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Redução de áreas de trigo no Sudeste e Sul pode impactar a produção nacional
Notícias

Mercado de trigo será tema foco de congresso da Abitrigo

Por redação 30/08/2022
Escrito por redação

Evento que reúne a cadeia do cereal também abordará a questão da segurança alimentar

Mercado de trigo - Mercado de trigo será tema foco de congresso da Abitrigo

A discussão sobre o cenário geopolítico e econômico mundial e a análise sobre a segurança alimentar e o mercado de trigo fazem parte da programação do 29º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo – Abitrigo, que será realizado entre os dias 25 e 27 de setembro em Foz do Iguaçu (PR).

A palestra inaugural do evento será coordenada pelo Presidente-Executivo da Abitrigo Rubens Barbosa no primeiro dia de evento e terá a participação do cientista político Fernando Schuler. O debate inicial desta edição do Congresso abordará questões referentes à política e à economia internacional.

“Conhecer melhor o contexto em que estamos inseridos atualmente é o ponto de partida do 29º Congresso Internacional da Indústria do Trigo. A partir deste primeiro panorama, nossa programação contará com painéis de extrema relevância à cadeia do trigo, que é influenciada por fatores geopolíticos e econômicos e suas consequências”, explica Barbosa.

Segurança Alimentar e o Mercado de Trigo

Estes temas que impactam diretamente a indústria tritícola serão abordados no segundo dia de evento, em painel moderado pelo jornalista especializado em agronegócio e marketing José Luiz Tejon (FOTO), com a participação do coordenador do FGV Agro Roberto Rodrigues e do consultor privado do mercado de trigo Pablo Maluenda.

“O trigo é o grão fundamental que está na mesa dos brasileiros. A busca pela autossuficiência deste cereal no Brasil é uma realidade, que está a caminho da concretização. Além disso, a faixa tropical do planeta tem uma missão única de contribuir para a alimentação da crescente população mundial”, destaca Tejon.

Mercado de trigo será discutido em congresso da Abitrigo

Para o consultor privado do mercado de trigo Pablo Maluenda, o cereal é fundamental para a alimentação da população mundial, e sua produção responsável e sustentável é um dos desafios para os próximos anos.

“O trigo é a cultura básica para cerca de 35% da população mundial. Em mais de dois terços do trigo do mundo é usado para alimentação. A melhoria da segurança alimentar dependerá do uso e gestão sustentável dos recursos, incluindo terra e água. Encontrar o equilíbrio certo entre segurança alimentar e nutricional, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas continuam sendo os principais desafios para sistemas alimentares sustentáveis”, acrescenta Maluenda.

Workshops

As empresas Bühler e IFF, patrocinadoras do evento, organizarão workshops temáticos durante a programação do dia 26 de setembro. O seminário promovido pela Bühler, “Nova era da Seleção Óptica: Maximizando Performance com Tecnologia Digital”, será ministrado pelo supervisor técnico comercial para seleção ótica de trigo e centeio da empresa Robson Bruner.

Já a IFF discutirá o tema “Como potencializar a performance da farinha nacional a partir de diferentes trigos?” em seu workshop, que será apresentado pelo seu especialista de aplicação senior para pães artesanais em moagem de trigo João Ricardo Camilo Dias.

As inscrições para os formatos físico e online já podem ser realizadas pelo site oficial do evento: https://congressoabitrigo.com.br/. As primeiras 200 inscrições para o formato virtual terão desconto especial de 50%.

SERVIÇO

29º Congresso Internacional da Indústria do Trigo
Data: 25 a 27 de setembro de 2022
Local (presencial): Bourbon Cataratas do Iguaçu Thermas Eco Resort – Foz do Iguaçu (PR)
Inscrições: https://congressoabitrigo.com.br/

30/08/2022 0 Comentários
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Notícias

Curso de técnicas agrícolas capacita jovens no RS

Por redação 30/08/2022
Escrito por redação

Iniciativa contribui para uma educação contextualizada de forma complementar ao ensino regular

Curso de técnicas agrícolas capacita jovens em Arroio do Tigre (RS)Alunos do ensino fundamental de Arroio do Tigre (RS), com idades entre 14 e 17 anos, receberão aulas teóricas e práticas sobre técnicas agrárias. Trata-se do curso Técnicas Agrícolas e Gestão Rural, promovido pelo programa Alcançando a Redução do Trabalho Infantil Pelo Suporte à Educação (ARISE), voltado à erradicação do trabalho infantil em comunidades produtoras de tabaco. A aula inaugural do projeto ocorreu em 19 de agosto, no Centro Agrícola da Comunidade Evangélica, na presença dos pais dos estudantes.

O curso terá duração de 100 horas, com aulas ministradas às segundas e sextas-feiras, no contraturno das atividades escolares dos jovens. Ao todo, são 42 alunos que, de agosto a dezembro, terão contato com os seguintes temas: agricultura em geral, legislação ambiental, recursos naturais, compostagem, agroecologia, controle biológico e preparo de caldas, alternativas de diversificação da produção, fruticultura, apicultura, pecuária, piscicultura, cuidados com o solo e gestão rural da propriedade. O cronograma de estudos também inclui visitas técnicas em propriedades. O curso conta com consultoria da empresa Terra e Vida e tem como parceiro a Secretaria Municipal de Educação de Arroio do Tigre.

Para Marinês Kittel, supervisora de Projetos Sociais da Japan Tobacco International (JTI) e coordenadora do programa ARISE, essa é uma forma de estimular o jovem a enxergar empreendedorismo no campo. “É importante que ele compreenda a beleza e as possibilidades de empreender no meio rural. Estar em contato com novas tecnologias e investir em sua capacitação lhe dará, inclusive, subsídios para que, no futuro, possa fazer suas próprias escolhas, seja no campo ou no meio urbano”, afirma.

O programa ARISE foi desenvolvido para se alinhar às políticas de aperfeiçoamento de práticas de trabalho. Como parte do programa, a iniciativa pretende despertar o interesse dos jovens pela agricultura, proporcionando seu desenvolvimento e estimulando a disseminação do conhecimento junto à sua família. “O principal objetivo do ARISE é diminuir o trabalho infantil no campo. Por essa razão, enxergamos a participação dos pais na primeira aula do curso como parte imprescindível para alcançar os resultados do programa”, finaliza.

30/08/2022 0 Comentários
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Vídeos

Case Construction lança nova linha de retroescavadeira

Por redação 30/08/2022
Escrito por redação

Mantendo a tradição de versatilidade, produtividade e economia, máquina é ideal para aplicações mais severas e terrenos irregulares

Case Construction lança nova linha de retroescavadeiraA Case Construction Equipment, marca da CNH Industrial, participa de mais uma edição da Expointer e lança uma nova linha de retroescavadeira. A tradicional feira, que chega a sua 45ª edição, começou no dia 27 de agosto e segue até o dia 4 de setembro na cidade de Esteio, no Rio Grande do Sul.

Quem for até o estande da Case IH, marca irmã da CASE, poderá conhecer o mais novo lançamento da marca, a retroescavadeira 575SV. Mantendo a tradição de versatilidade, produtividade e economia, sinônimos das máquinas CASE, o novo modelo possui motode 3,9 litros, com potência líquida de 94 cv, fornecendo alta potência e baixo consumo de combustível.

Destaque também para as elevadas vazão e pressão hidráulicas, além do braço curvo da carregadeira, que torna o carregamento de caminhões mais seguro e produtivo. Os eixos Heavy Duty asseguram a tração e a segurança tanto nas de carregamento e escavação, como no deslocamento com ou sem carga, em subidas e descidas.

A preocupação com o conforto e a segurança do operador são outros importantes diferenciais do lançamento. Espaçosa e confortável, a cabine possui certificações internacionais ROPS e FOPS, com 2 portas laterais, proporcionando maior comodidade de acesso do operador à cabine. Para mais segurança na operação, a 575SV oferece um conjunto de iluminação de alta intensidade que ilumina toda a área de operação da retroescavadeira. O processo de carregamento torna-se mais produtivo com o sistema de retorno ao carregamento, nivelando automaticamente o braço e caçamba dianteiros para iniciar a operação.

Reconhecida por suas múltiplas aplicações – que vão desde a construção civil até o campo –, é uma máquina forte e versátil e pode ser usada em operações de banhado, na cultura de arroz, além de abertura de valas, carregamento de caminhões e manutenção de estradas. “Com um motor mais potente, a 575SV foi projetada para as aplicações mais severas e em terrenos irregulares, comuns para as necessidades do agro”, comenta Leonardo Campos, especialista de produto da CASE Construction Equipment.

Retroescavadeira CASE 580N

Além do lançamento, a CASE leva à Expointer a tradicional retroescavadeira 580N, uma das mais vendidas no mercado brasileiro. Reconhecida por suas múltiplas aplicações, a máquina possui motor Tier 3-MAR-1, com 85 cv de potência bruta e peso operacional de 7,858 kg. Com tração 4×4, o modelo é projetado para proporcionar maior força de desagregação na retro e ainda traz um aumento de capacidade/altura máxima de descarga da pá carregadeira. Durante o dia e à noite, a cabine mantém os operadores mais confortáveis e com foco em produtividade, devido às janelas localizadas do assoalho ao teto e da iluminação externa de 360 graus – item opcional –, que proporciona visibilidade superior, além da circulação do fluxo de ar.

Soluções

Para garantir todo o suporte em peças e serviços dos equipamentos da CASE Construction Equipment, o pós-venda da marca leva o seu portfólio completo voltado à manutenção preventiva e corretiva, além de itens de desgaste para a feira. Disponíveis no estande da marca, destacam-se os itens da linha NEXPRO, ideais para equipamentos fora do período de garantia, as peças genuínas, que garantem alta performance, além do programa de reformas certificadas. As peças e itens de reposição da CASE também estão disponíveis para compra via e-commerce próprio: www.caseceonline.com.br e no Mercado Livre: loja.mercadolivre.com.br/case.

Banco CNH Industrial

Os visitantes da Expointer terão todo o suporte do Banco CNH Industrial na escolha das melhores soluções de financiamentos e seguros ao adquirir máquinas de construção e equipamentos de precisão, com opções de crédito diferenciados. Clientes e concessionários também poderão contar com o +Capital, aplicativo da instituição financeira que agiliza o processo de simulação e financiamento, proporcionando uma melhor experiência ao usuário; além da análise de crédito através da leitura rápida de QR Code, que estará disponível no estande da feira.

30/08/2022 0 Comentários
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Notícias

Taitra apresenta tecnologia taiwanesa para agricultura

Por redação 30/08/2022
Escrito por redação

Seminário TaiwanTech Agri & Food, realizado em Campinas (SP), reuniu expositores taiwaneses e brasileiros com o objetivo de apresentar os serviços que podem ser aplicados no Brasil e firmar novos acordos bilaterais

Taitra apresenta tecnologia taiwanesa para impulsionar agroNeste mês, produtores e empresários brasileiros tiveram a oportunidade de conhecer as novas tendências e tecnologias para agricultura inteligente e tecnologia de alimentos em evento organizado pelo Taiwan Trade Center do Brazil (Taitra), principal organização de promoção comercial de Taiwan. O Seminário TaiwanTech Agri & Food, realizado em Campinas (SP), reuniu expositores taiwaneses e brasileiros com o objetivo de apresentar os serviços que podem ser aplicados no Brasil e firmar novos acordos bilaterais.

Segundo Sandra Shih, diretora da Taitra Brazil, “Taiwan é considerada hoje a porta de entrada para o mercado asiático e o Brasil é um dos maiores produtores do mundo, com um potencial único para o comércio nos setores agrícola e alimentício. Além de oferecer nossos produtos, estamos dispostos a contribuir para a implementação de serviços modernos e inteligentes no Brasil para esses dois setores”.

Paulo Silveira, sócio-diretor do FoodTech Hub Brasil, fez uma apresentação sobre como a inovação está transformando a indústria de alimentos no Brasil. Segundo o executivo, “o setor de alimentos é um dos mais representativos do Brasil, sendo o que mais gera empregos e também o segmento que representa a maior fatia do PIB nacional, correspondendo a 10,6%. Além disso, é um importante fornecedor do mercado asiático, exportando cerca de 43% para essa região”.

Segundo Giovanni Gabas Coelho, gerente de projetos no Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), há muitas possibilidades para Brasil e Taiwan no comércio bilateral. “Taiwan possui uma forte indústria em tecnologias que podem ser aplicadas no campo, especialmente em pequenas propriedades, que compõem 70% dos estabelecimentos no Brasil. Já o Brasil possui grande produção de matérias-primas agrícolas, que são largamente importadas por Taiwan, como cereais, ovos e café.”

Durante o evento, os expositores trouxeram ainda detalhes sobre o calendário das feiras de negócios realizadas no País asiático, focando em cinco eventos programados para 2022 e 2023, o que pode gerar oportunidades para empresários brasileiros, cuja participação é possível como visitantes ou expositores.

Dois exemplos são as feiras Kaohsiung Food Show e Ásia AgriTech, programadas para outubro e novembro de 2022, respectivamente. O primeiro evento é dedicado a produtos agrícolas (carne, laticínios, peixe e condimentos) e alimentos industrializados (congelados e preparados, desidratados, produtos de panificação, confeitos e biscoitos).

A Ásia AgriTech Expo e Forum é um grande evento que reúne o setor agrícola e as cadeias produtivas da aquicultura, pecuária e indústria de congelados. Os organizadores dessa feira estimam reunir 250 expositores de mais de 20 países e receber mais de 18 mil visitantes profissionais de 30 nacionalidades diferentes.

Tecnologia taiwanesa desponta no mercado

Taiwan é reconhecida mundialmente como uma ilha de alta tecnologia, cuja indústria é referência por sua excelência em produtos e equipamentos de alta precisão, automação e IoT (Internet of Things) – inclusive na área de agricultura e indústria de alimentos. Um dos projetos mais recentes de sucesso taiwanês é de grande interesse para o Brasil: o uso de drones para monitorar o crescimento e a saúde das plantações de café.

Por meio das informações levantadas pelos drones, é possível reunir dados sobre animais, plantas, bactérias e vírus existentes nas plantações para, assim, criar um banco de genes. Em seguida, os dados são transformados em blockchain para que os compradores acessem o mercado de café e tenham informações transparentes e estratégicas para tomar suas decisões.

O projeto foi desenvolvido pela Taiwan UAS Development Association, instituição de ensino de drones em Taiwan, em parceria com a Asia Rainforest Conservation Association, que tem como foco a conservação florestal da Ásia. Este é um exemplo de como a tecnologia está transformando a agricultura, viabilizando agroflorestas, trazendo mais controle ao processo produtivo e aumentando a produtividade.

O potencial do comércio bilateral Brasil – Taiwan

Em 2021, segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), Taiwan atingiu a impressionante 16ª posição do ranking global de comércio exterior, melhor posição em 16 anos e uma acima do resultado obtido em 2020. No ano passado, o País teve US$ 446,4 bilhões em exportações e US$ 381,5 bilhões em importações, combinando um comércio total de US$ 827,9 bilhões. O Brasil, ainda segundo a OMC, ocupou a 25ª posição do ranking global de exportações, com US$ 281 bilhões.

Atualmente, de acordo com dados do Ministério da Economia do Brasil, o comércio entre Brasil e Taiwan ultrapassou a marca de US$ 4 bilhões em 2021 – sendo o saldo das operações positivo para Taiwan em cerca de US$ 1,3 bilhões, no mesmo período. Tecnologia é um dos carros-chefes nas importações brasileiras.

Todavia, focando em produtos agrícolas, o Brasil está à frente de Taiwan no comércio bilateral. Em itens da cesta agrícola, o total de exportações brasileiras atingiu pouco mais de US$ 862 milhões em 2021, contra US$ 18,5 milhões das importações vindas do País asiático.

Entre os produtos agrícolas brasileiros com maior participação estão sementes e frutos oleaginosos, grãos, sementes e frutos diversos, plantas industriais ou medicinais. Na mesma categoria, a parcela taiwanesa tem como principais produtos peixes e crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos.

Sobre a Taitra

Fundado em 1970, a Taiwan Trade Center (Taitra) é a principal organização de promoção comercial de Taiwan. Sem fins lucrativos e patrocinada por organizações governamentais e industriais, a entidade contribui para que empresas possam expandir seu alcance global. Com sede em Taipei, a Taitra tem uma equipe de mais de 1.300 especialistas e realiza atividades de potencialização de comércio exterior com 63 filiais em todo o mundo, incluindo a Taiwan Trade Center do Brazil.

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Notícias

Cummins e Motormac promovem grupos geradores na Expointer

Por redação 30/08/2022
Escrito por redação

Disponível para operar em todos os segmentos de mercado, o novo Grupo Gerador B3.3 da Cummins traz soluções e tecnologias desenvolvidas que já registram redução de custo de operação e manutenção para seus clientes

Cummins e Motormac promovem grupos geradores na ExpointerA Cummins Brasil em parceria com a Motormac, fornecedora de grupos geradores Cummins Power Generation, motores e peças genuínas Cummins na região sul do país, promovem durante a 45ª edição da Expointer a linha de soluções voltada à geração de energia, entre 53 kVA a 750 kVA, fabricados no Brasil.

Os destaques das empresas serão os grupos geradores sustentáveis e emissionados: a família com motor eletrônico QSB7, composta por três modelos C170D6E (170 kW), C185D6E (185 kW) e C200D6E (208 kW), de 60Hz, e os B3.3 de 40 kW (50 kVA) e 60 kW (75 kVA).

Ambas as famílias de grupos geradores, com motorização QSB7 e o B3.3, receberam atualizações para redução significativa de emissões de poluentes, atendendo à norma americana EPA Tier 3. Os avanços nos equipamentos integram a estratégia global de sustentabilidade da Cummins “Destino ao Zero”, para acelerar a redução dos impactos de gases de efeito estufa (GEE) e qualidade do ar de seus produtos para atingir emissões zero até 2050, de modo a atender a todas as partes interessadas de forma sustentável para os negócios da empresa e todas as partes interessadas.

Os modelos C170D6E, C185D6E e C200D6E, de 60Hz, que trazem a motorização eletrônica da Cummins QSB7, de 6.7 litros de cilindrada, possuem sistema de injeção de combustível XPI que fornece maior pressão de injeção, resultando em uma queima eficiente para emissões limpas e economia de combustível otimizada.

Em comparação ao modelo antecessor que contava com o Cummins 6C, mecânico de 8.3 litros, houve redução de emissões de poluentes de aproximadamente 56% de NOx, que contribuem para o ozônio, 69% menos de monóxido de carbono (CO), enquanto os particulados, que afetam os problemas de qualidade do ar e gases de efeito estufa e contribuem para as mudanças climáticas, atingiram uma queda de 62,5%.

Além disso, a nova série QSB7 permitiu entregar a mesma potência, com a vantagem de oferecer novos grupos geradores mais compactos, menores, mais eficientes e, consequentemente mais econômicos, ou seja, mais energia por menos espaço, uma vez que a redução de peso foi de 11% e a dimensão dos novos modelos também diminuiu 14%.

Os novos modelos de grupos geradores Cummins C170D6E, C185D6E e C200D6E atendem aos requisitos de diferentes aplicações, como agrícola, comerciais, indústrias, manufaturas, hospitais, datacenter, entre outras, em regimes de Emergência (Standby) e Prime.

Grupo Gerador Cummins B3.3 – 38,9% menos poluente quando comparado ao seu modelo antecessor, o grupo gerador 4B3.9, o equipamento com motorização Cummins mais compacta, de 3,3 litros, recebeu melhorias de eficiência na queima de combustível e ajustes da bomba, além da tendência downsizing do motor, com o uso de materiais mais resistentes.

Disponível para operar em todos os segmentos de mercado, o novo Grupo Gerador B3.3 da Cummins traz soluções e tecnologias desenvolvidas que já registram redução de custo de operação e manutenção para seus clientes: economia de combustível em 2,2%, consumo de óleo lubrificante e do líquido de arrefecimento em 37,9% e 21,3%, respectivamente.

Os geradores da Cummins têm garantia padrão de 2 anos para aplicações Standby (1.000 horas) ou de 1 ano em Prime e contam com o suporte do Distribuidor Motormac.

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NotíciasRevista

Saiba como escolher o trator ideal para sua propriedade

Por redação 29/08/2022
Escrito por redação

Tamanho e localização da fazenda, formas de financiamento e características técnicas devem ser colocados na ponta do lápis antes da aquisição do trator ideal

Saiba como escolher o trator ideal para sua propriedadepor Adriana Gavaça – Braço direito do produtor, o trator é indispensável dentro das fazendas. Mas será que existe um trator ideal para cada caso? Como definir o tamanho adequado para atender às necessidades apresentadas? De que forma as diferenças topográficas, climáticas e de solo interferem na decisão de compra? Há uma máquina certa para determinada cultura?

A fim de responder a essas questões, convidamos um time de especialistas, com vasta experiência em mecanização agrícola, para formular um guia de orientação, com dicas para o produtor deve levar em conta antes de adquirir um novo trator e não errar na hora da compra.

Realidade da fazenda

O primeiro passo para decidir qual equipamento atende melhor à atividade é considerar que cada fazenda possui uma realidade própria (em função de tamanho da área, atividades realizadas, culturas exploradas, topografia e característica fundiária), que impactará diretamente a quantidade e as dimensões do trator ideal e de implementos necessários.

“O desenho da área em que se realiza a atividade agropecuária tem papel fundamental na definição dos equipamentos agrícolas a serem usados, pois isso afeta diretamente a conservação de solo e água, por exemplo”, destaca o professor Ricardo Ralisch, especializado em mecanização.

Ralisch aponta que, recentemente, cresceu de forma generalizada o emprego de equipamentos de maior dimensão e potência, muitas vezes justificado pelo aumento da eficiência operacional que eles permitem. “De fato, há um aumento dessa eficiência, porém, isso acarretou a retirada de terraços em curva de nível e retorno a algumas operações no sentido da declividade, ou ‘morro abaixo’, em regiões com maiores declividades, com o consequente retorno da erosão em larga escala. Isso é inadequado e inaceitável”, adverte.

Ele destaca que a busca pelo aumento da eficiência é pertinente, mas deve se limitar ao que a topografia e as características fundiárias da área explorada permitem. “Em suma, são as máquinas que devem se adaptar ao ambiente e não o ambiente às máquinas”, afirma Ralisch.

Uma vez consideradas as características físicas da propriedade, é hora de conhecer os diferentes modelos de máquinas oferecidos, de acordo com a potência do motor, quantidade de marchas, tecnologias embarcadas, pneu utilizado, consumo de combustível, tipos de transmissões, entre outras características, além de definir quais implementos trabalharão em conjunto com o trator ideal pretendido.

“A primeira coisa que produtor precisa saber é o que tem no mercado. Se já definiu que precisa de o trator ideal deve ter 400cv, por exemplo, precisa saber quais marcas trabalham com essa potência. É preciso que ele tome conhecimento, se familiarize com o que é oferecido, com as particularidades de cada máquina, antes de mais nada”, ensina o engenheiro agrônomo e consultor em mecanização agrícola, Arno Dallmeyer.

As informações técnicas devem ser o ponto de partida para os produtores interessados em adquirir uma máquina. Como os tratores são definidos e dimensionados pela sua potência (usada para tracionar implementos), serão, portanto, os implementos que definirão o trator ideal para cada propriedade.

“É preciso lembrar que a potência do motor dos tratores não estará toda disponível para a tração, pois há perdas principalmente na transmissão e na patinagem dos rodados de tração”, aponta Ralisch. Ele destaca que as transmissões mecânicas convencionais, com embreagem, são as que têm maiores perdas de potência devido ao atrito entre as engrenagens. “As transmissões hidráulicas, cujos nomes variam de acordo com o fabricante, aproveitam melhor a potência do motor, mas normalmente são mais caras, então esse item deve ser bem avaliado na escolha do trator ideal”, afirma.

Novidades ganham espaço

Ainda quanto aos critérios de escolha na hora de comprar, a ergonomia e o conforto têm ganhado cada vez mais relevância. “O perfil do operador de máquinas mudou muito. São pessoas qualificadas, treinadas e esse profissional quer trabalhar em um trator que lhe dê conforto. Ao menos o conforto que tem em casa para assistir à televisão”, explica Dallmeyer. Ele diz que isso se aplica desde ao assento ter amortecimento até se a cabine oferece uma visão boa de fora, se a altura para a pessoa entrar é suficiente para não bater a cabeça no teto, se possui vedação contra poeira e ruído e assim por diante.

O engenheiro aponta ainda a importância de o produtor escolher uma marca de confiança no mercado, avaliar se a rede de assistência técnica atende às necessidades quanto a proximidade, por exemplo, se o custo de manutenção é viável e se é fácil encontrar peças de reposição. Nesse quesito também vale pesquisar o consumo de combustível e o valor de uma futura revenda.

O apego à marca, aliás, segundo Dallmeyer, é um dos principais itens levados em consideração pelo produtor. “Tem pessoas que aprenderam a dirigir em determinada marca, o pai tinha a marca na fazenda. São experiências que acabam interferindo na escolha do produto”, assinala.

Ele diz ainda que muitas marcas dominam regiões inteiras do Brasil, onde viraram verdadeiros ícones, com fazendas vizinhas escolhendo pelo mesmo produto, muito mais pela confiança que a empresa desenvolveu no local do que por outro motivo. Isso se deve não apenas à qualidade do produto mas também aos serviços prestados na localidade.

O professor Roberto da Cunha Mello, pesquisador do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico CEA/IAC, destaca ainda que vários outros fatores devem ser considerados ao comprar uma máquina, devido à diversidade de itens e à tecnologia embarcada. “Nos tempos modernos, não tem como ser competitivo em uma agricultura globalizada sem utilizar máquinas. A evolução delas foi muito rápida nos últimos anos, com a utilização de GPS na agricultura de precisão, piloto automático e telemetria, por exemplo. Essa evolução reduz o custo de produção, tornando os agricultores que investem em tecnologia mais competitivo”, avalia.

Tamanho versus potência

Historicamente, conforme Dallmeyer, o trator médio, que vai da faixa de potência de 80 cv até 109,9 cv, é o mais vendido no País, com mais de 50% de participação sobre o mercado, embora hoje o mercado não conte mais com o levantamento estatístico antes feito e divulgado mensalmente pela Anfavea. São considerados grandes, tratores com potência de 110 cv até 159 cv, e pequenos, aqueles com potência de até 79,9 cv.

“Os pequenos respondem por muito pouco do mercado, cerca de menos de 7% das vendas. Isso acontece porque o valor agregado é muito próximo a um de médio porte. O produtor pensa: para que comprar um trator pequeno se posso investir um pouco mais e pegar um médio, com mais fontes de financiamento e estímulos? Ou então pensa: em vez de comprar um trator de 35 cv zero, compro um de 85 cv usado, por um valor menor. Esse mercado tem muito esse tipo de detalhe. Com colheitadeiras vemos muito isso. Em vez de comprar uma nova, o produtor prefere comprar uma usada pagando 60% menos”, analisa.

Por outro lado, é importante que o produtor considere a frota já existente na propriedade. O engenheiro diz que se o produtor já conta, por exemplo, com dois tratores de 75 cv e decidiu comprar um de 90 cv, deve considerar que seus implementos, como roçadeira, carreta e arado, não servirão no trator de 90 cv.

Para culturas como cana-de-açúcar, soja, milho e outros cereais, cultivadas em grandes áreas, o pesquisador do IAC diz que as máquinas maiores são mais indicadas. Já para culturas como café, laranja e outras frutíferas, os tratores pequenos são mais indicados, pois o espaçamento entre as plantas impossibilita o uso de máquinas grandes.

“Para as pequenas propriedades no entorno das cidades, ondenormalmente são cultivadas frutas e hortaliças, é recomendado o uso de máquinas pequenas, pois são mais baratas, consomem menos combustível e óleo lubrificante. Também existem microtratores e tratores de rabiça, que podem ser boa opção para pequenos produtores”, afirma. Ele explica ainda que tratores 4×4 apresentam uma série de vantagens em relação aos 4×2, mas, em compensação, são mais caros. Nos terrenos inclinados ou em tarefas em que se exige maior força de tração, por sua vez, são recomendados os 4×4.

Renovação de frota

Um trator subdimensionado para as atividades previstas, além de não cumprir o calendário e prejudicar a lavoura, tenderá a realizar operações com baixa qualidade pela pressão de prazos colocados. Quando isso acontece, Ralisch diz que chegou a hora de verificar se é o caso de aumentar o tamanho ou ter mais um trator. “Investir em novos implementos atende aos interesses de se realizar uma operação que não se vinha fazendo antes, visando melhorar o processo de produção ou adotar implementos mais adequados para a aquilo que se pretende fazer”, explica.

O especialista usa como exemplo uma produção de cerais, em que se adota o Sistema Plantio Direto já consolidado e o controle das culturas de cobertura se faz com herbicidas e uso de pulverizador; busca-se aperfeiçoar este sistema de produção adotando culturas de cobertura que permitem o controle mecânico, sem herbicida e, neste caso, se optará por um novo implemento, como um rolo-faca, por exemplo, que não exigirá alteração do trator, por ser de baixa demanda de potência.

A mesma situação se aplica à busca de melhoria das culturas de cobertura, adotando-se um mix de plantas junto com uma das culturas comerciais e, para isso, será necessário investir em uma nova semeadora, o que pode exigir adequação do trator, por ter maior demanda de potência.

“Neste caso, avalia-se com muito cuidado a incorporação de mais um trator à frota, aumentando ociosidades, ou a troca por um novo modelo que atenda à necessidade. Trata-se de um estudo de cada caso, por isso, não podemos generalizar”, ensina.

Quando se fala em renovação de frota, Dallmeyer diz que a estratégia definida levará também em conta o perfil do produtor. “Nos Estados Unidos, por exemplo, acompanhei uma região que tinha a seguinte estratégia para essa questão: eles compravam a máquina ou colhedora, com garantia de recompra para dali um ano, com uma deflação de 10%. Olha que coisa maravilhosa. Esse produtor usava a máquina por um ano e, no fim do ano, entregava na concessionária, pegava uma nova, pagando 10% do valor. Em um país no qual a economia é estável, em que a inflação historicamente é menor que 4% ou 5% ao ano, comprar uma máquina 10% mais barato, vale a pena”, pontua. Na outra ponta, ele diz que há produtores interessados nessas máquinas, com pouco tempo de uso e preços mais atrativos. “São decisões muito diversificadas. Não há uma receita de bolo”, considera.

Trator ideal: novo ou usado?

Na hora de trocar a máquina por uma mais nova deve-se levar em consideração a intensidade de uso. Para uso mais intenso, como no caso de usinas de açúcar e álcool, em que a máquina trabalha 24 horas por dia, é recomendado o uso de máquina nova. O alerta é do pesquisador do IAC. “As máquinas novas têm custo fixo alto, devido ao alto valor de investimento, mas, se o número de horas trabalhadas for grande, compensa, pois o custo fixo é dividido pelo número de horas trabalhadas. Em contrapartida, as máquinas novas têm menor custo de manutenção e, normalmente, consomem menos combustível”, aponta Mello.

Se o uso não for intenso, ele ressalva, vale mais a pena uma máquina usada ou de menor porte, pois o custo fixo é menor. “Na hora de pensar se vale a pena comprar um segundo trator, deve-se levar em conta o número de horas excedentes, pois em certos casos fica mais em conta alugar uma máquina nas horas de pico de uso. Na hora de comprar outras máquinas, como colhedoras, pulverizadores ou algum implemento, deve-se levar em conta a quantidade de uso. Se o uso for esporádico é mais econômico alugar do que comprar”, afirma.

A capacidade de investimento é um fator limitante que também deve ser considerado na hora da compra. Como no Brasil a taxa de juros é alta, parcelamentos muito longos não são recomendados. “Uma boa opção, para quem não tem boa disponibilidade financeira, são os tratores usados, como dito anteriormente. No mercado de usados e seminovos consegue-se preços atraentes com descontos que ultrapassam 50% do valor de um trator novo”, ressalta.

Na hora de comprar um trator usado, no entanto, Mello diz que se deve ter uma série de cuidados, como a origem da máquina (se não é roubada), se o equipamento possui nota fiscal e manual do operador, entre outros itens. Além disso, deve-se observar o aspecto geral, como desgaste dos pneus, pintura, vazamentos de óleo e parte elétrica, recorrendo, inclusive, à opinião de um mecânico ou alguém que tenha conhecimento de máquina usada para evitar problemas futuros.

“Na compra da máquina nova, deve-se considerar a existência de concessionárias na região, a fim de facilitar a manutenção e compras de peças de reposição. As concessionárias também oferecem descontos e facilitam o pagamento”, aponta Mello.

O produtor deve ainda buscar o tipo de financiamento que mais se enquadra ao seu perfil. Dallmeyer cita financiamentos diretos com os fabricantes, em linhas particulares e também em produtos que recebem incentivo público, como o Finame (Agência Especial de Financiamento Industrial) . Além disso, ele diz que é muito importante para alguns produtores que, além da busca por taxas de juros mais baixas, negociarem um prazo de carência de até três anos, para iniciar os pagamentos.

Preço X custo operacional do trator ideal

Outro item importante é saber calcular o custo/hora da máquina a ser adquirida. Nesse tipo de cálculo, deve-se considerar o custo fixo e o custo variável. O pesquisador do IAC explica que o custo fixo é aquele que não depende do número de horas trabalhadas, como valor do investimento, taxa de juros, barracão para guardar a máquina e assim por diante; enquanto que o custo variável depende das horas trabalhadas, como consumo de combustível, óleo lubrificante e manutenção.

“Em muitas situações, é interessante ter um trator de menor porte para as tarefas de rotina e alugar um trator grande para executar tarefas esporádicas como preparo inicial do solo, construção de terraços, estradas etc. Não se justifica ter um trator grande e usá-lo em apenas algumas ocasiões”, aconselha Mello.

Comprar um trator envolve, conforme o especialista, mais do que o valor a ser pago por ele. “Será preciso colocar na planilha os custos com combustível, impostos, manutenção e possíveis troca de peças”, afirma.

Ralisch ensina ainda a considerar a taxa de utilização dos equipamentos por ano. E, nesse caso, não importa o tamanho da área explorada, ou tamanho do produtor. “Isto porque é essa taxa de utilização anual que define boa parte do custo/hora das máquinas e, quanto menor for esta taxa de utilização, maior serão os custos fixos destes equipamentos. Em síntese: quer dizer que o que mais pesa no custo de uma máquina é sua hora parada, pois além de ter o custo fixo, não está produzindo. Um bom gerenciamento das máquinas reduz sua ociosidade, diminuindo seu custo de produção”, aponta.

O pesquisador do IAC conclui dizendo que há “um trator ideal para cada propriedade e que é importante tomar cuidados antes da compra”. “Comprar a máquina certa evita problemas futuros e reduz o custo de produção. Portanto, a capacidade de investimento, tamanho da propriedade, topografia, tipo de cultura, disponibilidade de assistência técnica e facilidade de financiamento são itens que devem ser considerados para se fazer um bom negócio”, finaliza.

29/08/2022 0 Comentários
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Notícias

Câmara de Comércio de Taiwan quer fomentar negócios com agricultura e indústria de alimentos brasileiras

Por redação 13/07/2022
Escrito por redação

Mercado de trigo - Câmara de Comércio de Taiwan quer fomentar negócios com agricultura e indústria de alimentos brasileiras
O Taiwan Trade Center do Brasil (TAITRA) promove em agosto um evento para discutir inovações tecnológicas para agricultura inteligente e para indústria de alimentos: o Seminário TaiwanTech em Agri e Food. Gratuito, o encontro apresenta o trabalho de empresas que desenvolvem e empregam tecnologia avançada para ganhos de qualidade e produtividade em toda a cadeia produtiva: desde a lavoura até a entrega dos alimentos prontos para consumo.
Taiwan é reconhecida mundialmente como uma ilha de alta tecnologia, cuja indústria é referência por sua excelência em produtos e equipamentos de alta precisão, automação e IoT (Internet of Things – Internet das coisas) na área de agricultura e indústria de alimentos. Com 769 mil hectares de terra arável – o mesmo que a Noruega – o País asiático tem histórico de políticas para promover a agricultura inteligente e a agricultura de precisão.
No Seminário TaiwanTech em Agri e Food, além de apresentar algumas aplicações dessas tecnologias, os expositores vão trazer detalhes do calendário das feiras de negócios realizadas no País asiático, focando em cinco eventos programados para 2022 e 2023, o que pode gerar oportunidades para empresários brasileiros, cuja participação é possível como visitantes ou expositores.
Dois exemplos são as feiras Kaohsiung Food Show e Ásia AgriTech, programadas para outubro e novembro, respectivamente. O primeiro evento é dedicado a produtos agrícolas (carne, laticínios, peixe e condimentos) e alimentos industrializados (congelados e preparados, desidratados, produtos de panificação, confeitos e biscoitos).
A Ásia AgriTech Expo e Forum é um grande evento que reúne o setor agrícola e as cadeias produtivas da aquicultura, pecuária e indústria de congelados. Os organizadores dessa feira estimam reunir 250 expositores de mais de 20 países e receber mais de 18 mil visitantes profissionais de 30 nacionalidades diferentes.
Taiwan é porta de entrada para mercado asiático
A Ásia é hoje o principal destino das exportações brasileiras: em 2021, 47% dos nossos produtos vendidos foram para o continente oriental, enquanto 35% dos importados pelo Brasil vieram da lá. País com expertise em comércio exterior, Taiwan é apontado como uma porta de entrada estratégica para o mercado asiático.
A localização geográfica e a excelente infraestrutura para eventos dedicados ao comércio exterior tornam o País um ponto de encontro internacional onde um intenso calendário de exposições atrai empresários do Japão, Coreia do Sul, China, Vietnã, Malásia e até Austrália.
Os índices pertinentes à atividade econômica são outro destaque. O relatório Berkeley Existential Risk Initiative (BERI 2021) coloca Taiwan como o quarto melhor destino global para investimentos, enquanto o País ocupa a sexta posição no ranking da Heritage Foundation que mede liberdade econômica. No Continente Asiático, Taiwan alcança o terceiro lugar em competitividade digital, de acordo com IMD World Digital Competitiveness.

Seminário TaiwanTech em Agri e Food
Data: 11 de agosto
Hora: 9h às 12h30
Local: Royal Palm Plaza Resort – Campinas (Av. Royal Palm Plaza, 277 G – Jardim Nova California, Campinas)
Inscrições gratuitas: https://www.surveycake.com/s/o4qkZ

Sobre o Taitra
Fundado em 1970, o Taiwan Trade Center (TAITRA) é a principal organização de promoção comercial de Taiwan. Sem fins lucrativos e patrocinada por organizações governamentais e industriais, a entidade contribui para que empresas possam expandir seu alcance global. Com sede em Taipei, o Taitra tem uma equipe de mais de 1.300 especialistas e realiza atividades de potencialização de comércio exterior com 63 filiais em todo o mundo, incluindo o Taiwan Trade Center do Brasil.

13/07/2022 0 Comentários
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Manutenção

Técnico de manutenção: na eletrônica, é preciso gente especializada

Por redação 29/05/2022
Escrito por redação

Técnico de manutenção: na eletrônica, é preciso gente especializada

Esse tipo de tecnologia demanda um técnico de manutenção com conhecimento abstrato, diferente da mecânica, que é visual e palpável

*Por Joel Sebastião Alves – Ao observarmos os objetos à nossa volta, logo identificamos algum componente eletrônico, presença constante no mundo moderno desde uma simples lâmpada, até os computadores e celulares, eletrodomésticos, ferramentas, controles de acionamentos e tantos dispositivos de uso diário e que não percebemos. Assim também acontece nos veículos e máquinas. E o que é um componente eletrônico?

Em poucas palavras: é um “semicondutor” de eletricidade. Qual seja um componente com capacidade de em determinada condição deixar ou não passar a corrente elétrica, ou ainda fazer variar a corrente elétrica de acordo com alguma condição.

Exemplo: um componente que altera alguma de suas características conforme altera a temperatura onde ele se encontra, esse componente pode ser utilizado como um sensor de temperatura, e enviar um sinal elétrico variável para uma central de controle. Simples, rápido e eficiente. Eis a eletrônica! Desde que funcione! Aí entra a manutenção.

Manutenção exige preparo, e a eletrônica requer o conhecimento abstrato, bem diverso da mecânica, que é visual, palpável.

Sendo assim, o técnico de manutenção, para bem realizar os serviços, deverá ter capacidade para assimilar os dois tipos de conhecimentos. Esse é um fato ainda em evolução nas equipes de serviços de manutenção, pois normalmente o mecânico não é afeito ao conhecimento abstrato, portanto possui dificuldades para a eletrônica, assim como o técnico de eletrônica não tem aptidões para mecânica.

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Como instrutor acompanhei de perto essas situações desde os primeiros treinamentos envolvendo o advento da eletrônica nos veículos.

Nos primórdios e com os primeiros lançamentos de veículos com eletrônica embarcada, houve a recomendação para os técnicos em eletrônica realizassem os treinamentos de injeção eletrônica e assim fossem preparados para executarem os serviços de manutenção.

Muito bem, o aprendizado do sistema de injeção eletrônica era muito fácil para quem já domina a eletrônica, porém na hora de executar os serviços envolvia tarefas junto a componentes mecânicos.

Aí se apresentou um problema sério: o técnico de eletrônica não possuía as mínimas condições de lidar com ferramentas e componentes mecânicos, e o aprendizado para tal seria praticamente impossível.

Então se mudou o foco, o mecânico passaria a ter um aprendizado básico de eletrônica e posteriormente faria o treinamento específico. Deu certo? Talvez, ainda hoje há muito desencontros, temos até uma nova profissão, o da mecatrônica, mas com baixos índices de aproveitamento.

Na prática, o que está acontecendo é o pessoal de mecânica adquirindo conhecimentos básicos de eletrônica e assim executando os serviços de manutenção, claro, isso com algumas dificuldades. De quais serviços falamos?

Técnico de manutenção deve ter leveza no manuseio

Ao observarmos com um pouco mais de atenção um trator ou qualquer outro implemento agrícola atual, logo iremos perceber a presença de vários fios e conectores elétricos, e são muitos fios em forma de cablagem ou mais conhecido como “chicote” elétrico, que estão interligados e conectados a vários componentes. Ao compararmos com um trator mais antigo a diferença é saliente. Para um mecânico a fiação é sempre de arrepiar, mas aos poucos vai acostumando-se. Técnico de manutenção: na eletrônica, é preciso gente especializada

O primeiro aprendizado é a cautela e leveza no manuseio de conectores e componentes eletrônico, pois são frágeis e rompem com alguma facilidade, claro que estamos comparando com componentes mais resistentes, como é o caso dos componentes mecânicos, que normalmente são de ligas metálicas e mais robustos.

Esse foi um dos primeiros obstáculos a ser superado: cuidados especiais no manuseio. Houve muitas perdas de componentes até chegarmos a um patamar aceitável. Depois, o aprendizado de saber utilizar os aparelhos de diagnósticos e o multímetro.

E por fim a execução dos serviços, sendo que nesse momento é onde aparece a grande vantagem a ser destacada, e o mecânico logo percebe: os serviços de pesquisar e detectar o problema ficaram mais fáceis. Aquela ação que envolvia tempo para buscar detectar onde poderia se encontrar a pane no funcionamento, agora ganhou um aliado de confiança, qual seja: o equipamento de diagnóstico.

Tanto na manutenção preventiva quanto na corretiva a identificação da falha agora está mais facilitada. Claro, se fazem necessário alguns procedimentos de confrontação das informações apresentadas pelo equipamento, daí a importância do conhecimento mecânico para não cometer um erro de interpretação.

Em muitos casos em que o mecânico apenas observou o resultado apontado no equipamento de diagnóstico, e realizou a substituição de um determinado componente, indicado com possível falha, sem realizar uma busca mais acurada no conjunto mecânico ou sistema onde o mesmo está inserido, o problema ou falha voltou a se apresentar. Então faltou uma interpretação do funcionamento de todo o conjunto mecânico do sistema onde o componente eletrônico é integrado.

Por exemplo: o operador informa que a luz de advertência de superaquecimento do motor em certos momentos acende ou fica piscando; o técnico de manutenção ou mecânico conecta o equipamento de diagnóstico e esse acusa falha no sensor de temperatura do líquido de arrefecimento: substitui o sensor? E o líquido de arrefecimento, está correto? Aí está a diferença entre conhecer o sistema e seus funcionamentos.

Assim, o técnico de manutenção irá primeiramente verificar todo o sistema de arrefecimento do motor, pois pode ser o líquido inadequado, ou até mesmo a polia ou correia de acionamento da bomba d’água. O equipamento de diagnóstico e os componentes eletrônicos são aliados primordiais, mas o conhecimento e os serviços são de características mecânicas.

Realidade estabelecida

Numa breve síntese, podemos afirmar que a eletrônica é uma realidade estabelecida definitivamente no maquinário, sendo possível entender seu funcionamento da seguinte maneira: o componente central de todo um sistema eletrônico é a unidade de controle, que nada mais é do que um microprocessador de dados, sendo que para tal necessita ser abastecido de informações que são enviadas pelos diverso sensores.

A partir do programa instalado na unidade de controle, então essa processa as informações e envia para os diversos pontos a serem controlados. Esses componentes são identificados como atuadores, e deverão modificar ou alterar alguns funcionamentos do sistema onde estão inseridos. Esses atuadores são componentes eletromecânicos, eletros-hidráulicos, ou eletros-pneumáticos. Esquematizando: sensores enviando sinais, unidade central processando informações, e atuadores entrando em ação.

Técnico de manutenção: na eletrônica, é preciso gente especializada

Exemplificando: sistema de injeção eletrônica diesel. Vários sensores tais como: sensor de RPM do motor, sensor de posição do acelerador, sensor de temperatura do ar, sensor do líquido de arrefecimento, sensor de posição do eixo de comando de válvulas, entre outros, enviando informações para a unidade central (também identificada de unidade eletrônica).

Essa processa as informações recebidas e envia um sinal aos bicos injetores, determinando o tempo de abertura dos mesmos, bem como a quantidade de vezes que devem abrir para cada momento de injeção do combustível. Assim, a unidade eletrônica controla totalmente a injeção do diesel e, por conseguinte o regime de funcionamento do motor. De maneira similar são os demais sistemas eletrônicos de controle, tanto da transmissão, como da tração e do sistema hidráulico. A eletrônica está presente em todos os conjuntos mecânicos da máquina.

Componentes eletrônicos e mecânicos convivem lado a lado hoje nas oficinas, bem como junto ao ferramental mecânico está o multímetro e os equipamentos de diagnósticos. Há que se fazer um destaque para a grande diversidade de sistemas usados pelos fabricantes, pois tal fato desencadeou uma diversidade de sistemas e equipamentos de diagnósticos, acarretando custos elevados para aquisição dos equipamentos.

Em várias situações, já se tentou uniformizar tais sistemas e criar um padrão de diagnósticos, mas ainda não se chegou a um consenso, pois envolve tecnologias específicas de fabricantes que não lhes são interessantes tal padronização. Inclusive houve tentativa por parte da ISO, mas não foi possível. É um verdadeiro paradoxo, pois o que era para simplificar, leva em muitos casos a dificultar os serviços e encarece os custos de manutenção.

Sistemas de controle e monitoramentos

Outro aspecto que também contribui para encarecer e dificultar as operações das máquinas e implementos é a diversidade de sistemas de controle e monitoramentos empregados e oferecidos aos usuários, pois cada fabricante tem o seu sistema. O produtor defronta-se com situações inacreditáveis de adquirir um implemento e ainda ter que instalar um programa adicional, com novos monitores e adaptadores para que possa ser integrado ao que já possui no trator.

Há caso da cabine do trator apresentar-se como uma sala de informática, tantos são os monitores e cabos conectados, uma verdadeira poluição de TI. Claro, já há empresas de TI que estão buscando soluções para agrupar todos os sistemas em um único módulo central e conectado a apenas um monitor, porém os custos ainda elevados.

Com advento da IoT no agro talvez haja uma aceleração e com menor custo. Assim esperamos. A tecnologia está aí para nos oferecer recursos e facilidades, estamos em um momento que tanto se recorre a tais recursos da ciência, lembro-me do grande escritor russo Leão Tolstoi, que nos brinda com suas preciosidades: “A verdadeira ciência, a verdadeira arte, é a ciência e a arte de viver; e isso é viver fazendo o mínimo possível de mal e o máximo possível de bem.” Se é para o bem de todos, então sigamos em frente com todos esses recursos que são oferecidos e disponibilizados junto ao maquinário, e o mecânico que trate de acostumar-se em lidar com tais recursos.

Ainda se faz necessário mais uma alerta: os campos magnéticos presentes em todos esses comandos e controles efetuados a distância entrarão também em choque? Ou apenas saturação e poluição magnética? O tempo dará a resposta no momento oportuno, e a terceira lei de Newton – ação e reação – nos mostrará o caminho. Confiamos que o bem será o vencedor.

* Joel Sebastião Alves é instrutor de operação e manutenção de máquinas e implementos agrícolas e rodoviários

 

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Notícias

Eletrônica e software para suas máquinas agrícolas

Por redação 11/04/2022
Escrito por redação

Mercado de trigo - Eletrônica e software para suas máquinas agrícolas
A Supportronics estará presente na Agrishow 2022, em Ribeirão Preto, de 25 a 29 de abril de 2022. Você pode visitar nosso estande no pavilhão interno da Rua 1, estande O99.

A Supportronics é uma empresa do MERCOSUL, com escritórios técnicos e comerciais no Brasil e na Argentina, especializada em eletrônica e sistemas de software para máquinas agrícolas. Colabora estreitamente com empresas regionais contribuindo para o seu desenvolvimento e crescimento.
A nossa proposta de valor se baseia em três pilares:
⦁ Tecnologia avançada: somos representantes técnicos e comerciais exclusivos para o mercado latino-americano da tecnologia da MRS Electronics, que oferece um ecossistema de softwares e um amplo catálogo de dispositivos eletrônicos amplamente testados nos mercados mais exigentes do mundo, como os EUA e a Europa.
⦁ Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento (I+P&D): contamos com uma equipe especializada de profissionais com expertise em software e eletrônica, localizada no MERCOSUL. Além disso, colaboramos com as equipes de trabalho da MRS Electronics nos EUA e na Alemanha, oferecendo soluções escaláveis ​​e personalizáveis.
⦁ Relacionamento comercial de longo prazo: nossos diversos serviços visam consolidar a posição de nossos clientes a longo prazo, em grande parte devido ao seu compromisso de investir constantemente em inovação e integração de tecnologia de ponta nas máquinas de nossos clientes.

Solução chave na mão e sem custo
A Supportronics oferece, como solução chave na mão e sem custos, todo o ciclo de desenvolvimento tecnológico. Esta solução inclui na fase inicial a análise e desenho do sistema e culmina com a sua posterior implementação e integração. Como resultado, projetamos uma solução abrangente e sob medida que combina as áreas de eletrônica, software e eventualmente mecatrônica. A qualidade, o desempenho e a durabilidade dos sistemas tecnológicos resultantes são garantidos pelo uso de tecnologia com os mais altos padrões alemães e norte-americanos.

Exemplo Concreto: Integração da tecnologia MRS em uma plataforma autopropelida
Um exemplo concreto das capacidades da Supportronics como empresa de tecnologia e parceira estratégica foi o projeto e a integração final de tecnologia eletrônica e de software em uma plataforma autopropelida multiuso para aplicações agrícolas.
O projeto envolveu tarefas de sensoriamento das principais variáveis ​​do equipamento e do motor, às quais foi adicionado o comando de atuadores hidráulicos e pneumáticos e sua visualização em uma interface HMI de fácil utilização.
Utilizando os produtos exclusivos da MRS Electronics e nossa expertise e know-how sobre esse tipo de aplicação, o resultado foi um maquinário com tecnologia avançada para atender as necessidades cada vez mais exigentes do mercado atual e futuro. Para ilustrar melhor a ideia, abaixo mostramos a arquitetura da solução inicial na imagem e a implementação resultante no vídeo subsequente.
Mercado de trigo - Eletrônica e software para suas máquinas agrícolas

Saiba mais sobre a nossa empresa em www.supportronics.com/pt

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Notícias

Elanco promove lives sobre cria na pecuária de corte

Por redação 11/08/2021
Escrito por redação

Mercado de trigo - Elanco promove lives sobre cria na pecuária de corte

As lives ocorrerão sempre às 19h no perfil da companhia no Instagram (@elancobrasil), com a participação de diferentes especialistas

A Elanco Saúde Animal, segunda maior empresa do mundo no setor e terceira no Brasil, organiza neste mês uma série de lives que debaterão com especialistas a etapa de cria na cadeia da pecuária de corte nacional, abordando temas como sanidade e nutrição dos bezerros. Esta iniciativa faz parte do programa de lançamento do portal Cria Saudável (acesse aqui)  plataforma gratuita que agrega notícias, artigos e dados sobre o segmento de cria. “A etapa de cria é crucial à sustentação da cadeia de carne bovina e à contribuição para uma maior eficiência e produtividade nas fazendas brasileiras. Nosso objetivo, tanto com o portal quanto com as lives, é levar conhecimento especializado para inspirar e capacitar pecuaristas sobre a gestão da atividade de cria”, diz Matheus Marinho, gerente de marketing da divisão de Ruminantes da Elanco. “Além disso, as lives e a plataforma somam esforços ao cumprimento da nossa meta global de ampliar, até 2030, a disponibilidade de proteína animal de qualidade para mais 57 milhões de pessoas em todo o mundo, em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, completa.

Marinho mediará as lives que contarão com a participação de diferentes especialistas, e ocorrerão sempre às 19h no Instagram da Elanco (@elancobrasil).

Agenda para agosto:

  • 12/08 – Gestão eficiente na pecuária, como fazer? – com Antonio Chaker (Instituto Inttegra)
  • 19/08 – Os impactos do bem-estar na produção animal – com Adriano Gomes Pascoa (BEA Consultoria e Treinamento)
  • 26/08 – O ciclo da pecuária e as perspectivas de mercado – com Hyberville Neto e Rafael Ribeiro (Scot Consultoria)
Fonte: Elanco

 

11/08/2021 0 Comentários
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