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Feiras & EventosTecnologia

Massey Ferguson leva soluções integradas de plantio para a Coopercitrus Expo

Por Redação 21/07/2026
Escrito por Redação

Massey Ferguson leva soluções integradas de plantio para a Coopercitrus Expo

A Massey Ferguson apresentará, durante a Coopercitrus Expo 2026, em Bebedouro (SP), duas soluções integradas de plantio voltadas a diferentes perfis de produtores. O foco da fabricante é demonstrar como a combinação entre tratores, plantadeiras e agricultura de precisão pode contribuir para aumentar a produtividade e a eficiência das operações no campo.

Entre os destaques está o conjunto formado pelo trator MF 9S e a plantadeira Momentum de 30 e 40 linhas, desenvolvido para grandes propriedades. A outra solução reúne o MF 8S Xtra com a Momentum de 18 a 24 linhas, voltada a médios e grandes produtores que buscam ampliar a eficiência operacional e a qualidade do plantio.

Segundo Kellen Bormann, diretora de Vendas da Massey Ferguson, a proposta é oferecer tecnologias adaptadas às diferentes realidades da agricultura brasileira. “A agricultura no Brasil é bastante diversificada, o que exige soluções de plantio adaptadas a diferentes realidades. O nosso objetivo é atender desde pequenas até grandes operações, oferecendo tecnologia, precisão e controle operacional com foco em rentabilidade real, trazendo o equilíbrio exato entre a performance no campo e o menor custo por hectare trabalhado.”

Para operações de maior escala, o destaque é o MF 9S, modelo de até 425 cv, equipado com sistemas de automação como MF AutoTurn e AutoHeadland, que automatizam manobras e operações nas cabeceiras, reduzindo falhas e sobreposições durante o plantio. A plantadeira Momentum incorpora tecnologias como Smart Frame e Weight Transfer, responsáveis pela distribuição automática de peso ao longo da máquina, favorecendo maior uniformidade na deposição das sementes.

De acordo com Breno Cavalcanti, diretor de Marketing da Massey Ferguson, ensaios de campo indicam ganhos de até 3% na produtividade da soja e 2,3% no milho safrinha, resultado da melhoria na emergência e no estabelecimento das plantas. “Isso pode representar até R$ 465 por hectare em retorno econômico ao produtor”, afirma.

Já a combinação entre o MF 8S Xtra e a Momentum de 18 a 24 linhas é destinada a produtores em processo de expansão. O conjunto reúne recursos voltados à eficiência operacional e ao uso racional de insumos, incluindo o sistema vApply Granular, para aplicação de fertilizantes em taxa variável, além de tecnologias de agricultura de precisão para monitoramento da operação.

O MF 8S Xtra conta com transmissão continuamente variável Dyna-VT, hélice reversível para limpeza automática do sistema de arrefecimento e sistema de tráfego controlado, que concentra as operações sempre nos mesmos rastros, reduzindo a compactação do solo. O modelo também foi reconhecido como o trator mais econômico do mercado em avaliações da DLG PowerMix.

Outro ponto em comum entre as duas soluções é a conectividade. Por meio da telemetria, o produtor pode acompanhar em tempo real indicadores como consumo de combustível, desempenho operacional e manutenção, permitindo maior controle da operação e redução de custos.

“Ao integrar tratores, plantadeiras e sistemas digitais, a proposta é tornar o plantio uma operação cada vez mais precisa, com impacto direto na produtividade e na rentabilidade ao longo da safra”, conclui Cavalcanti.

 

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21/07/2026 0 Comentários
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Tecnologias para mandioca serão apresentadas em Dia de Campo no DF
Tecnologia

Tecnologias para mandioca serão apresentadas em Dia de Campo no DF

Por Redação 20/07/2026
Escrito por Redação

Tecnologias para mandioca serão apresentadas em Dia de Campo no DF neste sábado (25)

Pesquisadores da Embrapa vão apresentar, no próximo sábado (25), tecnologias em cultivares e manejos para a mandiocultura no Cerrado durante o Dia de Campo “Tecnologias Aplicadas ao Cultivo de Mandioca”. O evento será realizado das 8h às 12h e integra a programação técnica da 26ª Semana do Pimentão, promovida de 21 a 26 de julho pela Cooperativa Agrícola da Região de Planaltina (Cootaquara) no Núcleo Rural Taquara, em Planaltina (DF).

Serão três estações técnicas. Na primeira, o pesquisador Josefino Fialho, da Embrapa Cerrados (DF) e Eduardo Alano, da Embrapa Sede, vão apresentar as cultivares de mandioca para o Cerrado desenvolvidas pela Embrapa Cerrados e parceiros.

Na segunda estação, o pesquisador Jorge Antonini, da Embrapa Cerrados, junto com o extensionista rural da Emater-DF Kleiton Aquiles, abordarão o manejo de irrigação e da cultura da mandioca. E na terceira estação, a pesquisadora Núbia Correia, também da Embrapa Cerrados, vai falar sobre o controle de plantas daninhas na cultura da mandioca.

A 26ª Semana do Pimentão será realizada na Cootaquara, em Planaltina (DF), com entrada franca. Confira a programação do evento no perfil da Cootaquara no Instagram.

Localização: https://maps.app.goo.gl/qJmvuKKzxYnapUW48

20/07/2026 0 Comentários
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Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações
Mercado

Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações

Por Redação 20/07/2026
Escrito por Redação

Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações

Após o tarifaço adicional dos Estados Unidos (EUA) contra parte das exportações do Brasil, a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil) anunciou um plano de R$ 130 milhões, a ser lançado em agosto, para diversificar as vendas do Brasil no exterior e reduzir os impactos das tarifas estadunidenses, diz nota da “Agência Brasil”.

Vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a ApexBrasil informou que o plano será lançado em parceria com 57 setores econômicos do país, nas mais diversas áreas, que reúnem 2,4 mil empresas exportadoras.

“A expansão para outros mercados a gente já faz. O que a gente vai trabalhar agora é a diversificação. É um novo olhar sobre novas oportunidades a partir de um novo cenário do comércio internacional”, explicou, nesta sexta-feira (17), o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, em entrevista coletiva.

O chefe da agência estatal disse que as prioridades são o mercado da União Europeia, até pelo recente acordo com o Mercosul, além dos países que integram a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), como Indonésia, Malásia, Tailândia, Vietnã, entre outros, e que apresentam altas taxas de crescimento.

Países da Ásia Central, como Cazaquistão e Uzbequistão, também estão entre os possíveis novos mercados a serem explorados pelas empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço dos EUA.

“São países de alto crescimento e desenvolvimento, eles têm procurado muito o Brasil para parcerias em investimento e estão crescendo a 7% ou 8% [do Produto Interno Bruto, PIB], com população jovem, e que demandam, inclusive, produtos que o Brasil tem”, disse.

Tarifaço de Trump

Na quarta-feira (15), o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros alegando supostas práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil.

O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação, alegando que a medida tem motivação política e que Washington exigia abertura total de mercados sem contrapartida. As novas tarifas valem a partir do dia 22 de julho.

Os produtos afetados pelas tarifas anunciadas na quarta corresponderam, no ano passado, a US$ 7,2 bilhões em exportações aos EUA. O valor total vendido ao país em 2025 somou US$ 38 bilhões, segundo dados da ApexBrasil.

Durante as negociações, a lista dos produtos isentos passou de 615 para 699, aumentando o valor isento das tarifas de US$ 20,6 bilhões para US$ 22,8 bilhões do total exportado, considerando ainda os dados de 2025.

O presidente da instituição para exportações brasileiras afirmou que houve, no primeiro semestre do ano, uma redução de cerca de US$ 2,6 bilhões em exportações para os EUA, resultado das tarifas aplicadas anteriormente.

“Mas tivemos um aumento de US$ 3,1 bilhões para a Europa, US$ 2,5 bilhões para a Índia, e US$ 10,5 bilhões para a China, só para citar alguns dos destinos mais importantes”, disse Laudemir Müller.

As negociações do Mercosul com Índia, Japão e Canadá também foram apontadas como oportunidades para diversificar o comércio exterior do Brasil, reduzindo a dependência dos estadunidenses.

Diversificação já começou

O presidente da ApexBrasil ressaltou que esse trabalho de diversificação está em andamento desde as primeiras tarifas impostas pelos EUA, ainda em 2025.

“Isso implica dizer que 72% das 2,4 mil empresas que exportam para os EUA, e que são apoiados pela ApexBrasil, já diversificaram o mercado entre junho de 2025 e maio de 2026. Elas acrescentaram, nesse período, pelo menos um novo destino de suas exportações”, disse.

Ainda segundo Müller, há mercados mais fáceis de serem abertos, e outros em que será preciso realizar um trabalho de médio ou longo prazo.

“Tem outros setores que vão demorar um pouco mais e que talvez seja mais complexo. Muitas vezes a gente precisa, inclusive, criar o mercado em outro país. Nós vamos ter que chegar ao mercado chinês, por exemplo, para dizer ‘olha, existe uma rocha brasileira que tem tal característica e ela pode também servir ao seu mercado’”, explicou.

Brasil é procurado pelo mundo

Apesar das dificuldades, o presidente da Apex Brasil avalia que o país tem se destacado no mundo como um país “amigo, um fornecedor estável”.

“Tanto é que nós tivemos US$ 77 bilhões de entrada de investimentos no ano passado. Fomos o quinto maior recebedor de investimentos do mundo. Os países em desenvolvimento tiveram um crescimento de 2% na atração de investimentos, o Brasil teve um crescimento de 22% na atração de investimentos e é o principal destino já dos investimentos chineses”, concluiu.

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20/07/2026 0 Comentários
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Pesquisa mostra alta demanda por operadores de máquinas agrícolas no MT
Mercado

Pesquisa mostra alta demanda por operadores de máquinas agrícolas no MT

Por Redação 20/07/2026
Escrito por Redação

Pesquisa mostra alta demanda por operadores de máquinas agrícolas no MT

A dificuldade dos produtores rurais para encontrar trabalhadores qualificados também revela oportunidades para quem busca ingressar no mercado de trabalho. Pesquisa realizada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT), mostra que 62,62% dos produtores relatam alta dificuldade para contratar novos funcionários. 

A falta de qualificação técnica foi apontada por 69,16% como o principal problema relacionado à mão de obra. Entre as funções mais demandadas, a operação de máquinas agrícolas ocupa a primeira posição, citada por 63,77% dos entrevistados.

De acordo com o Imea, os resultados refletem a transformação da agricultura mato-grossense. Com propriedades cada vez mais mecanizadas e tecnológicas, cresce a necessidade de profissionais preparados para operar equipamentos e atuar em processos produtivos mais complexos.

Para o superintendente do Imea, Cleiton Gauer, o desafio também pode ser visto como uma oportunidade profissional.

“Quando mais de 60% dos produtores relatam alta dificuldade para contratar, o dado acende um alerta, mas também mostra que existe espaço para quem estiver preparado. A agricultura e as profissões do campo mudaram. O operador de máquinas é um exemplo: hoje, trabalha com equipamentos cada vez mais tecnológicos. Para quem busca uma profissão ou uma nova carreira, a qualificação pode ser a porta de entrada para um setor em constante modernização”, afirma.

O levantamento ouviu 415 produtores rurais de 87 municípios de Mato Grosso. A pesquisa possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 5% para os resultados estaduais.

A pesquisa contabilizou 6.814 trabalhadores fixos nas propriedades participantes, com média de seis funcionários agrícolas por estabelecimento. A CLT aparece como modalidade predominante de contratação de trabalhadores fixos em 96,12% das respostas.

Além da remuneração, as propriedades oferecem benefícios. Alimentação fornecida pela fazenda foi citada por 85,19% dos produtores, enquanto 84,95% disponibilizam moradia ou alojamento. Também aparecem transporte, treinamentos, vale-alimentação ou vale-refeição, plano de saúde e acesso à internet.

Para o diretor de Relações Institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Ronaldo Vinha, é preciso ampliar o conhecimento sobre as possibilidades profissionais existentes no campo.

“O agro se tornou mais tecnológico, profissional e especializado. A pesquisa mostra a presença do emprego formal e de benefícios como alimentação e moradia. Quando mostramos essa realidade, mostramos também que existem possibilidades de carreira para diferentes perfis. O convite é para que as pessoas conheçam o agro, busquem qualificação e enxerguem as oportunidades existentes no setor”, afirma.

Operadores de máquinas agrícolas lideram a demanda

Os operadores de máquinas agrícolas são os profissionais mais procurados, mencionados por 63,77% dos produtores. Na sequência aparecem trabalhadores para serviços gerais, com 38,65%; técnicos agrícolas ou agrônomos, com 14,25%; monitores de pragas, com 10,87%; e profissionais para cargos de gerência ou encarregado, com 10,39%.

A procura por operadores acompanha o avanço da mecanização. Ao mesmo tempo em que equipamentos mais modernos transformam determinadas atividades, cresce a demanda por trabalhadores capazes de operar máquinas de maior complexidade e acompanhar a evolução tecnológica das propriedades.

Qualificação gratuita como forma de entrada

É na aproximação entre a demanda do setor e a preparação dos trabalhadores que atua o Senar MT. A instituição oferece capacitações gratuitas em áreas como agricultura, pecuária, agroindústria, gestão, saúde e segurança no trabalho.

Atualmente, o Senar MT possui 278 tipos de cursos em seu portfólio. Somente entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas 7.129 ações, entre cursos, palestras e aulas de cursos técnicos, alcançando cerca de 67,5 mil participantes.

Na área de mecanização agrícola, diretamente relacionada à principal demanda apontada pela pesquisa, foram realizados 2.034 cursos no primeiro semestre de 2026, com 11.126 pessoas capacitadas em 55.224 horas de treinamento. Para o gerente de Educação Formal do Senar MT, Pedro Souza, a qualificação pode conectar quem busca uma oportunidade às necessidades do setor.

“A pesquisa mostra uma demanda concreta por profissionais preparados. Para quem deseja ingressar no mercado de trabalho ou buscar uma nova profissão, a qualificação pode ser o primeiro passo. O papel do Senar MT é construir essa ponte, oferecendo formação gratuita e conectada às necessidades reais do campo”, afirma.

A capacitação faz parte da rotina de 81,20% das propriedades entrevistadas. Entre as instituições procuradas pelos produtores para qualificar seus trabalhadores, o Senar MT é a mais citada, com 71,13%.

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20/07/2026 0 Comentários
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Valor Bruto da Produção agropecuária atinge R$ 1,2 trilhão em agosto
Mercado

Valor Bruto da Produção Agropecuária é estimado em R$ 1,4 trilhão

Por Redação 17/07/2026
Escrito por Redação

Valor Bruto da Produção agropecuária atinge R$ 1,2 trilhão em agosto

O levantamento mensal do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) aponta que, em junho, o indicador foi estimado em R$ 1,4 trilhão.

Do total, R$ 893,1 bilhões correspondem ao faturamento da lavoura, segmento responsável por 64% do VBP. A pecuária representa R$ 511,1 bilhões, equivalente a 36% do valor estimado. O VBP mede o faturamento da produção agropecuária dentro dos estabelecimentos rurais.

Entre os produtos e atividades com maior participação no indicador, a soja apresenta valor estimado de R$ 335,8 bilhões. Na sequência, estão bovinos (R$ 249,5 bilhões), milho (R$ 155,3 bilhões), cana-de-açúcar (R$ 108,7 bilhões) e frangos (R$ 107,3 bilhões). Em conjunto, esses itens correspondem a 68,3% do VBP nacional.

A soja representa 23,9% do valor total estimado, enquanto a bovinocultura responde por aproximadamente 17,5% do indicador.

No recorte por unidades da Federação, Mato Grosso apresenta o maior valor estimado, com R$ 213,5 bilhões, o equivalente a 15,2% do total. Em seguida aparecem Minas Gerais, com R$ 167,8 bilhões (12%), e São Paulo, com R$ 158,4 bilhões (11,3%).

Cálculo

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) é calculado mensalmente com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais. Os valores referentes a 2026 são preliminares e consideram as informações disponíveis até maio de 2026.

 

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17/07/2026 0 Comentários
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A estratégia da Cummins para reduzir máquinas paradas no campo
Tecnologia

A estratégia da Cummins para reduzir máquinas paradas no campo

Por Redação 17/07/2026
Escrito por Redação

massey ferguson - A estratégia da Cummins para reduzir máquinas paradas no campo

Conteúdo patrocinado – No agro, a gente sabe bem: a janela para colher é pequena, e qualquer hora parada custa caro. Manter máquinas e equipamentos em funcionamento é um fator decisivo para a rentabilidade das propriedades. Neste sentido, o pós-venda deixou de ser detalhe: sem estrutura local e resposta rápida, a coisa não funciona.

Para atender a essa demanda, a Cummins combina inteligência de dados com soluções de remanufatura, ampliando a disponibilidade de componentes, promovendo a economia circular e entregando ao produtor rural uma alternativa sustentável, confiável e com os padrões de qualidade da engenharia Cummins.

A fabricante mantém no Brasil uma rede nacional de distribuidores especializada no atendimento de equipamentos off-highway, cobrindo as principais regiões produtoras com técnicos treinados, ferramentas dedicadas e suporte especializado.

O que mudou de verdade foi começar a usar dados estatísticos para entender onde estão as máquinas equipadas com tecnologia Cummins em todo o país. O levantamento direciona investimentos em peças, treinamento técnico, logística e expansão física dos pontos de serviço.

Atualmente, estados como Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Goiás concentram 62% dessas máquinas em operação. “Essa concentração guia nossos investimentos em pós-venda para fortalecer nossa presença, ao mesmo tempo em que expandimos nossa rede em áreas estratégicas”, afirma Marcos Nigro Schiesari, gerente executivo de Suporte ao Cliente da Cummins Brasil. “O objetivo é ganhar eficiência logística, proximidade com novas fronteiras agrícolas e maior agilidade no atendimento.”

Como parte de sua estratégia para oferecer um pós-venda cada vez mais eficiente e sustentável, a Cummins alia soluções de economia circular, por meio da remanufatura de componentes, à expansão contínua de sua rede de distribuidores. Nos últimos meses, a rede Cummins ganhou novas unidades na Bahia, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, ampliando sua capilaridade e aproximando ainda mais peças, serviços e suporte técnico dos clientes.

O plano de expansão também inclui investimentos pesados em treinamento técnico, digitalização dos atendimentos em campo e uso de IA aplicada à gestão da cadeia de suprimentos.

Tudo isso foca em um único objetivo: aumentar a disponibilidade de peças, reduzir o tempo de resposta e elevar a eficiência operacional no suporte ao produtor rural.

 

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17/07/2026 0 Comentários
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Tecnologia

Forrageiras são fundamentais para a pecuária do semiárido

Por Redação 17/07/2026
Escrito por Redação

Forrageiras são fundamentais para a pecuária do semiárido

Em quase dez anos de pesquisas, o Forrageiras para o Semiárido passou por fases de testes em campo que garantiram o sucesso do projeto e a possibilidade de entregar, aos produtores rurais do Nordeste e do Norte de Minas Gerais, as melhores tecnologias e resultados concretos.

Agora, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, por meio do Instituto CNA, lança, no dia 3 de agosto em Baixa Grande (BA), o Rally Forrageiras. Nessa nova fase, o objetivo é disseminar o conhecimento adquirido durante esses anos de pesquisas.

O Rally vai reunir produtores rurais, integrantes do Sistema CNA/Senar, Federações estaduais de agricultura e pecuária, técnicos, instrutores, sindicatos, pesquisadores, entidades e lideranças do setor.

Além da apresentação dos resultados, uma série de atividades está prevista para o “Dia de Campo” em Baixa Grande como, por exemplo, visitas in loco às estações de pesquisa, chamadas de Unidades de Referência Tecnológicas (URTs) e entrega de um guia técnico aos produtores com informações detalhadas que facilitam a aplicação prática do conhecimento. O evento também vai contar com o apoio da Carreta Agro pelo Brasil.

A coordenadora do Projeto Forrageiras, Alenilda Carvalho, explica que no Semiárido brasileiro, a irregularidade pluviométrica e a longa estiagem impõem ao produtor a necessidade de planejamento forrageiro.

“A dependência exclusiva do pasto resulta em queda de desempenho animal e elevação dos custos de produção. O Projeto Forrageiras para o Semiárido traz uma solução que é a diversificação de fontes forrageiras, compondo um cardápio forrageiro estruturado em três pilares: palma forrageira, gramíneas anuais e perenes, que garante volumoso, energia, proteína e água ao longo do ano, promovendo uma pecuária sustentável.”

Início

A partir de uma demanda do presidente da CNA, João Martins, o Projeto Forrageiras para o Semiárido foi criado em 2017 em parceria com a Embrapa e envolveu o Sistema CNA/Senar, o Instituto CNA, as Federações, sindicatos e produtores rurais do Nordeste e do Norte de Minas.

Na prática, o projeto selecionou variedades de gramíneas perenes e anuais, arbóreas leguminosas e cactáceas que melhor se adaptam às condições climáticas de cada estado inserido no Semiárido. Os experimentos também indicaram o melhor manejo para cada variedade selecionada.

Confira abaixo alguns dos resultados do Programa Forrageiras para o Semiárido a partir de cada fase da iniciativa.

Fase 1: Avaliação das espécies forrageiras

Na primeira fase do programa, foram avaliadas diferentes espécies forrageiras com o objetivo de identificar aquelas com maior adaptação às condições climáticas da região. Entre as gramíneas anuais, foram testados os milhos Gorotuba Bandeirante BR2022 e Dow 2B655, os sorgos Ponta Negra e BRS 658, além dos milhetos BRS 1501 e IPA Bulk.

Entre as gramíneas perenes, foram avaliados os capins Buffel Aridus e Biloela, Andropogon, Massai, Corrente, Aruana, BRS Tamani, BRS Quênia, Grama-estrela-africana, BRS Paiaguás, Piatã e Tifton 85. O estudo também contemplou cactáceas, como as palmas Orelha de Elefante Mexicana, Orelha de Elefante Africana, Orelha de Onça, Gigante, Miúda, IPA Sertânia e Palma Redonda, além das arbóreas leguminosas Gliricídia, Leucena e Moringa.

Os resultados permitiram identificar quais espécies apresentaram melhor adaptação às diferentes condições de precipitação do Semiárido. De forma geral, nas regiões com índices pluviométricos inferiores a 400 mm por ano, os milhetos BRS 1501 e IPA Bulk apresentaram melhor desempenho entre as gramíneas anuais.

Nas áreas com precipitação entre 400 mm e 600 mm anuais destacaram-se os sorgos Ponta Negra e BRS 658. Entre as gramíneas perenes, o capim Buffel Aridus foi o mais resiliente às condições adversas, enquanto o Massai apresentou maior produtividade. Já entre as cactáceas, as palmas Orelha de Elefante Mexicana e Miúda obtiveram os melhores resultados.

Fase 2: Avaliação com os animais

Com base nos resultados obtidos na primeira fase, foram selecionadas as espécies mais produtivas e resilientes para a segunda etapa do projeto, que incorporou o componente animal aos experimentos.

O objetivo passou a ser avaliar o desempenho das forrageiras em condições reais de pastejo, considerando o efeito do pisoteio e a resposta dos diferentes sistemas de produção.

Nos sistemas voltados à bovinocultura de leite foram utilizados o sorgo Ponta Negra (como gramínea anual) para produção de silagem; os capins Massai, Aruana, Andropogon, Buffel Aridus, BRS Piatã e BRS Tamani entre as gramíneas perenes; e as palmas Miúda e Orelha de Elefante Mexicana entre as cactáceas.

Para os novilhos de corte, os experimentos concentraram-se nos capins Buffel Aridus, Massai, BRS Piatã, BRS Paiaguás e Marandu.

Já para os ovinos de corte foram avaliados os sorgos Ponta Negra e o milheto BRS 1501 entre as gramíneas anuais; os capins Massai, Aruana, Tamani, Corrente e Buffel Aridus entre as gramíneas perenes; além da palma Orelha de Elefante Mexicana.

Os resultados demonstraram que, para novilhas de leite, os melhores desempenhos animais foram obtidos com os capins Aruana, Massai e Piatã. Para os novilhos de corte, destacaram-se os capins BRS Paiaguás, Piatã e Massai. Já para os ovinos de corte, os melhores resultados foram registrados com os capins Aruana e Massai.

Nova fase

O Rally representa a transição do Projeto Forrageiras para o Semiárido para uma nova fase que passa a concentrar esforços na transferência de tecnologia e na adoção das soluções pelos produtores rurais.

Os produtores rurais terão acesso a um “cardápio forrageiro” mais adequado em cada um dos dez estados do semiárido para que consigam manter o rebanho alimentado e saudável, mesmo em períodos de grande estiagem.

 

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17/07/2026 0 Comentários
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Brasil exporta recorde de 4,2 milhões de sacas de café em abril
Mercado

Exportação de café tem queda de 15,7% na safra 2025/2026

Por Redação 16/07/2026
Escrito por Redação

Exportação de café tem queda de 15,7% na safra 2025/2026

O Brasil exportou 38,46 milhões de sacas de café para 125 países no ano-safra 2025/26 (julho de 2025 a junho de 2026), volume 15,7% inferior ao registrado no ciclo anterior, segundo dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Apesar da retração nos embarques, a receita cambial somou US$ 14,6 bilhões, recuo de apenas 1% em relação à temporada anterior e o segundo maior resultado da série histórica, atrás apenas do recorde registrado em 2024/25.

Somente em junho, as exportações alcançaram 3,06 milhões de sacas, alta de 16,9% sobre o mesmo mês do ano anterior. A receita, no entanto, caiu 6%, para US$ 972,8 milhões.

No acumulado do primeiro semestre de 2026, o Brasil embarcou 17,83 milhões de sacas, queda de 8,3% em comparação com igual período de 2025. A receita cambial totalizou US$ 6,53 bilhões, recuo de 13,3%.

Segundo o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, a redução nas exportações já era esperada devido à menor disponibilidade de café no mercado. “Após exportações recordes em 2024, os estoques brasileiros reduziram significativamente. Aliado a isso, a safra 2025 foi afetada por adversidades climáticas, o que diminuiu a oferta de café”, explica.

Além da menor oferta, o desempenho foi impactado pelos gargalos logísticos nos portos brasileiros, que provocaram atrasos nos embarques e aumento dos custos para os exportadores.

Outro fator relevante foi a tarifa adicional de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre o café brasileiro entre agosto e novembro de 2025. Durante o período de vigência da medida, as exportações brasileiras para o mercado norte-americano recuaram 54,9%, passando de 2,92 milhões para 1,32 milhão de sacas na comparação com o mesmo intervalo de 2024.

Mesmo após a retirada da sobretaxa para a maior parte dos cafés brasileiros, Ferreira avalia que o fluxo comercial ainda não voltou à normalidade. Segundo ele, as incertezas em torno da política comercial dos Estados Unidos continuam afetando os negócios, especialmente diante da expectativa pelo resultado das investigações conduzidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).

O presidente do Cecafé também destaca que a boa situação financeira dos produtores influenciou o ritmo das vendas. Capitalizados pelos preços elevados registrados nos últimos anos e diante de estoques limitados durante a entressafra, muitos cafeicultores optaram por comercializar o produto apenas quando encontravam condições mais favoráveis de mercado, reduzindo a oferta para exportação.

Apesar da queda no volume embarcado, o preço médio das exportações atingiu US$ 379,48 por saca, o maior da série histórica e 17,4% superior ao registrado no ciclo anterior. Segundo Ferreira, a combinação entre oferta restrita nos principais países produtores, problemas climáticos e os investimentos dos produtores brasileiros em tecnologia e qualidade sustentou as cotações internacionais ao longo da safra.

Para o início do novo ciclo 2026/27, o cenário ainda é de cautela. As incertezas climáticas e o atraso na colheita da variedade arábica limitaram as vendas antecipadas, enquanto o mercado acompanha a evolução da safra e a qualidade dos grãos, fatores que deverão influenciar o desempenho das exportações nos próximos meses.

O impacto do tarifaço também foi sentido no ranking dos principais importadores dos cafés do Brasil no ano-safra 2025/26, com os Estados Unidos perdendo o posto de maior parceiro comercial do produto. A Alemanha assumiu a dianteira com a aquisição de 5,18 milhões de sacas, montante que representa 13,5% dos embarques totais do Brasil no período.

Os EUA aparecem na sequência, com 4,24 milhões de sacas – 11% do total –, o que representa um declínio de 43,2% ante os 12 meses do ciclo antecedente. 

 

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Medida Provisória autoriza renegociação dívidas rurais; saiba regras
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Medida Provisória autoriza renegociação dívidas rurais; saiba regras

Por Redação 16/07/2026
Escrito por Redação

As regras para renegociação de dívidas rurais contam com juros menores para auxiliar produtores impactados por eventos climáticos extremos. A Medida Provisória (MP) foi publicada em Diário Oficial Extra na noite dessa quarta-feira (15), depois de um acordo com o Congresso Nacional, informa a “Agência Brasil”.

Produtores que, entre 2019 e 2025, tiveram prejuízos de 30% em duas ou mais safras por causa de enxurradas e estiagem, entre outros eventos, ou por redução de preços podem pedir a linha especial de empréstimo.

  • Agricultores familiares têm limite de crédito de R$ 400 mil, com juros de 6% ao ano;
  • Mini, pequenos e médios produtores, R$ 2 milhões com taxa de 9% ao ano;
  • E os demais podem pegar até R$ 4 milhões com juros 12% ao ano.

O prazo para pagamento é de oito anos.

Produtores que tiveram perdas de mais de 40% em três ou mais safras provocadas exclusivamente por eventos climáticos têm condições de limite e de juros melhores, além do tempo de pagamento ser de 10 anos.

Tentativas de fraude

O texto menciona também que produtores e técnicos que utilizarem documentos, relatórios ou laudos falsos para conseguir os financiamentos podem sofrer penalidades civis, administrativas e penais. Entre elas, a perda do benefício, devolução do dinheiro, além de ficar impedido de receber incentivos públicos por cinco anos.

A medida ainda prevê que a União poderá ser cotista de um fundo garantidor para cobertura de operações de crédito rural. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o aporte federal deve ser de R$ 2 bilhões.

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Maquinário agrícola entra na lista de produtos tarifados em 25% pelos EUA
Mercado

Maquinário agrícola entra na lista de produtos tarifados em 25% pelos EUA

Por Redação 16/07/2026
Escrito por Redação

Maquinário agrícola entra na lista de produtos tarifados em 25% pelos EUA

Nesta quarta-feira (15), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil, como maquinário agrícola, ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados, conforme informações da “Agência Brasil”.

Itens de aviação civil, petróleo, carne bovina e café, que juntos responderam por um terço da pauta de exportações do Brasil para os Estados Unidos, no primeiro semestre deste ano, não estão sujeitos ao tarifaço imposto por aquele país aos produtos brasileiros.

As isenções foram estabelecidas pelos Estados Unidos para aqueles produtos brasileiros que não são produzidos internamente por lá em quantidade suficiente ou a preços razoáveis, evitando assim escassez de determinados produtos no mercado consumidor e perturbações na economia daquele país.

Também estão isentos da cobrança extra produtos como celulose, minério de ferro, ferro-gusa, laranja e suco de laranja.

Tarifaço

As tarifas de 25% foram anunciadas nesta quarta-feira (15) e devem entrar em vigor no próximo dia 22, depois de uma investigação do USTR.

O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.

Já o governo brasileiro repudiou as novas tarifas, disse que não reconhece a legitimidade da investigação do USTR e acrescentou que não há justificativa para essas medidas.

O Brasil informou ainda que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC [Organização Mundial do Comércio]”.

Setor cafeeiro isento

Entidades representativas do setor cafeeiro, entre elas, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), celebraram o fato do café brasileiro ter ficado de fora desta tarifação. Elas destacam o trabalho feito em defesa do setor desde do primeiro tarifaço, em 2025, e mais recentemente em 6 e 7 de julho, nas audiências públicas do USTR.

Em comunicado conjunto, elas manifestaram que o “trabalho conjunto com a National Coffee Association (NCA), tendo fundamental apoio dos importadores dos EUA, resultou em duas vitórias ao café brasileiro: i) a manutenção dos cafés previamente sugeridos na lista de exceção no âmbito da investigação da Seção 301 do USTR; e ii) a ampliação da lista, que incluiu o café solúvel não aromatizado entre os produtos isentos ao tarifaço”.

“Entendemos que essa decisão protege as exportações brasileiras de café – na ordem de US$ 2,0 bilhões a US$ 2,5 bilhões por ano aos EUA, maior consumidor e importador mundial – e reforça a força do Brasil como maior produtor e exportador global, estabelecido como parceiro insubstituível aos norte-americanos”, destacam ainda as entidades, na nota.

Abic, Abics e Cecafé ponderam, entretanto, o fato de existir ainda uma segunda “investigação do USTR na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, a qual pode trazer uma nova possibilidade de tarifas ao café brasileiro, da ordem de 12,5%”.

Diante disso, elas concluem que seguirão “em permanente trabalho de representação da sustentabilidade, da qualidade e da competitividade dos cafés do Brasil em todo o mundo, de maneira que os interesses de todos os atores da cadeia produtiva sejam defendidos e contemplados”.

 

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