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Notícias

Conheça as regulagens no trator para implementos montados nos três pontos

Por redação 20/09/2022
Escrito por redação

Conheça as regulagens no trator para implementos montados nos três pontosNa videoaula desta semana, uma produção do Senar, e parceria de divulgação da MIA TV, você vai conhecer as regulagens no trator para implementos montados nos três pontos.

No vídeo, são apresentados, por exemplo, os componentes externos do sistema hidráulico de três pontos que são envolvidos nas regulagens dessa forma de acoplamento são:

A. Braços estabilizadores.

B. Braços intermediários.

C. Braço do terceiro ponto.

D. Barra de levante inferior.

Entenda a regulagem dos braços estabilizadores

A função dos braços estabilizadores laterais das barras inferiores é fazer a regulagem da centralização ou descentralização do implemento em relação ao trator, além de evitar o jogo lateral excessivo do implemento quando levantado. Quando nenhum implemento estiver acoplado ao sistema de três pontos, os estabilizadores devem ser ajustados para eliminar o seu movimento lateral.

Confira o vídeo completo para saber mais:

20/09/2022 0 Comentários
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Notícias

Nordeste lidera exportação de frutas no país, diz Abrafrutas

Por redação 19/09/2022
Escrito por redação

Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte também se destacam na comercialização dos produtos.

Nordeste lidera exportação de frutas no país, diz Abrafrutas

Os estados brasileiros do Nordeste lideram a exportação de frutas brasileiras para o exterior. É o que aponta o levantamento realizado pela Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas (Abrafrutas), que mostra Pernambuco, Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte como os estados que mais enviaram frutas para o exterior. Foram 780 milhões de dólares em exportações do segmento frutícola, em 2021.

exportação de frutas - Nordeste lidera exportação de frutas no país, diz Abrafrutas

De acordo com o ranking analisado em reportagem produzida para a Agência Tatu, Pernambuco se consolidou como o principal estado na exportação de frutas do País, principalmente por conta da cidade de Petrolina, que é referência nacional em fruticultura. A cidade, que fica na região conhecida como Vale do São Francisco, é uma grande produtora de uvas, goiabas e mangas. Somente no ano passado, foi registrada uma receita de US$ 244 milhões na exportação de frutas no estado.

A Bahia é a segunda maior produtora e exportadora do Brasil e, em 2021, foram arrecadados US$ 191 milhões nas vendas de frutas para o comércio exterior. O estado é um polo agrícola nacional no cultivo e envio de mangas, principalmente, para a Europa e os Estados Unidos.

Já o Ceará teve um crescimento nas vendas externas, saindo da quinta colocação em 2020, para a terceira em 2021, quando obteve um faturamento de US$ 178 milhões com a venda de melões, mangas, melancias, entre outras frutas para destinos como Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Reino Unido.

A quarta posição fica com o Rio Grande do Norte, que arrecadou US$ 167 milhões em exportações no ano de 2021, com destaque para o melão, já que o estado é o maior produtor e exportador nacional da fruta.

Para o engenheiro agrônomo José Eduardo Brandão, os estados estão cada vez mais buscando vender os seus produtos para fora do país. “Merece destaque o desenvolvimento da fruticultura na região, especialmente em estados como a Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte que, mesmo com as dificuldades climáticas enfrentadas ano após ano, os produtores têm investido com foco no mercado externo.”

Recentemente, em fevereiro deste ano, o Brasil abriu ainda mais o mercado externo, com o primeiro envio de melão para a China. Segundo o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), cerca de 3,5 toneladas da fruta desembarcaram no Aeroporto de Xangai. Brasil cresce lentamente no mercado exterior.

exportação de frutas - Nordeste lidera exportação de frutas no país, diz Abrafrutas

De acordo com o levantamento realizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 2020, o Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, ficando atrás somente da China e da Índia. Por ano, o país chega a ter cerca de 4,5% do total da produção mundial, o que representa cerca de 39 milhões de toneladas.

No entanto, se a produção brasileira de frutas é destaque no cenário mundial, quando se trata de exportação, o país ocupa a 26ª posição no ranking. Essa divergência nos números se deve a diversos fatores, entre eles as barreiras fitossanitárias estabelecidas por outros países.

“Frutas são produtos in natura caracterizados como alto risco fitossanitário, ou seja, têm grande potencial de levar novas pragas para os países que os recebem. Por isso, os países colocam cada vez mais requisitos para padronizar a qualidade do produto”, explicou Edilene Cambraia, que trabalha no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com negociação dos requisitos fitossanitários.

19/09/2022 0 Comentários
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Notícias

CNA levanta custos de produção agropecuária em 6 estados

Por redação 19/09/2022
Escrito por redação

Painéis analisaram produção café, grãos, hortaliças, pecuária de corte, silvicultura e piscicultura

CNA levanta custos de produção agropecuáriaO Projeto Campo Futuro levantou, de segunda (12) a sexta (16), os custos de produção de café, grãos (soja e milho), hortaliças (tomate), pecuária de corte, piscicultura, silvicultura (borracha natural) nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará e Santa Catarina.

Os levantamentos são realizados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Centro de Inteligência de Mercados da Universidade Federal de Lavras (CIM/UFLA), Labor Rural (Universidade Federal de Viçosa – UFV) e Pecege (Esalq/USP).

Quais os impactos das tecnologias da Agricultura 4.0 no campo

A iniciativa conta com o apoio de sindicatos de produtores rurais; das federações estaduais de agricultura e das Administrações Regionais do Senar.

Confira os destaques para cada cultura:

Grãos (Maracaju – MS): O clima adverso impactou a safra de verão no ciclo 21/22. Como a região está localizada numa região de transição (entre a região Sul, onde foi observado quebras de safra e o cerrado, que obteve boas produtividade). Com isso, os produtores colheram em média 48 sacas de soja/hectare. Por outro lado, os produtores colherem uma boa 2ª safra. Para o milho, 100 sacas foram colhidas em média por hectare. Os produtores relataram altas incidências de cigarrinha-do-milho durante a condução da cultura.

Borracha Natural (Ituberá -BA): A propriedade modal tem 7 hectares e produtividade de 5.000 kg de látex por hectare/ano. A vida útil dos seringais da região é de cerca de 40 anos, com extração a partir do sétimo ano.

A atividade é feita em grande parte de forma manual. Os itens que mais pesam no bolso do produtor são mão de obra (31%); pró-labore (28%) e custos administrativos (23%).

Café Conilon (Rio Bananal – ES): A propriedade modal foi caracterizada com 10 hectares de área produtiva, cultivo irrigado, condução semimecanizada. Os desembolsos com fertilizantes correspondem a 30% do Custo Operacional Efetivo (COE); mão de obra (25%), defensivos (15%), Irrigação (1,8%) e mecanização (1,4%).

Café Arábica (Brejetuba – ES): O painel contou com a presença do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), Júlio Rocha, cafeicultores e Técnicos do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

A propriedade rural modal possui 10 hectares de área produtiva com cultivo em sequeiro, condução e colheita manual.

Se comparado com o painel do Campo Futuro em 2021 foi registrada elevação de 18% em desembolsos para corretivos de solo; 34% de elevação com mão de obra e 93% com fertilizantes.

Já os desembolsos com defensivos recuaram em 22% como resultado da redução do pacote tecnológico utilizado no modal.

Pecuária de Corte (São Félix do Xingu – PA): O objetivo foi levantar os custos de produção de uma propriedade modal de cria (produção de bezerros) na região. Foi considerada uma fazenda com área total de 1.400 hectares, sendo 700 hectares de área útil (pastagem) e 600 matrizes.

A mão de obra foi o item de maior peso nos custos operacionais efetivos (COE), representando 26,20%, seguido pela suplementação mineral, com 21,64%.

Tomate de mesa (Barbacena – MG): A propriedade modal da região possui dois hectares cultivados com produtividade média de 3.000 caixas/hectare e comercialização na roça. O modal da região tem como característica a parceria, ou “meeiro”. Os custos para a condução da lavoura, que incluem aquisição de sementes e mudas, fertilizantes, produtos fitossanitários e outros, representa aproximadamente 60% do Custo Operacional Efetivo (COE).

Piscicultura (Massaranduba – SC): Apesar do alto gasto com ração, que representa 84% do Custo Operacional Efetivo, a criação de tilápia na região é um negócio atrativo financeiramente. O próprio produtor conduz as atividades laborais graças aos bons indicadores técnicos obtidos como a conversão alimentar de 1,5 kg de ração/kg de peixe e a sobrevivência média dos animais ao longo do ciclo produtivo de 80%.

19/09/2022 0 Comentários
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Café arábica: colheita evolui para 74% na região da Expocacer
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Sanções europeias vão barrar produtos de áreas desmatadas

Por redação 19/09/2022
Escrito por redação

Europa agora tem regras de sanções à compra de produtos que tenham origem em áreas de desmatamento

Café: sanções europeias vão barrar produtos de áreas desmatadasForam aprovadas pelo Parlamento Europeu na última terça-feira (13) regras que promovem sanções à compra de alguns produtos que tenham origem em áreas de desmatamento. Segundo informações, a medida – aprovada por 453 votos a 57, com 123 abstenções – vale para bovino, cacau, café, óleo de palma, soja e madeira, incluindo produtos que contêm, foram alimentados ou feitos com estas matérias-primas (como couro, chocolate e móveis).

Além destes, a intenção é aumentar sua abrangência, incluindo ainda carne suína, ovina e caprina, aves, milho e borracha, bem como carvão e produtos de papel impresso. Os países que integram a União Europeia e a Federação Europeia do Café ainda irão discutir a versão final da lei. As sanções serão impostas a produtos com origem em desmatadas após 31 de dezembro de 2019.

Desde o primeiro momento em que obteve a informação da tramitação do projeto de lei no Parlamento Europeu, o Conselho Nacional do Café (CNC) tem trabalhado no sentido de monitorar e promover ações para garantir que o café do Brasil não seja prejudicado por essa proposta.

O presidente do CNC, Silas Brasileiro, tranquiliza os produtores brasileiros com a nota que emite a seguir:

“Queremos tranquilizar nossas cooperativas, associações e produtores de café brasileiros. Essa lei atinge diretamente o mercado consumidor europeu. São medidas que dificilmente serão colocadas em prática e, se forem, terão mínimo ou nenhum impacto no café do Brasil em virtude das boas práticas adotadas por nossa cafeicultura de uma maneira geral. Acreditamos que haverá uma reação muito forte dos traders e das indústrias europeias.

Num primeiro momento parece uma notícia alarmante, mas queremos deixar nossos produtores tranquilos quanto a essas sanções, exemplo: levantar a área que possivelmente foi desmatada a partir de dezembro de 2019 e quantifica-la. Essa data a ser levantada será de difícil precisão, visto que cultivamos café em regiões antropizadas. Como a legislação abrange de maneira universal a todos os produtores, dificilmente a Europa terá outros fornecedores com a capacidade de produção que o Brasil tem. Nosso país sai na frente, pois temos um mapa muito bem elaborado pela Embrapa, que demonstra a área de produção, a produtividade e o cuidado com a preservação do meio ambiente, ficando comprovado que o café não desmata, visto ser a nossa produção cafeeira sustentável e estamos demonstrando, principalmente para o mercado europeu, o quanto hoje já somos sustentáveis.

Existem países que não têm o mínimo de exigência, nem de legislação trabalhista ou muito menos ambiental. O Brasil tem as mais rígidas leis no que diz respeito à mão-de-obra e ao meio ambiente. Vamos continuar trabalhando permanentemente com a comunidade europeia mostrando essa realidade.

O CNC, desde o final do ano passado, quando tomou conhecimento da proposição das medidas restritivas, está trabalhando para que o Brasil não seja prejudicado. Temos contato constante com a Secretária Geral da Federação Europeia do Café, Eillen Gordon, que estará no Brasil na Semana Internacional do Café, onde já está agendada uma reunião para que possamos mostrar a realidade do país, que no caso do café, não arranca uma árvore sequer para incremento de lavouras novas ou para aumento da oferta de café.

É importante destacar que mesmo em áreas de produção do café Amazônico, onde pode haver conotação de desmatamento, as lavouras estão localizadas em terras antropizadas, ou seja, áreas que já haviam sido cultivadas ao longo do tempo. Antigamente os produtores daquela região tinham o cultivo de culturas como mandioca e milho para sua subsistência. Quando analisaram a possibilidade de plantar café e ver que o produto tinha valor agregado, passaram a cultivá-lo. No entanto, não houve desmatamento para o plantio de lavouras de café. Assim, eles estão oferecendo um produto cultivado na Amazônia, para um mercado exigente, comprovando que não há nenhuma irregularidade ambiental, social ou trabalhista.

Outro caminho que estamos adotando é a tentativa de exclusão do café da lista de produtos sob sanções. Os demais produtos estão se mobilizando e demostrado a maneira como produzem. Esperamos ter sucesso nessa empreitada e estamos bem tranquilos com relação a isso. A partir de 1º de outubro haverá uma semana de discussões em Bogotá, Colômbia, num encontro promovido pela Organização Internacional do Café (OIC), onde esse tema constará na pauta. Além disso, nos reuniremos com outros países produtores de café. Teremos duas reuniões paralelas para demonstrar a necessidade do mercado consumidor entender como o café é produzido de forma sustentável em alguns países.

A despeito de tudo isso, reiteramos nossa recomendação: não há necessidade de expansão de áreas cultivadas para aumento de oferta de café para o mundo. Os produtores têm feito renovação de suas lavouras, substituindo plantas velhas por variedades mais produtivas, resistentes a pragas, doenças e condições climáticas adversas. Assim, em condições climáticas normais, a área cultivada atualmente é suficiente para aumentarmos a oferta. Por fim, continuamos o trabalho de informação permanente para o mercado consumidor, deixando claro, também aos produtores, que essa medida não trará prejuízos para o café brasileiro.

Silas Brasileiro – presidente do Conselho Nacional do Café”

Fonte: Datagro
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Notícias

Contratações do Plano Safra atingem R$ 113 bilhões

Por redação 16/09/2022
Escrito por redação

Para o atual ciclo, governo anunciou o total de R$ 340,88 bilhões, destinados aos financiamentos de custeio, comercialização e investimentos

Contratações do Plano Safra atingem R$ 113 bilhõesNos dois primeiros meses da safra 2022/23, o total de contratações de crédito rural do Plano Safra superou os R$ 113 bilhões, de acordo com levantamento feito pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), com base nos dados do Banco Central do Brasil, diz nota do “Informe Paraná Cooperativo”.

Para o atual ciclo agropecuário, iniciado em 1º de julho, o governo federal anunciou o total de R$ 340,88 bilhões, destinados aos financiamentos de custeio, comercialização e investimentos. A maior parte dos recursos já contratados até setembro teve origem na poupança rural (49%); recursos obrigatórios (22%); recursos com taxas livres (17%); fundos constitucionais (7%), BNDES equalizável (4%) e outros (1%).

Cooperativas

O Informe da Getec revela que, no período que compreende os meses de julho a setembro de 2022, as cooperativas brasileiras captaram R$ 5,73 bilhões, sendo a maior parte destinados para à industrialização e custeio, nesta ordem de importância. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 2,02 bilhões, representando, no Plano Safra 2022/23, mais de 35% dos recursos captados pelas cooperativas nacionais, destacando-se os segmentos: industrialização e custeio.

“A captação dos recursos aumentou significativamente, quando comparado com anos anteriores, devido à maior necessidade de cobrir o elevado custo de produção apresentado nesta safra. Apesar do cenário econômico estar conturbado, as cooperativas paranaenses continuam apostando na agregação, investindo na industrialização para, consequentemente, expandir seus mercados e suas sobras”, afirma o analista da Getec, da área de Mercado, Salatiel Turra.

Verifica-se também que a captação total de recurso de crédito rural, em agosto da safra 2022/23, apresentou um forte crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. “Contudo, dado o aumento do custo de produção provocado pelo cenário econômico, o volume captado até o momento é relevante, tendo em vista que os preços recebidos pelas commodities são otimistas e influenciam da tomada de decisões dos produtores, desde a aquisição de insumos como máquinas agrícolas”, ressalta Turra.

Fonte: Datagro
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Agroindústria cresceu 3,9% em janeiro no comparativo anual, diz FGVAgro
Notícias

CNA debate reforma tributária e demandas do agro

Por redação 16/09/2022
Escrito por redação

Segundo o presidente da entidade, João Martins, peculiaridades do setor devem ser respeitadas na elaboração das sugestões

CNA debate reforma tributária e demandas do agroO presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins, participou, nesta quinta-feira (15), do 2º Seminário Nacional de Tributação do Agronegócio, realizado pela CNA em parceria com o site JOTA. Na abertura do evento, conduzida pelo diretor jurídico da CNA, Rudy Ferraz, o presidente João Martins afirmou que a Confederação acompanha o processo de alteração e construção do sistema tributário brasileiro em todos os âmbitos, seja no Legislativo, no Executivo ou no Judiciário.

“Além disso, a CNA atua sempre aprofundando os debates técnicos e garantindo que sejam consideradas as peculiaridades do agro em todas as medidas necessárias”, destacou.

Para Martins, o objetivo do seminário é promover debates tributários em temas afetos ao setor. “E mais do que isso, que as análises técnicas dos temas tributários relevantes deem a devida atenção às particularidades do setor e à sua importância para o país, tendo sempre como nortes a importância do produtor rural e a complexidade e dinamismo da cadeia produtiva”, disse.

O presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), Carlos Henrique Oliveira, também participou da abertura e falou sobre a importância do papel do tribunal em solucionar litígios tributários no âmbito administrativo.

“É importante que a sociedade veja esse conselho administrativo como um tribunal de excelência, que transmite segurança jurídica, composto por mulheres e homens que têm uma visão republicana da sua função da tutela que precisam prestar”. Segundo ele, o país precisa de uma administração tributária próxima do contribuinte, que diminua litígios, que respeite o cidadão e não seja antagonista.

Fonte: Datagro
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NotíciasRádio MIA

Quais os impactos das tecnologias da Agricultura 4.0 no campo

Por redação 15/09/2022
Escrito por redação

No podcast desta semana, o assunto são as ferramentas digitais, integradas e conectadas, que otimizam a produção agrícola em todas as suas etapas

Quais os impactos das tecnologias da Agricultura 4.0 no campoHá décadas, a tecnologia tem contribuído com soluções que modificaram os processos nos mais diversos setores da economia. E o agronegócio não ficou de fora. O trabalho no campo passou por muitas evoluções e agora vivemos a chamada Agricultura 4.0.

Mas o que seria a Agricultura 4.0? Trata-se de um conjunto de tecnologias digitais de ponta, integradas e conectadas por meio de softwares, sistemas e equipamentos capazes de otimizar a produção agrícola, em todas as suas etapas.

Esse fenômeno vai além da simples mecanização do campo. As operações e decisões passam a ser orientadas com base em dados retirados do clima, da terra, da lavoura etc.

Além disso, os diversos dispositivos conectados e integrados permitem a automação dos processos. Isso está intimamente relacionado ao conceito de Internet das Coisas (IoT). Com isso, equipamentos e profissionais trabalham de modo conectado e otimizado.

Pensando em toda essa contínua evolução proporcionada pela Agricultura 4.0, a Jacto apresentou ao mercado em 2021 a “Jacto Next”, uma nova área de negócios da empresa responsável pela comercialização e entrega de serviços especializados dentro da porteira.

O objetivo da Jacto Next é oferecer ao agricultor soluções integradas e completas que viabilizem a Agricultura 4.0, simplificando a adoção de novas tecnologias e ajudando a alcançar elevados níveis de desempenho, qualidade e sustentabilidade dentro do seu negócio.

Conversamos com Guilherme Panes, gerente de desenvolvimento de negócios da Jacto, e ele falou sobre essas novas tecnologias e como elas impactam a produtividade no campo.

Confira!

Máquinas & Inovações Agri · #058- Guilherme Panes comenta “O impacto das ferramentas digitais no campo”
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Notícias

País exporta US$ 14,8 bi em produtos do agro em agosto

Por redação 15/09/2022
Escrito por redação

Destaques em produtos do agro, em termos de valores e quantidades recordes, ficaram com o milho e carne bovina in natura

Brasil exporta US$ 14,8 bi em produtos do agro em agostoCom preços e volumes em expansão, as vendas externas do agronegócio registram recorde de valor para os meses de agosto, com US$ 14,81 bilhões, alta de 36,4% em relação ao mesmo mês de 2021. As vendas externas de produtos do agro tiveram participação de 48,1% nas exportações totais brasileiras.

As importações de produtos do agro registraram o maior valor da série histórica iniciada em 1997, com US$ 1,68 bilhão em aquisições. O valor foi 34,5% superior em comparação com os US$ 1,25 bilhão importados em agosto/2021.

De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os destaques em termos de valores e quantidades recordes para todos os meses, inclusive agosto, ficaram com o milho e carne bovina in natura.

Já em termos de valores para os meses de agosto, os destaques foram para a soja em grãos, farelo de soja, carne de frango in natura e celulose.

Milho

Em agosto, as exportações de milho suplantaram pela primeira vez em todos os meses da série histórica, a cifra recorde de US$ 2 bilhões, atingindo US$ 2,03 bilhões. Duas variáveis explicam este resultado: o volume recorde de 7,5 milhões de toneladas embarcadas e os elevados preços médios de exportação (US$ 271 por tonelada, +41,6% em relação aos preços médios de agosto/2021).

A safra recorde de milho 2021/2022, de 113,3 milhões de toneladas (+30,1%), possibilitou a quantidade também recorde exportada do cereal em agosto, elevando a disponibilidade interna do cereal.

A União Europeia foi o principal importador do milho brasileiro, com registros de US$ 495,77 milhões em agosto de 2022. Além dos países da comunidade europeia, outros mercados que importaram foram: Irã, Egito, Japão e Colômbia.

Carne bovina e de frango in natura

As vendas externas de carne bovina responderam por 52,6% do valor total exportado pelo Brasil de carnes. Foram US$ 1,36 bilhão exportados, uma cifra também recorde histórico, com aumento de 8,7% no volume e 6,5% no preço médio.

As aquisições chinesas são a razão para esse recorde. O país asiático aumentou as importações de carne bovina brasileira de US$ 633,60 milhões em agosto/2021 para US$ 852,83 milhões em agosto de 2022 (+34,6%). Os três principais mercados, além da China, foram Estados Unidos, Chile e Indonésia.

As exportações de carne de frango também foram recordes para o mês de agosto, com US$ 902,28 milhões ou um incremento de 36,3% na comparação com os US$ 661,99 exportados em agosto/2012. Houve crescimento das vendas externas distribuídas entre os principais mercados, com exceção da China. Os cinco maiores importadores da carne de frango brasileira foram China, Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Coreia do Sul.

Soja

As exportações de soja em grãos, principal produto do complexo soja, foram de 6,10 milhões de toneladas (-6,0%) ou o equivalente a US$ 3,8 bilhões (+20,8%), com alta dos preços médios de exportação em 28,5%, nos últimos 12 meses.

A China é a principal importadora da soja brasileira, com market share de 73,3% da quantidade exportada (4,46 milhões de toneladas) ou US$ 2,79 bilhões em agosto de 2022. Outros países que importaram foram: Irã, Vietnã, Espanha, Japão, Tailândia e Turquia.

As vendas externas de farelo de soja foram de US$ 949,00 milhões em agosto deste ano, 45,8% superior na comparação com os US$ 651,08 milhões exportados em agosto/2021. Houve aumento da quantidade exportada em 19,1%.

No entanto, a elevação dos preços médios de exportação em 22,4% foi o principal fator para a expansão das vendas externas do produto. A União Europeia continua como principal importadora do farelo de soja brasileiro.

Outros mercados que adquiriram o produto, todos eles da Ásia, foram Indonésia, Tailândia, Irã e Coreia do Sul.

Países importadores

A China continua sendo a principal parceira comercial do agronegócio brasileiro, com aquisições de US$ 4,54 bilhões em produtos do agro, incremento de 19,5% na comparação com os US$ 3,80 bilhões adquiridos em agosto do ano passado. Os quatro principais produtos do agro exportados para a China foram a soja em grãos, carne bovina in natura, açúcar de cana em bruto e celulose.

De acordo com a SCRI, quatro países asiáticos tiveram aumento de participação acima de um ponto percentual: Irã (de 2,5% de participação para 5,7%); Japão (de 2% de participação para 3,4%); Indonésia (de 1% de participação para 2,4%); e Índia (de 0,6% de participação para 2,0%).

O Irã aumentou as compras de produtos do agro brasileiro em 217,7% entre agosto/2021 e agosto/2022, passando de US$ 266,76 milhões para US$ 847,57 milhões em aquisições. O Irã importou quatro produtos como o milho, soja em grãos, açúcar de cana em bruto e farelo de soja.

No caso do Japão, houve elevação das exportações de US$ 220,27 milhões em agosto de 2021 para US$ 501,27 milhões em agosto de 2022 (+127,6%). Os quatro principais produtos foram milho, carne de frango in natura, soja em grãos e farelo de soja.

A Indonésia importou US$ 349,32 milhões em produtos do agro brasileiro (+211,6%). Os três principais produtos principais adquiridos foram farelo de soja, açúcar de cana em bruto e carne bovina in natura.

Outro país que teve aumento de participação foi a Índia, que passou de US$ 60,64 milhões em importações de produtos do agronegócio brasileiro em agosto/2021 para US$ 297,27 milhões em agosto/2022 (+390,2%). Dois produtos tiveram grande participação, como o óleo de soja em bruto e açúcar de cana em bruto.

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Notícias

Moagem de cana cai 6,9% no acumulado da safra 2022/23

Por redação 15/09/2022
Escrito por redação

Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), moagem de cana cai 6,9% no acumulado da safra 2022/23, volume processado totaliza até o momento 366,29 milhões de toneladas

Moagem de cana cai 6,9% no acumulado da safra 2022/23A moagem de cana-de-açúcar na segunda quinzena de agosto na região Centro-Sul atingiu 44,03 milhões de toneladas, registrando aumento de 1,79% em relação à quantidade registrada em igual período do ano passado, quando foram processadas 43,25 milhões de toneladas, aponta balanço da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). No acumulado da safra 2022/23, a moagem totalizou 366,29 milhões de toneladas ante 393,47 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2021 – queda de 6,91%.

Tratores pequenos: aliados leves e compactos do produtor rural

O diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, comenta que “ao contrário do que foi observado na primeira quinzena de agosto, o clima mais seco na segunda metade do mês possibilitou o avanço da colheita que, somada à maior produtividade agrícola, ocasionou um aumento da matéria-prima processada no período. Em especial, a maior recuperação ocorreu em São Paulo, principal estado produtor da região Centro-Sul, com aumento de 2,61% na moagem”.

Até o dia 1º de setembro, 256 unidades estavam em operação no Centro-Sul frente às 259 na safra 2021/2022. Na segunda quinzena de agosto, 2 unidades produtoras encerram a moagem de cana-de-açúcar do atual ciclo.

A qualidade da matéria-prima colhida na segunda quinzena de agosto, mensurada em kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar processada, retraiu 0,33% na comparação com o mesmo período do último ciclo agrícola, registrando 154,46 kg de ATR por tonelada colhida. No acumulado da safra, a queda é de 1,65% com o indicador marcando 138,01 kg de ATR por tonelada.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar na segunda metade de agosto totalizou 3,14 milhões de toneladas (+5,77%). No acumulado desde o início da safra 2022/2023, a fabricação do adoçante totaliza 21,77 milhões de toneladas, frente às 24,33 milhões de toneladas do ciclo anterior (-10,54%).

Na segunda quinzena de agosto, 2,25 bilhões de litros (-1,23%) de etanol foram fabricados. Do volume total produzido, o hidratado alcançou 1,30 bilhão de litros (-1,52%), enquanto a produção de etanol anidro totalizou 947,29 milhões de litros (-0,83%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação de álcool atingiu 17,94 bilhões de litros (-4,29%), dos quais 10,97 bilhões consistem em etanol hidratado (-5,28%) e 6,97 bilhões em anidro (-2,71%).

Do total de biocombustível fabricado, a produção a partir do milho na segunda quinzena de agosto registrou 197,44 milhões de litros, contra 178,43 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2021/2022 – avanço de 10,70%. No acumulado desde o início da safra, a produção atingiu 1,69 bilhão de litros – avanço de 26,32% na comparação com igual período do ano passado.

Rodrigues destaca que “o deslocamento do mix de produção para o açúcar em quase 2 pontos percentuais em relação à safra passada pode causar uma falsa impressão de mudança no comportamento das unidades produtoras. Na verdade, esse incremento se deve à menor participação das usinas autônomas na moagem, que passou de 16,04%, no ciclo passado, para 14,74% na safra 2022/2023. Não se observa uma mudança significativa do mix de produção das unidades com fabricação de açúcar. Porém, é devido ao efeito assimétrico de recuperação da moagem entre as empresas e, como consequência, da menor representatividade daquelas que produzem exclusivamente o etanol, que se registra uma redução no mix dessa magnitude”.

Vendas de etanol

No mês de agosto, as unidades produtoras do Centro-Sul comercializaram 2,69 bilhões de litros de etanol, o que representa um avanço de 7,51% em relação ao mesmo período da safra 2021/2022.

No mercado interno, o volume de etanol hidratado comercializado foi de 1,38 bilhão de litros, o que significa uma queda de 6,22% em relação ao mesmo período da safra anterior. As vendas domésticas de etanol anidro, por sua vez, seguem em direção oposta, totalizando 1,08 bilhão de litros no mês, registrando crescimento de 20,50%. No acumulado da safra, foram comercializados 6,89 bilhões de litros de hidratado domesticamente (-6,72%) e 4,43 bilhões de litros de etanol anidro (+5,68%).

O executivo da Unica explica que “as saídas fortes no mês de agosto se concretizam graças a uma maior demanda do etanol utilizado como aditivo na gasolina. Além do consumo do produto nos estados da região Centro-Sul, as operações de cabotagem para a região Nordeste, que há pouco iniciou sua moagem, contribuíram para o aumento das vendas das unidades produtoras. Esse movimento deve ser dirimido na medida em que o processamento de cana-de-açúcar na região se intensificar, nas próximas quinzenas”.

Desde o início da safra 2022/2023, as unidades produtoras comercializaram 12,20 bilhões de litros de etanol, o que representa uma queda de 0,87% em relação ao mesmo período da safra anterior. Desse volume, as vendas de etanol hidratado totalizaram 7,21 bilhões de litros (-7,89%); já as de anidro, 4,99 bilhões de litros (+11,39%).

Mercado de CBios

Dados da B3 mostram que, até o dia 09 de setembro, 20,81 milhões de CBios foram emitidos em 2022. A respeito do volume negociado e posse de créditos, até a data supramencionada, a parte obrigada do programa RenovaBio já adquiriu cerca de 26 milhões de créditos de descarbonização. Esse volume representa 71% da meta de aquisição total para o ano corrente.

15/09/2022 0 Comentários
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Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro
Notícias

Cooxupé corta estimativas de entregas de café em 2022

Por redação 15/09/2022
Escrito por redação

Nova projeção indica que cooperados entregarão 4 milhões de sacas, volume 15% aquém da previsão inicial

Cooxupé corta estimativas de entregas de café em 2022

A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) revisou para baixo sua estimativa de recebimento do grão em 2022. A nova projeção aponta entrega de 4 milhões de sacas de café pelos cooperados, montante 15% inferior à previsão inicial.

“Mas isso não vai comprometer entregas”, disse Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé, ao Valor Econômico, referindo-se aos contratos já fechados.

A despeito da quebra na safra, a cooperativa trabalha para manter sua meta inicial de 6,8 milhões de sacas para as vendas deste ano.

Carlos Augusto diz que as comercializações têm avançado, mas o efeito do clima adverso poderá ter reflexos sobre as vendas do primeiro semestre de 2023.

Fonte: Datagro
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