O IrrigaFácil, que contava com abertura de uma turma ao ano, passou para um novo modelo de negócio, a fim de ser ofertado de forma contínua
A partir de agora, o IrrigaFácil, curso on-line da Embrapa sobre uso racional da água na agricultura, passa a ter oferta contínua. A capacitação, com sucesso consolidado nos últimos anos, apresenta conhecimentos sobre manejo de irrigação e preservação de recursos hídricos.
Por ter uma demanda frequente, o IrrigaFácil, que contava com abertura de uma turma ao ano, passou para um novo modelo de negócio, a fim de ser ofertado de forma contínua, possibilitando inscrições a qualquer momento pelos interessados.
O curso apresenta alta qualidade técnica, com conteúdo desenvolvido por especialistas da Embrapa. Os assuntos são abordados com recursos didáticos modernos, como videoaulas, animações e games.
“São trabalhados desde fundamentos sobre solos, água na agricultura, clima, como também demandas hídricas das principais culturas, estratégias de irrigação, chegando a conhecimentos sobre gestão e avaliação econômica de sistemas produtivos irrigados”, explica o supervisor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) Fredson Chaves.
O IrrigaFácil tem como foco públicos especializados: profissionais de Ciências Agrárias, agentes de assistência técnica, gestores e operadores de sistemas irrigados.
O curso é ofertado em formato 100% on-line e disponibiliza aos participantes as ferramentas necessárias para desenvolver habilidades no manejo sustentável da irrigação.
Para mais informações e inscrições, acesse aqui.


A pecuarista Dora Bileco assumiu a gestão da fazenda da família em Mato Grosso do Sul após ficar viúva. Com filhos pequenos, Dora teve que estudar, capacitar-se e abandonar a arquitetura para dar continuidade aos negócios, antes comandados pelo marido. Encontrou muita resistência entre os empregados, muitos pediram demissão por não aceitarem o comando feminino. Ela conta que para evitar ser colocada à prova, costumava ler os manuais de máquinas e equipamentos quando precisava contratar serviços de manutenção ou comprar peças para seus tratores.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destinou cerca de R$ R$ 26 milhões para o estado da Bahia. Os valores são provenientes de emendas parlamentares de bancada e financiaram a compra de quase 160 itens: foram 10 retroescavadeiras, 73 tratores e 73 kits de implementos agrícolas (compostos por arado, grade e carreta). O repasse foi realizado por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária da Bahia (SFA/BA).
De janeiro a novembro deste ano, o agro paulista apresentou aumento (+5,3%) nas exportações, alcançando US$ 25,30 bilhões, e redução (-1,1%) nas importações, totalizando US$ 4,65 bilhões. O resultado é um superávit de US$ 20,65 bilhões, 6,9% superior em relação a 2022. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo de SP.
O método de amostragem de solos agrícolas, crucial para correção e fertilização, há muito é conhecido e utilizado pela comunidade agrícola brasileira. O país, com suas práticas eficientes, tem registrado índices de produtividade crescentes em diversas culturas. No entanto, diante das crescentes preocupações com as mudanças climáticas, afetadas pelos gases de efeito estufa, uma nova questão emergiu: qual método é mais adequado para amostrar os solos agrícolas e determinar o conteúdo de carbono estocado?
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estima crescimento de 11,7% do setor segurador em 2024, levando em conta uma projeção de Produto Interno Bruto de 2,5%. Os dados do setor foram divulgados durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, 14, em São Paulo. Há previsões otimistas para o seguro rural.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinará até R$ 336 milhões do Fundo Amazônia para promover a agricultura de base sustentável e a alimentação escolar saudável. Por meio de edital, serão selecionados 10 projetos que atuem no fortalecimento da capacidade de produção, aquisição e consumo de alimentos sustentáveis e da sociobiodiversidade, abrangendo todos os nove estados da Amazônia Legal.


O prazo para os produtores rurais com área acima de quatro módulos fiscais realizarem a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) termina no dia 31 de dezembro de 2023. Já os proprietários dos imóveis rurais com área de até quatro módulos fiscais deverão realizar a inscrição até 31 de dezembro de 2025.