
Um ciclone extratropical atingiu o Rio Grande do Sul. Militares do Comando Militar do Sul trabalham ininterruptamente em apoio às equipes do Corpo de Bombeiros/RS e da Prefeitura local no resgate de milhares de famílias ilhadas em suas casas na cidade de Esteio. Foto: Exército Brasileiro/Twitter
No podcast Rádio MIA nesta semana: os estragos provocados pelas chuvas no Rio Grande do Sul, recordes na produção de grãos e no número de pessoas ocupadas no agro, além dos dados da moagem da cana-de-açúcar!
As chuvas no Rio Grande do Sul, que começaram na segunda-feira da semana passada (4), já deixaram quase 50 mortos e cerca de 8 mil pessoas desabrigadas. Nesta terça-feira, dia 12, o presidente Lula anunciou que o governo federal vai disponibilizar R$ 1 bilhão em empréstimos por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para ajudar a recuperar a economia do estado, que sofre com os efeitos devastadores de um ciclone extratropical que atingiu diversas regiões. O presidente também informou que mais 354 mil trabalhadores com carteira assinada poderão acessar os recursos do FGTS.
ACESSE A NOVA EDIÇÃO DE MÁQUINAS & INOVAÇÕES AGRÍCOLAS
No último domingo, o vice-presidente Geraldo Alckmin esteve pessoalmente na região, quando ocupava interinamente a Presidência da República em função da viagem do presidente Lula à Índia. Na ocasião, Alckmin anunciou a disponibilização de R$ 741 milhões em ajuda ao governo gaúcho.
Também nesta terça, a Associação Gaúcha de Avicultura afirmou que as enchentes e as chuvas no Rio Grande do Sul geraram um prejuízo estimado em R$ 220 milhões às indústrias locais de aves e derivados. A área mais atingida, o Vale do Rio Taquari, representa 21% da produção gaúcha do setor – seis indústrias da região sofreram danos devido ao evento climático.
Valor da produção agropecuária é estimado em R$ 1,14 trilhão em 2023
As previsões mostram que até sexta-feira, dia 15, há risco de tempo severo em áreas do estado. Os volumes de chuva podem variar entre 100 e 200 milímetros nas regiões sul, de campanha, oeste, centro, sudeste, leste e noroeste e ultrapassar 250 milímetros em alguns pontos. Além disso, o risco é alto para queda de granizo, descargas elétricas e vento forte, segundo informa o boletim Sala de Situação do governo do estado.
E ainda, entre as principais notícias desta semana:
- Recordes na produção de grãos;
- Recordes no número de pessoas ocupadas no agro;
- E mais!
Ouça e saiba mais:
ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90
➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!


As embaladoras de cítricos estão se esforçando para atender às expectativas de qualidade cada vez mais exigentes, mas também precisam aumentar a produtividade e melhorar os rendimentos. Esse é um ponto de equilíbrio complicado de alcançar, mas pode ser feito, como explica Clinton Jeffries, diretor global de categoria de Cítricos da TOMRA Food.


As estimativas do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), obtidas com base nas informações de agosto, resultaram em R$ 1,142 trilhão para este ano. O valor é 2,4% maior em relação ao obtido em 2022, que foi de R$ 1,115 trilhão.
Dados divulgados nesta terça-feira (12) pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) mostram que as enchentes e as chuvas no Rio Grande do Sul (RS) geraram um prejuízo estimado em R$ 220 milhões às indústrias locais de aves e derivados.
Boletim meteorológico divulgado pela Sala de Situação do governo do Rio Grande do Sul adverte sobre alto volume de chuva e temporais nos próximos dias, sobretudo na metade sul do estado. Até o momento, 46 mortes foram confirmadas em decorrência dos temporais e do ciclone extratropical que atingiram a região, informa a “Agência Brasil”.
A

por
A normalização técnica é a responsável por estabelecer/adotar sob consenso das partes envolvidas (indústria, governo e usuários) os termos, que deverão ser utilizados em documentação técnica. O Centro de Engenharia e Automação (CEA/IAC) que participa da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), desde a década de 1960, com um ou mais representantes, nas diversas comissões de estudo, sempre defendeu o uso do sufixo “ora”.