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Notícias

Senar abre seleção para cursos técnicos gratuitos

Por redação 28/11/2022
Escrito por redação

Candidatos podem concorrer a vagas em agronegócio, fruticultura e zootecnia e floresta

Senar abre seleção para cursos técnicos gratuitosO Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) está com inscrições abertas para o processo seletivo dos cursos técnicos gratuitos em Agronegócio, Fruticultura, Florestas e Zootecnia, na modalidade a distância.

Os interessados em se candidatar para os cursos técnicos gratuitos precisam ter concluído o ensino médio e podem se inscrever até o dia 19 de janeiro de 2023 pelo site etec.senar.org.br.

As vagas prioritárias são destinadas aos produtores rurais e seus familiares, além de colaboradores do meio rural.

Curso inédito

O curso técnico em Florestas na modalidade a distância é uma novidade do Senar, entre os cursos técnicos gratuitos, com foco no planejamento, execução e controle dos processos de produção florestal.

A formação técnica considera a legislação técnica, segurança do trabalho, meio ambiente, a responsabilidade social e os aspectos econômicos para o desenvolvimento de florestas cultivadas.

A carga horária é de 70% a distância e os outros 30% em atividades presenciais e visitas técnicas.

Ao todo são ofertadas 330 vagas distribuídas em 11 polos de apoio presencial do Senar em sete estados: Amazonas, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Gestão

O curso técnico em Agronegócio é focado nos procedimentos de gestão e de comercialização. A carga horária é dividida entre 80% de atividades a distância e outros 20% de atividades práticas.

São oferecidas 1.110 vagas, em 40 polos de apoio presencial do Senar em Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Produção animal

O curso técnico em Zootecnia tem foco na formação profissional relacionada à produção animal. A carga horária é 60% a distância e os outros 40% em atividades presenciais e visitas técnicas.

Ao todo são ofertadas 1.365 vagas distribuídas em 53 polos de apoio presencial do Senar em 16 estados: Acre, Alagoas, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio do Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins.

Processo produtivo

Já o curso técnico em Fruticultura ensina aos estudantes as técnicas que auxiliarão no planejamento, execução e controle dos processos produtivos da atividade.

São oferecidas 500 vagas distribuídas em 18 polos de ensino em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

Os quatro cursos são reconhecidos pelo Ministério da Educação. O diploma é válido nacionalmente.

Antes de efetivar a inscrição, os candidatos devem ler o edital atentamente. Os cursos técnicos são a distância com aulas práticas, por isso o candidato deve indicar um dos polos de ensino para participar das atividades presenciais.

Para ler o edital, visualizar a lista de polos e efetivar a inscrição, acesse: http://etec.senar.org.br/ .

28/11/2022 0 Comentários
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Safra paulista de trigo deve ultrapassar 400 mil toneladas em 2025
Notícias

Estudo alerta para o risco sanitário no cultivo de trigo

Por redação 28/11/2022
Escrito por redação

Alerta vem da plataforma SIMA, que realizou uma análise em 110 mil hectares da cultura na Argentina, onde foram detectadas ameaças que podem inclusive ser um problema para produtores brasileiros

Estudo alerta para o risco sanitário no cultivo de trigoSegundo dados da Conab, a colheita brasileira de trigo este ano é calculada em 9,1 milhões de toneladas. Caso se confirme essa previsão, será uma supersafra com produção 19% maior do que a temporada passada. Destes valores, são esperados que 86% do volume produzido seja proveniente do Rio Grande do Sul e do Paraná. Com o plantio tão expressivo concentrado em apenas dois estados, aliado ao uso de poucas variedades, acende-se um sinal de alerta para o risco sanitário no cultivo do trigo, perigo este que, inclusive, já foi identificado recentemente nos vizinhos argentinos.

O problema na Argentina foi apontado no levantamento realizado pela SIMA (Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola). A plataforma da agtech, que já tem mais de cinco milhões de hectares em oito países da América Latina, analisou amostras de pouco mais de 110 mil hectares plantados com o cereal. Segundo o apurado, o risco no cultivo do trigo é de uma “ruptura sanitária”. Um dos fatores que preocupa é que metade da área foi plantada com a mesma variedade, o que abre as portas para a geração de resistência ou tolerâncias, principalmente a doenças.

O levantamento indica que, diferentemente de anos anteriores, em que 60% da área foi ocupada por cinco variedades, no ciclo atual há uma grande concentração com uma única cultivar. Assim, faz com que a pressão por algumas doenças se torne “extremamente perigosa”.

Para o levantamento, a SIMA tomou como parâmetro a caracterização sanitária realizada pelo INTA (Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária), que determinou que as cinco variedades mais utilizadas têm um comportamento “resistente” à ferrugem do caule. Já para a ferrugem amarela e a ferrugem da folha, o comportamento da variedade que possui a maior área plantada é moderadamente suscetível, o que coloca a produção em certo risco na presença da doença.

Alerta colaborativo

Vale lembrar que a SIMA funciona sob um mecanismo colaborativo, em que os próprios usuários são os que ajudam seus vizinhos de fazenda com upload de informações para o sistema. Ao detectar qualquer problema, seja ervas daninhas, pragas ou doenças, cada produtor emite um alerta, que atingirá seus pares que também utilizam a plataforma.

Com base nessas informações, a plataforma apurou que houve de fato muitos relatos de sintomas de ferrugem no país argentino. Ao longo de agosto passado, por exemplo, o sistema de alerta notificou mais de 380 usuários em que foi detectada a ferrugem amarela ou próximo a um de seus lotes. No entanto, esses avisos ainda estão bem abaixo dos anos anteriores. A falta de umidade é um fator fundamental para evitar que as doenças decolem.

Oportunidades no Brasil

Embora o cultivo de trigo esteja concentrado basicamente na região sul do País, há a possibilidade de avançar com a cultura em outras áreas, reduzindo assim riscos sanitários. A Embrapa Territorial identificou mais de 2,7 milhões de hectares com potencial para a triticultura nos cerrados brasileiros. Novas tecnologias de manejo e cultivares adaptadas possibilitam o cultivo de grande extensão no País. “Hoje já temos muitas tecnologias que possibilitam essa expansão. Ferramentas como as da SIMA podem também ajudar ainda mais os produtores brasileiros, assim como já consolidamos na Argentina”, diz o engenheiro agrônomo Mauricio Varela, Co Founder da agtech.

A SIMA disponibiliza aos produtores de trigo e de diversas culturas de maneira simples, completa e inteligente o controle e monitoramento da lavoura de forma georreferenciada. Ou seja, dentro de uma gestão total de lançamento e análise de dados em campo, desde o plantio até a colheita, assim facilitando a comunicação.

De acordo com Varela, atualmente existe no mercado um número considerável de soluções voltadas para monitoramento e gerenciamento agrícola. Porém, a maioria delas são tecnologias “rasas”, que não chegavam a cumprir totalmente com as necessidades de levantamento de dados em campo. E outras mais completas com um custo por hectare bastante elevado ou que, pelo modelo de negócio da empresa, seria inviável uma adoção massiva ou em grande escala por configuração ou limitações logísticas. “Nosso aplicativo é muito mais simples de ser utilizado, e ao mesmo tempo que é completo, possui funções inteligentes que facilitam o input de dados”, diz.

Entre os diferenciais do aplicativo, está a melhoria total do processo de registro em campo por meio de uma interface ágil e intuitiva. Além disso, possui sincronização instantânea de dados, eliminando o processo de transcrição. A SIMA oferece ainda imagens e descrições para cada adversidade, facilitando sua identificação e também aponta a metodologia de monitoramento a ser aplicada em cada caso.

28/11/2022 0 Comentários
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Notícias

Chuva contribui para umidade do solo e favorece cultivos de verão

Por redação 25/11/2022
Escrito por redação

É o que destaca novo Boletim de Monitoramento Agrícola da Conab

Chuva contribui para umidade do solo e favorece cultivos de verão Em novembro, os maiores acumulados de chuvas foram observados no Amazonas, Pará, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e no Matopiba. Em algumas regiões, foram registrados eventos de geada e de temporais isolados acompanhados de granizo, o que prejudicou as lavouras de milho e soja. O volume de chuvas foi definido pela Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que é o sistema meteorológico responsável por um período prolongado de chuva frequente e volumosa sobre parte das regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.

Esta análise faz parte do Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado nesta quinta-feira (24) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo analisou o período de 1 a 21 deste mês.

Ainda segundo o boletim, as chuvas contribuíram para a elevação da umidade no solo, favorecendo a implantação e o desenvolvimento dos cultivos de verão da safra 2022/2023. Na região Sul, as precipitações ocorreram em menor volume e beneficiaram a maturação e a colheita dos cultivos de inverno. No entanto, devido à irregularidade das chuvas, foi observada uma restrição hídrica para a semeadura e o desenvolvimento de lavouras de milho e soja em algumas áreas.

Apesar do atraso na colheita do trigo e das oscilações no Índice de Vegetação, ocasionadas por excesso de chuvas na época da semeadura e início da colheita, o monitoramento espectral dos cultivos de inverno indica normalidade na condição das lavouras, que se encontram majoritariamente em maturação e colheita. O comportamento espectral dos cultivos de verão também tem se apresentado favorável, apesar do atraso na semeadura, o que demonstra boas expectativas nesta nova safra.

25/11/2022 0 Comentários
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Brasil exporta recorde de 4,2 milhões de sacas de café em abril
Notícias

Exportações do agro mineiro registram novo recorde

Por redação 25/11/2022
Escrito por redação

Receita com embarques no ano até outubro atinge US$ 12,9 bi

cursos técnicos gratuitos - Exportações do agro mineiro registram novo recordeAs exportações do agro mineiro somam US$ 12,9 bilhões, com crescimento de 49,2% no valor, no período acumulado de janeiro a outubro, e registram novo recorde histórico. O valor mantém a trajetória de crescimento, superando o resultado obtido em 2021, que havia sido o melhor da história com US$ 10,5 bilhões.

O bom desempenho também foi verificado em relação ao volume embarcado, que alcançou 11,8 milhões de toneladas, com crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período anterior.

“Mais uma vez o agro mineiro mostra seu potencial como diferencial positivo para a balança comercial do estado. O setor produtivo a cada dia se apresenta mais organizado e profissionalizado. Isso se traduz em incremento nas divisas, com criação de emprego, geração de renda e projeção internacional da nossa produção”, afirma o Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.

Os produtos mineiros foram enviados para 172 países. Os principais destinos foram China (US$ 4 bilhões), Estados Unidos (US$ 1,3 bilhão), Alemanha (US$ 1,2 bilhão), Itália (US$ 632 milhões) e Bélgica (US$ 579 milhões).

Café

Principal produto da pauta de exportações do agro mineiro, o café alcançou a receita de US$ 5,6 bilhões, com crescimento de 63% no valor e 1,7% no volume em relação ao acumulado nos meses de janeiro a outubro do ano anterior. O café mineiro foi enviado para 84 países, liderados pela Alemanha e Estados Unidos.

Complexo Soja

O complexo soja obteve receita de US$ 3,3 bilhões com o embarque de 5,4 milhões de toneladas. O crescimento é de aproximadamente 53% no valor e 14% no volume. A soja mineira foi destinada a 41 diferentes destinos. Entre os principais, destacam-se os países asiáticos (China, Tailândia, Irã e Taiwan).

Carnes

O setor de carnes também acompanha o cenário positivo com o embarque de 356 mil toneladas e receita de US$ 1,5 bilhão. Todo o setor, incluindo as carnes de frango, bovina e suína, representou 11,6% do valor total da pauta exportadora.

Complexo Sucroalcooleiro

O complexo sucroalcooleiro (açúcar e álcool) obteve US$ 1,1 bilhão, com a exportação de 2,9 milhões de toneladas. A receita do setor teve crescimento de 18,3% no período.

Produtos Florestais

O segmento, que abrange a celulose, madeira, papel e borracha, alcançou US$ 749 milhões com a venda de 1,1 milhão de toneladas e participação de 5,8% nas vendas da pauta exportadora do agronegócio.

25/11/2022 0 Comentários
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Artigo Técnico

Como utilizar a agricultura de precisão a seu favor

Por redação 25/11/2022
Escrito por redação

Como utilizar a agricultura de precisão a seu favorpor *Vinícius Vitturi – Muito tem se falado ao longo dos últimos anos sobre agricultura de precisão. Porém, seu maior desafio está em direcionar e interpretar melhor a realidade do produtor com relação ao processamento de dados e informações coletadas no campo.

Dando um passo para trás, é importante relembrar que em 2012, fora instituído no Ministério da Agricultura, a Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP). A técnica foi definida como “um sistema de gerenciamento agrícola baseada na variação espacial e temporal da unidade produtiva e visa o aumento de retorno econômico, à sustentabilidade e a minimização dos efeitos ao ambiente”.

Com essa facilidade e agilidade no processamento de informação, o produtor passou a ter como maior aliado o melhor gerenciamento dos custos produtivos, tal como, ter uma melhor visibilidade de expectativa produtiva, relacionada aos ganhos de produção. Isso prova que estamos avançando, mesmo que não tão rápido como gostaríamos ou como o mercado pede.

A agricultura de precisão envolve diversas premissas, dentre elas temos o monitoramento e coleta de informações pertinentes para avaliação de um fator da produtividade. Com isso, podemos citar a correção dos solos e adubação, onde, faz-se análises químicas e físicas das áreas para melhor entendimento da disponibilidade de nutrientes, considerando as dinâmicas do solo e de cada nutriente em questão.

Além disso, as coletas possibilitam o desenvolvimento de mapeamento e gerenciamento das necessidades para melhor orientar as execuções das atividades pelo produtor. Tais práticas podem condicionar um desenvolvimento vegetativo propício na busca principal de melhorar e aumentar as questões produtivas, no que se diz respeito da produtividade, produção por área, qualidade do produto final, além de também proporcionar melhor custo de produção com uso consciente e sustentável dos recursos empregados na agricultura, como por exemplo, dos adubos sólidos.

O retorno econômico, portanto, depende de cada lavoura e dos processos de cada produtor. Em caso de amostragem de solo, a qualidade do mapa depende da operação de retirada da amostra e da qualidade da análise, pois esse método é o convencional, mas está ligado também à quantidade de amostras. As formas mais comuns no Brasil, parecem ser por meio de amostragem em grade realizada por empresas prestadoras de serviço e mapas de produtividade, ou colheita, obtidos por meio de equipamentos de coleta.

A realização de amostras pode ser compreendida a partir da separação do espaço total em glebas de até 20 hectares, onde, quanto menor for feito, maior é a precisão em relação à variação dos fatores dentro do espaço escolhido. Ou seja, em glebas menores, é maior a precisão de informações de cada local. No entanto, os custos desse processo serão relativamente proporcionais ao número de amostras. Quanto mais amostras, maior o custo de mão de obra para execução e de análise laboratorial.

Os mapas de produtividade, de condutividade elétrica dos solos, imagens aéreas (derivadas de sensoriamento remoto e uso de Drones/VANTS), topografia (paisagem) com pedologia refinada pode chegar a uma continuidade de leitura das informações. Essas medidas indicam, indiretamente, como ocorre a variabilidade de lavoura.

Com os levantamentos, avaliação e análise dos dados coletados, o produtor rural poderá utilizar, por meio destes artifícios e resultados, uma tomada de decisão que proporcionará melhor e racional uso dos recursos empregados. Assim, pode garantir uma possível redução dos custos produtivos, além de otimizar todo o uso desses produtos pelas plantas, ocasionando menores perdas para o ambiente.

*Engenheiro Agrônomo e Consultor Técnico na MP Agro
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Notícias

Entenda sobre a distribuição de peso no trator – traseira/dianteira

Por redação 24/11/2022
Escrito por redação

Entenda sobre a distribuição de peso no trator – traseira/dianteiraNa videoaula desta semana, uma parceria de Máquinas & Inovações Agrícolas com o Senar, você vai aprender sobre a distribuição de peso no trator.

A distribuição do peso em cada eixo é influenciada pelo tipo de tração e pela forma de acoplamento do implemento ao trator e é feita por meio da adequação de lastro. O quadro abaixo mostra os percentuais de distribuição de forma genérica, porém deve ser consultado o manual do operador ou o concessionário para o modelo específico.

cursos técnicos gratuitos - Entenda sobre a distribuição de peso no trator – traseira/dianteira

Fonte: Coleção Senar – Mecanização: operação de tratores agrícolas

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Assista ao vídeo para saber mais!

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Valor Bruto da Produção da agropecuária deve crescer 11,7% em 2025
Notícias

CNA pede mais R$ 200 milhões para o seguro rural

Por redação 24/11/2022
Escrito por redação

Entidade enviou ofício ao Ministério da Economia e à Casa Civil, na terça (22)

CNA pede mais R$ 200 milhões para o seguro ruralA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério da Economia, na terça (22), a suplementação orçamentária de R$ 200 milhões para execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Em ofício enviado ao Ministério da Economia e à Casa Civil, a CNA informou que a liberação dos recursos é necessária para garantir aos produtores de grãos de verão (soja, milho, arroz e outros) a sua produção segurada e manter a segurança alimentar da sociedade brasileira e mundial.

No documento, a CNA informou que os R$ 990 milhões de recursos autorizados para 2022 foram liberados em sua totalidade até setembro deste ano, segurando apenas uma área de 5,59 milhões de hectares. De janeiro a setembro, as seguradoras pagaram R$ 8,4 bilhões em indenizações aos produtores.

“A intensidade de eventos climáticos enfrentados pelos produtores rurais nos últimos anos realça a importância do seguro rural na manutenção da agropecuária brasileira e na redução de renegociações de dívidas”, diz o ofício.

A Confederação explicou que os preços dos principais insumos agropecuários, como fertilizantes, defensivos e diesel aumentaram 184,9%, em média, de janeiro de 2020 a outubro de 2022, a medida que os preços da soja, milho e boi cresceram apenas 80,3%, em igual período.

A situação se agrava, segundo a entidade, quando são analisados os reajustes no valor do prêmio pelas seguradoras ou a redução da cobertura dos produtos de seguro, o que onera, ainda mais, os custos de produção, podendo causar desestímulo ao uso dessa importante ferramenta de mitigação de riscos.

24/11/2022 0 Comentários
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Notícias

Saiba como alavancar a produtividade do milho

Por redação 24/11/2022
Escrito por redação

Palestrante do Encontro Técnico Milho 2022, da Fundação MT, diz como o produtor deve investir na cultura para melhorar o desenvolvimento das plantas e assim colher mais

Especialista orienta sobre como alavancar a produtividade do milho

Produtividade do milho: as plantas mais verdes são aquelas que receberam nitrogênio no momento do plantio. As mais amareladas são as que não receberam adubação nitrogenada, diz o especialista
Claudinei Kappes

Durante o III Encontro Técnico Milho da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT), que ocorre de hoje até amanhã, 25 de novembro, de forma online, o engenheiro agrônomo, pesquisador com pós-doutorado e sócio-diretor da NemaBio, Claudinei Kappes, repassará informações importantes para que o produtor possa alavancar a produtividade do milho.

Alguns pontos são fundamentais para se obter alta produtividade do milho. Primeiro, o regime de chuvas, já que o principal “insumo” na safrinha se chama água, ou seja, conforme Kappes relata, não adianta o produtor dispor da melhor genética, das melhores estratégias de manejo da adubação, de pragas e doenças, ou da melhor máquina e equipamento, se no meio do caminho faltar água. O segundo fator é apontado por ele como sendo a escolha do híbrido.

“O mercado está cheio de ofertas de genética com alto desempenho produtivo, basta o produtor acertar na escolha do material, a qual também deve ser baseada na época de semeadura, reação às doenças, região e manejo”, diz.

O terceiro ponto é o bom manejo da adubação, pois uma planta nutrida adequadamente responde bem ao quesito boa distribuição de chuva e também à genética. O quarto fator é a altitude, normalmente regiões altas são mais propícias para a semeadura do milho, já que a temperatura noturna é amena.

“Em regiões de maior altitude, a temperatura noturna é menor do que as de menor altitude e, consequentemente, no final do dia a planta tem uma fotossíntese líquida maior, pois ela respira menos e tem menor gasto energético no período noturno”, relata Kappes.

Produtividade do milho: adubação nitrogenada

O especialista alerta para a importância de se fazer a adubação nitrogenada no momento da semeadura. Ele conta que em MT, a maioria dos produtores faz somente a adubação de cobertura tradicional, que é a aplicação do nitrogênio (N) entre os estádios de desenvolvimento V4 e V6 (quando o milho tem entre quatro e seis folhas expandidas).

Diversos estudos mostram, inclusive em MT, que a adubação nitrogenada, quando aplicada no momento da semeadura, tanto no sulco como a lanço, propicia um delta de produtividade, podendo retornar ao produtor de 15 a 20 sacas por hectare a mais em relação ao manejo da adubação tradicional de cobertura.

“É por isso que precisamos chamar atenção. Na safrinha, por exemplo, lutamos contra o tempo. Semeamos milho em janeiro e fevereiro, ocasião em que vai se encaminhando naturalmente para o fechamento do período chuvoso. Essa adubação nitrogenada, na ocasião da semeadura, estimula o arranque inicial da planta e o seu maior enraizamento em relação ao manejo tradicional”, detalha o pesquisador.

Com maior desenvolvimento radicular, a planta consegue ter maior tolerância a uma eventual escassez de água, pois explora de maneira mais efetiva o perfil do solo e, consequentemente, favorece a obtenção de maiores produtividades.

Segredo para uma boa safrinha

Para conseguir uma boa produtividade do milho na safrinha, Kappes dá algumas dicas. Para ele, é preciso primeiro torcer para que as chuvas não se encerrem na época crucial do milho, a do florescimento, fase em que pode acontecer as maiores perdas de produtividade. Outra questão é a época de semeadura, quanto mais cedo semeá-lo melhor é.

“O sucesso do milho safrinha começa na semeadura da soja, quanto mais cedo conseguir semeá-la, dentro da época recomendada, mais cedo ela vai ser colhida e, consequentemente, melhor será a época de semeadura do milho. Ademais, o bom dimensionamento do parque de máquinas pode favorecer a semeadura do milho dentro de uma época adequada, mediante o uso de um conjunto trator-semeadora de elevado rendimento operacional (ha/dia)”, reforça.

Atenção também deve estar no manejo da cultura, há algum tempo não havia tanta preocupação com as doenças em milho. Mas hoje é comum três até quatro aplicações de fungicidas. “No geral, esperamos que o produtor passe a investir mais na cultura. O que ajuda a determinar um maior ou menor investimento é o preço futuro do cereal. Hoje o MT passa por um preço muito bom em relação ao passado e isso impulsiona o produtor a adubar mais e melhor, a adotar uma genética boa e usar melhores programas fitossanitários. O consumo interno também tem sido relevante na precificação do grão colhido, hoje se consome dentro do Estado quase 30% do que é produzido”, completa.

Inscrições abertas

Essas informações e muitas outras serão tratadas no III Encontro Técnico Milho da Fundação MT. Os interessados ainda podem se inscrever no site www.fundacaomt.com.br. “Eventos como esse são fundamentais para nortear os produtores. Ajudá-los a se planejar e fazer um bom manejo da cultura. Essa é uma das principais contribuições da instituição para com o agronegócio e a sociedade”, destaca Luís Carlos Oliveira, gerente de marketing da instituição.

24/11/2022 0 Comentários
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Notícias

Agrishow Experience está disponível gratuitamente

Por redação 24/11/2022
Escrito por redação

Com quatro edições temáticas transmitidas online, a Agrishow Experience 2022 apresenta conteúdo e discussões sobre Grãos e Café, Pecuária, Cana e Citrus e Hortifruti. Acesse agora a plataforma digital da Agrishow Experience e aproveite todo o conteúdo disponível!

Edições da Agrishow Experience estão disponíveis gratuitamente Conteúdo, networking e negócios: essas três palavras definem a experiência de participar de um dos principais encontros do agro na versão digital! Disponível de forma 100% online e gratuita, a Agrishow Experience 2022 apresenta uma série de quatro edições mensais feitas especialmente para você que é do agro.

As edições Grãos e Café, Pecuária, Cana e Citrus e Hortifruti estão disponíveis na plataforma digital da Agrishow Experience, que além de todo o conteúdo também traz a oportunidade de você se conectar com empresas e outros profissionais do agronegócio de todo o país. Você pode conferir, quando e onde quiser, discussões e análises sobre os temas mais atuais do agro.

Saiba mais sobre as edições da Agrishow Experience 2022:

Agosto: Edição especial Grãos e Café
Setembro: Edição especial Pecuária
Outubro: Edição especial Cana
Novembro: Edição especial Hortifruti e Citrus

Plataforma da Agrishow Experience 2022 reúne vitrine de produtos e amplia rede de contatos para quem é do agro

Além de todo o conteúdo oferecido pelas quatro edições especiais, a Agrishow Experience 2022 também garante uma experiência completa de networking e oportunidades de negócios! Na plataforma digital, você tem acesso às soluções das marcas expositoras da Agrishow, podendo entrar em contato diretamente com as empresas e conhecer melhor os produtos oferecidos.

Além disso, você tem a oportunidade de se conectar com produtores rurais de todo o país, ampliando sua rede de contatos e fortalecendo seu networking com outros profissionais do agronegócio.

Confira outros conteúdos disponíveis na plataforma digital

Além de todas as oportunidades oferecidas pela Agrishow Experience 2022, nossa plataforma digital conta ainda com outras atrações gratuitas e disponíveis na íntegra para você se atualizar com os principais temas do agro. Acessando o ambiente online, você confere:

  • Webinars com temas relacionados ao agronegócio;
  • Papo com Especialistas: conheça produtos e soluções para o agronegócio;
  • Por Aqui Deu Certo: confira cases e histórias de sucesso de produtores rurais que conseguiram bons resultados em seu negócio;
  • Agrishow Pra Elas: encontro entre as mulheres do agro para compartilharem suas histórias inspiradoras e experiências no setor;
  • Direto ao Ponto: vídeos com temas relevantes que visam agregar valor ao dia a dia dos produtores.

Acesse agora mesmo a plataforma Agrishow Experience!

Para ficar por dentro de todas as novidades, continue acompanhando nosso canal de conteúdo

Inscreva-se no YouTube da Agrishow para conferir mais conteúdos voltados especialmente para você que é do agro.

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Tecnologia

Insurtech lança seguro de crédito com foco em produtores rurais

Por redação 22/11/2022
Escrito por redação

Seguradora prevê atingir R$5 bilhões de risco coberto no primeiro ano de operação e já prepara cobertura para produtores rurais nos próximos meses

Insurtech lança seguro de crédito com foco em produtores ruraisApós um ano de entrada no mercado brasileiro com os produtos de seguro garantia e anúncio do início das operações em seguro de crédito, a AVLA, seguradora multilatina, lança a cobertura de Seguro de Crédito com foco no agronegócio, com equipe de análise de crédito especializada no setor e prazos de venda de 365 dias.

A AVLA oferecerá proteção para empresas de todos os tamanhos (inclusive PMEs) contra o risco de perda em caso de inadimplência por parte de seus clientes e planeja nos próximos meses lançar a cobertura para produtores rurais pessoa física, algo que não está disponível atualmente no mercado brasileiro mas que a seguradora já tem extensa experiência em seus outros países de atuação, além de oferecer cobertura para prazo de vendas de até três anos para máquinas e equipamentos agrícolas.

“Enxergamos o mercado agro com um enorme potencial para o seguro de crédito, atualmente muito pouco explorado no Brasil. As limitações de prazo de vendas garantidos e tipos de compradores impostas pelas seguradoras limitam a penetração do produto”, destaca Daniel Gaspari, gerente comercial de seguro de crédito da AVLA.

“Chegamos ao Brasil com vantagens muito claras: oferecer coberturas de seguro de crédito de acordo com a necessidade do cliente e sem estruturas rígidas e imutáveis como os nossos concorrentes. Por fim, nossa apólice será gerida 100% de forma digital para dar celeridade aos nossos segurados no momento da venda e aprovação de crédito”, comenta Felippe Astrachan, country manager da AVLA.

Expansão regional da marca

A AVLA é um grupo de soluções financeiras e de seguros, com presença nos mercados do Chile, Peru, Brasil e México. Seu rápido crescimento e expansão regional tem como principal objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região, onde já apoiou mais de 70 mil PMEs por meio de diferentes tipos de coberturas.

22/11/2022 0 Comentários
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O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
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