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EmpresasTecnologia

Fendt celebra a produção de 50 mil unidades do trator 900 Vario com edição especial

Por Redação 03/07/2026
Escrito por Redação

Fendt - Fendt celebra a produção de 50 mil unidades do trator 900 Vario com edição especial

A história da transmissão Vario e da série Fendt 900 estão interligadas. Em 1996, a Fendt, fabricante alemã de maquinário agrícola de alta tecnologia, apresentou a transmissão continuamente variável Vario no Fendt Favorit 926 Vario, lançando as bases para o sucesso tanto da série quanto da transmissão Vario.

Desde então, a série tem servido repetidamente como plataforma para a introdução de novas tecnologias, como o terminal Vario, o sistema de controle de pressão dos pneus VarioGrip e o ABS projetado especificamente para tratores. No teste DLG PowerMix, o Fendt 900 Vario alcançou as melhores pontuações em diversas ocasiões, impulsionando o crescimento da marca Fendt em diversos países. Seu design compacto e alto desempenho impressionaram produtores em todo o mundo. O design da série foi premiado em 2005, entre outros, com o Red Dot Design Award.

Para comemorar o aniversário, a Fendt está lançando uma edição especial limitada que homenageia a história da série. O modelo apresenta a pintura no estilo da Fendt Design Line de 2005 e, assim como naquela época, inclui o pacote cromado. Além disso, está disponível nas cores Preto, Azul Aço, Verde Abeto, Preto Vermelho e Verde Natureza, e apresenta as seguintes especificações: soleira da porta gravada, tapete bordado com logotipo de aniversário, emblema no capô com o logotipo de aniversário, banco SuperComfort em couro Titanium com encosto de cabeça bordado com o logotipo de aniversário. Esta edição especial é limitada a 300 unidades.

O modelo especial de edição limitada estará em exposição em diversas feiras e eventos nos próximos meses. Entre outros locais, a Fendt o apresentará na feira de máquinas agrícolas EIMA, em Bolonha, Itália, de 11 a 14 de novembro.

 

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03/07/2026 0 Comentários
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EIMA amplia estrutura e se prepara para uma edição recorde
Mercado

EIMA amplia estrutura e se prepara para uma edição recorde

Por Redação 03/07/2026
Escrito por Redação

EIMA amplia estrutura e se prepara para uma edição recorde

Novos detalhes da EIMA International 2026, uma das principais feiras mundiais de máquinas agrícolas, foram apresentados durante a assembleia geral da FederUnacoma, entidade italiana que representa os fabricantes do setor. O evento será realizado em Bolonha (Itália), de 10 a 14 de novembro de 2026, e já registra níveis recordes de procura por espaços de exposição e um elevado padrão dos projetos apresentados pelos expositores.

Pela primeira vez, a feira utilizará a chamada Área Maserati, ampliando permanentemente o perímetro do centro de exposições. A expectativa é reunir mais de 60 mil modelos de máquinas, implementos e tecnologias agrícolas.

Segundo a diretora-geral da FederUnacoma, Simona Rapastella, a EIMA reúne boa parte do trabalho técnico, econômico e institucional desenvolvido pela federação para fortalecer a cooperação internacional.

“A EIMA reúne grande parte do trabalho técnico, econômico e de relacionamento realizado pela Federação, sempre com o objetivo de promover a cooperação entre os países”, afirmou.

Feira reforça papel estratégico para o setor

Para a FederUnacoma, as feiras de negócios continuam sendo ferramentas essenciais para o desenvolvimento da indústria de máquinas agrícolas. Durante a apresentação do relatório anual da entidade, Rapastella destacou que a edição de 2026 foi planejada para atender melhor às necessidades do mercado, começando excepcionalmente em uma terça-feira e encerrando no sábado.

“A feira otimiza as ações de marketing, organiza a apresentação das tecnologias, evidencia as novas tendências e fortalece relações de confiança entre profissionais do mundo inteiro”, destacou. Segundo ela, esse papel se torna ainda mais relevante em um cenário internacional marcado pelo aumento do protecionismo e das tensões geopolíticas.

A executiva acrescentou que a EIMA também funciona como uma plataforma para ampliar a cooperação internacional, estimulando parcerias comerciais, industriais, científicas e tecnológicas.

Estrutura ampliada

Até o momento, 1.800 empresas expositoras já confirmaram participação, enquanto outras mais de 100 permanecem em lista de espera. A organização estima que toda a área disponível será ocupada.

Além do novo Pavilhão 35, serão montados três pavilhões temporários. A principal novidade será justamente a utilização da Área Maserati, que passa a integrar definitivamente o complexo da feira, contando com os novos Pavilhões 11 e 12 e infraestrutura logística ampliada.

Também foram reforçados os serviços internos do parque de exposições e as conexões de transporte entre o evento, o aeroporto, a estação ferroviária e diferentes regiões da cidade de Bolonha.

Na edição anterior, realizada em novembro de 2024, a EIMA registrou um público recorde de 350 mil visitas.

Público internacional e novidades

A organização espera receber visitantes de 150 países, além de delegações oficiais de 90 países, organizadas pela agência italiana de comércio exterior (ICE). Também estão previstas participações de parlamentares italianos e europeus e de representantes de governos e do setor agroalimentar na área institucional denominada Extend.

Rapastella destacou ainda que a edição de 2026 deverá ter um impacto visual ainda maior, impulsionado pela qualidade dos projetos de estandes enviados pelas empresas expositoras.

Pela primeira vez, será promovido um concurso em parceria com a Associação de Designers Industriais (ADI) para premiar os melhores projetos de estandes, iniciativa que se soma aos tradicionais prêmios da feira destinados às melhores inovações tecnológicas e aos expositores que mais valorizam a comunicação de suas marcas.

Internacionalização e inovação

A diretora-geral ressaltou que a EIMA representa a consolidação das ações desenvolvidas pela FederUnacoma ao longo do ano, especialmente nas áreas de internacionalização, regulamentação e desenvolvimento tecnológico.

Segundo ela, a federação organiza dezenas de missões empresariais e participações coletivas em feiras ao redor do mundo, além de atuar em temas ligados à digitalização, automação e robótica, que terão destaque especial na edição de 2026.

As pesquisas estatísticas e econômicas produzidas pela entidade também servem de base para a organização da feira. Paralelamente, a FederUnacoma tem investido na capacitação das empresas por meio da AFI Academy.

 

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03/07/2026 0 Comentários
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EmpresasTecnologia

Parceria entre fundação da AGCO e The Nature Conservancy impulsiona agricultura regenerativa no Cerrado

Por Redação 02/07/2026
Escrito por Redação
Parceria entre fundação da AGCO e The Nature Conservancy impulsiona agricultura regenerativa no Cerrado

A ação tem como foco apoiar produtores rurais na adoção de práticas regenerativas // Foto: Irra Studio

A The Nature Conservancy (TNC), organização de conservação ambiental, apoiada pela a AGCO Agriculture Foundation (AAF), desenvolve iniciativa estratégica voltada à transformação dos sistemas de produção no Cerrado brasileiro. A ação tem como foco apoiar produtores rurais na adoção de práticas regenerativas, conciliando produtividade, viabilidade econômica e conservação dos recursos naturais.

Considerado um dos biomas mais estratégicos do mundo para a produção de alimentos, o Cerrado desempenha papel fundamental na segurança alimentar, hídrica e climática. A parceria fortalece o protagonismo dos produtores na transição para modelos mais sustentáveis, oferecendo suporte técnico contínuo, acesso a conhecimento aplicado e apoio à redução de riscos na tomada de decisão.

A colaboração entre as instituições já viabilizou a implementação de unidades de demonstração em parceria com universidades, onde sistemas integrados de produção são testados em condições reais. Esses espaços funcionam como laboratórios a céu aberto, permitindo que produtores avaliem, na prática, os benefícios técnicos e econômicos das soluções regenerativas.

O projeto contribui para a consolidação de um modelo de assistência técnica territorial, voltado à formação de profissionais locais e à criação de um ecossistema permanente de suporte ao produtor rural. A iniciativa também contempla ações voltadas à gestão eficiente da água e à adaptação às mudanças climáticas, fatores cada vez mais relevantes para a sustentabilidade da produção no bioma.

Com novos investimentos previstos para os próximos anos, a iniciativa busca ampliar o alcance das ações, fortalecendo resultados já obtidos e promovendo escala em regiões estratégicas. Entre os resultados esperados estão o aumento da produtividade em áreas já abertas, a melhoria da resiliência climática das propriedades e o fortalecimento da renda. Esses resultados contribuem ainda para criar condições que favorecem a continuidade das atividades no campo.

“Essa parceria reforça o compromisso da AGCO, por meio da AAF, com o desenvolvimento de uma agricultura mais eficiente e sustentável. Ao apoiar iniciativas que conectam inovação, conhecimento técnico e realidade de campo, contribuímos para que os produtores tenham condições de evoluir seus sistemas produtivos com segurança e visão de longo prazo”, afirma Marcelo Traldi, gerente geral da AGCO.

“A experiência no Cerrado mostra que, quando assistência técnica de qualidade chega de forma consistente e conectada à realidade local, é possível avançar com produtividade, reduzir riscos e gerar benefícios ambientais ao mesmo tempo. Ao integrar ciência, capacitação local e parcerias multissetoriais e estratégicas, como a AGCO Agriculture Foundation e organizações locais, estamos gerando evidências que contribuem para orientar políticas públicas e investimentos, criando bases consistentes para ampliar o acesso a soluções efetivas no campo”, diz Julia Mangueira, Diretora da The Nature Conservancy (TNC) Brasil para o Cerrado.

 

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02/07/2026 0 Comentários
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Komatsu lança carregadeira de rodas para o agro na Agrishow 2026
Mercado

Renegociação das dívidas é decisiva para o sucesso do Plano Safra, afirma SIMERS

Por Redação 02/07/2026
Escrito por Redação

Renegociação das dívidas é decisiva para o sucesso do Plano Safra, afirma SIMERS

O anúncio dos Planos Safra 2026/2027 para a agricultura empresarial e para a agricultura familiar representa um avanço para o financiamento da produção agropecuária brasileira, especialmente pela redução das taxas de juros das principais linhas de investimento. No entanto, para que os recursos disponibilizados pelo Governo Federal cumpram seu papel de impulsionar a produção e a modernização do campo, será necessário resolver um desafio imediato: a situação dos produtores rurais endividados. Essa é a avaliação do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (SIMERS), que defende a homologação da renegociação das dívidas rurais nos próximos 30 dias para garantir o acesso efetivo ao crédito.

O Plano Safra 2026/2027 para a agricultura empresarial prevê R$ 525,1 bilhões para médios e grandes produtores, um acréscimo de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior. Do total, R$ 140,2 bilhões serão destinados às linhas de investimento voltadas à modernização das propriedades, armazenagem, irrigação, inovação tecnológica e renovação de máquinas e equipamentos.

As condições de financiamento também foram aprimoradas. No Pronamp, os juros caíram para 9% ao ano. Já o crédito de custeio empresarial será ofertado com taxa de 12,5% ao ano. Programas voltados à inovação, irrigação, cooperativismo, agricultura de baixo carbono e renovação de máquinas terão taxas entre 8% e 12,5%. No Moderfrota, principal linha de financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas, a taxa foi reduzida de 13,5% para 12,5%. O Moderfrota Pronamp e o Inovagro também tiveram redução, passando de 12,5% para 11,5%.

O Plano Safra da Agricultura Familiar também trouxe medidas consideradas positivas pelo setor. O Governo Federal anunciou R$ 97,3 bilhões para crédito rural, seguro agrícola, compras públicas e assistência técnica, sendo R$ 85,2 bilhões destinados ao Pronaf, um crescimento de quase 9% em relação à safra anterior. Para a indústria de máquinas, destacam-se a redução dos juros de 2,5% para 1,5% ao ano na aquisição de máquinas e equipamentos pela agricultura familiar, além da ampliação do limite de financiamento de R$ 100 mil para R$ 120 mil. Para tratores e implementos agrícolas de até R$ 250 mil, foi mantida a taxa de 5% ao ano, preservando o incentivo à mecanização das pequenas propriedades.

Para o presidente do SIMERS, Claudio Bier, a redução dos juros representa um avanço importante para a modernização do campo, mas o Plano Safra somente alcançará seus objetivos se os produtores tiverem condições reais de acessar o crédito.

“A redução dos juros do Moderfrota atende a uma demanda histórica do setor e fortalece o principal programa de financiamento para a renovação de máquinas e equipamentos agrícolas. Mas, para que o Plano Safra cumpra seu papel, crédito e renegociação das dívidas precisam caminhar juntos. Hoje, milhares de produtores, especialmente no Rio Grande do Sul, seguem impedidos de investir porque ainda aguardam uma solução para seu endividamento. Esperamos que essa renegociação seja homologada nos próximos 30 dias para que os recursos anunciados cheguem efetivamente ao campo, afirma o presidente do SIMERS.

Embora o setor reconheça o esforço do Governo Federal em reduzir o custo do crédito, a avaliação inicial é de que os recursos destinados às linhas de investimento, especialmente ao Moderfrota, ainda podem ficar abaixo da demanda do mercado. O programa é considerado estratégico para acelerar a renovação da frota de máquinas agrícolas e ampliar a competitividade do agronegócio brasileiro.

“A redução dos juros nas linhas de financiamento é uma sinalização positiva tanto para a agricultura empresarial quanto para a agricultura familiar, porque amplia o acesso à tecnologia e incentiva a modernização do campo. No entanto, será fundamental que os recursos destinados ao Moderfrota sejam compatíveis com a demanda do setor. Renovar máquinas significa aumentar a produtividade, reduzir custos, melhorar a eficiência e fortalecer toda a cadeia do agronegócio. Da mesma forma, ampliar o acesso da agricultura familiar à mecanização representa um passo importante para impulsionar o desenvolvimento regional e tornar as pequenas propriedades cada vez mais competitivas”, diz Carolina Rossato, vice-presidente do SIMERS.

Os impactos dessas políticas vão além das propriedades rurais. A indústria de máquinas e implementos agrícolas é uma das principais parceiras do desenvolvimento do agronegócio brasileiro, responsável por levar tecnologia, inovação e ganhos de produtividade ao campo. O Rio Grande do Sul concentra cerca de 65% da capacidade produtiva nacional de máquinas e implementos agrícolas, consolidando-se como o principal polo fabricante do país. O segmento gera aproximadamente 35 mil empregos diretos e 150 mil indiretos, movimentando uma ampla cadeia industrial de fornecedores, serviços e inovação.

Na avaliação do SIMERS, fortalecer programas como o Moderfrota e ampliar os incentivos à mecanização da agricultura familiar significa investir diretamente na competitividade do agronegócio e da indústria nacional. No entanto, esse esforço precisa ser acompanhado por uma solução definitiva para o endividamento dos produtores rurais.

Afinal, um setor responsável por cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro depende de políticas públicas que garantam não apenas crédito disponível, mas também condições reais para que produtores de todos os portes possam acessar os financiamentos e transformá-los em novos investimentos, geração de empregos, inovação e desenvolvimento econômico.

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Mercado

FPA critica Plano Safra e aponta redução no crédito efetivo ao produtor

Por Redação 01/07/2026
Escrito por Redação
Fendt - FPA critica Plano Safra e aponta redução no crédito efetivo ao produtor

Pedro Lupion, presidente da FPA

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou nota nesta terça-feira (30) criticando o Plano Safra 2026/27 anunciado pelo governo federal. Para a entidade, embora o programa tenha sido apresentado como o maior da história, os recursos efetivamente destinados ao crédito rural tradicional foram reduzidos em relação ao ciclo anterior.

Segundo a FPA, houve diminuição dos recursos para custeio e comercialização, modalidade considerada essencial para financiar o plantio, a compra de insumos e a manutenção da produção. A bancada também destacou a redução dos recursos do Moderfrota, principal programa de financiamento para máquinas e equipamentos agrícolas, e do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), voltado à expansão da capacidade de armazenagem nas propriedades rurais.

Na avaliação da entidade, o aumento dos recursos destinados aos investimentos foi impulsionado pela inclusão de fundos que, segundo a FPA, não fazem parte do crédito rural tradicional, o que não resolveria a necessidade de financiamento enfrentada pelos produtores.

A frente parlamentar também demonstrou preocupação com a redução dos recursos equalizados e com o orçamento destinado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). De acordo com a nota, a limitação de recursos ocorre em um momento de maior risco climático, com a confirmação da atuação do fenômeno El Niño.

Apesar das críticas, a FPA reconheceu a redução das taxas de juros anunciada pelo governo, mas avaliou que a medida é insuficiente diante do elevado endividamento do setor e das restrições de acesso ao crédito.

A entidade também criticou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de lançamento do Plano Safra da agricultura empresarial, afirmando que a decisão transmite um sinal de divisão entre os diferentes segmentos do agronegócio. Por fim, a FPA informou que continuará defendendo, no Congresso Nacional, medidas como a renegociação das dívidas rurais e o fortalecimento do seguro rural.

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Mercado

Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 terá R$ 97,3 bilhões

Por Redação 01/07/2026
Escrito por Redação

Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 terá R$ 97,3 bilhões

O governo lançou, nesta terça-feira (30), o Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027, que destina R$ 97,3 bilhões para fortalecer a produção de alimentos, ampliar o acesso ao crédito, incentivar a produção sustentável e promover o desenvolvimento rural em todo o país. O anúncio foi realizado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com a participação da ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli, e reúne recursos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de investimentos em programas como Garantia-Safra e a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Entre as medidas anunciadas estão novas condições de crédito do Pronaf para a Safra 2026/2027 que somam R$ 85,2 bilhões, aumento de quase 9% do crédito comparado à última safra.  Além disso, foram lançados dez editais que somam R$ 832,5 milhões em investimentos e devem beneficiar mais de 93 mil famílias. A iniciativa fortalece a assistência técnica e extensão rural (Ater), o cooperativismo, a agroecologia, a agricultura urbana, a juventude rural, a sociobioeconomia e a autonomia das mulheres rurais, ampliando a produção sustentável e a inclusão produtiva no campo.

Destaques

Entre os destaques está o Terra à Mesa Garantia-Safra Semiárido, com R$ 413,4 milhões para atender 63,6 mil famílias, que inclui edital para organizações da sociedade civil no valor de R$ 319,8 milhões e parcerias com instituições estaduais de assistência técnica e extensão rural. Também foram assinados editais para inovação tecnológica em cooperativas, novos projetos de quintais produtivos, agricultura urbana, plantas medicinais, investimentos comunitários e fortalecimento da pesca artesanal.

Também foram anunciados investimentos em agricultura regenerativa, no Programa Nacional de Florestas Produtivas e no Programa Amazônia Viva, reforçando a produção sustentável e a geração de renda nos territórios rurais. Em seu discurso, a presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG), Vânia Marques, destacou a importância da retomada dos recursos de crédito para a agricultura familiar. 

O pacote inclui ainda medidas para ampliar o acesso às políticas públicas, como o lançamento do Simulador de Crédito do Pronaf, novas funcionalidades do aplicativo Meu Imóvel Rural e a criação de políticas voltadas à assistência técnica pesqueira, ao abastecimento alimentar, às plantas medicinais e à conservação de recursos genéticos, fortalecendo a segurança alimentar, a comercialização e a sustentabilidade da agricultura familiar.

 

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01/07/2026 0 Comentários
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Vendas de tratores e colheitadeiras recuam no primeiro bimestre
Mercado

Mercado de máquinas agrícolas pode cair até 20% em 2026, avalia Abimaq

Por Redação 30/06/2026
Escrito por Redação

Mercado de máquinas agrícolas pode cair até 20% em 2026, avalia Abimaq

Clarisse Sousa – O setor de máquinas agrícolas pode encerrar 2026 com queda entre 15% e 20% nas vendas em relação ao ano passado, segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). A projeção reflete, principalmente, a baixa rentabilidade dos produtores de soja e milho, cenário que continua limitando os investimentos e deve manter o mercado pressionado.

“O ano está muito difícil para o setor. Não enxergamos, neste momento, nenhum gatilho claro para uma recuperação do mercado”, afirmou Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq, durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (30). Ele informou ainda que a entidade avaliará os efeitos do Plano Safra 2026/27, anunciado pelo governo federal nesta terça-feira, antes de consolidar a projeção para este ano. “Teremos reunião nesta quarta-feira (1º) para avaliar o programa. O segundo semestre de 2025 já foi bastante fraco e o cenário atual continua desafiador”, disse.

Estevão atribui a retração do setor à baixa rentabilidade do produtor rural. “O mercado está fraco porque a rentabilidade está muito baixa. Soja e milho continuam apresentando margens reduzidas, enquanto os preços das commodities não estão em patamares elevados”, explicou.

A receita líquida da indústria de máquinas e implementos agrícolas somou R$ 4,59 bilhões em maio, queda de 31% em relação ao mesmo mês de 2025. No acumulado de janeiro a maio, o faturamento alcançou R$ 21,67 bilhões, recuo de 21,1% frente ao mesmo período do ano passado.

Tratores 

Nas vendas de tratores ao usuário final, foram comercializados 3.345 unidades em maio, queda de 8,1% em relação a abril e de 16,6% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o segmento apresenta retração de 9,5%. As vendas de fábrica somaram 3.764 unidades, crescimento de 2% sobre abril, mas queda de 16,5% frente ao mesmo mês do ano passado.

As exportações de tratores seguem em trajetória positiva. Em maio foram embarcadas 783 unidades, alta de 58,2% em relação a abril e de 49,4% na comparação anual. No acumulado de 2026, o crescimento chega a 37,7%.

Colheitadeiras 

O segmento de colheitadeiras continua sendo o mais afetado pela retração dos investimentos. Em maio foram vendidas 108 unidades ao usuário final, queda de 38,6% sobre abril e de 47,1% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o recuo chega a 39,2%.

As vendas de fábrica somaram apenas 41 unidades, retração de 24,1% frente a abril e de 81,7% na comparação anual.

Comércio exterior

As exportações de máquinas e implementos agrícolas somaram US$ 132,9 milhões em maio, crescimento de 7,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro a maio, as vendas externas avançam 17,5%.

Já as importações alcançaram US$ 110,7 milhões em maio, queda de 6,6% na comparação anual e retração de 9% no acumulado.

Plano Safra 2026/27

A expectativa do setor agora está voltada aos efeitos do Plano Safra 2026/27. O programa anunciado hoje vai destinar R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial e reduziu as taxas de juros em diversas linhas de financiamento. No Moderfrota, principal programa de financiamento para máquinas agrícolas, os juros caíram para 11,5% ao ano, para produtores enquadrados no Pronamp, e para 12,5% ao ano para os demais produtores.

Na avaliação de Estevão, o efeito do novo Plano Safra tende a ser neutro para o setor. “Não é bom, mas também não é ruim” e manteve características semelhantes às das edições anteriores. “Não houve grandes avanços. É um Plano com caráter de continuidade. Não é uma notícia ruim, mas também não traz mudanças significativas para o mercado.” 

Embora o Moderfrota tenha recebido menos recursos que no ciclo anterior (caiu de R$ 12,5 bilhões para R$ 5,8 bilhões), Estevão avalia que esse recuo tende a ser compensado pelos recursos destinados ao programa Move Agricultura, também voltado ao financiamento de máquinas agrícolas, que disponibilizará R$ 14 bilhões em crédito com taxa de 9,2% ao ano. Segundo ele, a soma das duas linhas (Moderfrota + Move Agricultura) mantém um volume considerado adequado para o financiamento de máquinas agrícolas. 

 

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Crédito rural empresarial atinge R$ 404 bilhões no Plano Safra 2025/2026
Mercado

Plano Safra 2026/27 terá R$ 525 bilhões e corte nas taxas de juros

Por Redação 30/06/2026
Escrito por Redação

Plano Safra 2026/27 terá R$ 525 bilhões e corte nas taxas de juros

Clarisse Sousa – O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o Plano Safra 2026/27 para a agricultura empresarial, com R$ 525,1 bilhões em recursos para financiamento. O volume representa um acréscimo de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior, quando foram disponibilizados R$ 516,2 bilhões. Embora o aumento tenha sido modesto, o principal anúncio ficou por conta da redução das taxas de juros, uma das principais reivindicações do setor diante da Selic elevada e do encarecimento do crédito rural.

As taxas de juros das principais linhas de financiamento passam a variar entre 8% e 12,5% ao ano, com redução de até 1,5 ponto percentual em relação à safra passada. No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), voltado aos médios produtores, os financiamentos terão taxa máxima de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. O programa contará com R$ 72,6 bilhões, ante R$ 69,1 bilhões na safra 2025/26.

Do total anunciado, R$ 384,9 bilhões serão destinados às operações de custeio e comercialização, que financiam despesas como aquisição de insumos, condução das lavouras, manutenção dos rebanhos e comercialização da produção. Outros R$ 140,2 bilhões serão direcionados aos investimentos, contemplando a modernização das propriedades, ampliação da capacidade de armazenagem, irrigação, inovação tecnológica e renovação de máquinas e equipamentos. Os demais produtores e cooperativas terão acesso a R$ 452,5 bilhões em financiamentos.

O novo Plano Safra também amplia os incentivos às práticas sustentáveis. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas agropecuárias reconhecidas poderão obter redução de até um ponto percentual na taxa de juros das operações de custeio, sendo 0,5 ponto percentual pelo CAR regular e outros 0,5 ponto percentual pela adoção de práticas sustentáveis. A medida busca estimular a produção com menor impacto ambiental e premiar propriedades que conciliam produtividade e regularidade ambiental.

O anúncio atende parcialmente às expectativas do setor. Antes da divulgação, entidades do agronegócio defendiam não apenas um aumento dos recursos, mas principalmente a redução dos juros, o reforço da equalização e maior previsibilidade na liberação das linhas de crédito. A preocupação era que, mesmo com um orçamento maior, o custo do financiamento continuasse limitando o acesso dos produtores ao crédito em um cenário de elevado endividamento rural e juros básicos ainda elevados.

 

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Mercado

Plano Safra será lançado nesta terça em meio a juros altos e preocupação com acesso ao crédito

Por Redação 29/06/2026
Escrito por Redação

Plano Safra será lançado nesta terça em meio a juros altos e preocupação com acesso ao crédito

Clarisse Sousa – O anúncio do Plano Safra 2026/27 ocorre em Brasília nesta terça-feira (30), em meio a um momento desafiador para o agronegócio brasileiro. Os juros elevados e o aumento do endividamento rural, uma das principais preocupações do setor, devem dificultar o acesso ao crédito.

As projeções do mercado apontam para um Plano Safra entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, considerando os recursos destinados à agricultura empresarial e familiar. No ciclo anterior, apenas a agricultura empresarial contou com R$ 516,2 bilhões. A expectativa é de um aumento próximo a 10% no volume total de recursos disponibilizados.

Embora haja expectativa de ampliação dos recursos para financiamentos, a principal preocupação do setor não está apenas no montante anunciado pelo governo, mas na capacidade efetiva de esses recursos chegarem ao produtor em um ambiente de maior cautela por parte das instituições financeiras.

“O Plano Safra é um instrumento fundamental para o agronegócio, mas a necessidade de recursos do setor é muito superior ao que tradicionalmente é disponibilizado. O agro brasileiro demanda algo entre R$ 1,2 trilhão e R$ 1,3 trilhão por ano para financiar suas operações”, avalia Wolney Arruda, CEO da Plantae Agrocrédito.

O executivo explica que o estoque de dívidas do setor se aproxima de R$ 800 bilhões, cenário que tem levado bancos e agentes financeiros a reforçar critérios de análise, garantias e capacidade de pagamento. Essas medidas têm dificultado o acesso ao crédito por parte dos produtores rurais, muitos deles já endividados.

“O produtor vive um paradoxo. Ele precisa de crédito para manter a atividade e financiar a próxima safra, mas muitas vezes já carrega obrigações relevantes contratadas em ciclos anteriores. Ao mesmo tempo, as instituições financeiras precisam encontrar mecanismos para financiar o novo ciclo sem ignorar esse passivo”, explica.

Taxa de juros

No ciclo atual (2025/26), as taxas para a agricultura empresarial chegam a 14% ao ano. Com a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano, o custo da equalização dos financiamentos é pressionado, o que dificulta a redução das taxas ao produtor.

Ainda assim, o setor espera uma redução nas taxas do novo Plano Safra. Segundo negociações prévias divulgadas pelo Ministério da Agricultura, os juros podem variar entre 6% e 11% ao ano, dependendo da linha de crédito e do perfil do produtor. Também há expectativa de manutenção de juros em um dígito para operações de custeio e de redução média de até dois pontos percentuais nas linhas voltadas à agricultura empresarial.

Mesmo com a perspectiva de cortes graduais na Selic ao longo do segundo semestre, o custo do financiamento continua pressionando as decisões de investimento dentro das propriedades.

“A principal palavra neste momento é disciplina. O crédito precisa estar conectado à capacidade de geração de receita da fazenda. O produtor precisa olhar para fluxo de caixa, custo de produção e capacidade de pagamento antes de assumir novas obrigações”, aconselha Arruda.

Outro tema considerado prioritário por entidades do setor é a ampliação dos recursos destinados à equalização dos juros. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende que o governo reserve R$ 27 bilhões, praticamente o dobro do orçamento atual, estimado em cerca de R$ 13,5 bilhões. O objetivo é garantir taxas mais competitivas e evitar novas suspensões temporárias das linhas equalizadas, como ocorreu neste ano.

Moderfrota

Representantes da indústria e produtores rurais também defendem a ampliação dos recursos destinados ao Moderfrota, programa estratégico para a modernização do parque de máquinas agrícolas. Nos últimos anos, as contratações do Moderfrota vêm desacelerando em função dos juros elevados e da redução da capacidade de investimento dos produtores.

Entre os principais pleitos do setor estão a redução das taxas de juros, maior previsibilidade na liberação dos recursos ao longo da safra e o reforço da equalização pelo governo, medida considerada essencial para garantir a competitividade das linhas de financiamento e estimular a renovação da frota agrícola.

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29/06/2026 0 Comentários
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Tecnologia

Embrapa lança projeto para antecipar e monitorar riscos climáticos na agricultura

Por Redação 26/06/2026
Escrito por Redação

Embrapa lança projeto para antecipar e monitorar riscos climáticos na agricultura

A Embrapa anunciou o lançamento de um novo projeto voltado à antecipação e ao monitoramento de riscos climáticos na agricultura. Intitulado “Do risco à decisão: soluções inteligentes para antecipação e monitoramento de riscos climáticos na agricultura”, seu início é previsto para julho de 2026 e terá duração de 48 meses. Resultado de uma Chamada Comissionada, da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DEPD), a ação será conduzida por uma rede de 39 pesquisadores e analistas da Embrapa, integrantes das equipes técnicas de 15 Unidades Descentralizadas, sob liderança da Embrapa Agropecuária Oeste.

“Queremos fortalecer a capacidade do setor agrícola brasileiro de prevenir perdas e tomar decisões mais assertivas diante de eventos climáticos adversos”, afirma o pesquisador Danilton Luiz Flumignan, líder do projeto.

O projeto contará com investimento inicial de R$ 2 milhões da Embrapa e se encontra disponível para cooperação técnica e financeira. Para mais informações sobre acordos de cooperação, o contato pode ser feito com o gestor de comunicação do projeto, pesquisador Éder Comunello (eder.comunello@embrapa.br).

A iniciativa tem como foco principal culturas estratégicas como soja, milho e trigo, além de outras culturas relevantes, incluindo arroz, feijão-comum, feijão-caupi, mandioca e frutíferas de clima temperado (uva e maçã). Entre os principais fatores de risco analisados estão os eventos de seca e geada, dois grandes causadores de perdas de produtividade agrícola no país.

Atuação em três frentes

O projeto tem como objetivo enfrentar o problema em três frentes principais. A primeira envolve o desenvolvimento de indicadores e metodologias para análise de risco climático, com foco em sistemas de alerta precoce capazes de antecipar eventos climáticos adversos, o que subsidiará a tomada de decisões e a mitigação de impactos.

A segunda frente focará o monitoramento de perdas agrícola, através do uso de avançados modelos biofísicos de simulação para estimar perdas reais de produtividade, permitindo acompanhar, em tempo quase real, os efeitos do clima sobre a produção agrícola nacional.

Já a terceira etapa integra o desenvolvimento de bases de dados, ferramentas analíticas e modelos de simulação em um ambiente digital, formando a base para aquilo que será uma futura plataforma de gestão de riscos climáticos.

“Uma das metas é criar uma plataforma digital integrada para gestão de riscos climáticos na agricultura brasileira, fundamentada em dados e ciência. A ferramenta deverá oferecer painéis de visualização e análises que auxiliem tanto produtores rurais quanto agentes públicos e instituições financeiras”, explica Flumignan sobre os resultados esperados.

O pesquisador destaca que o projeto se propõe a atuar com uma abordagem preventiva e inteligente, antecipando crises e impactos diante de eventos climáticos. Além de apoiar o setor produtivo na adaptação e aumento da resiliência, o projeto também deverá contribuir para a otimização de políticas públicas, como seguros e crédito rural, e para o monitoramento do desempenho da economia agrícola nacional.

Segundo ele, a ação se articula com iniciativas já existentes, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ampliando a capacidade de análise e resposta frente aos desafios impostos pelo clima a agricultura nacional.

“Os eventos climáticos extremos têm imposto desafios crescentes à agricultura brasileira e exigem respostas cada vez mais baseadas em ciência, dados e capacidade de antecipação. Este projeto reforça o compromisso da Embrapa com o desenvolvimento de soluções que apoiem produtores, agentes públicos e instituições financeiras na gestão dos riscos e na construção de sistemas produtivos mais resilientes”, destaca o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, Clenio Pillon.

“A iniciativa reúne competências de 15 Unidades da Embrapa e integra conhecimentos em clima, solos, culturas agrícolas, modelagem e agricultura digital. Essa atuação em rede é fundamental para transformar informações qualificadas em instrumentos práticos de apoio à decisão, contribuindo para reduzir perdas, aperfeiçoar políticas públicas e fortalecer a sustentabilidade da produção agropecuária brasileira”, finaliza.

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26/06/2026 0 Comentários
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