quarta-feira, setembro 16, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
quarta-feira, setembro 16, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Agropecuária avança 11,7% em 2025 e puxa PIB brasileiro para 2,3%
Mercado

Banco Central projeta alta de 1,7% para o PIB da Agropecuária em 2026

Por Redação 26/06/2026
Escrito por Redação

Banco Central projeta alta de 1,7% para o PIB da Agropecuária em 2026

O Banco Central (BC) elevou de 1% para 1,7% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em 2026. Em seu Relatório de Política Monetária, divulgado nesta quinta-feira (25), a autarquia ancora a projeção pela atualização das estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a produção agrícola, com destaque para o aumento nas previsões das safras de soja, milho e café.

A estimativa de crescimento do PIB total foi elevada de 1,6% para 2%. No primeiro trimestre, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025, com expansão nos três grandes setores da economia – agropecuária, indústria e serviços.

Diante do resultado, de acordo com o BC, as estimativas para os três setores foram elevadas, bem como para a demanda interna, de consumo das famílias e investimentos por parte de empresários.

Fonte: Datagro

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

26/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

CMN passa a exigir fotos com localização comprovada em seguro rural

Por Redação 26/06/2026
Escrito por Redação

CMN passa a exigir fotos com localização comprovada em seguro rural

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (25) reforços no controle do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), segundo informações da “Agência Brasil”.

Em nota, o Banco Central (BC) explicou que a medida tem como objetivo comprovar que as imagens foram capturadas na área afetada. O uso de fotos georreferenciadas para comprovar perdas nas lavouras tem sido estimulado desde as enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024.

Outra mudança será o desconto da produção obtida no valor das indenizações, em caso de perdas graves. Segundo o BC, o reforço nos controles pretende aprimorar a saúde financeira do Proagro, principal programa público de seguro rural do país.

Alíquotas menores

De acordo com o BC, o monitoramento contínuo do Proagro tem contribuído para diminuir o perfil de risco do seguro rural. Essa melhora ressaltou o órgão, permitiu que o CMN ajustasse as alíquotas de equilíbrio e dos adicionais do programa, resultando no barateamento do custo médio do Proagro à maioria dos produtores.

A alíquota de equilíbrio representa um percentual pago pelo produtor que mede o risco de frustração de safra de uma cultura em uma região específica. O adicional representa uma taxa que o produtor desembolsa para ter acesso ao seguro rural.

Segundo o BC, os valores das indenizações foram ajustados para refletir melhor o risco de quebra para cada produto e região.

As novas regras serão aplicadas aos empreendimentos enquadrados no Proagro a partir de 1º de julho de 2026. Conforme o BC, as medidas contribuem para a sustentabilidade do programa e para a proteção adequada dos produtores rurais brasileiros.

Criado em 1973, o Proagro é custeado pela União, pela contribuição do produtor rural e pelas receitas obtidas com a aplicação do adicional recolhido.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

26/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Pneus de alta resistência ganham espaço em operações agrícolas e urbanas
EmpresasTecnologia

Pneus de alta resistência ganham espaço em operações agrícolas e urbanas

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

Pneus de alta resistência ganham espaço em operações agrícolas e urbanas

Seja no campo ou nos centros urbanos, equipamentos utilizados em operações pesadas exigem componentes resistentes, eficientes e versáteis para garantir produtividade e segurança. Entre essas máquinas, a minicarregadeira se destaca como uma solução multifuncional. Compacta, mas robusta, ela vem ganhando espaço em atividades da construção civil, abertura e preparação de terrenos, recapeamento de vias, além de aplicações agrícolas e industriais.

Atenta a essa demanda crescente, a Titan Pneus desenvolveu a linha Skid Steer, projetada para oferecer elevada durabilidade, tração e resistência em terrenos difíceis e operações de alta intensidade. Produzidos com tecnologia avançada, os pneus contam com reforço lateral, desenho direcional exclusivo, perfil plano e carcaça reforçada. “Devido às exigências impostas às minicarregadeiras em diferentes tipos de serviços, a demanda por pneus mais resistentes é cada vez maior. Por isso desenvolvemos uma linha que entrega estabilidade, segurança e alta performance”, afirma, Thiago Rodrigues, gerente de produto da Titan

Versatilidade para diferentes aplicações

A linha Skid Steer engloba modelos capazes de atender diversas necessidades operacionais. Entre os destaques está o pneu premium Goodyear IT323, disponível nas medidas 10-16.5, 12-16.5 e 14-17.5, indicado para minicarregadeiras, plantadeiras e aplicação no eixo dianteiro de retroescavadeiras. “É um produto extremamente versátil, que atende diferentes aplicações e apresenta uma construção robusta para suportar condições variadas de trabalho”, explica Rodrigues.

Alto desempenho 

A empresa também disponibiliza o modelo H/E Titan, nas medidas 10-16.5 e 12-16.5, voltado ao segmento premium. Desenvolvido para oferecer alto desempenho, o pneu pode ser utilizado em minicarregadeiras e retroescavadeiras, especialmente no eixo dianteiro.

Sua banda de rodagem conta com sulcos largos e profundos, de 30 mm, proporcionando excelente tração em superfícies desafiadoras, como áreas off-road, pedreiras e canteiros de obras utilizados em recapeamento de ruas e rodovias. O desenho também favorece a autolimpeza, removendo detritos com eficiência.

Essa característica contribui para maior segurança operacional e melhor desempenho no transporte de cargas pesadas. O composto especial de borracha utilizado no H/E Titan combina resistência à abrasão e flexibilidade, garantindo desempenho consistente em jornadas prolongadas e aplicações severas. “Além disso, o pneu apresenta excelente capacidade de dissipação de calor, reduzindo o risco de superaquecimento durante longos períodos de operação. Isso aumenta sua durabilidade e segurança, um diferencial importante para condições de trabalho mais rigorosas”, destaca o coordenador de Produto da empresa.

Projetado para trabalhos média severidade

Para operações em ambientes ainda mais severos, como pedreiras, canteiros de obras e terrenos acidentados, a Titan oferece os modelos HD2000, nas medidas 10-16.5 e 12-16.5, e HD1000, disponível na medida 12-16.5. Desenvolvidos com carcaça reforçada, esses pneus entregam elevada durabilidade, excelente tração e alta resistência a danos. Ambos são capazes de suportar cargas extremamente pesadas, garantindo estabilidade, segurança e confiabilidade durante o transporte de materiais em terrenos irregulares.

Mais opções para o produtor

Outra alternativa disponível ao mercado é a linha Aces, marca importada pertencente ao Grupo Titan. Os pneus também podem ser aplicados em minicarregadeiras e retroescavadeiras, oferecendo uma opção versátil para diferentes perfis de operação.

“Os produtores que tiverem dúvidas sobre a melhor aplicação podem contar com o suporte da nossa equipe técnica e da rede de revendedores. Também é importante destacar que as linhas HD2000 e Skid Steer, da Titan, e o modelo IT323, da Goodyear, são produtos homologados para equipamento original”, finaliza Rodrigues.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
VBP atinge recorde histórico de R$ 212,6 bilhões em 2025, no Paraná
Mercado

VBP atinge recorde histórico de R$ 212,6 bilhões em 2025, no Paraná

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

VBP atinge recorde histórico de R$ 212,6 bilhões em 2025, no Paraná

Mais uma vez, principalmente puxado pela pecuária, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná atingiu o melhor resultado, desde o início do cálculo divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral). Segunda a análise preliminar do órgão da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em 2025 foram R$ 212,6 bilhões em receita gerada pelo Agro. O valor representa um crescimento nominal de 13% em relação a 2024.

“O resultado do VBP de 2025 é fruto do suor e do esforço do produtor rural que, de sol a sol, segue produzindo sempre mais e melhor apesar de todas as adversidades do campo”, comenta o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette. “Os valores divulgados de cada produção agrícola e pecuária comprovam que o Agro é o que sustenta a economia. Quando o campo alcança bons resultados, os reflexos disso impactam positivamente no desenvolvimento dos municípios, do Estado e do país, em diversas outras atividades econômicas”, completa.

Como destaca o dirigente do Sistema FAEP, é importante acompanhar de perto e divulgar esses valores não apenas por comprovarem o desempenho da agricultura e pecuária paranaense, mas, também, porque ajudam a população a entender o quanto a variação dos preços, que dependem do volume e do valor de cada produção, interfere na renda do produtor.

Em detalhes

Segundo o Deral, este é o quarto ano seguido que a pecuária lidera a geração de renda no campo paranaense. A atividade – principalmente sustentada pela avicultura, bovinocultura, suinocultura e pescados – responde por 53% do VBP do Estado. Foram R$ 111,7 bilhões em receita gerada em 2025, 14% de aumento nominal, em relação a 2024.

Destacando a avicultura, a análise preliminar traz também que o frango de corte segue como “a segunda principal atividade econômica do agro paranaense, respondendo por 17% do VBP total”. Pela atividade, foram R$ 35,5 bilhões gerados, 12% de aumento nominal em comparação com o ano anterior. Em 2025, foram 2,4 bilhões de cabeças abatidas, 2% a mais que em 2024.

Já na agricultura, que responde por 43% do VBP do Paraná, foram quase R$ 91,2 bilhões em receita gerada, o que representa um aumento nominal de 13% em comparação com 2024. Entre as culturas que impulsionaram esse valor, estão a soja, que segue na liderança – com VBP de R$ 42,3 bilhões em 2025 (15% de aumento nominal em relação a 2024, principalmente pelo volume produzido); o milho, com maior aumento nominal do VBP, 35% com R$ 19,1 bilhões; e a cana-de-açúcar que, em 2025, de acordo com a divulgação, “passou a integrar o grupo das dez principais atividades do VBP paranaense em 2025”, com R$ 4,8 bilhões e aumento nominal de 8% em relação a 2024.

O VBP 2025 foi divulgado na última segunda-feira (22). Como explica o Deral, o relatório analisa o resultado de 350 produtos, incluindo, além dos grãos e das proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e outros itens da agropecuária do Paraná. A série histórica do índice começou em 2012. O crescimento nominal considera o aumento, sem o desconto da inflação.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
CNA destaca ciência, inovação e sustentabilidade do agro em simpósio da Embrapa
Tecnologia

CNA destaca ciência, inovação e sustentabilidade do agro em simpósio da Embrapa

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

CNA destaca ciência, inovação e sustentabilidade do agro em simpósio da Embrapa

O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, participou, nesta quinta (25), do 10º Simpósio Nacional Cerrado e do 3º Simpósio Internacional Savanas Tropicais, promovidos pela Embrapa Cerrados e pela Universidade de Brasília (UnB).

Os eventos reuniram especialistas, pesquisadores, representantes do setor produtivo e autoridades para debater o papel da ciência e da tecnologia na promoção da sustentabilidade do bioma Cerrado.

O encontro teve como foco fortalecer o diálogo sobre a construção de soluções para uma agropecuária cada vez mais sustentável e eficiente, conciliando produtividade, inovação e conservação dos recursos naturais.

Bruno Lucchi foi um dos palestrantes do painel “Políticas públicas para a agricultura baseadas em ciência e tecnologia”, moderado pela gerente de sustentabilidade do Sistema Faemg/Senar, Mariana Ramos. O diretor apresentou o tema “Desafios do produtor rural brasileiro”.

Durante a exposição, ele ressaltou que a competitividade do agro depende da ampliação do acesso à inovação, do fortalecimento das políticas públicas e da segurança jurídica para quem produz.

Lucchi também destacou iniciativas desenvolvidas pelo Sistema CNA/Senar voltadas à produção sustentável, entre elas o Programa RetifiCAR, criado para apoiar produtores rurais na regularização ambiental de suas propriedades por meio da retificação do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Ele explicou que o programa fortalece a atuação dos sindicatos rurais para prestar assistência técnica aos produtores que precisam corrigir pendências identificadas na análise do CAR pelos órgãos ambientais.

A iniciativa, completou, também contribui para a adequação ao Código Florestal, amplia a segurança jurídica das propriedades e facilita o acesso a políticas públicas, como o crédito rural, além de incentivar práticas produtivas alinhadas à conservação ambiental.

Segundo Lucchi, a ciência foi pilar fundamental para a evolução do Agro no Brasil. “Para seguirmos sendo competitivos, temos que ter a pesquisa pautando as políticas públicas voltadas ao setor”.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Plantio de amendoim direto na palha reduz custo de produção em até 20%
Mercado

SP caminha para safra recorde de grãos com destaque para amendoim, soja e milho

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

SP caminha para safra recorde de grãos com destaque para amendoim, soja e milho

O estado de São Paulo deve registrar um novo recorde na produção de grãos na safra 2025/26, segundo o “Relatório de acompanhamento mensal da safra de grãos” deste mês, elaborado pelo Departamento Técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp). Com base em dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o relatório da Faesp aponta que a produção paulista está estimada em 12,14 milhões de toneladas, volume 4,1% superior ao obtido no ciclo anterior. O crescimento é impulsionado pela expectativa de ampliação da área cultivada e da produtividade.

O principal destaque é o amendoim, que deve alcançar a maior produção da história do estado na primeira safra, com estimativa de 1,02 milhão de toneladas, avanço de 11,7% em relação à temporada passada. O resultado reflete as condições climáticas favoráveis, que elevaram a produtividade média para 4.850 kg por hectare. Considerando os dois ciclos de cultivo, São Paulo deve colher 1,03 milhão de toneladas de amendoim, crescimento de 11,6% na comparação anual.

A soja também deve bater novo recorde estadual, com produção estimada em 5,37 milhões de toneladas. Mesmo com leve redução na produtividade média, a expansão de 3% da área plantada, que chegou a 1,4 milhão de hectares, sustenta o aumento de 1,7% em relação à safra anterior, que já havia registrado o maior volume da série histórica.

No caso do milho, a produção paulista deve alcançar 4,58 milhões de toneladas em 2025/26. A estimativa da segunda safra é de 2,77 milhões de toneladas, enquanto o milho verão está projetado em 1,8 milhão de toneladas, representando crescimento de 13,4% sobre o ciclo anterior.

No cenário nacional, a Conab também projeta um novo recorde para a safra de grãos, estimada em 358,6 milhões de toneladas, aumento de 1,8% em comparação com 2024/25. O rendimento médio das lavouras deve reduzir 0,3%, mas compensado pela expansão da área cultivada.

O desempenho do amendoim, especialmente das lavouras paulistas favorecidas pelas chuvas registradas entre fevereiro e março, eleva em 10,6% a estimativa de produção nacional em relação à safra passada. A produção de feijão deve ficar praticamente estável em relação a 2024/25, com ligeira redução de 0,5%. A produção nacional de milho deverá atingir 140,46 milhões de toneladas, mantendo-se em patamar muito próximo ao observado na temporada anterior.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

 

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Mudanças climáticas elevam pressão por crédito e seguro rural, diz OCB

Por Redação 24/06/2026
Escrito por Redação

Mudanças climáticas elevam pressão por crédito e seguro rural, diz OCB

Secas prolongadas, geadas, enchentes e perdas de safra cada vez mais frequentes têm ampliado a pressão sobre o campo brasileiro, colocando o crédito e o seguro rural no centro das discussões sobre o futuro do agro. Em meio ao avanço das mudanças climáticas extremas, cooperativas e produtores defendem o fortalecimento das políticas públicas voltadas à gestão de riscos, ao financiamento da produção e à ampliação do seguro rural no país.

A preocupação ganhou ainda mais força nos últimos anos diante do aumento das perdas provocadas pelo clima e da baixa cobertura do seguro rural no Brasil. “Em muitas regiões, produtores seguem expostos a prejuízos severos sem acesso a instrumentos adequados de proteção financeira, o que compromete não apenas a continuidade da produção, mas também a renda das famílias e a economia de municípios fortemente dependentes do agro”, explica João Prieto, gerente Técnico e Econômico do Sistema OCB.

Nesse cenário, segundo ele, as cooperativas agropecuárias têm papel estratégico. “Presentes em diferentes etapas da cadeia produtiva, elas oferecem assistência técnica, apoio à comercialização, organização da produção e acesso ao crédito para milhares de produtores rurais, especialmente pequenos e médios cooperados. Além disso, as cooperativas também atuam como estruturas de proteção econômica e social em momentos de crise, ajudando produtores a enfrentar perdas e manter a atividade produtiva mesmo em cenários adversos”.

Para o deputado federal e coordenador de Infraestrutura da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Tião Medeiros (PR), o fortalecimento das políticas de seguro rural é fundamental para garantir mais segurança ao campo brasileiro. “A agricultura brasileira tem enfrentado momentos extremamente difíceis nos últimos anos, principalmente em razão dos eventos climáticos adversos e das frustrações de safra. A baixa cobertura do seguro rural no Brasil agrava ainda mais essa situação, deixando muitos produtores desamparados e à mercê da sorte, expostos a perdas causadas por secas, geadas, enchentes e outros fenômenos climáticos, que podem até levar produtores rurais à falência”, afirmou.

Para o parlamentar, ampliar o acesso às ferramentas de proteção é essencial para garantir estabilidade ao setor produtivo. “Projetos voltados ao fortalecimento do seguro rural são fundamentais para garantir mais segurança ao homem e à mulher do campo, ao ampliar o acesso à proteção securitária e permitir que o produtor possa trabalhar com mais tranquilidade, sem produzir com a corda no pescoço. Fortalecer o agro é garantir segurança para quem produz, gera empregos e sustenta a economia do nosso país”, complementa.

Entre as propostas em debate no Congresso Nacional, o projeto de autoria da senadora e vice presidente da Frencoop pelo Senado, Tereza Cristina (MS), busca modernizar a política nacional de seguro rural, ampliar as fontes de financiamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e viabilizar avanços na regulamentação do Fundo de Catástrofe. “O crédito é fundamental para garantir investimento, produção e desenvolvimento econômico no campo. Mas, diante do aumento dos riscos climáticos, o seguro rural também passa a ser uma ferramenta indispensável para dar previsibilidade e segurança aos produtores e às cooperativas”, ressalta João Prieto.

Ainda de acordo com ele, fortalecer esses mecanismos significa proteger toda a cadeia produtiva. “As cooperativas atuam diretamente no suporte aos produtores, especialmente em momentos de dificuldade. Por isso, ampliar o acesso ao crédito e modernizar os instrumentos de gestão de risco rural é uma medida essencial para garantir competitividade, continuidade produtiva e estabilidade econômica no agro brasileiro”, completa.

Fonte: Datagro

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

24/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Radar AgTech mapeia startups do agro na América Latina e no Caribe

Por Redação 23/06/2026
Escrito por Redação
Radar AgTech mapeia startups do agro na América Latina e no Caribe

Soluções digitais para dentro da porteira são os principais produtos ofertados pelas agtechs // Foto: Lilian Alves

A experiência do Radar AgTech no Brasil foi ampliada e, pela primeira vez, mapeou as startups do setor agropecuário na América Latina e no Caribe. Foram identificadas 2.656 agtechs em 23 países, sendo que a maior concentração está no Cone Sul.

O levantamento foi liderado pela Embrapa, em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Homo Ludens e SP Venture. Também contou com apoio do Programa Cooperativo para Desenvolvimento Tecnológico Agroalimentar e Agroindustrial do Cone Sul (Procisur) e do Instituto Tecnológico de Monterrey (México).

O mapeamento mostrou que o Brasil concentra 78% das startups mapeadas, com um total de 2.075. Argentina, com 158; México, com 110; Chile, com 91; Colômbia, com 79; e Uruguai, com 74, vêm logo atrás na lista dos países com mais agtechs.

“Os dados do Radar Agtech LAC 2026 demonstram que a América Latina e o Caribe estão passando por um processo consistente de amadurecimento do ecossistema de inovação agropecuária. Embora ainda exista uma forte concentração regional, observa-se uma crescente capacidade de geração de soluções tecnológicas adaptadas às realidades produtivas locais”, observa um dos autores do levantamento, o analista da Embrapa Aurélio Favarin.

Para o coordenador de Digitalização Agroalimentar do IICA, Federico Bert, a junção da experiência da Embrapa elaborando o Radar Agtech com o alcance territorial do IICA na região foi fundamental para caracterizar o estado atual do ecossistema regional e conceber ações para fortalecê-lo.

“Compreender como o ecossistema se integra e evolui é o ponto de partida para fomentar seu crescimento e desenvolvimento, tanto no setor público quanto no privado”, afirma Bert, que destacou como ponto positivo o grande número de agtechs em comparação ao de outras regiões do mundo.

De acordo com o levantamento, não foram encontradas agtechs em dez dos 33 países da América Latina e do Caribe. A pequena extensão territorial de alguns, a baixa população e a incipiência do setor agropecuário explicam essa ausência. Ainda assim, os autores consideram que os números podem estar subestimados, uma vez que a falta de uma instituição de referência local que participasse do levantamento dificultou o acesso à informação. Em alguns casos, o mapeamento foi feito por meio de bases secundárias.

“É um primeiro esforço e temos agora um marco inicial, um parâmetro para um levantamento mais amplo e fidedigno no ano que vem”, afirma Favarin.

A diferença entre os países é também um reflexo do nível de adoção de tecnologias no setor agropecuário em cada um deles.

“No IICA observamos uma heterogeneidade significativa no desenvolvimento dos ecossistemas de agrotecnologia entre os países; muito ainda precisa ser feito para consolidar o ecossistema regional. O Radar serve como ferramenta de referência e inspiração, especialmente para os países que promovem o desenvolvimento de seus ecossistemas. Mais importante ainda, atua como um meio para que as partes interessadas de diferentes países se conectem e criem redes, de modo a facilitar a construção de uma estrutura que impulsione a inovação na região”, analisa Federico Bert.

O Radar Agtech América Latina e Caribe trouxe uma inovação metodológica em relação às edições do Radar Agtech Brasil. Além de classificar as agtechs em relação à atuação antes, dentro ou fora da porteira e de identificar o tipo de solução tecnológica, nesta edição as startups foram mapeadas quanto às cadeias produtivas em que atuam. No questionário era possível indicar até três cadeias.

A maior parte das agtechs, 1.480, atuam em múltiplas cadeias produtivas. Os cultivos agrícolas são o alvo de 751 empresas, e a pecuária de corte, de 136. Horticultura e fruticultura são as cadeias de produção de 88 agtechs, enquanto a silvicultura corresponde a de 84.

“A diversidade das cadeias presentes reforça o caráter heterogêneo da agricultura e da pecuária regionais e evidencia a capacidade das startups de desenvolver soluções adaptadas às especificidades produtivas locais”, analisa Aurélio Favarin.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

23/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Quebras de safra sustentam valorização do feijão em 2026, aponta Cepea/CNA

Por Redação 23/06/2026
Escrito por Redação

Quebras de safra sustentam valorização do feijão em 2026, aponta Cepea/CNA

As perdas de produtividade registradas nas principais regiões produtoras e a redução da área cultivada sustentaram a valorização do feijão ao longo do primeiro semestre de 2026. O movimento elevou os preços pagos ao produtor e foi repassado gradualmente ao varejo, resultando em maior cautela por parte dos compradores, é o que aponta o índice Cepea/CNA.

Até maio, o feijão carioca acumulou alta entre 85% e 90% nas cotações ao produtor, enquanto os preços ao consumidor avançaram 41,09%. Já o feijão preto registrou valorização de 51,7% na origem e de 13,69% no varejo.

Em junho, a entrada da segunda safra contribuiu para a acomodação dos preços do feijão carioca, com recuo de 9,01% nos lotes de padrão superior e de 11,24% nos intermediários. Em sentido contrário, a oferta restrita do feijão preto, após o encerramento da colheita no Paraná, manteve as cotações firmes. O produto tipo 1 apresentou alta de 3,94% no mês e acumula valorização de 57,6% no ano.

Feijão carioca peneira 12 ou nota 9,0 ou superior – O aumento da demanda em São Paulo e no Paraná impulsionou as cotações em Itapeva (SP) e Curitiba (PR), com altas semanais de 3,25% e 3,35%, respectivamente. Em Minas Gerais, contudo, a proximidade da nova safra pressionou os preços dos estoques remanescentes, resultando em queda de 3,73%.

As áreas irrigadas do Cerrado seguem no radar dos agentes de mercado devido às boas condições das lavouras e à proximidade da colheita, prevista para o início de julho, o que pode ampliar a oferta nas próximas semanas.

Feijão carioca (notas 8 e 8,5) – O comportamento dos preços apresentou diferenças entre as regiões produtoras. Na região de Belo Horizonte (MG), as cotações avançaram 5,93%, impulsionadas pela comercialização de grãos recém-colhidos. Na Metade Sul do Paraná, a maior atratividade dos preços dos lotes comerciais estimulou as negociações e resultou em valorização de 5,08%.

Por outro lado, foram observadas quedas em Curitiba (PR) e Sorriso (MT), de 2,63% e 0,86%, respectivamente. No Sul e Sudoeste de Minas Gerais, os preços recuaram 3,94% em função da liquidação de lotes que perderam qualidade em decorrência das chuvas. No Leste Goiano, a retração de 11,71% refletiu um ajuste das cotações para níveis mais competitivos em relação às demais regiões produtoras.

Feijão preto tipo 1 – As negociações permaneceram pontuais ao longo da semana. Em Itapeva (SP), o abastecimento mais confortável das indústrias resultou em recuo de 2,92% nas cotações. Em Curitiba (PR), a menor presença de compradores também pressionou os preços, que registraram queda de 6,49%.

Na metade Sul do Paraná, entretanto, a demanda mais aquecida favoreceu os negócios e sustentou alta de 1,17% nas cotações semanais. A oferta limitada do produto de melhor qualidade segue como fator de sustentação dos preços nas principais regiões produtoras.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

23/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Chuvas favorecem desenvolvimento das lavouras de primeira safra, diz Conab
Notícias

Frente fria provoca chuvas e queda nas temperaturas em áreas produtoras

Por Redação 23/06/2026
Escrito por Redação

Frente fria provoca chuvas e queda nas temperaturas em áreas produtoras

Uma frente fria deve mudar as condições do tempo em grande parte do Brasil até o dia 29 de junho, com previsão de chuvas e queda nas temperaturas em importantes regiões produtoras do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O sistema começou a atuar no Sul nesta segunda-feira (22) e avança ao longo da semana pelo Sudeste e Centro-Oeste. A partir desta terça(23), as chuvas atingem São Paulo e, posteriormente, áreas do Triângulo e sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, sul de Goiás, oeste e sul de Mato Grosso, além de Rondônia, Acre e sudoeste do Amazonas.

No Centro-Oeste, os maiores acumulados, próximos de 60 mm, podem ocorrer entre o sul de Goiás, sudeste de Mato Grosso e nordeste de Mato Grosso do Sul. Já no Sudeste, volumes de até 70 mm são esperados em áreas do norte e leste de São Paulo, Serra da Mantiqueira, Vale do Paraíba e sul de Minas Gerais.

Na Região Sul, as chuvas mais intensas devem se concentrar no norte do Rio Grande do Sul, centro-oeste de Santa Catarina e Paraná, com acumulados entre 40 mm e 50 mm. A tendência é de redução da instabilidade a partir de terça-feira.

No Norte do país, permanecem as condições de pancadas isoladas, principalmente no norte do Amazonas, Roraima e Amapá, onde os volumes podem superar 70 mm ao longo da semana. Já no Tocantins e sul do Pará, o tempo deve seguir firme.

No Nordeste, a previsão indica continuidade das chuvas fracas e isoladas ao longo da faixa litorânea, com acumulados de até 40 mm em áreas do Maranhão, Pernambuco, Paraíba e Alagoas.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

23/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui