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EmpresasNotícias

Eurochem vai investir R$ 185 milhões para ampliar capacidade armazenagem

Por Redação 11/10/2024
Escrito por Redação

Eurochem vai investir R$ 185 milhões para ampliar capacidade armazenagem

Nesta quinta-feira (10), a Eurochem divulgou que vai investir R$ 185 milhões para ampliar a capacidade de armazenagem de suas unidades nas regiões Norte, Nordeste e Sul do Brasil. O objetivo é reduzir custos e eliminar a dependência de armazéns terceirizados.

Nas regiões Norte e Nordeste, a empresa está realizando melhorias nas fábricas de Barcarena (PA), São Luís (MA) e Candeias (BA), com investimentos de R$ 120 milhões. As obras, iniciadas em agosto do ano passado, têm previsão de conclusão até o final deste ano. Esse aporte permitirá à Eurochem operar de forma independente, sem a necessidade de armazéns terceirizados na região.

Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro

No Sul, os portos de Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS) receberão um aporte de R$ 65 milhões a partir de janeiro de 2025. A expectativa da empresa é aumentar sua participação de mercado no Sul, que atualmente está entre 1% e 2%, de acordo com Augusto Oliveira, vice-presidente de operações da Eurochem no Brasil.

A estratégia da Eurochem para 2025 está focada na distribuição e organização de armazéns nos principais corredores logísticos, onde a empresa já possui 18 unidades espalhadas pelo país.

Fonte: Datagro

 

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NotíciasTecnologia

Agritech lança modelos de microtratores com nova motorização

Por Redação 11/10/2024
Escrito por Redação

Agritech lança modelos de microtratores com nova motorização

A Agritech anunciou o lançamento de dois novos modelos de microtratores, o AF14 e AF14 S com Enxada Rotativa TA49. Segundo a fabricante, a nova motorização permite um melhor desempenho e custo-benefício especialmente para pequenas propriedades, de até 20 hectares.

Os novos modelos fazem parte da série TC, desenvolvida para quem precisa de soluções baratas, práticas, com muita versatilidade, rendimento e economia.

“Tanto o AF14 quanto o AF14 S desenvolvem todas a tarefas que um trator de quatro rodas faz, porém em uma escala menor de rendimento. Os microtratores realizam todas as operações da propriedade, como aração, sulcagem, gradeação por rotativa, pulverização, roçagem e transporte. Além disso, sua versatilidade ainda permite que seja operado como motores estacionários na utilização de uma bomba para irrigação, gerador e picadeira”, detalha o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Como diferencial, o modelo AF14 S apresenta também partida elétrica. Outra vantagem dos equipamentos é o fato de serem produzidos no Brasil, o que facilita a reposição de peças, além de possuir câmbio de transmissão com seis velocidades à frente e três à ré, o que permite melhor adequação ao trabalho, e sistema de implementos com engate rápido.

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“A Agritech mais uma vez apresenta ao mercado um equipamento que vem ao encontro das necessidades do pequeno produtor, que inclusive se enquadra na linha de financiamento do Pronaf Mais Alimentos, com taxa de 2,5%. Com essas novas máquinas pretendemos oferecer mais eficiência e lucratividade ao agricultores familiares, facilitando as operações do dia a dia”, finaliza Oliveira.

 

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11/10/2024 0 Comentários
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Notícias

Proposta facilita crédito e seguro para agricultura familiar

Por Redação 10/10/2024
Escrito por Redação
- Proposta facilita crédito e seguro para agricultura familiar

Agricultores familiares no RJ: projeto do Senado fortalece cooperativas de crédito agrícola para apoiar atividade // Foto: GERJ/Paulo Filgueiras

Os pequenos agricultores poderão receber mais facilmente o acesso a crédito, seguro agrícola e consultoria técnica. Os benefícios estão previstos em um projeto de lei que cria o Programa Nacional de Cooperativas de Crédito e Seguros para Agricultores Familiares.

Autor da proposta (PL 3.684/2024), o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) diz que o objetivo é dar um suporte econômico e estrutural às cooperativas agrícolas, tendo em vista a importância delas para o desenvolvimento nacional. Ele entende que a oferta de crédito de acordo com as realidades locais é fundamental para os pequenos produtores manterem suas operações.

“O Brasil tem enfrentado um período de adversidades climáticas cada vez mais intensas, impactando diretamente a produção agrícola, especialmente dos pequenos agricultores familiares. Eventos como secas prolongadas, inundações e variações de temperatura têm dificultado o ciclo produtivo e ameaçado a segurança alimentar dessas famílias”, argumenta Mecias.

O texto prevê a aplicação de juros subsidiados pelo governo, com uma taxa máxima de 2% ao ano, inferior às do mercado. O prazo de pagamento seria variável, entre três e dez anos, com carência de até dois anos, dependendo do ciclo produtivo. A proposta dá prioridade a agricultores mais vulneráveis, como indígenas em regiões isoladas. O Conselho Monetário Nacional (CMN) e as cooperativas seriam responsáveis pela regulamentação, contendo critérios específicos.

Mudanças climáticas

O parlamentar defende o acesso facilitado ao crédito e ao seguro agrícola para que os agricultores familiares cadastrados no programa consigam superar perdas e investir em práticas adaptadas às mudanças climáticas. Também ressalta a interação das cooperativas regionais com as especificidades de cada município. Ele sustenta que a oferta eficiente de crédito deve considerar as necessidades de cada localidade. 

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“As cooperativas têm o potencial de entender melhor as particularidades de cada região, seja em termos climáticos, de solo ou de culturas plantadas, o que facilita a criação de linhas de crédito mais personalizadas”, acrescenta.

Mecias compara com a situação nos Estados Unidos, onde as cooperativas agrícolas e de crédito têm um papel estratégico na oferta de financiamento acessível aos pequenos agricultores. O mecanismo ajuda a superar desastres climáticos e incertezas econômicas. A Índia e o México, segundo ele, também implementam programas de seguros agrícolas subsidiados pelo governo para proteger as famílias rurais, que frequentemente têm perdas de safra por fatores climáticos imprevisíveis.

O projeto assegura ainda seguros agrícolas com cobertura em casos de perda de safra por eventos climáticos extremos, pragas ou outras circunstâncias que comprometam a produção. Os agricultores cadastrados deverão contar também com consultoria técnica agrícola, oferecida por meio das cooperativas e em parceria com instituições de pesquisa, para auxiliar na adoção de práticas agrícolas mais produtivas e sustentáveis. O PL 3.684/2024 aguarda encaminhamento para análise das comissões do Senado.

Fonte: Agência Senado

 

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10/10/2024 0 Comentários
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Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro
Notícias

Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro

Por Redação 10/10/2024
Escrito por Redação

Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro

O Brasil exportou 4,464 milhões de sacas de 60 kg de café em setembro de 2024, volume recorde para este mês e que implica crescimento de 33,3% na comparação com os 3,348 milhões de sacas embarcadas em idêntico período do ano passado. Ao alcançar US$ 1,194 bilhão, a receita cambial avançou 84,5% no mesmo intervalo comparativo e também é a maior da história para os meses de setembro. Os dados constam no relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

No primeiro trimestre do ano safra 2024/25, os envios do produto ao exterior totalizam 12,050 milhões de sacas, rendendo US$ 3,105 bilhões ao país. Frente aos números compilados entre julho e setembro de 2023, esse desempenho representa incrementos de 19,7% em volume e de 54,7% em receita.

Ano civil

No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o Brasil exportou o recorde de 36,428 milhões de sacas, apresentando evolução de 38,7% em relação aos 26,264 milhões registrados nos nove primeiros meses de 2023. Os ingressos com as remessas de café ao exterior em 2024 também são os maiores da história, com US$ 8,451 bilhões, o que representa alta de 51,9% ante os US$ 5,563 bilhões no acumulado do ano passado até setembro.

Apesar dos expressivos volumes registrados, o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, afirma que o setor exportador continua enfrentando críticos problemas na logística, que se intensificaram no segundo semestre, com falta de estrutura e espaço nos portos brasileiros e com uma maior demanda por contêineres para embarques, principalmente de café, açúcar e algodão.

“Infelizmente, não tivemos alteração no cenário logístico e seguimos nos deparando com grandes e constantes atrasos de navios para exportação, abertura de gates com tempo limitado, pátios de portos abarrotados e cargas que chegam do campo e não conseguem ser despachadas, gerando elevados custos extras aos exportadores”, revela.

“Esse cenário – completa – gera o não embarque, neste ano, de aproximadamente 2 milhões de sacas de café, que estão acumuladas nos portos, ampliando os prejuízos das empresas exportadoras e a não entrada de milhões de dólares como receita ao Brasil”.

O presidente do Cecafé explica que o expressivo desempenho dos embarques se justifica, principalmente, pelo empenho das equipes de logística dos exportadores e pela manutenção do diálogo da entidade junto aos terminais portuários, na expectativa de mitigar esses entraves e otimizar o processo de exportações, haja vista a continuidade dos gargalos logísticos, com elevados índices de atrasos dos navios, rolagens regulares de cargas, curto período de aberturas de gates e falta de janelas.

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“Os exportadores estão bancando, literalmente, esse desempenho, porque a situação nos portos brasileiros não melhorou e eles seguem com grandes desafios. Além da menor entrada de divisas nas transações comerciais do país, as empresas exportadoras estão sendo impactadas com elevados custos extras de armazenagens adicionais, pré-stackings, detentions e gates antecipados, mas, ainda assim, seguem honrando o compromisso com seus clientes internacionais”, comenta Ferreira.

Enquanto representante do setor, ele informa que o Cecafé vem mantendo diálogo com os terminais portuários e os entes do comércio exterior para que haja um esforço para o atendimento às cargas, “mesmo diante de todos os desafios de pátio”.

O presidente completa que as empresas vêm buscando alternativas para manter o fluxo dos cafés brasileiros ao exterior, citando, como exemplo, dois embarques via break bulk realizados em setembro.

“Nessa modalidade, utilizam-se big bags para armazenamento do café dentro dos navios, prática que era comumente vista na década de 60 e que, mais recentemente, foi observada em 2022, em função da pandemia, como alternativa para a baixa disponibilidade ou mesmo a falta de contêineres no mercado mundial”, conclui.

Principais destinos

Os Estados Unidos são o principal destino dos cafés do Brasil no acumulado de 2024. O país importou 5,770 milhões de sacas de janeiro a setembro, o que equivale a 15,8% de todas as exportações e implica crescimento de 31,9% na comparação com os nove primeiros meses do ano passado.

A Alemanha, com 14,7% de representatividade, adquiriu 5,359 milhões de sacas (+70,8%) e ocupa o segundo lugar no ranking. Na sequência, vêm Bélgica, com a importação de 3,328 milhões de sacas (+131,5%); Itália, com 3,021 milhões de sacas (+47,3%); e Japão, com 1,633 milhão de sacas (-3,1%).

Analisando os embarques feitos para outros países produtores, destacam-se os números registrados para o México, que ampliou em 169,3% suas aquisições do produto brasileiro no acumulado de 2024 ao adquirir 839.601 sacas, sendo 712.103 delas referentes a cafés verdes (arábica e canéfora). Essa performance coloca os mexicanos no topo do ranking das nações produtoras que mais importaram do Brasil.

O Vietnã, segundo maior produtor do mundo, continua ampliando suas compras dos cafés nacionais para honrar seus compromissos e vem na sequência dos mexicanos. Entre janeiro e setembro, os vietnamitas – que lideram a produção global de robusta – importaram 637.546 sacas, o que representa substancial crescimento de 374,8% ante mesmo intervalo em 2023. Desse total, 484.777 sacas se referem a robusta, reforçando que o café brasileiro vem sendo utilizado pelo país asiático para completar a demanda que recebe.

Ainda entre os países produtores que mais compraram café do Brasil, salienta-se o crescimento percentual de 475,7% aferido para a Índia, que elevou suas aquisições de 33.856 sacas, no ano passado, para 194.896 sacas de janeiro a setembro. É válido pontuar que, em 2024, os indianos importaram apenas o produto in natura (arábica, conilon e robusta), o que, se comparado somente com os cafés verdes que adquiriram nos nove primeiros meses de 2023 (15.200 sacas), gera um crescimento ainda mais expressivo, de 1.182,2%.

Tipos de café

O café arábica, com a remessa de 26,397 milhões de sacas ao exterior entre janeiro e setembro, segue como a espécie mais exportada pelo Brasil. Esse volume é o maior da história para esse período de nove meses, corresponde a 72,5% do total e implica alta de 26,6% na comparação com o primeiro nonamestre do ano passado.

A espécie canéfora (conilon + robusta) vem na sequência e se coloca como o principal destaque dos embarques em 2024, com o envio recorde de 7,037 milhões de sacas ao exterior. Esse montante implica substancial crescimento de 170,4% ante 2023 e eleva a representatividade para 19,3% do total.

O segmento do café solúvel, com 2,961 milhões de sacas – avanço de 6,8% e 8,1% do geral –, e o produto torrado e torrado e moído, com 33.349 sacas (-14% e 0,1% de representatividade), completam a lista.

Cafés diferenciados

Os cafés que possuem qualidade superior ou certificados de práticas sustentáveis respondem por 18,2% das exportações totais brasileiras do produto entre janeiro e setembro de 2024, com a remessa de 6,643 milhões de sacas ao exterior. Esse volume é 51,6% superior ao registrado nos nove primeiros meses do ano passado.

O preço médio do produto foi de US$ 254,67 por saca, gerando uma receita cambial de US$ 1,692 bilhão, o que corresponde a 20% do obtido com os embarques totais de café no nonamestre. No comparativo anual, o valor é 62,9% maior do que o registrado nos mesmos nove meses de 2023.

No ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados, entre janeiro e setembro deste ano, os EUA seguem na liderança, com a compra de 1,548 milhão de sacas, o equivalente a 23,3% do total desse tipo de produto exportado.

Fechando o top 5, aparecem Alemanha, com 1,171 milhão de sacas e representatividade de 17,6%; Bélgica, com 760.182 sacas (11,4%); Holanda (Países Baixos), com 457.436 sacas (6,9%); e Itália, com 282.850 sacas (4,3%).

Portos

O Porto de Santos é o principal exportador dos cafés do Brasil entre janeiro e setembro de 2024, com 24,682 milhões de sacas, ou 67,8% do total. Na sequência, aparecem o complexo portuário do Rio de Janeiro, que responde por 28,6% dos embarques ao remeter 10,419 milhões de sacas ao exterior, e o Porto de Vitória (ES), que exportou 314.936 sacas, com representatividade de 0,9%.

 

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Exportações de insumos registram recorde no 1º trimestre e somam US$ 188 milhões
NotíciasTecnologia

Transformação de distribuidores de insumos exige cuidados

Por Redação 09/10/2024
Escrito por Redação

Transformação de distribuidores de insumos mecânicos em hidráulicos exige cuidados

Margens apertadas, insumos caros, o clima que oscila a cada semana, assim, o produtor rural passa 2024 com muitas turbulências. Neste cenário é preciso estratégias para diminuir os custos e otimizar as operações e com isso muitas vezes ele acaba optando por escolhas que talvez não sejam tão benéficas, pelo contrário, cause até prejuízos. É o caso de alguns agricultores que têm recorrido a oficinas ou mecânicos para transformar distribuidores de insumos que são mecânicos em hidráulicos.

O especialista da Piccin Equipamentos, engenheiro agrônomo e coordenador de serviços ao cliente, Thiago Piccin, explica que esta prática tem se intensificado no campo e sendo vista com mais recorrência nas fazendas. “No entanto, essa transformação pode trazer riscos, já que adaptações feitas fora de fábrica podem não garantir a precisão e a durabilidade desejadas. Além disso, modificações mal executadas em distribuidores de insumos resultam em falhas operacionais, menor desempenho e até mesmo acidentes, comprometendo a segurança e a eficiência da máquina”, alerta.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

Os distribuidores de insumos mecânicos funcionam com componentes, engrenagens e eixos, que distribuem a força de tração diretamente do implemento para o sistema de distribuição. “Geralmente, é mais simples, menos custoso, mas oferece menos controle e precisão na distribuição do insumo”, explica o profissional.

Já o modelo de distribuidores de insumos hidráulico pode funcionar utilizando o sistema hidráulico do trator ou de maneira independente, com um próprio.

“Essa configuração permite um maior controle sobre a velocidade e a taxa de aplicação, possibilitando ajustes precisos e uma distribuição mais uniforme. Ele também pode ser integrado com sistemas de agricultura de precisão, o que melhora a assertividade e a automação”, detalha Piccin.

Embora seja tecnicamente possível transformar um distribuidor mecânico em um hidráulico, essa modificação envolve a substituição ou adaptação de várias partes, como a instalação de um sistema hidráulico e a alteração dos componentes de controle e distribuição. Segundo o especialista da Piccin, os principais riscos dessa troca são:

  • Incompatibilidade de componentes: O uso de peças não originais ou adaptadas pode comprometer o desempenho do equipamento e a qualidade da distribuição.
  • Garantia: A transformação fora de fábrica anula a garantia do equipamento original.
  • Segurança: Sistemas hidráulicos mal adaptados podem causar vazamentos, falhas no controle da máquina e até acidentes, dependendo da qualidade da modificação.
  • Durabilidade do equipamento: A adaptação pode comprometer a durabilidade do implemento, especialmente se os componentes não forem corretamente dimensionados.
Prejuízo para o bolso

Quando o produtor opta por esse tipo de transformação pode amargar inúmeros prejuízos achando que está economizando com a aquisição de um novo equipamento. O primeiro é a redução da eficiência, pois se a adaptação não for bem executada, pode resultar em falhas no sistema hidráulico, irregularidades nas aplicações e, consequentemente, menor produtividade. “Com insumos com alto valor agregado, perder mesmo que pequenas quantidades podem gerar um impacto expressivo ao bolso”, reforça Piccin.

Além disso, modificações mal feitas geram até aumento nos custos de manutenção, já que os reparos e a substituição de peças danificadas se tornam mais frequentes. E ainda, mesmo que a conversão seja bem executada, o equipamento pode não alcançar a precisão igual a de um distribuidor hidráulico originalmente projetado de fábrica.

Para não ter todos esses problemas a Piccin recomenda que o produtor opte pela aquisição de um distribuidor hidráulico original, projetado de fábrica.

“Com essa escolha, ele obtém maior precisão na aplicação dos insumos, especialmente quando integrado à agricultura de precisão, resultando em uma economia significativa por evitar desperdícios”, ressalta o coordenador.

Outra vantagem é que optar pelo equipamento original preserva a garantia do produto, eliminando os riscos e prejuízos que podem surgir em conversões não certificadas.

 

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Notícias

Projeto cria programa de incentivo à irrigação na região Norte

Por Redação 09/10/2024
Escrito por Redação

Projeto institui programa de incentivo à irrigação na região Norte

Clarisse Sousa – Um Projeto de Lei quer criar um novo programa para promover o uso de tecnologias de irrigação eficientes e práticas agrícolas sustentáveis na Região Norte. Trata-se do PL 2917/24, que altera a Política Nacional de Irrigação para criar o Programa de Incentivo à Irrigação Eficiente e Agricultura Sustentável na Região Norte. O objetivo é incentivar essas melhorias por meio de incentivos fiscais, subsídios, além de apoio técnico e financeiro. A proposta, de autoria do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), está em tramitação na Câmara dos Deputados.

Governo Federal lança linha de microcrédito para agricultura familiar

Segundo o deputado, o projeto pode aumentar a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável da região. “A região Norte, embora rica em recursos hídricos, enfrenta desafios na agricultura, como a variabilidade climática e a falta de infraestrutura adequada”, diz.

“A adoção de tecnologias de irrigação eficientes pode contribuir para a otimização do uso da água, aumentando a produtividade e a resiliência das culturas agrícolas”, afirma o parlamentar.

A Política Nacional de Irrigação já prevê a existência de projetos públicos de irrigação, que poderão ser custeados pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal ou pelos municípios.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

 

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Fávaro: Agro sustentável impulsiona liderança do Brasil na transição energética

Por Redação 09/10/2024
Escrito por Redação

Fávaro: “Agro sustentável impulsiona liderança brasileira na transição energética"

Com foco em promover a mobilidade sustentável de baixo carbono e consolidar o Brasil como líder da transição energética global, o presidente Lula sancionou a Lei do Combustível do Futuro nesta terça-feira (8). Ao lado do presidente, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou da cerimônia, que foi realizada na Base Aérea de Brasília, durante a Liderança Verde Brasil Expo, feira sobre tecnologias de descarbonização.

“O Brasil é o país que vai fazer a maior revolução energética do planeta Terra, e não tem ninguém para competir. Qual o país do mundo que pode competir com o Brasil na energia eólica, solar, hídrica, com o hidrogênio verde? Então nós só temos que ter vontade de ser grande e ter autoestima. Porque se a gente tiver, a gente faz. A sanção dessa lei é uma demonstração de que nenhum de nós tem o direito de continuar não acreditando que esse país pode ser uma grande economia”, destacou o presidente Lula.

Já o ministro Fávaro destacou a importância do agro brasileiro na iniciativa. “Hoje é um dia histórico para o Brasil, marcado pela sanção da Lei do Combustível do Futuro, que já é uma realidade. O Brasil se destaca como um país de produção energética, muito impulsionada pela nossa agropecuária. Pequenos, médios e grandes produtores são protagonistas dessa transição energética, que vem da terra, do solo e da fotossíntese. Transformando-se em biocombustível, biogás e biomassa. A agricultura, em parceria com o setor de Minas e Energia, está promovendo uma verdadeira revolução. Este é um exemplo para o Brasil e para o mundo. Vamos avançar com o agro sustentável”, destacou.

A iniciativa, criada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), impulsiona o surgimento de novas indústrias verdes no Brasil. O programa irá destravar investimentos que somam R$ 260 bilhões em diversas áreas e ações, que vão evitar a emissão de 705 milhões de toneladas de CO2 até 2037.

O ministro Alexandre Silveira destacou a importância do programa para o futuro do Brasil. “Estamos tornando realidade uma verdadeira revolução agroenergética, colocando o Brasil na dianteira da nova economia: a economia verde. Estamos aliando a força da agricultura brasileira com a nossa incomparável capacidade de produção de biocombustíveis. Os avanços que teremos em razão dessa lei são inéditos, introduzindo o combustível sustentável de aviação e o diesel verde à matriz energética e descarbonizando setores que contribuem significativamente para a poluição do planeta. O Combustível do Futuro é transição energética com desenvolvimento social e responsabilidade ambiental”, afirmou Silveira.

Etanol e biodiesel

O texto estabelece que a margem de mistura de etanol à gasolina passará a ser de 22% a 27%, podendo chegar a 35%. Atualmente, a mistura pode chegar a 27,5%, sendo, no mínimo, 18% de etanol. Quanto ao biodiesel, misturado ao diesel de origem fóssil no percentual de 14% desde março deste ano, a partir de 2025 será acrescentado um ponto percentual de mistura anualmente até atingir 20% em março de 2030.

Programas

A Lei do Combustível do Futuro institui programas para incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso de biocombustíveis, com o objetivo de promover a descarbonização da matriz de transportes e de mobilidade. São eles:

Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV): a partir de 2027, os operadores aéreos serão obrigados a reduzir as emissões de gases do efeito estufa nos voos domésticos por meio do uso do combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês). As metas começam com 1% de redução e crescem gradativamente até atingir 10% em 2037.

Programa Nacional de Diesel Verde (PNDV): o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) fixará, a cada ano, a quantidade mínima, em volume, de diesel verde a ser adicionado ao diesel de origem fóssil.

Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano: tem como objetivo estimular a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso do biometano e do biogás na matriz energética brasileira. O CNPE definirá metas anuais para redução da emissão de gases do efeito estufa pelo setor de gás natural por meio do uso do biometano. A meta entrará em vigor em janeiro de 2026, com valor inicial de 1% e não poderá ultrapassar 10%.

Captura de carbono

O marco regulatório para a captura e estocagem de carbono, estabelecido pela lei, representa um avanço importante na luta contra as mudanças climáticas. O Combustível do Futuro prevê que o Brasil evite a emissão de 705 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) até 2037, reforçando o compromisso do país com a redução de gases de efeito estufa.

 

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Governo Federal lança linha de microcrédito para agricultura familiar

Por Redação 09/10/2024
Escrito por Redação
- Governo Federal lança linha de microcrédito para agricultura familiar

Com o programa, agricultores familiares e microempreendedores em áreas que têm pouca cobertura bancária passam a ter acesso a crédito e serviços financeiros – Foto: Albino Oliveira – ASCOM/MD

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), lançou, nesta terça-feira (8), uma linha de microcrédito para estimular a agricultura familiar nas regiões Centro-Oeste e Norte. A iniciativa, realizada com metodologia do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), beneficiará mais de 30 mil pessoas em comunidades rurais, que poderão ter acesso ao crédito com condições especiais. O contrato tem vigência de um ano, com possibilidade de renovação.

“Com iniciativas como essa do microcrédito orientado, podemos chegar em bolsões de vulnerabilidade para atender a população e atentar para recortes sociais que existem nos diferentes municípios do Norte e do Centro-Oeste. Não basta ter a política pública, é preciso que ela chegue às pessoas que mais precisam”, declarou o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

Para este ano, estão previstos R$ 300 milhões em recursos financeiros operacionalizados pela Caixa Econômica Federal em áreas rurais, com repasses dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Centro-Oeste e do Norte — sendo R$ 150 milhões do FCO e outros R$ 150 milhões do FNO. Serão contemplados os estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Maior abrangência 

Com o programa, agricultores familiares e microempreendedores em áreas que têm pouca cobertura bancária passam a ter acesso a crédito e serviços financeiros. A abrangência das redes de agências e postos de atendimento da Caixa permite que o programa alcance localidades isoladas, o que é fundamental para beneficiar atividades de extrativismo, pesca, aquicultura e agropecuária em pequenas propriedades. Isso inclui agricultores familiares, assentados, comunidades indígenas e quilombolas, que enfrentam dificuldades para arcar com os custos e o tempo de deslocamento até os centros urbanos.

Plantio de algodão primeira safra cresceu 82,2 mil hectares em 2024

“Vamos começar com um projeto-piloto inspirado na experiência positiva do Banco do Nordeste com o AgroAmigo. Atendendo a uma orientação do presidente Lula, para diminuir desigualdades regionais e promover o combate à fome, estamos buscando agricultores familiares, assentados, comunidades extrativistas, indígenas e quilombolas para investirem no desenvolvimento agrícola sustentável com práticas inclusivas”, afirmou o secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares.

Para acessar o microcrédito, a família precisa estar inscrita no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), instrumento utilizado pelo Governo Federal para identificar o público beneficiário com acesso a linha de Microcrédito Produtivo Rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf B). Todas as condições vão seguir o Manual de Crédito Rural (MCR).

“Temos taxas diferenciadas do mercado, como juros de 0,5% ao ano, prazo de até três anos para pagamento e bônus de adimplência. Isso significa que o agricultor que acessar o crédito e pagar em dia poderá obter descontos de 25% a 40% e renovar o crédito no ano seguinte”, explicou Eduardo.

Conforme a metodologia do PNMPO, a Caixa lançou um edital para credenciar empresas especializadas em apoiar e oferecer orientação para os tomadores beneficiados pelo microcrédito rural. As empresas vão tirar dúvidas, acompanhar os resultados do investimento na atividade produtiva e auxiliar as famílias no planejamento financeiro. Para atendimento de populações ribeirinhas da Amazônia, a instituição disponibilizará duas agências-barco.

Condições

Um dos diferenciais do novo programa de microcrédito rural é estabelecer limites de crédito maiores para mulheres, conforme citou a diretora do Departamento de Políticas e Normas dos Fundos e Instrumentos Financeiros da SNFI, Erica da Silva.

“Muitas vezes, mulheres são chefes de família, e isso não é diferente na agricultura familiar. O objetivo fundamental dessa parceria com a Caixa é justamente alcançar mais mulheres para que possamos equalizar o nível de crédito dado a esse público”, afirmou.

 

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Notícias

Lula sanciona lei de incentivos para o mercado nacional de biocombustíveis

Por Redação 08/10/2024
Escrito por Redação

Lula sanciona lei de incentivos para o mercado nacional de biocombustíveis

O presidente Lula sancionou nesta terça-feira (8) a Lei do Combustível do Futuro, que traz uma série de iniciativas para promover a mobilidade sustentável de baixo carbono e consolidar a posição do Brasil como líder da transição energética global.

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A norma cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente. Também institui o marco regulatório para a captura e a estocagem de carbono e destrava investimentos que somam R$ 260 bilhões, criando oportunidades que aliam desenvolvimento econômico com geração de empregos e respeito ao meio ambiente.

“Estamos tornando realidade uma verdadeira revolução agroenergética, colocando o Brasil na dianteira da nova economia: a economia verde. Estamos aliando a força da agricultura brasileira com a nossa incomparável capacidade de produção de biocombustíveis. Os avanços que teremos em razão dessa lei são inéditos, introduzindo o combustível sustentável de aviação e o diesel verde à matriz energética e descarbonizando setores que contribuem significativamente para a poluição do planeta. O Combustível do Futuro é transição energética com desenvolvimento social e responsabilidade ambiental”, afirma o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Etanol e biodiesel

O texto estabelece que a margem de mistura de etanol à gasolina passará a ser de 22% a 27%, podendo chegar a 35%. Atualmente, a mistura pode chegar a 27,5%, sendo, no mínimo, 18% de etanol. Quanto ao biodiesel, misturado ao diesel de origem fóssil no percentual de 14% desde março deste ano, a partir de 2025 será acrescentado um ponto percentual de mistura anualmente até atingir 20% em março de 2030.

A Lei do Combustível do Futuro institui programas para incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso de biocombustíveis, com o objetivo de promover a descarbonização da matriz de transportes e de mobilidade. São eles:

  • Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV): a partir de 2027, os operadores aéreos serão obrigados a reduzir as emissões de gases do efeito estufa nos voos domésticos por meio do uso do combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês). As metas começam com 1% de redução e crescem gradativamente até atingir 10% em 2037.
  • Programa Nacional de Diesel Verde (PNDV): o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) fixará, a cada ano, a quantidade mínima, em volume, de diesel verde a ser adicionado ao diesel de origem fóssil.
  • Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano: tem como objetivo estimular a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso do biometano e do biogás na matriz energética brasileira. O CNPE definirá metas anuais para redução da emissão de gases do efeito estufa pelo setor de gás natural por meio do uso do biometano. A meta entrará em vigor em janeiro de 2026, com valor inicial de 1% e não poderá ultrapassar 10%.
Captura de carbono

O marco regulatório para a captura e estocagem de carbono, estabelecido pela lei, representa um avanço importante na luta contra as mudanças climáticas. O Combustível do Futuro prevê que o Brasil evite a emissão de 705 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) até 2037, reforçando o compromisso do país com a redução de gases de efeito estufa.

“É essencial que o nosso país mire cada vez mais formas sustentáveis de desenvolvimento econômico, prevendo prazos plausíveis de ação e implementação, e que nos preparemos para cumprir essas metas”, ressalta o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. “As crises climáticas não são assunto que possamos relegar ao plano meramente futuro. Todos nós estamos inseridos neste cenário em que urge a responsabilidade ambiental, tanto no âmbito do poder público quanto privado.”

Setor comemora

Para a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), a sanção do Combustível do Futuro pavimenta um novo nível de desenvolvimento sustentável da indústria e do agronegócio brasileiros.

“O Brasil estabeleceu um importante marco regulatório que vai redefinir a história de seu desenvolvimento sustentável”, comemorou Francisco Turra, presidente do Conselho de Administração da Aprobio, durante a cerimônia de sanção do Programa Combustível do Futuro.

“Este projeto inaugura um novo momento da economia nacional caracterizado por fortes investimentos no parque industrial nacional e pela forte agregação de valor em toda a cadeia de agronegócio, impulsionando a economia e o emprego verde”, destacou Turra. 

“A exposição Liderança Verde Brasil Expo é a prova viva de que o setor privado está avançando e assumindo compromissos para tornar a transição energética uma realidade e o país, uma referência internacional em uso de biocombustíveis”, disse Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8, empresa líder em produção de biodiesel. 

“Importante destacar a mobilização de todo o setor produtivo e a consciência e compreensão da classe política da importância do desafio climático que vivemos e que resultou na aprovação do Projeto de Lei Combustível do Futuro pela ampla maioria nas casas legislativas”, celebrou Battistella.

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Notícias

Cooxupé anuncia sociedade para fornecer café no mercado corporativo em SP

Por Redação 08/10/2024
Escrito por Redação

Cooxupé anuncia sociedade para fornecer café no mercado corporativo em SP

A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) anunciou, junto com a Mirante Investimentos, uma sociedade firmada com a empresa Master Expresso para atuar no mercado de soluções de café para o ambiente corporativo. A operação neste nicho acontece por meio da Torrefação da Cooxupé, presente no varejo há 40 anos.

Com a sociedade, a cooperativa cafeeira diversifica seus negócios, tendo como principal objetivo a complementação dos serviços oferecidos: unindo a prestação de serviços da Master Expresso, com a experiência da Cooxupé em originar cafés de 20 mil famílias produtoras cooperadas e a administração de investimentos da Mirante.

Plantio de algodão primeira safra cresceu 82,2 mil hectares em 2024

A Cooxupé a partir de agora integra a Master Expresso, empresa que atua no mercado corporativo da região metropolitana de São Paulo há 27 anos. A sociedade firmada em 2024 fortalecerá ainda mais essa área e expandirá a atuação para todo estado paulista e, posteriormente, para o Brasil.

Na prática

O serviço da Master Expresso abrange o fornecimento de máquina de espresso em comodato para empresas e food services, disponibilizando todos os insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos, além dos próprios cafés em sachês da marca Prima Qualitá da Cooxupé e de outras opções que levam a assinatura da cooperativa.

“A Cooxupé é reconhecida mundialmente pelo seu padrão de qualidade e de processos. Consideramos o mercado corporativo uma grande oportunidade para diversificarmos nossos negócios por meio da nossa indústria torrefadora, agregando mais valor para as famílias cooperadas, além de trazer aos consumidores uma nova experiência: da fazenda à xícara”, explica o superintendente de Torrefação e Novos Negócios da cooperativa mineira de café, Mário Panhotta da Silva.

Atualmente, a Torrefação da Cooxupé é a sétima maior indústria torrefadora do país, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). Com o novo negócio, a empresa centraliza o café dos mais de 20 mil cooperados em um canal de distribuição diferente, levando para o consumidor corporativo uma bebida produzida por boas práticas agrícolas e fornecida por uma cooperativa com mais de 90 anos de atuação no cooperativismo brasileiro.

“Com essa junção de competências, a Master Expresso está pronta para ampliar o número de clientes, que terão à disposição os melhores cafés produzidos pelas nossas 20 mil famílias cooperadas, com rastreabilidade e certificação, garantindo a segurança alimentar do consumidor”, avalia o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo.

Já Márcio Graicer, sócio gestor da Master Expresso, enaltece a parceria entre a cooperativa e a empresa. “Agora integrando o Grupo Cooxupé, temos todos os requisitos e mais oportunidades para expandir a atuação no mercado, levando aos nossos clientes um café chancelado pela cooperativa, com garantia total de procedência e sustentabilidade, pontos que a Master Expresso sempre prezou. Com a sociedade, as expectativas são ótimas para avançarmos ainda mais neste setor que já atuamos de forma consolidada há quase três décadas”, reforça.

 

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