domingo, novembro 1, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
domingo, novembro 1, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Solução analisa teores de proteína e óleo na soja

Por redação 19/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Solução analisa teores de proteína e óleo na sojaUtilizando a tecnologia de infravermelho, a Nira, desenvolvida pelo Genesis Group em parceria com a Zeit Análises Químicas, realiza no campo análises precisas

A safra de grãos deverá atingir 262,13 milhões de toneladas na temporada 2020/2021, de acordo com a Conab. Com a colheita já encerrada, a soja é destaque com a expectativa de um novo recorde estimado em 135,86 milhões de toneladas, 8,8% superior à safra passada. O resultado garante o Brasil na posição de maior produtor mundial da oleaginosa.

Focados nessa importância e atentos às necessidades da cadeia produtiva, o Genesis Group e a startup Zeit apresentam ao mercado uma nova solução que permite determinar os teores de proteína e óleo contidos nos grãos de soja, de forma rápida, prática e precisa. Por meio das análises realizadas pela Nira é possível determinar em poucos minutos os atributos do grão, proporcionando maior poder de decisão na cadeia produtiva.

De acordo com Fernando Araújo de Souza, engenheiro agrônomo e gerente de inovação no Genesis Group, a ferramenta que utiliza a tecnologia NIR-Near Infrared (Infravermelho próximo), foi desenvolvida com foco na necessidade de conhecer a composição dos grãos. “Com os resultados das análises e os dados técnicos em mãos, é possível fazer escolhas com assertividade e rapidez, garantindo maior eficiência em toda a cadeia produtiva da soja”, destaca.

Tecnologia NIR

De acordo com Renan Pardinho, diretor da Zeit, a tecnologia NIR já está consolidada em outras áreas, trazendo resultados seguros, porém estas análises até então eram realizadas em laboratórios, envolvendo alto custo de equipamentos, e pelo menos 8 horas para se conhecer os resultados.

Os grandes diferenciais da Nira são a rapidez, pois os números são aferidos em poucos minutos, a praticidade de um equipamento portátil que não necessita de energia elétrica ou conexão com internet, podendo operar tranquilamente no campo. “Tomamos o cuidado de desenvolver uma solução prática, confiável e financeiramente viável para atender as necessidades de nossos clientes”, afirma Pardinho.

Agregando valor à produção

Com a Nira todos os elos da cadeia produtiva terão a possibilidade nas próximas safras de conhecer a composição de seus grãos, e com base nesta informação tomar as melhores decisões sobre a comercialização ou utilização deles.

Para os executivos do Genesis Group e da Zeit o mercado de grãos pode, ao longo do tempo, se transformar como o de açúcar se transformou, quando a cadeia passou a negociar a produção levando em conta o ATR, (Açúcar Total Recuperável), que representa a capacidade que a cultura tem de converter açúcar ou álcool e não mais por toneladas de cana.

Isso ainda não acontecia, pois, o mercado não tinha essa visão da composição do grão de forma rápida. De posse dessas informações as coisas podem começar a mudar. Por exemplo, consideremos um agricultor que produz soja com 38% de proteína e um outro que produz com 32% de proteína. Aquele que conseguiu 6% a mais não poderia ser recompensado por essa produção?

Na visão do grupo é relevante o mercado entender que não somente o aumento de produtividade é importante, mas também a qualidade do grão produzido, pois são os teores de proteína e óleo que vão determinar o rendimento industrial, por exemplo. “A Nira visa construir o raio-x da qualidade, possibilitamos a realização de análises no campo dando transparência a visibilidade que até então o cliente não tinha”, afirmam Souza e Pardinho.

Solução à disposição

O serviço de análises por meio da Nira já está disponível comercialmente desde o lançamento oficial em 15 de julho, para todas as regiões produtoras do país. Os equipamentos são operados por equipes capacitadas e dedicadas para garantir a segurança no processo, oferecendo assim resultados rápidos, precisos e acessíveis.

19/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Becomex participa de workshop na Coopercitrus Expo

Por redação 19/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Becomex participa de workshop na Coopercitrus ExpoEvento em formato virtual será realizado de 19 a 30 de julho de 2021; o workshop ocorrerá no dia 29. Edição traz a experiência de navegação por todo o fluxo de uma produção agrícola, desde o plantio até a colheita

A 22ª edição da Coopercitrus Expo contará com a presença da Becomex no workshop “Capture todo o valor da sua operação agrícola – aumente a lucratividade do seu empreendimento por meio de ganhos tributários em cadeia”. A atividade será organizada pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, e Consultoria Oficial da Jornada da Gestão do Agronegócio na feira, realizada no formato digital, entre 19 e 30 de julho.

O workshop da Deloitte em parceria com a Becomex ocorrerá no dia 29 de julho, às 10h30. Na ocasião, os especialistas das empresas falarão sobre as possibilidades estratégicas para garantir redução de custos em um cenário de mudanças climáticas, aumento do preço de fretes e dos fertilizantes.

O agronegócio brasileiro é um dos mais importantes produtores e exportadores mundiais, alimentando aproximadamente 800 milhões de pessoas no mundo. O segmento enfrenta grandes desafios tributários, fiscais e aduaneiros, como: dificuldade de rastreabilidade da cadeia produtiva, acumulação de créditos fiscais, custos tributários acumulados na cadeia produtiva e restrições impostas nas operações de exportações. Dentro deste cenário, serão apresentados pelas empresas estudos de oportunidades tributárias e aduaneiras.

“A Becomex é capaz de atuar lado a lado com as empresas do segmento e promover a diminuição dos acúmulos de créditos tributários, o aumento do fluxo de caixa e a redução de custos. Somos líderes em Regimes Especiais no Brasil e com o BCC – Business Collaboration Chain, pioneiros no desenvolvimento de uma estratégia colaborativa que permite ganhos em todos os elos da cadeia produtiva”, destaca Mauricio de Moura, Diretor Corporativo de Agronegócio da Becomex.

Serviço

  • Workshop da Deloitte com a Becomex na 22ª Coopercitrus Expo
  • Data: 29 de julho, às 10h30
  • Mais informações em https://coopercitrusexpo.com.br/#
19/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Setor do agro passa a integrar missões da Apex-Brasil

Por redação 19/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Setor do agro passa a integrar missões da Apex-BrasilCompanhias interessadas em acessar compradores internacionais receberão mentoria individual da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com diagnóstico personalizado

As empresas brasileiras do agronegócio interessadas em ampliar o contato com o mercado internacional podem se inscrever até o dia 15 de agosto para as missões virtuais que serão realizadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) ao longo deste ano.

A ação é uma parceria com os Ministérios das Relações Exteriores (MRE) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e vai colocar os participantes brasileiros em contato com compradores da Argentina, Uruguai, Emirados Árabes, Arábia Saudita, China, Índia, Estados Unidos, México, Reino Unido, Colômbia, Israel e outros países da América Central e Europa. A expectativa é de que 300 empresas brasileiras participem e ampliem seu potencial exportador.

“Este projeto tem como objetivo atender empresas de setores com grande potencial de exportações e que ainda não fazem parte das ações da Agência voltadas para o agronegócio. Ou seja, o objetivo é que novas empresas e setores se juntem ao esforço exportador, aproveitando oportunidades abertas em diversos mercados globais”, afirma Márcio Soares, gerente de Agronegócio da Apex-Brasil.

Os participantes terão acesso a seminários com especialistas e parceiros locais sobre temas essenciais para a atuação em cada região e poderão realizar visitas técnicas virtuais para conhecer os principais atores e tendências do seu segmento de atuação.

Cada empresa receberá mentoria individual com consultorias locais especializadas, diagnóstico personalizado e indicação de estratégias de exportação para o seu portfólio de produtos para o mercado-alvo.

A etapa final de cada uma das missões será a rodada de negócios, organizada a partir de serviço de matchmaking que identificará compradores adequados ao perfil da empresa em cada região.

Cada setor terá uma data específica para a realização das missões virtuais, conforme calendário abaixo:

  • Argentina e Uruguai (agosto e setembro) – Banana, abacaxi, abacate e polpa de açaí; demais frutas frescas ou polpas;
  • Emirados Árabes e Arábia Saudita (agosto e setembro) – Polpas de frutas congeladas e de açaí;
  • Europa (setembro) – Ingredientes e temperos;
  • Índia (outubro) – Alimentos e bebidas;
  • Israel (outubro e novembro) – Sucos, chás, açaí e produtos derivados de açaí; superfoods;
  • Estados Unidos (outubro e novembro) – Pet Food;
  • Indonésia (outubro e novembro) – Superfoods e healthy foods; bebidas alcoólicas; sucos de frutas;
  • Reino Unido (outubro e novembro) – Bebidas alcoólicas e não alcoólicas;
  • Colômbia e América Central (outubro e novembro) – Superfoods e healthy foods;
  • China (novembro e dezembro) – Alimentos e bebidas.
Fonte: Datagro
19/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Exportações de açúcar aumentam 15% no 1º semestre

Por redação 19/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Exportações de açúcar aumentam 15% no 1º semestreA China foi o principal destino da commodity

As exportações de açúcar do Brasil em junho registraram alta de 10,4% ante maio e +1,1% na comparação com o mesmo mês de 2020. Nos primeiros seis meses do ano, o crescimento foi de 15,2% no comparativo com o 1º semestre do ano passado.

A China foi o principal destino da commodity, correspondendo a 11,7% do total, seguida pela Argélia (9,8%) e Bangladesh (7,9%).

Fonte: Datagro
19/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Ericsson e John Deere firmam acordo para impulsionar 5G

Por redação 19/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Ericsson e John Deere firmam acordo para impulsionar 5GAcordo prevê cooperação entre as empresas para promover e disseminar tecnologias relacionadas à Internet das Coisas (IoT) que enderecem problemas reais do agro, como falta de conectividade nas áreas rurais, possibilitando a utilização de aplicações para acelerar a digitalização no ambiente agrícola

A Ericsson e a John Deere acabaram de firmar um acordo de colaboração para pesquisa e desenvolvimento de novas aplicações usando a tecnologia 5G impulsionando novas receitas no Agronegócio. O acordo permitirá que as empresas desenvolvam, em conjunto, soluções focadas na quinta geração de conectividade móvel e na Internet das Coisas, que ajudem a identificar e a solucionar problemas reais do setor, contribuindo para torná-lo cada vez mais conectado.

Para isso, os centros de P&D e Inovação de ambas as empresas serão utilizados como celeiros de inovação onde serão aplicadas tecnologias voltadas para o agronegócio que compõem o ecossistema de IoT Mobile (IoT-M), como Narrow Band IoT (NB-loT) e Cat-M1. Tudo isso em plataformas de desenvolvimento e infraestrutura de conectividade baseadas no padrão 3GPP.

Neste primeiro momento, as provas de conceitos serão desenvolvidas conjuntamente no Escritório Central da John Deere para América Latina, em Indaiatuba (SP), e no Centro de Agricultura e Precisão e Inovação (CAPI) da John Deere, localizado em Campinas, onde serão instalados equipamentos 5G. O acordo também consiste em munir as fábricas da John Deere com equipamentos de quinta geração para contribuir na jornada de transformação digital e imersão na agricultura 5.0.

O 5G trará maior eficiência de uso de espectro e menor consumo de energia relativamente às tecnologias ligadas no agro, como 3G e 4G LTE. De acordo com o estudo Ericsson 5G Business Potential, esse setor tem o potencial acumulado de capturar R$ 49 bilhões até 2030, sendo R$ 10 bilhões em receitas adicionais impulsionadas pelo 5G.

“É fundamental entender o agronegócio como uma complexa e plural cadeia de valor, que vai do campo à mesa, aos portos e carros, e que emprega milhões de brasileiros, contribuindo com quase 1/4 do Produto Interno Bruto do País. O desenvolvimento do ecossistema do agronegócio por inteiro a partir do 5G pode tornar o Brasil muito mais produtivo do que já é. A demanda global por insumos vegetais, alimentos e proteína irá dobrar até 2050 e o Brasil é o único país com área suficiente e condições favoráveis para aumentar em escala a oferta de alimento, além do enorme espaço para ganho de produtividade em diferentes etapas da cadeia, tornando-se assim o maior exportador de produtos agrícolas da nova década. Certamente, a tecnologia 5G terá um papel fundamental neste novo ciclo de inovação. E estamos muito contentes de poder avançar nesse sentido em parceria com a John Deere”, disse Murilo Barbosa, Vice-Presidente de Negócios da Ericsson para o Cone Sul da América Latina. Segundo ele, “queremos unir nosso conhecimento e experiências para trazer inovações que permitam a redução de custos e o aumento da eficiência, contribuindo para alavancar ainda mais a competitividade do setor e, consequentemente, ajudar o país em sua retomada econômica”.

Trabalhando para o avanço da tecnologia e da conectividade no agronegócio, a John Deere investe US$ 4 milhões por dia em pesquisa e desenvolvimento e, nos últimos anos, tem apresentado avanços para que os produtores extraiam todo potencial produtivo de suas operações. A companhia caminha para a sincronia da gestão dos equipamentos do campo, com dados em nuvens e “conexão total” inseridos no ecossistema da empresa.

“Estamos democratizando o uso da conectividade em áreas rurais, e com soluções sem custos ao agricultor, que daqui pra frente vai produzir de maneira cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável. A conectividade desbloqueia todo o potencial e a inovação disponível no campo, beneficiando também outros setores da sociedade, desde telemedicina e educação a distância, por exemplo. Sem contar que a tecnologia ainda atrai cada vez mais jovens de volta para o campo, promovendo geração de emprego e empreendedorismo”, analisa Rodrigo Bonato, diretor do Grupo de Soluções Inteligentes (ISG) da John Deere para América Latina.

19/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Agritech registra aumento de 54% nas vendas de tratores

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Agritech registra aumento de 54% nas vendas de tratoresO saldo positivo se dá pelo crescimento do segmento agrícola e o fortalecimento em ferramentas de vendas como os consórcios e o lançamento da plataforma Broto

Com o aquecimento do setor agrícola e o lançamento da plataforma digital de negócios Broto, uma iniciativa do Banco do Brasil e da BB Seguros, aliados à nova parceria com a administradora Novo Tempo, a Agritech registra aumento de 54% nas vendas de tratores no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado. O balanço otimista da empresa reforça o posicionamento do agronegócio como um dos principais responsáveis pelo desempenho da economia brasileira.

“Apesar da pandemia da Covid-19, o setor buscou ultrapassar as dificuldades sem deixar de suprir as necessidades essenciais do brasileiro no mercado interno, além de seguir exportando comodities para muitos países”, avalia o Coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

De acordo com informações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foram criadas 62.637 vagas de emprego, melhor desempenho do setor desde 2011, o que o posiciona como terceiro maior empregador do País, atrás apenas da construção civil e da indústria.

De forma crescente, o Sistema de Consórcios contribuiu direta e indiretamente para essa performance ao viabilizar a inclusão de máquinas e equipamentos como forma de ampliar a rentabilidade dos negócios.

Levantamento feito pela assessoria econômica da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, no período de fevereiro a novembro, perante as administradoras associadas que atuam no segmento de veículos pesados, no qual estão incluídas as máquinas e implementos agrícolas, revela um avanço no total de consorciados ativos em relação aos últimos cinco anos.

A Agritech também sente os reflexos. Em dois meses com a nova administradora, a empresa já registra um aumento acima de 100% nas vendas de cotas para o segmento. “Esse saldo positivo se deve ao mercado estar aquecido. Além disso, a administradora Novo Tempo mantém equipes de vendas nas concessionárias, o que faz com que a Agritech fique mais próxima do produtor rural”, avalia Oliveira.

A proximidade com o consumidor final, por meio da Plataforma Broto, também tem sido um fator atrativo para as expectativas no incremento nas vendas da Agritech. A previsão é que, até o final deste mês de julho, 80% das concessionárias já estejam cadastradas na plataforma para a comercialização das máquinas agrícolas.

O gerente geral comercial da administradora Novo Tempo, Antonio Carlos Teixeira explica que oferecer uma equipe de vendas nas concessionárias é um dos principais motivos de sucesso para a comercialização dos consórcios. “Realizamos treinamentos aos nossos vendedores, além de visitas no campo para atender ao agricultor. Essa visita é importante porque o profissional consegue entender as reais necessidades daquele produtor para vender o equipamento agrícola com a melhor solução”, analisa Teixeira.

O Plano Safra 2021/2022 do Governo Federal promete aquecer ainda mais o mercado do setor. Na agricultura familiar, nicho de atuação da Agritech, os programas de financiamento inseridos no plano governamental, Pronaf Mais Alimentos e o Moderfrota também são alavancas para o aumento nas vendas.

Linhas de Destaque da Agritech

Atualmente, os modelos de tratores 1155 Super Estreito e a série dos compactos 1160/1175/1185 são os principais destaques da marca Agritech, pioneira na indústria brasileira ao fabricar máquinas voltadas especialmente para a agricultura familiar.

O modelo 1155 Super Estreito, que possui apenas 1,18 metros de largura externa dos pneus, é leve, estreito e econômico. Não compacta o solo e fácil de operar, atendendo especialmente os cafeicultores a desenvolver as melhores soluções. Com um motor de 42 cv, possui comandos laterais, além de contar com hidráulico para 1.500 Kg.

Os tratores da série 1160/1175/1185 compactos têm obtido melhores performances na lavoura de uvas, fruticultura em geral e café em razão das duas dimensões (largura e altura). Facilitam o dia a dia da lavoura em diversas situações de aplicação, desde o preparo do solo ao transporte da colheita, o que dá aos equipamentos muita versatilidade. Possuem tração 4 X 4, capacidade do levante hidráulico de 2.200 Kg e câmbio principal e secundário sincronizados.

16/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Opinião

O marketing digital como um aliado do produtor rural

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - O marketing digital como um aliado do produtor rural

*Ricardo Martins

O agronegócio é um dos pilares mais importante para a economia do Brasil e torna-se ainda mais forte com a integração com o marketing digital. Sabemos ser possível posicionar o agronegócio no mundo virtual, quando bem desenvolvido com uma estratégia de mercado. A transformação digital no campo está aliada com as novas tecnologias e ambas precisam caminhar juntas para acompanhar o desenvolvimento mundial. Nunca foi tão importante o uso de ferramentas do marketing digital no agronegócio como agora.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuário do Brasil (CNA), em 2019, o agronegócio foi responsável por 21,4% do PIB, e o que isso quer dizer? Que o setor é responsável pelo ‘motor’ do país, é ele que representa o desenvolvimento econômico brasileiro, isso não temos dúvidas. A pandemia de Covid-19, evidenciou ainda mais a importância do marketing digital para as integrações comerciais. Tanto o produtor quanto o empresário do setor agrícola se viram obrigados a se adaptarem, principalmente no modo como as vendas de mercadorias eram realizadas. Sabemos, que se o empresário ou o agricultor não compreenderem, ou acompanharem todo o processo estratégico e mercadológico encontrarão dificuldades para obter êxito. Com as mudanças, o mundo tecnológico trouxe sim, o avanço, e com ele a visibilidade de produtores de todos os portes, e sabemos que todos precisam se destacar, afinal “Quem não é visto não é lembrado”.

Em meio a tantas mudanças, o campo está caminhando lentamente quando o assunto é marketing digital. A internet faz com que os produtores realizem os processos de formas rápidas, o que antes era feito de forma direta – produtor e comprador -, agora pode ser realizado por um simples toque na tela na palma da mão.

A tendência de crescimento nesse cenário é ainda maior: cada vez mais os negócios deverão ser realizados por meio da internet, conforme pesquisas publicadas. Vendas e compras serão efetuadas por aplicativos, mensagens, entre outros, por isso o produtor rural não pode deixar de se atualizar. Tanto o pequeno como o grande produtor rural precisam ficar à frente desse mundo tecnológico e para isso precisam fazer o uso das ferramentas do marketing digital.

Oportunidade de crescimento

As oportunidades no agronegócio mesmo sendo incontáveis, podem ser ainda mais exploradas. A estratégia de marketing digital estruturada posiciona a empresa / produtor em destaque. Só para você ter uma ideia, segundo a pesquisa Hábitos do Produtor Rural, 2020, da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), diz a respeito à digitalização: 94% dos entrevistados têm ‘smartphone’ (na pesquisa anterior, de 2017, eram apenas 61%), 74% usam a internet como fonte de informação (contra 42% em 2017) e 90% costumam acessar alguma rede social. Com esses números, podemos concluir que os produtores e as indústrias devem aproveitar ao máximo da tecnologia a favor do agronegócio.

Através do marketing digital é possível expandir a atuação em nível nacional e mundial. Antes se a equipe comercial atuava apenas em determinadas regiões do Brasil, através de um site e campanhas de publicidade online, é possível atingir todas as regiões do Brasil e, inclusive, o mercado internacional.

Uma presença digital sólida nas redes sociais também ajuda a criar diferenciação entre você e os concorrentes. Mesmo em negociações B2B, as redes sociais são importantes. Compradores gostam de conhecer mais afundo sobre a empresa e redes sociais como o LinkedIn, que é um excelente canal para isso.

Falando em LinkedIn, esta é uma excelente plataforma de relacionamento. Através da publicidade nesta rede social, é possível atingir determinado público. Por exemplo, seu anúncio pode atingir CEO, Diretores e Presidentes de empresas de um determinado segmento e de uma determinada região. Com isso, você poderá focar seus esforços e investimento em marketing no público que realmente importa para o seu negócio.

Migração

Segundo a Embrapa, cerca de 84% dos produtores responderam que já utilizam ao menos uma tecnologia no processo de produção; 70% usam internet e tecnologia em atividades relacionadas à produção rural e 57,5% recorrem às mídias sociais para divulgar dados ou produtos. O uso da tecnologia é o ponto de partida para alcançar a meta de digitalizar o agronegócio até 2030. É preciso se modernizar, incorporar novas tecnologias e mudar o modo de gerenciar os rumos do negócio.

Os jovens no campo

A pesquisa da ABMRA ressalta ainda, 27% dos empreendedores do campo têm menos de 35 anos. O dado demonstra que essa geração que “cresceu com a internet” está ligada no mercado e ganhando influência. Esse perfil revela que essa faixa etária costuma pesquisar, justamente na rede, antes de comprar um produto ou contratar um serviço para sua empresa. A busca é baseada na reputação da marca e na qualidade dos serviços prestados.

Vale lembrar que o mercado tão amplo como o agronegócio, ganha mais quem estiver mais bem preparado. É preciso inovar e investir em marketing digital, pois ele é responsável pela visibilidade da sua marca/produto pelo impacto da sua empresa no mercado, pelo engajamento, pela referência e pelas vendas, entre outros.

*Ricardo Martins – CEO e principal estrategista da TRIWI 

16/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Coopercitrus Expo Digital começa nesta segunda

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

óleo dos grãos de soja - Coopercitrus Expo Digital começa nesta segundaA feira em formato 100% digital reúne 14 ambientes e cerca de 140 expositores. A expectativa é de atingir R$ 1,3 bilhão em negócios

A segunda edição da Coopercitrus Expo Digital, uma plataforma interativa com navegação em 360° desenvolvida em 3D, ocorre de 19 a 30 de julho. A feira conta com 14 ambientes, cerca de 140 expositores e o maior acervo de conteúdo técnico de agro do país (700 vídeos e 1.600 documentos). É a maior e mais completa feira virtual do setor agro do Brasil.

Em 2020, a primeira edição da feira gerou cerca de R$ 1,1 bilhão em negócios e teve 100 mil visitas. Para este ano, a expectativa é de atingir R$ 1,3 bilhão em negócios e 120 mil visitas. O investimento da Coopercitrus e dos expositores na feira foi de R$ 4 milhões.

O principal evento anual da cooperativa oferece condições comerciais especiais e oportunidades para os produtores conhecerem tecnologias e se atualizarem sobre as novidades do setor. O evento deste ano tem uma proposta ainda mais inovadora que em 2020: a Coopercitrus coloca o cooperado no centro das atenções, proporcionando uma experiência personalizada por meio de diversas jornadas de produção.

“Em uma feira tradicional, o foco são as áreas de exposição dos produtos, mas na Coopercitrus Expo Digital queremos mudar a experiência do produtor e fazer com que ele realmente esteja no comando e seja o centro das atenções. Cada visitante terá uma experiência prática e interativa, através das jornadas do agro”, explica o CEO da Coopercitrus, Fernando Degobbi.

A Coopercitrus Expo Digital representa o dia a dia do produtor rural por meio de jornadas temáticas sobre diversas atividades agropecuárias, entre elas amendoim, batata, café, cana, citros, soja, milho, pecuária e tomate. Também há jornadas especiais sobre mecanização, os projetos da Coopercitrus e a Fundação Coopercitrus Credicitrus.

Ao entrar no evento, o visitante pode escolher a jornada que deseja seguir e ter uma visita guiada através das lavouras. Ao longo da jornada, o produtor percorre todas as fases de desenvolvimento, identifica problemas e pode selecionar o tipo de ocorrência que deseja resolver e a categoria de produto ou serviço que deseja conhecer.

Nesse ponto, ele tem informações sobre as soluções disponíveis e pode visitar os espaços virtuais dos expositores para escolher os produtos e negociar com a equipe técnica comercial da Coopercitrus. Em cada jornada, o participante é acompanhado por um guia virtual, que orienta e facilita o acesso às informações. Tudo ocorre de forma simples e objetiva, com o acompanhamento de especialistas (mais de 400).

Para reproduzir as jornadas, a Coopercitrus investiu na produção do maior e mais atualizado acervo técnico do mundo, disponível online e gratuito.

Área comercial prevê bons resultados

A Coopercitrus Expo Digital promete surpreender pelas condições comerciais. Para isso, a cooperativa negociou preços, prazos e condições especiais em todos os produtos, além de linhas de financiamento em parceria com as principais instituições financeiras do país.

“Considerando nosso posicionamento, a expectativa é que a feira seja melhor do que a Expo anterior, pelo conjunto de oportunidades diferenciadas. Estamos motivados para que os produtores rurais saiam satisfeitos”, salienta a diretora financeira da Coopercitrus, Simonia Sabadin.

O evento reúne ofertas em todas as soluções para o produtor rural, das sementes até a colheita e o recebimento da produção. São milhares de itens com condições especiais, entre fertilizantes, defensivos, linha para saúde e nutrição animal, tratores, máquinas, implementos, soluções de agricultura de precisão, irrigação, energia fotovoltaica, acessórios e serviços especializados.

“O segundo semestre prevê a falta de suprimentos para insumos, fertilizantes e defensivos. Por isso, a Coopercitrus Expo é uma oportunidade importante. Se o produtor comprar agora, vai garantir os insumos. Se ele não aproveitar esse momento, pode sofrer com alta nos preços e falta de produtos. Para isso, nos preparamos com um estoque de produtos foliares e de pecuária e máquinas, para atender da melhor forma possível com condições de financiamento adequadas”, diz o superintendente de insumos, Sebastião Pedroso.

Na feira, o cooperado pode negociar os itens que desejar pela plataforma coopercitrusexpo.com.br e também com a equipe comercial da Coopercitrus nas lojas, pelo celular ou por e-mail. O time comercial da cooperativa fica à disposição atendendo pelos canais digitais e também nas unidades de negócios da Coopercitrus de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Os atendimentos nas lojas são com horário agendado e os espaços são preparados conforme os protocolos atuais necessários, como o distanciamento social.

Oportunidades especiais em todos os setores

O setor de tratores, máquinas e implementos agrícolas traz ofertas em todas as linhas das marcas Valtra, New Holland, JCB, Massey Ferguson e Jacto. A feira também conta com o serviço de entrega de diesel pela Agripetro e o setor de pós-venda e manutenção de tratores, máquinas e implementos.

No setor de irrigação, o destaque são as condições especiais em sistemas da Netafim e Valley. No segmento de energia, as oportunidades são para os sistemas de geração de energia fotovoltaica da Valley – Valmont Solar Solutions.

A Corretora de Seguros Coopercitrus apresenta as opções de seguros agrícolas, de safra, de máquinas e implementos, residenciais, de automóveis, entre outros, com opções personalizadas e facilidades aos cooperados. No espaço Campo Digital, são encontradas soluções de tecnologia agrícola.

Também há uma linha completa de insumos, fertilizantes e defensivos agrícolas das principais fabricantes mundiais, com condições imbatíveis para melhorar cada vez mais a produtividade e rentabilidade. O departamento de Pecuária leva um completo menu de produtos e serviços para saúde e nutrição animal.

A área de Sementes conta com condições especiais para diversas culturas, como soja, milho, capim, entre outras, com a marca, garantia e qualidade Coopercitrus, além de genética comprovada e rastreabilidade.

Para os produtores de milho, soja e café, o principal atrativo é o barter, modalidade de negociação baseada na troca de parte da produção futura dos cooperados por produtos e serviços na cooperativa. Os especialistas da Coopercitrus ficam à disposição dos cooperados para fazer as simulações de negociação e elaborar um plano adequado, proporcionando as melhores paridades. Outra opção são as soluções de armazenamento através de silos e armazéns.

No espaço Shopping Rural, são encontrados mais de 1.700 produtos, entre peças, pneus, lubrificantes, lavadoras de alta pressão, pulverizadores costais, ferramentas manuais e elétricas, todos com preços competitivos e com um time de vendas à disposição para as melhores negociações.

Para que a jornada fique completa, a Coopercitrus firmou parceria com a Deloitte e com a TIM para levar soluções impactantes voltadas à gestão e à conectividade.

16/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Revista

Alternativa: consórcio é uma opção para renovar frota?

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

Modalidade de crédito oferece vantagens ao produtor, como juros mais baixos e prazos de pagamento mais longos

óleo dos grãos de soja - Alternativa: consórcio é uma opção para renovar frota?por Gustavo Paes

O consórcio tem se mostrado uma modalidade bastante atraente na hora de o produtor renovar sua frota. Os números confirmam a adoção desse autofinanciamento. O total de participantes ativos avançou 82,3% entre março de 2015 e dezembro de 2020, conforme a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Em dezembro de 2019 havia 115,30 mil consorciados. No final do ano passado, o volume alcançou 126,71 mil, um crescimento de 9,9%.   

Os consórcios de máquinas agrícolas representam um terço dos veículos pesados, segundo levantamento da Abac. Os negócios realizados em 2020 somaram R$ 7 bilhões, enquanto em 2019 alcançaram R$ 5,09 bi, com alta de 37,5%. No primeiro trimestre deste ano, houve R$ 1,83 bilhão, enquanto no mesmo período de 2020 somaram R$ 1,44 bilhão, com alta de 27,1%.

As turbulências enfrentadas devido à pandemia de Covid-19 deram vez à retomada das adesões aos grupos de consórcio, comprovando que é o caminho mais simples e econômico para adquirir equipamentos, conforme o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi.  “As perspectivas para o consórcio, como um facilitador do agronegócio, devem ser de continuidade de crescimento”, sublinha.

Os produtores que mais contrataram e foram contemplados estão na Região Sul (49,4%), Sudeste (18,2%), Centro-Oeste (17,6%), Norte (8,2%) e Nordeste (6,7%). Implementos agrícolas e retroescavadeiras responderam por 18,8% cada um. Já tratores de rodas, tratores com esteira, colheitadeiras e cultivadores motorizados foram responsáveis por 12,5% cada um.

Consórcio X Leasing

O leasing ou arrendamento mercantil funciona como um aluguel, portanto, a máquina ou equipamento pertence à instituição que realizou a operação. O consumidor ainda está sujeito a parcelas no final do contrato para possuir o bem. “No consórcio, o bem contemplado pertence ao consorciado sem a necessidade de parcelas intermediárias e, no final do plano, ele recebe a devolução do fundo de reserva”, explica o vice-presidente de negócios da Embracon, Luís Toscano.

Para o gerente de Marketing da Case IH, Rafael Paraguassu, a vantagem é que no consórcio não há incidência de juros. Enquanto no leasing, o prazo máximo para pagamento é de 60 meses. “No consórcio, os prazos para pagamento podem ser de 120 meses ou mais”, salienta.

O gerente comercial e de Marketing da Randon Consórcios, Claudio Bassani, avalia que as duas modalidades oferecem condições muito vantajosas para o produtor. Basta entender as diferenças de cada uma delas e avaliar qual é a opção mais atrativa, conforme a necessidade ou perfil do cliente.

Modalidade sem juros

A maior vantagem do consórcio está no fato de ser uma modalidade de crédito que não cobra juros, segundo Lorelay Lopes, head de Negócios do UP Consórcios, uma fintech da Embracon. Além disso, com a carta contemplada em mãos, o poder de compra é à vista, oferecendo melhores condições de negociação.

“E, para quem não tem pressa em ofertar um lance, o consórcio oferece a correção anual dos créditos, mantendo a possibilidade de investir em maquinário moderno”, afirma Lopes, lembrando que a desvantagem está ligada à expectativa. “Quem tem pressa e não quer esperar pelo sorteio, precisa estar ciente de que precisará ofertar um lance para adiantar essa contemplação”, alerta.

Planejamento financeiro

O gerente de Marketing da Case IH, Rafael Paraguassu, frisa que o consórcio possibilita um planejamento no sentido de permitir a programação da aquisição da máquina dentro do prazo escolhido, sem que para isto tenha que pagar juros elevados e comprometer a renda. “É uma forma de aquisição sem se descapitalizar e sem a incidência de juros”, destaca. No Consórcio Nacional Case IH, administrado pela Primo Rossi, incide uma taxa administrativa média de 0,13% a.m.

“Temos observado que é crescente o interesse e a contratação de cotas de consórcio de máquinas de maior valor, de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, uma vez que o planejamento financeiro e a economia proporcionada pela modalidade despertou interesse de um público mais amplo”, destaca.

Parcelas atrativas

O vice-presidente de negócios da Embracon, Luís Toscano, diz que o consórcio é uma ótima maneira de investir no aumento da frota de máquinas. A modalidade oferece benefícios como a ausência de juros e IOF, além da atratividade do valor das parcelas. “No consórcio é possível ofertar o lance descontando o valor da sua carta de crédito sem a necessidade de usar sua reserva financeira”, destaca.

Na Embracon, as máquinas mais procuradas em 2020 foram tratores, pulverizadores, semeadeiras e colheitadeiras. E, com o crescimento do agro, os caminhões também tiveram uma grande procura. “O crescimento no segmento de pesados foi de 14,7% em 2020, onde 57% eram motoristas autônomos, impulsionado pelo crescimento do e-commerce, 42% pessoas jurídicas e 1% cooperativas”, revela Toscano. A expectativa da Embracon é de crescer 15% em 2021.

Compra planejada

O consórcio destina-se ao produtor que deseja comprar o primeiro equipamento, trocar o usado pelo novo ou ampliar a frota, segundo Claudio Bassani, gerente Comercial e de Marketing da Randon Consórcios, que administra o Consórcio John Deere.

A modalidade de crédito também é indicada para quem possui recursos suficientes para comprar à vista. “O consórcio é uma forma de o produtor planejar o aumento de seu patrimônio”, diz o executivo.

Os consorciados John Deere são 92% pessoa física e 8% pessoa jurídica. Os homens são maioria, com 91%, enquanto as mulheres respondem por 9%. “Na sua maioria, são pequenos e médios produtores autônomos”, salienta Bassani. Os produtos preferidos dos consorciados são os tratores, colheitadeiras e pulverizadores.

O setor de consórcio encerrou 2020 com recordes históricos. No segmento de veículos pesados, houve crescimento de 13,14% em relação a 2019. “Cerca de um terço do segmento é voltado ao agro”, sublinha. O último grupo lançado pela John Deere tem prazo para pagamento de 100 meses e uma taxa administrativa de 14%, com fundo de reserva de 1%.

Clientes fidelizados

O Consórcio New Holland abrange pequenos, médios e grandes agricultores, atraídos por vantagens como parcelas reduzidas, além de prazos de até 10 anos, facilidade na análise de crédito e prioridade na entrega do produto pós-contemplação. “E 80% dos clientes compram novamente”, garante o gerente comercial Mariton Moraes.

O executivo observa que o perfil imediatista do agricultor está mudando. Antes, quando ele precisava de um trator, por exemplo, tinha o financiamento como primeira opção. Hoje, o consórcio já ganhou a preferência. “Trabalhando as vantagens do consórcio, percebemos uma mudança comportamental desse público em relação ao seu planejamento financeiro”, diz.

Em 2020, o Consórcio New Holland comercializou cerca de R$ 505 mil em créditos. O ticket médio foi de R$ 140 mil. Neste ano, a meta é aumentá-lo para R$ 160 mil. No primeiro trimestre de 2021, foram vendidos R$ 158,5 milhões em créditos, frente a R$ 97,7 milhões no mesmo período do ano passado, um crescimento de 62% no volume de créditos comercializados para a compra de tratores, colheitadeiras e demais produtos da marca. Em março, o consórcio da marca bateu um recorde mensal em vendas, atingindo R$ 72,5 milhões.

A expectativa para 2021 é comercializar R$ 570 milhões em volume de créditos. O otimismo se justifica pelo mercado de pesados, que está em alta. “De acordo com a Abac, o segmento de consórcio de pesados fechou os meses de janeiro e fevereiro com aumento de 17,3% no total de participantes ativos sobre o mesmo período de 2020”, salienta Moraes.            

Alternativa de investimento

O gerente nacional de Vendas do Consórcio Massey Ferguson, Flávio Vincensi, destaca que o consórcio é uma excelente alternativa para o produtor que busca renovar o maquinário. A modalidade possui o diferencial de oferecer valores acessíveis, sem a cobrança de juros ou de entrada. “O agricultor paga somente a mensalidade e uma baixa taxa de administração e 1% de fundo de reserva, tornando este modelo atraente para pequenos, médios e grandes agropecuaristas”, afirma.

A taxa administrativa é diluída em até 120 meses e a modalidade possibilita uma vasta opção de planos e prazos. Desde a criação do consórcio da marca, em 1981, já foram entregues por meio do consórcio 66 mil máquinas. Os grupos têm 999 integrantes e são formados por agricultores, pecuaristas e prestadores de serviços.

Em 2020, o consórcio da Massey Ferguson entregou 2,8 mil máquinas. Para 2021, a projeção é de crescimento de 5% a 7% em comparação a 2020. “Esperamos vender 3,3 mil cotas e contemplarmos até 2,8 mil máquinas”, adianta o gerente.

Parcelas acessíveis

No Consórcio Nacional Yanmar, que foi lançado em abril deste ano, o produtor pode adquirir máquinas e tem até 100 meses para pagar. O consórcio não tem taxa de adesão e as parcelas têm o valor mínimo de R$ 871,21. A taxa de administração é de 14% (com fundo de reserva) e os valores vão de R$ 70,5 mil até R$ 141 mil.

Inicialmente, a modalidade permitia apenas a aquisição da linha de tratores Solis (de 24 a 90 cvs) e a transplantadeira de mudas PH1, ambas da Linha Agrícola Yanmar, além da linha de geradores de energia. Mas agora também foram incluídas as miniescavadeiras usadas na construção civil.

O consórcio é uma parceria da Yanmar South America e a Multimarca Consórcios. A iniciativa surgiu a partir da demanda por uma maneira mais acessível de modernizar os equipamentos, conforme a responsável pelo Departamento de Marketing da Yanmar, Isabela Florencio. 

Com esse lançamento, salienta Isabela, a Yanmar South America pretende ampliar as oportunidades de crescimento no agro para os produtores que hoje ainda dependem muito das linhas de crédito do governo federal. “Queremos oferecer mais uma ferramenta para o produtor renovar seus equipamentos de forma planejada, com parcelas que cabem no bolso”, completa Isabela.

Consórcio Magalu

O Magazine Luiza, uma das maiores redes de varejo do País, decidiu entrar de vez em um setor que, até pouco tempo, tinha atuação bastante restrita: o financiamento de máquinas agrícolas. “Nós já atuávamos no segmento de maneira isolada. O cliente tinha como opção o consórcio de veículos. Percebendo o aumento da demanda e o crescimento do setor, resolvemos ampliar nosso portfólio”, afirma a gerente executiva de produtos do Consórcio Magalu, Angélica Urban.

Mesmo com a pandemia, o segmento que atende o agronegócio na empresa – com máquinas e caminhões – cresceu 152% e os negócios devem ter alta ainda mais neste ano. “Temos grandes expectativas para 2021 no agronegócio, nos créditos que atendem esse setor. Acreditamos que, em 2021, vamos possibilitar ainda mais oportunidades para o setor”, salienta Angélica.

Para isso, a faixa de crédito foi ampliada. Antes limitada a valores de R$ 60 mil a R$ 120 mil, ela passou a R$ 120 mil a R$ 300 mil por cota, com prazo de até 150 meses com taxa de administração de 1,2% ao ano. Como cada produtor pode juntar três cotas para a aquisição, é possível financiar máquinas mais caras, de até R$ 900 mil.

O Consórcio Magalu conta com uma estrutura com 615 gestores em mais de 1,2 mil lojas de todo o Brasil.

16/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Revista

Emissão de títulos: pulverização de recursos

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

Títulos do agronegócio permitem a captação de mais recursos para custeio da atividade no mercado de crédito privado

óleo dos grãos de soja - Emissão de títulos: pulverização de recursosPor Viviane Taguchi

O empreendedorismo no campo, apoiado por sistemas de crédito e investimentos em diversas áreas – principalmente em novas tecnologias que garantem a sustentabilidade da produção – promoveram uma revolução econômica no segmento e a inclusão dos agropecuaristas no sistema econômico. Nesse ritmo acelerado, a sustentação da atividade depende, cada vez mais, da pulverização das fontes de financiamento.

As opções disponíveis para o custeio da produção agropecuária são várias. Da tradicional CPR, a cédula de produto rural criada nos anos 1990, e que sofreu alterações com a Lei do Agro, de 2020, aos novíssimos Fiagro, promulgados em junho, e os Green Bonds, créditos que priorizam a produção sustentável, os produtores têm mais liberdade e segurança jurídica para captar recursos no mercado de crédito privado (mercado financeiro e mercado de capitais) e garantir independência das fontes tradicionais de financiamento.

Títulos e a Lei do Agro

A abertura do mercado privado para o financiamento do agro ocorreu nos anos 1990 para fomentar os investimentos e ampliar a independência do produtor das fontes oficiais. Tão logo foi apresentada ao mercado, ganhou a simpatia do setor, que passou a empregá-los em diversos negócios. Os títulos mais tradicionais são a Cédula de Produto Rural (CPR Física e CPR com Liquidação Financeira), criados em 1994 e 2001. Em 2004, a Lei 11.076/2004 instituiu outros títulos, ampliando o mercado, com o Crédito de Depósito Agropecuário (CDA) e a Garantia Agropecuária (WA), os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e o Crédito de Recebíveis do Agronegócio (CRA).

Em abril de 2020, com a Lei do Agro (13.986/20), primeiro marco regulatório do financiamento ao agronegócio, as regras mudaram. José Ângelo Mazzillo Junior, secretário-adjunto da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), afirmou “que tais mudanças foram necessárias para lançar as bases para um mercado privado de crédito com maior liberdade de contratação e segurança jurídica, menos oneroso e mais transparente. “As mudanças promoveram adaptações dos instrumentos financeiros para promover a entrada da agropecuária nos mercados das finanças verdes. Novos tempos, novas leis”, disse. “Os novos mecanismos foram necessários para se carregar mais recursos financeiros privados para o agronegócio”.

Para se ter uma ideia do quanto os recursos aumentaram a partir da Lei do Agro, somente em emissões de CPR, entre julho de 2020 até maio deste ano, o estoque de CPRs registradas na B3 (volume total que consta nos papéis ainda não quitados) saiu de R$ 17 bilhões para R$ 40 bilhões, de acordo com Mazzillo. A quantidade de CPRs em estoque também aumentou, de 46 em julho do ano passado para 565 em abril deste ano. Segundo o Mapa, as CPRs relacionadas ao financiamento de soja e milho representam cerca de 70% do total.

Entre as principais mudanças, estão a criação de duas novas modalidades de garantia nas operações de financiamento rural, o Fundo Garantidor Solidário (FGS) e o Patrimônio Rural em Afetação (PRA); a expansão do financiamento ao agronegócio por meio de mercado de capitais, inclusive para a atração de investimentos estrangeiros e o aumento da competição no mercado de crédito rural, ao possibilitar a equalização de juros pelo Tesouro Nacional para qualquer instituição financeira autorizada a operar.

CPR

A Cédula de Produto Rural (CPR) foi o marco do desenvolvimento do sistema de financiamento privado do agronegócio. Criada pela Lei 8.929/1994, é um título de crédito líquido e certo, com a promessa de entrega futura de produtos. Em 2001, sofreu uma alteração (Lei 10.200/2001) e passou a título de crédito referenciado em produto rural, com a obrigação de pagamento em produto (CPR Física) ou de liquidação financeira (CPR Financeira).

Com a Lei do Agro, o registro passou a ser obrigatório e realizado por entidade autorizada pelo Banco Central, da mesma forma que já acontecia com as CPRs com valores acima de R$ 1 milhão e emitidas a partir de 1º de janeiro de 2021. Segundo Renato Buranello, coordenador do curso de Direito do Agronegócio do Insper, agora, para a nova CPR ser validada, é preciso que seja registrada em até 10 dias úteis da data de emissão. “As modificações incluíram as garantias e a CPR passou a admitir a constituição de todos os tipos de garantias previstas na legislação”, disse.

Produtor rural, associações ou cooperativas podem buscar os recursos através da CPR e também é possível quitar a dívida, não somente com a entrega de produtos primários, mas com produtos beneficiados ou industrializados. “A CPR é um dos principais meios de conseguir o valor financeiro para que o produtor possa exercer seu trabalho no agronegócio e ainda oferece algumas vantagens como a isenção do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e possui limite rotativo”, afirmou.

CDA/WA

O CDA e o WA, sempre emitidos em conjunto, representam a promessa de entrega de produtor rural em depósito e seu penhor rural, respectivamente. São emitidos por um depositário certificado pelo Ministério da Agricultura como armazém geral, mediante pedido de um depositante. São títulos normativos e à ordem, que podem ser garantidos por aval e passíveis de negociação autônoma. Deve ser emitido pelo prazo mínimo de um ano, e precisa, via de regra, qualificar o depositário, detalhando dados do armazém geral, produto empenhado e eventuais garantias. O título pode ser cartular ou escritural.

CDCA

Outro título instituído pela lei de 2004 é o Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio, o CDCA, que também ajudou a ampliar a abrangência dos títulos privados na cadeia e pode ser emitido por produtores rurais e “outras pessoas jurídicas que exercem atividade de comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos e insumos agropecuários ou de máquinas e implementos”.

É um investimento de renda fixa atrelado aos direitos creditórios do agronegócio. Possui boa rentabilidade por conta da percepção de risco que é oferecida ao emissor. A sua aquisição pode ser feita no mercado de balcão, segundo Tiago Reis, fundador da Suno Research. “A sua emissão permite que as empresas ligadas ao agronegócio captem crédito em médio e curto prazo para investir em suas atividades no período de entressafra”, explica. “A emissão desses títulos permite que os produtores tenham acesso a taxas de juros mais competitivas quando comparado a um empréstimo bancário.”

LCA

As Letras de Crédito do Agronegócio, as LCAs, são investimentos em renda fixa oferecidos por bancos e corretores de investimentos com isenção de Imposto de Renda de Pessoa Física e para empresas, há a incidência de IR segundo a tabela progressiva do tributo estabelecida pela Receita Federal. Como em outras modalidades de renda fixa, é como se o investidor emprestasse dinheiro às instituições financeiras e recebesse, no fim do prazo, o valor acrescido de juros.

Existem três tipos de LCA: pré-fixado, quando o investidor já sabe desde o começo quanto vai receber de remuneração ao resgatar seu capital; pós-fixado, quando o investidor opta por ter seu rendimento atrelado pelo percentual de algum indexador, como a taxa Selic ou CDI e, neste caso, o investidor não sabe exatamente qual vai ser sua rentabilidade ao resgatar o capital; e a LCA Híbrida, que tem parte de sua rentabilidade atrelada a um indexador e parte relacionada a uma taxa de juros previamente definida.

CRA

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) são títulos de renda fixa lastreados em recebíveis originados de negócios entre produtores rurais, ou suas cooperativas, e terceiros, abrangendo financiamentos ou empréstimos relacionados à produção, à comercialização, ao beneficiamento ou à industrialização de produtos, insumos agropecuários ou máquinas.

Nessas operações, as empresas cedem seus recebíveis para uma securitizadora, que emitirá os CRAs e os disponibilizará para negociação no mercado de capitais, geralmente com o auxílio de uma instituição financeira. Por fim, essa securitizadora irá pagar a empresa pelos recebíveis cedidos. Assim, a empresa conseguirá antecipar o recebimento de seus recebíveis.

Os novíssimos Fiagro

Neste ano, as atenções do mercado financeiro estavam voltadas aos Fundos de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). A Lei 14.130/2021 foi aprovada e no início do último mês de junho, trechos que haviam sido vetados foram promulgados.

A lei que institui o Fiagro é decorrente do PL 5.191/2020, projeto de lei que tinha sido vetado parcialmente pelo presidente Jair Bolsonaro. O Congresso Nacional derrubou os quatro vetos e, com isso, foram reincorporados à lei trechos que preveem benefícios fiscais para os investidores, como a isenção de Imposto de Renda na fonte.

Buranello, do Insper, explica que o rol extenso de ativos confere “inerente polivalência” aos Fiagro, que podem atuar em searas distintas. Ele destaca, em especial, a possibilidade de transações de private equity, em que o fundo poderá atuar como investidor estratégico em empresas de capital fechado da cadeia agroindustrial. “Significa que o Fiagro tem vantagens em relação aos fundos imobiliários, por exemplo, que não podem participar diretamente em negócios do setor, e em relação ao Fundo de participação (FIP), que não pode ter participação em empresas ou ativos securitizados.”

Green Bonds

Na onda do ESG (Enviromental Social and Governance), usada para medir as práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa, a sustentabilidade tem peso também no mercado financeiro. Diversos instrumentos financeiros vêm sendo criados para viabilizar a captação de capital para o financiamento de atividades econômicas sustentáveis. Nessa seara, destacam-se os títulos verdes, sociais, sustentáveis, uma combinação entre o verde e o social, e vinculados à sustentabilidade: Green, social, sustainability e sustainability-linked Bonds.

Os títulos verdes, sociais e sustentáveis são instrumentos de dívida emitidos por empresas, governos e entidades multilaterais, negociados nos mercados de capitais com a finalidade de atrair recursos para projetos que tenham como propósito um impacto socioambiental positivo. Já os sustainability-linked bonds (SLB) são instrumentos de dívida que tem como meta final fazer com o que emissor alcance as metas ESG, que são calibradas a partir de indicadores de desempenho (KPIs). Nesse cenário, o Brasil desponta como um destino de especial interesse para investimentos financeiros em títulos temáticos.

16/07/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui