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Notícias

Massa de ar frio intensa avança pelo Brasil e provoca geadas em várias regiões

Por Redação 12/08/2024
Escrito por Redação

Massa de ar frio intensa avança pelo Brasil e provoca geadas em várias regiõesUma nova massa de ar frio trouxe um reforço ao tempo gelado no sul do Brasil, e a semana começou com temperaturas ainda mais baixas. A massa de ar frio, que chegou ao país no fim do domingo (11), manterá o clima frio até pelo menos a quarta-feira (14), com o ápice do frio e geadas intensas previstas para terça-feira (13), segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Nesta segunda-feira (12), as regiões Centro-Oeste e Sudeste também começaram a sentir os efeitos da frente fria. Considerando a intensidade e a propagação continental deste ar frio, esta é a primeira massa de ar frio em 2024 que conseguirá avançar sobre todos os estados dessas regiões.

A previsão é de formação de geada de forma gradativa, acompanhando a evolução do ar frio e seco, principalmente nas localidades da Região Sul, mas também em áreas mais restritas do Centro-Oeste e Sudeste.

Funcafé disponibiliza mais de R$ 5 bilhões para a safra 2024/25

Na madrugada e amanhecer de hoje, geadas já foram observadas em grande parte da Região Sul, e o fenômeno também deve ocorrer em áreas do centro-leste e sul do Mato Grosso do Sul, boa parte do estado de São Paulo, regiões de Minas Gerais (oeste, Campo das Vertentes e sul/sudoeste), e na região serrana do Rio de Janeiro.

Moradores e agricultores dessas áreas devem estar atentos às condições climáticas, especialmente em áreas de vales, baixadas de altitude e planaltos, onde a formação de geada é mais provável.

 

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Opinião

Decreto sobre obtenção de terras traz insegurança jurídica ao produtor rural

Por Redação 12/08/2024
Escrito por Redação

Bruna Carolina Bianchi de Miranda* – O quadro de endividamento do produtor rural brasileiro cresceu de forma desenfreada nos últimos tempos, sendo algumas das causas as variações climáticas, a inadimplência junto ao governo Federal e o descumprimento da função social da propriedade rural. Preocupante também é a publicação do decreto 11.995/24, ocorrida no último mês de abril. O documento dispõe sobre alternativas para obtenção de terras destinadas à política de reforma agrária.

Na visão de alguns representantes do setor agrário, o decreto gera insegurança jurídica. Acredita-se que ele pode comprometer os direitos dos proprietários rurais e interferir em competências legislativas exclusivas do Congresso Nacional, pois trata da desapropriação de terras para destinação das mesmas à reforma agrária. Especialistas sustentam que a regulamentação da reforma agrária por decreto não respeita o devido processo legal, sendo manifestamente ilegal e inconstitucional.

O artigo 185 da Constituição Federal veda a desapropriação de propriedades produtivas e remete à Lei a fixação de normas para o cumprimento dos requisitos relativos à função social. Contudo, o artigo 5º do decreto, em seu inciso I, dispõe de forma contrária ao dispositivo: “A desapropriação de imóveis rurais, por interesse social para fins de reforma agrária, quando verificado o descumprimento da função social da propriedade, conforme normas editadas pelo INCRA”.

Assim, para o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), “a própria Constituição exige o cumprimento da função social como condição para que a propriedade produtiva não possa ser desapropriada e delega à legislação infraconstitucional a definição do sentido e do alcance do conceito de produtividade, para que esse critério seja considerado”*.

O dispositivo – além de afrontar a Lei 8.629/1993, como ainda o próprio princípio da eficiência que deve reger os atos da Administração Pública** e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) – não goza de atribuições legais para regulamentar a função social da propriedade rural. Por conseguinte, o decreto dispõe sobre a adjudicação do imóvel do produtor rural, no intuito de desfazer-se da necessidade de realização do leilão, transferindo assim diretamente o imóvel para União nas hipóteses de inadimplência.

- Decreto sobre obtenção de terras traz insegurança jurídica ao produtor ruralNeste contexto, estabelece ainda as formas de aquisição da propriedade imobiliária rural, nos termos do seu art. 4º. Por sua vez, o art. 19 especifica que, no caso de compra e venda, “o pagamento do preço contratado somente será efetuado após o registro da escritura pública no registro de imóveis competente”.

Sendo assim, pode-se realmente considerar que tais medidas trazem insegurança jurídica ao produtor rural, uma vez que a propriedade pode ser tomada para quitação de dívidas com a União sem a devida verificação do cumprimento da função social e aplicabilidade de normas para o cumprimento dos requisitos relativos à sua função social.

Referências:

*ttps://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=513467&ori=1#:~:text=Segundo%20o%20artigo%20186%20da,a%20observ%C3%A2ncia%20da%20legisla%C3%A7%C3%A3o%20trabalhista

**https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9620623&ts=1716921261081&rendition_principal=S&disposition=inline

*Bruna Carolina Bianchi de Miranda é advogada, coordenadora de soluções jurídicas na Rücker Curi – Advocacia e Consultoria Jurídica.

 

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Infraestrutura portuária gera prejuízo de R$ 66,1 milhões a exportadores de café em 2025
MercadoNotícias

Funcafé disponibiliza mais de R$ 5 bilhões para a safra 2024/25

Por Redação 12/08/2024
Escrito por Redação

Funcafé disponibiliza mais de R$ 5 bilhões para a safra 2024/25

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou a liberação de R$ 5,016 bilhões para o financiamento da safra 2024/2025, como parte do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Essa medida visa fortalecer o desenvolvimento da cafeicultura brasileira. Os extratos de 22 termos aditivos de contratos relacionados foram publicados na seção 3 do Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (9).

Os recursos já poderão ser acessados a partir desta semana nas instituições financeiras que atuam como agentes financeiros do Fundo.

Segundo o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, os recursos disponibilizados por meio dos termos aditivos publicados compõem o total de R$ 6,8 bilhões autorizados pelo Conselho Monetário Nacional na Resolução CMN nº 5.138/2024.

“Brevemente abriremos edital de credenciamento para recebimento de propostas para contratação do total autorizado, contribuindo para que os recursos cheguem aos produtores em tempo hábil para o financiamento das fases da cafeicultura”, disse.

Do valor total do Funcafé, R$ 1,735 bilhões são destinados para financiamentos do custeio, R$ 2,49 bilhões para comercialização e de R$ 1,615 bilhões para a linha Financiamento para Aquisição de Café. O crédito para capital de giro para indústrias de café solúvel, de torrefação e para cooperativa de produção foi definido em R$ 1,015 bilhões. Já o crédito para recuperação de cafezais danificados ficou em R$ 30 milhões.

Em julho o Mapa abriu prazo para recebimento de propostas para contratação dos recursos do Funcafé.

Operacionalização

De acordo com a Portaria nº 698, os critérios para a distribuição dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, entre as instituições financeiras interessadas em operacionalizar os recursos do Fundo, são pautadas pela quantidade de operações de crédito realizadas, com base no contrato firmado entre a instituição financeira e o Ministério da Agricultura e Pecuária no ano anterior.

Outro critério é o percentual de aplicação dos recursos contratados pela instituição financeira com os beneficiários das linhas de crédito, também em relação ao valor contratado.

Outras instituições financeiras que não firmaram contrato em 2023 poderão apresentar suas propostas nos termos do Edital de Credenciamento que será publicado oportunamente.

 

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Notícias

CNA lança Fiagro exclusivo para pequenos e médios produtores

Por Redação 09/08/2024
Escrito por Redação

- CNA lança Fiagro exclusivo para pequenos e médios produtores

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou um fundo exclusivo de microcrédito para produtores rurais atendidos pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar. O CNA Fiagro é um projeto-piloto que, neste primeiro momento, estará disponível nos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia, Tocantins e no Distrito Federal.

Além de serem atendidos pela ATeG do Senar, os produtores, para estarem aptos a pleitear o microcrédito, também têm que pertencer às seguintes cadeias produtivas: fruticultura (uva, abacaxi, banana, cacau, limão, laranja, manga, morango, melancia, maçã e maracujá), agricultura anual (soja, milho, mandioca, feijão e trigo), cafeicultura, apicultura, piscicultura e bovinocultura e ovinocaprinocultura de leite e de corte.

John Deere anuncia parceria com Bradesco para financiamento de máquinas

O objetivo do CNA Fiagro é conceder microcrédito, de forma sustentável, aos pequenos e médios produtores atendidos pela ATeG do Senar que enfrentam dificuldades em contratar recursos em bancos tradicionais.

Com taxas competitivas, o Fiagro CNA se destaca, entre outros instrumentos financeiros, por ser menos burocrático e ágil na liberação de recursos.

De acordo com o coordenador de Empreendedorismo e Negócios do Instituto CNA, Christiano Nascif, enquanto a ATeG do Senar fornece conhecimento para melhorar a gestão da atividade, o CNA Fiagro oferece crédito para o produtor investir na produção de alimentos.

“A intenção desse fundo é atender bem o produtor, de forma simples, promovendo o desenvolvimento, a sustentabilidade e maior produtividade no setor agropecuário brasileiro”, disse Christiano Nascif.

Passo a passo para acessar o CNA Fiagro

Para obter o crédito, o produtor deve possuir cadastro ativo na Assistência Técnica e Gerencial do Senar, ou seja, estar em atendimento na ATeG, e informar ao técnico de campo o interesse em obter o crédito para custeio via CNA Fiagro.

O Agente de Crédito, que é o próprio técnico da ATeG, coleta as informações da propriedade e do produtor para análise de uma instituição terceira, que faz a gestão do fundo.

Com a documentação validada e o crédito aprovado, o prazo médio de liberação dos recursos é de até 7 dias úteis. O parcelamento pode ser mensal ou na periodicidade que melhor atender o produtor, sendo o prazo máximo de pagamento em até 12 meses.

O que é Fiagro?

O Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro) é um tipo de fundo de investimento negociado em bolsa para captar recursos para aplicação em ativos relacionados ao agronegócio, como imóveis rurais, títulos de crédito e valores mobiliários.

Criado pela Lei 14.130/2021, o Fiagro oferece modalidades de investimento em imóveis e títulos, além de vantagens fiscais, como a isenção de imposto de renda sobre os rendimentos.

 

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MercadoNotícias

Exportações de carne de frango crescem 7,3% em julho, diz ABPA

Por Redação 09/08/2024
Escrito por Redação

Exportações de carne de frango crescem 7,3% em julho, diz ABPA

As exportações brasileiras de carne de frango, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 463,6 mil toneladas em julho. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esse volume representa um aumento de 7,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 432,1 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações de julho alcançou US$ 889,2 milhões, saldo 3,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram obtidos US$ 858,7 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a julho), o volume exportado alcançou 3,052 milhões de toneladas embarcadas, resultado 0,3% inferior ao registrado no mesmo período de 2023, com 3,061 milhões de toneladas. A receita acumulada no período chegou a US$ 5,525 bilhões, desempenho 8,33% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 6,027 bilhões.

Retomando o ritmo positivo nas exportações, a China importou 61 mil toneladas em julho, número 20,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em segundo lugar, o Japão importou 47,3 mil toneladas, volume 26% maior no mesmo período comparativo.

Regra definitiva do Fiagro deve ser divulgada até o final de setembro

Completando os 10 principais destinos estão os Emirados Árabes Unidos, com 38,7 mil toneladas (-16,6%), África do Sul, com 28,1 mil toneladas (+9,3%), Arábia Saudita, com 26,2 mil toneladas (-19,3%), México, com 25 mil toneladas (+123,9%), Filipinas, com 20,7 mil toneladas (+4,4%), União Europeia, com 16,9 mil tonelada (-5,6%), Iraque, com 15,3 mil toneladas (+118,6%) e Coreia do Sul, com 14,2 mil toneladas (-8,5%).

“O expressivo desempenho das exportações de julho ajudaram a restabelecer os níveis de exportações registrados em 2023, quando comparamos os sete primeiros meses de cada ano. O rápido levantamento dos embargos de grande parte dos mercados, em um esforço liderado pelo Ministério da Agricultura, são indicativos de volumes positivos para os próximos meses, em um cenário de demanda internacional aquecida, ressalta Ricardo Santin, presidente da ABPA.

O Paraná segue como principal estado exportador, com 188,2 mil toneladas em julho (+5,1% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido por Santa Catarina, com 103,2 mil toneladas (+14,7%), Rio Grande do Sul, com 59,6 mil toneladas (-6,6%), São Paulo, com 25,8 mil toneladas (+12,3%) e Goiás, com 21,9 mil toneladas (+15,8%).

“O cenário internacional está positivo para as exportações brasileiras de carne de frango, especialmente em um contexto de redução significativa dos volumes embarcados pelos EUA, nosso principal concorrente, durante este ano de 2024”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

 

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EmpresasNotícias

John Deere e Bradesco anunciam parceria para financiamentos

Por Redação 09/08/2024
Escrito por Redação

John Deere anuncia parceria com Bradesco para financiamento competitivo

A Deere & Company e o Banco Bradesco acabam de anunciar uma aliança estratégica para o mercado brasileiro. A joint venture de 50:50 tem como objetivo fornecer opções competitivas de financiamento para clientes, concessionários e distribuidores da John Deere no país.

Nos termos do acordo, o Bradesco – por meio de sua subsidiária Bradesco Holding de Investimentos – investirá no Banco John Deere, uma subsidiária integral da Deere & Company. Com a joint venture, ambas as instituições pretendem otimizar seu conjunto de serviços financeiros, produtos bancários e processos, fortalecendo sua capacidade de oferecer opções diferenciadas no mercado.

O Banco John Deere e o Banco Bradesco potencializarão suas tecnologias disruptivas e intuitivas para atender às necessidades de clientes e dealers de maneira mais eficiente.

“A John Deere está comprometida em transformar a experiência de financiamento para seu público no Brasil”, explica Jorge Sivina, diretor regional da John Deere Financial. “Com essa joint venture, a John Deere Deere visa incrementar seu portfólio e diversificar suas opções de financiamento para equipamentos, peças e serviços, incluindo suas recém-lançadas soluções por assinatura.”

“Esta parceria representa um importante avanço para o Bradesco nos setores de agronegócio e construção, duas áreas-chave da economia brasileira”, analisa José Ramos Rocha Neto, diretor vice-presidente do Banco Bradesco. “Esperamos ampliar nossas opções de financiamento e serviços para clientes, concessionários e distribuidores da John Deere no Brasil”.

Agricultura tropical é solução contra insegurança alimentar e mudanças climáticas

A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais, e a implementação da joint venture ocorrerá após as aprovações regulatórias e concorrenciais necessárias. Durante este período, os clientes continuarão utilizando os produtos e serviços do Banco John Deere normalmente. O Banco John Deere manterá sua marca existente.

A transação conta com o Banco Goldman Sachs como consultor financeiro exclusivo da Deere & Company, o escritório especializado em direito empresarial Pinheiro Neto Advogados como consultor jurídico, e a KPMG como consultora contábil.

 

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EmpresasNotícias

New Holland inaugura central de monitoramento de máquinas em tempo real

Por Redação 07/08/2024
Escrito por Redação

New Holland inaugura central de monitoramento de máquinas em tempo real

A New Holland está inaugurando na fábrica de Curitiba a Central de Inteligência New Holland, voltada para o gerenciamento da frota de máquinas agrícolas dos clientes através de serviços conectados.

A Central de Inteligência permitirá monitorar em tempo real todas as máquinas da marca conectadas na América do Sul. Além disso, um time de especialistas ficará responsável por dar suporte aos concessionários e desenvolver projetos focados em aumentar a disponibilidade das máquinas em campo.

“A Central de Inteligência é muito mais que uma central de monitoramento. Ela foi criada para oferecer soluções que aumentem a produtividade e reduzam os custos, otimizando a operação dos clientes safra após safra. Ela é um centro de inteligência que permite usar os dados vindos do cliente para gerar informações que vão muito além de se a máquina está funcionando bem ou não”, afirma Eduardo Kerbauy, vice-presidente da New Holland para a América Latina.

“Esta Central de Inteligência foi criada para gerar uma experiência para os nossos clientes, que poderão, inclusive, fazer um tour pela fábrica e conhecer este espaço, ver sua máquina conectada em tempo real, as informações geradas e conversar com um time de especialistas”, explica Márcio Contreras, diretor de Marketing Comercial da New Holland para a América Latina.

Durante a visita, será possível também experimentar os óculos de realidade virtual, uma solução de treinamento que proporciona uma experiência com maior dinamismo e compreensão das principais funcionalidades das máquinas e seus componentes.

Mapa declara fim de emergência para a doença de Newcastle no RS

Além de o monitoramento em tempo real da frota ser feito pela Central de Inteligência, ele também é realizado pelos concessionários, por meio de suas próprias Centrais de Inteligência – com uma equipe técnica treinada pela New Holland – que atuam dentro de suas respectivas áreas de abrangência, e pelo próprio cliente, que pode monitorar suas máquinas por meio de um aplicativo. Este monitoramento funciona a partir de um pacote de serviços conectados que pode ser contratado junto ao concessionário.

Na Central de Inteligência, o técnico tem acesso a informações que vão auxiliá-lo na predição do que está ocorrendo na máquina conectada. São informações como alertas técnicos, códigos de falha e relatórios que servem de suporte para a análise da “saúde” da máquina.

Ao detectar um alerta crítico, por exemplo, o técnico contacta o cliente e o suporte pode ocorrer remotamente ou, se necessário, o concessionário poderá enviar um técnico já com informações do que está ocorrendo com a máquina.

Monitoramento na palma da mão

Durante a Agrishow, a New Holland apresentou o novo aplicativo de gestão agrícola disponível para dispositivos móveis e web, o FieldOps. O aplicativo reúne em um único lugar monitoramento em tempo real, visualização remota, interface intuitiva e melhor performance, benefícios pensados para uma melhor jornada do cliente no gerenciamento dos dados da operação.

O FieldOps unifica as principais necessidades de gestão operacional num único local, evitando que o cliente utilize soluções digitais fragmentadas e múltiplos aplicativos ou plataformas. Ele foi criado para simplificar todo o fluxo de trabalho dos clientes, desde o momento em que se conectam às suas máquinas até a análise após a safra. A sua interface totalmente nova otimiza os fluxos de trabalho, simplifica a gestão agrícola e disponibiliza os dados a partir de qualquer lugar.

 

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Notícias

Como produtores podem ter acesso ao novo Plano Safra 2024/2025

Por Redação 06/08/2024
Escrito por Redação

Como produtores podem ter acesso ao novo Plano Safra 24/25

O Plano Safra representa uma das principais estratégias de suporte ao agronegócio brasileiro, disponibilizando recursos financeiros com o intuito de fomentar a produção agrícola/pecuária e promover a sustentabilidade dos segmentos. Compreendido como um conjunto de políticas e programas do governo federal voltadas a apoiar os agricultores por meio de financiamentos com taxas que são subsidiadas pelo governo a partir de 0,5% ao ano com prazo de até 16 anos para quitar e parcelas podendo ser anuais, o programa oferece uma variada gama de linhas de crédito destinadas ao custeio, investimento, comercialização e industrialização de produtos agrícolas e pecuários. Para obter e utilizar eficazmente tais recursos financeiros, é imprescindível contar com um planejamento detalhado e amplo conhecimento sobre o assunto.

“Os recursos do Plano Safra são essenciais para que os produtores possam investir em tecnologia, insumos e infraestrutura, garantindo uma produção mais eficiente e competitiva”, explica Romário Alves, CEO e Fundador da Sonhagro. “No entanto, é fundamental que os produtores saibam como acessar e utilizar esses recursos de forma estratégica”, completa.

Mapa declara fim de emergência para a doença de Newcastle no RS

No Brasil, todas as operações de crédito voltadas para o setor rural seguem as normas estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR) do Banco Central do Brasil (BACEN) e são colocas no mercado pelo Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).

Esse sistema é composto pelas instituições financeiras que operam as linhas de crédito rural, por órgãos vinculados ao sistema e órgãos articulados como a Sonhagro, que juntos são responsáveis por disponibilizar linhas de crédito específicas para os produtores rurais.

O acesso ao crédito do Plano Safra requer que os produtores estejam em conformidade com uma série de requisitos e providenciem a documentação necessária. O primeiro passo consiste em comprovar a condição de produtor rural, sendo fundamental para os pequenos produtores, o Cadastro de Agricultor Familiar (CAF) por intermédio de uma entidade credenciada pelo Governo Federal antes de iniciar o processo junto à entidade financeira.

“Nós ajudamos os produtores desde a preparação da documentação até a execução dos projetos técnicos, laudos e croquis das áreas beneficiadas, exigidas pelas instituições financeiras e Cooperativas”, comenta Romário Alves. “Nosso objetivo é tornar o processo mais simples, rápido e acessível, permitindo que os produtores possam focar naquilo que fazem de melhor: produzir.”

“Restrições no nome pode dificultar o acesso as linhas de crédito. É imprescindível ter o CPF limpo. Além disso, o produtor também precisa detalhar como o valor do crédito será utilizado. Documentos pessoais e do imóvel rural beneficiado são necessários para a análise de crédito, conforme estipulado pelo MCR, para garantir a veracidade das informações e a aprovação do pedido.”

Uma vez obtido o crédito do Plano Safra, é importante utilizá-lo de forma eficiente, pois existe uma fiscalização por parte das instituições e do Banco Central, onde vem a verificar se realmente o recurso foi aplicado nas finalidades programadas nos projetos técnicos.

A gestão financeira é um aspecto importante para garantir que os recursos sejam utilizados de forma sustentável. Romário Alves recomenda os produtores a manter um equilíbrio entre investimentos imediatos e futuros. “Planejar a longo prazo e reservar parte dos recursos para imprevistos é essencial. Além disso, adotar práticas agrícolas sustentáveis pode não só aumentar a produtividade, mas também garantir a longevidade do negócio”, conclui.

 

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Notícias

Agricultura tropical é solução contra insegurança alimentar e mudanças climáticas

Por Redação 06/08/2024
Escrito por Redação

Agricultura tropical é solução contra a insegurança alimentar e mudanças climáticas

O 23º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e pela B3, a bolsa de valores do Brasil, foi palco de discussões sobre o futuro do setor. Durante o evento, realizado nesta segunda-feira (5), Roberto Rodrigues, embaixador especial da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e conselheiro da Abag, destacou que o agronegócio tropical é a chave para enfrentar desafios globais como a insegurança alimentar, as mudanças climáticas, a desigualdade social e a insegurança energética, ressaltando ainda o potencial de expansão de áreas cultiváveis e o aumento da produtividade.

“O cenário atual mostra que não há líderes nem uma organização multilateral fortalecida. Com isso, o Brasil tem a oportunidade de ser protagonista nesse processo. Mas, é preciso montar uma estratégia consistente, adequada e articulada com o setor privado, além de se ter parceiros do mundo tropical”, afirmou Rodrigues.

Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA), destaca que o Brasil precisa avançar em duas frentes: defesa e influência. A defesa está relacionada à contenção de danos, como o setor tem feito em resposta às regulamentações europeias. “Precisamos influenciar aqueles que têm poder de influência, especialmente no debate técnico, apresentando as particularidades da agropecuária brasileira para organizações internacionais que ainda mantêm sua relevância”, afirmou.

Agro brasileiro tem o maior potencial para atender demanda por terras até 2030

Silvio Cascione, diretor e chefe do Eurasia Group no Brasil, complementou a análise de Sueme Mori ao enfatizar a necessidade de propor não apenas parcerias comerciais, mas também iniciativas de financiamento, permitindo que a diplomacia brasileira fortaleça suas negociações. “O governo não dispõe de capital suficiente para atender todas as demandas de financiamento, então podemos buscar novos parceiros, além dos atuais, para investir em agricultura de baixo carbono e na recuperação de áreas degradadas, que exigem um capital elevado. Há investidores interessados nessa agenda”, afirmou.

Cascione também abordou a importância de o Brasil manter uma posição de neutralidade e continuar investindo no multilateralismo para atender às demandas de mercados em transição, como China, Oriente Médio e Índia, sem comprometer as parcerias com Europa e Estados Unidos.

“Não é nada trivial ter boas relações com todos os atores, ainda mais num mundo que se apresenta mais fragmentado e pela rivalidade entre a China e os Estados Unidos”, comentou Cascione.

O painel “Clube Fragmentado: o Brasil será associado?” também contou com a participação de Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, que destacou a força política do agronegócio, representado pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

“Nenhum governo enfrenta o agro, pois é o maior partido do Congresso Nacional”, ressaltou.

Noronha criticou a falta de preparo do Brasil para o futuro, observando que o país costuma tomar decisões apenas diante de crises consolidadas, em vez de agir por convicção. Além disso, apontou como a autocrítica nacional repercute negativamente no cenário global.

O 23º Congresso Brasileiro do Agronegócio homenageou o ex-ministro da Agricultura Marcos Montes, que recebeu o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio 2024. “Estou muito feliz com este prêmio tão relevante para a minha vida. Sou entusiasta do agro e acredito que fazer a aliança pelo Brasil nos levará a um país desta agricultura que é uma só”, disse Montes.

O evento também celebrou o professor da Esalq/USP Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, diretor do Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON) com o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade 2024. “Sinto-me honrado. Agradeço aos amigos, ABAG, família e colaboradores do CCarbon. O prêmio aumenta minha responsabilidade, assim como a contribuição para os estudos ligados à sustentabilidade brasileira”, afirmou Cerri.

 

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Notícias

Regra definitiva do Fiagro deve ser divulgada até o final de setembro

Por Redação 06/08/2024
Escrito por Redação

CVM estima divulgar regra definitiva do Fiagro até o final de setembro

A Comissão de Valores Mobiliários – CVM espera divulgar, até o final de setembro, a regra definitiva do Fiagro. Nas próximas semanas, em reunião de regulação, serão discutidas as alterações. A informação foi divulgada por João Pedro Nascimento (presidente da CVM), em evento, nesta segunda-feira (5), na capital paulista.

Para Fabiana Perobelli (superintendente de Relacionamento com Clientes da B3), o Fiagro democratizou o acesso ao investidor no mercado do agro. “A beleza do Fiagro é ter reunido todas as letras (CPR, CRA, CDCA, entre outros) e ter simplificado o processo”, pontou. Ela salientou que o mercado de capitais traz governança e transparência, que existe muito apetite por projetos ambientais, e que o desafio está na segurança jurídica. “Outro aspecto importante é o seguro de preços. O Brasil precisa ser protagonista na formação de preços”, acrescentou.

Mapa declara fim de emergência para a doença de Newcastle no RS

Um estudo da CVM mostra que o agro responde por menos de 5% de participação no mercado de capitais. “O crescimento dos instrumentos tem alcançado índice superior a 100%, mas a base é muito baixa, assim há muitas oportunidades. Precisamos promover essa aproximação do agro com o mercado de capitais”, disse Nascimento, que complementa que essa aproximação tem também uma função social importante e contribui para atender os compromissos de sustentabilidade.

Fonte: Datagro/Uagro

06/08/2024 0 Comentários
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