sábado, outubro 24, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
sábado, outubro 24, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Agroindústria cresceu 1,6% no 1º trimestre, aponta pesquisa do FGVAgro

Por redação 24/05/2024
Escrito por redação

O Centro de Estudos do Agronegócio (FGV Agro) projeta um crescimento anual de 2%, em 2024, para a produção agroindustrial

Agroindústria cresceu 1,6% no 1º trimestre, aponta pesquisa do FGVAgro

A pesquisa sobre agroindústria, do FGVAgro, revela que no primeiro trimestre de 2024, a produção agroindustrial registrou um crescimento de 1,6% frente ao mesmo período do ano passado. O resultado foi puxado, exclusivamente, pelo segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas, que acumulou uma alta de 3,9%.

Em contrapartida, Produtos Não-Alimentícios acumulou uma contração de 1,7%, impactado, sobretudo, pelos setores de Insumos Agropecuários e Biocombustíveis.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

Atualmente, o FGV Agro projeta um crescimento anual de 2%, em 2024, para a produção agroindustrial, no cenário base. Assim como em 2023, a expansão da agroindústria deverá vir, exclusivamente, por conta do segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas, cuja estimativa de crescimento é de 4,2% no ano. Por outro lado, o segmento de Produtos Não-Alimentícios deverá registrar uma leve contração de 0,2% em 2024.

Vale destacar, contudo, que as projeções atuais foram realizadas com dados que ainda não contam com as consequências da tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, o qual tem importante relevância na agroindústria nacional.

Dessa forma, explica o FGVAgro, as estimativas certamente serão revistas nas próximas edições do estudo.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

24/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Consultoria reduz estimativa da safra 2023/24 de soja para 147,5 mi de t

Por redação 24/05/2024
Escrito por redação

No total das duas safras de milho, país tem produção potencial de 114,3 mi de t, aponta consultoria Datagro Grãos

Datagro Grãos reduz estimativa da safra 2023/24 de soja para 147,5 mi de tA Datagro Grãos, em seu nono levantamento sobre a safra 2023/24 de soja do Brasil, ratifica o 17º ano consecutivo de incremento da área semeada, com a nova estimativa passando de 45,5 milhões de hectares para 45,9 mi de ha, o que representa um aumento de 2,8% ante a temporada 2022/23, quando foram semeados 44,7 mi de ha. A intenção de plantio, divulgada em julho do ano passado, apontava 45,7 mi de ha – apenas 211 mil ha de diferença com o atual número.

“A temporada 2023/24 da soja no Brasil foi bem diferente, com produtores ainda estimulados ao cultivo, mas sem a força dos anos anteriores. Os fatores de estímulo até predominaram, mas por conta da queda nos preços e das expectativas de margens apertadas, o avanço no plantio foi limitado”, comenta Flávio Roberto de França Junior, economista e líder de conteúdo da Datagro Grãos.

A despeito do positivo padrão tecnológico, a safra vai fechando com severas perdas na produção. Desde o mês anterior, o avanço da colheita mostrou resultados gerais um pouco diferentes, levando a revisão para baixo na expectativa de produtividade de 3.251 kg/ha para 3.213 kg – 10,8% inferior aos 3.602 kg do recorde alcançado na temporada 2022/23.

Plano Safra pode ter novo recorde no crédito rural, avalia Fávaro

Com isso, a expectativa de produção passou de 147,9 milhões de toneladas para 147,6 mi de t. Em caso de confirmação, esse volume ficaria 8,3% aquém da safra recorde colhida em 2022/23, de 160,8 mi de t – ainda assim, a segunda maior da história.

“Perdas no Rio Grande do Sul parcialmente compensadas por revisão para cima na área em outros estados”, observa França Junior.

Milho

O levantamento de maio da Datagro Grãos manteve a projeção para a área semeada de milho de verão em 4,05 mi de ha – 2,65 mi de ha no Centro-Sul e 1,4 mi de ha no Norte/Nordeste –, 200 mil ha a menos do que o apontado na intenção de plantio, o que representaria uma retração de 10,1% ante a temporada anterior.

O padrão de clima irregular vai superando o bom uso de tecnologia, com destaque para as perdas na reta final em virtude das chuvas em excesso no Rio Grande do Sul. O potencial de produção da 1ª safra de milho foi reduzido de 23,9 mi de t apontadas no mês passado para 23,8 mi de t – 17,8 mi de t do Centro-Sul e 5,9 mi de t do Norte/Nordeste –, 14,6% inferior à prejudicada safra colhida em 2023, de 27,8 mi de t.

Para a safra de inverno 2024, houve apenas corte residual na área. “Que caíram originalmente pela fraca sinalização para as margens de lucro e com os problemas no plantio da soja”, ressalta França Junior. No total Brasil, a projeção é de 17,2 mi de ha, 7,6% abaixo dos 18,6 mi de ha de 2023 – 14,3 mi de ha do Centro-Sul e 2,9 mi de ha do Norte/Nordeste.

Em nível nacional, o potencial de produção da 2ª safra foi ajustado de 91,8 para 90,5 mi de t, 16,7% aquém das 108,5 mi de t da safra de 2023 – 81,3 mi de t do Centro-Sul e 9,2 mi de t do Norte/Nordeste.

No total das duas safras, o Brasil tem previsão de área para 2023/24 de 21,2 mi de ha, 8,1% abaixo dos 23,1 mi de ha de 2023, e produção potencial agora de 114,3 mi de t,16,2% inferior à safra de 2022/23, quando foram colhidas 136,4 mi de t.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

24/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Plano Safra será lançado na próxima semana em Rondonópolis (MT)
Notícias

Plano Safra pode ter novo recorde no crédito rural, avalia Fávaro

Por redação 23/05/2024
Escrito por redação

As discussões com a equipe econômica envolvem a ampliação de recursos para comercialização e seguros

Plano Safra pode ter novo recorde no crédito rural, avalia Fávaro

Ministro Carlos Fávaro comemorou os resultados das exportações agropecuárias no ano passado // Renato Araujo/Câmara dos Deputados

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse nesta quarta-feira (22), na Câmara dos Deputados, que o próximo Plano Safra poderá superar o recorde do atual período (2023-2024), quando o crédito rural passou de R$ 364,2 bilhões.

“O Plano Safra 2024-2025, previsto para o mês que vem, está sendo estruturado para bater um novo recorde”, afirmou o ministro. As discussões com a equipe econômica envolvem a ampliação de recursos para comercialização e seguros.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

“A taxa básica de juros era de 13,75% ao ano, está hoje em torno de 10,5% e é óbvio que queremos uma redução proporcional”, continuou Carlos Fávaro, citando os custos do financiamento para grandes e médios produtores rurais.

Por sugestão do deputado Vicentinho Júnior (PP-TO), o ministro apresentou nesta quarta-feira (22) as prioridades do governo para 2024 em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

Exportações

Durante o debate, o ministro Carlos Fávaro comemorou os resultados financeiros das exportações agropecuárias no ano passado. “Foram US$ 166,5 bilhões, um recorde absoluto, e isso com os preços dos produtos bem achatados”, informou.

Para as carnes, as expectativas continuam positivas. “Continuamos como um dos quatro países sem gripe aviária nos plantéis comerciais, e o Brasil se tornará livre da febre aftosa sem vacinação, a pecuária espera por isso há 50 anos”, disse ele.

“O Japão paga no mínimo 20% a mais do que qualquer país pela carne e hoje não compra do Brasil por causa da febre aftosa”, explicou o ministro. O novo status favorecerá os pecuaristas brasileiros. “Será bom para o Japão e para o Brasil.”

Outros pontos

Segundo o ministro da Agricultura, o atual governo deverá estimular a produção local de fertilizantes e também a diversificação nos locais do cultivo de arroz e feijão, básicos na alimentação, e de milho, insumo para a produção de proteínas.

Estão previstas medidas para renegociação de dívidas dos produtores agrícolas e dos caminhoneiros, grande parte atuando nas safras. Outra iniciativa na área de transportes prevê a recuperação de 8,4 mil quilômetros de estradas vicinais.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

23/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Brasil exporta 3,89 milhões de sacas de café em setembro, alta de 3,1%
Notícias

Levantamento da Conab aponta crescimento de 6,8% na safra de café

Por redação 23/05/2024
Escrito por redação

O resultado, se confirmado, representa o terceiro ano seguido de crescimento no volume total a ser colhido

Levantamento da Conab aponta crescimento de 6,8% na safra de caféCom colheita já iniciada, os produtores brasileiros deverão colher 58,81 milhões de sacas beneficiadas na safra de café atual. O resultado, se confirmado, representa o terceiro ano seguido de crescimento no volume total a ser colhido. Se comparado com o ano passado, a alta chega a 6,8%, e em relação a 2022, ano de bienalidade positiva, porém de baixas produtividades devido a condições climáticas adversas, incremento de 15,5%. Os dados estão no 2º Levantamento da Safra 2024 de Café, publicado nesta quinta-feira (23) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Para o café arábica, principal espécie colhida no Brasil, a expectativa é de uma safra de 42,11 milhões de sacas. O resultado é reflexo de aumento tanto de área em produção como de produtividade. De acordo com o levantamento, nesta temporada verifica-se crescimento de 2,2% na área em produção e redução de 3,4% na área em formação.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

O desempenho das lavouras brasileiras está estimado em 27,7 sacas por hectare, aumento de 5,9% em relação à safra de 2023. Em Minas Gerais, maior estado produtor de arábica, a safra está estimada em 29,84 milhões de sacas.

A Conab também prevê uma alta na colheita do conilon de 3,3%, mesmo com uma leve redução na área. A elevação se justifica pelas melhores condições climáticas, principalmente no Espírito Santo, maior estado produtor da espécie, e pelo bom aporte tecnológico nas lavouras, o que reflete em melhores produtividades.

Com isso, a expectativa é que sejam colhidas no Brasil 16,71 milhões de sacas beneficiadas, a segunda maior safra da série histórica da Conab para o conilon. Só o estado capixaba deverá ser responsável pela produção de cerca de 10,81 milhões de sacas.

Outro importante estado produtor de conilon é Rondônia. Estima-se, neste estado, uma safra 2,73 milhões de sacas em 2024, 10,2% abaixo do volume produzido em 2023. Essa redução se deve, sobretudo, ao cultivo menor da área devido à renovação das lavouras, visando maior adensamento das plantas.

Mesmo com a segunda maior produtividade do país, as condições climáticas não foram tão favoráveis, principalmente, em agosto e setembro de 2023, com chuvas irregulares e altas temperaturas, fator que reduziu o potencial produtivo das lavouras no estado.

Área

A área total destinada à cafeicultura no país em 2024, nas espécies arábica e conilon, é de 2,25 milhões de hectares, aumento de 0,5% sobre a área da safra anterior.

Essa área engloba 1,9 milhão de hectares de lavouras que estão em produção, que apresentam crescimento de 1,5% em relação ao ano anterior, e ainda mais 344,61 mil hectares que estão em formação, que por sua vez tiveram redução de 4,7% em comparação ao mesmo período.

Mercado

Após o recuo da exportação de café no Brasil nos últimos três anos, devido à forte queda da produção nacional em 2021 e à limitação da produção em 2022 e 2023, o cenário em 2024 se apresenta mais favorável à exportação que nos anos anteriores.

No acumulado dos quatro primeiros meses de 2024, as exportações registraram um crescimento de 46,5% no volume embarcado quando comparado com o mesmo período de 2023, chegando a 16,4 milhões de sacas de 60 quilos de café.

O primeiro quadrimestre foi influenciado pela valorização do café no mercado internacional, recuperação do dólar frente ao real e expectativa de crescimento da oferta do produto no Brasil em 2024. Esse cenário, aliado a um aumento na quantidade exportada, contribuiu para que o valor com as vendas ao mercado internacional atingisse US$ 3,4 bilhões no acumulado de janeiro a abril, o maior já observado na série histórica.

Tratores pequenos e médios ganham mais espaço no mercado brasileiro

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o consumo global de café está previsto em 169,5 milhões de sacas de 60 quilos, o que representa novo recorde e um aumento de 0,3% na comparação com o ciclo anterior.

Nesse panorama de alta na demanda internacional, a procura pelo produto brasileiro segue aquecida, em razão dos problemas na produção da Ásia, em especial no Vietnã, e dos preços altos no mercado exterior, o que limita o recuo das cotações domésticas.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

23/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Feiras & EventosNotícias

Fenasucro & Agrocana espera superar os R$ 8,3 bilhões da última edição

Por redação 22/05/2024
Escrito por redação

Lançamento da feira foi realizado nesta quarta-feira (22), durante Seminário da Indústria, em Sertãozinho (SP)

Fenasucro & Agrocana espera superar os R$ 8,3 bilhões da última ediçãoA Fenasucro & Agrocana – que será realizada de 13 a 16 de agosto – foi lançada nesta quarta-feira, 22, durante o Seminário da Indústria, em Sertãozinho/SP. A feira celebra 30 anos em 2024 destacando temas como sustentabilidade e mobilidade de baixo carbono, além de tecnologias e inovações e tendências do setor bioenergético.

“Temos pela frente uma grande transformação em nosso setor, passando de sucroenergético para bioenergético, e isso será apresentado e discutido nos quatro dias de evento. Será uma edição histórica, em que reuniremos todos os elos da cadeia em um só lugar, com acesso à inovação e tecnologia para a indústria de base”, diz o diretor da feira, Paulo Montabone. “Somos entusiastas da inovação e trabalhamos em conjunto com as principais entidades e empresas do setor para nos ajudar nesse desafio”, completa.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

A presidente do CEISE Br, Rosana Amadeu, reforça que neste cenário de urgência climática, é imperativo unir forças e promover soluções renováveis, e que a Fenasucro & Agrocana desempenha um papel fundamental, impulsionando o avanço tecnológico e fomentando parcerias estratégicas, seja por meio das inovações em máquinas, equipamentos, produtos e/ou serviços em exposição, seja pelo amplo debate técnico, institucional e político que propõe e provoca com uma grade rica de conteúdos.

“A 30ª edição da feira representa não apenas um marco na história do setor sucroenergético e de biocombustíveis, mas também um testemunho do compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade. Em um momento em que uma das principais pautas do planeta é a transição energética, a Fenasucro & Agrocana se desponta como um farol de oportunidades, nos guiando em direção a um futuro mais verde e próspero”, declara Rosana.

Números 

Diante de um contexto otimista, a 30ª edição da Fenasucro & Agrocana espera superar os R$ 8,3 bilhões em negócios gerados no ano passado.

Em seus quatro dias, o evento reunirá empresários e profissionais dos ramos de alimentos e bebidas; papel e celulose; biodiesel; usinas de bioenergia; geradores de bioenergia; usinas de etanol/açúcar; usinas de etanol de milho, além de visitantes de 53 países, que poderão conferir os mais de três mil produtos de marcas nacionais e internacionais em exposição, que estarão espalhados por cinco macrossetores: bioenergia, agrícola, transporte e logística, indústria e energia.

A feira contará com mais de 100 horas de eventos de conteúdo, além das tradicionais rodadas de negócios internacionais, atraindo compradores com interesse em produtos de todos os elos da cadeia produtiva

O lançamento 30ª Fenasucro & Agrocana aconteceu durante o seminário “Biocombustíveis e Cogeração: mercados, oportunidades e desafios”, em celebração ao Dia da Indústria.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

22/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Rotação de culturas segurou a produtividade em diversas áreas do MS

Por redação 22/05/2024
Escrito por redação

Dados da safra de soja 2023/24 do Mato Grosso do Sul foram divulgados no Showtec, em Maracaju

Agroindústria - Rotação de culturas segurou a produtividade em diversas áreas do MSMato Grosso do Sul, que expandiu a área dedicada ao cultivo da soja na última safra em 5,2%, atingindo 4,2 milhões de hectares, teve um impacto na produção por questões climáticas, reduzindo em 21,8% o volume da colheita, o que resultou em uma safra de 12,3 milhões de toneladas. Segundo o presidente da Fundação MS, Daniel Franco, o que segurou uma produção estável foram áreas que se dedicam à rotação de culturas e ao uso de plantas de cobertura.

Os dados oficiais da safra foram divulgados nesta terça-feira (21) pelo presidente da Aprosoja/MS, Jorge Michelc, durante a abertura da 27ª Showtec, o maior evento Agro de Mato Grosso do Sul. Para o presidente da Fundação MS, é a tecnologia e a ciência que seguraram a produtividade.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

“Há relatos significativos de áreas com baixa produtividade, enquanto outras conseguiram enfrentar melhor as intempéries climáticas. Na nossa avaliação, isso se deve, em grande parte, à rotação de culturas e ao uso de plantas de cobertura, saindo da tradicional dicotomia soja-milho”, explica Daniel Franco.

“Isso é bastante evidente e temos promovido amplamente essas práticas [rotação de culturas e uso de plantas de cobertura]. Existem diversas opções disponíveis para os produtores, com o mercado oferecendo diferentes combinações de cultivos, além de os produtores também poderem criar suas próprias combinações”, completou o presidente durante sua fala na abertura do Showtec.

De acordo com o governador de MS, Eduardo Riedel, as perdas na produção de soja impactarão toda a população, mas a capacidade de se restabelecer é inerente ao produtor rural. “Momentos bons e ruins são cíclicos. A perda de R$ 12 bilhões terá um grande impacto, não apenas no bolso dos produtores, mas em toda a sociedade de Mato Grosso do Sul. (…) A atividade agrícola e pecuária é de longo prazo, envolvendo décadas, às vezes olhando uma geração à frente e duas ou três gerações para trás”, pontuou o governador.

“Hoje, em Mato Grosso do Sul, precisamos lutar por resultados de curto prazo, mas também devemos levantar a cabeça e olhar para o futuro. Recentemente, tive uma aula de economia com Jaime Verruck e aprendi que Mato Grosso do Sul cresceu 6,6% no ano passado, o segundo maior crescimento do PIB no Brasil. Este ano, apesar das perdas já contabilizadas, a projeção de crescimento é de 5,82%. Isso demonstra a resiliência e o potencial de crescimento do nosso estado”, finalizou Eduardo Riedel.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

22/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Estudo destaca benefícios do Plantio Direto e da ILP para o solo

Por redação 22/05/2024
Escrito por redação

Dados mostram que o plantio direto sobre a palha e integrar pastos com lavouras melhoram a saúde do solo e das plantas

Estudo destaca benefícios do Plantio Direto e da ILP para o solo e as plantas

Resultados da avaliação da microbiota em campos do Cerrado sob Sistema Plantio Direto (SPD) e em integração lavoura-pecuária (ILP) apontaram benefícios na composição de fungos e bactérias do solo // Foto: Sebastião Araújo

Pesquisas da Embrapa realizadas em campo experimental e lavoura comercial avaliaram a microbiota em solo do Cerrado sob Sistema Plantio Direto (SPD) durante cinco anos e em integração lavoura-pecuária (ILP), após 15 anos de implantação do sistema. Os resultados em áreas diferentes apontaram mudanças benéficas na composição de fungos e bactérias do solo, com funções importantes associadas ao controle biológico natural de doenças.

Em um estudo conduzido na Fazenda Capivara da Embrapa Arroz e Feijão em Santo Antônio de Goiás (GO), foi observado que a diversidade de fungos aumentou na ILP, quando comparada com o ambiente de referência que foi uma área de floresta nativa vizinha. Isso posiciona mais uma vez a ILP como uma das tecnologias capazes de melhorar a saúde do solo não apenas por ajudar a preservar microrganismos que lá vivem, mas também por incentivar o aumento dessa biodiversidade.

O estudo ocorreu em uma área subdividida em dez parcelas, seis em sequeiro e quatro quadrantes irrigados por pivô central, abrangendo cerca de 95 hectares. O local, que já estava sob cultivo em plantio direto, foi incorporado à ILP com rotação entre as culturas do arroz, milho, soja e capim; ou ainda em consórcio entre milho e capim no chamado Sistema Santa Fé.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

A equipe de pesquisa coletou, por dois anos seguidos, amostras do solo próximo às raízes, as quais foram submetidas a procedimento de extração de DNA para análise molecular. O foco foi a obtenção do material genético de fungos e de bactérias para se entender a estrutura dessas populações e sua resposta ao manejo da áreas de integração sob sequeiro e sob irrigação por pivô central.

Também fez parte do estudo avaliar as populações de fungos que habitam o solo e atacam as raízes; e de nematoides nestas áreas, procurando entender as cadeias alimentares que ajudam a evitar que essas populações saiam do controle e causem perdas às culturas.

Os resultados dessas análises em laboratório passaram por análise de dados e, após a avaliação de especialistas, mostraram que fungos e bactérias respondem de forma diferente pelo sistema ILP. Foi possível constatar aumento da diversidade de fungos de solo, o que não foi detectado em relação às bactérias.

Para o caso de fungos de solo benéficos, de acordo o pesquisador da Embrapa Murillo Lobo Júnior, os dados evidenciam que o manejo ILP, seja sequeiro ou irrigado, aumentou também a diversidade fúngica em comparação com a vegetação nativa.

“Os resultados revelaram uma maior diversidade de fungos em parcelas de integração lavoura e pecuária em comparação com a floresta nativa adjacente, demonstrando a capacidade de resposta desses microrganismos à rotação de plantas e de cultivos; e à umidade do solo. Em contraste, as bactérias não responderam em termos de diversidade à rotação de culturas anuais com pastagem, com alterações menos discerníveis”, declara Lobo.

Segundo o pesquisador, uma hipótese para tal constatação é a de que as bactérias sofrem menos influência da rotação de culturas e da pastagem; e que outros elementos, como a umidade do solo, diferente em sequeiro da sob irrigação, interferem significativamente nesses resultados.

Lobo acrescentou que as análises constataram ainda muitas diferenças entre espécies de fungos em ambos os ambientes: ILP e vegetação nativa do Cerrado, ou seja, após muitos anos de manejo, as espécie que estavam na vegetação nativa eram bem diferentes das presentes em ILP. Isso aponta que o ambiente agrícola com práticas sustentáveis modifica ao longo do tempo as espécies que compõe os agroecossistemas.

Presença de fungos benéficos e agricultura regenerativa

Em outra investigação, foi conduzido um ensaio de cinco anos de duração em Planaltina (DF), para avaliar o efeito de plantas de cobertura implementadas na segunda safra, no outono, sobre a diversidade de microrganismos do solo e sua relação com fungos de solo causadores de doenças. Este ensaio foi conduzido em pesquisa colaborativa com a Associação Brasileira de Consultores de Feijão (ABC Feijão).

A partir dos resultados obtidos, cinco anos não aumentaram a diversidade de fungos e de bactérias no solo, porém as plantas de cobertura mudaram os gêneros de microrganismos mais frequentes no solo, vários deles ligados à supressividade de fungos de solo causadores de doenças. Além disso, um outro ponto destacado por Lobo é que as redes de microrganismos formadas ao redor das raízes mudaram, de acordo com as plantas de cobertura cultivadas.

Esse tipo de pesquisa traz discussões de temas atuais como a agricultura regenerativa, que busca manter a qualidade e a vida no solo para a produção de alimentos.

“Nós passamos a entender melhor as funções de alguns microrganismos que são incentivados com o manejo correto, e que deixam um efeito benéfico que se estende ao feijão sob irrigação no inverno até a soja, conduzida na primavera e verão”, comenta Lobo.

Conforme o pesquisador, estudos como o realizado levantam dados que ainda são escassos sobre sistemas como o plantio direto sobre a palha e a ILP e podem incentivar a disseminação dessas tecnologias.

“Entendendo como o Sistema Plantio Direto e suas várias formas de condução incentivam a comunidade microbiana do solo, conseguimos informações que podem aumentar a adoção ou melhoria dos sistemas, com benefícios para a atividade em relação ao manejo tradicional com pouca diversidade das lavouras. O ideal é que esses efeitos benéficos sejam entendidos também em outras áreas, para aperfeiçoar os serviços no agroecossistema que as plantas de cobertura proporcionam”, complementa.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

22/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Conab: os impactos das chuvas na produção de frutas e hortaliças no RS

Por redação 22/05/2024
Escrito por redação

O cenário em diversas regiões do estado é de impacto negativo pelo longo período chuvoso

Conab: os impactos das chuvas na produção de frutas e hortaliças no RSA Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou uma avaliação da situação do abastecimento das frutas e hortaliças no Rio Grande do Sul, mostrando as consequências dessas condições extremamente adversas para o plantio, escoamento e comercialização desses produtos.

A análise, que conta com informações de entidades representativas do setor, como as Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa/RS), Ceasa Serra ADCOINTER – Caxias do Sul e a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), está no 5º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), publicado segunda-feira (20).

De acordo com a publicação, as operações comerciais realizadas na Central de Abastecimento (Ceasa) do Rio Grande do Sul na capital Porto Alegre foram transferidas para a cidade de Gravataí. Ainda assim, os problemas logísticos dificultam fazer chegar os alimentos até a Central e os consumidores conseguirem se abastecer e retornar para seus estabelecimentos comerciais para ofertá-los à população. Por outro lado, a Ceasa em Caxias do Sul está operando de forma normal, pois não foi atingida pela inundação. Contudo, o volume comercializado está menor, uma vez que muitos produtores foram atingidos.

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

Já com relação à produção dos alimentos, para as folhosas, segundo a Emater no RS, o cenário em diversas regiões do estado é de impacto negativo pelo longo período chuvoso, com alagamento em algumas regiões produtoras. Até em ambientes protegidos o desenvolvimento tem sido comprometido pela elevada umidade com baixa luminosidade.

Outro problema é a impossibilidade de realizar o manejo das áreas para a reconstrução de canteiros na maior parte do período. Verificam-se perdas de solo, nutrientes e matéria orgânica. Na Fronteira Oeste, os produtores de alface de Uruguaiana relatam perda de 50% da produção em função do longo período chuvoso.

Para as frutas, uma das preocupações são com os citros. De acordo com a empresa de assistência técnica e extensão rural gaúcha, em Santa Rosa, grande parte das plantas cítricas apresenta carga e frutos pequenos, além da presença de cochonilha, ácaro e pulgão.

No município há oferta de variedades precoces de bergamota Okitsu, Ponkan e Satsuma e de laranja do céu. Já em Soledade, verifica-se atraso no desenvolvimento e na maturação de frutos por falta de luminosidade, além de baixa qualidade.

Apesar dos problemas de logística e produção encontrados na Ceasa-RS – Porto Alegre, a maioria dos produtos teve a cotação dos preços estáveis no comparativo com os preços anteriores às enchentes. As altas mais destacadas, no dia 15/05/24, foram da rúcula, couve, morango e beterraba.

Já na Ceasa Serra, em Caxias do Sul, a partir dos dados informados ao Prohort, na média das cotações coletadas no dia 7 e 14 de maio, de 48 produtos acompanhados, 35 tiveram alta, 4 mantiveram os preços e 9 tiveram queda quando comparados com abril.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

22/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
MercadoNotícias

Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

Por redação 21/05/2024
Escrito por redação

Em abril, foram vendidas 4.210 unidades, um aumento de 8,9% em comparação com o mês anterior; exportações tiveram queda de 34,9% no acumulado do ano

Agroindústria - Venda de máquinas agrícolas cai 11,6% de janeiro a abril, diz Anfavea

Clarisse Sousa – As vendas de máquinas agrícolas registraram queda de 11,6% de janeiro a abril, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta terça-feira (21).

Em abril, foram comercializadas 4.210 unidades, representando um aumento de 8,9% em comparação com o mês anterior (3.867 unidades). Entretanto, em comparação com abril do ano passado, houve queda de 1,7%.

Entre os fatores que explicam esses resultados estão o custo das commodities e as condições de financiamento, conforme explicou a vice-presidente da Anfavea, Ana Helena Andrade. “Nós tivemos um longo período do ano safra, que vai de julho de 2023 a junho 2024, com financiamentos do Plano Safra fechados. Os recursos se esgotaram rapidamente. Isso também influenciou para essa performance abaixo do que registramos nos últimos dois anos.”

Tratores pequenos e médios ganham cada vez mais espaço no mercado brasileiro

No ano passado, problemas com o clima e financiamento frearam a aquisição de novos equipamentos pelos produtores, resultando em uma desaceleração na renovação da frota. As vendas diminuíram 13,2%, totalizando 60.981 unidades, em comparação com 70.262 unidades em 2022. Desde então, o setor de máquinas e equipamentos agrícolas tem enfrentado uma queda significativa nas vendas.

Exportações

De acordo com a Anfavea, as exportações de máquinas agrícolas apresentaram uma queda de 34,9% no acumulado do ano, totalizando 2.077 unidades, em comparação com o mesmo período de 2023, que registrou 3.189 unidades. Em relação a abril do ano anterior, a redução foi ainda mais expressiva, atingindo 37%.

Embora o mês de abril tenha registrado um aumento de 10,5% em relação ao mês de março, a Anfavea não considera esse aumento um indicativo de uma mudança no cenário das exportações de máquinas.

Para Ana Helena, trata-se de uma “queda significativa”. Segundo ela, “quando falamos que estamos enfrentando questões de preços de commodities no mercado internacional, nossos clientes de outros países também enfrentam essa redução de renda devido à queda do preço de seus produtos no mercado internacional. Esse é um fator que pesa muito na decisão de investir. Quando a renda diminui, a propensão ao investimento também diminui.”

Ela também apontou os impactos dos problemas climáticos nas exportações. “Essas questões também ocorrem em outros países, impactando diretamente a produção e a produtividade. A indústria agrícola é altamente vulnerável às condições climáticas”, disse.

“Temos certeza de que essa queda não se deve à falta de tecnologia das máquinas. Não estamos perdendo mercado porque outros países estão importando máquinas com mais tecnologia. Não é por isso. Nossa visão é que esses dois aspectos, que impactam a renda do agricultor, estão contribuindo para a redução da demanda em outros países”, explica Ana Helena.

Para reverter essa redução, “o Brasil precisa agregar competitividade e oferecer melhores opções de financiamento e soluções financeiras, para que os agricultores se sintam mais atraídos a comprar aqui”, concluiu.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

21/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Apenas 28% da área irrigada por pivô central no Brasil tem conectividade
Feiras & EventosNotícias

Pivot apresenta nova tecnologia de irrigação na AgroBrasília

Por redação 21/05/2024
Escrito por redação

Novidades incluem o sistema pivô corner e as colheitadeiras Axial-Flow Série 160 Automation, que vêm com sistemas de “aprendizado de máquina”

Pivot apresenta nova tecnologia de irrigação na AgroBrasília

A 15ª edição da Agrobrasília começa nesta terça-feira (21/05) e segue até o próximo sábado (25/05), no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, levando ao público várias novidades tecnológicas voltadas para o agronegócio. Entre os expositores que prometem apresentar novidades, há o Grupo Pivot. A empresa goiana é uma das representantes no Brasil da americana Lindsay, detentora das marcas Zimmatic e FieldNET, especializadas em soluções para irrigação. O grupo também integra o grupo de concessionárias oficiais da marca de tratores, colheitadeiras e outros maquinários agrícolas Case IH.

Uma das novidades que a Pivot promete levar ao público da Agrobrasília é a tecnologia de pivô corner, desenvolvido para proporcionar o máximo de aproveitamento das áreas, principalmente para irrigar lavouras que possuem terrenos com bordas irregulares. O Custom Corner 9500CC Zimmatic é um equipamento de irrigação de alta performance, criado para simplificar e potencializar as operações nas lavouras brasileiras.

Tratores pequenos e médios ganham cada vez mais espaço no mercado brasileiro

A tecnologia transforma a área circular do pivô central em regiões assimétricas. Com expansão de até 90 metros no raio de cobertura, a solução amplia a operação em áreas de perímetro irregular, onde o pivô tradicional não alcançava anteriormente.

“O equipamento, que tem funcionamento e gerenciamento integrados ao pivô central, proporciona um aumento médio de 25% de área produtiva irrigada nas fazendas, um ganho muito significativo. Isso ocorre porque temos o movimento de abrir e fechar na última torre do pivô, conseguindo adaptar-se às áreas desiguais, como exemplo, borda de matas, estradas e linhas de transmissão de energia”, disse Leandro Preuss, gerente de contas estratégicas na Lindsay América Latina, durante a apresentação da novidade na uma edição da Agrishow, em Ribeirão Pedro (SP).

Nova colheitadeira

No campo de maquinários agrícolas, o Grupo Pivot irá apresentar a nova série de colheitadeiras da Case IH, que vem com sistemas de “aprendizado de máquina”, capazes de fazerem mais de 1.000 regulagens para aperfeiçoar o trabalho da colheita enquanto a máquina está em operação.

As colheitadeiras Axial-Flow Série 160 Automation serão produzidas exclusivamente pela fábrica da Case IH em Sorocaba (SP), tanto para o mercado interno, quanto para a exportação a todos os continentes. O lançamento traz um sistema que funciona de forma semelhante aos câmbios automáticos dos carros. O operador escolhe uma entre quatro opções e um software faz as configurações necessárias para operar no modo desejado.

Os quatro modos de operação automática são um mais rápido, para situações em que a colheita precisa ser acelerada; outro mais lento que prioriza a qualidade dos grãos colhidos, evitando quebras; e dois modos intermediários.

A nova tecnologia possibilita com que o maquinário faça 90% das operações sem que o operador precise intervir. As decisões do sistema são baseadas nas informações de 12 sensores, como câmeras que avaliam o fluxo de grãos. O modelo pode ser conectado à internet para acompanhamento remoto, mas o sistema de regulagem funciona mesmo sem conexão.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

21/05/2024 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui