terça-feira, outubro 27, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
terça-feira, outubro 27, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Tecnologia

Cromai triplica faturamento anual e soma US$ 4 milhões em aportes

Por redação 08/08/2023
Escrito por redação

Agtech de inteligência artificial celebra números após seis anos de atuação

Cromai triplica faturamento anual e soma US$ 4 milhões em aportesA startup de inteligência artificial Cromai tem como principal tecnologia a detecção de padrões de imagens coletadas por drones em campo para identificação e classificação de plantas daninhas. Criada em 2017, a Cromai entrou no mercado dois anos depois e até o momento somou investimentos de US$ 4 milhões, além de triplicar anualmente seu faturamento.

Essa tecnologia está presente em mais de 60 usinas e em nove dos 10 maiores grupos do setor sucroenergético e já firmou contratos com mais de 10 produtores de grãos antes mesmo do lançamento oficial para esse segmento de mercado.

“Nosso crescimento segue acelerado com a entrada em novos mercados como o de grãos e fibras, que acontece oficialmente na próxima safra 2023/24 na cultura da soja e nas safras seguintes para as demais culturas”, explica o sócio e diretor de novos negócios da Cromai, Henrique Del Papa.

Del Papa ingressou na empresa no ano passado, quando participou de uma das rodadas de investimentos e juntamente com o CEO, Guilherme Castro, lidera a operação com a visão de produtor rural, focada no aumento de clientes e expansão da agtech.

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatos

Segundo Castro, o primeiro contrato fechado para soja com um dos grandes grupos do setor foi com o Grupo Bom Futuro, responsável pelo cultivo de mais de 500 mil hectares, e atualmente é o segundo maior produtor de soja do Brasil. “Esses contratos com grandes grupos mostram o potencial e a confiança em nossa tecnologia, pois mesmo em um novo mercado já temos o interesse dos maiores produtores mundiais.”

Para suportar esse crescimento, a empresa também expandiu seu quadro de colaboradores, passando de três no início, para 146 atualmente e investe em diversidade e práticas de gestão colaborativas e de integração voltadas para os públicos feminino, LGBTQIA+, e negros, entre outros.

Resultados no campo

Com a tecnologia da Cromai, os produtores de cana conseguem fazer a pulverização de defensivos de forma precisa e localizada, proporcionando uma redução média de 65% no uso de herbicidas.

Além disso, os diagnósticos e a inteligência da Cromai permitem ainda o aumento da produtividade e da sustentabilidade na cultura, por meio de um controle mais efetivo de plantas invasoras, redução do tempo de tratores em campo, e sua consequente queda no consumo de combustível e emissão de gás carbônico. A startup ainda dispõe de outras soluções de IA como detecção de impurezas vegetais nos carregamentos de cana-de-açúcar.

A Cromai foi a vencedora da 2ª edição do Prêmio Agrishow de Startups, neste ano. O prêmio contou com mais de 300 startups inscritas e teve 11 finalistas que apresentaram suas soluções na Arena de Inovação.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

08/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Exportações de algodão crescem 18% no terceiro trimestre
Notícias

Safra de algodão de MT pode ter recorde histórico de produtividade

Por redação 08/08/2023
Escrito por redação

Especialistas que estarão presentes no XV Encontro Técnico Algodão, da Fundação MT, de 28 a 30 de agosto, em Cuiabá, afirmam que boa parte das lavouras do Estado vão alcançar mais de 300 arrobas por hectare

Safra de algodão de MT pode ter recorde histórico de produtividadeA safra de algodão 2022/2023 no Brasil tem apresentado resultados promissores nos principais estados produtores. Diferente do ciclo passado, quando problemas climáticos prejudicaram o desenvolvimento vegetativo e a formação de capulhos e resultaram em produtividades abaixo da média.

Segundo estimativas da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o país deve colher três milhões de toneladas de pluma, acréscimo de 18% em relação a 2021/22 e considerado um patamar histórico.

O safra do algodão atual ocupa 1,67 milhão de hectares, o que coloca o Brasil entre os quatro maiores produtores mundiais, atrás de China, Índia e Estados Unidos. Mato Grosso, com 1,2 milhão, é o maior produtor nacional e a retrospectiva da safra 22/23 no Estado, com seus desafios e aprendizados, será um dos temas do XV Encontro Técnico Algodão, de 28 a 30 de agosto, em Cuiabá. Realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT), o painel vai debater o que aconteceu em cada região produtora de MT na manhã do dia 29 de agosto.

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatos

Márcio Souza, coordenador de Projetos e Difusão de Tecnologias do Imamt – Instituto Mato-grossense do Algodão, moderador da retrospectiva, destaca que no Estado o plantio de algodão sofreu em média dez dias de atraso. A semeadura aconteceu entre o final de janeiro e 10 de fevereiro e preocupou os produtores que temiam que faltasse chuva no mês de maio, trazendo efeitos negativos para a produção como na safra passada. No entanto, houve bom volume de chuvas, que chegaram até junho na maioria das regiões.

O cenário de precipitações estende o ciclo da cultura no campo, mas, por outro lado, ajuda a garantir bom potencial produtivo e qualidade de fibra. Esta é a expectativa de entidades e cotonicultores até o momento, com cerca de 26% da área colhida.

“Acreditamos em recorde de produção nas lavouras da BR-163. Sapezal e Campo Novo do Parecis vão produzir muito bem, assim como o Sul do Estado, e Vale do Araguaia ficará dentro da média. No ano passado se falava em 235 arrobas por hectare em caroço, mas esse ano esperamos produtividade média de 300@/ha, com regiões passando disso. Será um dos melhores anos historicamente em MT”, indica o coordenador do Imamt.

Desafios

Apesar do otimismo trazido pela boa condição climática, doenças e pragas exigiram atenção dos produtores de algodão também nesta safra. O alto volume de chuvas até o mês de março e a frequência de precipitações até abril formou um ambiente de favorabilidade para a Mancha alvo (Corynespora cassiicola), principalmente, além de Mancha da ramulária (Ramulariopsis spp.) e Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum).

“Dos primeiros 50 dias até 110 dias, a pressão maior foi de Mancha alvo, causando severa desfolha das plantas e, em casos mais graves, levou ao abortamento das maçãs. Em seguida, a partir de 120 dias, com ambiente mais seco, a incidência dessa doença reduziu consideravelmente e a Ramulária ganhou importância”, destaca João Paulo Ascari, fitopatologista e pesquisador da Fundação MT.

O especialista explica ainda que os problemas com Mofo-branco também ocorreram durante a fase reprodutiva da cultura, muito em função da maior umidade presente. No entanto, a maior incidência de estruturas com podridão foi em regiões mais altas, acima de 500 metros de altitude.

Com relação às pragas, a incidência do Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) foi maior em lavouras do Sul de Mato Grosso, de acordo com o coordenador do Imamt. “Para um ou outro produtor causou problema de produção, mas quem realizou o manejo de controle de forma mais adequada, respeitando as recomendações preconizadas pela pesquisa, obteve sucesso”. Ele enfatiza que para a próxima safra a espécie precisa ser considerada como preocupação, mas “não que esteja fora de controle, é uma questão de manejo correto de produtos em algumas áreas”.

Por outro lado, Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), segundo Souza, está presente em todas as regiões e demanda atenção máxima para a prevenção da sua ocorrência e rotação de produtos disponíveis para controle. “Outra problemática que tem crescido no algodoeiro são as plantas daninhas, sendo o Capim-pé-de-galinha em todas as regiões, a Vassourinha-de-botão na BR-163 e o Caruru, além do Capim-pé-de-galinha, em Sapezal e Campo Novo do Parecis”, acrescenta.

Bahia

Para contribuir com o relato da safra de algodão na Bahia, onde foi semeado 312,6 mil hectares, e também um resumo da safra Brasil, estará presente no Encontro Técnico o engenheiro agrônomo e consultor Ezelino Carvalho, membro do Grupo Brasileiro de Consultores de Algodão – GBCA. Para ele, a atenção da próxima safra deverá ser com o El Niño e o que pode ser feito para minimizar os seus efeitos. “Pode alterar o regime de chuvas e sabemos que para as regiões Norte e Nordeste pode ser mais seco”, define.

Se confirmada a presença do fenômeno, o consultor acredita que serão necessárias mais ações preventivas para o controle de lagartas comuns ao algodoeiro, ácaros e também de trípes (Thysanoptera: Thripidae). “É um problema difícil de controlar em anos mais secos, sendo necessárias mais aplicações”, completa.

O consultor alerta, ainda, para a perda de eficiência de biotecnologias desenvolvidas para o controle de lagartas (Lepidópteras). “Foi motivo de atenção nessa safra e seguirá assim na próxima. De acordo com os dados de campo, esse é um problema que impacta diretamente na rentabilidade da lavoura – custo das tecnologias somada ao custo de inseticidas – e com o clima seco a intensidade de lagartas é maior e, consequentemente, o número de aplicações”, observa Carvalho.

O evento

A retrospectiva da safra também vai contar com os relatos dos grupos Biacon (Norte e Médio Norte), Locks (Oeste), WDF Agro (Sul) e Horita (Bahia). E também com a palestra “O clima e seus efeitos sobre o desenvolvimento da planta – safra 22/23”, com o pós-doutor em fisiologia do algodoeiro e coordenador do programa de pós-graduação em agronomia da Unoeste, Fábio Rafael Echer.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

08/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

DPaschoal apresenta novidades para máquinas agrícolas na Agroleite

Por redação 08/08/2023
Escrito por redação

DPaschoal participa da Agroleite 2023, maior evento da cadeia produtiva do leite que acontece entre os dias 8 e 11 de agosto, na cidade de Castro, no Paraná

DPaschoal apresenta novidades para máquinas agrícolas na AgroleiteEm parceria com a Titan, fabricante dos pneus que levam a marca Goodyear Farm Tires, a DPaschoal está presente na Agroleite 2023 com espaço para exposição de novos produtos e tecnologias, consultores para atender a demanda de cada visitante de maneira exclusiva, além de profissionais preparados para garantir a aquisição correta de pneus para equipamentos agrícolas. Eles são fundamentais para uma boa produção rural, mas no momento de sua compra, alguns fatores precisam ser avaliados com atenção, como compactação de solo, footprint, pressão aplicada e durabilidade.

A Agroleite 2023, vitrine da tecnologia da cadeia do leite na América Latina, é organizada pela Cooperativa Castrolanda e reúne o que existe de mais inovador e tecnológico no setor. O tema da edição deste ano é Conectando o Futuro do Leite e a expectativa da organização é receber mais de 100 mil visitantes nos quatro dias de evento e gerar um volume de negócios próximos aos R$ 150 milhões.

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatos

Segundo o Especialista Agrícola da Cia DPaschoal, Ezequias Tavora, a companhia estará na feira apresentando novidades e proporcionando aos agricultores oportunidades de negócios.

“Preparamos um espaço dedicado ao melhor atendimento aos visitantes da Agroleite 2023, que é um dos principais eventos da cadeia produtiva do leite e que reúne milhares de pessoas do setor. Apresentamos as novidades do setor e, além disso, temos a oportunidade de fechar excelentes negócios”, garantiu Tavora.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

08/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Ministério vai incentivar a restauração florestal produtiva

Por redação 07/08/2023
Escrito por redação

Nesse trabalho, caberia à Embrapa contribuir na transferência de tecnologias sustentáveis de produção e na formação de técnicos e agentes multiplicadores

Ministério do Desenvolvimento vai incentivar a restauração florestal produtivaNeste domingo (6), a Embrapa recebeu uma proposta do Ministério do Desenvolvimento Agrário para incentivar a restauração florestal produtiva. Segundo o ministro Paulo Teixeira, o projeto terá início no Pará.

Em territórios compostos por 50 famílias, uma estrutura de socialização do conhecimento, um viveiro comunitário de mudas e uma unidade de referência tecnológica com arranjos de Sistemas Agroflorestais (SAFs) devem funcionar. Essa estrutura, articulada pelo trabalho da assistência técnica, visa fomentar a implantação de SAFs, agricultura e restauração de florestas para benefício das famílias do território.

Nesse trabalho, caberia à Embrapa contribuir na transferência de tecnologias sustentáveis de produção e na formação de técnicos e agentes multiplicadores.

Presente na reunião, a diretora de Negócios da Embrapa, Ana Euler, ressaltou que a empresa tem expertise para oferecer aos agricultores a implantação de SAFs que começam a dar resultado financeiro para o produtor no primeiro ano, por meio de culturas temporárias, incluindo alimentos biofortificados.

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatos

Além disso, ela apontou que a empresa já possui um levantamento dos viveiros de mudas de espécies florestais no Pará, o que poderá ajudar na restauração florestal no Estado. “Não é preciso estruturar viveiros em cada território, o que demandaria tempo. Já conhecemos os existentes assim como as espécies mais adequadas para cada região e uma articulação pode fornecer essas mudas de forma mais rápida”, informou.

Para o chefe-geral da Embrapa Amazônia Oriental, Walkymário Lemos, a proposta é bem-vinda e lembra o caso bem sucedido da atuação do projeto Bem Diverso – Sustenta e Inova, desenvolvido no arquipélago do Marajó.

“O projeto vai ao encontro do consenso a que chegaram os chefes de unidades da Embrapa na Amazônia Legal: o desafio da empresa nos próximos anos será a inclusão socioprodutiva da agricultura familiar na Amazônia”, disse em referência à reunião de gestores da Embrapa na região, que ocorreu na última semana em Belém.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

07/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Equipamento da MP Agro promete 50% de eficiência na pulverização

Por redação 07/08/2023
Escrito por redação

 Equipamento da MP Agro promete 50% de eficiência na pulverizaçãoCom o Bunker 15.000, da MP Agro Máquinas Agrícolas, a operação de preparo para a pulverização que levaria cerca de 40 minutos é feita em apenas oito minutos. A redução de tempo se transforma em mais hectares/dia trabalhados, além de oferecer segurança, qualidade de calda e menor risco de manutenção no autopropelido

O trabalho no campo exige muito esforço do produtor e suas equipes para que o investimento feito para produzir dê retorno após a colheita. Dessa forma, toda inovação que chega para contribuir com um trabalho mais tecnificado é bem-vinda.

O Bunker 15.000, um tanque de abastecimento rápido para pulverizadores, traz esse conceito de solução revolucionária e vem trazendo mais produtividade operacional, melhorando eficiência de tempo e economia em todo o processo dessa importante operação agrícola.

Antes do equipamento, lançado e patenteado pela MP Agro Máquinas Agrícolas, a única forma de abastecimento do pulverizador em operação era com o deslocamento dessa máquina até a usina de pré-calda.

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatos

Isso é comum em médias e grandes propriedades, onde o local onde ficam os produtos, seguindo a legislação, são instalados a quilômetros de distância dos talhões. Desse modo, para ir abastecer e voltar, leva-se um tempo operacional precioso, que acaba por onerar o custo da lavoura.

Com o Bunker, o pulverizador não sai da lavoura. O tanque fica à beira da estrada, em frente ao talhão, faz a conexão de mangueira e realiza o abastecimento rapidamente devido a sua alta vazão.

A solução tem potencial de abastecimento de até seis cargas por tanque, considerando pulverizadores de 2.500 litros, e leva somente oito minutos para essa etapa, que é o tempo para o operador descer do caminhão, colocar luvas, conectar ao autopropelido, acionar o sistema e abastecer.

Eficiência comprovada

Estudo feito pela empresa desenvolvedora do tanque em um grupo agrícola, durante o trabalho de aplicação, mostrou que para sair da lavoura, percorrer o caminho até a usina de calda, abastecer e voltar, são gastos em média 40 minutos pelo pulverizador. Com a redução de tempo desse processo para oito minutos, trabalhando com Bunker, houve um ganho expressivo na eficiência operacional.

As análises consideraram no cálculo o tempo da jornada de trabalho, tempos de abastecimento em ambas as situações, áreas aplicadas em ambas as situações, e o resultado mostrou que é possível aplicar 50% mais área que no processo anterior.

Willian Sartori, coordenador de Pesquisa & Desenvolvimento da MP Agro, acrescenta que a solução beneficia ainda fatores como qualidade da calda, menor desgaste do pulverizador, economia de combustível e segurança dos trabalhadores. O produto possui sistema de agito em seu reservatório para homogeneizar a calda antes do abastecimento e esse processo não deixa o produto decantar.

“Isso evita entupimento de bicos do pulverizador, porque a calda estará homogênea, reduzindo parada e aumentando disponibilidade de máquina para operação. Além disso, quando a máquina de pulverização percorre as estradas da fazenda, leve, sem carga, está sujeita à quebra de barras pela trepidação, com o Bunker o equipamento não precisa mais sair do talhão e, sendo assim, não corre o risco de quebra em atividades fora da operação. Também pelo fato de não sair do talhão temos a economia de combustível, uma vez que o Bunker fará os trechos de carga abastecendo mais de um pulverizador, desta forma reduzimos o consumo de diesel na operação. Essas são vantagens operacionais que o tanque proporciona”, explica.

Outro diferencial da solução da MP Agro é seu sistema de abastecimento rápido com duplo bocal, feito pela parte inferior do tanque, proporcionando facilidade, segurança e ergonomia. E depois da operação, o Bunker pode ser limpo através de bocais de limpeza instalados na parte superior, sem necessidade de entrar no equipamento, sendo mais seguro e prático para o operador.

Mais características

Assim como os produtos já consolidados da empresa, o tanque de abastecimento também é fabricado 100% em aço inox, inclusive sua bomba de calda, favorecendo sua longevidade. Possui sistema de manobra de válvulas simplificado, que possibilita comutar entre agito e abastecimento de forma simples, agilizando o processo no dia a dia.

E ainda sistema de bombeamento híbrido, sendo o manual, onde o operador pode controlar o volume a ser abastecido no pulverizador, ou automático, onde utilizamos sensores instalados em nosso equipamento que farão o controle de volume de abastecimento automaticamente.

“O Bunker 15.000 é um implemento com um ótimo custo-benefício, voltado para a otimização e redução dos impactos gerados no processo operacional de abastecimento de autopropelidos pulverizadores. Com o objetivo de elevar a eficiência de abastecimento, o equipamento é indicado para calda pronta de herbicidas, fungicidas, inseticidas e até mesmo fertilizantes líquidos”, finaliza Sartori.

07/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Vendas de máquinas agrícolas devem recuar 25% este ano, projeta Fenabrave
Notícias

Setor de máquinas agrícolas deve crescer 22% até 2026 no Brasil

Por redação 07/08/2023
Escrito por redação

Perspectivas de bom desempenho do agro nacional, aumento na demanda por alimentos e expansão da agricultura de precisão devem impulsionar vendas no setor e acelerar atividades de fusões e aquisições nos próximos anos

Setor de máquinas agrícolas deve crescer 22% até 2026 no BrasilO setor de máquinas e equipamentos agrícolas deve crescer 22% e registrar mais operações de fusões e aquisições (M&A) nos próximos três anos, segundo projeção realizada pela Redirection International, consultoria especializada em fusões e aquisições e desenvolvimento corporativo. O estudo, feito a partir de modelos econômicos e estatísticos desenvolvidos pela equipe econômica da empresa e com base em dados oficiais, aponta que as vendas do setor devem passar de 71 mil unidades em 2023 para 86,4 mil em 2026.

“O cenário da indústria agrícola para 2023 apresenta tendências positivas, com expectativa de recordes históricos na colheita de grãos, principalmente no Paraná e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Além disso, há previsão de aumento no valor da produção e nos índices de confiança do agronegócio, o que vai impactar positivamente o mercado de máquinas e equipamentos nos próximos anos”, explica o economista Adam Patterson, sócio da Redirection International e um dos responsáveis pelo estudo.

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatos

O levantamento destaca que o crescimento da população e da demanda por alimentos, o aumento da rentabilidade e da inovação no campo, a escassez de mão-de-obra e a expansão da agricultura de precisão e da mecanização são os principais fatores que devem impulsionar o setor nos próximos anos.

“O mercado de equipamentos agrícolas, tanto de fabricação quanto de locação, apresenta perspectivas bastante positivas no Brasil. Com o início do ciclo de redução na taxa de juros e previsão para mais reduções ainda neste ano, os investimentos em ativos fixos devem ser intensificados e, com isso, o mercado projeta um crescimento mais robusto, em torno de 10%, a partir do segundo semestre deste ano”, ressalta Adam Patterson.

Com as boas perspectivas para o agro de um modo geral, a tendência é que as atividades de fusões e aquisições no setor também sejam impactadas. De acordo com o e levantamento da Redirection, globalmente o volume transacionado de M&A no setor aumentou em 2022 e os múltiplos de valorização das empresas estão em alta.

No Brasil, essa tendência também é observada no setor que, somente nos três primeiros meses deste ano já movimentou R$ 1 bilhão em transações, valor maior do que o registrado em todo o ano passado. As transações no agro registradas até abril de 2023 representam 3,8% do total de operações de M&A no país, enquanto no mesmo período de 2021 representava apenas 1,5% e, em 2022, 1,9%.

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade no campo

Já no segmento específico de máquinas e equipamentos agrícolas, observa-se que cada vez mais as grandes empresas nacionais estão investindo em M&A nos últimos anos. Entre as transações destacadas no estudo estão a aquisição da Tietê Veículos pela Vamos em abril e a compra da Agrofito Case pelo grupo norueguês Nors em janeiro deste ano.

“É um mercado bastante fragmentado, com mais de 3 mil empresas atuando no Brasil, sendo que menos de 10% delas apresentam faturamento acima de R$ 50 milhões e 86,5% se concentram em apenas cinco estados brasileiros. Além disso, há o desejo de players globais e nacionais de ampliar rapidamente a participação neste mercado, o que deve acelerar as atividades de M&A nos próximos anos”, destaca Adam Patterson.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

07/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Redução da Selic pode impactar o agro, mas efeitos não serão imediatos

Por redação 04/08/2023
Escrito por redação

Para especialista da FGV-Agro, à medida que a taxa de juros diminui, diversos projetos de investimentos podem se tornar economicamente viáveis

Redução da Selic pode impactar o setor agrícola, mas efeitos não serão imediatospor Clarisse Sousa – Na quarta-feira, dia 2, o Banco Central (BC) anunciou a redução da Selic, a taxa básica de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por 5 votos a 4, reduzir a taxa em 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que esperava um corte de 0,25 ponto, conforme informações da “Agência Brasil”.

Em nota, o Copom avaliou que “a melhora do quadro inflacionário, refletindo em parte os impactos defasados da política monetária, aliada à queda das expectativas de inflação para prazos mais longos, após decisão recente do Conselho Monetário Nacional sobre a meta para a inflação, permitiram acumular a confiança necessária para iniciar um ciclo gradual de flexibilização monetária”.

Considerando os cenários avaliados, o Copom entende que essa decisão de reduzir a Selic “é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante, que inclui o ano de 2024 e, em grau menor, o de 2025. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”.

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade no campo

Na nota, o Comitê “reforça a necessidade de perseverar com uma política monetária contracionista até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”.

Impactos da redução da Selic na agro

Na avaliação do professor da Escola de Economia de São Paulo, da FGV-Agro, Felippe Serigati, o impacto da redução da taxa básica de juros não será imediato nos custos do setor agrícola, especialmente relacionado aos empréstimos concedidos ao produtor rural.

“Talvez o setor só sinta esses efeitos de forma mais clara no ano que vem. Além disso, mais importante do que a redução de 0,5 ponto percentual é a sinalização de que já está contratada novas reduções nas próximas reuniões do Copom. Devemos encerrar o ano com uma taxa de juros de 11.75% ao ano, que ainda é elevada”, diz Serigati.

No entanto, a redução traz sinais positivos. Segundo ele, à medida que a taxa de juros diminui, diversos projetos de investimentos podem se tornar economicamente viáveis. “É importante compreender que a taxa de juros sozinha não faz ‘milagres’. Precisamos de um ambiente econômico doméstico mais organizado e de um cenário externo menos volátil. De qualquer forma, a redução da taxa de juros, se for consistente, é uma boa notícia”, ressalta.

Vendas de máquinas no mercado doméstico recuam 6,92% no 1º semestre

A partir de agora, levará seis meses para que o produtor rural perceba, de fato, os efeitos da redução da Selic nos custos. O professor explica que esses efeitos poderão ser sentidos até 18 meses após a decisão do Copom.

“Ou seja, os efeitos da decisão sobre o mercado de crédito serão sentidos com maior intensidade somente em 2024. Acho que, no momento, a taxa de câmbio tem gerado efeitos mais imediatos sobre os custos do setor do que o início do ciclo de redução da taxa de juros”, completa.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

04/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Singapura é o mais novo destino para exportação de carne brasileira

Por redação 04/08/2023
Escrito por redação

Com o novo destino para exportação de carne, agora são 26 mercados abertos para diferentes produtos da agropecuária brasileira somente neste ano

Singapura é o mais novo destino para exportação de carne brasileiraApós as negociações realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) junto à Singapure Food Agency (SFA), o Brasil conquistou um novo mercado para produtos agropecuários.

Com as propostas de ajustes no Certificado Sanitário Internacional (CSI), os estabelecimentos brasileiros já podem ser habilitar para exportação de carne bovina e carne suína processadas.

“É mais uma importante conquista para a agropecuária brasileira, pois ampliamos as nossas relações comerciais com um mercado relevante e exportando produtos de maior valor agregado”, comentou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Singapura foi o sétimo destino das exportações brasileiras em 2022.

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade no campo

Os produtos cárneos são o segundo principal grupo de exportados para o país, representando 7% do total (sendo produtos aviários 4%, suínos 2% e bovinos 1%). No ano passado as exportações para Singapura atingiram recorde e chegaram a U$ 8,3 bilhões.

Poderão ser exportadas carnes bovinas e suínas processadas, não submetidas à esterilização comercial, após a acreditação do estabelecimento pela SFA. Agora são 26 mercados abertos para diferentes produtos da agropecuária brasileira somente neste ano.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

04/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Uso de tecnologias no campo exige treinamento e conectividade

Por redação 03/08/2023
Escrito por redação

Concessionária Maqcampo, da John Deere, foca na capacitação de instrutores e clientes para que serviços de pós-venda sejam melhor aproveitados

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividadepor Clarisse Sousa*- A ampla disponibilidade de tecnologias agrícolas para auxiliar o produtor rural a aumentar a produtividade e reduzir custos na lavoura é claramente perceptível nos dias de hoje. A dúvida que persiste é a seguinte: diante de toda essa variedade de ferramentas, será que o produtor consegue, de fato, utilizar todas essas tecnologias agrícolas? Até o momento, não há uma resposta definitiva.

Isso ocorre porque, apesar da disponibilidade de muitas dessas tecnologias, ainda há desafios a serem superados. Principalmente, é preciso enfrentar o desafio do aumento da conectividade no campo e do treinamento operacional.

Não basta ter uma máquina agrícola equipada com as mais modernas tecnologias e possuir a conexão necessária, o operador precisa ter o conhecimento necessário para utilizá-las de maneira eficiente. Ou seja, é importante garantir que o operador esteja capacitado para aproveitar os recursos disponíveis.

Vendas de máquinas no mercado doméstico recuam 6,92% no 1º semestre

Para atender a essa demanda, a concessionária Maqcampo, da John Deere, desenvolveu um programa de treinamento voltado para operadores e técnicos nas regiões em que atuam. Somente em 2022, mais de 6 mil pessoas foram capacitadas, além dos cursos oferecidos para a formação de instrutores.

“A quantidade de tecnologia embarcada nos equipamentos é cada vez maior e sua evolução é cada vez mais rápida. São tecnologias que chegam para facilitar o trabalho no campo. A gente entende que é preciso ter conhecimento e gerar conhecimento. Então, nada melhor do que a gente oferecer essa capacitação”, explica Eder Ribeiro, diretor de Conhecimento da MaqCampo.

Os treinamentos têm foco nas tecnologias de Agricultura de Precisão, que proporcionam benefícios como a redução de custos com insumos por meio do melhor gerenciamento da máquina, além do aumento da produtividade através da automatização de tarefas e, principalmente, o diagnóstico precoce de problemas no equipamento e/ou na cultura.

Projeto de Lei permite trânsito de máquinas agrícolas em vias públicas

Além do aprendizado por meio de um simulador, os alunos têm a oportunidade de interagir com os diversos equipamentos da marca, conhecer seus recursos de perto e compreender as medidas necessárias para extrair o máximo de eficiência das máquinas. Isso permite que saibam quando agir preventivamente antes mesmo de ocorrer uma falha no equipamento.

O contato vai além dos próprios equipamentos, peças e componentes, abrangendo também os monitores presentes nas cabines do maquinário, o GPS agrícola e o aprendizado sobre o funcionamento do JDLink, por exemplo. Esse dispositivo possibilita a conexão da máquina com o sistema John Deere Operations Center.

Centro de Soluções Conectadas

No Centro de Distribuição da MaqCampo, no Distrito Federal, assim como em outras concessionárias da marca, há uma sala ampla e moderna onde funciona o Centro de Soluções Conectadas (CSC).

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade

Centro de Soluções Conectadas (CSC)

Trata-se de um sistema da John Deere que oferece o gerenciamento remoto da frota, permitindo a visualização de dados de produção, produtividade e qualidade da operação com base nos dados gerados pelas máquinas agrícolas em campo. O acesso a essa plataforma está disponível a qualquer hora e de qualquer lugar.

No CSC, uma equipe treinada monitora em tempo real os dados das máquinas dos clientes que estão em atividade no campo. Essa equipe permanece atenta a possíveis ocorrências e alertas, que são exibidos tanto no monitor do operador do equipamento como na tela do CSC, na concessionária, indicando qualquer sinal de falha nos equipamentos. 

Quando um alerta é identificado, o técnico da concessionária entra em contato imediato com o cliente. Ele informa sobre a situação e orienta sobre as medidas necessárias para resolver o problema. Caso seja preciso, o atendimento é feito na propriedade.

Número de trabalhadores no agro alcança mais de 28 milhões no 1º trimestre

“Somente em 2022, foram aproximadamente 20 mil chamados atendidos de forma remota”, informa José Augusto Araújo, CEO da Maqcampo. “Nos últimos anos, investimos mais de R$ 10 milhões em treinamento e desenvolvimento de pessoas para um serviço eficiente e de qualidade”, completa o executivo. 

A Maqcampo atende, atualmente, mais de 3,6 milhões de hectares entre lavouras de soja, milho, algodão, cana-de -açúcar, hortifruti e pecuária. “Temos um verdadeiro continente de culturas. Com 20 pontos de atendimento estrategicamente posicionados, nosso foco é sempre oferecer as melhores soluções em produtos e serviços, nos aproximando cada vez mais de nossos clientes”, afirma o CEO.

As lojas estão localizadas no Centro-norte do País, atendendo especialmente a região leste de Goiás e a região norte e noroeste de Minas Gerais. São aproximadamente 800 colaboradores distribuídos em todas as unidades.

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade

CD da Maqcampo John Deere no Distrito Federal

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade

CD tem de pequenos a grandes equipamentos

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade

Simulador ajuda no treinamento

Uso adequado de tecnologias agrícolas exige treinamento e conectividade

Sala equipada permite o aprendizado dos variados sistemas das máquinas agrícolas, como hidráulico, elétrico etc.

Desafios da conectividade no campo

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, apenas 27% das propriedades rurais são consideradas conectadas e conseguem aproveitar toda a eficiência das tecnologias agrícolas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2021 mostram que 72% das propriedades rurais do País ainda estão sem conexão com a internet. 

No final de 2020, a John Deere, a Claro e a startup SOL anunciaram uma colaboração para levar conectividade ao campo brasileiro por meio da infraestrutura de telecomunicação. A solução Campo Conectado tem como objetivo levar conexão por meio da rede 4G. 

Cada produtor é atendido com um projeto específico, atendendo às suas necessidades individuais. Os clientes têm a vantagem de receber condições inéditas, sem a necessidade de realizar investimentos próprios na infraestrutura das torres. Desde o início dessa colaboração, já foram entregues 4 milhões de hectares de cobertura 3G/4G em todo o território brasileiro.

O produtor interessado pode se dirigir ao concessionário John Deere mais próximo, que está habilitado para elaborar o projeto. Após a conclusão do projeto, avança-se com a implantação da rede na propriedade do produtor rural.

“É por meio desse projeto que estamos colaborando para levar a conectividade aos nossos clientes, aos produtores rurais brasileiros. Assim, eles podem, de fato, aproveitar todas as tecnologias agrícolas que já estão disponíveis em nossas máquinas diretamente da fábrica. Incluindo as tecnologias da chamada Agricultura 5.0, como inteligência artificial e robótica, entre outros recursos”, explica Marcela Guidi, gerente de Desenvolvimento e Parcerias da John Deere. 

*A jornalista visitou o CD em Brasília a convite da Maqcampo e da John Deere

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

03/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Conheça os componentes essenciais do sistema elétrico do trator
Notícias

Vendas de máquinas no mercado doméstico recuam 6,92% no 1º semestre

Por redação 03/08/2023
Escrito por redação

Vendas de máquinas cresceram 18,95% em junho, em relação ao mês anterior, mas reduziram 4,75% na comparação com o mesmo período do ano passado

Vendas de máquinas no mercado doméstico recuam 6,92% no 1º semestreA Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou, nesta quarta-feira (2), dados que apontam uma queda de 6,92% nas vendas de máquinas e implementos agrícolas mo mercado interno brasileiro durante o primeiro semestre de 2023.

Embora os números de junho tenham mostrado um aumento de 18,95% em relação ao mês anterior, a comparação com o mesmo período do ano passado revelou uma queda de 4,75%, segundo a entidade. Esse declínio geral nas vendas reflete a tendência de retração do setor ao longo dos primeiros seis meses de 2023.

Número de trabalhadores no agro alcança mais de 28 milhões no 1º trimestre

José Maurício Andreta Júnior, presidente da Fenabrave, analisou a situação e explicou que, apesar do crescimento das vendas em junho em relação a maio, a indústria de equipamentos e máquinas agrícolas ainda enfrenta um cenário de retração acumulada.

“Os valores das commodities, especialmente, as cotadas em dólar, caíram recentemente, o que diminui o ritmo dos novos negócios. Apesar de os fabricantes terem ajustado o preço dos equipamentos para baixo, os novos negócios ainda estão abaixo das expectativas. E, como o Plano Safra foi lançado apenas na última semana de junho, ainda não foi possível captar a reação dos produtores”, afirma o presidente.

A Fenabrave ressalta que os dados relacionados a tratores e máquinas agrícolas têm uma defasagem de um mês, uma vez que não são emplacados e dependem de levantamentos junto aos fabricantes para serem compilados. Essa característica é importante para contextualizar e interpretar os resultados apresentados.

Diante desse panorama, a indústria agrícola e os fabricantes de máquinas permanecem atentos aos desafios do mercado, buscando adaptar-se às oscilações econômicas e à dinâmica do setor para alcançar melhores resultados nos próximos períodos.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

03/08/2023 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui