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Tecnologia

Japonesa Yanmar completa 65 anos de atuação no Brasil

Por redação 02/12/2022
Escrito por redação

Com uma gama completa de equipamentos para os setores agrícola e de construção civil, marca detém a liderança no mercado de miniescavadeiras e é pioneira na indústria de motores a diesel

Japonesa Yanmar completa 65 anos de atuação no BrasilFundada em 1912 em Osaka, no Japão, a Yanmar conquisto sucesso no mundo ao fazer um motor compacto a diesel para uso prático, em 1933. No Brasil, a marca possui 65 anos de atuação e sua sede está localizada em Indaiatuba, interior do estado de São Paulo. Pioneira na indústria de motores a diesel, a marca é ainda uma inovadora mundial quando se trata de equipamentos e de motores industriais, maquinário agrícola, equipamentos de construção, sistemas de energia e motores marítimos.

A Yanmar conta com seis centros de pesquisa espalhados pelo mundo todo e está presente em cinco continentes – em mais de 20 países, acumulando 50 unidades e mais de 20 mil colaboradores. No país, a marca possui quatro unidades de negócios e mais de 400 revendedores autorizados. Somente em Indaiatuba, emprega diretamente mais de 300 colaboradores.

Ao longo da trajetória, a marca realiza e investe em estudos para desenvolver soluções tecnológicas integradas aos seus equipamentos, visando contribuir para a construção de um futuro para toda a sociedade, tendo sempre como compromisso o bem-estar social e ambiental.

“Somamos 65 anos de atuação no país, pois estamos constantemente investindo para entregar soluções e equipamentos de qualidade para os nossos clientes, seja no canteiro de obras, no campo, ou no mar. A cada ano, reforçamos nosso compromisso em aplicar melhorias, renovar nosso portfólio, para entregar sempre as melhores soluções”, conta Igor Souto, responsável pelo Marketing, Eventos e Institucional da Yanmar.

Mercado agrícola

Considerada a principal vertente de negócios da marca no país, a Yanmar conta com um portfólio completo de produtos dedicados a atender, principalmente, pequenos e médios produtores rurais brasileiros, mas sem deixar de atender aos grandes empreendedores do agronegócio brasileiro. No portfólio, a marca conta com colheitadeira, tratores que vão até 90 cavalos, transplantadeira e motocultivadores.

Da lista, destaque para a colheitadeira Yanmar YH 880. Compacta, a máquina se caracteriza pelo novo conceito de colheita, atendendo pequenas e médias propriedades e diferentes perfis de produtores. Entre os principais diferenciais competitivos, ela se destaca pela versatilidade. Estreita, ela consegue alcançar áreas de difícil acesso, como recortes, que os produtores aproveitam para o plantio, e também locais úmidos, as quais as colheitadeiras de grande porte não conseguem trabalhar.

Além dela, o trator YM 347, 100% fabricado pela Yanmar, é outra solução de destaque da marca. Econômico e eficiente, além de confortável para o operador, conta com 47.6 cv de potência e motor Yanmar 4TNV88, um dos mais eficientes do mercado, e uma transmissão também exclusiva com tecnologia Yanmar. O modelo YM 347 também se evidencia pela baixa compactação no solo.

Mercado de construção civil

Japonesa Yanmar completa 65 anos de atuação no BrasilNo mercado brasileiro de construção civil, a Yanmar se sobressai pela liderança – há mais de 5 anos – com a comercialização de miniescavadeiras. A marca, que também foi pioneira ao desenvolver a primeira miniescavadeira do mundo (YB600C), segue atenta ao mercado, já que ele segue em ascensão no país e é um dos mais otimistas em 2022. Além das próprias miniescavadeiras, a marca também comercializa minipá carregadeira e implementos, como rompedores hidráulicos.

Entre as principais novidades este ano, a marca integrou em seu portfólio, a miniescavadeira SV100 e a minipá carregadeira V3. Com 54.7 kw de potência no motor, 9.825 kg de peso operacional, e capacidade para 115 litros de combustível, a miniescavadeira Yanmar SV100 impressiona pelo baixo consumo, conforto, durabilidade, robustez e facilidade de operação. Entre as principais características, destaque para o peso operacional que possibilita mais facilidade durante o transporte da máquina, além de rendimento de trabalho similar às escavadeiras de 12 toneladas disponíveis no mercado, porém com características exclusivas das miniescavadeiras Yanmar, como deslocamento lateral da lança e lâmina frontal. A máquina ainda conta com dispositivo mecânico de inversão de comando operacional, ideal para diferentes perfis de operadores.

Já, a minipá carregadeira Yanmar V3 permite trabalhar em espaços reduzidos, ao mesmo tempo em que entrega agilidade e força na operação. Com direção articulada, eixos traseiros oscilantes, que possibilitam tanto conforto como segurança operacional, a minipá carregadeira Yanmar V3 também conta com nivelador automático que permite a colocação da caçamba uniformemente no chão com apenas um movimento da alavanca, aumentando a produtividade durante o trabalho. Com 18.2 kw de potência no motor e 2.920 kg de peso operacional, a máquina também possui capacidade para 55 litros de combustível.

Suporte e garantia ao cliente

A Yanmar oferece cobertura de dois anos de garantia para toda a sua linha de equipamentos agrícolas e de construção civil, e um ano para a linha de rompedores hidráulicos, além de duas revisões gratuitas para os tratores da marca. Para os motores marítimos, oferece um ano de garantia ou a quantidade de horas do rating do motor, conforme instruções disponíveis no Termo de Garantia da fabricante, para os motores de trabalho. E dois anos ou também pela quantidade de horas do rating do motor, seguindo as mesmas recomendações da fabricante, para motores recreacionais. Já para os motores industriais, sistemas de energia e grupos de geradores, a marca oferece 1 ano de garantia. A marca também conta com uma rede de revendedores altamente treinada e capacitada para oferecer suporte em todo o país.

Linha do tempo
  • 1912 – É fundada a YAMAOAKA HATSUDOKI KASOKUSHO com o sonho de diminuir as dificuldades enfrentadas pelos agricultores
  • 1921 – Nasce a marca YANMAR
  • 1933 – A marca lança o primeiro motor a diesel – pequeno e comercialmente viável do mundo
  • 1937 – A YANMAR é impulsionada pela necessidade de garantir que nenhuma gota de combustível fosse desperdiçada
  • 1957 – É fundada a YANMAR Diesel LTDA
  • 1960 – A marca inaugura a primeira fábrica de motores a diesel de pequena potência no Brasil, em Indaiatuba (SP)
  • 1968 – A fabricante desenvolve a primeira miniescavadeira do mundo (YB600C)
  • 1980 – As miniescavadeiras YANMAR começam a ser exportadas para a Europa
  • 2006 – É fundada a YANMAR South America Indústria de Máquinas LTDA no Brasil
  • 2009 – Lançamento das escavadeiras YSA
  • 2013 – A YANMAR torna-se a primeira fabricante do mundo a ser certificada pelo Escritório Federal Ambiental (FOEN) da suíça para motores de 19 a 37 kW
  • 2014 – Inauguração da primeira filial no Brasil em Manaus (AM)
  • 2015 – Inauguração da segunda filial no país em Osasco (SP)
  • 2016 – “A sustainable future” para reafirmação do compromisso de contribuir com a sociedade buscando um amanhã mais abundante
  • 2017 – Fusão da YANMAR com a empresa de tratores Solis
  • 2022 – Lançamento da colheitadeira YH, minipá carregadeira V3 e Trator YM.
02/12/2022 0 Comentários
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Notícias

FAESP alerta para alta nos preços de insumos agrícolas

Por redação 01/12/2022
Escrito por redação

Reajuste em novembro chega a 43,71% no copo de Cotésia Flavipes, do grupo biológicos

FAESP alerta para alta nos preços de insumos agrícolas

A 9ª edição do Boletim de Insumos Agropecuários de novembro/2022 (com referência de outubro), produzido pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), mostrou alta mensal em boa parte dos produtos pesquisados. Com dados da CNA/ESALQ-USP, o levantamento apresenta o preço médio e a variação mensal, trimestral, semestral e anual dos preços. A maior alta mensal geral (43,71%) foi a do copo de Cotésia flavipes, do grupo Biológicos.

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No grupo Medicamentos e Vacinas, a unidade de 500 ml da Moxidectina sofreu um reajuste de 6,51%. No grupo Rações e Suplementos, o destaque foi a unidade de 40 kg do Concentrado Engorda, com reajuste de 5,28%. No grupo Herbicidas, o quilo do Plateau subiu 4,47%.

Já os preços do grupo Fertilizantes voltaram a mostrar queda. A maior baixa neste grupo foi na tonelada do Formulado 04-14-08 (-3,30%). No geral, a maior redução mensal geral (-10,53%) foi a da tonelada do Calcário dolomítico, do grupo Corretivos.

Já o Grupo de Sementes e Mudas foi o que apresentou maior estabilidade nos preços do Boletim de novembro. Os preços dos cinco produtos pesquisados não mostraram alteração.

“Os preços dos fertilizantes estão hoje em um cenário mais favorável aos produtores rurais. Mas a variação de alta nos preços desses insumos nos últimos 12 meses pressionou os custos, o que ainda é um fator de atenção para os produtores”, diz o presidente da FAESP, Fábio de Salles Meirelles.

Fonte: Datagro
01/12/2022 0 Comentários
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Notícias

Vendas de máquinas e equipamentos têm queda de 9,4%

Por redação 01/12/2022
Escrito por redação

Acumulado do ano é de R$ 262,6 bilhões, 5,1% abaixo do valor de 2021

Vendas de máquinas e equipamentos têm queda 9,4%As vendas de máquinas e equipamentos totalizaram em outubro R$ 26,2 bilhões, uma queda de 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em comparação com setembro, também houve diminuição, de 10,4%. No acumulado do ano, de janeiro a outubro, as vendas somaram R$ 262,6 bilhões, 5,1% abaixo do registrado no mesmo período de 2021. Os dados, divulgados hoje (30), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

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O setor vendeu ao exterior, no mês de outubro, US$ 1,10 bilhão em equipamentos, montante 24,2% superior ao registrado no mesmo mês de 2021. Em relação a setembro, as exportações foram 6,4% maiores. No acumulado do ano, de janeiro a outubro, as vendas ao exterior somaram US$ 10,02 bilhões, 25,1% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

“Este é o sexto mês consecutivo em que as vendas externas apresentam resultado superior a US$ 1 bilhão. Isso mostra um ritmo forte no desempenho, estes dados não foram observados nesta magnitude desde meados de 2012”, destacou a Abimaq, no balanço divulgado.

As importações totalizaram US$ 2,17 bilhões em outubro, 3,5% inferior ao registrado em setembro, e 10,9% superior em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano (janeiro a outubro), as compras do exterior chegaram a US$ 20,37 bilhões, 13% acima do registrado no mesmo período de 2021.

Fonte: Agência Brasil
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Tecnologia

Agrimec lançou neste semestre a sua maior carreta graneleira

Por redação 30/11/2022
Escrito por redação

Agrimec lançou neste semestre a sua maior carreta graneleira

A Agrimec apresentou uma nova Carreta Graneleira neste último semestre de 2022. Trata-se da Granbox 35.000, que tem como finalidade transportar grãos, principalmente milho, soja e trigo, acompanhando as colheitadeiras no trabalho de campo.

Entre as principais características do novo produto estão vazão que descarrega 35.000 litros em três minutos e meio, alta estabilidade, mesmo trafegando com maior rapidez e em terrenos irregulares e, além disso, um sistema anti-refluxo, que evita gargalos na descarga, preservando a integridade dos grãos.

30/11/2022 0 Comentários
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Rádio MIA

Ampliação do 5G pode alavancar PIB do agronegócio brasileiro

Por redação 30/11/2022
Escrito por redação

No podcast RádioMIA desta semana, uma conversa o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP), Vinicius Marchese, sobre a cobertura 5G no Brasil e os impactos no agro

5G pode alavancar PIB do agronegócio brasileiroO avanço do 5G no Brasil tem impulsionado uma série de transformações no agronegócio, de forma a gerar ganhos em produtividade e eficiência para a Agricultura 4.0. O avanço chega também à cobertura da rede. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), apenas 23% das áreas rurais contam com algum sinal de internet (4G, 3G ou até 2G). Neste cenário, o 5G é visto como um acelerador.

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Especialistas entendem que o agronegócio, que hoje responde por 27,4% do PIB brasileiro, pode avançar com a tecnologia. Se com 23% de cobertura, o Valor Bruto de Produção (VBP) da agropecuária ultrapassou R$ 1 trilhão em 2021, com uma conexão mais ampla, a previsão é que haja um crescimento de até R$ 100 bilhões. Segundo a Esalq, da USP, a ampliação de 25% na conexão proporcionará aumento de 6,3% do PIB do agronegócio.

Para tratar do tema, conversamos com o engenheiro de telecomunicações e presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP), Vinicius Marchese. Ele falou sobre os desafios para a implementação e ampliação da adoção do 5G. Acompanhe:

Máquinas & Inovações Agri · #061- 5G pode alavancar PIB do agronegócio brasileiro

 

30/11/2022 0 Comentários
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Tecnologia

ZF: novos equipamentos reduzem consumo de energia elétrica

Por redação 29/11/2022
Escrito por redação

Novos equipamentos detectam vazamentos em sistemas de ar comprimido nas unidades de Sorocaba e Limeira, em SP. Implementação contribuirá com uma redução de consumo de energia da ordem de 1.250 megawatts/hora para as duas unidades em 2022

ZF aposta em equipamentos que reduzem consumo de energia elétricaAlinhada com os objetivos sustentáveis e o aumento da eficiência de seus processos produtivos, a ZF investiu em equipamentos de precisão para detecção de vazamentos em sistemas de ar comprimido. Eles passaram a ser utilizados nas plantas de Limeira e Sorocaba, ambas em SP. A ideia é adotar a mesma tecnologia em todas as plantas na América do Sul.

Com essa tecnologia em operação para identificar vazamentos de ar comprimido, a perspectiva da ZF é reduzir o consumo de energia para 450 megawatts/hora, na unidade da matriz, em Sorocaba, e para 800 megawatts/hora, em Limeira, até o final de 2022. Além disso, com a manutenção nos sistemas, é possível diminuir os níveis de decibéis na área de produção e alcançar melhor eficiência, graças à otimização técnica das máquinas que se utilizam do ar comprimido para funcionar.

O equipamento é um gerador de imagens ultrassônico, equipado com uma câmera digital e 64 microfones. Durante a inspeção, ele é apontado para as máquinas e detecta automaticamente os pontos de vazamentos por meio do som, entregando ao final um relatório detalhado que contém a dimensão dos vazamentos em litros por minuto. A partir dessas informações, a equipe responsável abre um chamado de manutenção, o que garante mais agilidade ao processo. O processo de detecção e manutenção de vazamentos de ar ocorre de maneira contínua na fábrica.

A nova solução permite que a equipe de manutenção localize com rapidez e precisão até mesmo os menores vazamentos, mesmo em ambientes de produção ativa, pois conta com um algoritmo que permite que o ruído de fundo seja filtrado. Justamente em função do som emitido na produção, antes não era possível realizar a investigação com a produção em andamento, apenas em investigações realizadas por equipes aos finais de semana, com pausas programadas de fábrica.

Hoje, há sete compressores em operação na planta de Sorocaba. Juntos, eles somam uma capacidade de 8.7 mil metros cúbicos de ar comprimido às máquinas utilizadas para as mais diversas finalidades. Em Limeira, há atualmente quatorze compressores em operação divididos em duas linhas de 7 e 12 BAR. Juntos, somam uma capacidade de 16.8 mil metros cúbicos de ar comprimido. A partir da utilização dessa tecnologia, todas as novas máquinas que entram na fábrica passam a ser avaliadas e validadas, antes de serem utilizadas nas linhas de produção, considerando tanto novas como alugadas. Além disso, o uso durante de manutenções preventivas também agiliza as inspeções de vazamentos.

De olho na redução do consumo de energia

A adoção dessa solução foi iniciada a partir dos encontros de melhoria contínua que acontecem regularmente dentro das unidades da ZF. A validação do equipamento e o início dos trabalhos na planta matriz de Sorocaba aconteceram durante a 50ª. SMED, sigla para a expressão “Single Minute Exchange of Die” ou, na tradução para o português, “troca rápida de ferramenta”.

A diminuição do consumo de energia elétrica está alinhada aos objetivos sustentáveis da ZF, que incluem a redução das emissões de CO2 em suas localidades em 80% até 2030, bem como em 40% na cadeia de suprimentos e usos dos produtos, em comparação com 2019.

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Notícias

Consórcio de máquinas agrícolas triplica vendas em cinco anos

Por redação 29/11/2022
Escrito por redação

De olho neste cenário, fabricante Agritech investe no reforço de ofertas para aquisição de equipamentos agrícolas por meio desta modalidade e também por financiamento direto do banco de fábrica

Consórcio de máquinas agrícolas triplica vendas em cinco anosEm cinco anos, as vendas de cotas do consórcio de máquinas agrícolas mais que triplicaram. As informações são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC), coletadas com as administradoras que atuam no segmento de veículos pesados em que são inseridos os tratores, máquinas e implementos agrícolas.

BLACK WEEK: ASSINE MÁQUINAS & INOVAÇÕES AGRÍCOLAS COM 40% DE DESCONTO

Realizado em maio deste ano, o estudo mostrou que o número de novos consorciados cresceu 326,5% no acumulado dos cinco últimos anos – de maio a maio dos respectivos períodos. Passou de 7,47 mil, em 2018, para 31,86 mil, em 2022. Grande parte dos novos consorciados vieram do Sudeste com 39,1% de participação no total de adesões a essa modalidade de compra, de acordo com os dados da associação.

Com esse cenário, a Agritech investe no reforço de ofertas para aquisição dos equipamentos por meio de consórcio e, também, por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL.

“Essas modalidades de aquisição de tratores agrícolas demonstram que os produtores estão se planejando cada vez mais para pagar menos taxas. Além disso, com a escassez dos recursos dos programas governamentais, o agricultor tem buscado alternativas”, avalia o coordenador de vendas e marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Sem burocracia

No Consórcio Agritech, os produtores têm feito essa escolha por ser menos burocrático e também por oferecer menor custo quando comparado a um financiamento bancário.

“Nosso modelo de consórcio não possui taxa de inscrição e fundo de reserva, além de ter a entrega garantida pela fábrica. Os pagamentos podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais e parcelas reduzidas”, pontua o coordenador.

Além disso, o grande diferencial que a Agritech oferece ao produtor rural, especialmente ao agricultor familiar, é a proximidade que mantém com os clientes. De acordo com Oliveira, os vendedores das revendas, que recebem treinamento qualificado, conseguem entender as reais necessidades dos produtores nas visitas nas propriedades.

Financiamento direto com o banco da fábrica

A empresa também oferece uma opção alternativa para facilitar o produtor rural a adquirir um dos tratores das linhas Agritech por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL.

Os tratores da Agritech são equipados com motores ultramodernos que atendem às exigências das normas internacionais de emissões de poluente e baixo ruído, de acordo com o programa MAR-1.

A empresa possui uma linha completa de tratores e microtratores entre 14CV e 82CV voltada para o produtor rural, que pode ser utilizada nas mais variadas culturas, entre elas, a fruticultura, citricultura, cafeicultura, cultura de grãos e cereais, entre outros.

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Notícias

EIMA: eletrificação e agricultura verde marcam feira na Itália

Por redação 29/11/2022
Escrito por redação

45ª edição da EIMA teve mais de 320 mil visitantes de 160 países, com a exposição de 60 mil máquinas; empresas brasileiras participam com pavilhão e delegação para negócios

EIMA: eletrificação e agricultura verde marcam feira na ItáliaTratores elétricos e híbridos, máquinas autônomas, digitalização da agricultura e tecnologias sustentáveis deram o tom da 45ª edição da EIMA – Exposição Internacional de Máquinas para Agricultura e Jardinagem, realizada em novembro, em Bolonha, na Itália. O evento, organizado pela FederUnacoma – Federação Italiana de Fabricantes de Máquinas Agrícolas, obteve recorde de público com a visitação de 327 mil pessoas, provenientes de 160 países. Esta edição contou com a participação de 1.500 fabricantes, dentre os quais 480 estrangeiros, representando 40 países, em 128 mil metros quadrados, dos quais 8 mil em áreas externas, onde foram realizadas demonstrações de máquinas e implementos.

“Os 14 setores de produtos, cinco salões temáticos – Componentes, Jardinagem, Energia, Irrigação e Digital – e os cerca de 60 mil modelos expostos fazem da EIMA uma feira altamente especializada que abrange toda a cadeia produtiva agroindustrial e agromecânica, oferecendo soluções para todos os modelos de agricultura, tornando-se uma referência mundial para toda a indústria”, afirma a gerente geral da FederUnacoma, Simona Rapastella.

Inovação

Além das novidades tecnológicas apresentadas pelas empresas, os visitantes da EIMA puderam conferir os 62 modelos premiados no Concurso de Inovação Técnica, em exposição na área central do evento. Foram 25 Inovações Técnicas e 37 Menções, que vão desde máquinas desenvolvidas para trabalhar em terrenos mais acentuados e com declives a tratores híbridos, robôs autônomos para atuar em lavouras de arroz com bateria carregada por painel solar de bordo, permitindo trabalho contínuo por até dois meses. Foram expostas também inovações como máquinas autônomas para atuação em videiras, máquinas e implementos elétricos, soluções para agricultura vertical totalmente automatizadas e sistema de comando de voz para máquinas agrícolas, entre outras.

“A indústria de máquinas agrícolas tem uma missão que agora é estratégica: conciliar a máxima produtividade com a proteção do meio ambiente e tornar possível a atividade agrícola em todos os contextos climáticos e ambientais. Tudo isso graças a tecnologias cada vez mais atualizadas e de alto desempenho”, salienta o chefe do Escritório Técnico da FederUnacoma e coordenador da competição, Davide Gnesini.

“O grande número de modelos premiados mostra como a indústria investe muito em pesquisa e desenvolvimento e como é capaz de transferir soluções tecnológicas novas, muitas vezes altamente avançadas, para a produção em escala industrial”, enfatiza o presidente da FederUnacoma, Alessandro Malavolti. “A busca pela inovação é fundamental para atender às necessidades alimentares de uma população global que crescerá quase um bilhão nos próximos 10 anos e confirma como em todas as regiões do mundo trabalha-se para inovar os métodos de cultivo, buscando o uso científico e sustentável dos recursos hídricos e da fertilidade do solo. Nesta perspectiva, uma exposição como a EIMA tem uma missão importante também para os próximos anos”, acrescenta Malavolti.

Yanmar - EIMA: eletrificação e agricultura verde marcam feira na ItáliaDelegações estrangeiras para fomentar negócios e participação brasileira

Com o objetivo de fomentar negócios, a ICE – Italian Trade Agency, agência do Governo Italiano que tem como missão promover o intercâmbio comercial e tecnológico entre a Itália e os demais países, levou para a EIMA 80 delegações oficiais com 450 representantes de empresas, que protagonizaram reuniões de negócios com empresas expositoras em um pavilhão próprio para essa finalidade. O Brasil participou da iniciativa com uma delegação de representantes de empresas de máquinas agrícolas.

Para o Gerente Industrial da Menta Máquinas Agrícolas, Vinicius Oliveira, visitar a EIMA permite antecipar as novidades que chegarão ao mercado. “A experiência na EIMA foi muito agregadora para vermos o que há de novo, as máquinas que foram lançadas aqui e serão apresentadas posteriormente no Brasil em eventos como a Agrishow. Além disso, identifiquei muitas oportunidades de negócios com fornecedores de peças, abrindo um grande leque para nós”, avalia Oliveira. “Uma tendência que já virou realidade na Europa é a agricultura 4.0 e máquinas autônomas tanto para pequenos como para grandes produtores, que não necessitam de operador”.

O Gerente Comercial da área de máquinas da Copercitrus, Thiago Hernandes Marton esteve pela primeira vez na EIMA e destaca a oportunidade de conhecer a direção para qual caminha o mercado mundial. “Foi uma experiência fantástica. Observamos algumas tendências principalmente no setor de tratores, muitos com baixa ‘cavalagem’, versões híbridas e elétricas, além das máquinas autônomas. Acredito que isso já seja um diagnóstico de tendência no mercado. A maior oportunidade para mim, que represento uma cooperativa agrícola, é constatar que a indústria italiana pode proporcionar máquinas e implementos agrícolas que podem suprir nossas expectativas no mercado”, declara Marton.

“Vim em busca de tecnologia e novos fornecedores e pude encontrar bastante coisa por aqui. Vemos cada vez menos uso de mão de obra e a tecnologia cada vez mais auxiliando o produtor no campo. Robotização e automação tanto no produto final quanto no processo produtivo”, destaca o Gerente de Produtos da NB Máquinas, Mauricio Guilherme Quilez Souza.

“Esses eventos nos permitem verificar quais tecnologias que estão ‘pegando’, se tornando referências. Algumas vão sumindo ou aparecendo muito pouco. Então, o que acho interessante de acompanhar são as pequenas melhorias das tecnologias que vão se tornando padrão. É interessante ver como a inovação vai acontecendo, como os clientes vão aceitando essa inovação, o produto vai pegando e outros fabricantes vão olhando. Os clientes gostam, as empresas fazem melhorias, as soluções vão sendo aprimoradas e assim caminha a evolução. Vão surgindo mais inovações e o mercado vai se tornando cada vez mais sustentável, porque a sustentabilidade tem a ver com o consumo menor de energia e melhor eficiência dos produtos. É bem interessante ver a inovação sendo feita de uma forma como se fosse uma rede neural e nós podemos avaliar o que faz sentido na nossa realidade brasileira”, opina o CEO da Casale, Mario Casale Neto.

De acordo com o Trade Analyst da ICE/ITA, Antonio Monge, que acompanhou a delegação brasileira, para a indústria italiana de máquinas agrícolas, o Brasil é um dos mercados mais importantes e representa um terreno fértil. “A iniciativa promovida pela ITA visa aumentar as oportunidades comerciais para as empresas italianas, favorecendo e apoiando a visibilidade de seus produtos junto aos mais variados países convidados, e entre eles, evidentemente, o Brasil. A participação na EIMA, portanto, é uma oportunidade única, que proporciona um diálogo direto entre as empresas, permitindo ao convidado se aproximar, entender e fazer o usufruto do que de melhor made in Italy tem a oferecer para esse setor tão expressivo que é o de máquinas agrícolas”, aponta Monge.

Pavilhão do Brasil

Yanmar - EIMA: eletrificação e agricultura verde marcam feira na ItáliaAlém da delegação, sete empresas brasileiras expuseram seus produtos no Pavilhão Brasil por meio do Programa Brazil Machinery Solutions (BMS), parceria entre ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos). A iniciativa visa a promoção das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, assim como fortalecer a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital mecânico com tecnologia e competitividade.

“Fazemos um trabalho de identificar os chamados ‘países prioritários´, que para o setor agrícola são América do Sul, diversos da África subsaariana, Alemanha, Itália e Estados Unidos porque há muitas oportunidades para as empresas brasileiras. Os equipamentos brasileiros são muito competitivos, resistentes e operam em diversos tipos de biomas”, explica o Gerente de Relações Institucionais e Promoção Comercial da ABIMAQ, Paulo Guerra.

Para fortalecer ainda mais a relação entre Brasil e Itália foi assinado durante a EIMA um memorando de entendimento para renovação do acordo entre a ABIMAQ e FederUnacoma de incentivo para empresas de máquinas agrícolas dos dois países trabalharem conjuntamente em negócios.

Para a vice-presidente do SINDIMAQ – Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas, Alida Bellandi, que é presidente da Guarany, a proximidade que existe entre Brasil e Itália favorece negócios entre empresas dos dois países. “Grande parte das empresas brasileiras de máquinas agrícolas são familiares, assim como as italianas. Temos produtores rurais com perfis similares e muita complementariedade na produção dos dois países”, indica Alida. “Vivemos numa era de transformação digital, de questões ambientais relevantes e principalmente a necessidade de inovação tecnológica permanente. Todo esse contexto nos faz pensar que temos que trabalhar juntos em cooperação com outros países, pois isso vai agilizar os processos, otimizar os custos e favorecer a linha de aprendizado”, acrescenta.

O acordo entre ABIMAQ e FederUnacoma prevê a ampliação de oportunidades de atuação das empresas associadas, troca de informações e de expertises como a indústrias de especialidades italiana e tecnologias do Brasil em agricultura extensiva no Cerrado, inovação tecnológicas, além de parcerias e joint ventures para produções locais.

A próxima edição da EIMA está marcada para 6 a 10 de novembro de 2024.

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Notícias

Usina aponta ganhos com colhedora de cana de duas linhas

Por redação 28/11/2022
Escrito por redação

Equipamento CH950 foi desenvolvido para sanar as necessidades dos agricultores como: aumento de rentabilidade e longevidade do canavial

Usina aponta ganhos com colhedora de cana de duas linhas A John Deere alcançou a marca de mais de 300 mil horas de trabalho da colhedora de cana CH950 – um projeto pioneiro para colheita de duas linhas simultâneas nos canaviais de espaçamentos simples de 1,4m ou 1,5m. A Usina São Manoel, uma das primeiras empresas a apostar no projeto, observou uma produtividade 7% maior em relação à uma mesma área colhida com máquinas de uma linha.

Além de ser a única colhedora do mercado que possui simultaneamente duas linhas de corte, a CH950 trabalha com a mesma velocidade das máquinas de uma linha, impactando diretamente na redução da mão-de-obra e consumo de combustível. “Os ganhos em eficiência e economia de combustível são notórios. O equipamento proporciona uma redução de consumo de combustível em torno de 30%, o que proporciona ao produtor maior economia e sustentabilidade”, afirma Rodrigo Junqueira, gerente divisional de negócios da John Deere.

A CH950 traz eficiência e números significativos, como quase o dobro da produtividade, 28% menos necessidade de tratores transbordos, 50% de redução de perdas por estilhaço (aproximadamente 3 toneladas por hectare), e 60% a menos em área compactada. Agronomicamente, a diminuição da compactação do solo já mostra benefícios na brotação e no desenvolvimento das soqueiras.

Benefícios da colhedora de cana de duas linhas

A Usina São Manoel fez uma análise da utilização da máquina, que se deu em duas etapas. Na primeira, qualitativa, o foco foi buscar os mesmos índices que a colhedora de cana de uma linha, até então utilizada pela companhia, o que de fato aconteceu. Na segunda fase, quantitativa, o objetivo foi no rendimento, no consumo de combustível e na logística interna.

No rendimento da CH950, a Usina São Manoel relata ter alcançado 1.800 t/máquina/dia em 2022. “Atualmente, com a CH950, atingimos por volta de 35% de rendimento maior que a colhedora de 1 linha, mas sabemos que ainda há muita margem a ser explorada. Por se tratar de um novo conceito de máquina, é imprescindível que buscar a melhoria em todos os nossos processos agrícolas, para que 2 acompanhem o desempenho da colhedora”, explica Murilo Gasparoto, gerente agrícola da Usina Açucareira São Manoel.

Também como reflexo desse movimento, a Usina São Manoel viu seu lucro em julho deste ano dobrar pela segunda safra consecutiva, obtendo resultado positivo de R$ 336,9 milhões em sua fase operacional, chegando a um desempenho líquido de R$ 207,29 milhões.

Tecnologia potencializando a decisão

A inovação é uma das prioridades da John Deere. Globalmente, a companhia investe US$ 6,7 milhões todos os dias em Pesquisa e Desenvolvimento, a fim de oferecer para o cliente as soluções mais avançadas em agricultura de precisão.  “A CH950, é um projeto sustentável, tanto do ponto de vista ambiental quanto financeiro, pensada para os agricultores. Desenvolvida para oferecer uma maior longevidade e produtividade do canavial, possui tecnologia e evolução desde os cortes de base, que copiam o solo de forma independente, até o sistema de limpeza, que proporciona uma limpeza mais eficiente com 50% de redução de perdas por estilhaços. Sermos parte desse desenvolvimento do campo é muito satisfatório, mas é só um dos muitos passos rumo ao avanço sustentável que damos”, comenta Junqueira.

O pós-venda é tão importante quanto a venda da máquina em si. A Terraverde, concessionário John Deere localizado no interior paulista e com matriz em Piracicaba (SP), possui um Centro de Soluções Conectadas (CSC), serviço remoto que busca atender às operações agrícolas dos clientes e parceiros que usam a base de dados colhida pelas próprias máquinas durante as operações para identificar oportunidades de redução de custos e otimização de equipamentos.

Com 42 Centros, o CSC é uma inovação que altera o modo de trabalhar do agricultor e prova disso é que, em 2021, mais de 85% dos atendimentos de serviços foram feitos ou iniciados de forma remota. Em média, essa abordagem remota/híbrida reduziu em 50% o tempo médio de atendimento/reparo. O custo médio dos serviços/assistência técnica, quando feitos ou iniciados de forma remota, ficam até 60% mais baratos para o produtor, pois gera economia de custos de deslocamento e, acima de tudo, reduz muito o tempo de máquina parada.

“O Centro de Soluções Conectadas (CSC) é o cérebro do nosso negócio. Ele nos permite monitorar as máquinas em uso no campo de cada cliente, que pode acessar a informação de sua máquina de forma remota, com agilidade em tempo real. Com o CSC, também fazemos constantemente estudos e análises para apresentar relatórios de ganhos em produtividade e rentabilidade aos produtores. Com isso, os auxiliamos a adotar as novas tecnologias já sabendo qual será seu impacto na produção”, explica Eduardo Cunali, CEO da Terraverde.

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Notícias

Moagem de cana no Norte e Nordeste atinge 24,4 mi/t

Por redação 28/11/2022
Escrito por redação

O crescimento da produção de etanol anidro atingiu 619 milhões de litros, quantidade 4,6% maior do que a verificada em 31 de outubro do ano passado

Moagem de cana no Norte e Nordeste atinge 24,4 mi/tCom 41% da safra 2022/2023 de cana-de-açúcar realizada nas regiões Norte e Nordeste, dados compilados pela Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia – NovaBio, até a segunda quinzena de outubro, indicam que a moagem de cana atingiu 24,40 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, volume 1,1% superior às 24,14 milhões de toneladas esmagadas em igual período do ciclo 2021/2022.

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Renato Cunha, presidente-executivo da NovaBio, destaca o crescimento da produção de etanol anidro, que atingiu 619 milhões de litros, quantidade 4,6% maior do que a verificada em 31 de outubro do ano passado, quando foram produzidos 591 milhões de litros. O executivo referiu-se também à fabricação de 1,08 milhão de toneladas de açúcar: “O ritmo de moagem de cana é o esperado e segue normal. No caso do etanol anidro e hidratado, as unidades do Norte e Nordeste produziram 48% do volume projetado para a safra atual, enquanto para o açúcar alcançaram 34% do previsto para o ciclo 2022/2023”.

Em relação à produção de etanol hidratado, verificou-se retração de 6,4% até a segunda quinzena de outubro. Foram fabricados 507 milhões de litros ante 542 milhões de litros entregues em igual período da safra anterior.

A expectativa é de que, ao final da moagem de cana atual, a produção do biocombustível, somando-se o anidro e o hidratado, seja de aproximadamente 2,3 bilhões de litros, volume 8,4% superior aos 2,1 bilhões de litros verificados na safra passada.

No caso do açúcar, a produção de 1,08 milhão de toneladas observada até 31 de outubro é 2,7% maior do que a verificada em igual data de 2021, quando as unidades sucroenergéticas do Norte e Nordeste fabricaram 1,05 milhão de toneladas.

“Até o final desta safra a fabricação do produto deverá atingir 3,1 milhões de toneladas, quantidade 10,4% superior à produzida em 2021/2022”, enfatiza Cunha, que também preside o Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool do Estado de Pernambuco (Sindaçucar/Pe).

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