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Notícias

Modelo de produção madeireira se esgotará em 35 anos

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Modelo de produção madeireira se esgotará em 35 anosEstudo avaliou a sustentabilidade das concessões florestais brasileiras

Em vigência desde 2006, o atual programa de produção madeireira por concessões florestais se esgotará em 35 anos se não for revisto. Esse é o resultado de um estudo publicado no periódico Forest Ecology and Management, que conta com o envolvimento de pesquisadores brasileiros e estrangeiros.

“O programa proposto pelo Serviço Florestal Brasileiro tem como objetivo fornecer uma estrutura legal para a produção sustentável de madeira em longo prazo nas florestas amazônicas”, explica Edson Vidal, docente do departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), um dos autores do estudo.

Os pesquisadores explicam que as concessões florestais na Amazônia brasileira cobrem atualmente apenas 1,6 milhões de ha (Mha), mas estima-se que a área total do potencial de concessões seja de 35 Mha. “Avaliamos as condições sob as quais o sistema de concessão atual e potencial pode garantir uma produção anual de 11 Mm3.ano–1 para atender à demanda atual estimada de madeira”, complementa Vidal.

Para isso foram testados 27 cenários diferentes, usando combinações de proporção inicial de volume comercial, extração de madeira, intensidade e período do ciclo de corte. O resultado mostrou que apenas o cenário com uma intensidade de extração de 10 m3.ha-1 a cada 60 anos com uma proporção inicial de 90% de madeira de espécies comerciais podem ser consideradas sustentáveis.

Nesse cenário, a produção anual máxima com a atual área de concessão seria de 159.000 m3 (157-159), ou menos de 2% da produção anual atual de 11 Mm3. Quando considerando todas as áreas potenciais para concessão (35 Mha), sob as regras atuais, a produção anual total é de 10 Mm3.ano−1 (2–17 Mm3.ano−1, intervalo de confiança de 95%), mas não é mantido após o primeiro ciclo de corte do manejo florestal. Sob um cenário mais sustentável e uma área de concessão de 35 Mha, a produção anual sustentável de longo prazo de madeira atingiria apenas 3,4 Mm3.ano-1.

Plinio Sist, pesquisador em ecologia de florestas tropicais do CIRAD e primeiro autor do artigo, conclui que o sistema de concessão não será capaz de suprir a demanda de madeira sem reformas substanciais nas práticas de manejo de florestas naturais e no setor da indústria madeireira. “Nosso estudo mostra que as florestas naturais sozinhas não podem atender às necessidades de madeira. Portanto, é urgente estabelecer um sistema florestal diversificado agora e desenvolver outras fontes de madeira, por exemplo, por meio de plantações de madeira mista, agroflorestas ou o manejo de florestas secundárias”.

Fonte: Esalq/USP
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Notícias

Massey Ferguson percorre o país e conta histórias de agricultores

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Massey Ferguson percorre o país e conta histórias de agricultoresExpedição Coração na Estrada percorrerá 60 cidades de norte a sul do país; histórias poderão ser conhecidas no canal Massey Ferguson no Youtube

Em comemoração aos 60 anos no Brasil em 2021, a Massey Ferguson realiza a expedição Coração na Estrada, que percorrerá todas as regiões do país para mostrar os verdadeiros protagonistas da evolução da agricultura nacional: os agricultores. Uma história escrita pelas mãos dos produtores rurais que tanto se dedicam à agricultura e que construíram no campo a trajetória da Massey Ferguson.

Depoimentos exclusivos e percepções de cada família, de geração em geração, revelam a contribuição fundamental do produtor rural para tornar o Brasil o celeiro do mundo, com a Massey Ferguson ao seu lado. De norte a sul, 60 agricultores contarão suas próprias trajetórias, regadas de superação e sucesso, com casos diversos que mostram sucessão familiar, fazendas referências em sustentabilidade e práticas de adoção de tecnologia, dentre muitos outros.

Serão 60 episódios, dois por semana, até dezembro de 2021, que podem ser conferidos no canal da Massey Ferguson no Youtube e hotsite especial www.masseyferguson60anos.com.br.

A expedição se estenderá por sete meses de duração e passará por 19 estados: Acre, Amazonas, Pará, Rondônia, Tocantins, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul.

A viagem começou em maio, na propriedade da família Cintra, de Buritizal (SP). Inspirado pelo trabalho do pai, o produtor de milho Lisandro Alves Cintra investiu em tecnologia para aumentar a produção e expandir os negócios. “Saímos do arado de boi e chegamos ao piloto automático. Foi uma grande evolução”, comemora. Hoje, Lisandro prepara o filho para continuar o legado da família.

Leocarlos Mundim, cafeicultor em Monte Carmelo (MG), conta que a Massey Ferguson está presente desde o início da atividade agrícola na propriedade da família. O primeiro trator foi comprado pelo seu pai em 1973, quando ele ainda era criança. “Desde pequeno acompanho a evolução do meu pai. Aprendi a dirigir em um trator MF 55”, diz. “Hoje podemos afirmar que a mecanização tornou fácil a produção de café”.

Para os irmãos Paulo Cesar e João Paulo Zafanelli Gonçalves, pecuaristas e produtores de milho e soja em Alto Paraíso (PR), a compra de maquinário e o investimento em tecnologia só agrega valor à fazenda. A propriedade começou com criação de gado na década de 1950 e em 2010 passou a realizar o sistema Integração Lavoura-Pecuária (ILP). “Tínhamos um maquinário específico para a pecuária e quando começamos na integração vimos a necessidade de renovar o maquinário. O nosso objetivo é manter e até aumentar esses investimentos nos próximos anos”, afirma João Paulo.

Fonte: Massey Ferguson
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Notícias

Geração de empregos cresce no setor de alimentos

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Geração de empregos cresce no setor de alimentosNos cinco primeiros meses de 2021, o setor criou 113 mil postos de trabalho com carteira assinada

A produção de alimentos teve, de janeiro a maio de 2021, o melhor resultado na geração de empregos desde 2012, com a criação de 113 mil postos com carteira assinada no setor.

A análise, feita com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, está no último Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Em maio, o saldo foi positivo em 42.426 vagas. Segundo o boletim, a região Sudeste foi o grande destaque, com a criação de 39.120 vagas, resultado do início da colheita de algumas culturas permanentes, como café, laranja e cana-de-açúcar.

Nordeste, Centro-Oeste e Norte registraram crescimento de 2.300, 1.449 e 991 postos de trabalho, respectivamente. A região Sul, por outro lado, registrou perda líquida de 1.334 vagas no mês.

Entre os estados, São Paulo se manteve na liderança na geração de empregos, com criação de 32.675 novas vagas, seguido por Minas Gerais (3.024), Rio de Janeiro (2.003), Espírito Santo (1.418) e Goiás (1.054).

As atividades da produção de alimentos que mais contribuíram para o bom resultado na criação de postos de trabalho em maio foram: Cultivo de Café (13.644), Cultivo de Laranja (9.090), Cultivo de Cana-de-Açúcar (4.148), Criação de Bovinos para Corte (3.885) e Serviço de Preparação de Terreno, Cultivo e Colheita (3.759).

Resultado geral

Em relação ao resultado geral de maio, com a criação de 280.666 vagas, a CNA avalia que “o mercado de trabalho formal responde ao avanço da vacinação e da atividade econômica, que apresentou sinais de melhora no início de 2021, com geração de empregos em todos os setores da economia”.

No acumulado de janeiro a maio deste ano, o número de novas vagas com carteira assinada alcançou 1.233.372, mais que compensando a perda registrada no mesmo período de 2020, quando a economia contabilizou saldo líquido negativo de 1.144.875 postos de trabalho.

Entretanto, ressalta o Comunicado Técnico, apesar do bom resultado na criação de vagas formais no ano, “a compensação apenas recupera a perda, mas é preciso avançar nas novas contratações”.

Fonte: CNA/Senar
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Notícias

Webinar aborda tendências para peças fundidas

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Webinar aborda tendências para peças fundidasEvento debateu sobre como o processo de simulação do processo de fundição pode ser aplicado nas etapas de desenvolvimento e fabricação de um componente fundido para o segmento agrícola

Tendências e soluções do mercado para peças agrícolas fundidas foi o foco do Webinar “Otimize suas peças agrícolas fundidas”, realizado pela Magma Engenharia do Brasil, no dia 23 de junho. O evento contou com 110 participantes de 62 empresas. O objetivo foi entender como o processo de simulação do processo de fundição pode ser aplicado nas etapas de desenvolvimento e fabricação de um componente fundido para o segmento agrícola, bem como discutir o rumo da manufatura de peças fundidas para o setor.

Reinaldo Oliveira, gerente de Contas da Magma, abriu o evento ressaltando a importância do agronegócio para a economia do país, e também abordou a demanda de peças fundidas para máquinas agrícolas.

Carlos Visconti, da CNH Industrial em sua apresentação falou sobre o futuro das máquinas agrícolas e as oportunidades para os componentes fundidos, reforçando a questão da produtividade com sustentabilidade. Além disso, Visconti apresentou casos reais de viabilidade de substituição do processo de manufatura, ressaltando a versatilidade e o retorno obtido utilizando-se do processo de fundição na CNH. Casos esses que permitiram não só a troca de conjuntos montados através de vários componentes por uma única peça fundida, mas com ganhos de peso, produtividade e redução das pegadas hídrica e de carbono das empresas.

Nilo Füchter Júnior, engenheiro de Aplicação da Magma, apresentou informações sobre como uma fundição produtora de peças para o agronegócio pode reduzir seus custos de fabricação, através da utilização da simulação de fundição. Aspectos relacionados a custo e produtividade são centrais para atender à demanda de mercado e podem ser trabalhados com o compromisso de um fundido de maior qualidade, utilizando-se da simulação via Magmasoft demonstrou as possibilidades de ganhos e como utilizar-se da tecnologia disponível para atingir o melhor custo benefício.

Alexandre Dalla Rosa, da John Deere, em sua palestra com o tema “Aspectos importantes para se tornar um fornecedor de peças fundidas da John Deere” reforçou a previsão de crescimento do mercado agrícola, bem como, a demanda por fornecedores de peças fundidas. Através de um vídeo institucional, Dalla Rosa situou as fábricas John Deere pelo país, falou sobre a qualidade das peças, o programa de medição de qualidade da empresa e apresentou as etapas e os requisitos para se tornar um fornecedor de peças fundidas da John Deere.

Fonte: Magma Engenharia do Brasil
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Notícias

PME assume operações da New Holland no oeste da Bahia

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - PME assume operações da New Holland no oeste da BahiaA PME Máquinas e Equipamentos, empresa pertencente ao Grupo Pianna, está assumindo a rede de concessionárias New Holland Agriculture em umas das regiões com maior índice de produtividade de soja do país: o oeste baiano. A cidade de Luís Eduardo Magalhães será a primeira a contar com a nova unidade PME no estado, a partir do dia 5 de julho.

Forte na produção não só de soja, mas também de milho, algodão e feijão, o oeste da Bahia é o cenário ideal para os planos de ampliação da rede PME, que possui atualmente 6 lojas New Holland Agriculture nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e na própria Bahia. Os planos são ambiciosos e preveem que a empresa chegue a 2023 com 11 unidades New Holland, atuando nos ramos de construção e agrícola.

“A PME possuem robustez e credibilidade para levar a melhor experiência New Holland aos nossos clientes da Bahia e de outras regiões. A escolha para assumir as nossas operações nessas regiões se deve à solidez do grupo, que é amplamente reconhecido pelo mercado. Com isso, teremos o atendimento que o cliente New Holland merece”, afirma Paulo Máximo, diretor de Desenvolvimento de Rede da New Holland Agriculture para a América do Sul. Segundo ele, as novas concessionárias terão toda a infraestrutura para atender com competência o exigente mercado de Luís Eduardo Magalhães e região.

Segundo o diretor de negócios da PME e do Grupo Pianna, Leonardo Pianna, a empresa tem um planejamento preparado para atender pequenos e médios produtores da região de Luís Eduardo Magalhães, que requerem uma atenção especial. “Mas também vamos atuar junto a grandes produtores, com um mix de produtos que passam por colheitadeiras de grande porte, tratores das linhas T7 e T9, plantadeiras e pulverizadores”, pontua.

Os agricultores baianos não vão encontrar apenas uma ampla variedade de produtos e plataforma de serviços, segundo Pianna, mas também a excelência do atendimento pós-venda da New Holland. “Teremos uma grande disponibilidade de peças”, garante ele, com uma convicção e dedicação que a família carrega no sangue.

Descendentes de imigrantes italianos, o Grupo Pianna é parceiro da CNH Industrial, dona da marca New Holland, de longa data. Tudo começou com o pai de Leonardo, Antenor Pianna, que morou no campo ainda quando jovem. Posteriormente, abriu uma loja de secos e molhados em Linhares (ES). Com o tempo, ele e o irmão expandiram os negócios da família e hoje o grupo atua nas áreas de comércio de veículos, distribuição de bebidas e venda de máquinas agrícolas e de construção. “Fomos precursores no comércio de máquinas agrícolas no Espírito Santo”, orgulha-se Leonardo.

Além de assumir as operações da New Holland Agriculture em Luís Eduardo Magalhães, a PME deve inaugurar em breve outras duas lojas, em Bom Jesus e Uruçuí, ambas no Piauí, assumindo também as operações New Holland nessas regiões do estado. Com isso, o Grupo Pianna deve somar até lá 1.400 funcionários no total. Contando apenas as 3 novas unidades da Bahia e Piauí serão 70 novos colaboradores.

Leonardo Pianna afirma que as expectativas para a expansão dos negócios são otimistas. “Além dos negócios e do agro estarem no nosso DNA, existe uma linha estratégica nossa para a expansão nessas frentes. Já era um pensamento nosso fazer esse movimento de ampliação dos negócios ligados ao agro. Com esta oportunidade que surgiu para um projeto tão significativo nessa região, de expressão nacional, nos sentimos honrados e com toda a estrutura para poder assumir as operações New Holland”, finaliza.

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Notícias

Uso de drones facilita controle biológico em canaviais

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Uso de drones facilita controle biológico em canaviaisEquipamento vem sendo utilizado para aplicação de vespas como agentes naturais no combate à praga da broca da cana

Logística, custo da operação e controle de informação são as principais vantagens apontadas por João Adalberto Palucci, gerente técnico da Usina Rio Amambai Agroenergia, no uso de drone para aplicação de “cotesia” em cana-de-açúcar. O tema foi apresentado durante o primeiro encontro do 6º Ciclo de Seminários Agrícolas Cana MS 2021, que aconteceu na última quinta-feira (24/06), no formato virtual. A cotesia é uma vespa utilizada como controle biológico da broca, inseto considerado vilão dos canaviais por consumir sistematicamente o interior da cana, comprometendo estrutura e rendimento da gramínea.

Na usina Rio Amambai Agroenergia, localizada às margens da BR-163 em Naviraí (MS), até 2018 a aplicação de cotesia era feita manualmente. “Tínhamos uma van, kombi e ônibus com equipe treinada que abria o copinho a cada ponto de liberação”, explicou o gerente técnico na sua apresentação.

Em 2019 a unidade passou a estudar a viabilidade de mudança do manejo para o uso da tecnologia de drone em toda área de cana. Segundo Palocci, o resultado apontou diversas vantagens como a segurança e garantia de aplicação, geração de mapas georreferenciados, aplicação mais rápida e eficiente, redução do risco de acidente de trabalho, diminuição do volume de material a ser manejado e facilidade de logística.

Entre os benefícios apontados pelo estudo, o que mais chamou a atenção foi a redução do custo do manejo. De acordo com o levantamento da unidade, o custo da aplicação via drone era de R$ 31,94 por hectare, até 7% menor que o método manual, diferença em torno de R$ 2,50. “Tínhamos os benefícios de melhoria na qualidade da aplicação, a segurança empresarial de que seria aplicado e também, naquele momento, faríamos uma redução de custo”, contou.

Outro ponto positivo, para Palucci, foi o aproveitamento da redução do custo na empresa. “Esse recurso foi realocado dentro do próprio setor, por exemplo, não desligamos pessoas. Remanejamos pessoal e intensificamos amostragem de cigarrinha, de coleta de solo, ou seja, reaproveitamos essa mão-de-obra”, destacou.

Pontos de atenção

Apesar de todos os benefícios apresentados, Palucci também chamou a atenção para alguns cuidados. “É importante buscar informações. Antes de tomar a decisão de mudança buscamos conversar com várias usinas, parceiros e prestadores de serviços”, alertou.

Outro detalhe importante, sugerido pelo gerente, é buscar prestadores de serviços com registros atualizados. “A empresa precisa seguir alguns padrões, o drone precisa ser registrado, é preciso ter o registro de radiocomunicação na Anatel e o piloto precisa ser certificado para operação do drone”, explicou.

Além disso, cumprir o planejamento de geração de informação é fundamental. “Assim que fazemos o armadilhamento e tem a isca de controle, já mandamos os shapes dos talhões e enviamos para o departamento de T.I. do nosso parceiro, que gera todo o plano de voo e devolve para os pilotos. Tudo isso via nuvem”, reforça o gerente dando destaque para a agilidade na troca de informações. “Isso não pode falhar, porque quando optamos por mudar o manejo entendemos que o mais importante era o timing das informações”, completou.

Fonte: Datagro
05/07/2021 0 Comentários
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Colheita de trigo alcança 97% da área projetada no RS, afirma Emater/RS
Notícias

Técnica aumenta produtividade de trigo e cevada

Por redação 05/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Técnica aumenta produtividade de trigo e cevadaEspecialista orienta que, com a técnica, é possível até mesmo antecipar o momento de extração de trigo e cevada

A colheita de trigo já começou em pontos do centro-oeste e sudeste e, logo mais, agricultores de outras áreas do país iniciarão esse processo. A orientação, nesse estádio da cultura, é realizar a dessecação das plantas para uniformização da maturação dos grãos e melhor programação da colheita do trigo, e também da cevada, indica Lenisson Carvalho, gerente de marketing grandes culturas da Ourofino Agrociência.

Segundo o especialista, a técnica na pré-colheita, além de uniformizar, pode antecipar o estádio da colheita em si. Nesses casos, o recomendado é começar a dessecação do trigo e da cevada a partir da maturação fisiológica. Além dos benefícios na uniformidade e menor umidade dos grãos para a colheita, a dessecação permite “obter maior peso de grãos, melhor pH e, como consequência, maior produtividade e qualidade do produto, características essenciais para melhor rentabilidade da cultura”. Entre as soluções entregues ao mercado pela Ourofino Agrociência, o produto Off Road é indicado para esse manejo.

De acordo com Carvalho, além dos ingredientes de qualidade usados na formulação, é um herbicida que oferece segurança nas aplicações e rendimento operacional; indicado, inclusive, para manejos das plantas daninhas de difícil controle. Dessa forma, contribui para elevar os potenciais produtivos da lavoura.

Dicas para os cultivares

O trigo e a cevada, apesar de demandarem temperaturas mais amenas, entre 15o e 20º, e regiões mais úmidas para prosperarem, são boas alternativas de culturas para os agricultores investirem no inverno. No caso do trigo, o país já conta com uma área de 2,53 milhões de hectares, conforme previsão para esta safra feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e pode contabilizar 2.744 quilos por hectare em termos de produtividade. O especialista da Ourofino Agrociência dá dicas para quem se interessa em apostar nos cultivares.

Uma das questões que ele aborda é o cuidado com o solo. “A adubação deve ser equilibrada para melhor produção da cultura. A complementação com adubações nitrogenadas é também recomendada”, pontua Carvalho.

Além disso, durante o momento de desenvolvimento da planta, outro ponto de atenção é a regulação do crescimento. “Com o uso de produtos reguladores é possível reduzir o acamamento das plantas – condição em que há um grande crescimento em altura e provoca o tombamento, formando uma espécie de cama que prejudica a colheita e leva a redução de produtividade e qualidade dos grãos.”

Ainda sobre a aplicação de reguladores de crescimento, Carvalho explica que a “prática é recomendada para cultivares de maior porte e regiões com alto potencial de crescimento das plantas, condições que favorecem o acamamento”. Para a prevenção do problema, a Ourofino Agrociência tem o Trix, um regulador de crescimento lançado neste último ano, o primeiro do segmento da empresa.

Fonte: Ourofino Agrociência
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Redução de áreas de trigo no Sudeste e Sul pode impactar a produção nacional
Notícias

Fortes geadas preocupam produtores no Paraná

Por redação 02/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Fortes geadas preocupam produtores no ParanáPor outro lado, fenômeno pode ajudar aclimatação do trigo

As condições climáticas favoráveis à formação de geada trouxeram prejuízo para alguns produtores, como os de milho, mas podem não atrapalhar os planos dos triticultores. As primeiras análises após as baixas temperaturas da semana são um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, divulgado nesta quinta-feira.

O frio que atingiu o Paraná nesta semana provocou a formação de geadas de intensidade forte, sobretudo na metade Sul. Com isso, há possibilidades de se verificar maiores perdas nas lavouras de milho. No entanto, ainda é precipitado quantificar o volume que será de fato impactado. O relatório de estimativa de safra, a ser divulgado no final deste mês, deve apresentar um panorama mais real.

A segunda safra de milho no território paranaense tem em torno de 1,8 milhão de hectares potencialmente suscetíveis a serem impactados pelas geadas. Essa estimativa de extensão é feita em razão dos diferentes estágios de maturação das lavouras. Historicamente, as regiões Sul, Centro e Oeste são as que têm mais perdas. No Norte do Estado, onde está a maior área da plantação de milho, a ocorrência de perdas devido a esse fenômeno não é comum.

O plantio de trigo continua em bom ritmo no Paraná, chegando a 95% da área prevista. No entanto, o atraso no começo da implantação da cultura faz com que apenas 1% das lavouras esteja na fase da floração. As geadas ocorridas esta semana são preocupantes para esse porcentual.

Se forem verificados prejuízos, eles devem se concentrar no Centro-Oeste paranaense, com possíveis danos pontuais no Oeste, Sudoeste e Norte. Para as lavouras localizadas no Sul e Centro-Sul, onde o plantio sequer foi concluído, o fenômeno natural das geadas é positivo neste momento, pois favorece a aclimatação da cultura.

Feijão e soja

O ciclo do feijão está praticamente encerrado no Paraná, com a colheita de 99% das lavouras. Mas os produtores têm como certo que haverá perda em relação ao previsto incialmente, em razão da estiagem em períodos fundamentais. Por enquanto, a estimativa é de 231 toneladas (46%) a menos que a produção inicialmente prevista.

Sobre a soja, o boletim do Deral destaca que os preços do complexo soja para os produtores continuam superiores aos verificados no mesmo período de 2020. Para o consumidor final, um dos produtos mais impactados foi o óleo refinado de soja. Em junho do ano passado, no atacado, a embalagem de 900 ml era comercializada, em média, por R$ 3,52. Agora, subiu 95% e é comprada por R$ 6,87.

Fonte: Datagro
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Notícias

Milho: guia auxilia produtor a planejar próxima safra

Por redação 02/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Milho: guia auxilia produtor a planejar próxima safraConfederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reuniu uma série de materiais para auxiliar o produtor a enfrentar os desafios, como a irregularidade hídrica e os efeitos da cigarrinha, e a planejar a próxima safra

O ano de 2021 está sendo desafiador para o produtor de milho, em razão do déficit e irregularidade hídrica e das perdas pelo enfezamento transmitido pela cigarrinha (Daubulus maidis). Pensando nisso, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reuniu uma série de materiais para auxiliar o produtor a enfrentar esses desafios e a planejar a próxima safra.

“O efeito dos enfezamentos nas lavouras chega a reduzir em até 80% o potencial produtivo das lavouras. Por isso, é necessária uma série de ações de manejo integrado de pragas e doenças, para que o produtor de milho possa lidar com a cigarrinha, praga que trouxe enormes prejuízos na safra 2020/2021”, afirma Ricardo Arioli, presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA.

Na página https://www.cnabrasil.org.br/eventos/mitigacao-da-cigarrinha-milho, o produtor vai encontrar materiais como planilhas e publicações em PDF para baixar, com informações sobre os níveis de resistência das cultivares que vêm sendo utilizadas no País com relação à doença, além do Registro Nacional de Cultivares e o material disponibilizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Essa informação é fundamental para que na escolha do híbrido que será plantado o produtor tenha clareza ao manejo que precisará adotar”, explica Fábio Carneiro, assessor técnico da comissão de Cereais.

A CNA também disponibiliza na página cartilhas, guia de boas práticas e links de debates virtuais com entidades parceiras que trazem mais conteúdo sobre os manejos necessários para redução dos danos nas lavouras de milho do País.

Fonte: CNA

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Notícias

Ações solidárias comemoram Dia do Cooperativismo

Por redação 02/07/2021
Escrito por redação

produção madeireira se esgotará em 35 anos - Ações solidárias comemoram Dia do CooperativismoCooperativas agropecuárias gaúchas organizam ações solidárias, o movimento Agro Fraterno, promovido pelo Ministério da Agricultura

Para o Dia Internacional do Cooperativismo, que será comemorado neste sábado, 3 de junho, as cooperativas agropecuárias gaúchas estão organizando ações solidárias para o Dia C. O movimento é estimulado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e replicado pelo Sistema Ocergs/Sescoop-RS no Rio Grande do Sul. A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) vem dando apoio às iniciativas.

Uma delas é o movimento Agro Fraterno, promovido pelo Ministério da Agricultura e encampado pelas cooperativas agropecuárias gaúchas. O programa incentiva a arrecadação de alimentos e doações de cestas básicas para as comunidades carentes e neste ano diversas cooperativas do sistema aderiram a este plano. “A FecoAgro/RS está envolvida junto às suas associadas com neste programa com a arrecadação de alimentos. É um programa que reconhece o trabalho da ministra Tereza Cristina e do Ministério da Agricultura”, destaca o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires.

O dirigente avalia também que o momento do cooperativismo do Rio Grande do Sul é de celebração. “Apesar da pandemia, temos um momento excepcional do cooperativismo do Rio Grande do Sul. O ramo agropecuário tem este momento extraordinário onde é preciso reconhecer o trabalho do agro e do cooperativismo. Temos que torcer para que tudo o que está acontecendo, como aumento das áreas de trigo e de soja, se transformem em bons resultados para os produtores e sociedade em geral. Nós estamos fazendo a nossa parte”, observa.

Pires também salienta que existe um otimismo e vontade do produtor que está empreendendo e o sistema cooperativo agropecuário gaúcho está acompanhando com investimentos em estruturas além da capacitação de seus produtores e colaboradores. “Existe um posicionamento diferente de construir uma ação sistêmica e com isso fortalecendo as cooperativas e mais de seus 170 mil associados investindo em inovações como a plataforma SmartCoop e os programas de autogestão”, ressalta.

Fonte: Assessoria/Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS)
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