio da oleaginosa dentro do período planejado neste mês de novembro, os produtores ganham melhores condições para semear o milho na janela considerada ideal no ano que vem.

De acordo com o instituto, para a próxima temporada a área do cultivo de milho está estimada em 7,48 milhões, um crescimento de 0,59% em relação à safra 25/26. A projeção foi mantida no relatório de Oferta e Demanda de novembro de 2026 e considera a perspectiva de expansão da demanda doméstica pelo cereal.

Segundo Gabriel Souza, da equipe de milho do Imea, o ritmo de implantação da soja é um dos fatores que podem contribuir para o planejamento da segunda safra. A antecipação da semeadura da oleaginosa amplia as possibilidades de realização do plantio do milho dentro do calendário recomendado, embora o desempenho da cultura dependa das condições climáticas ao longo de seu ciclo.

As previsões do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/Inpe) indicam possibilidade de chuvas favoráveis à manutenção da umidade do solo entre novembro de 2026 e fevereiro de 2027, período importante para o plantio do milho e o desenvolvimento inicial das lavouras em Mato Grosso.

Por outro lado, o excesso de precipitações pode provocar interrupções nas operações de campo e atrasar o calendário agrícola. Nos meses seguintes, uma eventual redução ou má distribuição das chuvas também representa risco, especialmente durante as fases de florescimento e enchimento de grãos, quando a disponibilidade hídrica é determinante para a produtividade.

“Embora o avanço da semeadura da soja favoreça a implantação do milho dentro da janela ideal, ainda é necessário acompanhar o comportamento das chuvas e a disponibilidade hídrica ao longo do ciclo, principalmente diante das possíveis influências do El Niño”, destaca Gabriel Souza.

Média histórica da área de milho em Mato Grosso

Diante das incertezas climáticas, o Imea manteve a produtividade estimada em 119,64 sacas por hectare, um recuo de 8,05% em relação à temporada anterior. Com isso, a produção da safra 26/27 está projetada em 53,68 milhões de toneladas, queda de 7,50% frente à safra recorde deste ano.

Além das perspectivas para a produção, o mercado mato-grossense segue influenciado pelo crescimento do consumo interno. Para a safra 2026/27, o Imea estima demanda de 27,09 milhões de toneladas do milho, um crescimento de 16,20% em relação ao ciclo anterior.

A expansão da indústria de etanol de milho e o aumento da utilização do cereal na formulação de ração animal estão entre os principais fatores que sustentam essa demanda. As exportações, por sua vez, devem cair 27,39% na comparação anual, estando projetadas em 17,50 milhões de toneladas.

Na safra 2025/26, as exportações permanecem estimadas em 24,10 milhões de toneladas. Entretanto, os embarques realizados entre julho e setembro de 2026 registraram o menor volume para o período nos últimos cinco anos. O resultado está relacionado à menor competitividade do milho mato-grossense no mercado internacional e à maior concorrência da Argentina, que ampliou sua presença em importantes destinos compradores.

Apesar do início mais lento, a expectativa do Imea é de recuperação dos embarques nos próximos meses, favorecida por condições mais atrativas de escoamento e pelo dólar em patamar mais elevado, que pode melhorar a paridade de exportação.

Com o crescimento do consumo doméstico e a menor disponibilidade do cereal, os estoques finais da safra 2026/27 estão estimados em 199,46 mil toneladas, redução de 66,84% em relação ao ciclo anterior.

 

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06/11/2026 0 Comentários
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Mercado

Sorgo ganha mercado e pode dobrar área plantada no Brasil até 2035

Por Redação 05/11/2026
Escrito por Redação

Sorgo ganha mercado e pode dobrar área plantada no Brasil até 2035

O sorgo está entrando em uma nova fase de expansão no Brasil. Tradicionalmente destinado à alimentação animal, o grão começa a conquistar espaço em outros mercados, impulsionado pela demanda de usinas de etanol, pelo avanço das exportações para a China e pela evolução tecnológica das sementes e do manejo. A combinação desses fatores pode transformar a cultura em uma das protagonistas da diversificação agrícola brasileira nos próximos anos, com potencial para dobrar a área cultivada até 2035.

De acordo com Enilson Nogueira, consultor e analista de mercado agrícola vinculado ao Grupo Tático de Aumento de Produtividade (GETAP) e à consultoria Céleres, novas perspectivas de demanda estão impulsionando o crescimento da cultura.

Um desses motores está relacionado às usinas, que podem utilizar diferentes matérias-primas na produção de etanol, desde a cana-de-açúcar até os grãos. Em regiões como o Vale do Araguaia, em Mato Grosso, além de áreas de Goiás, Maranhão e Bahia, onde essas indústrias estão presentes, o sorgo surge como uma alternativa para complementar o milho, especialmente em locais sujeitos a riscos climáticos durante a segunda safra.

Mais adaptada a condições de menor disponibilidade hídrica, essa cultura pode oferecer maior estabilidade produtiva em determinadas situações, além de uma vantagem econômica.

“O sorgo tem sido negociado entre 10% e 15% abaixo do preço do milho, diferencial que favorece sua utilização pelas usinas e amplia o interesse por ele”, destaca Nogueira.

A dimensão dessa oportunidade fica evidente quando se considera o volume de consumo do setor. Tomando como referência uma indústria com demanda de 30 milhões de toneladas de grãos, a substituição de apenas 5% desse volume por sorgo representaria um mercado potencial de 1,5 milhão de toneladas, o equivalente a quase 30% da produção brasileira da cultura.

“Um esforço relativamente pequeno para incorporar o sorgo à matriz de matérias-primas dessas usinas já provoca um impacto muito grande na dinâmica de oferta e demanda desse segmento”, afirma o analista.

China abre novas perspectivas

Se o mercado interno começa a oferecer novas possibilidades de consumo, o comércio internacional acrescenta outra frente de crescimento. A habilitação de exportadores e armazéns brasileiros para comercializar sorgo com a China ampliou as perspectivas para o grão em um dos mercados mais relevantes do mundo.

Maior consumidor global de sorgo, o país asiático utiliza a matéria-prima tanto na alimentação animal quanto na produção de bebidas tradicionais, como o baijiu, destilado que pode ser elaborado a partir do cereal. Essa diversidade de aplicações contribui para sustentar a demanda e cria condições para que o grão alcance preços competitivos em relação ao milho.

Na avaliação de Nogueira, o avanço das compras chinesas também pode beneficiar a formação de preços no Brasil. “Quando os valores obtidos nas exportações se aproximam dos praticados para o milho, o sorgo ganha competitividade e passa a contar com uma referência comercial adicional”, afirma.

Para o agricultor, isso significa mais do que a possibilidade de vender um volume maior. A presença de compradores internacionais amplia as alternativas de negociação e reduz a dependência de um único canal de comercialização, historicamente concentrado na indústria de alimentação animal.

“Agora, o produtor conta com diferentes alternativas de mercado: exportadores, usinas e compradores do setor de alimentação animal. Essa diversificação reduz os riscos comerciais associados à produção”, explica o analista.

Exportações podem alcançar 2 milhões de toneladas

As estimativas para o ciclo 2025/26 indicam que as exportações brasileiras de sorgo podem alcançar cerca de 2 milhões de toneladas, ante aproximadamente 100 mil toneladas no ano anterior. Caso confirmado, o salto representará uma mudança expressiva na dimensão do mercado e poderá contribuir para estimular novos investimentos na cultura.

Considerando esse volume, a demanda externa corresponderia a uma produção equivalente a quase 400 mil hectares de sorgo, dependendo da produtividade alcançada. A perspectiva de expansão das compras chinesas, somada ao consumo de outros países e à demanda das usinas brasileiras, reforça o potencial de crescimento da cadeia.

O potencial de expansão também se reflete nas projeções para a área cultivada. De acordo com o consultor, considerando o cenário atual, a área plantada com sorgo, estimada em cerca de 2,2 milhões de hectares, poderá dobrar até 2035, caso se mantenha a tendência de crescimento da demanda e dos investimentos em tecnologia. “Considerando apenas grãos, o sorgo poderá figurar, nos próximos anos, entre as três culturas mais importantes do país em área plantada, ampliando sua participação na segunda safra”, projeta.

Tecnologia aumenta a competitividade

O avanço da cultura também está relacionado à evolução tecnológica. No passado, a disponibilidade mais limitada de materiais genéticos e de tecnologias específicas de manejo restringia o potencial produtivo do sorgo e dificultava sua consolidação como alternativa ao milho na segunda safra.

Esse cenário começou a mudar nos últimos cinco anos, período em que as perspectivas de crescimento da demanda estimularam empresas a ampliar os investimentos em sementes e soluções de manejo. Segundo o analista, já existem lavouras que alcançam produtividades de 130 a 140 sacas por hectare na segunda safra, aproximando-se dos níveis registrados pelo milho em determinadas condições de cultivo.

A combinação entre potencial produtivo, custo de produção e maior resiliência climática fortalece a posição do sorgo no planejamento agrícola. Em regiões onde o risco de perdas do milho de segunda safra é mais elevado, a cultura pode contribuir para diversificar as estratégias de produção e melhorar a relação entre risco e retorno.

Além disso, a ampliação dos canais de comercialização ajuda a tornar a decisão de plantio mais previsível. “Com alternativas de venda para usinas, exportadores e indústrias de ração, o produtor passa a avaliar o sorgo não apenas pelas características agronômicas, mas também pelas oportunidades comerciais disponíveis em sua região”, finaliza o especialista.

O avanço do mercado também reforça a importância de reconhecer e valorizar os produtores que investem na cultura. Nesse contexto, o GETAP (Grupo Tático de Aumento da Produtividade) anunciará agora no final de novembro em um evento em Indaiatuba-SP, os primeiros ganhadores da premiação Sorgo, iniciativa que busca destacar os resultados alcançados no campo e prestigiar os agricultores que contribuem para o desenvolvimento de uma cultura em expansão no agro brasileiro.

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05/11/2026 0 Comentários
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Tecnologia

Embrapa lança curso on-line e gratuito sobre a cultura e produção de mudas de guaraná

Por Redação 05/11/2026
Escrito por Redação
Embrapa lança curso on-line e gratuito sobre a cultura e produção de mudas de guaraná

Frutos de guaranazeiro BRS-Noçoquém // Foto: Síglia Souza

A Embrapa Amazônia Ocidental disponibiliza uma nova capacitação no ambiente virtual de aprendizagem da plataforma e-Campo, com o curso “Guaraná: aspectos da cultura e produção de mudas”. A capacitação é inteiramente gratuita e voltada a produtores rurais, agentes de assistência técnica e extensão rural (ATER), técnicos, estudantes de ciências agrárias e demais interessados na atividade.

O lançamento reforça o papel estratégico da Embrapa Amazônia Ocidental como referência nacional e internacional na pesquisa com o guaranazeiro (Paullinia cupana Kunth var. sorbilis). Espécie nativa da Bacia Amazônica, o guaranazeiro possui relevância nos âmbitos socioeconômico e ambiental. A atividade de cultivo do guaraná é predominantemente desenvolvida pela agricultura familiar, comunidades tradicionais e povos indígenas, representando uma importante fonte de trabalho e renda para famílias na Região Norte.

A Embrapa Amazônia Ocidental é pioneira no melhoramento genético do guaranazeiro, no desenvolvimento de cultivares mais resistentes a pragas e doenças — como a antracnose — e na formulação de sistemas de manejo e propagação que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade no setor.

O curso tem a carga horária de 10 horas. A capacitação foi estruturada para conduzir o estudante por uma trajetória de aprendizado sobre a produção de mudas, mas aborda também informações sobre os aspectos botânicos e a importância socioeconômica da cadeia produtiva do guaraná. O conteúdo aborda as etapas de produção de mudas tanto pelo método de estaquia quanto pelo uso de sementes, explicando técnicas que garantem a alta qualidade genética e fitossanitária do material produtivo.

Oferecida no formato autoinstrucional, a capacitação permite que o próprio estudante defina seus horários, ritmo e local de estudo conforme sua disponibilidade, sem a necessidade de acompanhamento em horários fixos. Essa estrutura garante autonomia e facilita o acesso de produtores e técnicos de diferentes regiões ao conhecimento gerado pela pesquisa pública.

As inscrições e o acesso às aulas são gratuitos e já estão abertos no ambiente virtual da Embrapa.

Serviço
  • Curso: Guaraná: aspectos da cultura e produção de mudas
  • Modalidade: On-line e autoinstrucional
  • Carga horária: 10 horas
  • Valor: Gratuito
  • Inscrições: https://e-campo.sede.embrapa.br/curso/guarana-aspectos-da-cultura-e-producao-de-mudas
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05/11/2026 0 Comentários
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Brasil bate recorde na exportação de algodão na safra 2025/2026
Mercado

Mato Grosso intensifica combate ao bicudo na reta final da safra de algodão

Por Redação 05/11/2026
Escrito por Redação

Mato Grosso intensifica combate ao bicudo na reta final da safra de algodão

Com o beneficiamento do algodão entrando na reta final em Mato Grosso, a atenção do setor produtivo se volta para o controle do bicudo-do-algodoeiro. Na última semana de outubro, a incidência da praga aumentou na maioria das regiões do estado, segundo levantamento do IMAmt, braço técnico da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em parceria com o Imea.

O cenário levou a Ampa a reforçar o alerta aos agricultores sobre a necessidade de manter as medidas de combate ao inseto mesmo durante o desenvolvimento da soja. As tigueras, plantas voluntárias de algodão que nascem entre as lavouras de grãos, servem de abrigo e alimento para o bicudo. Por isso, a recomendação é eliminar esses focos imediatamente, manter as armadilhas ativas e recorrer à aplicação de inseticidas quando necessário.

Nas unidades de beneficiamento, os trabalhos também se aproximam da conclusão. A maior parte das algodoeiras já processou entre 65% e 80% da produção, enquanto algumas instalações da região Centro-Leste atingiram 97% do volume previsto.

Plantio da soja chega a 89%

Paralelamente aos cuidados fitossanitários, Mato Grosso se aproxima da conclusão da semeadura da soja 2026/27. Até 30 de outubro, a operação havia alcançado 89,05% da área estimada, favorecida pelo retorno das chuvas em regiões que enfrentavam maior irregularidade climática, como o Noroeste do estado.

Com as lavouras apresentando bom desenvolvimento, o ritmo da semeadura contribui para o planejamento da próxima etapa do calendário agrícola. A conclusão dos trabalhos dentro do período adequado é importante para assegurar condições mais favoráveis ao cultivo do milho e do algodão de segunda safra no início do próximo ano.

O processamento da fibra, a proximidade do fim da semeadura e a vigilância contra o bicudo marcam a transição entre as etapas da produção agrícola em Mato Grosso. Nesse período, o cumprimento das recomendações fitossanitárias e a atenção aos prazos de cultivo são fundamentais para preservar o potencial produtivo da próxima temporada.

 

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05/11/2026 0 Comentários
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Abimaq lança guia prático de armazenagem com orientações e boas práticas
Tecnologia

Comissão da Câmara aprova criação de programa nacional de armazenagem

Por Redação 05/11/2026
Escrito por Redação

Comissão da Câmara aprova criação de programa nacional de armazenagem

Apesar de grande produtor mundial de alimentos, o Brasil ainda tem pouca capacidade de armazenamento frente à produção das lavouras. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país terminou 2025 com uma capacidade de armazenagem de 233,8 milhões de toneladas. Somente a safra de grãos 2025/2026 terminou com 361,7 milhões de toneladas colhidas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Esse déficit na armazenagem é um dos motivos apresentados pelo deputado Maurício do Vôlei (PL-MG), coordenador de Alimentação e Saúde da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), no Projeto de Lei (PL) 1.621/2026. A proposta, que institui o Programa Nacional de Armazenagem e Secagem da Produção Agropecuária (PNAS), foi aprovada nesta quarta-feira (4) pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados.

“Grande parte da produção nacional é escoada imediatamente após a colheita, o que gera perdas significativas, pressiona os preços, sobrecarrega a logística e reduz a margem do produtor rural. Estima-se que o déficit de armazenagem no país alcance dezenas de milhões de toneladas, comprometendo a eficiência do setor”, defendeu o parlamentar na justificativa do projeto.

A proposta foi relatada pelo deputado Dilceu Sperafico (PP-PR), que apresentou um substitutivo para ampliar o alcance do programa. Além de produtores rurais, associações e cooperativas, o texto passou a incluir empresas cerealistas entre os beneficiários.

“O setor cerealista representa parcela expressiva da capacidade nacional instalada para recepção, limpeza, secagem, padronização, armazenagem e comercialização de grãos in natura, exercendo papel determinante no escoamento da produção. Assim, a ausência deste segmento na formulação do programa proposto gera uma lacuna na cadeia distributiva e compromete a eficácia total da política pública pretendida”, destacou Sperafico.

O parecer do relator foi lido na comissão pelo coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC).

De acordo com o texto, as formas de incentivar a armazenagem no país por meio do PNAS são:

  • criação de linhas de crédito com condições favorecidas;
  • incentivos à construção, ampliação e modernização de silos, armazéns e unidades de secagem/
  • apoio a estruturas de armazenagem de cooperativas e empresas cerealistas;
  • estímulo à adoção de novas tecnologias;
  • integração com outras políticas públicas, como seguro rural e crédito.

O programa também estabelece prioridades de atendimento, com foco em pequenos e médios produtores rurais, regiões com déficit de capacidade de armazenagem e municípios com forte atividade agrícola.

Com a aprovação na Comissão de Agricultura, o projeto segue para análise da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e, posteriormente, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A proposta tramita em caráter conclusivo e poderá seguir diretamente ao Senado, sem necessidade de votação no plenário da Câmara, caso não haja recurso.

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05/11/2026 0 Comentários
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Número de pessoas trabalhando no agro registra recorde em 2023
Mercado

Produtor tem até 12 de novembro para pedir renegociação de dívidas

Por Redação 04/11/2026
Escrito por Redação

Produtor tem até 12 de novembro para pedir renegociação de dívidas

Os produtores rurais têm até o dia 12 de novembro para ingressar no programa de renegociação de dívidas do setor agropecuário, criado pela Medida Provisória (MP) 1.376/2026. Até o momento, os bancos utilizaram 55% do montante liberado para as operações subsidiadas, sendo que apenas R$ 14,3 bilhões dos R$ 25,8 bilhões foram autorizados até 27 de outubro.

Desde o início da vigência da MP, em julho, foram registradas 27,2 mil novas operações e 45,4 mil operações renegociadas. O Paraná contratou R$ 800 milhões (3,1%), o quarto maior valor do país, atrás do Rio Grande do Sul (R$ 7 bilhões), de Minas Gerais e de São Paulo (R$ 900 milhões cada). O valor é pequeno diante do tamanho do problema: segundo o Banco Central, o Estado somava R$ 14 bilhões em saldo problemático nos empréstimos rurais em agosto.

“O prazo é curto e o recurso insuficiente. Os bancos levaram semanas para começar a analisar os pedidos, e agora o produtor corre contra o relógio para tentar entrar num programa que já nasceu pequeno para o tamanho da dívida rural”, afirma o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette. “Seguimos tratando o sintoma, não a doença. Quem ficar de fora por burocracia ou por falta de resposta do banco não pode pagar por essa lentidão”, complementa.

A lentidão na implementação das medidas persistiu após a aprovação da MP. Somente em 13 de agosto, o Ministério da Fazenda editou a Portaria 2.423, necessária para que os bancos começassem a operar. Ainda assim, um levantamento realizado pelo Sistema FAEP com sindicatos rurais, em setembro, identificou pedidos sem andamento, exigências de novas garantias e taxas de juros que inviabilizavam a renegociação.

“A solução exige urgentemente uma política estruturada de crédito para resolver o endividamento rural. Os produtores rurais esperam mais empenho do governo federal em relação a esse tema. O setor agropecuário não aguenta mais soluções parciais, com prazo apertado e limite curto”, destaca Meneguette.

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04/11/2026 0 Comentários
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Chuvas favorecem desenvolvimento das lavouras de primeira safra, diz Conab
Tecnologia

Inmet prevê chuvas intensas no Sul e em áreas do Sudeste e Centro-Oeste até 10 de novembro

Por Redação 04/11/2026
Escrito por Redação


Inmet prevê chuvas intensas no Sul e em áreas do Sudeste e Centro-Oeste até 10 de novembro

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê uma semana de instabilidade em grande parte do Sul do Brasil, com volumes elevados de chuva até 10 de novembro. De acordo com o modelo numérico do instituto, os acumulados podem variar de 40 a 80 milímetros (mm) nos três estados da região, com pontos isolados acima de 100 mm no Paraná e no Rio Grande do Sul.

No Rio Grande do Sul, os maiores volumes devem ocorrer no centro e oeste do estado, onde podem alcançar de 80 a 100 mm. Em Santa Catarina, a previsão indica acumulados de 40 a 60 mm, com pontos entre 60 e 70 mm, principalmente na região central. Já no Paraná, a chuva deve somar de 40 a 80 mm em grande parte do território, com volumes pontuais superiores a 100 mm, sobretudo no sul. Há possibilidade de trovoadas e queda de granizo nos três estados.

Sudeste terá aumento das instabilidades a partir de quinta-feira

No Sudeste, os maiores acumulados são esperados em São Paulo, na maior parte de Minas Gerais, no norte do Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo. Os volumes devem variar de 20 a 60 mm, com pontos isolados acima de 70 mm.

Segundo o Inmet, as chuvas mais expressivas devem ocorrer a partir de quinta-feira (5), com o avanço de novas áreas de instabilidade. No norte de Minas Gerais, os maiores acumulados são esperados somente a partir de domingo (8).

No oeste de São Paulo e de Minas Gerais, a previsão é de volumes menores, entre 10 e 20 mm. Ao longo da semana, devem predominar muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas.

Temporais no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a previsão indica sol, variação de nuvens e pancadas isoladas de chuva com trovoadas em grande parte da região. Os acumulados devem ficar entre 10 e 30 mm em áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

A partir do fim de semana, novas instabilidades podem provocar temporais, com raios, rajadas de vento, eventual queda de granizo e chuva intensa. Os acumulados diários podem alcançar de 20 a 30 mm, principalmente em Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso. Também há previsão de aumento das chuvas em áreas de Goiás e do Distrito Federal.

Chuva concentrada no oeste do Amazonas e da Bahia

Na Região Norte, os maiores volumes devem ocorrer no oeste do Amazonas, com acumulados entre 30 e 60 mm e pontos isolados acima de 80 mm. Também são esperados de 20 a 40 mm em áreas do Acre, Roraima, Rondônia, sul do Pará e Tocantins, especialmente no sul do estado.

Em contrapartida, no oeste do Amapá e no norte e nordeste do Pará, os volumes devem ficar abaixo de 10 mm. Apesar dos baixos acumulados, podem ocorrer pancadas de chuva com trovoadas isoladas.

No Nordeste, o tempo deve permanecer estável em grande parte da região, principalmente no norte do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe, Alagoas, centro-leste de Pernambuco e nordeste da Bahia. Não há previsão de chuva para a maior parte dessas áreas durante o período.

No centro-sul do Maranhão e do Piauí, os acumulados devem ficar abaixo de 10 mm. A exceção é o oeste e o sul da Bahia, onde a chuva deve ganhar força a partir do início da próxima semana, com volumes entre 30 e 50 mm e pontos isolados que podem registrar de 60 a 70 mm.

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Benefícios fiscais na compra de máquinas agrícolas são prorrogados até 2028
Mercado

Benefícios fiscais na compra de máquinas agrícolas são prorrogados até 2028

Por Redação 03/11/2026
Escrito por Redação

Benefícios fiscais na compra de máquinas agrícolas são prorrogados até 2028

Os produtores rurais terão mais dois anos de acesso a benefícios fiscais na compra de máquinas e implementos agrícolas e equipamentos de irrigação. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a prorrogação dos Convênios ICMS 52/1991 e 54/2021 até 31 de dezembro de 2028. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (29).

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) explica que a medida mantém a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), evitando que o encerramento dos benefícios, previsto para dezembro de 2026, resulte em aumento dos custos para os produtores rurais.

O assessor técnico tributário da Famato, José Cristovão, explica que o benefício representa uma diferença significativa no valor pago pelo produtor. Como exemplo, ele cita a compra de um trator em uma operação interna.

“Para ter uma ideia da diferença, em uma operação interna de compra de um trator, a alíquota do ICMS é de 17%. Com a redução da base de cálculo prevista no convênio, o imposto efetivamente pago corresponde a 5,6% do valor da operação. É uma redução significativa no custo tributário da aquisição, que continuará valendo até dezembro de 2028”, explica José Cristovão.

O Convênio ICMS 52/1991 contempla máquinas agrícolas, como tratores, plantadeiras, semeadoras, colheitadeiras, pulverizadores e distribuidores de fertilizantes. Já o Convênio ICMS 54/2021, o benefício concedido é a isenção total de ICMS na venda de equipamentos de irrigação destinados à agricultura e à horticultura.

A prorrogação atende a uma solicitação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que encaminhou ofício ao Confaz no dia 23 de outubro, defendendo a continuidade dos benefícios fiscais. A manutenção dessas condições tributárias contribui para reduzir os custos na aquisição de equipamentos e dar mais previsibilidade aos investimentos no campo.

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Mercado

Esmagamento de soja em Mato Grosso cresce 4,74% até setembro, aponta Imea

Por Redação 03/11/2026
Escrito por Redação
Esmagamento de soja em Mato Grosso cresce 4,74% até setembro, aponta Imea

Safra da soja – Foto: Gilson Abreu/AEN

O esmagamento de soja em Mato Grosso somou 10,42 milhões de toneladas até setembro de 2026, volume 4,74% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Em setembro, as indústrias do estado processaram 1,01 milhão de toneladas, uma retração de 12,80% em relação a agosto. Segundo o instituto, a queda foi motivada pela paralisação de algumas unidades esmagadoras para a realização de manutenções anuais programadas, movimento sazonal para o período.

Apesar da redução mensal, o processamento acumulado segue em expansão, impulsionado pela maior demanda das indústrias por soja em um cenário de safras recordes no estado.

A procura pelos coprodutos do processamento também tem aumentado. O farelo de soja é beneficiado pelo avanço das exportações, enquanto a demanda interna do setor de biodiesel sustenta o mercado de óleo de soja.

Margem bruta

Mesmo com a maior procura pelos produtos, a margem bruta do esmagamento recuou 1,01 ponto percentual em relação ao mesmo período da safra passada. No comparativo, o preço do farelo apresentou aumento de 2,48%, enquanto o óleo registrou queda de 1,27%.

Para a safra 2026/27, o Imea projeta que o esmagamento de soja em Mato Grosso alcance 13,81 milhões de toneladas.

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