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Notícias

ZF acelera validação e homologação de tecnologias

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - ZF acelera validação e homologação de tecnologias

Conjunto de tecnologias ADAS.ai de Dados e Inteligência Artificial reduz significativamente os custos e a velocidade de comercialização dos sistemas ADAS

O Grupo ZF está apresentando um novo conjunto escalonável de serviços baseados em dados e Inteligência Artificial (IA) para Engenharia Virtual de tecnologias avançadas de assistência ao motorista – ADAS e Validação Digital, denominado ADAS.ai. O conjunto ADAS.ai suporta montadoras na aceleração do desenvolvimento de sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) para carros de passeio e veículos comerciais. O ZF ADAS.ai pode ser aplicado a sistemas ADAS desenvolvidos pela ZF, bem como por outros fornecedores Tier I.

O ADAS.ai é baseado em duas inovações: a primeira é um conjunto de dados sincronizados multissensor de super alta resolução coletados por meio da condução de todos os cenários e quilometragem necessários para validar um sistema Nível 2+ ADAS globalmente. O segundo ponto é a tecnologia de Inteligência Artificial proprietária desenvolvida com a empresa Cognata em Rehovot, Israel, que transforma o conjunto de dados de super alta resolução em entradas de sensor “conforme vistos” por novos sensores em novas aplicações de veículos.

Cenários Nível 2+ baseados em condução no mundo real

O ADAS.ai é baseado em nuvem e oferece vantagens significativas de custo e qualidade em comparação à engenharia tradicional e validação com base em unidades de teste físicas e tecnologia de simulação existentes. Cenários Nível 2+ completos baseados em dados derivados de condução do mundo real são injetados em vários pontos nas fases de engenharia e validação, tanto no modo “virtual” como “sensor completo”, fornecendo considerável aceleração e eficiência dos processos de engenharia e validação.

“Usamos dados do mundo real em uma abordagem de ponta a ponta porque sabemos pelo que nossos clientes e organizações regulatórias buscam”, afirma Christophe Marnat, vice-presidente executivo da Divisão de Eletrônicos e Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista. “Com a nossa abordagem, uma montadora não precisa de uma legião de motoristas de teste, nem milhões para projetar e validar com confiança. Unimos o mundo real e o virtual porque usamos dados reais para conduzir as duas modalidades.”

Ele acrescenta: “a visão da ZF é habilitar engenharia virtual de ADAS completa para ADAS de todos os fornecedores Tier I, pois as montadoras querem que os atributos de tecnologias ADAS sejam como nos testes de colisão – totalmente validados digitalmente antes que o primeiro prot&oac ute;tipo seja construído, e a ZF tem a tecnologia para fazer isso acontecer.” O pacote de validação e engenharia digital ADAS da ZF pode reduzir o tempo e o custo em até 20%.

ZF e Cognata trazem mundos real e virtual juntos

O ADAS.ai da ZF integra algoritmos exclusivos da Cognata, líder na aplicação de IA para AD e ADAS. “A IA do Cognata permite que o pacote de validação da ZF transfira dados reais de condução para todos os veículos existentes e novos com tecnologia ADAS até o Nível 2+ e os valide no espaço virtual. Chamamos isso de transformação ‘real para real’”, explica Danny Atsmon, CEO da Cognata.

Como maior fabricante mundial de câmeras frontais, a ZF tem vasta experiência em tecnologia de hardware e software ADAS e validação específica de montadoras, bem como no desenvolvimento da documentação necessária para cumprir as regulamentações internacionais. Essa experiência e competência combinadas com capacidade de back-end total e inteligência artificial avançada criam um processo eficiente e rápido que mudará a forma como os sistemas ADAS são lançados no mercado.

“Nossa prioridade é a segurança e a confiabilidade da tecnologia ADAS de hoje e do futuro, e nosso conjunto de engenharia e validação reflete isso porque sua base não é fundamentada em simulação, mas sim em dados de condução do mundo real coletados de centenas de milhares de quilômetros rodados em todo o mundo. A ZF entende o que é necessário para colocar um sistema ADAS em veículos na estrada”, diz Marnat.

Fonte: ZF
08/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Conab reduz estimativa da safra de grãos para 260,8 milhões de toneladas

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Conab reduz estimativa da safra de grãos para 260,8 milhões de toneladasEstimava do 10º levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é menor do que a previsão anterior, de  262,13 milhões de toneladas

O plantio tardio de milho segunda safra trouxe impacto para o desenvolvimento das lavouras. Com a semeadura sendo realizada fora da janela ideal, o grão ficou mais vulnerável às condições climáticas registradas no período. O clima adverso em algumas regiões produtoras influenciou de maneira negativa na produtividade estimada do cereal, e a colheita da segunda safra do grão deve chegar a 66,97 milhões de toneladas, queda de 10,8% se comparada com o período anterior. Com isso, a nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a colheita de grãos na safra 2020/2021 é de 260,8 milhões de toneladas. Os dados estão no 10º levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (08).

Com a atualização, a produtividade do milho 2ª safra pode chegar a 4.502 quilos colhidos por hectare na atual safra – queda de 17,5% em relação à 2019/2020. Já a área plantada do cereal no período registra aumento de aproximadamente 8,1%, chegando a 14,88 milhões de hectares. Mesmo com os problemas enfrentados, a estimativa de produção total do cereal é superior a 93 milhões de toneladas, uma vez que na 1ª safra a colheita ficou em torno de 24,9 milhões de toneladas e para a 3ª é esperada uma produção de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas.

A soja, por sua vez, tem um acréscimo na produção estimado em 11,1 milhões de toneladas para esta safra. Com a colheita encerrada, a oleaginosa atinge um novo recorde de 135,9 milhões de toneladas colhidas, mantendo o Brasil como maior produtor da cultura no mundo.

No caso do arroz a produção estimada está em 11,8 milhões de toneladas, aumento de 5,2% frente ao volume produzido na safra anterior. Deste total, cerca de 92% do produto provêm de cultivos irrigados, enquanto que os 8% restantes têm origem em plantios de sequeiro. Já o feijão, a colheita total deve se manter próxima a 3 milhões de toneladas

Mercado

De acordo com o levantamento da Conab, as exportações de algodão no segundo semestre de 2021 devem atingir patamares menores do que no ano passado. Esta redução se deve à combinação de uma menor produção na atual safra e de um maior consumo das indústrias nacionais. Neste cenário, a tendência é de recuperação de 16% nos estoques finais da fibra em relação ao volume divulgado no balanço do mês passado.

Quanto ao milho, a Conab mantém inalterada suas projeções de importação em 2,3 milhões de toneladas e de exportação em 29,5 milhões de toneladas. No caso da soja, em 2021, é esperado que o país bata recorde de volume exportado, finalizando o ano com cerca de 86,69 milhões de toneladas (4,5% a mais que no ano anterior). Nos seis primeiros meses deste ano, os embarques da oleaginosa somaram 57,56 milhões de toneladas.

Para o trigo é esperado um estoque de passagem para a safra 2021/22 em níveis confortáveis, com volume próximo a 1,8 milhão de toneladas. Por fim, para o arroz as exportações em junho foram 19% menores que as ocorridas no mesmo período do ano passado. A queda é ainda maior quando se considera o acumulado do primeiro semestre, chegando a uma redução de 50% no volume exportado.

Para mais detalhes sobre a produção de grãos no país, acesse a íntegra do Boletim do 10º Levantamento – Safra 2020/21.

Fonte: Conab
08/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Supercampo é tema de painel na Digital Agro Virtual

Por redação 08/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Supercampo é tema de painel na Digital Agro VirtualEvento, pela primeira vez em formato online, discute tecnologia, inovação, sustentabilidade e gestão no agronegócio

O comércio online já é uma realidade também no agronegócio. Um estudo recente realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com 504 produtores rurais mostra que 40% dos agricultores realizam algum tipo de transação comercial por meios digitais.

Pensando em atender à essa demanda e no crescimento do on-line, nasceu em 2020 a plataforma digital Supercampo, união de 12 cooperativas do Brasil com mais 80 mil cooperados. A solução visa fornecer preços competitivos em itens de lojistas selecionados, além de conveniência e créditos para futuras compras (cashback). Atualmente, estão disponíveis no catálogo de mais de 29 mil produtos.

“A Supercampo é uma plataforma de compras on-line onde os cooperados podem encontrar itens agrícolas e agropecuários com preços diferenciados e que muitas vezes não estão disponíveis na sua cidade ou região. Somos um ecossistema cooperativista digital que conecta as principais oportunidades do mercado com as demandas do agronegócio. A plataforma está em constante evolução e todos os dias temos novos lojistas parceiros interessados em participar, aumentando as ofertas de produtos para melhor atender a demanda dos nossos cooperados”, destaca Ronald Eikelenboom, Diretor de Operação da Supercampo.

No dia 15/07 (quinta-feira) à tarde, a Supercampo será tema de painel da 4ª edição da Digital Agro. O evento promove discussões sobre temas que visam ampliar a capacidade produtiva da agropecuária de maneira sustentável e tecnológica. A quarta edição acontecerá entre os dias 12 (abertura oficial) e 15 de julho e poderá ser conferida em https://evento.digitalagro.com.br/. A organização da Digital Agro é da Frísia Cooperativa Agroindustrial com curadoria técnica da Fundação ABC e apoio do Governo do Paraná.

Serviço:

Digital Agro Virtual 2021

Quando: 12 a 15 de julho

Horário (Brasília): 19h (dia 12)

10h ao 12h / 15h às 17h (dias 13 a 15)

Local: evento.digitalagro.com.br

Entrada: R$ 150 (inteira) / R$ 75 (meia)

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Notícias

Projeto de lei pode aumentar carga de impostos no agro

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Projeto de lei pode aumentar carga de impostos no agro

Proposta de reforma apresentada pelo governo preocupa membros do colegiado de parlamentares do agro

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou, nesta terça-feira (06), durante reunião de diretoria, que o projeto de lei (PL 2337/2021), referente a segunda etapa da reforma tributária, pode aumentar a carga de impostos no agronegócio e elevar o custo de produção no campo.

“O nosso setor já paga muitos impostos, precisamos discutir internamente e também ouvir a Receita Federal e o governo como um todo. Não podemos permitir o aumento da carga tributária no setor agropecuário,” disse.

A proposta, em debate na Câmara dos Deputados, altera o Imposto de Renda sobre pessoas físicas e jurídicas e tributa a distribuição de lucros e dividendos. Segundo o parlamentar, caso o texto seja aprovado como está, toda a cadeia pode ser impactada e o setor poderá perder competitividade no mercado. “Vamos apresentar ao governo os impactos que a proposta pode gerar no setor produtivo. Da forma como está, a proposta desincentiva investimentos, diminui empregos e a geração de renda no país,” explica.

Entre outras medidas, a reforma estabelece que os lucros distribuídos passarão a ser tributados em 20%. Também consta no projeto o fim da divisão da tributação de fundos de renda fixa, que tem como objetivo seguir a variação diária das taxas de juros praticadas entre os bancos, que hoje varia de 15% a 22,5%, a depender do prazo para retirada.

FIAgro pode ser afetado

O presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Nilson Leitão, ressaltou que o aumento de imposto para o produtor pode prejudicar os Fundos de Investimentos das Cadeias Agroindustriais (FIAgro). Segundo ele, “a Reforma Tributária deve buscar a simplificação e desburocratização do que existe e não aumentar imposto para o produtor”.

Nilson Leitão explica que o FIAgro foi criado justamente como alternativa ao crédito rural e cita que “o setor produtivo precisa de R$ 750 bilhões para produzir a safra anual e, hoje, só recebe do Plano Safra um terço desse valor – R$ 250 bilhões”. Nilson complementa ao dizer que “o Fundo foi criado não só para o setor ter um rendimento melhor, mas também, buscar recursos de fundos nacionais e internacionais para aquisições de máquinas, armazéns e aumento da produtividade”.

O deputado Neri Geller (PP-MT) reforçou que o setor deve ficar atento à matéria e discutir o tema com o Ministério da Economia. “Somos contra o aumento da carga tributária para o agronegócio, mas as reformas são necessárias. Têm alguns pontos que ainda são divergentes e vamos caminhar com muita cautela para fazer o debate de alto nível com a sociedade civil.”

Membro da FPA, o deputado Evair de Melo (PP/ES) disse que a reforma tributária é necessária e que os parlamentares têm total autonomia para trabalhar e entregar o melhor ao Brasil. “O agro auxiliou o país quando o Brasil mais precisou, fortalecendo a economia e não deixando faltar alimento na mesa dos brasileiros,” finalizou.

Fonte: Datagro
07/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Agenda ambiental é prioridade para o produtor, diz CNA

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Agenda ambiental é prioridade para o produtor, diz CNACorpo técnico da entidade se reuniu com adidos agrícolas de 20 países, dentre os quais da Holanda, Argentina, Canadá, Nova Zelândia, Dinamarca, entre outros

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, nesta terça-feira (06), um encontro com adidos agrícolas que compõem o grupo Diplomatas da Agricultura do Brasil (DAB) para apresentar o trabalho do Sistema CNA/Senar e discutir temas como o uso de tecnologias sustentáveis na produção agropecuária brasileira. O encontro teve a participação de aproximadamente 20 países entre Holanda, Argentina, Canadá, Nova Zelândia, Dinamarca, entre outros.

“Nossa agricultura é nova, estamos nesse cenário há 30 anos, mas nossa participação é extremamente importante no mercado mundial. O mundo sabe que pode encontrar no Brasil a segurança de ter um produto de qualidade”, afirmou o vice-presidente de Relações Internacionais da Confederação, Gedeão Pereira, que abriu o encontro.

O presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente, Muni Lourenço, também participou da abertura e destacou que a pauta ambiental e climática é prioridade para o produtor brasileiro e para a CNA.

“Ao longo dos anos, os produtores investiram e fizeram todos os esforços para aumentar a produtividade em sintonia com a sustentabilidade ambiental. Hoje ocupamos uma posição de destaque na produção de alimentos devido à incorporação de novas tecnologias. Temos clareza que não há contradição entre produzir alimentos e a sustentabilidade ambiental.”

Bruno Lucchi, diretor técnico da CNA, falou do compromisso do produtor rural com o uso da terra a partir da adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono e do cumprimento do Código Florestal. Segundo Lucchi, o produtor brasileiro quer lançar um pacto global em prol da segurança alimentar mundial via produção sustentável de alimentos.

“Precisamos qualificar o debate sobre a agropecuária e mudanças do clima reforçando o papel da ciência na busca por inovação, adaptação e redução de emissões de carbono em torno do processo produtivo”.

O encontro também contou com a apresentação de “cases” das cadeias produtivas da pecuária, grãos e cana-de-açúcar.

O presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne, Caio Penido, falou sobre sua experiência como produtor e os projetos que envolvem a produção sustentável de carne bovina no estado, como o Sistema Eletrônico de Informação da Indústria da Carne (SEIIC) e o Observatório da Carne de Mato Grosso.

Para Ricardo Arioli, presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, o encontro foi uma oportunidade de encurtar o diálogo entre produtores e diplomatas. Ele afirmou que a produção de grãos no país é feita em sistemas produtivos que evitam abertura de novas áreas, como o plantio de segunda safra.

“O Brasil é o maior produtor de soja do mundo, mas em 20 anos produzindo grãos, deixamos de ocupar uma área de 58,4 milhões de hectares com esses sistemas produtivos.”

Já o presidente da Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da CNA, Enio Fernandes, destacou que a estimativa da produção brasileira na safra 2021/2022 é de 628,1 milhões de toneladas.

“Em 10 anos crescemos a área plantada em 1% e a produção em 12%. Quase metade da energia produzida no Brasil é renovável. A gente não discute, mas sim pratica sustentabilidade. Os dados mostram nosso compromisso com a sustentabilidade ambiental.”

Fernandes citou o programa Renovabio e o CBios, que são créditos de descarbonização emitidos por cada tonelada de dióxido de carbono (CO2) evitada na atmosfera.

Os palestrantes também tiraram dúvidas dos diplomatas sobre licenciamento ambiental, regularização fundiária, desmatamento e avanço da fronteira agrícola no Cerrado.

Lígia Dutra, diretora de Relações Internacionais da CNA, conduziu o debate e destacou a importância da aproximação com os adidos agrícolas. “Queríamos apresentar a CNA e mostrar que estamos à disposição para o debate e para possíveis trabalhos conjuntos nesse setor que nos orgulhamos tanto.”

Fonte: CNA
07/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Congresso aeroagrícola ocorre de 20 a 22 de julho

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Congresso aeroagrícola ocorre de 20 a 22 de julhoSeguem as inscrições gratuitas para o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, assim como os preparativos para os debates, palestras e mostra de tecnologias e serviços em plataforma virtual

A duas semanas do maior evento da aviação agrícola no Brasil (e um dos maiores do mundo no setor) a edição web do Congresso da Aviação Agrícola do Brasil faz os últimos ajustes para a programação de 20 a 22 de julho. Este ano, com o mundo ainda sob as restrições da pandemia da Covid-19, o desfile de tecnologias em drones, aviões e equipamentos embarcados será em uma plataforma virtual, assim como os debates sobre cenários, perspectivas de mercado e políticas para o setor. Tudo com inscrições gratuitas, que podem ser feitas no site www.congressoavag.org.br .

Conforme o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola, Thiago Magalhães Silva, mais de mil participantes já garantiram sua inscrição. “O evento é dirigido a um público desde empresários até estudantes, passando por pilotos, técnicos, agrônomos, pesquisadores, produtores rurais ou entusiastas do setor. Mesmo quem quiser apenas conhecer mais sobre a aviação agrícola também pode se inscrever”, destaca o dirigente.

A promoção é do Sindag e do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag) e a semana está sendo de treinamento dos expositores para atendimento nos estandes virtuais e preparação do material a ser apresentado aos visitantes. O Congresso reunirá desde fabricantes do Brasil, Estados Unidos e outras partes do mundo até instituições de ensino, além de pesquisadores e prestadores de serviços em manutenção e outros segmentos. Sem falar nas autoridades governamentais e do agro.

Thiago Magalhães também lembra que o evento deste ano será denso na agenda internacional, já que abrange ainda a programação do XXIX Congresso Mercosul e Latino-Americano de Aviação Agrícola – segundo o revezamento que a cada ano ocorre entre as entidades aeroagrícolas do Brasil, Argentina e Uruguai. Além disso, a programação é comemorativa ao centenário da aviação agrícola no mundo e seus 74 anos no Brasil – antecipando as datas festejadas, respectivamente, em 3 e 19 de agosto.

Ambiente gamificado

As atrações do Congresso AvAg serão ao vivo nos três dias de evento, sempre das 9 às 18 horas. “Por isso, é importante que os participantes reservem essas datas para realmente aproveitarem tudo o que a programação oferece”, explica a coordenadora de eventos do Sindag, Marília Güenter. Ela ressalta que o ambiente virtual funcionará em uma plataforma gamificada.

“O visitante poderá circular não só pelos estandes (cada um com atendimento em tempo real, além de acesso a vídeos e outros materiais sobre a empresa e seus produtos), como acompanhar as palestras e debates nos palcos virtuais. Ou ainda participar das discussões na Cafeteria do Congresso – nesse caso, com as ‘mesas’ divididas por temas de conversa a cada momento”, destaca Marília.

Outro destaque ficará por conta das rodadas de negócios, com os principais expositores do evento apresentando ofertas especiais, treinamentos ou anunciando lançamentos. Serão seis encontros: às 10h30 e 15 horas em cada um dos três dias. Neste caso, com inscrições (também gratuitas) mais próximas do evento, mas em salas limitadas a 50 participantes.

Selo e pesquisas

Um dos destaques na programação do Congresso AvAg será o lançamento do programa Boas Práticas Aviação Agrícola (BPAA). A iniciativa é uma cooperação técnica entre o Sebrae e o Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag) e tem como objetivo o incremento na gestão e boas práticas operacionais das micro e pequenas empresas do setor aeroagrícola. O foco são os gestores, pilotos, técnicos agrônomos e outros profissionais do setor, resultando em um novo selo de qualidade para o setor aeroagrícola.

Sem esquecer o Congresso Científico da Aviação Agrícola, que deve anunciar seu resultado no último dia do evento. Até lá, as oito pesquisas acadêmicas inscritas até junho na disputa concorrem aos prêmios de R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil, do primeiro ao terceiro lugar, além da Menção Honrosa por Inovação. Os trabalhos estão sendo avaliados por uma equipe composta por doutores e especialistas em agronomia e veterinária, além de dirigentes do Sindag e Ibravag. O foco do Congresso Científico é garantir inovações que tenham aplicação prática na lavoura para aprimorar ou comprovar a eficiência e segurança do setor.

Crescimento do setor

O Brasil tem a segunda maior e uma das maiores aviações agrícolas do mundo, com mais de 2,3 mil aeronaves operando no campo. Atrás apenas dos Estados Unidos e à frente de países como a Argentina, Uruguai, México, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. No ano passado, a frota brasileira teve um crescimento de 3,16%, com o acréscimo de 72 aeronaves em sua frota.

Este ano, só a brasileira Embraer já anunciou a venda de mais 37 aviões agrícolas Ipanema (contra 25 comercializados em todo o ano passado) – modelo que desde 2004 sai de fábrica movido a etanol e representa quase 60% da frota brasileira. Além disso, as norte-americanas Air Tractor e Thrush devem colocar no Brasil outros em torno de 60 aviões. Lembrando que o País também é o segundo maior mercado mundial das fabricantes internacionais.

“O Sindag e o Ibravag têm trabalhado forte na qualificação dos profissionais e gestores do setor e na desmistificação da ferramenta aérea”, acrescenta o presidente do sindicato aeroagrícola. “Renovamos em fevereiro o convênio com a Embrapa para as pesquisas sobre eficiência e segurança da aviação em campo – que teve trabalhos entre 2013 e 2017 no Centro Oeste, Sudeste e Sul do País; criamos seminários de segurança, um índice de inflação específico para o setor e até uma pós-graduação em MBA sobre gestão, inovação e sustentabilidade na aviação agrícola. Isso para citar alguns exemplos”, destaca Thiago Magalhães.

Conforme o secretário-executivo do Sindag, Gabriel Colle, além da melhoria contínua da eficiência e segurança em campo, um dos principais objetivos do setor é eliminar a falsa imagem de ferramenta poluidora, quando a discussão é sobre uso de agrotóxicos na lavoura. Ele lembra que, na verdade, a aviação acabou sendo vítima de sua própria transparência: nunca trabalha escondido, já que pode ser vista e ouvida de longe. “Ao mesmo tempo, por ter suas rotinas e regulamentação pouco conhecidas da maioria das pessoas, a compreensão de seu universo acabou dando lugar a mitos que, na verdade prejudicam o próprio debate sobre o tema.”

No Brasil, a aviação é a única ferramenta para o trato de lavouras com regulamentação específica. Que exige, por exemplo, equipe quase totalmente formada por técnicos em campo (desde o piloto com formação específica, até o agrônomo coordenador das operações e pelo menos um técnico agrícola com especialização em operações áreas).

Sem falar na estrutura com sistema de tratamento para descontaminação das aeronaves e relatórios técnicos minuciosos de cada operação. “É a ferramenta mais facilmente controlada, fiscalizada, de maior tecnologia embarcada e, por isso mesmo, a mais eficiente e segura”, resume Colle.

O diretor ressalta ainda que, no Brasil, as aeronaves agrícolas também atuam na aplicação de fertilizantes, na semeadura de pastagens e, cada vez mais, no combate a incêndios em áreas de vegetação, tanto em lavouras como em reservas naturais. Aliás, também conforme dados do Sindag, em 2020 a aviação agrícola lançou quase 11 milhões de litros de água contra incêndios florestais no Pantanal, no Cerrado Nordestino, em outras reservas e lavouras no Centro-Oeste e Sudeste e até em áreas de campo nativo no Rio Grande do Sul.

Fonte: SINDAG – Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola
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Opinião

Agricultura 4.0: o poderoso e promissor mercado para a TIC

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Agricultura 4.0: o poderoso e promissor mercado para a TIC*Mario Gervais

Mais de nove bilhões de pessoas no planeta para alimentar-se nos próximos 40 anos. Essa é a previsão feita pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Imagine o quanto será necessário para gerar comida o suficiente para todos? O quanto de cada grupo alimentar tais como os sais minerais, fibras, carboidratos, gordura e proteína, deverão ser gerados para alimentar todo o planeta?

A demanda mundial de alimentos vem em uma crescente bastante expressiva nos últimos tempos e, consequentemente, para que possamos atender toda essa população, e toda essa estimativa projetada do aumento da população mundial, será necessário produzir uma grandeza de aproximadamente 70% mais grãos e cereais em geral, frutas, legumes, entre outros, para que seja possível suprir as necessidades de todos os países.

Com este cenário, o Brasil possui inúmeras possibilidades de crescimento econômico. Nos últimos anos, tivemos uma mudança bem razoável, no que diz respeito às importações de alimentos. Antigamente, o cenário era de necessidade de se importar alimentos, e hoje, o país está se tornando um dos maiores exportadores de alimentos no mundo.

Surge então, o que foi chamado de Agricultura 4.0, também, denominada, agricultura de precisão e, mais além, agricultura digital. É uma revolução que está totalmente conectada com as tecnologias do mundo digital. Plataformas digitais com forte viés de integração e análise de dados, começaram a surgir por volta de 2017, no Brasil, chegando ao campo, oferecendo soluções de automatização e customização de toda a cadeia produtiva.

Do ponto de vista tecnológico, temos muitos conceitos envolvidos e utilizados para esta transformação digital. Vai desde a biotecnologia até a infraestrutura de alta conectividade, para otimizar todas as etapas do ciclo produtivo.

Aplicações reais de automação utilizando IoT (Internet das coisas) com sensores conectados ao maquinário e dispositivos móveis, Big Data (armazenamento de dados em larga escala), conectividade de alta performance com a adesão do 5G em campo; GIS (Geographical Information System) para o monitoramento e coleta de dados, processamento e geração de dados para tomada de decisões. Enfim, podemos aplicar de forma clara e real conceitos e ferramentas relacionadas ao BI (Business Intelligence), BA (Business Analytics), Machine Learning e Deep Learning.

Por meio de uma infraestrutura planejada e dimensionada para coletar um volume em larga escala de dados (Big Data) como, por exemplo, dados sobre o clima, pragas, análise de solo, análise de mercados, informações sobre insumos, bolsa de valores, informações sobre política e questões sanitárias, é possível a criação de modelos preditivos cada vez mais inteligentes. Isso é a aplicação com forte viés de ferramentas e conceitos de Data Science.

Portanto, hoje, temos um verdadeiro arsenal, com poderosas ferramentas para trazer inúmeros benefícios aos produtores rurais, tais como: redução de custos, aumento da eficiência produtiva e territorial, base histórica para melhorias contínuas de processo e conhecimento científico, aperfeiçoamento da produção e cadeias produtivas, monitoramento e tratamento do desperdício.

Fazer mais com menos!

homologação de tecnologias - Agricultura 4.0: o poderoso e promissor mercado para a TICHá ainda, melhores condições de se manter o equilíbrio ambiental e respeitar os limites ecológicos do nosso planeta com alta produtividade.

Resumindo: a Agricultura 4.0 ou de precisão é uma plataforma sistêmica, tecnológica, integrada e conectada que está revolucionando a vida no campo rural. Baseia-se no uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e já é uma realidade. As oportunidades deste mercado para as empresas de tecnologia e relacionadas são inúmeras. O paradigma de se produzir mais com menos é inevitável e necessária. Bem-vindos ao presente e ao futuro.

*Mario Gervais é Head of Big Data & Analytics na ART IT, empresa especializada em soluções e serviços de TI.
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Notícias

Hortícola Esma adquire equipamento para classificar cenouras

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Hortícola Esma adquire equipamento para classificar cenourasCom história de três gerações, a Hortícola Esma está entre os maiores processadores de cenoura da Espanha. A empresa familiar tem a tradição de boas práticas, assumindo todo o processo, desde as sementes originais até as gôndolas do supermercado

Para melhorar o cultivo e a produção de cenoura, a empresa adquiriu o classificador óptico Halo, uma solução da marca Tomra que faz seleção óptica de alimentos baseada em sensores para diversas variedades de frutas e legumes. É um equipamento de alto desempenho que classifica segundo critérios de qualidade e tamanho, garantindo e melhorando a segurança dos alimentos, sendo altamente eficaz na detecção de defeitos.

“O Tomra Food Halo permitiu-nos aumentar a nossa produção em 20%. Isso teria sido impensável sem o equipamento. A nossa produtividade aumentou e reduzimos o rejeito – que costumamos dar aos pecuaristas – ao mínimo”, acrescenta Sergio Escribano, gerente adjunto da empresa.

O equipamento ajudou a enfrentar os desafio da pandemia da COVID-19 “Nos primeiros dias da pandemia, estávamos preocupados. Por um lado, afetou a mão de obra, por outro, a procura dos supermercados cresceu 20%. Graças ao Halo, conseguimos cobrir esse pico de procura e agora podemos consolidar os volumes de pedidos dos supermercados, especialmente os espanhóis. O nosso objetivo estratégico é continuar a aumentar a presença da Hortícula Esma em redes de supermercados e mercados centrais em todo o País. Em contraste, as nossas exportações aumentaram 20% e estão concentradas em mercados como Portugal, Reino Unido e República da Irlanda. ”

Os funcionários da fábrica também notaram a diferença com o classificador Halo. “Antes de termos o classificador, a equipe trabalhava muito rápido e, no final do dia, eles não sabiam se estavam a rejeitar um produto bom ou mau. Agora todos trabalham com a tranquilidade de saber que a máquina não comete erros. Aumentamos também o nosso lucro. Agora, para cada carga de caminhão que chega, sempre economizamos produtos que no passado teriam sido rejeitados porque os trabalhadores estavam cansados e reduzimos as nossas rejeições ao mínimo”. Além disso, a integração do classificador Halo permitiu-nos mover 4 pessoas da linha de classificação e redistribuí-las para outras partes da linha de processamento.

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Halo: alta precisão na detecção de defeitos

Na Hortícola Esma o processo é executado do princípio ao fim. “Nós plantamos as cenouras nas nossas quintas. De seguida colhemos com o nosso equipamento e enviamos com nossos caminhões. Tudo isso acontece prodigiosamente rápido. Leva apenas 24 horas para a cenoura ir do campo ao supermercado ”, explica Sergio Escribano.

Assim que as cenouras sujas chegam à planta, elas são limpas de materiais estranhos, madeira, etc., em tanques de água. Em seguida, elas passam pelos estágios de “remoção de pedra” e “remoção de relva”, e depois avançam para o Halo. Nesta fase, é quando as cenouras com defeitos são separadas das boas, que são escovadas e resfriadas. A etapa final é a classificação; identificar os do tamanho definido no programa.

O Halo é indicado para uma grande variedade de frutas e vegetais. “Para cenouras, o classificador Halo permite-nos alcançar a qualidade exigida pelos supermercados. As suas câmeras coloridas frontal e traseira, iluminação LED pulsada e sensor NIR para espectroscopia infravermelha detectam os defeitos mais comuns: cenouras pequenas, cortadas ou malformadas; manchas marrons, pretas, vermelhas ou verdes. Na Hortícola Esma, eles programaram para rejeitos duplos, e o Halo identifica os defeitos na perfeição: pedaços de cenoura para um lado e manchas de todos os tipos do outro”, afirma Alejandro Palacios, Diretor de Vendas TOMRA Processed Food da TOMRA Food para Espanha e Portugal.

Além disso, é uma máquina fácil de usar: “Achamos que o Halo é muito intuitivo de operar. Eu mesmo programo as configurações no ecrã, de acordo com os diferentes lotes que chegam”, diz Sergio. “Há um ano, tínhamos um lote de péssima qualidade. Estivemos para rejeitar essse lote, mas então decidimos ver o que aconteceria se processássemos a produção. Conseguimos 30% da produção – um volume que nunca esperávamos atingir. Isso confirmou que tínhamos tomado a decisão certa. É a diferença entre ter esta máquina e não tê-la”, completa.

Desde então, a Hortícola Esma tem sido uma importante vitrine para a Tomra food. “A família Escribano permitiu trazer vários potenciais clientes para ver e já vendemos quatro classificadores para pessoas que viajaram de várias cidades da Espanha para ver como funcionava”, diz Alejandro Palacios.

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Inscrições abertas para Congresso Mulheres do Agro

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Inscrições abertas para Congresso Mulheres do AgroAmbas as edições dos eventos serão realizadas nos dias 25, 26 e 27 de outubro, em formato Digital Experience

As inscrições para a 6ª edição do Congresso Nacional do Agronegócio – CNMA e a 3ª edição do Youth Agribusiness Movement International – YAMI estão abertas. Os eventos serão realizados nos dias 25, 26 e 27 de outubro, em formato Digital Experience.

Com o tema “Digital & Agregação de Valor. A Nova Liderança no Agro”, ambos trazem para os debates a importância das tecnologias digitais, cada vez mais fundamentais para a comunicação e evolução do agro.

O 6º CNMA, que será realizado das 9h30 às 13h30, reunirá as mulheres do agronegócio para analisar e debater as mudanças no setor, que implicarão em uma nova cultura empresarial, uma nova visão dos negócios e um novo timing gerencial das operações. “Nossos debates amadureceram ao longo desses seis anos de história, assim como nossas congressistas têm agregado, a cada dia, mais valor aos seus negócios e atividades”, destaca a Show Manager do evento, Carolina Gama.

As inscrições para o CNMA 2021 podem ser feitas pelo site www.mulheresdoagro.com.br.

Já a 3ª edição do YAMI tem como objetivo principal trazer para o debate como a nova geração do agronegócio está se preparando para a completa digitalização e agregação de valor atribuída ao setor, reforçando a importância de se ter líderes preparados para orquestrar toda essa transformação. O evento será promovido das 16h30 às 18h.

“Os conteúdos da edição deste ano serão pautados em como os futuros líderes do setor estão se capacitando para aplicar, no dia a dia, os conceitos da tecnologia, que já estão deixando de ser tendência e ocupando um lugar de destaque no crescimento e na evolução do agronegócio brasileiro”, afirma Carolina Gama.

As inscrições para o 3º YAMI podem ser feitas pelo site www.yamimovement.com.br/.

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Startup de transporte busca talentos para área de tecnologia

Por redação 07/07/2021
Escrito por redação

homologação de tecnologias - Startup de transporte busca talentos para área de tecnologiagoFlux abre 39 oportunidades para profissionais inovadores com conhecimento em T.I. para atuação em São Paulo

Há três anos no mercado, a goFlux é uma logtech focada em desenvolver tecnologias e soluções para profissionalizar a contratação de frete rodoviário no Brasil. Para acelerar ainda mais o acesso de suas ferramentas a embarcadores e transportadoras, a plataforma inteligente de grande atuação no setor agropecuário, abre 39 oportunidades para profissionais de T.I. (Tecnologia da Informação) de diversas áreas.

A empresa, que recentemente recebeu aporte de R$ 6 milhões, planeja investir principalmente em tecnologias como Machine Learning, algoritmos preditivos para frete, e blockchain para sustentação das operações financeiras. De acordo com Renato Castilho, diretor de Tecnologia e fundador da goFlux, para estruturar esse crescimento a empresa está montando Squads de tecnologia para as novas equipes. “Buscamos talentos que sejam comprometidos e queiram fazer parte de algo inovador, nunca feito no mercado. Estamos propondo um ambiente totalmente descontraído, leve e informal, porém com compromisso, para que possam desenvolver da melhor forma as habilidades juntamente a família goFlux” diz Castilho.

Conheça as oportunidades

Todas as vagas disponibilizadas pela goFlux são para atuação presencial no escritório da empresa, em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. Por questões de segurança devido a pandemia, em um primeiro momento o trabalho será na modalidade híbrida, com revezamento durante a semana para não pôr nenhum profissional em risco. Em um segundo momento, a equipe segue normalmente realizando suas atividades.

As vagas são:

– 12 vagas de desenvolvimento (fullstack, arquitetura em nuvem)

– 4 vagas para desenvolvedores mobile

– 4 vagas para analistas de requisitos

– 4 vagas de DBAs

– 4 vagas para cientistas de dados/BI

– 4 vagas para analistas de qualidades (Testes com automação)

– 3 vagas para UX/UI

– 2 vagas para Analistas de segurança

– 2 vagas para Scrum Master

De acordo com Castilho, os currículos devem ser enviados para vempragoflux@goflux.com.br ou basta que o candidato se cadastre pelo site.

Fonte: goFlux
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