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Notícias

Ferramenta auxilia produtores a alcançar mais produtividade

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Ferramenta auxilia produtores a alcançar mais produtividadeProfissionais envolvidos com atividades relacionadas à produção de proteína animal podem contar com auxílio de um sistema de gestão, totalmente gratuito, desenhado para permitir ganhos de performance em seus negócios

Por meio de conteúdos em texto e vídeo, disponibilizados em plataformas segmentadas por espécie, e de uma matriz composta por seis itens (Nutrição, Genética, Manejo, Infraestrutura, Biossegurança e Gestão), produtores de proteína animal podem avaliar em que nível de desempenho se encontram, e, com isso, promover adequações em suas criações. Neste contexto, a partir de conceitos técnicos e práticos, com uma linguagem simples e materiais acessíveis, o sistema pode auxiliar os profissionais do setor a alcançar maiores níveis de produtividade, sem deixar de lado a sustentabilidade.

A ferramenta contempla informações de valor que podem ser consultadas para melhorar índices zootécnicos como crescimento, conversão alimentar e longevidade. Desta forma, o produtor consegue se antecipar a possíveis problemas no processo produtivo e assim, tomar medidas de contenção, podendo atuar com estes indicadores para maximizar os resultados”, destaca Andre Litmanowicz, diretor comercial da Guabi Nutrição e Saúde Animal.

Chamado Sistema Guabi de Alto Desempenho (Sigad), o método é formado por materiais audiovisuais na internet, além de disponibilizar assistência técnica com a proposta de realizar o direcionamento das prioridades e acompanhamento dos resultados na produção animal. As orientações podem ser acessadas em páginas direcionadas para cada espécie: Bovinos, Equinos, Aqua e Sabor e Tradição, que engloba aves, suínos, caprinos, ovinos e coelhos. Há possibilidade de esclarecimento de dúvidas com os técnicos da empresa por meio dos contatos disponibilizados nas páginas.

De acordo com Litmanowicz, esta abordagem complementa com orientações e dicas relevantes para os resultados do produtor e é resultado de todo um vasto trabalho desenvolvido pela Guabi nos seus 47 anos, lado a lado com seus clientes. Conforme ele destaca, a nutrição é um dos maiores custos da produção animal e, sendo um dos maiores custos, o produtor tem que buscar a melhor eficiência para atingir os melhores resultados. “E foi por esse motivo que criamos o sistema. Desempenho, confiança e relacionamento de longo prazo são palavras-chaves da Guabi, traduzidas em uma abordagem de valor à vida. Compartilhando e disseminando boas práticas em todo o mundo, podemos todos juntos alcançar o nosso tão sonhado planeta de abundância”.

Pecuária e VBP

A pecuária contribui com importante parte da economia brasileira, apenas em 2021 o setor deve alcançar o Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 1,037 trilhão. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que também demonstram uma expectativa de crescimento de 12,4% em relação a 2020. “Para atingir sempre os melhores resultados, sistemas que inovem e incentivam um bom desempenho na produção de proteína animal são essenciais”, destaca Litmanowicz.

Por conta dos desafios enfrentados no dia a dia da criação e produção animal, é importante que sejam priorizados um bom manejo, com fornecimento de nutrientes adequados, além dos cuidados da infraestrutura e biossegurança, que tornem os processos mais qualificados e rentáveis. “Nenhum item é mais importante que o outro, todos devem andar alinhados para o que o consumidor final necessita: qualidade e alto valor agregado. É isso que o sistema representa, cuidar de todos os itens de maneira igualitária e completa”, finaliza o diretor Comercial da Guabi Nutrição e Saúde Animal.

Para saber mais sobre o sistema acesse:

http://www.guabiaqua.com.br

http://www.guabibovinos.com.br

http://www.guabiequinos.com.br

http://www.guabisaboretradicao.com.br

Fonte: Guabi Nutrição e Saúde Animal
25/06/2021 0 Comentários
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BNDES atinge R$ 7,1 bilhões de crédito aprovado para o Plano Safra 2026/27
Notícias

Novo agro exige geração tecnificada e preparada

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Novo agro exige geração tecnificada e preparadaEvento reúne os jovens do campo para debater desafios e oportunidades, em formato on-line

Reunir a nova geração do agro e levar conhecimento sobre os principais desafios do setor é um dos objetivos do maior Congresso de jovens do agro da América Latina, o Youth Agribusiness Movement International – YAMI, evento que será promovido nos dias 25, 26 e 27 de outubro, em Digital Experience, das 16h30 às 18h.

O evento, que nesse ano tem como tema principal “Digital & Agregação de Valor. A Nova Liderança no Agro”, tem como objetivo trazer para debate como a nova geração do agronegócio está se preparando para a completa digitalização e agregação de valor atribuída ao setor, reforçando a importância de se ter líderes preparados para orquestrar toda essa transformação.

“Estamos trabalhando em uma programação que ofereça aos jovens uma visão bem ampla dos desafios do setor, mas destacando as oportunidades que eles oferecem, quando temos uma geração engajada e preparada para esse momento do agro. Passamos por diversas mudanças que trazem novos horizontes para a produção de alimentos no Brasil e no mundo”, explica a Show Manager do evento, Carolina Gama.

Dentre os painéis confirmados para a terceira edição do Congresso está o “Digital”, que será promovido no primeiro dia do evento. Essa mesa-redonda pretende debater assuntos como o Agro 5.0, a gestão da inovação, customer & user experience, mídia e performance no agronegócio entre outros assuntos relevantes para o novo agro.

O segundo dia do YAMI contará com o painel “Agregação de Valor”, que levantará temas como a legislação ambiental, gestão sustentável, empreendedorismo x cooperativismo, geração de valor e sucessão, com o objetivo de levar mais informações aos jovens que já atuam ou se preparam para ingressar no setor.

Por fim, a Nova Liderança do Agro será o foco do último dia do evento, que apresentará aos jovens as profissões do futuro, a importância da comunicação integrada, empreendedorismo e os desafios da sucessão nos negócios do setor.

“A terceira edição do YAMI pretende oferecer aos jovens uma visão sobre os aprendizados adquiridos ao longo do último ano, principalmente com as mudanças ocasionadas pela pandemia, mas com um olhar para o futuro, proporcionando um debate sobre as oportunidades e como se preparar para ingressar e atuar em um mercado tão promissor como o agronegócio”, finaliza Gama.

Inscrições abertas

As inscrições para o 3º YAMI estarão abertas a partir do dia 1º de julho. Quem se interessar por mais informações ou por garantir a participação no Youth Agribusiness Movement International – YAMI 2021 pode acessar o site clicando aqui.

25/06/2021 0 Comentários
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SAP Business One intensifica atuação no agronegócio

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - SAP Business One intensifica atuação no agronegócioCom 30 anos de expertise, Agrotis reforça parceria estratégica com a marca no segmento

O agronegócio vem passando por uma verdadeira revolução digital. O setor, que representa um quarto do PIB brasileiro, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, está cada vez mais ávido por soluções tecnológicas. Por isso, a Agrotis, parceira da SAP Business One, divisão voltada a empresas em crescimento da líder mundial em ERPs, vem reforçando cada vez mais seu posicionamento estratégico no setor.

Com 30 anos de expertise em agronegócio, a empresa atua em várias vertentes, oferecendo soluções tecnológicas específicas para a produção rural, revendas e distribuição de insumos agrícolas, indústrias de ração e fertilizantes, cooperativas agropecuárias, armazéns e cerealistas, produção de sementes, entre outras. “O nosso diferencial está em entender as demandas de cada cliente agrícola a fim de propor as soluções ideais para cada um, de forma bastante verticalizada”, enfatiza Evaldo Hansaul, diretor comercial na Agrotis.

Segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), 84% dos produtores e prestadores de serviços rurais brasileiros fazem uso de, pelo menos, uma tecnologia digital em prol do aperfeiçoamento de sua produção agrícola. Mas, nem sempre foi assim. Até bem pouco tempo atrás, os produtores rurais mantinham a gestão de seus negócios de forma manual e descentralizada.

Hoje, por meio do SAP Business One, o produtor garante muito mais governança ao seu negócio, administrando sua propriedade com compliance. “Além de ganho na produtividade, o campo vem ganhando também na profissionalização de sua gestão. Com a tecnologia, nada se perde. Cada atividade é cuidadosamente acompanhada e o resultado é uma gestão muito mais inteligente”, acrescenta. Com a digitalização das obrigações fiscais, a adoção da tecnologia do campo se tornou ainda mais indispensável.

Contudo, a gestão do agronegócio demanda um conhecimento bastante específico. Até a análise do resultado é diferente, já que normalmente a cultura é plantada em um ano e colhida em outro. Mas, os benefícios não param por aí. “A tecnologia vem permitindo uma agricultura preditiva, onde o produtor consegue estimar sua produção com antecedência, prever alterações climáticas e fazer um assertivo controle de pragas. A informação em tempo real facilita a tomada de decisão, melhora a produtividade e a rentabilidade, tornando o agronegócio brasileiro muito mais competitivo perante o mundo”.

Para Daniel Cabrera, diretor da SAP Business One Brasil, a parceria com a Agrotis é extremamente importante para a disseminação de soluções tecnológicas no campo. “Além das ofertas tradicionais de um ERP, o Business One é capaz de ir além. A plataforma HANA vem difundindo o uso de recursos como Inteligência Artificial, Robótica, Big Data, Machine Learning e Internet das Coisas para melhorar os resultados na agricultura e agropecuária. O processamento de dados junto aos serviços de integração, permitem a análise preditiva dos negócios, tornando as produções agrícolas mais inteligentes por meio da tecnologia e inovação constante”.

Fonte: SAP Business One
25/06/2021 0 Comentários
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Etanol anidro mantêm ritmo elevado e cresce 26%

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Etanol anidro mantêm ritmo elevado e cresce 26%No acumulado da safra 2021/2022, a moagem totalizou 165,59 milhões de toneladas ante 187,28 milhões de toneladas observadas no ciclo anterior – queda de 11,58%

A quantidade de cana-de-açúcar processada pelas unidades do Centro-Sul na primeira quinzena de junho atingiu 35,96 milhões de toneladas, registrando retração de 14% em relação a moagem verificada em igual período da última safra (41,81 milhões de toneladas). No acumulado da safra 2021/2022, a moagem totalizou 165,59 milhões de toneladas ante 187,28 milhões de toneladas observadas no ciclo anterior – queda de 11,58%.

“A queda na moagem na quinzena remete a ocorrência de chuvas em algumas regiões do Mato Grosso do Sul, do Paraná e de São Paulo, incluindo Assis, Araçatuba e São Carlos, impactando a operacionalização da colheita”, analisa o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Antonio de Padua Rodrigues.

Dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira para o mês de maio registraram produtividade de 77,0 toneladas por hectare antes 85,9 toneladas observadas no mesmo período na safra 2020/2021 – retração de 10,4%. No acumulado de abril e maio, o rendimento agrícola da safra 2021/2022 indica queda de 10,6% quando comparado com o mesmo período do último ciclo (76,1 toneladas por hectare ante 85,1 toneladas por hectare).

“Números preliminares da primeira quinzena de junho de uma amostra de 28 unidades indicam quebra agrícola de 15%, em comparação com o rendimento das mesmas lavouras no ciclo anterior. Os valores são de uma amostra reduzida, mas apontam que a tendência de menor rendimento deve permanecer”, acrescentou Rodrigues.

A qualidade da matéria-prima colhida na região Centro-Sul na primeira quinzena de junho, mensurada em kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar processada, apresentou aumento de 1,34% na comparação com o mesmo período do último ciclo agrícola, com 138,35 kg de ATR por tonelada colhida. No acumulado desde o início da safra até 16 de junho, o indicador avança 1,23% no Centro-Sul, registrando o valor de 130,48 kg de ATR/t.

Na primeira quinzena de junho, 249 unidades estavam em operação, sendo 241 processadoras de cana-de-açúcar, 5 exclusivas de etanol de milho e 3 usinas flex. Na mesma data da safra 2020/2021, 254 unidades haviam iniciado o processamento de cana-de-açúcar. Para a segunda quinzena de junho, outras 6 unidades devem iniciar a moagem no Centro-Sul.

Produção de açúcar e de etanol

A produção de açúcar na primeira quinzena de junho somou 2,19 milhões toneladas (-14,35%) e a de etanol 1,69 bilhão de litros (-8,70%). Do volume total de etanol produzido, o hidratado representou 975,20 milhões de litros (-23,99%). A despeito da queda nos outros produtos da cana, o etanol anidro registrou avanço considerável de 26,11% em relação ao volume produzido no mesmo período da safra 2020/2021, alcançando produção de 710,65 milhões de litros.

“A produção de etanol apresentou queda inferior àquela registrada para açúcar, indicando que as unidades produtoras priorizaram a produção do etanol anidro”, explicou Rodrigues.

No acumulado desde o início da safra até 16 de junho, o açúcar e o etanol hidratado registram retrações frente a produção observada no ciclo agrícola anterior. A produção do adoçante totalizou 9,34 milhões de toneladas até a primeira quinzena de junho (-11,90%), enquanto a fabricação acumulada do biocombustível alcançou 4,96 bilhões de litros (-15,26%). Em sentido contrário, a produção acumulada de etanol anidro apresenta aumento de 15,02% até 16 de junho, com 2,56 bilhões de litros.

Como reflexo, 45,39% da cana-de-açúcar foi destinada à produção de açúcar até o dia 16 de junho, ante 46,12% registrados na mesma data de 2020.

Na primeira quinzena de junho, foram fabricados 119,71 milhões de litros de etanol a partir de milho, ante 67,53 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2020/2021 – avanço de 77,27%. No acumulado, a produção chega a 592,51 milhões de litros – avanço de 41,65% na comparação com a safra passada.

Vendas de etanol

O volume de etanol comercializado pelas unidades produtoras do Centro-Sul nos primeiros quinze dias de junho somou 1,19 bilhão de litros, o que representa estabilidade em relação ao mesmo período do ano passado.

No mercado interno, as vendas de etanol hidratado somaram 702,98 milhões de litros na primeira metade de junho, com redução de 5,97% sobre o montante apurado no mesmo período da última safra (747,58 milhões de litros). A quantidade comercializada de etanol anidro, por sua vez, registrou significativo aumento, de 31,59%: 419,90 milhões de litros vendidos em 2021, contra 319,09 milhões de litros em 2020.

A comercialização de etanol destinado a outras finalidades retraiu 26,16% na primeira quinzena do mês, totalizando 47,27 milhões de litros.

No acumulado desde o início da safra 2021/2022 até 16 de junho, as vendas de etanol pelas empresas do Centro-Sul acumulam crescimento de 11,60%, somando 5,81 bilhões de litros. Desse total, as exportações registram retração de 19,68%, totalizando 279,66 milhões de litros, e as vendas no mercado interno contabilizam aumento de 13,84%, atingindo 5,53 bilhões de litros.

Fonte: União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA)
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3 Corações lança 4ª edição do Concurso Florada Premiada

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - 3 Corações lança 4ª edição do Concurso Florada Premiada

Dando continuidade ao ciclo sustentável do Projeto Florada, a empresa de cafés lança a 4ª edição do Concurso e convida todas as produtoras de café arábica do Brasil a fazerem parte desta jornada

O Grupo 3corações, empresa de cafés do Brasil, acredita no trabalho das mulheres cafeicultoras e, por isso, criou em 2018 um projeto exclusivo para elas, o Projeto Florada. Tal iniciativa carrega os seguintes pilares: oferecer acesso às melhores práticas na produção de cafés especiais, por meio do programa de capacitação gratuito Florada Educa; reconhecer e valorizar os raros microlotes cultivados por elas, ao promover o Concurso Florada Premiada; e, por fim, conectar quem produz com quem consome, uma vez que proporciona ao consumidor por meio da campanha “Junte-se a elas” a oportunidade de fazer parte do projeto, já que ao adquirir um dos raros microlotes, 100% do lucro retorna para as cafeicultoras. Com isso, a 3 Corações completa o ciclo sustentável do Projeto Florada.

As três primeiras edições do Concurso Florada somam mais de 2.200 inscrições e 190 toneladas de Raros Microlotes cultivados por mulheres cafeicultoras de todas as regiões produtoras de café arábica do Brasil. Estes cafés passam a fazer parte da linha Rituais Microlotes Raros com rastreabilidade total, embalagens personalizadas que garantem o protagonismo da produtora ao contar a sua história de forma individual e apresentar as características singulares de cada bebida nos formatos Torrado e Moído e em Cápsulas. Além disso, os Microlotes 90+ pontos ganham uma embalagem exclusiva e opção de escolha para ser consumido em Grãos ou Torrado e Moído. Vale lembrar que todo portfólio do Projeto Florada possui 100% do lucro revertido e é comercializado com edições limitadas nos melhores supermercados do Brasil e na loja online da 3 Corações.

Dando continuidade ao ciclo sustentável do Projeto Florada, hoje a 3 Corações lança a 4ª edição do Concurso Florada Premiada e convida todas as produtoras de café arábica do Brasil a fazerem parte desta jornada. Para Patrícia Carvalho, líder do Projeto Florada na 3 Corações, “o Concurso Florada é, antes de tudo, uma valorização do trabalho da mulher cafeicultora e também uma oportunidade para que as produtoras se motivem e se desafiem a cultivar o seu melhor café, encontrando o seu máximo potencial de qualidade e com possibilidade real de ter o seu trabalho reconhecido e apresentado de forma personalizada para todos os consumidores brasileiros apaixonados por esta bebida”.

As inscrições estão abertas e a entrega de amostras vai até o dia 22 de setembro de 2021. Serão premiadas seis grandes campeãs: a grande campeã, a segunda e a terceira colocadas de cada categoria (via úmida e via seca); os cem melhores cafés do concurso; e o melhor café de cada região inscrita.

As grandes campeãs receberão R$ 25 mil, terão o lote adquirido pelo dobro da cotação e ganharão uma missão técnica para a Colômbia, em uma viagem de sete dias com direito a um acompanhante. As segundas colocadas receberão R$ 15 mil e mais o valor da compra do lote pelo dobro da cotação. As produtoras classificadas em terceiro lugar serão premiadas com R$10 mil e a compra do lote pelo dobro da cotação.

Seguindo o forte pilar de inclusão do Projeto Florada, a 3 Corações também reconhecerá o melhor café de cada região, adquirindo tais lotes pelo dobro da cotação. Além disso, dará a oportunidade de os cem melhores lotes serem comercializados com um prêmio de R$ 300,00 por saca acima da cotação de mercado.

“O Projeto Florada é uma grande obra que estará sempre em construção, pois se trata de um projeto de longo prazo em que criamos laços duradouros com as produtoras do Brasil e com toda a cadeia do café. O Concurso Florada Premiada é uma importante iniciativa para reconhecer e valorizar o trabalho das cafeicultoras e também para proporcionar aos consumidores uma nova experiência com raros cafés que carregam histórias únicas por trás de cada xícara”, afirma Pedro Lima, presidente do Grupo 3Corações.

O regulamento completo do concurso e o link para as inscrições estão disponíveis no site do Projeto Florada e da BSCA. Para mais informações, falar com Patrícia Carvalho: patricia_solo@3coracoes.com.br ou (11) 9 4657-1383.

Fonte: Grupo 3Corações
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Senar abre inscrições para cursos técnicos gratuitos

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Senar abre inscrições para cursos técnicos gratuitosAo todo são 1.920 vagas de formação técnica. Candidatos podem se inscrever até o dia 16 de julho

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) abriu as inscrições para o processo seletivo dos cursos técnicos gratuitos em Agronegócio e Fruticultura, na modalidade a distância, para o segundo semestre de 2021.

As vagas prioritárias são destinadas ao público rural. Os interessados em se candidatar precisam ter concluído o ensino médio e podem se inscrever até o dia 16 de julho clicando aqui.

O Curso Técnico em Agronegócio é focado nos procedimentos de gestão e comercialização. São oferecidas 1.185 vagas, em 44 polos de apoio presencial do Senar nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Pará.

Já o Curso Técnico em Fruticultura oferece 735 vagas distribuídas em 27 polos de ensino nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Em um período de dois anos e meio, o estudante vai aprender técnicas que auxiliarão no planejamento, execução e controle dos processos produtivos da atividade.

Os cursos são reconhecidos pelo Ministério da Educação, com diploma válido nacionalmente.

Antes de fazer a inscrição, os candidatos devem ler o edital atentamente. Embora os cursos sejam a distância, o candidato deve indicar um dos polos de ensino para participar das atividades práticas.

Para ler o edital, visualizar a lista de polos e efetivar a inscrição, acesse aqui.

Fonte: CNA/Senar
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CNA discute os impactos da MP 1.052 no agronegócio

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - CNA discute os impactos da MP 1.052 no agronegócioTexto prevê também a extinção da Taxa de Juros dos Fundos Constitucionais (TFC), a reestruturação e ampliação do Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), além da revogação do dispositivo da Lei 10.177/2001

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, na quarta (23), uma live para discutir os impactos para o agronegócio da Medida Provisória nº 1.052/2021, que trata da redução da remuneração das instituições financeiras pela gestão administrativa e de risco dos Fundos Constitucionais de Financiamento.

O texto prevê também a extinção da Taxa de Juros dos Fundos Constitucionais (TFC), a reestruturação e ampliação do Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), além da revogação do dispositivo da Lei 10.177/2001, que autoriza a União a conceder subvenção econômica, sob a modalidade de equalização de taxa de juros ao BNDES, nas operações de financiamento de infraestrutura contratadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O encontro foi moderado pela assessora técnica da CNA, Isabel Mendes, e contou com a participação do assessor especial do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Diego Antônio Link, do superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Nelson Fraga, e do presidente do Banco da Amazônia (Basa), Valdecir Tose.

O foco da live foi a mudança de regras de remuneração dos bancos operadores dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE), Norte (FNO) e Centro-Oeste (FCO). No caso, as instituições financeiras envolvidas são, respectivamente, Banco do Nordeste (BNB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Brasil (BB).

Segundo Isabel, o objetivo foi entender as repercussões dessa mudança sobre o financiamento da atividade produtiva e sobre eventuais mudanças na programação financeira e na alocação dos recursos dos Fundos.

“Se por um lado a redução da remuneração permitirá o aumento das concessões de crédito para o setor rural a partir dos recursos economizados, por outro é preciso estar atendo a eventuais dificuldades que o produtor pode enfrentar no acesso ao crédito, com a piora das condições oferecidas e o aumento de exigências, caso seja necessário uma alteração na política de crédito dos bancos a fim de se ajustar às mudanças promovidas pela medida provisória”, ponderou.

Os convidados também analisaram se a alteração poderá implicar em maior dificuldade de acesso ao crédito – por meio da exigência de garantias mais robustas –, em especial para linhas de financiamento voltadas à agricultura familiar e aos mini e pequenos produtores.

“A MP tem provocado muitos questionamentos de produtores rurais, sindicatos e Federações, que têm nos procurado para saber os pontos positivos e os possíveis riscos em relação a ela. É um debate oportuno porque ainda temos espaço no Congresso para fazer aperfeiçoamentos e apoiar emendas que julgarmos pertinentes”, afirmou ela.

Conforme o assessor especial do MDR, a estimativa é de uma economia de R$ 8,5 bilhões até 2024 e esse valor poderá ser alocado em outras linhas de crédito. Diego destaca como benefícios a redução do del credere, a ampliação do acesso aos recursos dos Fundos e novas possibilidades para a tomada de financiamento.

“A MP pode não ser perfeita, mas traz diversos benefícios para essas três regiões, entre eles a criação de um novo fundo, que já conta com R$ 750 milhões. Para o agro, a previsão é termos avanços na infraestrutura de ferrovias e rodovias, algo que é muito importante para o setor”, disse Link.

Para o superintendente da Sudeco, Nelson Fraga, os Fundos são instrumentos essenciais de apoio às políticas públicas de desenvolvimento. A maior preocupação em relação à MP é a possibilidade de alteração na destinação dos recursos voltados a atividades produtivas, em especial o agronegócio, base da economia do Centro-Oeste.

O presidente do Basa fez uma apresentação sobre os impactos da MP no FNO no primeiro mês de aplicação: redução de 27% no prazo dos financiamentos, queda de 46% nos investimentos e diminuição da contratação em 21%, além da necessidade de revisar a política de risco de crédito do Banco.

“Ficamos preocupados com a forma abrupta de redução das receitas e precisaremos alterar o modelo da política de alocação de crédito e prazos para reduzir riscos e a inadimplência”, declarou Valdecir Tose.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Clima seco reduz estimativa de milho segunda safra

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Clima seco reduz estimativa de milho segunda safraRally da Safra foi a campo avaliar problemas causados pela estiagem e constatou que Paraná e Mato Grosso do Sul estão entre os estados mais prejudicados; safra do Mato Grosso não é tão ruim e há pouco espaço para quedas mais expressivas

A etapa milho do Rally da Safra 2021 chega ao fim com uma estimativa de produção de 65,3 milhões de toneladas. Trata-se de uma queda de 900 mil toneladas desde que as equipes técnicas começaram a avaliar as lavouras de segunda safra, em 23 de maio. Na época, o Rally foi para a estrada esperando encontrar áreas bastante prejudicadas pela estiagem que variava de 40 a 70 dias em algumas regiões. Os dados coletados em campo confirmaram essa expectativa e, também, trouxeram algum alívio. “Não parece haver muito espaço para quedas mais acentuadas”, diz André Debastiani, coordenador da expedição. “Não se descarta que, em algumas regiões, possam ocorrer até alguns ajustes positivos.”

A estimativa atual para a produção brasileira é 22% inferior à projetada em janeiro. Uma das particularidades desta segunda safra foi o plantio mais tardio da história, expondo grande parte da área a um risco climático elevado. A falta de chuva de março em diante cobrou um preço alto em algumas regiões. As produtividades médias são projetadas em 58,0 sacas por hectare no Paraná e em 54,5 sacas por hectare no Mato Grosso do Sul, as mais baixas desde 2008/09. Em relação à safra passada, as quebras também são expressivas em Minas Gerais (56,6 sacas por hectare, 41% abaixo da safra anterior), Goiás (67,8 sacas por hectare, queda de 35%) e São Paulo (60 sacas por hectare, redução de 18%).

Poderia, no entanto, ser pior. Com exceção do Paraná e do Mato Grosso do Sul, na maioria dos estados o desempenho das lavouras deve fechar a temporada em patamares superiores aos de 2015/16, outra safra marcada pela falta de chuva. Além disso, os resultados do Mato Grosso ajudam a limitar a quebra de produção. A estimativa para a produtividade média no estado é de 94,5 sacas por hectare – 14% abaixo da safra anterior, mas longe de ser um desastre. Não chegou a haver períodos de estiagem tão prolongados quanto em outras regiões, embora a chuva tenha sido irregular e mal distribuída.

Existem ainda as exceções, nas quais o clima foi bem mais regular e os resultados podem ser considerados bons. É o caso de Rondônia, onde a estimativa de produtividade média é de 85,7 sacas por hectare, recorde para o estado. No MAPITO, as médias devem ficar um pouco inferiores às da safra passada, mas ainda assim as lavouras terão um bom rendimento.

Outro fator que ajuda a sustentar a produção é o crescimento de área. Os produtores mantiveram os planos de expansão e ampliação dos investimentos, motivados pelas boas condições do mercado. Com base nos dados do Rally e nas conversas com os agricultores, a estimativa de área plantada aumentou em 1,25 milhão de hectares em relação à safra passada, chegando a 14,7 milhões de hectares (9% a mais).

A grande parcela do milho mais tardio foi até certo ponto beneficiada pelo retorno da chuva no fim de maio e em junho. Essas lavouras, no entanto, ainda precisam de chuva e, principalmente no Paraná e Mato Grosso do Sul, continuam sujeitas a riscos, caso ocorram geadas. Além disso, o desenvolvimento dessas áreas num período do ano em que os dias são mais curtos também pode prejudicar o enchimento de grãos – o que só ficará mais claro na colheita.

A alta infestação de cigarrinhas e pulgões em boa parte das regiões produtoras também exige atenção. Essas pragas aumentam o risco o risco de tombamento das lavouras e podem prejudicar a produtividade. Nas áreas que começaram a ser colhidas no Mato Grosso e em Goiás, porém, os danos têm sido menores, o que é um bom sinal.

As muitas dificuldades desta temporada deixaram a segunda safra repleta de peculiaridades. As perdas de produtividade não são de modo algum uma boa notícia, mas as reuniões virtuais organizadas pelo Rally da Safra com os agricultores nas últimas semanas mostram uma tendência. “Os produtores rurais não demonstram estar abalados com os resultados atuais. A tendência de expansão de área e de ampliação dos investimentos e da tecnologia, que está aí há alguns anos, tem tudo para se manter na safra que vem”, diz Debastiani.

Atividades durante a pandemia

As 24 equipes do Rally da Safra percorreram cerca de 60 mil quilômetros nas etapas de soja e milho, passando por 500 municípios nos estados produtores. Cada equipe trabalhou de forma mais independente, voltando a atenção ao levantamento de campo, e sem interação entre os técnicos e produtores, como ocorria em outras edições. No total, foram coletadas 1.542 amostras de lavouras de soja (1.092) e milho (450), com informações sobre população de plantas, número de grãos por planta, número de espigas, estádio de desenvolvimento, peso de grãos, umidade e incidência de pragas e doenças, entre outras.

Devido à pandemia, não houve visitas aos produtores nas propriedades, mas as atividades online permitiram coletar informações sobre os desafios desta safra, do plantio até a colheita, e a conjuntura atual por meio de mais de 100 reuniões virtuais com agricultores.

Organizado pela Agroconsult, o Rally da Safra 2021 chega à 18ª edição com patrocínio da FMC, Banco Santander, Phosagro e Rumo, e o apoio da Plant UP, Unidas Agro, FIESP e Universidade Federal de Mato Grosso.

Fonte: Rally da Safra
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Notícias

Cresol espera recorde de repasse de crédito a cooperados

Por redação 25/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Cresol espera recorde de repasse de crédito a cooperados

O Plano Safra 2021/2022 foi lançado com recursos no valor de R$ 251,2 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, sendo R$ 177,8 bilhões destinados ao custeio e comercialização e R$ 73,4 bilhões para investimento durante o próximo período agrícola, que inicia em 1º de julho.

Neste ano, as taxas de juros sofreram um reajuste. Pequenos produtores terão, por exemplo, R$ 21,74 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5% ao ano.

Para os médios produtores rurais serão destinados R$ 29,18 bilhões, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), com taxas de juros de 5,5% ao ano (custeio e comercialização). Para os grandes produtores, a taxa de juros será de 7,5% ao ano.

A Cresol planeja um Plano Safra recorde em 2021/2022, com expectativa de liberação de R$ 7,8 bilhões. No crédito para custeio, a previsão é de R$ 4 bilhões – um aumento de 51% em relação ao último ano -, enquanto para o investimento é de R$ 3,8 bilhões, crescimento de 124%.

Os números seguem a evolução do agronegócio, único setor da economia brasileira que apresentou crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) em 2020. O bom momento do segmento impactou nesta última Safra, que termina em 30 de junho: a Cresol já liberou mais de R$ 4 bilhões em crédito, também superando os últimos anos.

“Mais uma vez estamos encerrando uma Safra indo além das expectativas. Com toda certeza nesta nova, que inicia no dia 1º de julho, disponibilizaremos ainda mais recursos aos nossos cooperados. Toda essa experiência que a Cresol adquiriu ao longo dos anos fez com que nos tornássemos especialistas em crédito rural e, por isso, a cada ano comemoramos resultados recordes”, afirmou Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação.

Fonte: Cresol
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Notícias

Agritech firma parceira com a Broto, uma plataforma digital

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

Ferramenta auxilia produtores - Agritech firma parceira com a Broto, uma plataforma digitalProdutor poderá escolher trator, microtrator e implemento mais adequado à sua necessidade por meio da plataforma de inteligência

A plataforma digital Broto, uma iniciativa digital da BB Seguros e do Banco do Brasil, foi criada para ajudar o agronegócio a crescer de forma sustentável e segura. O objetivo da plataforma é facilitar o acesso do produtor rural a produtos, serviços, informação e conhecimento aplicado ao setor que contribuam para o desenvolvimento do agronegócio, aumento da produtividade econômica e melhorando a gestão de riscos.

Neste mês de junho, a Agritech, fabricante de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltados para a agricultura familiar, se uniu a esse ecossistema para ampliar as possibilidades ao agricultor na aquisição de máquinas e implementos. Ao se juntar à plataforma Broto, a Agritech busca ofertar cada vez mais opções para atender às necessidades do produtor rural, auxiliando-os na tomada de decisão de compra de novos equipamentos, com ênfase na elevação da produtividade e mitigação de riscos.

Para o Coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, fazer parte da plataforma Broto é um importante passo para que as tecnologias de mecanização cheguem a mais produtores, impactando positivamente em seus negócios. “Essa é mais uma maneira de apresentarmos as nossas soluções e produtos, em um ambiente digital que oferece muitas facilidades para o produtor avaliar as opções de melhorar os seus negócios e agilizar as propostas de financiamento, inclusive com condições comerciais diferenciadas”, afirma Oliveira.

A plataforma de inteligência Broto possibilita que o produtor escolha de forma online o equipamento mais adequado às necessidades para sua lavoura. “Ao escolher a o trator ou implemento que atende a sua demanda, a plataforma realiza a aproximação do produtor rural com a revenda mais próxima, de forma ágil e prática”, explica o Coordenador de Vendas/Marketing da Agritech. Na negociação, o comprador tem acesso também às possibilidades de financiamento do BB e seguros da Brasilseg.

Cumprindo sua missão de aproximar o produtor rural das melhores ofertas de soluções e conhecimento, a plataforma Broto traz tecnologia de ponta em inteligência de dados para apoiá-lo na melhor tomada de decisão, em todas as etapas de sua cadeia produtiva, com ênfase na elevação da produtividade e mitigação de riscos.

O projeto da plataforma Broto foi desenvolvido dentro do conceito de metodologia ágil por uma equipe multidisciplinar 100% dedicada da BB Seguros. A plataforma já conta com simulador de seguros, e a Agritech passa a ser um dos fornecedores de máquinas e implementos agrícolas para avaliação de modelos e cotação. O site funciona como uma vitrine para que a Agritech possa expor seus produtos.

O objetivo da proposta da plataforma de negócios Broto é estar cada vez mais próximos do produtor rural com o diferencial em proporcionar soluções que elevem a produtividade e reduzindo despesas. O projeto Broto atende produtores e fornecedores de todo o país.

“É muito importante ter a parceria de grandes empresas, como a Agritech, em nossa jornada de acelerar a união do campo ao digital. O nosso ecossistema está aberto para companhias que prezam a robustez e relevância em suas soluções e, principalmente, a excelência no atendimento ao agricultor”, comenta Rodrigo Caramez, CEO da Brasilseg.

“Além da vitrine virtual, que tem gerado ótimos resultados, sobretudo ao suprir a demanda de feiras através de uma plataforma 100% digital, estamos desenvolvendo diversas soluções para gerar valor e crescimento sustentável para produtores e fornecedores”, completa Caramez.

Fonte: Agritech Lavrale
24/06/2021 0 Comentários
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