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Notícias

Assista: como integrar lavoura e pequenos animais

Por redação 26/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Assista: como integrar lavoura e pequenos animaisDe forma bem simples e didática, vídeo produzido pela Embrapa mostra o passo a passo para implantar uma alternativa de redesenho de um sistema agropecuário integrado para unidades familiares de produção

Você acha possível integrar as lavouras de milho, capim e arbustos com a criação de pequenos animais, como caprinos e ovinos, numa pequena propriedade familiar? O vídeo de animação lançado pela Embrapa na quinta (22) mostra que sim.

De forma bem simples e didática, o vídeo mostra o passo a passo para implantar uma alternativa de redesenho de um sistema agropecuário integrado para unidades familiares de produção. Ele se completa em três anos, e integra a roça de milho, a leguminosa gliricídia e espécies de capim adaptadas às condições do Semiárido e Agreste nordestinos com a criação de ovelhas e cabras, por exemplo.

A criação de pequenos animais na agricultura familiar é importante para a alimentação da família e geração de renda, além de contribuir na fertilização do solo. Nas pequenas propriedades, a diversidade e a integração são fundamentais para a sustentabilidade.


Os pesquisadores Cristiane Otto, da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) e José Luiz de Sá, da Embrapa Semiárido (Petrolina, PE), são os responsáveis técnicos pelo conteúdo do vídeo, que foi produzido com recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

ILPF no Nordeste

Há várias crenças e mitos de que sistemas integrados produtivos e eficientes são aplicáveis apenas em grandes propriedades e em regiões agrícolas tradicionais, mas a Embrapa e seus parceiros vêm desenvolvendo a validando alternativas e soluções sustentáveis e de base ecológica aplicáveis em pequenas propriedades familiares e áreas de condições climáticas mais severas, como o Semiárido.

As pesquisas para o Semiárido se concentram mais no manejo racional da vegetação nativa da caatinga e o desenvolvimento de modelos produtivos. O foco tem sido a integração dos elementos nativos ou exóticos adaptados, dando origem a modelos capazes de aumentar a sustentabilidade dos sistemas produtivos com culturas tradicionais. Entre as soluções validadas estão o Sistema CBL, Cabrito ecológico, Caatinga raleada e Sistema agrosilvipastoril.

Para a Zona da Mata e Agreste, pesquisas com Integração Lavoura – Pecuária – Floresta (ILPF) estão em sua maioria baseadas no uso da gliricídia ou da leucena como componente arbóreo em consórcio com lavouras, gramíneas e palma forrageira. Esses consórcios podem ocorrer de maneira alternada entre a lavoura e a gramínea, com a palma e a gliricídia durante todo o tempo, ou com a lavoura apenas nos primeiros anos de implantação do sistema.

Especificamente para a condição das áreas costeiras, o consórcio da gliricídia com o coqueiro tem mostrado resultados bastante promissores. Neste caso, o coqueiro entra como o componente arbóreo, e a gliricídia é mantida em regime de poda e pastejo, como o componente pecuário.

Gliricídia

A Gliricidia sepium tem demonstrado grande potencial como fornecedora de nitrogênio ao solo, podendo substituir total ou parcialmente o uso de fertilizantes nitrogenados. Vinda do México e América Central, essa planta possui elevada concentração de nitrogênio nas folhas e permite a fixação simbiótica desse nutriente ao solo por meio de bactérias existentes em suas raízes.

Trabalhos desenvolvidos nos últimos anos por pesquisadores da Embrapa têm reforçado essa capacidade da leguminosa de melhorar a fertilidade e fixar nitrogênio ao solo, tornando-se um componente de alto potencial e grande valor para a composição de sistemas de produção em Integração Lavoura – Pecuária – Floresta (ILPF), especialmente em regiões mais quentes e com menos chuvas.

A gliricídia apresenta teores de proteína em torno de 23% e produz até 70 quilos de matéria verde por ano. É considerada por produtores uma espécie de “ouro verde” para as regiões secas e quentes. É resistente a climas rigorosos e pode ser usada para recuperar e manter a temperatura do solo, além de servir como cerca viva.

Na alimentação de ovinos e bovinos, situações em que é altamente recomendável, essa leguminosa consegue reduzir em 70% o uso do farelo de soja, que representa elevado custo na ração animal.

Fonte: Embrapa Tabuleiros Costeiros
26/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Exportações do agro crescem 21% no 1º semestre, diz IPEA

Por redação 26/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Exportações do agro crescem 21% no 1º semestre, diz IPEAA soja segue com destaque como o principal produto de exportação brasileira. Só no primeiro semestre de 2021, houve alta de 25,3% no valor, apesar da queda de 2,2% em quantidade

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, na última sexta-feira, um estudo sobre o comércio exterior do agronegócio brasileiro, além do balanço de oferta e demanda mundial dos principais produtos. De acordo com o Grupo de Conjuntura do Ipea, a balança comercial dos produtos do setor fechou o mês de junho de 2021 com saldo positivo de US﹩ 10,8 bilhões. No acumulado do ano, até junho, o agronegócio exportou US﹩ 61,5 bilhões, ultrapassando o volume comercializado no mesmo período do ano passado – US﹩ 50,9 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 20,9%.

“Os exportadores brasileiros começaram a sentir, em junho, a recuperação parcial dos preços médios das exportações da maior parte dos produtos do agronegócio, com destaque para a “, avaliou Ana Cecília Kreter, pesquisadora associada do Ipea e uma das autoras do estudo. No entanto, o preço médio recebido em junho das commodities analisadas ainda se encontra abaixo das máximas históricas, registradas no início da década passada.

Os preços médios de quase todas as commodities agrícolas sofreram queda nos dois últimos anos. Entretanto, houve forte recuperação nos preços no mercado internacional, a partir do segundo semestre de 2020. No entanto, esta recuperação não tinha sido percebida pelos exportadores brasileiros. A partir do segundo trimestre deste ano, as remunerações em dólar das exportações brasileiras começaram a refletir parte da escalada desta alta dos preços, culminando, em junho, com máximas recentes na maioria dos principais produtos exportados.

O aumento da demanda mundial da soja e do milho vem contribuindo para o crescimento da produção a cada safra, principalmente no Brasil. O que se observa, no entanto, é que os estoques de soja e milho estão cada vez mais baixos. “E boa parte desses estoques se encontra em território chinês”, declara Ana Kreter. Apesar disso, dos dois grãos analisados, a soja é o único na China que os estoques e a produção não atendem à demanda doméstica, o que sinaliza uma boa perspectiva para o produtor rural brasileiro que começa a planejar a safra 2021/2022. O crescimento de vendas das carnes (bovina, suína e de frango), que avançou 25,3% em valor e 17,3% na quantidade no primeiro semestre de 2021 frente a 2020, foi impulsionado pela carne suína. O Brasil vem exportando cada vez mais essa proteína desde 2018, em decorrência da Peste Suína Africana (PSA), que afetou a competitividade em produtores concorrentes.

A soja segue com destaque como o principal produto de exportação brasileira. Só no primeiro semestre de 2021, houve alta de 25,3% no valor, apesar da queda de 2,2% em quantidade. No país, apesar do plantio tardio decorrente do atraso na janela climática ideal, a maior parte da safra já foi colhida. Mesmo assim, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam para a possibilidade de um novo recorde de produção nacional na safra 2020/2021 – crescimento de 9,65% e 8,9%, respectivamente – que deverá manter o Brasil como maior produtor e exportador mundial de soja. Brasil, Estados Unidos e Argentina representam, juntos, 90,5% das exportações mundiais do grão.

O milho também vem sofrendo com a queda nos estoques. A quebra de safra no Brasil já começa a se refletir na balança comercial: o país registrou, em junho, queda de 70,8% na quantidade exportada na comparação com junho de 2020. No acumulado do ano, houve crescimento no valor (30,9%) e na quantidade (12,6%). Tanto a Conab quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) preveem queda das exportações para a safra 2020/2021 – 15,5% e 6,3%, respectivamente. Problemas climáticos causaram a quebra na safra tanto no Brasil como na Argentina (os principais exportadores do grão), mas isso não deve comprometer a oferta mundial.

Apesar do agronegócio ser um setor tradicionalmente exportador, as importações avançaram 20,2% no primeiro semestre de 2021, passando de US﹩ 6,2 bilhões para US﹩ 7,5 bilhões. O principal produto importado pelo Brasil foi o trigo, com avanço de 16% no valor, mas queda de 5,1% na quantidade. Na sequência estão os peixes, produtos hortícolas, papel e óleos de dendê ou palma. Juntos, os cinco principais itens são responsáveis por 50% das importações brasileiras no primeiro semestre de 2021.

A China segue como o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, com 39% das exportações em valor, seguida pela União Europeia (14,5%) e Estados Unidos (6,4%), no primeiro semestre deste ano. Juntos, representam quase 60% do total exportado pelo Brasil. Na comparação com o mesmo período de 2020, a China aumentou as importações em 20,1%, assim como a União Europeia (16,5%) e os Estados Unidos (30,2%).

Fonte: Datagro
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Notícias

Receita das exportações do agro paulista sobe 11%

Por redação 23/07/2021
Escrito por redação

DMB plantadora de cana picadaFaturamento com embarques do setor totalizou US$ 9,20 bilhões nos seis primeiros meses do ano

De janeiro a junho de 2021, as exportações do agronegócio paulista apresentaram aumento 11%, alcançando US$ 9,20 bilhões; enquanto as importações cresceram 3,7%, totalizando US$ 2,24 bilhões. Essas transações resultaram em um superávit de US$ 6,96 bilhões, montante 13,5% superior ao mesmo período de 2020, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta).

No mesmo período, as exportações totais do Estado de São Paulo somaram US$ 25,03 bilhões e as importações US$ 32,35 bilhões, registrando déficit de US$ 7,32bilhões. Sendo assim, fica claro que o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, ressaltam Marli Dias Mascarenhas Oliveira, José Alberto Angelo e Carlos Nabil Ghobril, pesquisadores do IEA.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio paulista foram: Complexo Sucroalcooleiro (US$ 2,98 bilhões, sendo que desse total o açúcar representou 87,9%, e o álcool, 12,1%), Complexo Soja (US$ 1,62 bilhão), Carnes (US$ 1,15 bilhão, do qual a carne bovina respondeu por 86,7%), Sucos (US$ 722,06 milhões, dos quais 96,8% referentes a sucos de laranja) e Produtos Florestais (US$ 765,83 milhões, com participações de 50,1% de papel e 35,3% de celulose). O agregado desses cinco grupos representou 79,3% das vendas externas setoriais do Estado, explicam os autores, destacando que, o grupo de Café, tradicional nas exportações paulistas, aparece na sétima colocação (US$ 353,63 milhões, dos quais 74,9% referentes ao café verde).

No primeiro semestre de 2021, em comparação com o de 2020, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos da pauta paulista, com aumentos para os grupos do Complexo Sucroalcooleiro (+26,3%), dos Sucos (+15,1%), das Carnes (+6%), e do Complexo Soja (0,6%), apenas o grupo de produtos florestais apresentou queda (-5,2%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.

Desses grupos relevantes, o Sucroalcooleiro é o que apresenta a maior participação (32,4%) nas exportações paulistas. No total, o grupo cresceu 26,3% em valores e 11,1% em volumes exportados, devido ao desempenho das vendas externas do açúcar (29,5% em valores e 11,6% em volume). Para o álcool, os embarques apresentaram aumentos de 4,3% em volume e de 7,1% em valores, quando comparados com o mesmo período de 2020. Os destinos das exportações desse grupo são bem diversificados em termos de participação dos países, e os resultados apontam como principais compradores China (11,3%), Argélia (7,6%), Nigéria (7,2%), Arábia Saudita (7%), Bangladesh (6,7%), Indonésia (5,9%), Malásia (5,1%) e Coreia do Sul (5%).

Em relação aos destinos das exportações do agronegócio, a China (US$ 2,43 bilhões, 26,4% de participação e variação positiva de 10,9% em relação ao valor do primeiro semestre de 2020) é o principal destino das exportações de São Paulo; seguida da União Europeia (US$ 1,23 bilhão, 13,4% de participação e aumento de 0,2% sobre 2020) e dos Estados Unidos (US$ 830,77 milhões, participação de 9% e variação positiva de 22%). Na sequência, completando os 10 principais destinos em termos de participação, aparecem Argélia (2,7%), Arábia Saudita e Bangladesh (ambos com 2,6%), Nigéria (2,4%), Indonésia (2,3%), Coreia do Sul (2,2%), Índia (1,8%) e Malásia (1,8%). A tabela 5 apresenta os 20 principais destinos das exportações paulistas no ano de 2021 que, somados, representam 78,8% do total, e as respectivas pautas (em %) por grupos de produtos.

Fonte: Datagro
23/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Dosador de sementes reduz perdas de fazenda em SP

Por redação 23/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Dosador de sementes reduz perdas de fazenda em SPAgricultor já na primeira safra teve ganho de 5,7 sacas de soja por hectare e reduziu prejuízo no milho de 12 sacas por hectare

Foi durante uma visita a Copla Campo, feira realizada em Piracicaba, no interior paulista, pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo – Coplacana, que o produtor e gerente geral da Fazenda Santa Maria, de Tatuí/SP, Hélio de Barros Pontes, viu uma demonstração que não saiu da sua cabeça. O equipamento em questão era o dosador de sementes Titanium, da J.Assy, produto que em sua apresentação mostrou altíssimo percentual de redução de duplas e falhas no plantio, com eficiência única na distribuição das sementes.

Na época, Pontes não conhecia a tecnologia e tinha muitos problemas na distribuição de sementes, principalmente de milho e soja na fazenda, o que acarretava grandes perdas ao fim das safras. “Eu saí dali com a certeza que tínhamos que comprar o Titanium para colocarmos na nossa plantadeira. Nós já tínhamos até adquirido uma nova plantadeira a vácuo, para substituir a mecânica que era um problema. Ela era bem completa, porém, dava muita falha, principalmente no plantio da soja e do milho”, destaca.

Com o Titanium, a fazenda resolveu dois grandes problemas de uma só vez. Primeiramente conseguiu recuperar um equipamento que estava dando prejuízo a ponto de se tornar obsoleto. Segundo, obteve com a plantadeira mecânica grande eficiência na operação. “Depois que colocamos o dosador da J.Assy resolvemos todas as falha de plantio, e hoje não se enxerga a diferença entre a semeadura feita com o Titanium ou com a plantadeira nova a vácuo, tamanha é a precisão”, acrescenta Pontes.

A fazenda que inclusive participa anualmente do Desafio de Máxima Produtividade de Soja do CESB (Comitê Estratégico Soja), fez o teste com as duas plantadeiras (a nova a vácuo e sua antiga colheitadeira equipada com o Titanium) para testar a eficiência de ambas. Para a surpresa de todos, houve empate, as produtividades nas duas áreas testadas foram exatamente de 97,8 sacas por hectare. “Até achamos que podíamos ter feito algo errado, pois não era possível um empate cravado. Mas, como eu acompanhei toda a colheita e as pesagens, não tenho dúvidas de que não havia erro, e apesar do empate fiquei muito satisfeito com os resultados do Titanium”, destaca o gerente.

Revertendo prejuízo

Atualmente na Fazenda Santa Maria em 235 hectares, são cultivados soja na safra principal, seguido por milho na safrinha rotacionado com trigo. “Todo ano nós fazemos de 20% a 25% de palha para melhorar as áreas que produziram menos naquele ano, e entramos com aveia. Essa estratégia deixa aquela baita cama palhada, excelente para a volta com a soja”, diz o gerente.

Mas, mesmo com bom preparo de solo, o gargalo da fazenda era a melhoria de distribuição de sementes. Embora tenha na colheita da soja, por exemplo, a média de 90sc/ha, os gestores acreditavam que poderiam ser mais eficientes, bastava resolver as falhas de plantio. E foi o que aconteceu. Com a utilização do dosador de semente da J. Assy, já no primeiro ano, o equipamento proporcionou o ganho de 5,7 sc/ha.

No milho, o desempenho também chamou à atenção, a propriedade que até então amargava prejuízos, diminuiu essa perda média de 12sc/ha em 100%. “Colocamos o Titanium tentando minimizar alguma coisa, ou pelo menos diminuir o custo da plantadeira, mas o retorno foi excelente. Plantamos o milho com ela e foi como se estivéssemos colocando com a mão. Temos mais uma outra plantadeira, a PST 3, e também vamos colocar nela o dosador, e não vamos mais trocar”, acrescenta Pontes.

Agora os gestores se preparam para assumir outros 400 hectares de uma outra área para ampliar a produção. “Já estamos com plantadeiras compradas, inclusive com o Titanium. A pessoa que inventou esse equipamento é um gênio. Tem muitas plantadeiras hoje que são mecânicas, que dão prejuízo no Brasil inteiro. Até hoje nenhuma delas conseguiu trazer para nós o que o Titanium trouxe, por isso recomendo sempre aos amigos e parceiros”, finaliza o gerente.

***Infelizmente, em decorrência de complicações devido à infecção da Covid-19, Hélio de Barros Pontes faleceu antes da publicação da matéria em questão. “Nós da J.Assy sentimos muito por essa perda e desejamos os nossos mais profundos pêsames aos seus amigos e familiares.”

Fonte: J.Assy
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Notícias

FPT Industrial lança linha de motores remanufaturados

Por redação 22/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - FPT Industrial lança linha de motores remanufaturadosFPT Industrial, marca da CNH Industrial, anuncia a chegada ao Brasil da linha Original Reman FPT para motores de máquinas agrícolas e de construção

A FPT Industrial, marca da CNH Industrial, anuncia a chegada ao Brasil da linha Original Reman FPT para motores de máquinas agrícolas e de construção. A partir de agora os motores das famílias S8000, NEF e Cursor do segmento off-road poderão ampliar a vida útil com uma remanufatura completa, elevando a durabilidade do equipamento, com a mesma performance e a qualidade de um motor novo.

Ao todo, serão mais de 200 aplicações disponíveis que proporcionarão maior autonomia e poder de compra ao cliente, trazendo uma série de vantagens.

Os benefícios começam com a agilidade na troca do motor, reduzindo o tempo de equipamento parado. Já a vida útil do motor é ampliada a um preço competitivo, além de o Reman atender a todas as especificações técnicas e de homologação dos motores novos FPT.

“Com o lançamento do Reman FPT no Brasil, concretizamos o fornecimento de mais uma solução pensada especialmente para os nossos clientes. Eles têm a opção de remanufatura do motor completo ou do Long Block, o que representa uma economia significativa se comparado a necessidade de troca por um motor novo completo. Além disso, o cliente Reman FPT conta com o diferencial da garantia de fábrica, de um ano”, aponta Isabela Costa, responsável pelo Reman da FPT Industrial no mercado brasileiro.

Experiência global

Globalmente a FPT Industrial já é reconhecida no mercado de Reman, com fábricas dedicadas em Garchizy, na França, e em Springfield, nos Estados Unidos. Para o Brasil, a marca contará com o suporte dos FPT Remans Centers, parceiros homologados pela fábrica que fornecerão o suporte ao processo. O recebimento e a entrega serão realizados pela Rede de Distribuidores FPT, em constante crescimento e presente em todo o território nacional.

“Durante a fase de desenvolvimento do projeto, a FPT Industrial trabalhou em conjunto com o Conselho Nacional de Retíficas de Motores (CONAREM), com o objetivo de selecionar os melhores parceiros. Os Remans Centers atendem a um rigoroso processo de homologação, sendo avaliados em mais de 1.400 quesitos, como produto, qualidade, engenharia e conectividade”, explica Costa.

Passo a passo Reman FPT

Durante a remanufatura, os motores são desmontados e montados completamente, 100% inspecionados, incluindo a troca dos componentes de desgaste por componentes novos. Na sequência são pintados e testados antes da instalação, com tecnologia de ponta e os mais rígidos padrões de engenharia.

O Reman FPT começa com a inspeção do motor, que é desmontado e passa por uma avaliação técnica, seguindo para um processo de limpeza customizado, que aplica metodologia sustentável. Na sequência a marca realiza a certificação, verificando a conformidade do motor, por meio de uma análise funcional. É efetuado o processo de remanufatura, com a integração de novos componentes, seguida da montagem, mesmo processo aplicado na produção de um motor novo, com qualidade FPT assegurada. Por fim, o motor remanufaturado é testado com uma análise customizada, entregando o mesmo desempenho original de fábrica.

Além do menor tempo de troca, o Reman FPT permite ao cliente um orçamento imediato, no momento da avaliação do motor usado. “Nossos pilares de qualidade seguem a metodologia de Customer Experience, sempre pensando na melhor solução ao cliente. A chegada da linha Original Reman nos aproxima às necessidades de cada tipo de missão”, afirma o presidente da FPT Industrial para a América do Sul, Marco Rangel.

Long e Short Block

A FPT também disponibiliza ao mercado a linha de Long Block e Short Block novos, com mais de 150 aplicações disponíveis no catálogo de peças da marca. O Long Block reúne cabeçote completo, bloco (virabrequim, pistões e bielas), além do cárter. Já o Short Block fornece os componentes do bloco do motor. A linha é mais uma opção de compra com a garantia e as especificações que somente as peças genuínas FPT Industrial podem entregar.

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Casale investe no mapeamento da realidade pecuária 

Por redação 22/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Casale investe no mapeamento da realidade pecuária A expedição Confina Brasil 2021 busca traçar um mapa do cenário da produção bovina no país e facilitar o intercâmbio de conhecimento entre fornecedores de tecnologia e pecuaristas

A nova etapa da Confina Brasil 2021, expedição que tem como objetivo mapear com profundidade a realidade da produção de bovinos de corte nos quatro cantos do país, parte agora para a região norte do Brasil. A jornada começa no dia 26 de julho e segue até o dia 20 de agosto e deve cobrir fazendas e confinamentos dos estados de Rondônia, Mato Grosso e Pará. Na prática, a iniciativa permite que profissionais das empresas patrocinadoras do projeto vivenciem a realidade do produtor rural, identificando tendências e suas maiores dores e demandas.

De acordo com Jaqueline Casale Pizzolato, zootecnista e Diretora Comercial da empresa de soluções para pecuária Casale Equipamentos, a agenda do Confina Brasil é extremamente estratégica para a companhia. Isso porque, segundo a especialista, além de ser um investimento de desenvolvimento profissional para o time de campo, ao vivenciar realidades diversas da pecuária, também permite uma análise para desenvolvimento de novas soluções.

“Cada região do País apresenta suas peculiaridades: são diferentes condições de produção agrícola, de clima, da genética do gado. Tudo isso impacta na realidade da nutrição animal e, consequentemente, na estratégia do negócio. O Confina Brasil é uma oportunidade para vivenciar de pertinho cada detalhe dessas diferentes rotinas, e também trocar muito conhecimento. Neste contexto, nosso trabalho consiste em contribuir com nossa bagagem e aprendizados de 57 anos em conhecimento técnico de equipamentos, e entender como nossas soluções podem ser melhor utilizadas especificamente dentro daquela realidade”.

Na primeira etapa da expedição, ocorrida na região Sul do Brasil, foram constatados aspectos como a forte influência das raças européias/taurinas. Na região noroeste do Paraná notamos a presença de machos recém castrados, e também a presença de agricultura em maior escala, quando comparado ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em terras gaúchas, foi percebido um alinhamento interessante entre genética, produtividade e bem estar animal, além da predominância de negócios familiares. Já em Santa Catarina, foram vistas operações mais enxutas, mas bem coordenadas, que lidam com a dificuldade na quantidade de oferta.

“Agora, nosso propósito é observar de perto as realidades e oportunidades dos produtores do Norte do Brasil, que vêm crescendo fortemente lado a lado à agricultura. Conhecer também os cuidados da produção agropecuária no bioma amazônico também será algo novo para os colaboradores que não são desta região, e estarão presentes na rota”, detalha Jaqueline.

Caminhos do confinamento

A terceira e última etapa do Confina Brasil será em Setembro, e irá contemplar os estados de Tocantins, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A meta é visitar 120 propriedades rurais em 11 estados da federação. O objetivo da expedição Confina é que, ao término das rotas, seja realizado um mapeamento de cerca de 40% do gado confinado nas fazendas brasileiras.

Em sua primeira edição, realizada em 2020, foram visitadas 118 propriedades em 5 estados, responsáveis por 30% do gado confinado no Brasil. O estudo busca atualizar informações sobre os confinamentos visitados no ano passado e ampliar ainda mais, com dados de propriedades responsáveis por mais de dois milhões de bovinos em confinamento no país.

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Produtores têm até setembro para negociar dívidas

Por redação 22/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Produtores têm até setembro para negociar dívidasProdutores rurais e agricultores familiares têm até setembro para negociar com a União dívidas adquiridas durante a pandemia

Encerra-se em 30 de setembro o prazo para que produtores rurais e agricultores familiares que tenham dívidas em razão do não pagamento das parcelas de crédito rural ou do Fundo de Terras e da Reforma Agrária negociem o valor da dívida com a União. Esta possibilidade está prevista na Portaria 21.561/2020 da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que estabelece as condições para Transação Excepcional de débitos inscritos em dívida ativa da União. A modalidade está disponível para adesão, no portal Regularize.

A Transação Excepcional é destinada aos débitos considerados pela PGFN como de difícil recuperação ou irrecuperáveis, e leva em consideração os impactos econômicos e financeiros sofridos pelo contribuinte devido à pandemia do coronavírus. O advogado tributarista Felipe Azevedo Maia, sócio fundador da AZM Advogados Associados, afirma que esta é uma oportunidade que precisa ser vista com bastante atenção pelo contribuinte. “As empresas devem avaliar suas contingências passivas para verificar se podem aproveitar os benefícios concedidos pelo programa, que está muito bem regimentado”, diz Maia.

Para aderir ao programa, o contribuinte deverá prestar à PGFN informações sobre esses impactos financeiros sofridos. Com base na capacidade de pagamento estimada do contribuinte, será ofertada proposta de transação para adesão. Não há limite máximo de valor da dívida, porém, Felipe Maia explica que o produtor rural ou agricultor familiar precisa dispor de uma entrada mínima de 4% do valor total das dívidas inscritas e selecionadas pelo programa.

“O produtor rural poderá ter desconto de 50% ou até 70% sobre o valor devido, a depender de seu perfil”, explica Felipe Maia. “Nesta modalidade, o parcelamento depende da opção selecionada pelo contribuinte, mas em geral, o valor do débito poderá chegar em até 133 meses”, diz o advogado tributarista, que trabalha para o setor de agronegócios.

Felipe Azevedo Maia ainda explica que as parcelas podem ser pagas semestralmente, com valor mínimo de R$ 100 para pessoas físicas, empresário individual, microempresas e outros. “Já para pessoas jurídicas que não se enquadram em MEI, pessoas físicas e empresários individuais, a parcela deverá ser de R$ 500 no mínimo”, finaliza.

A adesão deve ser realizada até às 19h do dia 30 de setembro de 2021.

Veja as vantagens de aderir ao programa:

Modalidades Pessoa física, microempresa e empresa de porte Demais pessoas jurídicas
Opção 1 Pagamento inicial de 4% valor consolidado da dívida a vista, sem descontos; Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto
Opção 2 (i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, em 2 parcelas semestrais;

(ii) Saldo remanescente em 22 parcelas semestrais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

(i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, em 2 parcelas semestrais;

(ii) Saldo remanescente em 12 parcelas semestrais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

Opção 3 (i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, parcelada em 12 prestações mensais;

(ii) Saldo remanescente em 133 parcelas mensais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

(i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, parcelada em 12 prestações mensais;

(ii) Saldo remanescente em 72 parcelas mensais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

Fonte: Felipe Azevedo Maia, advogado tributarista, sócio fundador da AZM Advogados Associados
22/07/2021 0 Comentários
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Pecuarista ganha guia de práticas sustentáveis

Por redação 22/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Pecuarista ganha guia de práticas sustentáveisA iniciativa é do WWF-Brasil, Embrapa Pantanal e Wetlands International

O criador de gado do Pantanal acaba de ganhar um importante aliado para ajudá-lo a avançar no admirável mundo novo da Sustentabilidade, tão cobrada por consumidores e importadores. Trata-se do Guia de melhores práticas pecuárias da planície pantaneira, elaborado pela Embrapa Pantanal, WWF-Brasil e Wetlands International. O objetivo é apresentar, de forma didática e descomplicada, como o pecuarista pantaneiro pode atuar em um sistema diferenciado de produção em áreas naturais com boa convivência com a rica biodiversidade pantaneira, fazendo disso um diferencial para seu negócio. Para isso, o Guia identifica e analisa as boas práticas de pecuária na Planície Pantaneira e relaciona com os serviços ecossistêmicos do bioma.

Flávia Araújo, analista de conservação do WWF-Brasil, explica que “o conteúdo foi elaborado por vários autores que, com suas experiências e estudos, indicam diversas possibilidades de conhecer e melhorar as práticas do produtor de gado de corte na Planície Pantaneira. Esta ação é a sistematização do conhecimento produzido até agora, fruto de várias parcerias e apoios”, ressalta. O WWF-Brasil atua desde 2003 na região pantaneira, promovendo discussões sobre alternativas que aliem a atividade produtiva da pecuária e a conservação dos recursos naturais do bioma, seja apoiando produtores e associações de pecuaristas ou fazendo relacionamento com os diversos atores da cadeia produtiva local.

“Um dos focos de atuação da Embrapa Pantanal é o desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para a pecuária sustentável. E esse guia vem de encontro ao cumprimento da nossa agenda de prioridades, ao disponibilizar informações e tecnologias de maneira acessível aos produtores pantaneiros e técnicos”, segundo a pesquisadora e Chefe-Adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento, Catia Urbanetz. “O guia vem como um forte instrumento para divulgarmos conhecimentos, boas práticas agropecuárias e tecnologias que visam auxiliar os produtores pantaneiros no aumento de sua produtividade de forma sustentável. Acreditamos que este instrumento servirá como importante ferramenta para que o produtor possa inovar em meio às tantas tecnologias e boas práticas desenvolvidas pela Embrapa Pantanal e seus parceiros, concluiu o Chefe-Adjunto de Transferência de Tecnologia, Thiago Coppola.

Para o produtor, o guia será um importante aliado no entendimento de temas aparentemente complexos. O material traz, por exemplo, a visão holística das pastagens, com a explicação sobre o que é necessário fazer em caso de necessidade de limpeza da pastagem ou uso de queima prescrita. Transcorre ainda sobre os instrumentos econômicos de política ambiental existentes, mas que nem todo produtor conhece. Consumo de água, tratamento de resíduos, destinação dos resíduos sólidos são alguns dos temas de impacto ambiental que também são abordados.

Mas o guia vai além, abordando plano de manejo (para o rebanho), plano de gestão (para a propriedade como um todo) e até sucessão familiar (considerando que boa parte dos pecuaristas pantaneiros são empreendedores familiares).

O documento sugere que o produtor desenvolva uma abordagem integral sobre seu sistema de produção, abordando medidas de conservação e restauração das pastagens nativas, implementação de indicadores e práticas que permitam que o valor nutritivo disponibilizado para seu rebanho permaneça alto, assim como a produtividade animal.

O guia contou ainda com o apoio de instituições parceiras: Centro de Pesquisa do Pantanal; Fundação Panthera Brasil; Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola; Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul; Instituto Homem Pantaneiro; Instituto Nacional de Ciência Tecnologia em Áreas Úmidas; Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul.

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Safrinha Solidária: feijão a comunidades carentes

Por redação 22/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Safrinha Solidária: feijão a comunidades carentesCom projeto Safrinha Solidária, produtores rurais associados à Aprosoja Maranhão doam sementes, fertilizantes e defensivos e as comunidades ficam com a produção

Teve início neste final de semana a colheita de 3.000 sacas de feijão por parte de 135 famílias de comunidades carentes da região leste do Maranhão. A iniciativa faz parte do projeto Safrinha Solidária, em que os produtores rurais associados à Aprosoja Maranhão doam sementes, fertilizantes e defensivos e as comunidades ficam com a produção.

De acordo com o presidente da Aprosoja Maranhão, Vilson Ambrozzi, este é o maior programa de distribuição de alimentos do agro brasileiro. “Um programa em que o associado planta, cuida e traz o parceiro para colher”, afirmou.

A iniciativa acontece há 12 anos. O plantio dessa Safrinha Solidária 2021 ocorreu entre 10 e 25 de maio e a colheita, feita manualmente, começou no dia 16 de julho. No total, foram cultivados 300 hectares.

Foram contempladas comunidades dos municípios de Brejo, Chapadinha, Buriti, Anapurus, Mata Roma, Santa Quitéria, São Bernardo, Magalhães de Almeida, São Benedito do Rio Preto e Urbano Santos.

As sementes são adquiridas junto a fornecedores de sementes de soja. Nesta edição, foram cultivadas 8 toneladas de semente. O associado que participa recebe como incentivo o desconto de R$ 100,00/hectare na anuidade da Aprosoja Maranhão.

É realizado em propriedades de agricultores familiar. Consiste na participação dos associados da Aprosoja/MA no cultivo de pequenas áreas, onde são ofertado assistência técnica, insumos para melhorar o solo, máquinas próprias para plantio de alimentos como feijão, arroz, milho, mandioca e outras frutas. Este ano foram plantados 5 hectares de milho e 4 hectares de mandioca

Além do Safrinha Solidária, a Aprosoja Maranhão desenvolve o projeto Padrinho Rural em propriedades de agricultores familiar. Consiste na participação dos associados da Aprosoja/MA no cultivo de pequenas áreas, onde são ofertadas assistência técnica, insumos para melhorar o solo, máquinas próprias para plantio de alimentos como feijão, arroz, milho, mandioca e outras frutas.

“Muita gente, por dificuldade, não compra feijão o ano inteiro e aguarda a Safrinha Solidária acontecer para poder colher o grão. E no projeto Padrinho Rural, os produtores da Aprosoja assessoram e auxiliam pequenos produtores rurais. São ações que acontecem em benefício dessas comunidades”, acrescentou o vice-presidente da entidade, José Carlos Oliveira de Paula.

Fonte: Ascom Aprosoja Brasil
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Produção de açúcar no Centro-Sul deve recuar 2,6%

Por redação 22/07/2021
Escrito por redação

integrar lavoura e pequenos animais - Produção de açúcar no Centro-Sul deve recuar 2,6%A produção de açúcar na região Centro-Sul do Brasil deve totalizar 2,9 milhões de toneladas na primeira quinzena de julho, queda de 2,6% ano a ano

Pesquisa da S&P Global Platts, com 10 analistas, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta que a estimativa de esmagamento da cana variou de 42,3 milhões de toneladas a 47,7 milhões de toneladas. A estimativa média era de moagem total de cana de 45,2 milhões de toneladas, queda de 3,3% em relação a 2020.

O clima na região Centro-Sul foi favorável para a moagem durante a primeira quinzena de julho, com uma estimativa de 0,2 dias perdidos por chuvas e cerca de 259-265 moinhos ativos em 16 de julho.

A proporção da cana utilizada para a produção de açúcar deve ser de 47,4%, ante 47,9% um ano antes. Embora os produtores brasileiros tenham aproveitado os recentes altos preços do etanol hidratado e anidro, as expectativas de longo prazo são de que as usinas continuem a maximizar sua produção de açúcar, dada a sua maior lucratividade em relação ao etanol.

A Platts avaliou o etanol hidratado ex-mill Ribeirão Preto convertido em açúcar bruto equivalente a 16,89 centavos / lb em 20 de julho. O contrato futuro de açúcar NY11 de outubro fechou em 20 de julho a 17,41 centavos / lb, proporcionando um prêmio de 0,52 centavos / lb ao etanol hidratado em bruto equivalente de açúcar.

O açúcar recuperável por tonelada de cana-de-açúcar, ou ATR, deve ser de 145,0 kg / mt, um aumento de 2,1% ano a ano.

A produção total de etanol da cana-de-açúcar deve ser de 2,10 bilhões de litros, um aumento de 3,0% em relação ao ano anterior.

A produção de etanol hidratado era esperada em 1,24 bilhão de litros, de acordo com a média das respostas dos analistas à pesquisa. Isso seria uma queda de 10,7% ano a ano. A produção de etanol anidro na primeira quinzena de julho era esperada em 856 milhões de litros, um aumento de 32,7% em relação ao ano anterior, de acordo com o levantamento.

A produção total de etanol de milho deve ser de 126 milhões de litros, um aumento de 27,3% em relação ao ano anterior. A produção de etanol hidratado era estimada em 81 milhões de litros, um aumento de 14,3% ano contra ano, e a produção de etanol anidro era de 45 milhões de litros na primeira quinzena de julho, um aumento de 60,2% em relação ao ano anterior.

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