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ManutençãoNotícias

Manutenção preventiva de tratores aumenta rentabilidade do produtor

Por Redação 25/09/2024
Escrito por Redação

Manutenção preventiva de tratores aumenta rentabilidade do produtor

A manutenção preventiva de equipamentos agrícolas, feita de maneira correta e constante, é essencial para que essa máquina possa ajudar, de maneira verdadeiramente eficaz, na otimização do trabalho, aumento de produtividade e consequente rentabilidade de uma cultura. A revisão desse maquinário também é fator importante para que sua vida útil e desempenho sejam os melhores possíveis, mesmo com o passar dos anos e uso constante.

“Cuidar dos tratores reduz custos ao evitar quebras, potencializa sua durabilidade e até mesmo contribui para aumentar a produtividade da lavoura, uma vez que um equipamento com a manutenção e revisão em dia está sempre pronto para o uso. Além disso, as inspeções de prevenção garantem a segurança da operação e do próprio operador, pontos essenciais para um bom funcionamento da propriedade rural”, afirma o coordenador de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Embarques de soja devem atingir 5,8 mi de toneladas em setembro

Como o próprio nome diz, a manutenção preventiva previne futuros problemas, por isso deve ser baseada em um cronograma de cuidados previamente elaborado, considerando a vida útil dos componentes e o tempo de serviço do trator. Esse cuidado constante evita a entrada e acúmulo de impurezas, o desgaste das peças e vazamentos de água, óleo e combustível.

“A frequência com que a manutenção deve ser feita e o que deve ser revisado variam de acordo com o modelo do trator, ano de fabricação, indicações do manual do usuário, condições do terreno e outras características”, observa Oliveira.

Alguns cuidados, porém, devem ter uma frequência pré-estabelecida e podem ser adotados pelo proprietário cotidianamente. Um exemplo é a troca de óleo do motor dentro do período especificado pelo manual do fabricante do trator. “A troca regular de óleo e filtros, conforme as especificações da fabricante, assegura que o motor permaneça limpo e livre de contaminação, evitando o desgaste prematuro.”

Uma dica para que a manutenção tenha baixo impacto na produção é que os reparos sejam realizados em épocas do ano em que a necessidade de uso do equipamento seja menor. Para facilitar a manutenção cotidiana, o produtor pode organizar um check list de cuidados do equipamento. Algumas atividades podem ser feitas diariamente, como limpar os filtros e tirar poeira e outros resíduos que possam se acumular; verificar o nível de água; drenar o sistema de combustível e abastecer o tanque de combustível após o fim da jornada de trabalho.

Já uma vez por semana, o produtor pode verificar pneus e tração; reapertar os rodados e porcas de fixação; verificar o nível de óleo; conferir o sistema elétrico e fazer uma limpeza geral no trator, entre outros cuidados. Mensalmente, ou após algumas centenas de horas de uso, ele deve realizar a troca de óleo; substituir o filtro do combustível; conferir da bomba injetora; verificar os filtros de ar e checar o estado da caixa de marcha e diferencial.

A cada seis meses, ou após milhares de horas de uso, é indicado que seja feita a troca de óleo do sistema de transmissão e componentes; o desmonte das rodas; engraxamento; limpeza do radiador e troca de água; e troca da garra de tração desgastada.

Higienização constante

No caso dos tratores cabinados, a cabine deve estar sempre limpa, para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável para o operador. Além disso, a higienização constante evita o desgaste do equipamento, deixando-o livre de resíduos agrícolas, poeira e sujeira que podem se acumular com o uso diário.

Outro ponto importante da manutenção é realizar a inspeção regular da integridade da vedação da cabine para proteger o operador de elementos externos e ruídos. Junto a isso, é preciso sempre fazer uma verificação para assegurar que todos os componentes estejam funcionando corretamente, incluindo displays, alavancas, botões e outros dispositivos de controle.

No caso do motor, Oliveira destaca que cada trator Agritech é projetado para oferecer potência e eficiência nas operações. “Porém, para manter essa performance, algumas práticas são essenciais para garantir a operação eficaz e a longevidade do motor, como a manutenção do sistema de arrefecimento”, destaca Oliveira.

Isso ocorre porque esse sistema tem papel crucial na prevenção do sobreaquecimento do motor. Assim, a verificação regular do nível do líquido de arrefecimento e a limpeza do radiador evitam obstruções que podem levar ao sobreaquecimento.

O sistema de combustível precisa estar sempre limpo para maximizar sua eficiência do combustível e o desempenho do motor. A troca regular dos filtros de combustível e a verificação de linhas e conexões evita vazamentos ou obstruções.

“Outros componentes do motor, como bicos de injeção e a correia do alternador, precisam ser checados sempre para garantir que estejam em bom estado e, caso necessário, devem ser trocados antes que seu desgaste cause paradas inesperadas e reparos dispendiosos”, alerta Oliveira.

Por último, é importante estar com a revisão do equipamento sempre em dia. “Infelizmente, por falta de conhecimento, muitos produtores ainda acham que não há problema em trabalhar com o equipamento tendo seus lubrificantes e componentes vencidos. Aqui na Agritech temos o cuidado de orientar nossos clientes para não deixarem os tratores sem a revisão dentro do período exato, porque isso reduz as despesas com manutenções e aperfeiçoa a utilização das máquinas, aumentando a produção agrícola e a vida útil dos equipamentos”, finaliza o coordenador de Vendas da Agritech.

 

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25/09/2024 0 Comentários
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Exportações do agronegócio registram recorde em julho, com destaque para a soja
Notícias

Embarques de soja devem atingir 5,8 mi de toneladas em setembro

Por Redação 24/09/2024
Escrito por Redação

- Embarques de soja devem atingir 5,8 mi de toneladas em setembro

Em seu relatório semanal, divulgado nesta terça-feira (24), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informa que o Brasil deve embarcar 5,821 milhões de toneladas de soja em grão em setembro, contra 5,546 milhões de toneladas de igual mês do ano passado.

Exportações do agronegócio somam mais de US$ 14 bi em agosto

Já os embarques de farelo de soja devem alcançar 1,971 milhão de toneladas em setembro, contra 1,906 milhão de toneladas do mesmo mês de 2023. Ademais, as exportações de milho devem somar 6,685 milhões de toneladas em setembro, contra 9,425 milhões de toneladas de igual mês do ano passado. // Fonte: Datagro

 

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24/09/2024 0 Comentários
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Fávaro anuncia em São Paulo apoio para produtores afetados por incêndios
Notícias

Fávaro anuncia em São Paulo apoio para produtores afetados por incêndios

Por Redação 24/09/2024
Escrito por Redação

O ministro Carlos Fávaro se reuniu em São Paulo, nesta segunda-feira (23), com representantes do Banco do Brasil, Caixa, BNDES, BNB, Basa, Sicredi, Sicoob e Bradesco para tratar do apoio aos produtores rurais afetados pelos incêndios que atingem o país.

O ministro Fávaro disse que o presidente Lula autorizou utilizar recursos do Programa de Financiamento de Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro) para o atendimento emergencial. Essa linha financia a recuperação de áreas degradadas. Alguns bancos devem oferecer o recurso a partir de outubro, mas em algumas instituições ele já está disponível. Produtor da região de Cáceres (MT), Manoel Benedito Rosa Filho assinou o acesso à linha de crédito na reunião. A propriedade dele teve 40% da área queimada.

“É o recurso mais palatável, com menores taxas de juros e prazo amplo para pagar”, disse o ministro.

Alguns bancos anunciaram que vão mudar seu planejamento. Pretendiam liberar parte do recurso no ano que vem, mas decidiram antecipar para este ano.

 

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NotíciasOpinião

Desafio das queimadas: incêndios geram impactos dentro e fora do agro

Por Redação 24/09/2024
Escrito por Redação

Desafio das queimadas: incêndios geram impactos dentro e fora do agro

Ana Beatriz Prudente Alckmin* – Em meio ao crescente desafio das queimadas, o Brasil está buscando apoio internacional para fortalecer suas ações de combate aos incêndios florestais. O Governo Federal acionou embaixadas em países como Paraguai, Colômbia, e Estados Unidos, solicitando recursos e colaboração para enfrentar a grave situação, que já resultou em mais de 190 mil focos de incêndio desde o início do ano. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou a necessidade de aeronaves e brigadistas para auxiliar nas operações, evidenciando a urgência de uma resposta coordenada diante da crise ambiental que se arrasta há vários meses.

Dez cidades das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil concentram 20,5% das queimadas registradas até setembro de 2024, com destaque para municípios da Amazônia. Especialistas alertam que os incêndios se tornaram um novo vetor de degradação ambiental, complicando ainda mais os esforços para monitorar e controlar a destruição das florestas e dos biomas. Este cenário exige uma abordagem integrada e urgente para mitigar os impactos ecológicos e sociais.

Muitos desses focos de incêndios estão ocorrendo em áreas de cultivo de cana-de-açúcar, especialmente no estado de São Paulo, e isso têm gerado grandes prejuízos econômicos e ambientais. De acordo com representantes da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), o setor já acumula perdas que ultrapassam R$ 1 bilhão devido a queimadas que atingiram mais de 180 mil hectares.

Agroindústria acumula alta de 3,3% no ano até julho, diz FGVAgro

Embora a prática de queima da palha da cana como método de pré-colheita tenha sido proibida desde 2014, ainda persiste um equívoco comum de que as usinas continuam utilizando o fogo como parte do processo de colheita, o que não é verdade. Atualmente, quase toda essa operação é realizada de forma mecanizada, e o uso do fogo está banido pelos produtores de cana de açúcar.

A origem desses incêndios pode estar associada tanto a causas naturais, como a seca extrema e condições climáticas desfavoráveis (o fenômeno triplo-trinta: temperatura acima de 30°C, umidade relativa do ar abaixo de 30% e ventos superiores a 30 km/h), quanto a atos de negligência ou mesmo de crime. Bitucas de cigarro jogadas nas estradas ou fogo colocado de maneira intencional para queima de lixo, são algumas das causas relatadas. Além disso, o setor enfrenta o desafio das fake news, que acusam injustamente as usinas e produtores rurais de provocarem intencionalmente as queimadas, criando uma imagem negativa e que prejudica o setor, tanto financeiramente, quanto em termos de reputação.

Diante desse cenário, o setor do cultivo de cana de açúcar tem se mobilizado de maneira intensa. A UNICA, em parceria com a Defesa Civil e outros órgãos, implementou medidas rigorosas de combate a essas queimadas, incluindo o uso de aviões e caminhões-pipa, além da mobilização de mais de 10 mil colaboradores treinados para lidar com incêndios. A atuação coordenada também envolve um Programa de Auxílio Mútuo (PAM), no qual várias usinas da mesma região colaboram entre si.

Com isso tudo, outras consequências poderão ser sentidas, além do ambiental. Há ainda a questão de mercado. Pois, a formação do preço de commodities como o açúcar e o etanol, impactados por esses incêndios, é influenciada por diversos fatores, como a oferta e a demanda globais, não sendo possível prever diretamente o impacto disso. No entanto, o prejuízo causado pelas queimadas é evidente, afetando não apenas o setor, mas também a qualidade do ar e a produção agrícola de modo geral. As usinas, que historicamente eram vistas como vilãs ambientais, agora desempenham um papel fundamental no combate ao fogo, contribuindo para evitar que a situação se torne ainda mais grave.

É evidente que são grandes os prejuízos. De um lado, por exemplo, muitos canavicultores do interior de São Paulo, amargam prejuízos milionários. Estima-se que os incêndios tenham afetado mais de 231 mil hectares, com 132 mil hectares ainda não colhidos, segundo a União da Indústria da Cana de Açúcar (Única). As regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São Carlos foram duramente atingidas, com mais de 3 mil focos de incêndio registrados. A combinação de seca severa piorou o cenário já crítico que os agricultores locais vinham enfrentando, especialmente aqueles que perderam grande parte da produção das plantações mais jovens.

A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil reforça sobre as perdas, quando cita que os prejuízos somam cerca de R$ 1,2 bilhão. A recuperação dessas áreas será lenta, representando um enorme desafio para todo setor nos próximos anos. Com a destruição das lavouras, o impacto econômico para os produtores e para o mercado de açúcar e etanol é significativo, reforçando a necessidade de medidas mais eficazes para prevenir novas queimadas no futuro.

*Educadora de Economia Criativa Rural e Agrossustentabilidade. Mentora de empreendedorismo sustentável com Design Thinking, pedagoga e pesquisadora da USP.

 

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MercadoNotícias

Agroindústria acumula alta de 3,3% no ano até julho, diz FGVAgro

Por Redação 23/09/2024
Escrito por Redação

Agroindústria acumula alta de 3,3% no ano até julho, diz FGVAgro

A pesquisa sobre agroindústria, do FGVAgro, revela que em julho de 2024, o volume de produção da Agroindústria registrou expansão de 3,7% frente ao mesmo período de 2023, correspondendo ao melhor resultado para o mês desde 2017.

A alta registrada foi derivada tanto da expansão do segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas quanto, notadamente, de Produtos Não-Alimentícios, uma vez que apresentaram crescimentos de, respectivamente, 2,2% e 5,6%.

Clima adverso reduz safra de café para 54,8 milhões de sacas

Com isso, a Agroindústria acumula, em 2024, uma expansão de 3,3%, representando os melhores primeiros sete meses do ano desde 2010. Dentro os setores agroindustriais, a alta em 2024 é quase generalizada, sendo que os únicos setores que vêm apresentando maiores dificuldades ao longo do ano são o de Insumos Agropecuários e o de Fumo.

O expressivo desempenho da Agroindústria, no ano, está associado ao acelerado aquecimento do mercado interno brasileiro e ao bom volume exportado pelo setor.

Fonte: Datagro

 

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Brasil enfrenta crise de queimadas com perdas bilionárias no agronegócio
Notícias

Brasil enfrenta crise de queimadas com perdas bilionárias no agronegócio

Por Redação 23/09/2024
Escrito por Redação
Brasil enfrenta crise de queimadas com perdas bilionárias no agronegócio

Para os produtores rurais os prejuízos econômicos são de igual proporção, como no caso da cana-de-açúcar em São Paulo, que já soma perdas estimadas em R$ 1 bilhão // Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil registrou quase 70 mil focos de queimadas em agosto, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que atingiram lavouras, pastagens, áreas florestais afetando fauna e flora em diversas regiões e biomas. A área queimada no mês é comparável ao tamanho do estado da Paraíba ou de toda a Costa Rica, segundo dados do Mapbiomas. Para os produtores rurais os prejuízos econômicos são de igual proporção, como no caso da cana-de-açúcar em São Paulo, que já soma perdas estimadas em R$ 1 bilhão.

“Os maiores prejudicados com as queimadas são os produtores rurais”, revelou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion (PP-PR).

As queimadas trazem inúmeros prejuízos ao produtor rural, começando pela destruição de lavouras e pastagens, o que acarreta perda de produtividade e de receitas. A degradação do solo afeta diretamente sua fertilidade e a vida microbiológica, elevando os custos com replantio e recuperação.

A fumaça e as cinzas comprometem a saúde dos trabalhadores, plantas e animais, podendo prejudicar a qualidade dos produtos que restarem. Esses fatores, somados, impactam negativamente no mercado, por gerar um cenário de apreensão que paralisa os investimentos na safra e possível desgaste no relacionamento entre fornecedores e clientes.

“Diante dos impactos sobre o agronegócio, é importante que a tecnologia se torne uma aliada indispensável para a sustentabilidade do setor, auxiliando o produtor rural nesses momentos desafiadores”, destacou Welber Sant’Ana, CEO e fundador da Agro Atlas, uma rede líder em serviços tecnológicos que oferece o Clima Web, uma ferramenta que apoia o produtor rural, promovendo uma agricultura mais rentável, eficiente e sustentável.

O Clima Web é composto por estações de inteligência climática destinadas a otimizar a tomada de decisões por meio de monitoramento preciso em tempo real, previsão do tempo e registro histórico dos dados meteorológicos de pluviosidade, temperatura, umidade, velocidade e direção do vento, radiação solar e evapotranspiração de referência.

Fabricantes equilibram leis e demandas do mercado na produção de motores

Estes dados são disponibilizados para o produtor através de uma plataforma on-line intuitiva e transparente, auxiliando a planejar o plantio, irrigação e colheita com assertividade, além de prevenir perdas relacionadas a condições climáticas adversas.

A solução já utilizada em todo o país fornece informações-chave para prevenção, gestão e recuperação dos impactos dos incêndios. “Ao integrar essas tecnologias avançadas em seus sistemas produtivos, os agricultores estão mais preparados par enfrentar os desafios climáticos com segurança”, afirma Sant’Ana.

Diante do aumento alarmante das queimadas, o Congresso e o governo federal têm intensificado discussões sobre o fortalecimento de ações para combate às queimadas e recuperação das áreas degradadas, bem como coibir a atuação e aumentar as punições para incendiários com objetivo de proteger o meio ambiente e o agronegócio.

 

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Notícias

Primavera 2024: La Niña deve iniciar no Brasil já neste mês de setembro

Por Redação 23/09/2024
Escrito por Redação

Primavera 2024: La Niña deve iniciar no Brasil já neste mês; confira a previsão para a estação

A estação da primavera 2024 começou oficialmente no Brasil neste domingo, 22 de setembro, às 9h44, e deve prevalecer o clima seco até meados de novembro, conforme Prognóstico da Primavera elaborado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Fundação Cearense de Meteorologia (FUNCEME).

As chuvas podem ficar acima da média, principalmente em pontos isolados, como Acre, Roraima, sudoeste do Amazonas (Região Norte); sudeste da Bahia (Região Nordeste); Rio Grande do Sul (Região Sul); e retorno gradual das chuvas nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Região Centro-Oeste).

Fabricantes equilibram leis e demandas do mercado na produção de motores

No entanto, a qualidade e o volume de chuvas, durante a estação, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste e parte da Sul dependerão da umidade vinda da Amazônia.

Neste período da primavera, o INMET indica que o sul do Amazonas, que é uma das áreas onde se concentra os focos de incêndios naquele Estado, ainda vai sofrer com a seca e a incidência de queimadas e incêndios florestais até outubro.

Fenômeno La Niña

O fenômeno climático La Niña deve iniciar no Brasil já neste mês de setembro com 58% de chances no trimestre que vai até novembro.

Já no trimestre outubro-novembro-dezembro/2024, a probabilidade do início do fenômeno aumenta para 60%.

A primavera se encerra no Brasil em 21 de dezembro, às 6h20 (hora Brasília).

 

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CNA divulga boletim com análise das exportações do agro em agosto
MercadoNotícias

CNA divulga boletim com análise das exportações do agro em agosto

Por Redação 20/09/2024
Escrito por Redação

CNA divulga boletim com análise das exportações do agro em agosto

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou seu Boletim do Comércio Exterior do Agronegócio, destacando os números de agosto de 2024. Conforme o documento, as exportações do agronegócio totalizaram US$ 14 bilhões, uma queda de 10,6% em relação ao mesmo período de 2023.

No acumulado do ano até agosto, as exportações somam US$ 111,6 bilhões, registrando retração de 0,8% em comparação a 2023.

Valor Bruto da Produção agropecuária atinge R$ 1,2 trilhão em agosto

O saldo da balança comercial do agronegócio em agosto foi superavitário em US$ 12,4 bilhões, compensando o déficit de US$ 7,6 bilhões nos demais setores da economia.

Principais produtos exportados

Conforme o boletim da CNA, a soja em grãos foi o principal produto exportado em agosto de 2024, representando 25,1% do total, com um valor de US$ 3,5 bilhões, embora tenha havido uma queda de 16,4% em relação ao ano anterior.

Outros destaques incluem o açúcar de cana bruto, que alcançou US$ 1,6 bilhão, e a carne bovina in natura, que gerou US$ 964 milhões em receitas. O café verde também teve um crescimento significativo, registrando aumento de 33,5% nas exportações.

 

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20/09/2024 0 Comentários
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Valor Bruto da Produção agropecuária atinge R$ 1,2 trilhão em agosto
Notícias

Valor Bruto da Produção agropecuária atinge R$ 1,2 trilhão em agosto

Por Redação 20/09/2024
Escrito por Redação

Valor Bruto da Produção agropecuária atinge R$ 1,2 trilhão em agosto

O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária em agosto deste ano alcançou R$ 1,2 trilhão, segundo dados da da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Desse total, R$ 391,6 bilhões referem-se à produção pecuária (32,6%) e R$ 809,1 bilhões à produção das lavouras (67,4%).

Entre os principais produtos agrícolas, destacam-se a soja (23,5%), o milho (10,1%), a cana-de-açúcar (9,9%) e o café (5,9%). No setor pecuário, os bovinos (12%), frango (8,3%), leite (5,3%) e suínos (4,9%) tiveram maior destaque.

O valor registrado em agosto apresenta estabilidade em relação ao ano anterior, com uma leve variação positiva de 0,1%. No recorte específico, o VBP das lavouras apresentou uma queda de 3,2%, puxada pela redução no VBP do milho (-16,6%) e da soja (-17,4%), ambos impactados por quebras de safra e queda nos preços. Em contrapartida, o VBP da pecuária cresceu 7,7% em relação a 2023, impulsionado principalmente pelo aumento de 68,9% no setor de suínos.

Clima adverso reduz safra de café para 54,8 milhões de sacas

A região Centro-Oeste ocupa a primeira posição em participação no VBP, com 28,6%, seguida pela região Sudeste, com 28,4%. Entre os estados, Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, lidera com 13,9%, seguido por São Paulo (13,3%), com participação significativa da cana-de-açúcar, Minas Gerais (11,4%), destaque na produção de café, e Paraná (11,3%), o segundo maior produtor de grãos do Brasil.

O estudo traz dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/Esalq/USP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Valor Bruto da Produção detalha o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais e leva em consideração os volumes de produção agrícola e pecuária e, a média dos preços recebidos pelos produtores.

 

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Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro
MercadoNotícias

Clima adverso reduz safra de café para 54,8 milhões de sacas

Por Redação 19/09/2024
Escrito por Redação

- Clima adverso reduz safra de café para 54,8 milhões de sacas

Com 96% da área do café já colhida no final de agosto, a safra de 2024 do grão está estimada em 54,79 milhões de sacas beneficiadas, redução de 0,5% se comparada com a produção obtida em 2023. Os dados estão no 3º levantamento da cultura, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O clima exerceu influência entre o segundo e o terceiro levantamentos realizados pela Conab, frustrando algumas estimativas que apontavam para um bom potencial produtivo das lavouras.

O início da atual safra indicava um novo crescimento na colheita, considerando a situação das lavouras na época e o ciclo de alta bienalidade. No entanto, as condições climáticas adversas, como: estiagens, chuvas esparsas e mal distribuídas, juntamente com altas temperaturas durante as fases de desenvolvimento dos frutos, reduziram as produtividades previstas inicialmente. Com isso, a produtividade média nacional de café está estimada em 28,8 scs/ha, 1,9% abaixo da obtida na safra de 2023.

Exportações do agronegócio somam mais de US$ 14 bi em agosto

Para o arábica, a estimativa aponta para uma produção de 39,59 milhões de sacas, o que ainda representa um crescimento de 1,7% acima da safra anterior. Apenas Minas Gerais, principal produtor de café no Brasil, será responsável pela colheita de 27,69 milhões de sacas desta espécie, redução de 3,4% em comparação ao total colhido na safra anterior. Essa redução se deve às estiagens, acompanhadas por altas temperaturas durante o ciclo reprodutivo das lavouras e agravadas a partir de abril, quando as chuvas praticamente cessaram em todo o estado, com registros de precipitações pontuais e de baixos volumes.

Em São Paulo, o clima também afetou o desempenho das lavouras. Ainda assim, é esperado um crescimento de 8,2% em comparação ao resultado obtido em 2023, podendo chegar a uma produção de 5,44 milhões de sacas neste ano. Cenário semelhante é verificado nas regiões produtoras de arábica no Espírito Santo, Rio de Janeiro e na área do cerrado baiano, onde o incremento projetado deverá ser menor que o inicialmente estimado.

Já para o conilon, é esperada uma queda de 6% na produção, estimada em 15,2 milhões de sacas. No Espírito Santo, principal produtor de conilon do país, a safra está estimada em cerca de 9,97 milhões de sacas, redução de 1,9%. Já em Rondônia e na região do atlântico baiano, a colheita deve registrar uma queda expressiva de 16,4% e 13,3% respectivamente. Na Bahia essa diminuição é explicada principalmente pela menor produtividade registrada, enquanto que em Rondônia pela menor área cultivada, reflexo de ajustes realizados em virtude de novas e mais precisas informações coletadas, com um projeto de mapeamento das áreas em curso.

O documento também mostra que a área total destinada à cafeicultura no país em 2024, para o arábica e conilon, totaliza 2,25 milhões de hectares, sendo com 1,9 milhão de hectares em produção, com crescimento de 1,4% em relação ao ano anterior, e 345,16 mil hectares em formação, com redução de 4,5%.

Mercado

Os preços de café no mercado seguem atrativos para o produtor. O produto se mantém valorizado, uma vez que a oferta do grão permanece ajustada. No Brasil, principal produtor mundial, a produção nas safras 2021 e 2022 foram limitadas devido às questões climáticas. Além disso, a produção no Vietnã também sofreu com o clima, o que reduziu os estoques asiáticos de café. Esse cenário de oferta limitada e alta demanda pressiona os estoques mundiais e influenciam na forte alta nos preços do robusta no mercado internacional, que também reflete na valorização do arábica.

Diante deste cenário, as exportações brasileiras registram 32,1 milhões de sacas de 60 quilos de café, no acumulado de janeiro a agosto de 2024, volume que corresponde a um aumento de 40,1% na comparação com igual período de 2023, segundo os dados disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Esse volume é o maior já exportado pelo Brasil, considerando os oito primeiros meses de cada ano. Caso as exportações de café nos meses finais de 2024 permaneçam elevadas, o país poderá superar o recorde registrado no ano de 2020, quando foram embarcadas 43,9 milhões de sacas de 60 quilos.

 

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