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RS anuncia mais de R$ 200 milhões para projetos de irrigação
Notícias

Curso on-line da Embrapa sobre uso e manejo de irrigação recebe inscrições

Por redação 19/12/2023
Escrito por redação

O IrrigaFácil, que contava com abertura de uma turma ao ano, passou para um novo modelo de negócio, a fim de ser ofertado de forma contínua

Curso on-line sobre uso e manejo de irrigação da Embrapa recebe inscriçõesA partir de agora, o IrrigaFácil, curso on-line da Embrapa sobre uso racional da água na agricultura, passa a ter oferta contínua. A capacitação, com sucesso consolidado nos últimos anos, apresenta conhecimentos sobre manejo de irrigação e preservação de recursos hídricos.

Por ter uma demanda frequente, o IrrigaFácil, que contava com abertura de uma turma ao ano, passou para um novo modelo de negócio, a fim de ser ofertado de forma contínua, possibilitando inscrições a qualquer momento pelos interessados.

O curso apresenta alta qualidade técnica, com conteúdo desenvolvido por especialistas da Embrapa. Os assuntos são abordados com recursos didáticos modernos, como videoaulas, animações e games.

“São trabalhados desde fundamentos sobre solos, água na agricultura, clima, como também demandas hídricas das principais culturas, estratégias de irrigação, chegando a conhecimentos sobre gestão e avaliação econômica de sistemas produtivos irrigados”, explica o supervisor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) Fredson Chaves.

O IrrigaFácil tem como foco públicos especializados: profissionais de Ciências Agrárias, agentes de assistência técnica, gestores e operadores de sistemas irrigados.

O curso é ofertado em formato 100% on-line e disponibiliza aos participantes as ferramentas necessárias para desenvolver habilidades no manejo sustentável da irrigação.

Para mais informações e inscrições, acesse aqui.

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Notícias

Mulheres dirigem 1,7 milhão de propriedades rurais no Brasil e continuam invisíveis

Por redação 19/12/2023
Escrito por redação

Publicação Mulheres na Pecuária traz histórias femininas na gestão de fazendas pelo Brasil

Mulheres - Mulheres dirigem 1,7 milhão de propriedades rurais no Brasil e continuam invisíveisA pecuarista Dora Bileco assumiu a gestão da fazenda da família em Mato Grosso do Sul após ficar viúva. Com filhos pequenos, Dora teve que estudar, capacitar-se e abandonar a arquitetura para dar continuidade aos negócios, antes comandados pelo marido. Encontrou muita resistência entre os empregados, muitos pediram demissão por não aceitarem o comando feminino. Ela conta que para evitar ser colocada à prova, costumava ler os manuais de máquinas e equipamentos quando precisava contratar serviços de manutenção ou comprar peças para seus tratores.

Assim como Dora, no Brasil, 1,7 milhão de mulheres estão na gestão ou codireção de propriedades rurais, segundo o Censo Agropecuário de 2017. Para apresentar um pouco sobre essas produtoras, a Embrapa lançou a Coleção Mulheres Rurais no Brasil, levando em consideração diferentes realidades.

Mesmo diante da multiplicidade de papéis assumidos nos estabelecimentos, a participação feminina passa quase despercebida. Em Mulheres na Pecuária, um dos livros da coleção, são apresentados dados, informações, perfis e desafios no gerenciamento de suas atividades no campo.

Bahia recebe R$ 26 milhões para fomento ao setor agropecuário

A publicação, coordenada pela pesquisadora Claudia de Mori, da Embrapa Pecuária Sudeste, foi escrita por vários pesquisadores e pesquisadoras de centros com atuação em pecuária no país.

Para Claudia, embora alguns fatos mostrem a importância da participação feminina na produção pecuária, há poucos registros, pesquisas e divulgação sobre o assunto.

“Os novos tempos e a mudança nos comportamentos trouxeram esse tema para o debate e uma coleção de publicações que contextualizem esta participação e os principais problemas, tira o assunto da invisibilidade e contribui nessa discussão”, destaca a pesquisadora.

As mulheres desempenham múltiplos papeis e responsabilidades na criação de animais, na propriedade e na família. Segundo Claudia, elas estão na lida diária do manejo, na gestão da propriedade, na agroindustrialização e nas organizações sociais. “Infelizmente, aspectos culturais e normas sociais fizeram com que a contribuição econômica das mulheres na produção agroalimentar fosse ignorada e tratada como ‘complementar”.

“Os dados e histórias trazidas nessa publicação mostram um pouco desta multiplicidade de atuação e a importância das mulheres na produção pecuária. As histórias têm em comum uma mesma questão: a mulher produtora ou técnica ainda é vista com estranheza e desconfiança e isso exige dela um esforço muito maior para provar seu conhecimento e valor. Embora haja muitos problemas, elas têm seguido, transformando suas realidades e seu entorno. Elas mostram que o mundo da pecuária também é feminino”, observa.

O documento também apresenta recomendações de ações e políticas públicas direcionadas para as mulheres no campo, no que diz respeito ao enfrentamento a desigualdades de gênero no meio rural. Claudia ressalta que uma mudança mais efetiva e ampla requer políticas públicas de acesso a recursos, serviços e treinamentos, contemplando a diversidade das situações nas diferentes regiões do território brasileiro.

O Censo (2017) mostra que apenas 18,2% (450 mil) dos estabelecimentos de pecuária tinham, no período, gestão feminina. A região Nordeste apareceu com mais da metade dos estabelecimentos pecuários geridos por mulheres (53,8%). Na sequência, seguem Sudeste (16,5%), Sul (10,4%), Centro-Oeste (10,2%) e Norte (9,2%). O tamanho médio da propriedade com mulheres na gestão foi de 48,8 ha, já as dirigidas por homens correspondem a uma média de 94,9 ha.

O perfil dessas gestoras é mais jovem comparando-se aos homens. Cerca de 30% delas têm menos de 35 anos. Nessa faixa etária, o grupo masculino é de 24,3%.

A publicação contribui para o alcance da meta 5, proposta pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), relacionada à igualdade de gênero.

São autores do volume Claudia De Mori (Embrapa Pecuária Sudeste), Danielle Ribeiro Azevêdo (Embrapa Meio-Norte), Jorge Sant’Anna dos Santos (Embrapa Pecuária Sul), Juliana Alves Dias (Embrapa Rondônia), Manuela Sampaio Lana (Embrapa Gado de Leite), Mariana de Aragão Pereira (Embrapa Gado de Corte), Patrícia Goulart Bustamante (Embrapa Alimentos e Territórios), Thais Basso Amaral (Embrapa Agricultura Digital), Helenira Marinho Vasconcelos (Embrapa Agroindústria Tropical) e Aline Costa Silva (Embrapa Caprinos e Ovinos).

Mulheres na direção

Em 1 mil hectares, no município de Bagé (RS), Lieli Borges Pereira trabalha com gado de corte e plantio de soja. Com a morte prematura do pai, Lieli assumiu a gestão da propriedade, saindo da cidade para a fazenda. Situações como essa não são incomuns. A sucessão antecipada por evento que envolve invalidez ou morte do pai-gestor.

Lucy Araújo de Armas, pequena produtora rural no município de Jaguarão (RS), trabalha em uma propriedade com 140 hectares, sendo 10 arrendados. No estabelecimento, cria gado de corte e ovinos. Lucy atua na criação e comercialização de cordeiros.

Antonielly Rottoli iniciou na pecuária em Mato Grosso do Sul, apoiando o marido nas atividades, principalmente na contabilidade. A mudança para Alto Paraíso (RO), em 2013, foi um momento de transformação. Com o desenvolvimento e ampliação do negócio, ela aprimorou-se tecnicamente e como líder. Além de pecuarista, Antonielly é bacharel em Direito, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais e líder do Movimento Agromulheres Rondônia.

A veterinária Aline Kehrle, junto com seu marido e em sociedade com seu pai, comanda uma propriedade rural de cinco mil hectares noTocantins. Ela se formou, fez mestrado e morou fora do Brasil por dois anos, quando decidiu voltar, implantou um sistema inovador na fazenda que tinha sido de seu avô: o sistema ultra denso de pastejo rotacionado, preconizado pelo biólogo Allan Savory.

“Fazer algo diferente de todo mundo já gera desconfiança. Feito por uma mulher, então, mais ainda”, observa Aline. Mas a veterinária mantém a determinação de fazer a diferença: “Eu acredito muito no que a gente faz [na fazenda]. É muito difícil mudar o mundo inteiro. A gente só consegue mudar ao nosso redor”. Por experiência própria, ela aconselha às mulheres que se dedicam à pecuária a cercarem-se de pessoas que acreditem nelas e busquem espaços onde sejam bem recebidas.

Filha de produtores rurais de Betânia, no Piauí, Francisca Neri é produtora de ovinos. Iniciou no associativismo aos 16 anos como secretária da Ascobetânia. A oportunidade surgiu por uma demanda do Projeto Viva o Semiárido, para que mulheres e jovens participassem da diretoria da associação. Francisca foi preparada pelos dirigentes da Ascobetânia e, ao completar 18 anos, assumiu a presidência.

Atualmente, é secretária de agricultura de Betânia, vice-presidente da Ascobetânia e atua como conselheira da Cooperativa dos Produtores Rurais da Chapada Vale do Itaim (Coovita). Para Francisca, sua vida gira em torno da agricultura familiar, sendo a organização coletiva a sua ferramenta de transformação dos produtores e da realidade local.

Segundo ela, a mulher nas organizações é um novo necessário, por sua sensibilidade para conduzir as situações, maior capacidade de organização, pensar mais longe e ocupar espaços necessários, além de agregar a família ao negócio. Em 2022, ela foi reconhecida pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) como uma das Líderes da Ruralidade.

Rosevania Viera da Silva Leite é uma mulher do Agreste Alagoano. Há 30 anos comprou a sua primeira cabra para garantir a alimentação da filha recém-nascida. Rosevania vive em Limoeiro de Anadia, onde produz e comercializa leite de cabra e derivados, agregando valor e gerando renda para sustentar a família.

Desde 2010, envolve-se em exposições de caprinos na região Nordeste, buscando meios para melhorar a qualidade de vida das famílias da região do agreste e do sertão. Atualmente, é presidente da Associação de Agricultores Alternativos, uma organização formada por agricultores familiares que realiza capacitações visando à elaboração de produtos à base de leite de cabra.

Há, no país, muitos grupos de mulheres engajadas na agropecuária. Esses movimentos promovem encontros técnicos, treinamentos e até congressos voltados exclusivamente para o público feminino. Segundo a pesquisadora Claudia de Mori, as mulheres vêm conquistando seu espaço e contribuindo com novas perspectivas para uma pecuária mais plural e diversa.

 

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Notícias

Bahia recebe R$ 26 milhões para fomento ao setor agropecuário

Por redação 18/12/2023
Escrito por redação

Valor financiou compra de quase 160 itens, entre tratores, retroescavadeiras e kits de implementos agrícolas

Bahia recebe R$ 26 milhões para fomento ao setor agropecuárioO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destinou cerca de R$ R$ 26 milhões para o estado da Bahia. Os valores são provenientes de emendas parlamentares de bancada e financiaram a compra de quase 160 itens: foram 10 retroescavadeiras, 73 tratores e 73 kits de implementos agrícolas (compostos por arado, grade e carreta). O repasse foi realizado por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária da Bahia (SFA/BA).

Foram R$ 11,7 milhões destinados à compra de tratores agrícolas (ao valor de R$ 161,3 mil cada); e R$ 8,5 milhões para a aquisição de retroescavadeiras (ao valor de R$ 854,3 mil cada). Além disso, do valor repassado ao estado, mais de R$ R$ 5,6 milhões foram utilizados para a compra dos kits (R$ 77,895,54 cada kit com arado, grade e carreta).

Balança comercial do agro paulista tem superávit de US$ 20,6 bilhões

Os repasses têm o objetivo de impulsionar a agropecuária na Bahia, subsidiando a obtenção de equipamentos e veículos que proporcionam mais produtividade, segurança e celeridade no escoamento da produção, garantindo o incremento da renda aos produtores.

O principal público beneficiado pela medida são famílias de pequenos agricultores que exploram lavouras de subsistência em diversos municípios baianos, sobretudo aqueles que têm dificuldade no escoamento da produção, devido à precariedade ou inexistência de estradas vicinais.

Os tratores, bem como os kits de implementos agrícolas, tornarão mais eficiente o preparo do solo, resultando em mais produtividade. As retroescavadeiras, por sua vez, serão úteis ao potencializar a qualidade e a velocidade no escoamento da produção, por meio da abertura de estradas vicinais e criando novas rotas de integração e comercialização.

 

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Notícias

Balança comercial do agro paulista tem superávit de US$ 20,6 bilhões

Por redação 18/12/2023
Escrito por redação

Resultado foi 6,9% superior ao mesmo período do ano passado

Balança comercial do agro paulista tem superávit de US$ 20,6 bilhõesDe janeiro a novembro deste ano, o agro paulista apresentou aumento (+5,3%) nas exportações, alcançando US$ 25,30 bilhões, e redução (-1,1%) nas importações, totalizando US$ 4,65 bilhões. O resultado é um superávit de US$ 20,65 bilhões, 6,9% superior em relação a 2022. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo de SP.

As exportações do agronegócio paulista atingem 39,4% de representatividade do total geral do estado, enquanto a participação das importações setoriais é de 7%.

Pesquisa propõe método de amostragem de solos para monitoramento do carbono

“Estes números demonstram que o agro paulista está no caminho certo. Tenho certeza que vamos ultrapassar o saldo final de 2022 e bater todos os recordes. O agro é um setor que cresce a cada ano e tem uma representatividade enorme dentro do Estado de São Paulo”, destaca o secretário de estado de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai.

Os números indicam uma grande possibilidade das exportações e do saldo do agro paulista ultrapassarem os valores recordes (US$ 25,98 e US$ 20,89 bilhões, respectivamente) obtidos no ano de 2022.

 

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Pesquisa propõe método de amostragem de solos para monitoramento do carbono

Por redação 18/12/2023
Escrito por redação

Pesquisa propõe método de amostragem de solos para monitoramento do carbonoO método de amostragem de solos agrícolas, crucial para correção e fertilização, há muito é conhecido e utilizado pela comunidade agrícola brasileira. O país, com suas práticas eficientes, tem registrado índices de produtividade crescentes em diversas culturas. No entanto, diante das crescentes preocupações com as mudanças climáticas, afetadas pelos gases de efeito estufa, uma nova questão emergiu: qual método é mais adequado para amostrar os solos agrícolas e determinar o conteúdo de carbono estocado?

Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente conduziram um estudo explorando a relação entre a amostragem do solo e a variabilidade das estimativas de estoque de carbono. Segundo Alfredo Luiz, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, o estudo concluiu que, para estimar o estoque de carbono até os 30 cm, um tamanho amostral de 9 pontos de coleta por talhão agrícola homogêneo (de até 50 hectares) se mostrou suficiente, garantindo uma precisão igual ou menor que 10% de coeficiente de variação na estimativa média.

“Os resultados desse estudo visam contribuir para a criação de um protocolo que permita o monitoramento preciso do carbono no solo. Essa etapa é fundamental para a participação do setor agrícola no tão aguardado mercado de carbono, proporcionando uma base sólida para avaliar e mitigar as emissões de gases de efeito estufa através das atividades agrícolas”, destaca Luiz.

Quando dados pontuais precisos estiverem disponíveis, será necessário complementá-los com informações sobre a distribuição espacial das lavouras e a área ocupada por elas. Essas informações são essenciais para extrapolações que possibilitarão o acompanhamento nacional dos estoques de carbono. Grande parte desses dados será obtida no próximo Censo Agropecuário do IBGE, o décimo segundo a ser realizado no Brasil, já em fase de planejamento e discussão pela comunidade envolvida na geração e análise de dados. A expectativa é que a iniciativa contribua significativamente para a construção de uma abordagem mais sustentável e consciente no setor agrícola brasileiro.

Seguro rural privado deve crescer 23% em 2024, prevê CNSeg

Em novembro de 2023, na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, foi realizada a sexta edição da Esamp. O evento teve a finalidade de congregar estatísticos, pesquisadores, estudantes e profissionais das universidades e de organizações produtoras de informação estatística, e usuários destas informações na academia, governo e indústria, para apresentar e discutir os mais recentes desenvolvimentos em planejamento amostral, métodos de pesquisa e análise de dados de levantamentos amostrais.

Segundo Luiz, foi uma oportunidade única para que os participantes se atualizassem quanto às melhores práticas para planejar, produzir, disseminar e analisar dados provenientes de fontes amostrais.

 

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Seguro rural privado deve crescer 23% em 2024, prevê CNSeg

Por redação 15/12/2023
Escrito por redação

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, categoria registrou aumento de 4,5%, atingindo a arrecadação de R$ 11,1 bilhões

Seguro rural privado deve crescer 23% em 2924, prevê CNSegA Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estima crescimento de 11,7% do setor segurador em 2024, levando em conta uma projeção de Produto Interno Bruto de 2,5%. Os dados do setor foram divulgados durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, 14, em São Paulo. Há previsões otimistas para o seguro rural.

Exportações do agronegócio foram de US$ 13,5 bilhões em novembro

Para Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, mesmo diante do desenvolvimento do setor ainda é possível aprimorar ainda mais os resultados.

“O nosso maior desafio é aumentar a cobertura de segurados no Brasil. Por isso, temos colocado atenção e esforço, para fazer o benefício do seguro chegar a um número cada vez maior de pessoas”, explica.

Para 2024, há previsões otimistas para o seguro rural, com uma estimativa de aumento de 23,1%, superando em 18,1 p.p. a projeção para o restante de 2023.

O seguro rural, no acumulado do ano, teve aumento de 4,5%, atingindo a arrecadação de R$ 11,1 bilhões. Em termos de retorno aos produtores na forma de indenizações, no acumulado do ano, a comparação com os pagamentos de indenizações sofre a influência dos eventos climáticos severos ocorridos em 2022, principalmente no Sul do Brasil, onde boa parte das apólices do seguro rural estão localizadas.

Nos primeiros nove meses do ano, foram desembolsados R$ 3,5 bilhões em indenizações, representando uma redução significativa de 63,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. Somente em setembro, o segmento pagou expressivos R$ 332,8 milhões, registrando um aumento de 45,0% em relação a setembro de 2022.

 

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Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
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BNDES vai destinar recursos do Fundo Amazônia para agricultura familiar

Por redação 15/12/2023
Escrito por redação

Iniciativa é parceria do Banco com Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e três ministérios: MDA, MDS e MMA

BNDES vai destinar recursos do Fundo Amazônia para agricultura familiarO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinará até R$ 336 milhões do Fundo Amazônia para promover a agricultura de base sustentável e a alimentação escolar saudável. Por meio de edital, serão selecionados 10 projetos que atuem no fortalecimento da capacidade de produção, aquisição e consumo de alimentos sustentáveis e da sociobiodiversidade, abrangendo todos os nove estados da Amazônia Legal.

A iniciativa integra, de um lado, a produção de agricultores familiares – incluindo quilombolas, assentados e grupos de mulheres, povos indígenas e demais povos e comunidades tradicionais – e, de outro lado, o consumo dessa produção pelas escolas da rede pública.

“Essa abordagem, de apoio à demanda e à oferta de forma integrada, é inovadora e abre caminho para o desenvolvimento de modelos que podem ser disseminados pela Amazônia Legal e pelo país”, avalia a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.

A seleção faz parte da iniciativa “Amazônia na Escola: Comida Saudável e Sustentável”, resultado de uma parceria entre BNDES, gestor do Fundo Amazônia, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). As instituições assinarão acordo de cooperação técnica prevendo ações para implementação da chamada.

Exportações do agronegócio foram de US$ 13,5 bilhões em novembro

A chamada pública apoiará com no mínimo R$ 10 milhões cada selecionado e tem previsão de alcançar 56 municípios, marcando nova fase do Fundo, voltada a projetos estruturantes, de maior escala e impacto. Para a diretora do BNDES, a consolidação de cadeias produtivas sustentáveis e justas é fundamental para um novo modelo de desenvolvimento, baseado na bioeconomiacomo alternativa às atividades indutoras do desmatamento.

“A chamada tem o mérito de dar soluções a vários desafios conhecidos da região, conciliando geração de emprego e renda, justiça social, conservação ambiental, estímulo à economia local a partir de atividades produtivas sustentáveis e aumento da segurança alimentar de crianças e jovens”, explica. Podem participar da seleção fundações de direito privado, associações civis e cooperativas.

Fonte: Datagro

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Exportações do agronegócio chegam a US$ 13,5 bilhões em novembro

Por redação 15/12/2023
Escrito por redação

Com esse resultado, atingiu-se recorde de exportação para os meses de novembro

Mulheres - Exportações do agronegócio chegam a US$ 13,5 bilhões em novembro

As exportações brasileiras de produtos do agronegócio foram de US$ 13,5 bilhões em novembro de 2023, um valor US$ 1,3 bilhão superior na comparação com os US$ 12,2 bilhões exportados no mesmo mês de 2022. Com esse resultado, atingiu-se recorde de exportação para os meses de novembro, que correspondeu a 48,4% das exportações totais do Brasil.

O resultado de novembro, segundo indicam dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), foi fortemente influenciado pela elevação do volume embarcado, que subiu 19,2%.

Apesar da queda de 6,9% nos preços médios de exportação dos produtos do agronegócio brasileiro, impossibilitando o registro de um valor ainda mais expressivo nas exportações.

A safra recorde de grãos 2022/2023 possibilitou o aumento do volume exportado pelo Brasil. Neste ano de 2023, até novembro, o Brasil já exportou praticamente 180 milhões de toneladas diretas de grãos ou 56% da safra total, que foi de 319,9 milhões de toneladas.

Valor da Produção Agropecuária deve atingir R$ 1,1 trilhão este ano

Soja em grãos, açúcar de cana, farelo de soja e carne bovina são, para os analistas da SCRI, os produtos que mais contribuíram para o crescimento das exportações no mês.

Destaque de novembro, as exportações de soja em grãos atingiram volume de 5,20 milhões de toneladas. Esta quantidade embarcada foi 105,8% superior ao exportado no mesmo período do ano passado. O setor é o maior responsável pelo crescimento das vendas externas do agronegócio.

As vendas externas de soja em grãos alcançaram US$ 2,73 bilhões em novembro de 2023, com alta de 76,0%.

As exportações de soja em grãos para a China cresceram 90,2% entre novembro de 2023 e o mesmo mês do ano passado. O país adquiriu 87,5% do volume total exportado pelo Brasil de soja em grãos em novembro de 2023.

O volume exportado de milho também foi recorde para os meses de novembro, atingindo 7,40 milhões de toneladas, um aumento de 25,7%. Por sua vez, a queda do preço médio de exportação do milho em 19,9% no período em análise impediu uma maior elevação do valor exportado, que foi de US$ 1,68 bilhão (+0,7%).

Assim como para a soja, a China permanece sendo o principal mercado importador do milho brasileiro, com US$ 605,94 milhões ou 2,73 milhões de toneladas. O país asiático respondeu por 36,9% do volume exportado pelo Brasil do cereal.

O terceiro produto com desempenho favorável em novembro foi farelo de soja. As vendas externas de farelo de soja subiram de US$ 793,88 milhões em novembro de 2022 para US$ 916,65 milhões em 2023, alta de 15,5%. O aumento do valor se dá em função do incremento do volume exportado, que cresceu 23,7%. União Europeia, Indonésia e Coreia do Sul foram os maiores importadores do produto brasileiro.

Acumulado do ano (janeiro a novembro)

Entre janeiro e novembro de 2023, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram o montante de US$ 153,08 bilhões, o que representou expansão de 3,6% em comparação aos US$ 147,70 bilhões exportados entre janeiro e novembro de 2022.

Dessa forma, os produtos do agronegócio brasileiro representaram 49,3% das exportações brasileiras no período, 1,3 ponto percentual a mais do que a participação do agronegócio nas vendas externas entre janeiro e novembro de 2022.

 

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Tecnologia

Fabricante AGCO é reconhecida em duas categorias no Prêmio Caio

Por redação 14/12/2023
Escrito por redação

Marca recebeu ouro na categoria Convenção Internacional e prata na categoria Operação e Produção de Eventos

Fabricante AGCO é reconhecida em duas categorias no Prêmio Caio

 A AGCO, fabricante e distribuidora mundial de máquinas agrícolas e tecnologia de agricultura de precisão, foi premiada com troféu de ouro e de prata na 24ª edição do Prêmio Caio, que reconhece as melhores empresas e profissionais da indústria de eventos e turismo de negócios do Brasil. A cerimônia de premiação aconteceu no dia 12 de dezembro, em São Paulo (SP).

A companhia recebeu o troféu Ouro na categoria Convenção Internacional pelo AGCO Board of Director 2022, realizado em Brasília (DF) e organizado pela Agência Comunicato Eventos Únicos. O evento reuniu os principais executivos da liderança mundial da AGCO para compartilhar ideias e traçar estratégias para o futuro da agricultura.

Assista na MIA TV: conheça a utilização da embreagem de tratores

A AGCO também conquistou o troféu prata na categoria Operação e Produção de Eventos, reconhecendo a qualidade e impacto do estande da Fendt durante a Agrishow, uma das mais importantes feiras agrícolas do país, realizada em Ribeirão Preto (SP). O estande da Fendt, desenvolvido pela Agência D´Lima, foi um espaço que ofereceu aos visitantes uma experiência imersiva e interativa no universo da tecnologia agrícola.

“Estamos honrados pela conquista do prêmio Caio 2023. Ele representa o reconhecimento do esforço de toda a equipe AGCO em proporcionar experiências de eventos excepcionais e inovadoras”, destaca Fernanda Teixeira, gerente de Comunicação e Customer Care AGCO América do Sul.

 

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Produtor tem até 31 de dezembro para fazer inscrição no CAR
Notícias

Produtor tem até 31 de dezembro para fazer inscrição no CAR

Por redação 14/12/2023
Escrito por redação

Após validação do Cadastro Ambiental Rural e convocação pelo IAT, começa a contar o prazo de um ano para adesão ao Programa de Regularização Ambiental

Produtor tem até 31 de dezembro para fazer inscrição no CARO prazo para os produtores rurais com área acima de quatro módulos fiscais realizarem a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) termina no dia 31 de dezembro de 2023. Já os proprietários dos imóveis rurais com área de até quatro módulos fiscais deverão realizar a inscrição até 31 de dezembro de 2025.

A partir da validação do CAR e a identificação de passivos ambientais pelo Instituto Água e Terra (IAT) , o produtor será notificado para aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) no prazo de um ano. As condições foram estabelecidas pela Lei 14.595, publicada no dia 5 de junho de 2023 .

Colheita de café cresce 8,2% e chega a 55,1 milhões de sacas em 2023

O produtor rural que não realizar a inscrição no CAR no prazo não conseguirá fazer a adesão ao PRA e, com isso, perderá o acesso aos benefícios previstos pelo programa.

“O PRA é uma alternativa legal para que os produtores rurais efetuem o processo de regularização ambiental obrigatória de sua propriedade rural”, afirma Carla Beck, técnica do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep/Senar-PR.

Após a adesão ao PRA, o proprietário será novamente convocado pelo IAT para assinar o Termo de Compromisso, que estabelece as obrigações e os prazos de recuperação ambiental.

A partir da assinatura, o proprietário não será autuado por infrações e se suspende automaticamente o processo administrativo e as sanções administrativas relativas às autuações das infrações cometidas anteriormente a 22 de julho de 2008, referentes à supressão irregular de vegetação em Área de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e Área de Uso Restrito no imóvel (AUR).

Com a não regularização de seus passivos, o produtor estará sujeito a notificações do órgão ambiental. Paralelamente, o produtor também pode sofrer restrições de mercado, que poderá exigir certidão de conformidade ambiental.

Até o momento, 510,6 mil imóveis no Paraná estão cadastrados no CAR (93% das propriedades rurais do Estado). Porém, dentro deste cenário, apenas 58% solicitaram adesão ao PRA.

Entenda o PRA

O PRA é um conjunto de ações ou iniciativas a serem desenvolvidas que promovem a regularização ambiental obrigatória da propriedade rural, com base no Código Florestal ( Lei 12.651/2012 ). O CAR definirá os passivos de APP e RL a serem regularizadas. No Paraná, o percentual de RL é de 20%. As áreas de APP variam de acordo com a largura do rio e, no caso de APP consolidada, variam de acordo com tamanho da propriedade.

O produtor rural deverá propor um Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas ou Alteradas (PRAD) que, uma vez aprovado pelo órgão ambiental, determinará o Termo de Compromisso. No Paraná, o Instituto Água e Terra (IAT) estabelece procedimentos para elaboração, análise, aprovação e acompanhamento da execução do PRAD, o qual deve apresentar o diagnóstico ambiental da área degradada ou alterada, os métodos e técnicas a serem utilizados e prever o cronograma de implantação e monitoramento das ações.

“O projeto deverá apresentar embasamento teórico que contemple as variáveis ambientais e deve ser elaborado por técnico habilitado. Também deverá ser dada atenção especial à proteção e conservação do solo e dos recursos hídricos e técnicas de controle da erosão deverão projetadas e executadas”, explica Carla.

Ainda, os projetos devem ser referentes à regularização das áreas desmatadas antes de 22 de julho de 2008, pois, quem converteu áreas após essa data, terá que cumprir outros procedimentos.

Serviço

Para realizar sua inscrição no CAR, basta acessar o site do governo federal, escolher o Estado e seguir o passo a passo. Após o envio das informações no Módulo de Cadastro, será automaticamente emitido um recibo de inscrição no CAR, com os dados do imóvel.

Com o recibo em mãos, é necessário criar o cadastro na Central do Proprietário/Possuidor para acompanhar a situação da inscrição, documentos e análises feitas pelos técnicos.

Após o cadastramento, o IAT efetua a análise dos documentos e informações prestadas para então validar o cadastro. A fase de análise é o momento em que o órgão ambiental pode solicitar ao produtor rural (por meio do da Central do Proprietário/Possuidor) para complementar as informações ou corrigir possíveis inconsistências identificadas.

 

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14/12/2023 0 Comentários
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