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Tecnologia

Kepler Weber anuncia novo CD no Mato Grosso

Por redação 26/07/2023
Escrito por redação

Estado é o que mais produz grãos no Brasil. Oitavo Centro de Distribuição da Kepler Weber é parte da estratégia de proximidade com o agricultor

Kepler Weber anuncia novo Centro de Distribuição no Mato Grosso A Kepler Weber, de soluções de pós-colheita para armazenagem de grãos e movimentação de granéis em portos, anunciou, em comunicado enviado ao Mercado nesta terça-feira (25) a criação do oitavo Centro de Distribuição (CD) em Sorriso, no Mato Grosso. A unidade reforça a presença regional da companhia no Estado, que é o maior produtor de grãos do Brasil.

“Nesta filial serão exercidas as atividades de depósito e comércio de peças de reposição, sendo mais um movimento da companhia na busca pelo atendimento de excelência no fornecimento de peças e de serviços”, diz um trecho do comunicado.

O Brasil tem mais de 17 mil unidades armazenadoras, que, segundo a Kepler Weber, necessitam de ampliações e modernizações, além de manutenção preventiva.

Principais causas de quebras em máquinas agrícolas: entenda os motivos comuns

No primeiro trimestre deste ano, a área de Reposição e Serviços registrou R$ 50 milhões em receita. Durante todo o ano de 2022, o segmento faturou R$ 211,9 milhões, alta de 24,7% em comparação com 2021.

“Este é um dos nossos diferenciais competitivos. O cliente que investe em projetos de pós-colheita conosco, sabe que terá acesso a peças e serviços a preços de fábrica, durante toda a safra, a partir dos nossos Centros de Distribuição”, afirma Piero Abbondi, CEO da Kepler Weber.

Os outros sete Centros de Distribuição da companhia funcionam em Panambi (RS), Campo Grande (MS), Cascavel (PR), Rio Verde (GO), Cuiabá (MT), Balsas (MS) e em Paragominas (PA).

 

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Curiosidade

Especialista responde 7 dúvidas sobre a aplicação de defensivos agrícolas

Por redação 26/07/2023
Escrito por redação

Saiba qual o momento certo e como evitar falhas na pulverização, entre outras questões, para realizar uma correta aplicação de defensivos agrícolas

Especialista responde 7 dúvidas sobre a aplicação de defensivos agrícolasA pulverização é uma importante etapa no ciclo produtivo. Se realizada de maneira incorreta, pode resultar em desperdício de insumos e comprometer a produtividade da lavoura. Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produto da Massey Ferguson, esclarece as principais dúvidas sobre a pulverização e explica como fazer a aplicação de defensivos agrícolas corretamente em prol da eficiência, produtividade e sustentabilidade na produção:

1. Momento certo para a pulverização:

A aplicação de defensivos agrícolas tem de ser preventiva e ter um alvo (praga, planta daninha ou doença) definido previamente. Também é fundamental atentar-se à janela correta, visto que cada tipo de alvo possui um período específico para controle e ultrapassá-lo pode afetar produtividade.

2. Falhas na pulverização:

A utilização correta das pontas de pulverização, conforme o alvo e o produto a ser aplicado, evita que as gotas se dispersem com o vento ou temperatura.

Por exemplo, no caso de defensivos sistêmicos que agem diretamente na fisiologia da planta, podem ser usadas pontas que forneçam gotas um pouco maiores, diminuindo o risco de deriva – quando o produto não atinge o alvo desejado.

Novo permeâmetro pode revolucionar a avaliação de água nos solos

Já para produtos de contato, o indicado são pontas que forneçam gotas menores para proporcionar uma área de cobertura maior, e aqui o cuidado com deriva deve ser maior.

Além disso, é necessário fazer o preparo correto da calda, seguindo a sequência de colocação e mistura dentro do tanque; realizar a manutenção e calibração do equipamento.

3. Condições adequadas para a aplicação de defensivos agrícolas:

É importante verificar as condições meteorológicas antes de pulverizar, considerando o vento entre 2 km/h e 10 km/h, a umidade relativa do ar acima de 55% e a temperatura abaixo de 30°C.

4. Pulverização em áreas de difícil acesso:

Tecnologias embarcadas em pulverizadores, como transmissão e capacidade de redutor, facilitam a entrada em áreas de difícil acesso. Aviões ou drones também podem ser usados nessas aplicações. O importante é que a operação seja realizada para evitar que pragas e doenças se espalhem para o restante da lavoura, prejudicando a produtividade.

5. Pulverização noturna:

Apesar de ser uma opção devido às condições climáticas geralmente mais favoráveis, é preciso ter cuidado com o orvalho e a umidade alta durante a noite, que eles podem lavar o produto recém-aplicado nas plantas.

Além disso, tecnologias embarcadas nos pulverizadores, como faróis de LED, contribuem para uma melhor visibilidade e segurança do operador durante a pulverização noturna e evitam perdas.

6. Uso do piloto automático:

Cada vez mais presente na pulverização, essa tecnologia substitui barras de luzes para demarcar as áreas já aplicadas, evitando sobreposições e falhas na operação, resultando em eficiência, redução do uso de insumos e aumento da sustentabilidade.

7. Escolha do pulverizador:

Mais do que saber como fazer a aplicação de defensivos agrícolas, é essencial saber qual tipo de equipamento é o ideal. Para isso, é preciso considerar o tipo de área em que será utilizado.

Se o terreno possuir uma topografia irregular, é necessário optar por um equipamento com boa capacidade de tração e tecnologia adequada para atingir essas áreas.

Também é importante verificar o tamanho da máquina. Tanto um dimensionamento inadequado quanto a incapacidade de entrar na lavoura no momento certo, devido à tração e à topografia, podem causar atrasos. Estudos têm demonstrado perdas significativas de produtividade devido a aplicações tardias, chegando a até sete sacos por hectare.

 

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Tecnologia

Tecnologia da Tomra 5C otimiza seleção de sementes de milho da Uwafen Seeds

Por redação 25/07/2023
Escrito por redação

Tecnologia da Tomra 5C otimiza seleção de sementes de milho da Uwafen SeedsA empresa chilena Uwafen Seeds, especializada na produção de sementes de milho doce de alta qualidade, encontrou na tecnologia BSI+ da máquina Tomra 5C a solução para o desafio de distinguir o milho doce do milho dentado, uma tarefa complexa para sistemas de classificação tradicionais.

Com sede em San Clemente, a Uwafen Seeds atende às demandas de clientes ao redor do mundo, exportando suas sementes para mercados na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania. A empresa valoriza a qualidade e a confidencialidade em seus serviços, buscando garantir que suas sementes sejam livres de contaminação e atendam aos mais altos padrões.

Principais causas de quebras em máquinas agrícolas: entenda os motivos comuns

A Tomra 5C, equipada com a tecnologia BSI+, trouxe eficiência e precisão ao processo de seleção das sementes de milho doce, permitindo à Uwafen Seeds melhorar seus prazos de entrega e reduzir os custos de produção em cerca de 60%.

A tecnologia BSI+ da Tomra 5C utiliza imagens de espectro para identificar as características biométricas exclusivas das sementes, tornando possível diferenciar o milho doce do milho dentado com alta precisão. Com taxas de eficiência que chegam a 98% na segunda passagem do processo, a Tomra 5C tornou-se uma ferramenta indispensável para a Uwafen Seeds, garantindo a qualidade e confiabilidade de seus serviços.

O sucesso da parceria com a Tomra Food abriu novas possibilidades para a Uwafen Seeds no segmento de sementes, onde o interesse por soluções inovadoras tem crescido. A equipe da Tomra Food no Chile já está testando outras aplicações, como grãos de trigo, cevada, aveia, leguminosas, vegetais e flores, com o objetivo de oferecer soluções eficazes para os desafios de classificação em diferentes setores.

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NotíciasManutençãoRevista

Principais causas de quebras em máquinas agrícolas: entenda os motivos comuns

Por redação 25/07/2023
Escrito por redação

Soluções de quebras em máquinas agrícolas envolvem manutenção permanente e planejamento adequado à realidade local

Principais causas de quebras em máquinas agrícolas: entenda os motivos comunspor Joel  Alves – Quando se trata de quebras em máquinas agrícolas, é comum que, justamente nos momentos em que mais precisamos delas, enfrentemos problemas de funcionamento inadequado. Essa é uma realidade frequentemente relatada pelos agricultores. No entanto, é importante ressaltar uma diferença fundamental: o uso desses equipamentos é geralmente sazonal, com períodos de parada.

Curiosamente, é durante esse tempo de inatividade que ocorre uma aceleração na deterioração de alguns componentes, o que resulta em falhas ou mau funcionamento quando retomamos o uso. Embora fosse possível aproveitar o período de parada para realizar revisões, nem sempre isso acontece.

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As falhas nos componentes ou mau funcionamento de conjuntos mecânicos podem ser atribuídos a diversos fatores, mas podemos agrupar as causas em dois tópicos: manutenção e operação.

Quando a manutenção e a operação são conduzidas de maneira adequada, as quebras em máquinas agrícolas são reduzidas ou até mesmo eliminadas. Portanto, ter operadores bem treinados e conscientes de suas responsabilidades, juntamente com uma equipe de manutenção qualificada e o ferramental adequado, são soluções essenciais para evitar falhas nos momentos em que mais precisamos do equipamento.

Quais são os componentes mais suscetíveis a quebras devido à falta de manutenção? Eixos, buchas e mancais, rolamentos, engrenagens, cruzetas e acoplamentos, molas e hastes ou alavancas. 

Quais são os sistemas que deixam de funcionar devido à falta de manutenção? Motores, sistema hidráulico, sistema de combustível, lubrificação, componentes destinados ao controle de temperatura e sistemas de frenagem.

Como fazer uma inspeção diária e correta no maquinário agrícola

A solução para as quebras em máquinas agrícolas está em uma manutenção contínua e planejada, adequada à realidade local. Planejar a manutenção nos momentos apropriados e executá-la corretamente é o que deve ser feito para evitar quebras e mau funcionamento.

Embora pareça simples, diante da nossa realidade atual, implementar isso nas propriedades rurais é bastante complexo.

Alguns fatores dificultam essa aplicação:

1. Aspectos históricos e culturais

Exceto por algumas exceções, não há uma tradição de realizar manutenção de máquinas agrícolas nas propriedades deste imenso país. Todos que vivem no campo já ouviram a frase “isso nunca foi feito por aqui”. Essa mentalidade é transmitida de geração em geração e romper com essa tendência de repetir o passado não é fácil, pois se trata de uma questão cultural.

2. Qualificação da mão de obra 

Os trabalhadores rurais ainda carecem de formação profissional adequada para desempenhar suas funções com eficácia. Esse é um problema generalizado que afeta todos os setores da produção.

Brasil deverá produzir 390 milhões de toneladas de grãos nos próximos 10 anos

Nas propriedades rurais, é comum a contratação de pessoas para realizar a manutenção das máquinas agrícolas. No entanto, os proprietários frequentemente reclamam da qualidade dos serviços de manutenção, mesmo quando são terceirizados.

Essa é uma realidade que precisa ser corrigida com urgência, pois há uma saturação da mão de obra na formação técnica de nível médio, mas uma carência na formação profissionalizante, ou seja, aqueles que executam efetivamente os serviços de manutenção. Esses são os profissionais que estão em falta e estão cada vez mais escassos no mundo atual dominado pela tecnologia virtual.

3. Aspectos financeiros 

A manutenção envolve custos. Portanto, muitas vezes as pessoas preferem deixar as coisas como estão até que parem de funcionar, e só então procuram soluções para os problemas. Esse comportamento ainda é muito predominante.

Vamos analisar um exemplo prático que engloba os três fatores mencionados acima. No sistema de direção dos tratores, há um componente chamado “braço axial da direção” ou “haste com terminal esférico”, também conhecido como “pivô da direção”.

Saiba quando é a hora certa de trocar peças e componentes

Trata-se de um dispositivo de acoplamento localizado na extremidade da barra de direção, com uma junta esférica alojada em uma cavidade correspondente. Sua função é permitir a mobilidade do sistema de direção em relação ao suporte da ponta do eixo.

A junta esférica metálica (pivô) é lubrificada com graxa de fábrica e possui uma coifa de borracha que a protege contra impurezas. No entanto, com o tempo, a borracha dessa coifa resseca e desenvolve trincas, permitindo a entrada de poeira e partículas abrasivas que aderem à graxa, criando um abrasivo que danifica o metal da articulação.

O que fazer nessas situações? 

Assim que pequenas trincas na coifa forem observadas, é importante solicitar sua substituição imediatamente. Para realizar o serviço corretamente, é necessário parar a máquina e contar com ferramentas e pessoal treinado.

O uso de um sacador especial é essencial para evitar danos ao braço axial, pois o método antigo de usar uma marreta não funcionará e poderá causar danos. Além disso, é necessário garantir a correção adequada da convergência da geometria ao reinstalar o braço axial com a nova coifa.

Mas espera, isso tudo é realmente necessário? Então, é melhor continuar usando a máquina e lidar com o problema depois. Está funcionando? Então, continue trabalhando sem parar. No entanto, o desgaste continua e a folga começa a aparecer. Um operador competente observará e relatará isso durante a inspeção diária.

10 dicas de manutenção para garantir o funcionamento do trator agrícola

Agora, o serviço não se resume apenas à substituição da coifa de borracha. Agora, é necessário trocar todo o braço axial, o que acarreta um custo muito maior. Como o trator não pode parar, continua-se trabalhando por mais algum tempo. Mas por quanto tempo? Até que nem lembre mais. Talvez seja durante a entressafra, quando a umidade entra e, em seguida, o trabalho é retomado. A folga agora é ainda maior e, na linguagem da oficina, é considerada “férias”. 

E o que acontece em seguida? As folgas aparecem nas buchas e mancais do suporte da ponta de eixo e, a partir daí, afetam os rolamentos das rodas. Se houver tração no eixo dianteiro, as cruzetas também são afetadas. Folgas, desgaste e, eventualmente, no momento de maior demanda, tudo se quebra: cruzetas, rolamentos, pinos e braço axial. A máquina para, o serviço fica pendente, a oficina fica sobrecarregada e o bolso do proprietário fica vazio. Voltamos ao ponto inicial: qual era o valor da coifa de borracha?

Esse é apenas um exemplo, mas existem muitos outros. Manutenção! Quem faz a manutenção? Talvez alguns façam, talvez um dia todos façam. Esperamos e desejamos que esse futuro chegue o mais rápido possível, pois todos se beneficiam.

Principais causas de quebras em máquinas agrícolas: entenda os motivos comunsPapel da mão de obra

E a operação? Pode ser a causa de quebras e mau funcionamento? Na linguagem operacional, “a pecinha atrás da direção” pode ser sim um dos fatores que contribui. O operador é o principal responsável pelos cuidados com a máquina e, ao mesmo tempo, pode ser o principal causador de danos ao equipamento.

O comportamento e a forma como os comandos são manipulados pelo operador são determinantes para manter a máquina em pleno funcionamento.

Um operador despreparado ou mal-intencionado pode quebrar uma ponta de eixo ou uma engrenagem da caixa ou diferencial ao arrancar ou movimentar um trator, mesmo com mecanismos de segurança e proteção.

Da mesma forma, ao utilizar os diversos implementos durante os serviços, se o operador não prestar atenção constante, trancos violentos podem ocorrer, levando a rupturas e quebras de componentes.

Saiba como funciona um trator agrícola e seus componentes

Repetimos (essa é a vocação de um instrutor), como já destacamos em outras ocasiões: todo operador deve possuir conhecimento sobre o funcionamento da máquina e seus diversos conjuntos mecânicos, bem como do implemento acoplado ao trator.

É a partir desse conhecimento que se torna possível utilizar a máquina de forma adequada e racional. Caso contrário, o operador apenas memoriza alguns procedimentos, sem saber como agir e tomar decisões diante de situações diferentes.

É importante treinar e capacitar constantemente as equipes de operação, além de reforçar diariamente a importância de um comportamento ético, correto e seguro durante a operação.

Existem algumas atitudes operacionais que podem ser adotadas pelos operadores e que certamente causarão danos, principalmente relacionadas aos comandos executados de forma brusca ou com solavancos.

Como escolher o pneu certo para melhorar o desempenho da máquina

Ao operar uma máquina com grande capacidade de força, os comandos permitem alterar a distribuição e aplicação dessas forças. Se alguns cuidados não forem tomados, as quebras e mau funcionamento logo aparecerão. Por exemplo, ao acelerar o motor excessivamente no momento de soltar a embreagem, ocorrerá um impacto violento em toda a transmissão, podendo quebrar engrenagens ou eixos. 

Ao acionar repetidamente os comandos hidráulicos de forma brusca, criando um movimento brusco de vai e vem, os pinos, mancais e hastes do pistão hidráulico ficarão sujeitos a rupturas. Em equipamentos com transmissão automática, forçar paradas bruscas com uso abusivo dos dispositivos de segurança e manter o motor com rotação acima do recomendado também podem causar ocasionar quebras em máquinas agrícolas. Esses são apenas alguns procedimentos operacionais que ainda são observados em alguns operadores e que levam a quebras e mau funcionamento.

Investir na manutenção e na operação adequada é o caminho para garantir uma vida longa para os equipamentos, evitando surpresas com quebras em máquinas agrícolas e problemas durante a execução dos serviços tão importantes para o agronegócio.

*Joel Sebastião Alves é instrutor de operação e manutenção de máquinas e implementos agrícolas e rodoviários

 

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Notícias

Na Coreia do Sul, Fávaro estreita parceria para produção sustentável

Por redação 25/07/2023
Escrito por redação

No primeiro dia da missão, o ministro apresentou propostas para dois ministérios coreanos

Na Coreia do Sul, Fávaro estreita parceria para avanço da produção sustentávelIniciando a missão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na Ásia, o ministro Carlos Fávaro, com a equipe técnica da pasta, Embrapa, comitiva de parlamentares e representantes do setor, apresentou as propostas brasileiras para avanço da produção sustentável na Coreia do Sul nesta segunda-feira (24).

Em reunião no Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais da Coreia do Sul (Mafra), o ministro coreano, Jeong Hwang-geun, ressaltou a importância do Brasil como fornecedor de produtos agrícolas para seu país.

Um dos pontos tratados no encontro foi o estreitamento da cooperação técnica entre Brasil e Coreia do Sul na área de fazendas inteligentes.

Agricultura Familiar deve movimentar R$ 42 bilhões na região Sul

Entre as medidas para o avanço de uma produção sustentável, além do avanço tecnológico, que garante uma agricultura de precisão, o Mapa vem propondo modelos de Integração Floresta – Pasto – Lavoura, por meio da recuperação de pastagens de baixa produtividade. A medida é uma das principais iniciativas do país para a intensificação da produção de alimentos livre de desmatamento.

Abertura de mercado e um protocolo Internacional regionalizado para casos de gripe aviária também foram debatidos nas agendas desta segunda-feira.

A Missão do Mapa esteve no Ministério da Segurança de Alimentos e Medicamentos, onde o vice-ministro, Osang Kwon, lembrou da capacidade do Brasil de manter a exportação de produtos agropecuários mesmo durante a pandemia da Covid-19.No encontro, Fávaro destacou o sistema de Defesa Sanitário brasileiro e a qualidade dos alimentos produzidos no país.

 

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Notícias

Manejo de plantas daninhas no algodão é difícil e requer atenção

Por redação 25/07/2023
Escrito por redação

Manejo de plantas daninhas no algodão é difícil e requer atençãoPesquisador da Fundação MT orienta o cotonicultor sobre as melhores práticas

Controlar as plantas daninhas não é tarefa fácil e no cultivo de algodão isso não é diferente. Espécies como o Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), Buva (Conyza spp.), Capim-amargoso (Digitaria insularis), Trapoeraba (Commelineae spp.), Erva–de-Santa-Luzia (Chamaesyce hirta), Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata L.) e a Corda-de-viola (Ipomea spp.) são as que mais tiram o sono do cotonicultor, principalmente com o aumento de incidência a cada safra.

Agricultura Familiar deve movimentar R$ 42 bilhões na região Sul

Com o intuito de levantar informações atuais sobre o assunto, a Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) desenvolveu projetos de pesquisa, nas últimas três safras, sobre o manejo de plantas daninhas no sistema soja-algodão, em diferentes locais de MT. Alguns desses dados serão apresentados no próximo mês, durante o XV Encontro Técnico Algodão, realizado pela instituição, e que acontecerá de 28 a 30 de agosto, no Gran Odara Hotel, na capital Cuiabá.

Difícil manejar

De acordo com o pesquisador da Fundação MT, doutor em Fitotecnia, Lucas Heringer Barcellos, o Capim-pé-de-galinha e a Vassourinha-de-botão são as plantas daninhas no algodão com maior dificuldade de controle.

“Estas apresentam características morfofisiológicas que lhes conferem vantagem competitiva à cultura. Mostram também rápido crescimento nas condições edafoclimáticas do Cerrado e ainda grande quantidade de sementes”, explica.

Contudo, o principal fator que confere a dificuldade de controle delas, no caso do Capim pé-de-galinha, é porque este apresenta resistência a diversos herbicidas, como o Glifosato e os inibidores da Acetil-CoA carboxilase. Já a Vassourinha-de-botão é tolerante ao Glifosato, que é uma das mais relevantes opções hoje no mercado de herbicidas.

“Por isso, com o avanço das plantas daninhas nas lavouras, está cada vez maior a exigência de que o produtor realize um planejamento eficaz de controle”, diz Barcellos.

Se não for bem feita a tarefa de casa, a matocompetição gera perdas diretas, podendo comprometer a produção em áreas onde não se tem controle efetivo. “E ainda perdas por danos indiretos, depreciando a qualidade da fibra do algodão e hospedando pragas e doenças, ou seja, aumentando ainda mais o problema”, explica o pesquisador.

Para ajudar o cotonicultor, o especialista destaca quais são as principais ações para o sucesso no manejo de plantas daninhas, como integrar métodos de controle. “Além disso, conhecer a infestação e as espécies das plantas daninhas presentes na área. Planejar-se para o manejo. Começar a dessecação desde a entressafra (agora) e ainda rotacionar os talhões que irão receber algodão”, finaliza.

O evento

O Encontro Técnico Algodão tem o objetivo de disseminar dados de pesquisa de diferentes instituições, apresentar o posicionamento da Fundação MT, promover o diálogo sobre os gargalos da cotonicultura, debater aspectos da safra e planejar a próxima. São três dias nas modalidades híbrida e presencial, com muitas informações para a classe produtora e profissionais do setor se atualizarem. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas aqui.

 

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Curiosidade

Ensiladeira para trator ajuda otimizar a produção e potencializar resultados

Por redação 24/07/2023
Escrito por redação

Ensiladeira para trator: saiba como otimizar a produção e potencializar resultadosA ensiladeira para trator agrícola é uma ferramenta essencial para impulsionar a produtividade no campo. Com o objetivo de processar e armazenar a forragem, ela desempenha um papel crucial na alimentação do rebanho, além de promover o aproveitamento integral dos cultivos.

Neste artigo, apresentaremos como essa máquina funciona e forneceremos informações relevantes sobre como escolher a melhor opção para o seu negócio.

Entendendo a ensiladeira para trator

A ensiladeira para trator é uma máquina agrícola projetada para cortar e triturar a forragem em pedaços menores, tornando-a mais fácil de ser conservada e utilizada como alimento para o gado.

Seu funcionamento baseia-se no acoplamento ao trator, que fornece a potência necessária para o seu desempenho eficiente. Dessa forma, a ensiladeira é ideal para produtores que buscam otimizar a colheita, reduzir o desperdício e elevar a qualidade da alimentação animal.

Escolhendo a ensiladeira certa

Ao selecionar a ensiladeira ideal para as necessidades da propriedade, é fundamental considerar alguns aspectos importantes. Primeiramente, avalie o tamanho do seu trator e a potência disponível, pois isso influenciará na capacidade de processamento da máquina. Além disso, verifique a quantidade e o tipo de forragem que será processada, pois alguns modelos são mais adequados para determinados cultivos.

De pequenos a grandes, os tratores mais vendidos da John Deere

Outro fator relevante é a durabilidade e a confiabilidade da ensiladeira. Optar por marcas reconhecidas no mercado é uma garantia de qualidade e suporte técnico adequado.

A ensiladeira para trator agrícola é uma aliada indispensável para os produtores rurais que buscam aumentar a produtividade e a qualidade do seu negócio. Com o uso dessa tecnologia, é possível processar a forragem de forma eficiente, garantindo uma alimentação de qualidade para o rebanho e reduzindo os custos operacionais.

Ao escolher a ensiladeira certa, leve em consideração o tamanho e a potência do trator, bem como a durabilidade e a reputação da marca.

 

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Notícias

Agricultura Familiar deve movimentar R$ 42 bilhões na região Sul

Por redação 24/07/2023
Escrito por redação

Em todo o país, o governo federal deve investir R$ 77 bilhões, o maior volume da série histórica, em ações para fortalecer a agricultura familiar

Agricultura Familiar deve movimentar R$ 42 bilhões na região SulO ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, lançou na sexta-feira (21), em Chapecó (SC), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2023/2024 na região Sul. O presidente do Sebrae, Décio Lima, destacou a atuação da instituição na Agricultura Familiar.

“O Sebrae trabalha no universo da agricultura familiar contribuindo com a melhoria da gestão das pequenas propriedades rurais. Afirmo que este momento é gigante, pois o ministro está anunciando um Plano com 34% a mais de recursos”, afirmou.

Em todo o país, o governo federal deve investir R$ 77 bilhões, o maior volume da série histórica, em ações para fortalecer a agricultura familiar, aumentar a produtividade no campo, promover a transição agroecológica e levar alimentos saudáveis para as famílias brasileiras.

Brasil deverá produzir 390 milhões de toneladas de grãos nos próximos 10 anos

A estimativa, de acordo com os dados da safra passada, é que desse montante, cerca de R$ 42 bilhões sejam contratados somente pelas agricultoras e agricultores familiares da região Sul. O valor estimado para o estado de Santa Catarina se aproxima a 10 bi.

De acordo com o presidente do Sebrae, atualmente 99% dos CNPJ ativos no Brasil são de microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas, ou seja, é uma parcela significativa daqueles que induzem o desenvolvimento sobretudo na condição da agricultura familiar.

“Tanto o Sebrae quanto o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) constroem um processo de parceria na qual aportaremos o que faz parte de nossa institucionalidade, que é trazer a garantia da qualificação de tudo aquilo que o ambiente do campo produz”, explicou.

Décio Lima ressaltou que o Sebrae atua em sinergia com o ministro Paulo Teixeira e outros atores que contribuem para fortalecer cada vez mais a economia brasileira. Como exemplo, citou a expressão da atuação da entidade que representa um universo de 54% da empregabilidade no país, além de responder por quase 30% do PIB.

“Os componentes econômicos são extremamente otimistas. O Brasil conquistou a quarta colocação no crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2023. Número expressivo com grande contribuição da agricultura, uma vez que as exportações somaram US$ 166,5 bilhões, com superávit de US$ 45,5 bilhões, o maior da história no nosso país. Então, nossa economia dá forte lampejos e com o Plano Safra, no qual trabalharemos na área do microcrédito, propiciará crescimento dessa economia que é resiliente e responde por 30% do PIB”, enalteceu Décio Lima.

Por fim, reforçou que o Sebrae apoia a instalação de negócios familiares na área da agroindústria. “O Sebrae é essa porta da esperança e do sonho de muitos empreendedores que estão no campo. Atuamos a partir de uma larga experiência na agricultura familiar e, mesmo não tendo um produto, oferecemos para esse setor um resultado consistente tanto para quem vai adquirir o crédito seguro para seu investimento quanto para que o empreendedor tenha um ambiente de negócios favorável e sua gestão empresarial aprimorada. O que temos de mais precioso é a potencialização dos processos para agregar valor aos produtos da terra”, enfatizou.

 

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Notícias

Dia do Suinocultor: apesar dos desafios, setor estima recorde nas exportações

Por redação 24/07/2023
Escrito por redação

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o setor busca superar crise e produção de carne suína este ano deverá romper a barreira de cinco milhões de toneladas pela primeira vez na história

Dia do Suinocultor: apesar dos desafios, setor espera recorde nas exportaçõesApós enfrentar uma das mais severas crises de sua história, a suinocultura do Brasil entra em uma fase de recuperação, com perspectivas um pouco mais positivas já para este ano. A análise é do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, que celebra o novo momento do setor produtivo em meio às comemorações do Dia do Suinocultor, celebrado nesta segunda-feira, 24 de julho.

De acordo com o presidente da ABPA, produtores e agroindústrias suinícolas de todo o país vivenciaram um período de intensos desafios ao longo dos últimos três anos, frente às adversidades geradas pelos altos custos de produção e a pandemia global. Neste contexto, não foram incomuns casos de empresas e suinocultores operando com prejuízo, porém, mantendo o fluxo produtivo.

“O produtor foi resiliente em sua atividade e ajudou a preservar a oferta de alimentos e o abastecimento das famílias brasileiras. Após um período desafiador, vemos um quadro mais positivo, com perspectivas de avanços no cenário interno e internacional”, analisa.

Os números respaldam esta perspectiva ligeiramente mais otimista. De acordo com a ABPA, a produção de carne suína deverá romper a barreira de 5 milhões de toneladas pela primeira vez na história. No mercado internacional, um novo recorde é esperado, próximo das 1,2 milhão de toneladas embarcadas para os mais de 90 destinos importadores do produto brasileiro.

Brasil deverá produzir 390 milhões de toneladas de grãos nos próximos 10 anos

Estas projeções se baseiam no comportamento do setor apresentado até aqui, explica Santin. De acordo com os levantamentos da ABPA, as exportações brasileiras de carne suína já são 15,6% maiores este ano, com cerca de 590 toneladas exportadas no primeiro semestre de 2023. A receita gerada tem crescimento ainda mais expressivo, com US$ 1,413 bilhão de saldo acumulado entre janeiro e junho, o que supera em 26,7% o desempenho no mesmo período de 2022.

Assim como as exportações, o consumo per capita brasileiro também deve apresentar crescimento em relação aos 18 quilos registrados em 2022, pelas projeções iniciais da ABPA.

“O Brasil tem ocupado espaço de outros grandes players internacionais, como é o caso da União Europeia, reforçando o papel do nosso país na segurança alimentar global. Neste contexto, temos finalmente um fôlego com uma retração gradativa nos preços do milho e do farelo de soja, o que é um alento frente às altas acumuladas em mais de 150%, registradas entre 2020 e 2022. Ainda persistem as altas em outros insumos como diesel, energia, plástico e papelão. Contudo, há uma perspectiva positiva e produtores e agroindústrias vivenciam atualmente um momento de equilíbrio nas contas”, analisa Santin.

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Tecnologia

Pneu Trelleborg vence pela oitava vez como o “Melhor Pneu Agrícola”

Por redação 24/07/2023
Escrito por redação

O prêmio de 2023 reconhece a inovação do pneu Trelleborg pela 8ª vez; o pneu Trelleborg foi eleito por um júri de mais de 40 especialistas da agroindústria

Pneu Trelleborg vence pela oitava vez como o "Melhor Pneu Agrícola"

A marca de pneus Trelleborg foi mais uma vez reconhecida pelo Prêmio Visão Agro Centro-Sul por entregar o “Melhor Pneu Agrícola”. A cerimônia de premiação, realizada em Piracicaba( SP), em 18 de julho, chancela pela oitava vez o reconhecimento da inovação da Trelleborg por sua contribuição para as regiões central e sul da indústria agrícola brasileira.

A Trelleborg atua no mercado brasileiro há anos, trazendo soluções tecnológicas em pneus para agricultores de toda a América do Sul, mesmo para as culturas mais exigentes, incluindo o mercado de cana-de-açúcar. Os pneus Trelleborg têm sido fundamentais no fornecimento de maior suporte, através de compostos feitos com materiais reciclados e naturais e com design avançado das bandas de rodagem, ajudando a garantir maior sustentabilidade enquanto produzem melhores colheitas no presente e no futuro.

Brasil deverá produzir 390 milhões de toneladas de grãos nos próximos 10 anos

“O prêmio Visão Agro Centro-Sul homenageia players inovadores que trabalham ativamente para transformar a agricultura como a conhecemos, e estamos orgulhosos de ver nossa marca reconhecida como a melhor na categoria de pneus mais uma vez. Nossa equipe de especialistas trabalha lado a lado com agricultores brasileiros e OEMs para obter o conhecimento em primeira mão de que precisamos para ajudá-los a ter sucesso. A sustentabilidade é um dos principais impulsionadores da agricultura e é uma área na qual estamos trabalhando para sermos os melhores”, diz Mauro Oliveira, gerente comercial da Yokohama TWS América do Sul.

O prêmio Visão Agro Centro-Sul foi criado em 2007 para reconhecer fornecedores e especialistas da agroindústria atuantes na região que lideram a transformação do agronegócio por meio da inovação.

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