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Notícias

Ruídos podem provocar acidentes auditivos nas indústrias do agro

Por redação 12/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Ruídos podem provocar acidentes auditivos nas indústrias do agroMSA Brasil realiza webinar para discutir pontos fundamentais que devem ser seguidos por agroindústrias para que os riscos de acidentes sejam minimizados

Quando pensamos no agronegócio como em grandes frigoríficos, os primeiros tipos de acidentes que vêm à mente são com equipamentos cortantes, como facas e serras, ou então lesões por movimentos repetitivos (LER). Porém, um grande risco para a saúde do trabalhador é a exposição sem cuidados com ruídos, que podem, caso não haja um protocolo de segurança, levar à surdez.

Normalmente, em um frigorífico de médio e grande porte, ou mesmo em uma indústria de laticínios, as grandes máquinas responsáveis pelos processos geram ruídos que, caso não sejam devidamente tratados, certamente causarão danos à audição dos funcionários.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), apresentados ao final de 2020, mais de 5% da população mundial sofre perda auditiva incapacitante, e projeta-se que em 2050 mais de 900 milhões de pessoas podem desenvolver surdez. Em relação ao Brasil, a Sociedade Brasileira de Otologia (SOB) mostra que entre 30% e 35% dos casos de perda auditiva ocorrem por exposição excessiva a ruídos constantes, sendo grande parte em ambientes de trabalho.

Por esta razão, o investimento em protocolos de segurança e equipamentos para proteção auricular em ambiente de trabalho são peças-chave para que o risco de dano auditivo chegue próximo a zero. Eric Souza, gerente de Produtos para Proteção Auditiva da MSA Brasil, explica que o primeiro passo é sempre seguir à risca as normas vigentes.

“A Norma Regulamentadora número 15 (NR-15) é extremamente clara quanto ao tempo de exposição tolerável de acordo com a quantidade de decibéis dB(A) no ambiente: caso a exposição seja de até 85 dB, a jornada máxima de trabalho é de 8 horas. Para o caso, por exemplo, de uma exposição a 115 dB, a tolerância cai para 7 minutos”, explica Souza.

A Norma NR-36, que estabelece os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, também prevê medidas de segurança para os trabalhadores expostos a ruídos. A regulamentação indica aos que estão sob condições de trabalho com níveis de ruído excessivo, o uso de equipamentos de proteção.

Por isso o investimento na segurança auditiva em uma planta industrial deve ser verticalizado não apenas na aquisição dos equipamentos de EPI (equipamento de proteção individual) condizentes com a situação, mas também com uma série de protocolos que devem ser seguidos.

O tema é o assunto do webinar “Melhores Práticas em Proteção Auditiva e Dicas para um PCA Completo”, que será realizado pela MSA Safety no dia 20 de julho, às 14 horas. Uma das pautas do evento será a discussão sobre a implantação nas indústrias de um Programa de Conservação Auditiva (PCA), um protocolo com todas as boas práticas para a proteção auditiva. Segundo Eric Souza, esse tipo de procedimento é fundamental para que exista segurança dos dois lados.

Com o PCA, cria-se uma operacionalização para a periodicidade de exames auditivos nos funcionários, aferição de ruído por área da planta industrial, tempo de vida útil e troca de equipamentos de proteção, adequação do tipo de equipamento em relação à quantidade e tipo de ruído, tipos de testes para medição de ruído, ou seja, um checklist completo e documentado que traz segurança aos empregados e, também, à empresa.

“Com o PCA a indústria fica, respaldada legalmente, pois este documento serve como base de avaliação sobre os procedimentos adotados, por exemplo, caso um funcionário acione a empresa judicialmente alegando que sofreu perda auditiva por conta do ambiente de trabalho”, explica Souza. Ele complementa que, além disso, cria-se uma operacionalização para a periodicidade de exames auditivos nos funcionários, aferição de ruído por área da planta industrial, tempo de vida útil e troca de equipamentos de proteção, adequação do tipo de equipamento em relação à quantidade e tipo de ruído e tipos de testes para medição de ruído. Ou seja, um checklist completo e documentado que traz segurança aos empregados e, também, à empresa.

O webinar contará com os dois maiores especialistas em proteção auditiva no Brasil. O engenheiro Rafael Gerges, do LAEPI, renomado laboratório certificado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), falará sobre os extensos testes realizados em protetores auditivos em laboratório e que garantem um produto seguro e de acordo com as leis vigentes.

O segundo palestrante será o engenheiro Raul Casanova Junior, diretor executivo da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho), Abraseg, e superintendente do Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual da Associação Brasileira de Norma Técnicas – ABNT/CB-32. Ele falará sobre o cenário de acidentes auditivos no Brasil e o trabalho desenvolvido pela Animaseg para disseminar as boas práticas de segurança.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas em: www.sympla.com.br/melhores-praticas-em-protecao-auditiva-e-dicas-para-um-pca-completo__1259351

Serviço:

Melhores Práticas em Proteção Auditiva e Dicas para um PCA Completo

20 de Julho às 14 horas

Fonte: MSA Brasil
12/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Associação Rural de Bagé realiza simpósio de soja

Por redação 12/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Associação Rural de Bagé realiza simpósio de sojaEvento é virtual e debate temas importantes para os produtores

A expectativa de produção de soja no Brasil, na safra 2021/22 é em torno de 134 milhões de toneladas, que serão colhidas de uma área de 19 milhões de hectares. No Rio Grande do Sul a colheita girou em torno de 22 milhões de toneladas em cerca de 6 milhões de hectares. Mas é preciso ressaltar que dentro deste número estão os 800 mil hectares plantados na região da Campanha e fronteira oeste do Estado, um número expressivo para quem há 10 anos, pouco lidava com esta cultura.

Para falar de temas importantes relativo à soja, a Associação e Sindicato Rural de Bagé promovem nos dias 28 e 29 de julho 2021, o 8º Simpósio Produção de Soja na Região da Campanha. O evento é totalmente online e gratuito e vai debater temas como Sistemas de Manejo e Evolução da Produtividade, Economia e Agronegócio, Desafios e Estratégias no controle de plantas daninhas e Sistema agrícola produtivo.

“Em muitas propriedades destas regiões, tradicionais produtoras de arroz e pecuária a soja “quebrou” com este binômio produtivo e trouxe mais uma oportunidade de renda, mas também, o desafio de aprender a lidar com esta nova cultura”, afirma o presidente da Rural de Bagé, Geraldo Brossard. Por isto, segundo ele, é importante a realização de encontros como estes porque propiciam ao produtor aprendizado e trocas de experiências com aqueles que já trabalham com a soja, há muitos anos.

Brossard diz que as inscrições já estão abertas e podem ser feitas através deste link: http://www.ruraldebage.com.br/simposiodasoja Segundo ele, no ano passado, que também foi virtual, o evento teve mais de 1500 participantes, ao longo dos dois dias. “Isto mostra o quanto a cultura da soja atrai interessados para troca de conhecimentos”, finaliza o dirigente.

Fonte: Associação e Sindicato Rural de Bagé
12/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Pesquisa confere produção de etanol e açúcar em MG

Por redação 12/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Pesquisa confere produção de etanol e açúcar em MGAs visitas técnicas neste período abrangem especificamente as empresas do setor de produção de etanol e/ou açúcar. Serão ao todo 28 empresas pesquisadas

Entre os dias 5 e 17 de julho, técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estarão em campo para realizar pesquisa de acompanhamento e ajudar a compor o 2° Levantamento da Safra de Cana-de-Açúcar 2021/2022.

Na ação, a equipe verificará junto às usinas e destilarias o mix de produção, a produção de etanol e de açúcar. Dentre as variáveis de pesquisa, estão área, produtividade, precipitação, doenças/pragas e fatores climáticos. As visitas técnicas neste período abrangem especificamente as empresas do setor que produzem etanol e/ou açúcar. Serão ao todo 28 empresas pesquisadas. Os contatos serão efetuados presencialmente com envio prévio de questionários.

No último levantamento, os técnicos identificaram na apuração dos dados estatísticos o predomínio no início da chamada safra do mix, na ocasião voltada para a produção de açúcar.

A avaliação atual verificará as alterações no mix, já que há uma redução do volume de precipitação devido à estiagem.

Fonte: Conab
12/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Cursos do Senar recebem inscrições até 16 de julho

Por redação 12/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Cursos do Senar recebem inscrições até 16 de julhoCandidatos interessados em concorrer podem escolher entre formação técnica a distância nas áreas de agronegócio ou em fruticultura

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) está com inscrições abertas até o dia 16 de julho para o processo seletivo dos cursos técnicos gratuitos e a distância em Agronegócio e Fruticultura.

Os interessados em concorrer a uma das 1920 vagas precisam ter concluído o ensino médio. O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site http://etec.senar.org.br/processo-seletivo/

Para o curso Técnico em Agronegócio são disponibilizadas 1.185 vagas, em 44 polos de apoio presencial do Senar nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Pernambuco.

O Senar já formou mais de 5 mil técnicos em agronegócio em todo o Brasil que estão auxiliando os produtores de alimentos brasileiros em suas atividades no gerenciamento da propriedade rural.

Já o Curso Técnico em Fruticultura oferece 735 vagas distribuídas em 27 polos de ensino nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins.

As vagas são prioritárias para o público rural. Os dois cursos são reconhecidos pelo Ministério da Educação, com diploma válido nacionalmente.

Se você ficou interessado em saber se esse curso é pra você, acesse os links abaixo e conheça as vantagens de ser um estudante formado pelo Senar:

http://etec.senar.org.br/curso/curso-tecnico-em-agronegocio/perfil-do-profissional/

http://etec.senar.org.br/curso/curso-tecnico-em-fruticultura/perfil-do-profissional/

12/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Syngenta anuncia compra da distribuidora de insumos Dipagro

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Syngenta anuncia compra da distribuidora de insumos DipagroA consumação da transação está sujeita à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE)

A Syngenta Proteção de Cultivos anunciou hoje a assinatura do contrato para aquisição da Dipagro, empresa distribuidora de insumos agrícolas no estado do Mato Grosso. Esse movimento vai assegurar aos agricultores mais acesso às tecnologias e serviços da Syngenta em uma região de importante crescimento da agricultura.

“A Dipagro tem uma sólida história de sucesso construída ao longo dos últimos 14 anos e é reconhecida por sua excelente gestão e ampla base de clientes fiéis”, afirma Juan Pablo Llobet, Diretor Regional da Syngenta Proteção de Cultivos na América Latina e no Brasil.

“Temos muito orgulho, e valorizamos imensamente nossa relação com nossos atuais parceiros de distribuição, que nos garantem uma rede forte no Brasil para que o portfólio de produtos e serviços da Syngenta chegue aos produtores rurais. Nosso compromisso com nossos atuais parceiros continua, em apoio ao sucesso dos agricultores brasileiros, que se deparam com desafios cada vez mais complexos no campo. Acreditamos que a Dipagro será uma excelente adição à nossa rede”, Llobet complementa.

A consumação da transação está sujeita à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Os valores envolvidos na negociação não serão divulgados.

08/07/2021 0 Comentários
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Safra de soja 20/21 registrou 376 focos de ferrugem asiática

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Safra de soja 20/21 registrou 376 focos de ferrugem asiáticaVolume de casos superou montante de 213 da temporada anterior

A Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, nesta quarta-feira (07), para discutir, entre outros temas, o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, atualizado pela Portaria nº 306/2021, do Ministério da Agricultura.

O objetivo do programa é fortalecer o sistema de produção da soja, unindo ações estratégicas de defesa sanitária vegetal com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da doença.

Com a portaria, fica estabelecido o calendário de semeadura da soja como medida fitossanitária complementar para racionalização do número de aplicações de fungicida e redução dos riscos de desenvolvimento de resistência do fungo às moléculas químicas utilizadas para o controle da doença.

Cada estado pode encaminhar as propostas de revisão do calendário atual de semeadura, relativo à safra 2021/2022, até o dia 31 de julho de 2021.

“Todo mundo tem que controlar a ferrugem asiática. É uma medida que compromete uma parte do custo de produção do produtor. Mas se deixar sem controle, provavelmente haverá perdas de safra, como aconteceu em 2005”, disse o presidente da Comissão, Ricardo Arioli.

De acordo com o levantamento do Consórcio Antiferrugem, na safra 2020/2021 foram registrados 376 focos de Ferrugem Asiática no Brasil, ante 213 no período 2019/2020.

Durante a reunião, os integrantes da Comissão também debateram o andamento das discussões sobre a regulamentação de uso de herbicidas relacionados aos novos eventos transgênicos de soja com resistência a Dicamba e 2,4D.

Fonte: Datagro
08/07/2021 0 Comentários
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Safra paulista de trigo deve ultrapassar 400 mil toneladas em 2025
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Os riscos da crise hídrica para agricultura em SP

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Os riscos da crise hídrica para agricultura em SPFalta de chuvas acarretará em consequências negativas para economia e alimentação, diz entidade

A crise hídrica, que se agrava em todo o País, é motivo de grande preocupação para os produtores rurais paulistas. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) avalia que, caso medidas não sejam tomadas, haverá impactos negativos na economia e no segmento rural, com a possibilidade de quebra de safras e alta no preço de alimentos.

“O avanço da crise hídrica e o aumento na conta de energia acenderam novo alerta para os agricultores paulistas”, destaca Fábio de Salles Meirelles, presidente da Faesp. “É preciso que as autoridades municipais, estaduais e federal atuem no sentido de fazer frente a esses fenômenos climáticos”, completa.

O agronegócio oferece relevante sustentação ao PIB e à balança comercial e garante o abastecimento da população sem interrupções, mesmo com tantos desafios, como a não regularidade das chuvas, a reposição dos vários corpos d’água e o aumento do custo da energia. “Em 2020, fomos responsáveis por um volume bruto de produção de R$ 1,98 trilhão”, revela Meirelles.

Na parte elétrica, o recente reajuste nos valores das bandeiras tarifárias vai provocar o encarecimento da energia elétrica. Nesse sentido, o reajuste para a bandeira vermelha – patamar 2 passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos, um aumento de 52%. “Os reajustes batem na cadeia produtiva e se estendem ao consumidor, que é quem compra carne no açougue e o arroz e feijão no mercado, e fica com a conta final. A crise hídrica deve ser observada com atenção pelas autoridades e medidas deverão ser tomadas, como a revisão das altas taxas de energia, por exemplo, para não causar o encarecimento dos alimentos”, explica Meirelles. “Também não desejamos que se imponham medidas restritivas à irrigação, pois isso traria grande impacto na produção de hortaliças”.

Além dos aumentos nas contas de luz, a crise hídrica faz redobrar a atenção com o uso múltiplo da água, principalmente nos reservatórios das Usinas Hidrelétricas (UHE), cuja a queda do seu volume útil pode provocar falta de abastecimento de água para a população; paralização na produção da aquicultura; interrupção ou diminuição nos volumes outorgados para a irrigação; restrições na navegação fluvial; e queda nas atividades ligadas ao lazer e turismo nos municípios onde se situam essas UHE.

Inteligência no campo

Na contracorrente da pandemia, o campo mantém o ritmo de modernização e busca superar os obstáculos do novo normal. “A inclusão digital é muito importante para o agricultor durante a pandemia”, diz o presidente da Faesp. “Por isso, estamos nos modernizando, discutindo métodos de irrigação e ampliando a utilização de energia fotovoltaica. Defendemos o uso consciente e responsável da água e da energia, a fim de otimizar as operações agrícolas e melhor aproveitar cada cultura”, comenta.

A Faesp promove as boas práticas do uso da água e vem realizando esforços para tornar a tecnologia mais acessível aos produtores paulistas. Nesse sentido, desenvolve comunicação assertiva com os sindicatos rurais, de modo a aperfeiçoar as atividades de irrigação, além de outras práticas, visando garantir maior produtividade agropecuarista.

Segundo a Faesp, com a irrigação inteligente com tubulações subterrâneas é possível aplicar água e nutrientes diretamente à raiz da planta, oferecendo maiores benefícios para o seu cultivo e acelerando o ciclo produtivo em até 40% em relação ao sequeiro, conforme estudos e experimentos no campo. Hoje com os recursos da informática, os processos podem ser automatizados e fornecem a possiblidade do gerenciamento de todos os detalhes da irrigação e da nutrirrigação de maneira prática, moderna e eficaz. Isto contribui para melhor aproveitamento dos recursos hídricos e fertilizantes, evitando desperdícios.

A tecnologia está aí para contribuir para uma agricultura mais eficiente e com custos menores, inclusive com fontes alternativas de geração de energia, como o uso da biomassa, eólicas e solar ou fotovoltaica, que passam a ser uma alternativa a mais para o produtor rural, com a vantagem de ser renovável e sustentável. Segundo dados de 2020 da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor rural responde por 13,2% da potência instalada no Brasil e os investimentos nas propriedades passam de R$ 1,7 bilhão.

De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em 2020 a capacidade instalada de geração de energia elétrica foi de 174,7 GW, sendo que a Solar, Biomassa e a Usinas Eólicas, representaram 21% desse total.

Fonte: Datagro
08/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Plataforma leva tecnologia a pequenos e médios produtores

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Plataforma leva tecnologia a pequenos e médios produtoresAgtech disponibiliza ao mercado sua ferramenta que se destaca por ter facilidade em se adaptar às mais variadas culturas em diversas regiões

Em rotina sempre agitada, os produtores precisam se desdobrar para conseguirem acompanhar os movimentos de uma agricultura cada vez mais dinâmica. Para nada passar despercebido, é preciso ferramentas que entreguem soluções e orientações mais intuitivas para auxiliá-los nas decisões do dia a dia. Com esse objetivo, a agtech Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, disponibiliza ao mercado brasileiro e também demais países da América Latina sua ferramenta que se destaca por ter facilidade em se adaptar às mais variadas culturas em diversas regiões.

O app é um sistema para a agricultura inteligente, que permite realizar monitoramentos em campo com diversos focos, desde pragas, doenças e daninhas até vistorias e laudos técnicos, incluindo fotos, vídeos e áudios, de forma georreferenciada. A solução analisa ainda as informações e é possível gerar ordens de serviço, tornando assim digital e interativo o manejo fitossanitário.

No Brasil, a ferramenta tem sido utilizada em larga escala principalmente nas safras de soja, milho e trigo. Entretanto, em outros países a solução também apresenta grande desempenho. Na Colômbia, por exemplo, onde a empresa também tem equipe específica atuando, é realizado o monitoramento em culturas como arroz e batata.

Segundo Mauricio Varela, co-founder e country manager Brasil e América Latina da Sima no País, a estratégia foi firmar parcerias com importantes entidades e federações locais, como por exemplo, a Federarroz colombiana. “Nosso foco principal tem sido os pequenos produtores para que assim possamos disponibilizar a eles o acesso a tecnologias que não teriam sozinhos”, diz.

Ao tornar suas soluções altamente tecnologias acessíveis a esses produtores, que em sua maioria são agricultores familiares, automaticamente eles passam a compor com um grande banco de dados com informações e histórico de suas lavouras tornando o manejo mais assertivo. O outro ganho direto, é que abastecido desses dados, estes produtores têm informações precisas para passar a instituições financeiras, o que pode facilitar a obtenção de crédito e financiamento junto as mesmas. “Utilizando nosso app, as fazendas terão uma avaliação de risco mais segura. Temos forte parceria com agentes financiadores que nos ajudam a criar esse grande banco de dados, mas principalmente a terem segurança quanto à produção do agricultor”, acrescenta.

Atuação expandida

Além do Brasil e Colômbia, a agtech também tem crescido de forma consistente em outros países da América Latina, como é o caso da Argentina, por exemplo, seu país de origem onde a empresa já é responsável por monitorar mais de 10% de toda a área produtiva local. Entre as diversas culturas locais, a tecnologia está sendo utilizada também no monitoramento de lavouras de uvas. “Também temos um trabalho e atuação forte junto aos produtores uruguaios. É importante salientar que em todos estes países temos equipes locais treinadas em atuação à disposição dos produtores”, destaca o executivo.

Mais recentemente, a Sima também tem expandido atuação na Venezuela, com auxílio de um parceiro local com grande conhecimento deste mercado. Segundo Varela, apesar dos problemas políticos e financeiros que ocorrem no país há grande potencial, não somente no cultivo de soja, mas também em outras culturas. “Este é um mercado que apostamos e certamente aos poucos, conhecendo melhor suas particularidades, vamos ampliar nossa atuação por lá”, ressalta.

Próximos passos

A agtech também tem tido grande atuação na digitalização do campo, além do monitoramento e coleta de dados na lavoura, a empresa também se dedica a gestão de equipes em campo, e principalmente em áreas de pesquisas. “Hoje o Brasil é referência na condução e realização de campos de pesquisas, sempre com foco na agricultura cada vez mais sustentável e produtiva”, diz Rafael Malacco, gerente de desenvolvimento de mercado.

O próximo passo da empresa no Brasil é fazer algo semelhante ao que faz com demais países vizinhos, ou seja, buscar parceria com associações e federações locais para disponibilizar aos pequenos agricultores, muitas vezes, esquecidos, o acesso à mais alta tecnologia. “Agricultura familiar brasileira tem muita importância na produção de alimentos. Por isso, por meio da nossa plataforma, pretendemos que esta classe possa produzir mais, com segurança e principalmente com acesso ao crédito dando perpetuidade a atividade”, finaliza Malacco.

Fonte: Sima
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Notícias

CNA, entidades e Caixa discutem recursos para o agro

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - CNA, entidades e Caixa discutem recursos para o agroCaixa Econômica Federal (CEF) ofertará R$ 35 bilhões, dos quais R$ 28 bilhões com recursos próprios e R$ 7 bilhões em recursos equalizados pelo governo federal

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, participou, nesta quarta (7), de reunião com entidades do agronegócio de todo o país e o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães. O encontro foi coordenado pelo presidente da Sociedade Nacional da Agricultura (SNA), Antônio Alvarenga.

O objetivo da reunião foi discutir propostas de financiamento para o setor. Guimarães também ouviu as demandas dos representantes das entidades setoriais e produtores sobre questões ligadas ao crédito rural. Os participantes também levantaram pontos como equalização e linhas de crédito específicas.

Segundo o presidente da CNA, a entrada da Caixa na atividade rural, oferecendo linhas de financiamento com recursos próprios, foi benéfica para o setor agropecuário. No entanto, Martins ressaltou a necessidade de ter menos burocracia para pequenos e médios produtores, principalmente, terem acesso aos recursos.

Por sua vez, o dirigente do banco falou sua intenção da CEF em ampliar sua participação no agro e relatou ações do banco relacionadas ao segmento. A CEF passou a fazer parte do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) neste ano e o presidente da instituição revelou que pretende priorizar os pequenos (Pronaf) e médios (Pronamp) produtores e cooperativas.

Ele também informou que a Caixa também quer disponibilizar mais recursos também para a irrigação, armazenagem e agricultura de baixo carbono (ABC), além de passar a operar recursos dos fundos constitucionais. Disse, ainda, que serão abertas 80 agências bancárias para o agronegócio, das 250 que serão inauguradas futuramente. A primeira foi inaugurada no último sábado (3), em Dourados (MS).

Para a safra 2021/2022, a Caixa ofertará R$ 35 bilhões, dos quais R$ 28 bilhões com recursos próprios e R$ 7 bilhões em recursos equalizados pelo governo federal.

Fonte: CNA
08/07/2021 0 Comentários
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Recuperação de pastagens pode expandir pecuária

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

acidentes auditivos nas indústrias do agro - Recuperação de pastagens pode expandir pecuáriaEstudo de pesquisadores brasileiros publicado na revista científica Royal Society Open Science mostra como investimentos já conhecidos podem recuperar pastagens degradadas e contribuir com a expansão agrícola

Recuperar pastagens degradadas é a principal estratégia para expansão da atividade pecuária brasileira em uma retomada verde da economia. Se isso for feito utilizando práticas de intensificação já adotadas por boa parte dos produtores, o país poderá incorporar o equivalente a 1,5 vezes o rebanho bovino do Uruguai sem precisar abrir novas áreas para pastagens. Essa é a principal conclusão da análise feita por pesquisadores brasileiros e publicada hoje na revista científica Royal Society Open Science. A pecuária bovina é responsável por 25% do PIB agropecuário brasileiro com regiões altamente produtivas, mas sistemas extensivos e de baixa tecnologia ainda fazem com que o setor não alcance toda a sua potencial eficiência. O trabalho mostra que a recuperação de pastagens degradadas reconhecidas e declaradas no Censo Agropecuário – e que somam 12 milhões de hectares – poderia gerar uma capacidade suporte adicional de 17,7 milhões de cabeças de gado.

De acordo com o estudo “Pastagens degradadas no Brasil: melhorando a produção pecuária e a restauração florestal”, em um cenário de alocação estratégica de pastagens degradadas e nativas, em que as regras do Código Florestal são cumpridas, as pastagens nativas utilizadas atualmente na pecuária poderiam ser destinadas à regeneração natural para cobrir o déficit de Áreas de Preservação Permanente Reservas Legais e, se insuficientes, poderiam ser complementadas por restauração florestal nas pastagens degradadas.

Com a cobertura desses déficits, as pastagens degradadas excedentes poderiam então ser destinadas à recuperação para produção pecuária. Nesse caso, seria possível adicionar uma capacidade suporte de 9 milhões de cabeças (ou 4,9% do rebanho bovino atual) e ainda garantir 12,7 milhões de hectares para restauração, o que seria mais do que suficiente para cobrir as metas brasileiras de restauração assumidas no Acordo de Paris.

Entre as principais medidas para chegar a esses resultados, estão: (1) fortalecer o Plano ABC, realocando recursos hoje destinados a pastagens, mas que não condicionam a aplicação em manejo adequado; (2) priorizar a aplicação desses recursos em regiões com alto potencial produtivo, mas alta concentração de pastagens degradadas e desmatamento; (3) fomentar Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), cuja presença no campo é positivamente correlacionada com o aumento de eficiência pecuária e, (4) adequar as práticas produtivas às exigências crescentes dos mercados doméstico e internacional de zerar o desmatamento, cumprir as leis ambientais, fiscais e trabalhistas, e não tolerar relaxamento nos cuidados com bem estar animal.

Diferentemente de estudos anteriores, que utilizam o potencial de aumento do rebanho baseado na capacidade biofísica das pastagens (o grau máximo de intensificação) e desconsideram restrições orçamentárias, os cenários deste estudo foram realizados com base nas boas práticas regionais de taxa de lotação de pastagens e investimentos já existentes.

“Isso mostra que os produtores e o setor teriam um grande salto de produção e de comprometimento ambiental a partir de ações conhecidas, portanto factíveis no curto prazo, sem necessidade de aportes muito maiores de recursos financeiros”, ressaltam os autores Rafael Barbieri, Economista Sênior do WRI Brasil, e José Gustavo Feres, coordenador-geral de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura do IPEA. “A recuperação e restauração de pastagens degradadas é uma estratégia ganha-ganha que pode impulsionar a pecuária e evitar o desmatamento no Brasil, e tem que ser a prioridade estratégica do setor de agronegócio.”, completam.

08/07/2021 0 Comentários
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