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Notícias

ABAG participa de pesquisa sobre mulheres no agro

Por redação 28/07/2021
Escrito por redação

 

Produtora de sojaA ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio se tornou parceira do Movimento Agroligadas, apoiando a realização de um estudo nacional sobre a atuação profissional feminina no segmento

A pesquisa está sendo conduzida pela Fran6 Análises de Mercado e conta com o patrocínio da Corteva e do Sicredi. De acordo com Geni Schenkel, presidente do Movimento Agroligadas, a pesquisa engloba as mulheres que atuam antes, dentro e após a porteira, de segmentos específicos, além de estudantes da área, com o objetivo de obter um retrato amplo da participação e da contribuição feminina para o setor do agronegócio.

“Fazer parte dessa iniciativa é uma satisfação, pois a ABAG realizou em 2016 a primeira pesquisa sobre o perfil da mulher no agro no Brasil e desde então despertou diversos movimentos femininos no setor. Queremos continuar contribuindo cada vez mais para o fortalecimento e para a valorização do trabalho da mulher no agronegócio nacional. Temos convicção que essa pesquisa trará um conteúdo riquíssimo que ajudará o setor a ser cada vez mais inclusivo”, destaca Gislaine Balbinot, gerente de comunicação da ABAG.

A divulgação do estudo está prevista para o mês de outubro. A pesquisa está dividida em duas partes: uma qualitativa e outra quantitativa. Todas as mulheres ligadas à cadeia do agronegócio estão convidadas a participar, por meio deste link. A duração média para responder as questões é de 15 minutos. Essa etapa, cujos dados são confidenciais e só serão apresentados de maneira coletiva, ficará disponível até o dia 31 de julho.

Além disso, todas as participantes estarão auxiliando uma iniciativa contra a fome, realizada pela Instituição FaçaumBemINCRÍVEL que produz e distribui alimentos saudáveis para organizações que atendem a população carente. Isso porque a idealizadora e os parceiros reverterão a contribuição de cada mulher em donativos.

Fonte: ABAG
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Notícias

HughesNet cria iniciativa para ajudar agricultor familiar

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - HughesNet cria iniciativa para ajudar agricultor familiarO site Mundo do Campo conecta pequenos agricultores e produtores rurais ao consumidor final sem intermediários

A HughesNet, serviço de banda larga via satélite da Hughes do Brasil, subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), lança a plataforma virtual Mundo do Campo (www.mundodocampo.com.br), idealizada para impulsionar e divulgar a produção do agricultor familiar e pequeno produtor rural brasileiro. A iniciativa integra as comemorações de cinco anos de operação da HughesNet no Brasil, celebrados em julho, e reforça o compromisso da marca no apoio a um dos segmentos mais impactados pela crise econômica provocada pela pandemia.

Por meio de um cadastro na plataforma, agricultores e produtores rurais de todo o País poderão divulgar gratuitamente suas mercadorias, indicando aos consumidores os locais onde fazem as entregas. Os compradores, por sua vez, terão acesso a uma vitrine de itens disponíveis e poderão entrar em contato diretamente com os produtores, fazendo orçamentos e negociando as condições de entrega. A plataforma — que servirá apenas para contatos, sem transações financeiras — facilita uma relação direta entre agricultores e consumidores, sem intermediários.

Segundo Rodrigo Cavalieri, diretor de Marketing e Comunicação da Hughes do Brasil, o Mundo do Campo oferece visibilidade para os produtores que passaram a ter seus canais de venda interrompidos ou prejudicados pela pandemia. “Com o agravamento da situação e o consequente fechamento prolongado de bares, restaurantes e escolas, a comercialização e a distribuição de alimentos produzidos pelos pequenos agricultores foram muito afetadas. Essa iniciativa da HughesNet vem para valorizar e estimular o pequeno produtor a se recuperar dessa crise”, destaca.

Campanhas de lançamento

Para o lançamento da plataforma Mundo do Campo, a Hughes do Brasil aposta em um filme para apresentar dois casos reais de agricultores familiares que descrevem as principais dificuldades enfrentadas no campo durante a pandemia. No Paraná, a participação é de uma família de agricultores do município de Tibagi, no interior do estado. Já na cidade de Guaraí, no interior do Tocantins, quem completa a peça e concede a voz para a locução do vídeo é o poeta e agricultor Agostinho Macêdo, cliente HughesNet que utiliza o serviço para realizar suas vendas.

“Queremos mostrar que o site Mundo do Campo está disponível para agricultores familiares e produtores rurais de todo o Brasil, clientes ou não clientes”, completa Cavalieri. A campanha conta com uma peça de um minuto que será veiculada na TV, em rede nacional, e uma versão estendida para as redes sociais da companhia.

Fonte: HughesNet
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Notícias

Rotação de culturas ajuda a minimizar custos do arroz

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Rotação de culturas ajuda a minimizar custos do arrozFederarroz defende diversificação com a soja e a pecuária como forma de garantir sustentabilidade da atividade

Para minimizar os impactos do mercado do arroz, como a alta nos custos de produção para a próxima safra, já alertada anteriormente pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), a entidade vem pregando a diversificação e a rotação de culturas como forma de viabilizar os negócios dos produtores. A integração da cultura com a soja e a pecuária vem trazendo sustentabilidade para quem aposta neste modelo.

Conforme o presidente da Federarroz, Alexandre Velho, a gestão dos custos e dos investimentos aliada a estas premissas são fundamentais para a manutenção das atividades. Gestão eficiente, alta produtividade e rotação com a soja e pecuária para ter outras moedas para este enfrentamento. “É fundamental termos o nosso próprio custo de produção. Se tenho um preço que paga o nosso custo e ainda me traz uma renda, não tenho porque segurar o produto. Costumo dizer que se garante quem precisa e arrisca quem pode”, destaca.

O dirigente também afirma que a área de soja na Metade Sul deve aumentar nos próximos anos. Na última safra ela chegou a 370 mil hectares. “Eu tenho convicção que nos próximos dois anos iremos ultrapassar os 500 mil hectares de soja somente na Metade Sul. Isso realmente para equalizar os custos do arroz, da soja e das pastagens, nada mais apropriado que a intensificação do sistema. E com o preço dos fertilizantes, temos que olhar o quanto estamos adubando estas pastagens e o que podemos diminuir de adubação na hora do plantio do arroz e da soja”, salienta.

Velho lembra também que o arroz tem muitos fatores de mercado que influenciam nos negócios. Cita que o câmbio acima de R$ 5,00 traz uma paridade mais alta com relação ao Mercosul e há uma incógnita se esse câmbio desce para R$ 4,80 ou vai para R$ 5,50. “Isso trouxe uma instabilidade nos negócios de exportação e, em função disso, compras menores do varejo por de estar apostando em preços menores na semana seguinte. Mas já estamos observando uma reação no mercado e toda e qualquer exportação embora menor do que o volume necessário nos ajuda”, ressalta.

O presidente da Federarroz complementa ainda que essa é uma cota de investimento que o produtor tem que fazer, pois muitas vezes existem diferenças no mercado interno, mas é necessário olhar para outros fatores e observar os movimentos da economia brasileira e como eles influenciam no consumo de arroz.

Fonte: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
27/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Congresso discute soluções para produção sustentável

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Congresso discute soluções para produção sustentávelCongresso Nacional Mulheres no Agronegócio (CNMA) trará líderes do setor para discutir como o produtor rural pode agregar valor ao seu negócio de forma sustentável

Como tornar o negócio mais competitivo? A revolução digital ajuda na agregação de valor? Que práticas de gestão contribuem para a geração de valor para o meios ambiental, social e econômico? Essas são algumas das questões que serão discutidas durante a mesa-redonda “Agregação de Valor”, que será realizada no terceiro dia do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA, entre os dias 25 e 27 de outubro, das 9h às 13h30, em Digital Experience.

A moderação do painel será feita pelo professor Sênior Global de Agribusiness do INSPER, Marcos Jank e contará com a participação da líder de lançamento da plataforma Intacta2 Xtend da Bayer, Natália Carvalho; da diretora de Assuntos Governamentais da AGCO do Brasil, Ana Helena de Andrade; do diretor do Datalab da Serasa Experian, Marcelo Pimenta; da WEConnect International Market Lead, Priscila Mazochi; do CEO da UPL, Rogério Castro, do CEO da Biotrop, Antonio Carlos Zem e do vice-presidente para América Latina da New Holland, Rafael Miotto.

Natália Carvalho, da Bayer, entende que agricultores enfrentam diariamente desafios para assegurar a produção de alimentos e por isso é importante que eles tenham à disposição soluções inovadoras que possam ajudá-los a serem mais eficientes e sustentáveis nesta produção, como ferramentas que auxiliem a tomada de decisão durante a safra ou biotecnologias que alavanquem seu potencial produtivo.

“Sabemos que o produtor brasileiro é pioneiro em adotar soluções inovadoras e investe cada vez mais em tecnologia, e a Bayer está sempre ao seu lado para entregar novas ferramentas: somos a empresa do setor que mais destina recursos para P&D e novos negócios e isso nos permite gerar valor ao agricultor e à cadeia como um todo, ano após ano”, salienta a líder.

“O Brasil tem a agricultura mais competente do mundo e, atualmente, tem também a oportunidade de ampliar significativamente a produção agrícola brasileira pelo uso de tecnologias habilitadas pela conectividade”, destaca Ana Helena, da AGCO. Ela complementa comentando que o uso de dados, a gestão remota de pragas e doenças, gestão coordenada de pulverização e até mesmo detecção de incêndios permitem maior eficiência no campo e contribuem para uma agricultura sustentável. “A sustentabilidade e a eficiência no campo estão diretamente ligadas ao uso de tecnologia”, acrescenta.

Ana Helena detalha ainda que, no entanto, a falta de conectividade no campo também é um grande desafio, já que hoje mais de 70% das propriedades rurais no Brasil não têm acesso à internet, o que impede a adoção completa de agricultura de precisão. “Para promover a revolução digital e levar conectividade acessível aos produtores de todo país, a AGCO (por meio da Massey Ferguson, Valtra e Fendt), Bayer, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec, TIM e Trimble, formam e apoiam o ConectarAGRO. A associação já levou conectividade para 6 milhões de hectares e para mais 25 mil quilômetros de rodovias. O desafio ainda é muito grande, mas a oportunidade é ainda maior porque podemos ampliar significativamente a produção agrícola brasileira somente pelo uso de tecnologias habilitadas pela conectividade”, completa a diretora de Assuntos Governamentais da AGCO do Brasil.

Além da conectividade, Rogério Castro, CEO da UPL, destaca como um dos grandes desafios no Brasil a burocracia, sobretudo na regulamentação de alguns setores. “Por exemplo, no nosso setor não há muita flexibilidade para avançarmos com uma regulamentação mais apropriada para produtos de biosoluções. Outro desafio seria a questão tributária, não há benefícios de agregação de valor, ao contrário, há cada vez mais carga tributária. E por último, o custo de criar uma rastreabilidade como forma de agregar valor aos produtos, sobretudo de origem agrícola”.

Ele comenta ainda que seria possível multiplicar o valor intrínseco da produção por duas ou três vezes se todas as possibilidades citadas acima fossem colocadas a todos os produtores. “Mais valor, mais negócios, mais empregos, alimentos mais seguros, respeito ao meio ambiente e competitividade internacional, todos ganhariam”, confirma o CEO.

Sobre a discussão no CNMA, Castro acredita que o evento reúne os formadores de opinião do setor e todos pensando juntos neste assunto e imbuídos na missão de tornar o ambiente do agronegócio mais rentável e competitivo internacionalmente, bem como mais amigo do meio ambiente, resultará em projetos e ideias disruptivas, que podem alavancar mais rapidamente a geração deste valor para o agronegócio.

Inscrições abertas

As inscrições para o 6º CNMA já estão abertas. Quem se interessar por mais informações ou por garantir a participação no Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, pode acessar o site www.mulheresdoagro.com.br.

Serviço

  • Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA
  • Data: 25 a 27 de outubro de 2021
  • Horário: Das 9h às 13h30
  • Inscrições: www.mulheresdoagro.com.br
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Notícias

Piccin apresenta distribuidor na Coopercitrus Expo

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Piccin apresenta distribuidor na Coopercitrus ExpoImplemento Master 15000 é o destaque da Piccin Tecnologia Agrícola, especializada no preparo do solo durante a feira que segue até dia 30 deste mês

Pelo segundo ano consecutivo, a Piccin Tecnologia Agrícola, especialista no preparo do solo, com sede em São Carlos-SP, participa da Coopercitrus Expo Digital, que teve início no dia 19 e segue até 30 deste mês de forma online. Durante a feira, que é promovida pela Coopercitrus de Bebedouro-SP, os visitantes podem acessar um estande virtual composto por todo o portfólio da empresa, com destaque para o distribuidor Master 15000 Full tech.

O equipamento é dotado de alta capacidade de carga para aplicação de qualquer tipo de material, gesso, calcário, orgânicos e químicos, dotado de tecnologia padrão ISOBUS e sistema controlador com células de carga que mantém a dosagem de aplicação em tempo real. “O implemento traz o que há de melhor em inovação, tecnológica e qualidade operacional no mercado (célula de carga, auto calibração, esteiras independentes, agricultura de precisão), assim o produtor consegue economizar e otimizar a operação de aplicação ”, destaca, Everton Antonio, coordenador de vendas. Além disso, o visitante poderá saber mais sobre o modelo Master 2500 D Cafeeira e o levante de bag, guincho agrícola.

Inovação e oportunidades

A Piccin se preparou para levar inovação ao evento, com o intuito de apresentar ações promocionais e produtos diferenciados, estes capazes de solucionar o problema dos produtores rurais em suas operações. “Além disso, nos baseamos em um roteiro de atendimento claro e objetivo conforme proposto pela Coopercitrus na plataforma do evento junto aos cooperados”, conta o CEO da empresa, Camilo Ramos.

Esta é a 22ª edição da feira, que conta com lançamentos e novidades tecnológicas para a agropecuária, curadoria com startups e plataforma comercial. A expectativa da companhia, assim como em 2020, é alta, principalmente em relação à capacidade de proporcionar ao produtor e cooperado a oportunidade de identificar o que há de melhor em soluções tecnológicas, considerando o tipo de cultura de cada um. “Como o setor vem transmitindo reações positivas em relação à economia, esperamos ajudar a classe produtora a resolver seus problemas, através das soluções propostas pela Piccin em conjunto a Coopercitrus durante o evento”, completa Ramos.

Garantia de entrega

A Piccin endossa o seu compromisso com os prazos de entrega dos equipamentos vendidos durante a feira da Coopercitrus. “Prezamos muito pelo nível de atendimento ao cliente, e não mediremos esforços para garantir que os prazos de entrega divulgados no evento sejam mantidos. Prazos estes já pré-determinados junto a cooperativa, porém sujeitos à alteração mediante necessidade de atendimento, para distribuidores, entrega em 105 dias; grade niveladora, 100 dias e guinchos, 90 dias”, esclarece o CEO.

Visita Solidária

Durante o evento, a Coopercitrus realizará uma ação social em parceria com os expositores, com a campanha “Visita Solidária do Agro”. O projeto funcionará da seguinte maneira: a cada visita de cooperado ao estande da Piccin e das demais empresas será revertido R$ 0,50 em doação ao Hospital de Amor de Barretos (SP). Lembrando que a campanha será limitada somente à visitação de cooperados, sendo contabilizada apenas uma visita por pessoa.

As empresas poderão controlar, via dashboard que a Coopercitrus disponibilizará ao fim de cada dia, a quantidade de cooperados que visitarem seu estande, e a partir daí, será realizada a doação relacionada a essa quantidade. Após o término do evento, a organização irá fazer o levantamento de visitações e a empresa parceira fará a doação diretamente ao Hospital de Amor.

Fonte: Piccin Tecnologias Agrícolas
27/07/2021 0 Comentários
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Notícias

EIMA 2021: pesquisa mostra aprovação de feiras

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - EIMA 2021: pesquisa mostra aprovação de feirasDepois da paralisação provocada pela pandemia, as feiras devem voltar a ser o pilar da atividade promocional e comercial das empresas industriais, ainda com mais força

Uma pesquisa realizada pela consultoria GRS para a FederUnacoma (Federação Nacional de Construtores de Máquinas para a Agricultura) confirma a confiança dos fabricantes de máquinas agrícolas nas feiras de negócios e, em particular, no evento promovido pela Federação em Bolonha, Itália: a EIMA – Exposição de Máquinas Agrícolas Internacionais. O posicionamento da marca e o relacionamento com os operadores profissionais são os elementos que mais motivam as empresas a participar. “O EIMA é uma plataforma insubstituível para o desenvolvimento do nosso setor”, declarou Simona Rapastella, diretora geral da FederUnacoma.

Depois da paralisação provocada pela pandemia, as feiras voltam a ser o pilar da atividade promocional e comercial das empresas industriais, ainda com mais força. É o que resulta uma análise do setor realizada pela empresa GRS a pedido da FederUnacoma, a associação italiana dos fabricantes de máquinas agrícolas. A pesquisa, realizada em uma grande amostra de fabricantes e visitantes, foi apresentada pela diretora geral Simona Rapastella durante a assembleia geral da Federação realizada em Varignana, perto de Bolonha.

A grande maioria das empresas pesquisadas (83%) – destaca a pesquisa GRS – reconhece as feiras tradicionais como uma proteção fundamental do mercado. Quase ninguém entre os fabricantes (2%) pensa que já ultrapassou a sua função e que no futuro poderá ser substituído por outro tipo de evento. Ainda maior (95%) é a porcentagem de visitantes que consideram as feiras tradicionais insubstituíveis.

Neste cenário, destaca-se o posicionamento de um evento como o EIMA International, a feira mundial de máquinas agrícolas, que realiza a sua 44ª edição em Bolonha de 19 a 23 de outubro. “No caso específico do EIMA”, explica Rapastella, “a pesquisa mostra como a maioria das empresas do setor de máquinas agrícolas consideram o EIMA um evento estratégico e como 93% dos expositores o consideram imprescindível para o fortalecimento da marca da empresa e o atendimento de alta. operadores profissionais de nível “.

O inquérito GRS mostra também como a inovação tecnológica é, na percepção dos expositores e visitantes, o elemento decisivo para o sucesso de um evento de feira, e por isso, explica Rapastella, “a organização do EIMA aposta fortemente nas pré-visualizações, inovações técnicas e sistemas 4.0. “O EIMA ocorre em outubro, com cerca de 1.500 expositores, dos quais mais de 450 do exterior. É o primeiro grande evento de máquinas agrícolas a acontecer após a emergência sanitária, e o único a ser realizado em 2021.

“Isso representa um sucesso para a Federação e a sua estrutura organizacional”, concluiu Rapastella, dizendo que, “mesmo num momento de grande incerteza no panorama expositivo internacional”, tem acreditado no valor das feiras como plataforma insubstituível para o desenvolvimento do nosso setor.

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Notícias

Biológicos já são utilizados em 25% das áreas no Brasil

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Biológicos já são utilizados em 25% das áreas no BrasilCom a utilização dos produtos biológicos, observam-se em plantas de ciclo anual aumento entre 5 e 10% de produtividade, diz especialista

Os bioinsumos são cada vez mais utilizados na agricultura brasileira. Segundo dados da Croplife Brasil, os produtos biológicos atingem atualmente cerca de 25% das áreas cultivadas no Brasil – em 2016, somente 3% usavam esse tipo de manejo. Essa ampliação se sustenta nos resultados alcançados pelos produtores, nas mais diferentes culturas onde esses produtos são empregados.

De acordo com a diretora executiva da Andrios Consultoria, Cristiane Andreote, com a utilização dos produtos biológicos, observam-se em plantas de ciclo anual aumento entre 5 e 10% de produtividade. “Além disso, em cultivos perenes, como o café, ocorrem expressivas melhorias no rendimento e na qualidade final do produto”, explica.

A preocupação com a qualidade biológica do solo é a nova revolução da biotecnologia agrícola, no entanto, ainda é um grande desafio aliar essa inovação com os usos dos solos ao longo dos anos de cultivo. “Por isso, além das estratégias de manejo, como por exemplo, diversificação de culturas, surgem inovações tecnológicas que se destacam no mercado, trazendo soluções para problemas e limitações biológicas dos solos cultivados”, orienta o professor da Esalq/USP, Fernando Andreote.

Segundo Andreote, o que era antigamente apenas relacionado à inoculação de sementes de soja – consolidada e de eficiência inquestionável -, hoje apresenta diversas tecnologias, passando por uma maior gama de inoculantes, pelos biodefensivos, e chegando ao emprego de produtos conhecidos como condicionadores biológicos de solos. “Ao passo que os inoculantes e biodefensivos exploram potencialidades de grupos microbianos específicos, os condicionadores biológicos, que ainda podem ser classificados como ativadores ou repositores, tem como proposta uma melhor organização e funcionalidade da comunidade microbiana presente nos solos cultivados”, esclarece o professor.

Para auxiliar o agricultor na recomposição da microbiota do solo, a Andrios presta assessoria na área de biológicos, atuando desde o desenvolvimento e posicionamento de produtos junto as empresas, além de realizar um trabalho de disseminação das informações sobre as funções e mensurações da microbiologia do solo na agricultura. “Vale destacar que quanto mais se conhece sobre a biologia do solo e as tecnologias que nos permitem seu melhor manejo, mais eficiente será o processo de produção. Sem dúvida alguma, a importância dos produtos biológicos rompe barreiras das áreas de produção e surgem no mercado com um potencial muito grande a ser explorado”, finaliza Cristiane.

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Colheita de algodão da safra 20/21 atinge 24% de área

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Colheita de algodão da safra 20/21 atinge 24% de áreaRitmo dos trabalhos registra avanço semanal de 7%

A colheita da safra brasileira 2020/21 de algodão atingiu 24% da área estimada – avanço semanal de 7% -, aponta o mais recente balanço da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), divulgado na sexta-feira (23).

Entre os estados produtores, destaque para BA e TO (37%); GO (49%), MA (21%); MG (40%), MS (76%), MT (17%), PI (45%) SP (94%) e PR (100%).

Fonte: Datagro
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Cereal de inverno merece atenção com pragas e doenças

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Cereal de inverno merece atenção com pragas e doençasLavouras de trigo no País pouco sofreram com as geadas do início de julho, porém os cuidados com as culturas seguem até o final da safra e não devem sair do radar do produtor

Os cereais de inverno não foram impactados de forma intensa com as geadas que ocorreram no Brasil na primeira semana de julho, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicável (Cepea), principalmente porque estavam em grande parte no período inicial de desenvolvimento das culturas. Dados da Conab indicam que a área nacional de trigo deve chegar a 2,62 milhões de hectares, o que pode gerar uma produção recorde, de 8,48 milhões de toneladas. Um salto de cerca de 36% em relação à safra passada.

Contudo, esta cultura além das intempéries, ainda sofre com perdas significativas de produção por fungos e bactérias, que causam doenças e pragas muitas vezes devastadoras. Segundo o engenheiro agrônomo e diretor comercial da Ascenza no Brasil, multinacional portuguesa pertencente ao grupo Rovensa, Renato Francischelli, a diversidade de regiões produtoras de trigo no Brasil ainda é um agente dificultador da padronização para estratégias de manejo de combate e precaução deste cenário.

Ainda segundo ele, entre as principais doenças que acometem o trigo, pode-se destacar nove delas: Estria Bacteriana, Brusone, Mancha Amarela, Mancha Marrom da Folha, Nanismo-amarelo da Cevada, Mosaico do Trigo, Oídio, Ferrugem da Folha e ainda a Giberela. “Como são muitas, indicamos com um primeiro passo para o sucesso no manejo, a correta diagnose, entendimento das condições favoráveis para sua ocorrência e o conhecimento das medidas de controle disponíveis para o que está afetando a lavoura”, aponta o profissional.

Baseados ainda nas regiões produtoras do cereal, é importante que o triticultor esteja atento àquelas doenças mais comuns que afetam aqueles locais próximos, assim como as medidas de controle indicadas por profissionais do setor para aquele determinado local. “Não existem receitas prontas para todos os produtores de trigo do Brasil. É preciso levar em conta as especificidades de cada região, solo, clima, perfil e área. Cada propriedade deve ser analisada caso a caso, lavoura a lavoura e aí traçar as medidas mais efetivas para cada situação. Daí a importância de sempre buscar ajuda técnica especializada, seja na revenda, cooperativa ou nas multinacionais”, destaca Francischelli.

Mais atenção

Outros detalhes e fatores também devem ser levados em consideração também para que haja o sucesso de um programa de tratamento fitossanitário. “Muitos deles inerentes à aplicação de fungicidas em si, como por exemplo: a escolha da cultivar, a adubação equilibrada, a densidade de semeadura e a cobertura de nitrogênio. O controle fitossanitário é uma ferramenta importante para a minimização das perdas pelas doenças e estes dependem ainda da origem e qualidade dos produtos utilizados. É preciso que eles tenham eficiência comprovada, e ainda aplicá-los quando as condições meteorológicas e biológicas forem favoráveis para isso”, explica o gerente. O profissional aponta ainda que é muito relevante considerar quatro pontos, por exemplo, na aplicação específica de fungicidas, o timing, a cobertura, a dose correta e a segurança.

Opções para o triticultor

Existem várias opções no mercado de produtos efetivos para o combate às doenças do trigo. A Ascenza tem em seu portfólio dois registros para a cultura, o Magic e o Cuprital 700. O primeiro é um fungicida a base de Iprodiona ou Dicarboxamida, com efeito de contato e que afeta todas as fases de desenvolvimento de fungos que causam manchas foliares no trigo, como Dreschlera tritici-repentis + Bipolaris sorokiniana.

O Magic também possui regristro para uso na cevada contra a Mancha-reticular “É altamente recomendado para programas de manejo anti-resistência, pois é flexível, com compatibilidade para diferentes fungicidas em programas de controle de doenças no cereal. Também não causa fitotoxicidade, ou seja, não interfere no crescimento e desenvolvimento do trigo”, detalha o engenheiro agrônomo.

Em um experimento realizado por uma instituição de pesquisa em 2018 na região dos Campos Gerais no Paraná, a fim de avaliar a eficiência de controle de manchas foliares com multissítios em trigo, o produto em questão alcançou controle de cerca de 66%, quando aplicado isoladamente, e quando em mistura com fungicidas de sitio específico podem alcançar cerca de 90% de controle, em comparação com o maior índice alcançado por um dos outros padrões de tratamento com os concorrentes de mercado, que atingiu 52%, são 27% a mais.

A Ascenza também lançou recentemente o Cuprital 700SC, fungicida bactericida protetor multissítio com alta concentração de oxicloreto de cobre e respectivo equivalente em cobre metálico (Cu2+). Seu uso visa diminuir o risco de desenvolvimento de resistência dos patógenos causadores da doença, sempre de forma preventiva, antes da incidência da mesma.

O produto atua em diferentes pontos dos fungos, esta característica é exatamente uma das ferramentas que deve impactar na resistência desses organismos. “O Cuprital tem três grandes pontos de exclusividade: formulação líquida com suspensão concentrada, alto índice de cobre metálico, 700g/lt e ele ainda é classificado toxicologicamente como 5, ou seja, dentre os produtos à base de Cu2+ nas formulações WG e SC, ele tem a toxicologicamente menos restritiva”, finaliza o diretor comercial da Ascenza no Brasil.

Fonte: Ascenza
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Como a alta dos biocombustíveis afeta os custos de produção

Por redação 27/07/2021
Escrito por redação

pesquisa sobre mulheres no agro - Como a alta dos biocombustíveis afeta os custos de produçãoAs seguidas altas de preços de biocombustíveis têm pressionado os custos de produtores de todos os portes no agronegócio. Ouça o podcast

Nos primeiros cinco meses de 2021, a alta acumulada no IPCA para os combustíveis é de 25,6%. Além de ter impacto no abastecimento das máquinas agrícolas, a elevação de preços afeta também os fretes dos produtos. Os impactos atingem de maneira desigual os produtores, dependendo do porte, da especialização da propriedade e da localização geográfica.

O economista e professor da ESPM Porto Alegre, Rodrigo Feix, afirma que, na agricultura, o peso do preço dos combustíveis é maior nos custos de produção do que na pecuária. Segundo ele, a agricultura de larga escala também é mais intensiva no consumo de biodiesel em relação a propriedades menores.

Ouça também: Os impactos do Plano Safra mais verde na cafeicultura brasileira

Para o economista, os grandes produtores acabam tendo mais saídas nessa situação em relação aos médios e pequenos. Outro fator importante é a localização das propriedades rurais. Aqueles que estão em regiões mais afastadas dos portos ou dos principais centros consumidores também são mais impactados pela alta dos combustíveis, já que tem que arcar com fretes mais caros.

E este cenário deve persistir ao longo dos próximos meses, por conta do cenário econômico internacional. Acompanhe a análise do professor Rodrigo Feix:

Máquinas & Inovações Agri · #024 – Rodrigo Feix comenta “como a alta dos biocombustíveis afeta os custos de produção”
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