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Brasil bate recorde na exportação de algodão na safra 2025/2026
Notícias

Plantio de algodão primeira safra cresceu 82,2 mil hectares em 2024

Por Redação 08/10/2024
Escrito por Redação

- Plantio de algodão primeira safra cresceu 82,2 mil hectares em 2024

Dados exclusivos da Serasa Experian revelaram que o plantio de algodão registrou uma alta de 15,8% na comparação entre as 1as safras de 22/23 com 23/24. Ou seja, de um período para o outro, houve aumento de aproximadamente 82,2 mil hectares, indo de 518,3 para 600,5 mil hectares, conforme informações de mapeamentos proprietários desenvolvidos pelos especialistas da Companhia utilizando imagens de satélite.

Para o diretor de novos negócios agro da Serasa Experian, Joel Risso, o mapeamento das culturas brasileiras traz diversos benefícios para toda a cadeia: “os mapeamentos agrícolas, desenvolvidos por meio de um trabalho especializado sobre imagens de satélite, geram insumos muito valiosos para boas tomadas de decisão no agronegócio. Conhecer a dinâmica de expansão das principais culturas permite um melhor posicionamento no mercado pelos clientes, antecipando possíveis oscilações na oferta e demanda e, consequentemente, nos preços das commodities. Além disso, o mapa revela o “endereço” de cada plantio e permite verificar o cumprimento sobre critérios socioambientais, oferecendo o benefício da rastreabilidade da origem, um requisito cada dia mais demandado pelos mercados de nossos clientes locais e globais”.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

Outra função importante é destacada pelo executivo: “em determinadas culturas, como é o caso do algodão, esse tipo de monitoramento também apoia o sistema de controle de royalties, para auxiliar a identificação e, sendo assim, a regulamentação necessária”.

Bahia e Mato Grosso no topo do ranking

Avaliando os dados somente sobre a 1ª safra 23/24 o estado da Bahia ganha destaque com o plantio de algodão em 274,6 mil hectares. Conforme a imagem a seguir:

- Plantio de algodão primeira safra cresceu 82,2 mil hectares em 2024

“Importante ressaltar que, no recorte analisado é natural que a Bahia marque dados expressivos, já que a região tem esse período como foco para plantação em função do clima. Com a junção dos dados da 2ª safra (não apresentados aqui, mas que também tiveram crescimento neste ano) o Mato Grosso se destaca, já que a unidade federativa é consolidada como aquela que, de longe, produz mais algodão no Brasil.”

Apesar disso, se observadas as variações da 1ª safra que comparam os anos de 22/23 com 23/24 é possível identificar um recuo de 4,2 mil hectares em solo baiano, enquanto o cultivo mato-grossense registra expansão de 75,0 mil hectares na mesma relação de análise.

Veja na tabela a seguir os dados completos dos cinco principais estados mapeados:

- Plantio de algodão primeira safra cresceu 82,2 mil hectares em 2024

 

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08/10/2024 0 Comentários
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Número de pessoas trabalhando no agro registra recorde em 2023
Notícias

Desenrola Rural busca a regularização das dívidas de agricultores familiares

Por Redação 07/10/2024
Escrito por Redação

Desenrola Rural busca a regularização das dívidas de agricultores familiares

A ministra em exercício do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli, recebeu na última quarta-feira (2/10), em Brasília, representantes do Ministério da Fazenda (MF) e do Banco do Brasil (BB) para darem andamento no acordo de cooperação técnica para a formulação do programa Desenrola Rural.

Este é um marco importante na busca pela regularização das dívidas rurais de agricultores familiares que se encontram na Dívida Ativa da União (DAU), oriundas de operações de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

MDA destaca expansão da mecanização para agricultura familiar

Um dos destaques da reunião foi a apresentação de um diagnóstico preliminar sobre o endividamento dos agricultores familiares, facilitando o compartilhamento de dados e coordenando ações para avaliar as necessidades de serviços para resolver essas pendências.

Renegociação de dívidas

Com o programa Desenrola Rural, o Governo Federal prevê a regularização dessas dívidas, com foco nos beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) e dos Agricultores Familiares com renda bruta anual de até R$ 50 mil. Parte importante desse público está com dívidas do Pronaf inscritas na Dívida Ativa da União (DAU).

Agricultores Familiares elegíveis e com esse perfil de dívida do Pronaf poderão dar uma entrada de 5%, parcelada em até cinco vezes. O restante poderá ser pago com descontos escalonados de até 70% da dívida consolidada.

Próximos passos do Desenrola Rural

A expectativa é que, até o final de 2024, o MDA lance um programa abrangente para a regularização das dívidas dos agricultores familiares. A iniciativa prevê, ainda, ações de divulgação e orientação para garantir que os agricultores tenham conhecimento sobre as condições de renegociação e como acessar as ferramentas de regularização.

O apoio de entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), sindicatos e movimentos sociais será crucial para auxiliar os beneficiários no processo de adesão às condições do programa.

 

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07/10/2024 0 Comentários
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Notícias

MDA destaca expansão da mecanização para agricultura familiar

Por Redação 07/10/2024
Escrito por Redação

MDA destaca expansão da mecanização para agricultura familiar em seminário da Abimaq

O Brasil se prepara para um salto na mecanização da agricultura familiar. Foi com essa mensagem que a ministra em exercício do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli, iniciou sua fala no 24º Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, na última sexta-feira (4), em São Paulo. O evento, que abordou os temas de Conectividade Rural e Mecanização da Agricultura Familiar, reuniu especialistas para discutir o futuro do agronegócio, a influência da macroeconomia no setor e os cenários globais das commodities.

Segundo a ministra em exercício, o setor de agricultura familiar, que representa 77% dos estabelecimentos rurais do país, mas ocupa apenas 23% da área agricultável, está no centro das estratégias do governo para os próximos anos. A meta, afirmou Machiaveli, é aumentar a mecanização desse setor em 10% até 2026, facilitando o acesso a maquinários como tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Atualmente, 18% das propriedades familiares estão mecanizadas.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

Machiaveli destacou o papel fundamental do Programa Mais Alimentos, lançado em 2008, para a evolução da mecanização no país, principalmente na Região Sul. “Esse programa foi responsável por avanços significativos na agricultura familiar e agora nosso desafio é expandi-lo para regiões como o Nordeste, onde 54% das propriedades ainda possuem níveis muito baixos de mecanização”, afirmou a ministra em exercício.

Ela também ressaltou a importância da parceria entre o governo e a indústria de maquinários agrícolas, por meio da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). “Estamos trabalhando em conjunto com a Abimaq para mapear as necessidades dos agricultores e aumentar o acesso a máquinas que muitas vezes as famílias nem sabem que existem”, disse Machiaveli

Machiaveli revelou ainda que foram abertos dois novos editais da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), somando R$ 500 milhões, para fomentar o desenvolvimento de maquinários agrícolas e tecnologias sociais voltadas à bioeconomia. O objetivo é estimular a inovação e melhorar as condições de trabalho no campo, além de incluir mulheres e jovens nesse processo.

Missão de superação da fome

Em sua fala, a ministra em exercício reforçou o compromisso do governo com a superação da fome no país até 2026, integrando a agricultura familiar às cadeias agroindustriais sustentáveis. “O presidente Lula nos deu essa missão e sabemos que para alcançar essa meta é essencial fortalecer a produção de alimentos saudáveis e diversificados, que vem da agricultura familiar”, explicou.

Para atingir esses objetivos, o MDA está implementando novas políticas de crédito, como a ampliação do microcrédito agrícola para até R$ 35 mil por família, com juros anuais de apenas 0,5% e descontos para pagamentos em dia. “Estamos facilitando o acesso ao crédito e criando condições para que essas famílias possam melhorar sua produtividade e sua qualidade de vida”, concluiu Machiaveli.

 

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NotíciasTecnologia

Nova tecnologia aumenta segurança em zonas explosivas, como silos

Por Redação 07/10/2024
Escrito por Redação

Silos de grãos: nova tecnologia aumenta segurança em zonas explosivas

Estudos apontam que, anualmente, de 5 a 10 fábricas no Brasil podem sofrer com explosões de alta escala. Em resposta à necessidade de proteção dos trabalhadores que aí operam, a Trackfy, desenvolvedora de tecnologia para segurança em plantas industriais e grandes canteiros de obra, deu um passo importante ao criar uma solução capaz de operar em zonas explosivas.

A tecnologia, que atende aos rigorosos padrões exigidos nas zonas classificadas, já recebeu a certificação do Inmetro. Esta certificação estabelece a solução como um diferencial competitivo no mercado, além de expandir a capacidade de atuação da empresa para áreas de maior risco.

“Após um processo extenso, recebemos uma certificação importante do Inmetro. Nossa tecnologia é protegida legalmente, conferindo direitos exclusivos”, explica Túlio Cerviño, fundador e CEO da Trackfy.

Túlio explica que operar em áreas classificadas de atmosferas explosivas requer atenção especial às diferentes zonas de risco. Os tanques de combustível, por exemplo, são divididos conforme o nível de perigo: a zona zero, dentro do tanque, é a mais perigosa, com presença constante de gases explosivos; a zona 1, adjacente à zona zero, possui risco frequente de explosões; e a zona 2, uma área próxima, apresenta menor risco, com explosões menos prováveis. “As demais áreas não são classificadas. Agora podemos colocar os ossos captadores mais próximos às zonas de maior perigo, aumentando ainda mais a segurança e a eficiência do uso da nossa solução”, destaca.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

Para atender às exigências de segurança em zonas explosivas, ele conta que foi necessário desenvolver um novo dispositivo, semelhante ao que a empresa possui e já está em uso nos canteiros de obras e plantas industriais de todo o país. Também combinando Internet das Coisas (IoT), análise de dados e algoritmos, a nova solução tecnológica é capaz de fornecer aos gestores uma análise online e em tempo real dos ambientes de trabalho, utilizando emissores de sinal em capacetes e crachás dos operários.

“Para as zonas explosivas 1 e 2 foi preciso criar outro equipamento captador, que atendesse a exigências específicas. Podemos dizer que aprimoramos nosso captador para trabalhar em áreas de maior risco, podendo operar, por exemplo, em plataformas de petróleo offshore e áreas internas de silos agrícolas”, explica Cerviño.

A solução da Trackfy já é conhecida por apresentar benefícios significativos, reduzindo o tempo de evacuação de áreas em caso de sinistros em até 30%. Grandes corporações dos setores de química, agro, siderurgia, mineração, construção e petróleo utilizam a tecnologia. “Para utilizar o dispositivo, não é necessário treinamento. Ele não precisa de recarga e pode alcançar um raio de 50 metros.”

O especialista conta que, em um levantamento da empresa, foi apontado que o mercado brasileiro de sistemas de localização em tempo real (RTLS) tem potencial de movimentar R$ 10 bilhões apenas em 2024 e o global US$ 22 bilhões até 2026, o que demonstra a preocupação crescente com a segurança e a eficiência operacional em indústrias de alto risco, além da valorização de tecnologias que aumentem a produtividade e a proteção dos trabalhadores.

Para Cerviño, o desenvolvimento do mercado de RTLS é crucial para que o Brasil alcance a indústria 5.0, que combina a revolução tecnológica com a valorização do ser humano. “Uma solução baseada em data analytics, digitalização e IoT, que fornece dados, insights e indicadores em tempo real, torna os locais de trabalho mais seguros e produtivos, colocando o ser humano no centro dos benefícios”, afirma.

 

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Notícias

Banco do Brasil lança Programa Pecuária Mais Sustentável

Por Redação 07/10/2024
Escrito por Redação

Banco do Brasil lança Programa Pecuária Mais Sustentável

Está disponível em todas as agências do Banco do Brasil o Programa Pecuária Mais Sustentável, que visa integrar a concessão de crédito para recuperação de áreas degradadas com tecnologia, rastreabilidade, sustentabilidade e elevação da lucratividade da pecuária nacional, alinhado ao Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistema de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis – PNCPD.

O Programa é uma solução inovadora no mercado, reforçando a vanguarda do Banco do Brasil, e antecipando ações frente ao Regulamento do Sistema de Auto Regulação Bancária (SARB) número 26 de 2023, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que regulamenta a gestão do Risco de Desmatamento Ilegal, com vigência a partir de dezembro de 2025.

O novo programa Pecuária Mais Sustentável é um aprimoramento do Programa Pecuária do Futuro, e prevê a participação de toda cadeia: dos pecuaristas fornecedores diretos e indiretos aos frigoríficos e abatedouros, agregando diagnóstico, planejamento, auxílio na contratação de operações, comercialização de crédito carbono, rastreabilidade e bonificação adicional por animal rastreado.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

O Banco do Brasil irá apoiar produtores que buscam maior sustentabilidade na atividade, principalmente no que se refere à recuperação de pastagens degradadas. “Temos a missão de auxiliar na aceleração do PNCPD, que tem por objetivo recuperar o total de 40 milhões de hectares em um prazo de 10 anos, sendo a sustentabilidade o elemento prioritário do Programa.”, explica Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil.

“Agregamos tecnologias, ferramentas e conhecimentos dos nossos parceiros para criar um modelo inovador, gerando receitas adicionais ao pecuarista. Estamos trabalhando para engajar os clientes a investir em ativos sustentáveis, que aliam rentabilidade às melhores práticas ambientais, sociais e de governança”, acrescenta Lage.

Parcerias

Os produtores participantes do Programa Pecuária Mais Sustentável terão o apoio da Traive, fintech investida do Banco do Brasil e líder em tecnologia para produtos financeiros no setor agrícola. A plataforma da empresa, que faz uso de Inteligência Artificial proprietária e modelos especializados no agronegócio, aprimora a avaliação de risco de crédito, reduzindo significativamente a probabilidade de inadimplência.

A gestão dos empreendimentos será realizada pela iRancho, agtech de gestão pecuária, que auxilia o processo de tomada de decisões, o controle dos animais, insumos e custos. Além disso, permite manejo do rebanho de forma mais ágil e eficaz, promovendo o bem-estar animal, a conversão em ganho de peso rápido e o aumento da produtividade.

A rastreabilidade do animal é realizada através do SafeBeef, uma tecnologia blockchain que permite a inserção do produtor no protocolo exigido pela indústria compradora e adequação à nova regulamentação.

Adicionalmente ao programa anterior existente e para auxiliar os produtores no diagnóstico, planejamento e monitoramento dos empreendimentos dedicados a pecuária de corte, a IDGEO, empresa de monitoramento por satélite e uso de radares, irá disponibilizar mapas de aptidão para tomadas de decisões dos pecuaristas em relação as áreas que necessitam de recuperação e/ou a conversão em área agrícola, floresta ou integração lavoura, pecuária e floresta. Além disso, a solução também é capaz de monitorar a eficácia da recuperação do solo ou a realização de eventual supressão de área legal.

No que se refere à avaliação e elaboração de projetos envolvendo créditos de carbono, a MyCarbon, subsidiária da Minerva Foods, atua no projeto efetuando a avaliação da área e os respectivos critérios de elegibilidade relacionados a implantação das melhores práticas de agropecuária de baixo carbono, gerando ganhos de eficiência, aumento de produtividade e contribuindo para o meio ambiente.

Desembolso

Na safra 2023/2024 Foram desembolsados R$ 6,37 bilhões para a recuperação de áreas degradadas, o que representa cerca de 1,6 milhão de hectares atendidos.

 

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EmpresasNotícias

Segunda temporada do reality show Master Mechanic começa dia 10

Por Redação 07/10/2024
Escrito por Redação

Segunda temporada do reality show Master Mechanic começa dia 10A segunda temporada do Master Mechanic, primeiro reality show de competição entre mecânicos agrícolas realizado pela Massey Ferguson, mostrará as habilidades dos competidores para lidar com equipamentos cada vez mais tecnológicos. Nesta edição, o foco será a automação das máquinas, refletindo a evolução tecnológica no setor. O programa terá três episódios, que serão exibidos nos dias 10, 17 e 24 de outubro no canal da Massey Ferguson Brasil no YouTube.

“O futuro do agronegócio está ligado à inovação tecnológica e à qualificação dos profissionais que impulsionam o setor. No Master Mechanic, destacamos o papel essencial dos mecânicos agrícolas em garantir que a tecnologia chegue ao campo de forma eficiente, garantindo o máximo desempenho das máquinas”, informa Rodrigo Junqueira, gerente-geral da AGCO e vice-presidente da Massey Ferguson América do Sul.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

Os participantes serão desafiados a configurar a solução de plantio de alta tecnologia formada pelo trator MF 8S e pela plantadeira Momentum, assegurando produtividade e eficiência. “Nosso objetivo é avaliar a capacidade técnica dos mecânicos em ajustar e calibrar o conjunto para entregar máxima performance ao agricultor, evidenciando a importância de uma abordagem integrada e tecnológica no trabalho diário”, explica Bruno Pianca, gerente de serviços da Massey Ferguson.

Pianca enfatiza que o avanço das tecnologias embarcadas nos equipamentos tornou indispensável a capacitação dos mecânicos agrícolas. “Sem treinamento o mecânico agrícola não consegue atuar em campo. As máquinas agrícolas atuais incorporam um extenso pacote tecnológico, e os profissionais precisam não apenas saber como fazer ajustes, mas também ter a capacidade de interpretar e entender a tecnologia envolvida. O perfil do mecânico evoluiu para um profissional com habilidade em interpretação e aplicação de tecnologia. O setor atrai cada vez mais jovens talentos, que se destacam pela facilidade em lidar com tecnologias avançadas e pela rápida capacidade de aprendizado”, afirma o especialista.

Sobre o programa

O Master Mechanic contará com seis competidores, selecionados entre os profissionais das concessionárias da marca, vindos do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, divididos em duplas por sorteio para a disputa do título de melhor mecânico do Brasil.

Na primeira etapa do reality, os participantes serão avaliados pela configuração correta do trator MF 8S. Na segunda etapa, os mecânicos serão julgados pela integração entre o trator e a plantadeira e a última fase será a conclusão deste trabalho, com a avalição da performance do conjunto.

O programa é conduzido por Millena Machado, jornalista e apresentadora com experiência no setor automotivo. A jornalista foi âncora do Auto Esporte, programa sobre carros exibido na TV Globo por quase 10 anos. “Esse é um formato que eu queria muito apresentar. Desde a estreia no ano passado, venho buscando conhecer cada vez mais o universo agro para atuar de maneira espontânea no set de gravação e participar ativamente das provas. E essa segunda temporada está mais emocionante que primeira, só não posso contar o porquê, vocês terão que ver para saber”, diz.

O corpo de jurados inclui José Fernando Schlosser, professor titular do Departamento de Engenharia Rural e diretor do Núcleo de Ensaios de Máquinas Agrícolas da Universidade Federal de Santa Maria; Sandra Nalli, CEO e fundadora da Escola do Mecânico; e Cezar Bronzati, do time de serviços AGCO.

“Como alguém que participou das duas temporadas do Master Mechanic, posso afirmar que o nível técnico dos participantes é impressionante”, diz Schlosser. Segundo ele, nesta edição, a exigência aumentou, com equipamentos novos e com muita tecnologia avançada.

“Mesmo assim, estou confiante de que os competidores estarão à altura do desafio. Percebo o alto nível de treinamento exigido pelo fabricante. As provas são rigorosas, mas esses mecânicos estão preparados para superá-las com excelência”, ressalta.

Para Sandra Nalli é um privilégio fazer parte de um projeto que reúne tantos profissionais talentosos. “Nossa agricultura é forte graças a esses profissionais, aos equipamentos e à tecnologia disponível. Sem isso, o agronegócio brasileiro não teria a força que tem hoje, e não seríamos um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Representar esse segmento é uma grande honra”, declara.

Cezar Bronzati, ressalta que diferente da primeira edição, que enfatizou a capacidade de diagnóstico e resolução de problemas, o foco nesta temporada é na performance do produto em operação. “Contamos com um nível superior de produto: o trator MF 8S acoplado à plantadeira Momentum, formando o combo de plantio utilizado pelo nosso produtor”.

Nesta temporada, nosso foco foi avaliar a capacidade dos técnicos em ajustar o conjunto trator e implemento de forma integrada, priorizando a produtividade. A automação desempenha um papel crucial, e é através dela que conseguimos otimizar a performance. O objetivo é garantir que os dois equipamentos ‘conversem’ e entreguem resultados consistentes no campo.”

Os bastidores durante o programa e curiosidades do reality serão revelados por Fernando Viana, produtor rural e influenciador digital, no perfil @viananalida. Uma novidade desta edição será a visita do influenciador às famílias dos mecânicos para conhecer suas histórias, hobbies e ver como eles trabalham em equipe.

“Essa segunda temporada vai surpreender pelo seu lado humanizado e pela proximidade que o programa cria com os competidores. O relacionamento e a integração entre o mecânico e o público estarão ainda mais evidentes, demonstrando que o papel do mecânico vai além da técnica, criando conexões reais e valorizando ainda mais o trabalho desses profissionais.”

Cada integrante da dupla vencedora receberá, além de troféu exclusivo, R$ 20 mil e uma viagem com acompanhante para Buenos Aires, incluindo uma visita à fábrica da Massey Ferguson, em General Rodriguez.

 

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NotíciasTecnologia

ILPF transforma pastagens degradadas em áreas produtivas

Por Redação 07/10/2024
Escrito por Redação

ILPF transforma pastagens degradadas em áreas produtivas

O manejo de pastagens no Brasil vem ganhando força e destaque como solução para reverter a degradação do solo e aumentar a produtividade agrícola. A degradação das pastagens é um problema que afeta diretamente a produtividade e a conservação dos recursos naturais. Dados recentes da Embrapa reforçam isso, pois apontam que 28 milhões de hectares de pastagens estão degradadas em níveis intermediários e severos, com destaque para os estados de Mato Grosso (5,1 milhões de hectares), Goiás (4,7 mi/ha), Mato Grosso do Sul (4,3 mi/ha), Minas Gerais (4,0 mi/ha) e Pará (2,1 mi/ha).

Desafios da conectividade impactam especialmente os pequenos produtores

Diante desse cenário, o sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) se destaca como uma estratégia sustentável e eficaz para a recuperação. “A rotação de culturas agrícolas, pastagens e a introdução de árvores no sistema:

  • Preserva a saúde do solo através da maior biodiversidade;
  • Aumenta a ciclagem de nutrientes e a matéria orgânica;
  • Melhora a infiltração e retenção de água;
  • Auxilia no combate à erosão;
  • Reduz a temperatura do solo, contribuindo com a redução do déficit hídrico das plantas;
  • As árvores promovem conforto térmico e o bem-estar dos animais (maior ganho de peso e melhoria dos índices reprodutivos);
  • Favorece o balanço de carbono na produção dos bovinos.

“A diversificação das atividades reduz o risco econômico diante de variáveis climáticas e de mercado, aproveitamento da madeira, energia e fibras provenientes de florestas plantadas, criando novas fontes de renda para os produtores rurais”, cita Marina Lima, zootecnista, técnica de sementes e sustentabilidade da Sementes Oeste Paulista (Soesp).

Ou seja, são muitos os benefícios, e frente a eles, a adoção a essa prática tem crescido ano a ano. Com base nos dados da Rede ILPF, o Brasil já possui mais de 17 milhões de hectares sob o sistema ILPF, com a meta de dobrar essa área até 2030.

Escolha certa da forrageira para a ILPF

A Soesp é incentivadora do sistema de integração, inclusive, desde 2018, é associada à Rede ILPF, uma iniciativa entre empresas privadas e a Embrapa para promover a adoção dessa integração pelos produtores rurais. O intuito é intensificar de forma sustentável a produção agropecuária brasileira. Nesse sentido, a técnica de sementes e sustentabilidade da Soesp conta que a empresa contribui diretamente para a recuperação de áreas degradadas, por meio da comercialização de forrageiras adaptadas ao sistema ILPF.

Essas forrageiras são mais tolerantes ao sombreamento, produzem maior quantidade de massa de forragem para formar palhada e para pastejo, além de terem o sistema radicular bem desenvolvido. Dentre as opções forrageiras mais indicadas para ILPF podemos destacar:

  • Brachiaria brizantha cv. BRS Piatã,
  • Brachiaria brizantha cv. Marandu,
  • Brachiaria brizantha cv. Paiaguás,
  • Panicum maximum cv. Tamani,
  • Panicum maximum cv. BRS Zuri
  • e a Brachiaria Ruziziensis, que é a forrageira mais recomendada para sistemas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) com pastejo temporário na entressafra.

“A utilização de forrageiras adaptadas à ILPF tem mostrado resultados surpreendentes, garantindo uma recuperação mais rápida do solo e aumentando a capacidade de produção”, finaliza a especialista. Todas essas forrageiras estão disponíveis no portfólio da Soesp, com a exclusiva tecnologia Advanced e também na linha convencional.

 

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Notícias

Desafios da conectividade impactam especialmente os pequenos produtores

Por Redação 04/10/2024
Escrito por Redação

- Desafios da conectividade impactam especialmente os pequenos produtores

Clarisse Sousa – Apenas 37% dos imóveis rurais brasileiros contam com cobertura 4G em toda a área de uso agropecuário. Embora menos de 70% das propriedades tenham acesso à internet em suas sedes, muitas delas ainda não dispõem de conectividade nas áreas de cultivo. Além disso, apenas 19% da área disponível para uso agrícola no Brasil possui cobertura 4G, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste do país.

A questão da conectividade rural no Brasil foi um dos principais temas debatidos no Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, realizado nesta sexta-feira (4) pela Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), em São Paulo.

O maior desafio para a expansão da conectividade no campo brasileiro não é tecnológico, mas sim operacional e de infraestrutura, conforme Renato Bueno, diretor de redes móveis para empresas da Nokia. “É preciso viabilizar modelos de negócios com baixo custo por hectare. Além disso, o produtor precisa compreender os benefícios de ter uma propriedade conectada”, afirma.

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

O debate sobre os desafios da conectividade rural, essencial para o uso pleno das tecnologias embarcadas nas máquinas agrícolas, é cada vez mais frequente. Anualmente, os fabricantes introduzem máquinas e equipamentos com tecnologias digitais que prometem elevar a eficiência e a produtividade das lavouras. No entanto, essas inovações muitas vezes não são plenamente aproveitadas devido à falta de conexão à internet.

“Como fabricantes, precisamos entender que não adianta aplicar tecnologias em nossas máquinas se o produtor não consegue utilizá-las”, avalia Guilherme Panes, head de agricultura digital da Jacto. “Além de ser um habilitador de tecnologias, a conectividade é uma necessidade fundamental para o trabalho.”

O alto custo é o maior obstáculo à expansão da conectividade. A instalação das operadoras pode custar entre R$ 300 mil e R$ 400 mil apenas pela antena, além de ser necessário desembolsar cerca de R$ 10 mil mensais para manter a conectividade na fazenda. “Esse custo assusta o produtor, que acha que não vale a pena o investimento”, diz Panes.

Os dados mostram que, embora os grandes produtores tenham acesso à conectividade, os pequenos ainda enfrentam dificuldades para adotá-la. “Precisamos encontrar soluções que atendam às necessidades dos pequenos e médios produtores. No entanto, atualmente, não há um movimento efetivo para tornar isso viável”, conclui Panes.

 

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Agroindústria cresceu 3,9% em janeiro no comparativo anual, diz FGVAgro
EntrevistaMercado

Abimaq prevê cenário “estável” ou de “leve crescimento” para o setor em 2025

Por Redação 04/10/2024
Escrito por Redação

Abimaq prevê cenário "estável" ou de "leve crescimento" para o setor em 2025

Clarisse Sousa – A seca tem causado um impacto decisivo nos resultados do setor de máquinas agrícolas em 2024, conforme destacou Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA/Abimaq), durante o Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, realizado nesta sexta-feira (4) na sede da Abimaq, em São Paulo.

O setor vem registrando uma retração expressiva no acumulado do ano. Nos primeiros oito meses de 2024, as vendas totais caíram 25,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo as estimativas da Abimaq, o setor deve encerrar 2024 com uma queda total de 25%. “A seca impactou nossas previsões de forma inesperada. Não estávamos preparados para a intensidade com que ela se manifestou este ano”, destacou Bastos.

Além da seca, outros fatores contribuíram para os resultados negativos do setor, sendo o preço das commodities um dos mais relevantes. “Os preços dos grãos caíram de forma acentuada devido ao excesso de oferta. Com a queda dos preços, a rentabilidade diminui, e os produtores acabam adiando os investimentos”, explicou.

Vendas de máquinas crescem 8,4% em agosto, mas queda persiste no ano

Ele também salientou que, ao contrário dos anos de 2020 a 2023, quando a área plantada aumentou em 15 milhões de hectares, passando de 63 milhões para 78 milhões, este ano não houve expansão. “Ou seja, não tivemos um mercado de expansão, apenas de reposição.”

Com a queda nos preços dos grãos, especialmente milho e soja, a entidade já previa o impacto negativo no setor de máquinas agrícolas. “Quando o preço dos grãos cai, as vendas também são afetadas”, disse Bastos.

Poucas mudanças para 2025

O próximo ano não deve ser muito diferente. O presidente da CSMIA, Pedro Estevão Bastos, prevê um cenário relativamente estável para o setor de máquinas agrícolas em 2025. “A possibilidade de uma diminuição é remota”, acredita.

Os preços das commodities, a área plantada e o clima também devem ser fatores cruciais para o desempenho do setor em 2025. Os preços das commodities não devem sofrer grandes alterações e é improvável um aumento na área plantada. “O mercado de expansão dificilmente ocorrerá, então não devemos esperar um crescimento significativo nesse aspecto.”

Contudo, ele afirma que, se não houver problemas climáticos, como a seca observada em 2024, o próximo ano tende a ser estável ou apresentar um leve crescimento. “A agricultura é muito dinâmica, mas acredito que o mercado não deve cair em 2025. Se crescer, será um aumento modesto.”

Renovação de frota

Com a retração nas vendas de máquinas agrícolas, fica evidente que uma parcela dos produtores estão hesitando em investir em novas tecnologias, resultando em uma frota de máquinas cada vez mais obsoleta.

Bastos observa que muitos agricultores ainda utilizam máquinas defasadas, o que pode comprometer sua eficiência. “Existem agricultores que já estão com suas máquinas atualizadas, pois entre 2020 e 2023 houve um aumento significativo nas vendas. No entanto, ainda há um número considerável de máquinas antigas que estão tecnologicamente defasadas”, aponta.

Os produtores que reconhecem a necessidade de atualizar sua frota tendem a alcançar melhores resultados. “As novas tecnologias oferecem grandes benefícios em termos de produtividade e na forma como as operações são realizadas.”

“Os produtores que investem em novas tecnologias colhem os frutos dessa escolha, pois as inovações trazem muitos benefícios em produtividade e eficiência operacional. Nos últimos 10 anos, a obsolescência das máquinas tem se acelerado devido à evolução da tecnologia embarcada, tornando as máquinas sem tecnologia ainda mais ultrapassadas rapidamente.”

Para exemplificar, Bastos destaca a diferença de desempenho entre um pulverizador convencional e um de última geração. “Enquanto o primeiro pode desperdiçar até 20% de produtos químicos, o segundo reduz esse desperdício a 2%, além de garantir uma cobertura uniforme. Quando os agricultores percebem o impacto positivo que essas tecnologias podem ter na rentabilidade, é certo que eles estarão mais propensos a investir”, conclui.

 

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04/10/2024 0 Comentários
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Notícias

Compressor e tratores são os implementos usados mais vendidos, revela OLX

Por Redação 03/10/2024
Escrito por Redação

- Compressor e tratores são os implementos usados mais vendidos, revela OLX

Os compressores e os tratores são os implementos agrícolas mais comercializados por meio da OLX entre janeiro e agosto deste ano. É o que aponta levantamento do maior marketplace de classificados de produtos usados, autos e imóveis do Brasil, que ainda mostra que cada um deles representa 12% das vendas dos itens desse segmento.

- Compressor e tratores são os implementos usados mais vendidos, revela OLX

“O gerador é o produto agro cuja procura mais cresceu na OLX nos oito primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2023, com 137% de aumento. A escavadeira foi o segundo com a maior variação, com 113%, seguido pela pá carregadeira, com 92%. Esses e outros indicadores ilustram o dinamismo da plataforma, que é democrática, pois possibilita que profissionais do agronegócio possam anunciar e encontrar itens de segunda mão com bom custo-benefício”, afirma o VP de Autos e Bens de Consumo do Grupo OLX, Flávio Passos.

Ao analisar as vendas, os compressores e os tratores ocupam igualmente as primeiras colocações dentre os itens agro mais vendidos, com 12% de share cada. Após o compressor e trator dividindo a liderança, a roçadeira ocupa a segunda posição do ranking, com 11% de participação, enquanto o gerador e o torno ficam na terceira colocação, com 6% cada.

Vendas de máquinas crescem 8,4% em agosto, mas queda persiste no ano

- Compressor e tratores são os implementos usados mais vendidos, revela OLXOs tratores lideram também dentre os produtos mais procurados. A retroescavadeira ocupa a segunda colocação, e a escavadeira, a terceira. Ao avaliar os mais anunciados na plataforma, o trator também lidera. Compressor ocupa a segunda posição e gerador a terceira.

“O gerador é o produto agro cuja procura mais cresceu na OLX nos oito primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2023, com 137% de aumento. A escavadeira foi o segundo com a maior variação, com 113%, seguido pela pá carregadeira, com 92%. Esses e outros indicadores ilustram o dinamismo da plataforma, que é democrática, pois possibilita que profissionais do agronegócio possam anunciar e encontrar itens de segunda mão com bom custo-benefício”, afirma o VP de Autos e Bens de Consumo do Grupo OLX, Flávio Passos.

A escavadeira é o implemento agrícola avaliado com maior preço médio do período, de R$ 217.772, segundo o levantamento. A roçadeira é o que possui o menor valor mediano no período, de R$ 992.

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