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Notícias

Agtechs ganham espaço no agro pós-pandemia

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

O agronegócio, uma das atividades menos afetadas economicamente pela crise, avança também na área da inovação tecnológica, com as agtechsPara especialistas do setor, novas tecnologias e a importância do meio ambiente serão fundamentais para a eficiência do agronegócio no pós-pandemia

O agronegócio, uma das atividades menos afetadas economicamente pela crise sanitária, avança também na área da inovação tecnológica, com o surgimento das chamadas agtechs, nome dado às startups dedicadas ao setor. O fenômeno do surgimento das agtechs e seu impacto no agronegócio foram temas do encontro Tendências para o Agronegócio Pós-Pandemia: Qual a Estratégia?, promovido pelo Master Em Gestão e Marketing do Agronegócio da ESPM Porto Alegre. Participaram do evento Alexandre Velho, presidente da Federarroz, Carlos Joel, presidente da FETAG-RS, e os coordenadores da ESPM, Jorge Dietrich e Ernani Carvalho.

A tendência é que tecnologias desenvolvidas pelas agtechs, como a genômica e a biotecnologia, aplicadas ao campo sejam cada vez mais frequentes. “Startups que ofereçam opções para o melhoramento genético de plantas ou desenvolvam tecnologia para a produção escalável de substâncias biológicas ganham espaço”, diz Ernani Carvalho, da ESPM. “As estratégias escolhidas hoje vão determinar os resultados do agronegócio do amanhã.”

O prognóstico positivo segue para as startups de proteínas alternativas à base de vegetais — no Brasil, um dos principais exemplos é a Fazenda do Futuro — e para as empresas que desenvolvem e oferecem tecnologias que melhorem a qualidade e a durabilidade de alimentos, além de auxiliarem na rastreabilidade dos ingredientes utilizados por empresas da cadeia produtiva.

Veja também: O que fizeram as agtechs para crescer durante a pandemia?

Entre outras tendências sobre o futuro da produtividade no agro está a conectividade. Para os especialistas, o 5G aumentará o uso do monitoramento em diferentes culturas. “Veremos nos próximos anos a multiplicação dos sensores sem fio, que indicarão com maior eficiência as demandas de irrigação, defensivos e fertilizantes”, diz Jorge Dietrich. “Esses sensores também possibilitarão a proliferação de tratores e drones autônomos.”

Para Alexandre Velho, da Federarroz, as novas tecnologias – que incluem o uso da conectividade – há desafios específicos a serem vencidos pelos empresários do agronegócio. “Cada propriedade tem sua particularidade e cabe somente a ela encontrar a melhor forma de se adaptar aos diferentes sistemas de produção.”

Carlos Joel da Silva, da FETAG-RS, trouxe para o debate a necessidade de um bom planejamento para garantir uma logística eficiente e a importância do meio ambiente para os negócios agrícolas. “Cada vez mais o produtor terá que ter uma produção sustentável ecologicamente e financeiramente, atingindo um patamar de preços em que o consumidor esteja disposto a pagar.”

Fonte: ESPM
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Opinião

Como aproximar os pequenos produtores e as soluções digitais?

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação
Agtechs ganham espaço - Como aproximar os pequenos produtores e as soluções digitais?*Anderson Soares Pivotto

A pandemia tem impactado consideravelmente a economia global e acelerado transformações nas cadeias produtivas, comerciais e no setor agro. O uso de novas tecnologias e o ambiente mais digital – realidade para algumas grandes propriedades rurais – tem se tornado também alternativa para pequenos produtores, na busca por otimização de produção e melhor desenvolvimento de atividades. Mas como aproximar os pequenos produtores rurais e as soluções digitais voltadas para o agronegócio?

No Brasil, por exemplo, 77% dos estabelecimentos agropecuários foram classificados como de ‘Agricultura Familiar’, de acordo com o último Censo Agropecuário. Isso corresponde a cerca de 3,9 milhões de propriedades rurais em todo o país em que, de alguma forma, os produtores familiares necessitam de apoio para a travessia do mundo analógico para o digital.

Um exemplo positivo de inclusão desses indivíduos – com iniciativas de imersão em ecossistema de inovação e com presença em um dos principais hubs de inovação do agronegócio mundial – se encontra na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, conhecida como o “Vale do Silício” do segmento. Nesse ambiente, o Sicredi, tem aproveitado a proximidade com seus mais de 600 mil produtores rurais associados para formação de uma rede com o acompanhamento constante sobre novas tecnologias que podem gerar transformação e facilidade no dia a dia da lavoura. Ao mesmo tempo, fomenta no ecossistema de startups o desenvolvimento de tecnologias adequadas à necessidade deste público tão específico.

Para esse desenvolvimento, mostra-se essencial o entendimento sobre a realidade dos pequenos e médios produtores de maneira profunda, ao envolvê-los no processo de exploração e criação de soluções. O cooperativismo de crédito tem utilizado a proximidade construída com os produtores rurais, ao longo de sua história de atuação, para identificar, por meio de sua rede de colaboradores, os desafios das pequenas e médias propriedades, além de pesquisas para ouvir diretamente dos produtores as principais dificuldades encontradas.

Essa proximidade tem possibilitado mais acerto no processo, ao mesmo tempo, demonstrando que alguns entraves ainda distanciam o pequeno produtor de novas tecnologias para o Agro. Isto posto, vivemos em um país continental e com diversas realidades e, se observarmos a realidade deste público, podemos perceber algumas dificuldades que perpassam pela distância entre pequeno produtor e os polos de tecnologia, a falta de conhecimento e habilidade para uso das soluções, a pouca conectividade no campo, a carência de apoio técnico para escolha de ferramentas mais adequadas, além da falta tempo para conhecer ou testar novas soluções. Também é preciso identificar questões culturais e tradições familiares, uma vez que alguns produtores ainda são desconfiados em relação às inovações que coloquem em dúvida o conhecimento empírico, principalmente aquele transmitido por gerações.

Nesse sentido, movimentos como os promovidos pelo Sicredi têm ajudado a diminuir as lacunas ainda existentes. As iniciativas de aproximação têm sido pensadas a partir de etapas fundamentais que contemplam a inclusão digital, com auxílio a produtores na construção de uma infraestrutura necessária para adoção de tecnologias; o conhecimento e a habilidade de uso com capacitação para utilização de celulares e computadores e até ferramentas mais desenvolvidas, como drones e análise de imagens georreferenciadas; o acesso a tecnologias por meio da conexão com ambientes em que as inovações estão sendo antecipadas e, por fim, o apoio e suporte para a escolha da solução que melhor corresponda às necessidades da propriedade e atividade.

Esse trabalho colaborativo tem demonstrado que, para avançarmos nesta jornada, precisamos superar tanto barreiras culturais como estruturais. Por isso, é fundamental a cooperação dos agentes da cadeia do agro para auxiliar os pequenos e médios produtores na transição para o digital. Sem essa proximidade, estaremos criando um grande número de soluções, mas com pouca utilidade e adoção prática.

*Anderson Soares Pivotto é Hunter de Inovação do Sicredi e atua na área de Open Banking & Inovação da instituição financeira cooperativa.
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Notícias

Setor será um dos mais atingidos pela reforma tributária

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Setor será um dos mais atingidos pela reforma tributáriaFim de incentivos fiscais e de benefícios tributários nas compras de máquinas e implementos agrícolas, insumos e produtos agropecuários estão entre as mudanças que mais vão impactar a cadeia produtiva do agronegócio

O relatório final da reforma tributária – elaborado pela Comissão Mista do Senado e da Câmara dos Deputados responsável por analisar a matéria – já começou a tramitar pelas comissões técnicas das duas casas. Apresentado na última semana, o documento preocupa entidades que representam o agronegócio. Isso porque, segundo o advogado tributarista Lucas Ribeiro, o setor deve ser um dos mais atingidos.

A Comissão Mista se debruçou sobre as Propostas de Emenda Constitucional (PECs) 45/2019 e 110/2019. O fim de incentivos fiscais e de benefícios tributários nas compras de máquinas e implementos agrícolas, insumos e produtos agropecuários, bem como a desoneração de alimentos da cesta básica, estão entre as mudanças que mais vão impactar a cadeia produtiva do agronegócio. É o que observa Lucas Ribeiro, que é fundador e CEO do ROIT BANK, accountech e fintech especializada em gestão contábil, fiscal e financeira de empresas no regime tributário Lucro Real.

Confira o Podcast: Qual impacto da reforma tributária no agronegócio brasileiro?

Sem essas medidas, que historicamente buscam fomentar uma das atividades econômicas que mais contribui para o Produto Interno Brasileiro (PIB) e para o saldo da balança comercial do País, de fato a preocupação de empresários do setor – a de que sofrerão aumento na carga tributária – faz sentido, avalia Ribeiro. Pela reforma tributária em tramitação, o agronegócio, assim como outras atividades, seria taxado em 25% pelo tributo a ser criado, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

“O IBS será resultado da fusão de cinco tributos – o PIS (Programa de Integração Social), o COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) o e ISS (Imposto Sobre Serviços). Hoje, estão em boa parte desses tributos os benefícios fiscais de fomento ao agronegócio brasileiro”, explica o especialista.

Outra preocupação, continua Ribeiro, está no fato de que o IBS irá abranger os produtores rurais pessoas físicas. Além de arcar com esse tributo, a taxação vai exigir desses agricultores uma gestão contábil mais eficiente, com a qual muitos não estão familiarizados, nem preparados.

Entidades que representam o agronegócio têm defendido a necessidade e a urgência de uma reforma tributária. Contudo, fazem ressalva sobre os impactos que as propostas em discussão vão trazer para a cadeia produtiva da agricultura e da pecuária nacionais.

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) vem realizando debates, virtuais, com especialistas, para obter análise e orientações para os produtores rurais. Em divulgações em seu site sobre o assunto, a CNA pontua para o risco de o agronegócio brasileiro, uma das atividades econômicas mais pujantes, perder competitividade externa.

Temor semelhante ao de federações estaduais, como a do Paraná (Faep). Também em matérias em seu site, a Faep calcula aumento nos custos de produção de commodities como soja e milho, na ordem de 17%, só entre os produtores do oeste paranaense. A pecuária leiteira em outras regiões do país, a pecuária de corte e a produção de cana-de-açúcar também devem sofrer com o incremento nos custos de produção.

Para Lucas Ribeiro, a aprovação do relatório final no último dia 12 é um indicativo de que a reforma tributária deve entrar na agenda política e econômica do país. Por isso, o especialista orienta: as empresas precisam se preparar para as mudanças e, ao mesmo tempo, acompanhar e participar dos debates que virão, nas comissões específicas da Câmara dos Deputados e do Senado.

Confira o relatório final da reforma tributária aqui.

Fonte: Roit Bank
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Notícias

Multinacional de irrigação amplia atuação no Matopiba

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Multinacional de irrigação amplia atuação no MatopibaA Lindsay, fabricante de tecnologias para sistemas de irrigação por pivôs, firma parceria com a Acqua Irrigação e Energia e a Risa S/A, duas importantes revendas que ampliarão a presença da empresa principalmente no Maranhão, Tocantins, Piauí e na Bahia

De acordo com o mais recente relatório da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a área irrigada no Brasil atualmente é de 8,2 milhões de hectares. Ainda segundo o levantamento, essa mesma área deve aumentar em mais 4,2 milhões de hectares até 2040 e atingir 12,4 milhões de hectares, 51% acima da área atual. Focados nesse enorme potencial, a Lindsay, representada pelas marcas Zimmatic e FieldNET, fabricante de tecnologias para sistemas de irrigação por pivôs, já está ampliando sua rede de atendimento ao cliente a fim de atendê-los em todas as etapas de implantação de um bom projeto.

Para isso, a multinacional anuncia duas novas revendas parceiras nessa empreitada. São elas a Acqua Irrigação e Energia, sediada em Pirapora/MG, e que irá abrir uma loja em Ibotirama/BA para atender os clientes Lindsay na margem leste do rio São Francisco e também a Risa S/A, com matriz em Baixa do Ribeiro no Piauí, e outras 17 lojas distribuídas em cinco estados. “Iremos ampliar nossa atuação nestas regiões com parceiros que possuem seu foco no cliente e podem prestar todo o suporte ao irrigante, visto que já atuam com venda e prestação de serviços”, diz Cristiano Trevizam, diretor de vendas da Lindsay.

De acordo com Leandro Preuss, gerente regional de vendas da empresa, há um mercado potencial a ser desenvolvido, visto que estas regiões comprovadamente podem agregar muito em receita e segurança de safra ao produtor. Isso porque a irrigação permite ampliar o período de produção durante o ano da safra normal, para até três safras com a segurança de produtividade em períodos tradicionalmente ociosos. “As áreas irrigadas estão fazendo parte da paisagem dessas regiões e incentivando mais produtores a investir no segmento, agregando serviços diretos e indiretos que geram mais renda e emprego à região durante o ano”, destaca.

A multinacional tem visionado ser cada vez mais protagonista no crescimento da área irrigada no País, fortalecendo presença, estando cada dia mais próxima do produtor e ainda levando tecnologia e segurança na hora da tomada de decisão na irrigação. Soluções consagradas como o FieldNET, que promove a gestão do uso de água e operação do equipamento em tempo real, e o FieldNET Advisor, que orienta o produtor de forma eficiente para a tomada de decisão do momento certo e a quantidade precisa de irrigar, evitam gastos desnecessário com energia elétrica e promovendo a cultura um ambiente ideal para o máximo de produtividade.

Mais sobre as revendas

A Risa S/A que já atua nos segmentos de máquinas, defensivos, fertilizantes, agricultura, logística, e trading, amplia seu portfólio de soluções com a parceria da Lindsay. Com lojas físicas nos estados de Piauí, Maranhão, a partir de agora, a revenda também disponibilizará aos produtores destes dois estados e também do norte do Tocantins, toda a durabilidade, robustez e tecnologia dos sistemas de pivô Zimmatic e a inteligência e tecnologia avançada das ferramentas de gerenciamento remoto de irrigação com o FieldNET. “Nossos clientes terão toda a assistência técnica e fornecimento de peças de reposição contando com um time especializado de projetistas, focado para atender a demanda no segmento de irrigação”, destacou, Anderson Gorgen, diretor comercial da Risa.

Ainda segundo ele, atuar também no segmento de irrigação era um pedido antigo dos produtores, pois a agricultura irrigada tem crescido na região impulsionada principalmente por aqueles que cultivam a segunda safra de milho. “O grande gargalo de fazer a safrinha de milho, são os veranicos, é muito arriscado fazer sem irrigação, aqui nós precisamos dessa ferramenta para ter colheita, por isso agora vamos fomentar cada vez mais o assunto”, acrescenta.

Acqua Irrigação e Energia

A Acqua Irrigação e Energia, irá atuar na região leste do Rio São Francisco, no estado da Bahia, com obras de infraestrutura para irrigação e com a comercialização dos pivôs Zimmatic by Lindsay. Segundo Sérgio Vinícius Oliveira Diniz, sócio proprietário da revenda, ao alinhar suas soluções com a excelência dos pivôs Zimmatic, dará condições de ofertar o que há de melhor no mercado.

Ele destaca ainda o crescimento e o potencial do setor de forma geral no Brasil. “Temos o privilégio de estarmos à margem do rio São Francisco, uma fonte de água não muito explorada se considerarmos seu potencial. Hoje a irrigação precisa ser sustentável evitando excessos e desperdício tanto de capital como de recursos. Pretendemos atingir os produtores tecnificados e que buscam excelência nas suas plantações”, finaliza Diniz.

Fonte: Lindsay
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Notícias

Governo divulga regras do Programa de Seguro Rural

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Governo divulga regras do Programa de Seguro RuralDocumento traz atualizações de percentuais de subvenção, os limites financeiros e as diretrizes técnicas gerais. As novas regras começam a valer em janeiro de 2022

O Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR), para o período de 2022 a 2024 foi aprovado pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR). Os detalhes constam da Resolução nº 83, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23).

No documento, constam atualizações de percentuais de subvenção ao prêmio do seguro rural, dos limites financeiros anuais por beneficiário e as diretrizes técnicas gerais de execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para o próximo triênio. “O ajuste nas regras vai contribuir para facilitar o entendimento do PSR por parte dos produtores e demais agentes que operacionalizam o seguro”, destaca o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), César Halum.

Novas regras

O percentual de subvenção ao prêmio, que na regra atual pode ser de 20%, 25%, 30%, 35% ou 40%, a depender da modalidade, da cultura e do tipo de cobertura contratada, passará a ser de 20% ou 40%. De acordo com as novas regras, todas as modalidades e culturas terão o percentual fixo de 40%, exceto a cultura da soja e o seguro paramétrico, que manterão o percentual fixo de 20%, como já acorre na regra atual.

“Analisamos diversas demandas enviadas pelas entidades que representam os produtores rurais e consideramos que esse modelo simplificado atende aos anseios do setor produtivo. Na prática elevamos para 40% o percentual de subvenção de diversas culturas, como por exemplo o milho verão”, ressalta o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.

Em relação ao limite financeiro anual por beneficiário, a partir do próximo ano o parâmetro será por grupo de atividades e não mais por modalidade, com isso será possível ampliar as possibilidades de contratação no PSR. “Um produtor que contrata um seguro para uma lavoura de grãos terá um limite e caso queira contratar o seguro para uma lavoura de cana-de-açúcar, por exemplo, terá outro limite a ser observado. Isso permitirá que as contratações não fiquem concentradas em poucas culturas como acontece atualmente, contribuindo assim para o desenvolvimento do seguro em diversos setores agrícolas”, explicou Loyola.

Outra novidade foi o aumento do valor do limite por grupo, que passou de R$ 48 mil para R$ 60 mil, incluindo florestas, pecuária e aquícola, cujo limite passou de R$ 24 mil para R$ 60 mil. O limite anual total não foi alterado, permanecendo o valor de R$ 120 mil por beneficiário. “Com esse aumento do limite, também estamos atendendo uma solicitação do setor produtivo, tendo em vista que os preços dos principais produtos, como a soja e o milho, tiveram aumentos expressivos nos últimos meses, o que refletiu no preço final do seguro (prêmio) e consequentemente no valor médio subvencionado pelo Governo”, complementou Loyola.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)
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Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
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Recursos para agricultura familiar aumentam em 19%

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Recursos para agricultura familiar aumentam em 19%Com novo Plano Safra, serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5%

A ministra Tereza Cristina, do Ministério da Agricultura, e o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, detalharam em live, nesta quarta-feira (23), os recursos do Plano Safra 2021/22 para agricultura familiar.

Na live da “Agricultura Familiar no Plano Safra 2021/2022”, a ministra destacou que os agricultores familiares foram prioridade na construção do plano, com aumento de recursos e menores taxas de juros. “Esse plano privilegia a agricultura familiar, os pequenos produtores e está aí a resposta para o que discutimos juntos. Se ele não foi maior, foi devido ao Orçamento, mas, dentro do possível, conseguimos privilegiar aqueles que precisam de crédito, acreditam e estão investindo na agricultura brasileira”.

No Plano 2021/22, anunciado nesta terça-feira (22), os recursos (custeio, comercialização e investimento) destinados à agricultura familiar tiveram crescimento em 19%. Serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5%. Desse valor, são R$ 21,74 bilhões para custeio e comercialização e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos.

Veja também: Plano Safra 2021/2022 terá R$ 251,2 bilhões em recursos

O secretário Fernando Schwanke ressaltou que o plano atende várias demandas apresentadas pelos agricultores familiares, como a ampliação do valor da renda bruta para enquadramento no Pronaf, de R$ 415 mil para R$ 500 mil. Outra medida foi o aumento do limite de investimento de R$ 330 mil para R$ 400 mil para suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura e fruticultura, e de R$ 165 mil para 200 mil para os demais empreendimentos.

“Os recursos do Pronaf e do médio produtor dispararam em relação às outras linhas de crédito, mostrando o efetivo compromisso com a agricultura familiar, com o aumento de 81% em relação aos Planos anteriores”, afirmou Schwanke.

O novo Plano Safra fortalece a linha Pronaf Bioeconomia, reforçando a sustentabilidade ambiental com a inclusão da possibilidade de financiamento para sistemas agroflorestais, construção de unidade de produção de bioinsumos e biofertilizantes e projetos de turismo rural que agreguem valor a produtos e serviços da sociobiodiversidade. A iniciativa impulsiona a inserção de agricultores familiares nos arranjos da bioeconomia.

Agtechs ganham espaço - Recursos para agricultura familiar aumentam em 19%

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja aqui resultados das ações para agricultura familiar.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)
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Exportações do agronegócio registram recorde em julho, com destaque para a soja
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Exportações do complexo soja serão recordes em 2021

Por redação 24/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Exportações do complexo soja serão recordes em 2021A estimativa para os embarques totais em 2021 é de 106,5 milhões de toneladas, 5% superior aos 101,4 mi de t fechados do ano passado. Análise mostra as primeiras projeções para 2022

Análise da Consultoria Datagro indica forte incremento do complexo soja a ser embarcado neste ano, muito acima do recorde de 2020, levando em consideração a atual projeção da safra 2020/21, de 136,9 milhões de toneladas, 7% a mais em relação à temporada anterior, que colheu 128,1 mi de t.

A estimativa para os embarques totais em 2021 é de 106,5 mi de t, 5,0% superior aos 101,4 mi de t fechados do ano passado.

Para chegar a esse total recorde, considera-se a previsão de embarques de 87,5 mi de t de soja (+4,9%); de 18 mi de t de farelo de soja (+6,1%) e o volume de 1,05 mi de t de óleo de soja (-5,3%).

Em função dessa boa previsão de acréscimo no volume total a ser embarcado, a Datagro indica que a receita total a ser obtida nas exportações do complexo soja brasileiro em 2021 seja novamente expressiva e, provavelmente, bem acima do recorde de 2018, totalizando US$ 45,583 bilhões, 28,8% superior à receita de 2020. Seriam US$ 36,575 bi decorrentes das vendas de soja em grão (+27,3%); US$ 7,848 bi das vendas de farelo (+33,6%) e US$ 1,160 bi das vendas de óleo (+52,4%).

A tendência é que haja aumento da participação do complexo soja na pauta geral de exportações do País. Para uma receita total projetada atualmente em US$ 222,000 bi, o setor contribuiria com 20,5%, proporção bem acima dos 16,9% de 2020 e dos 17,0% do recorde de 2018.

Primeiras projeções para 2022

A Datagro prevê para 2022 avanço apenas de volume sobre o ano atual, já que a expectativa é de retração nos preços médios em todo o complexo, devendo resultar em receita total menor. A consultoria projeta o total de saídas externas do complexo soja em 109,2 mi de t, 2,5% superior ao recorde previsto para a safra deste ano.

Para chegar a esse total, leva-se em conta a projeção de embarques de 90,5 mi de t da oleaginosa, 3,4% de aumento sobre 2021; manutenção dos 18 mi de t do farelo de soja e retração no óleo, para apenas 700 mil t, queda de 33,3% na comparação com este ano.

Em relação à receita, os números iniciais indicam US$ 42,103 bi, o que contabilizaria perda de 7,6% sobre o ano atual.

Estima-se redução na participação das exportações do setor na pauta geral do País, dos 20,5% de 2021 para 18,1% em 2022. “Apesar de menor, essa nova taxa ainda segue muito superior aos 13,8% da média para os últimos dez anos, e, caso se confirme, seria a segunda maior da história”, destaca Flávio Roberto de França Junior, coordenador de Grãos da Consultoria.

Fonte: Datagro
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Casale faz parte da segunda edição da Confina Brasil

Por redação 23/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Casale faz parte da segunda edição da Confina BrasilPrimeira rota do ano fará o mapeamento do gado bovino de corte do Sul do país, permitindo intercâmbio de informações entre fornecedores de tecnologia e produtores de gado

Na segunda-feira, 21, teve início o Confina Brasil 2021, expedição que fará o mapeamento de 40% do
gado confinado no País. O evento começou pelo Rio Grande do Sul, e a primeira rota passa por toda região, com visitas a 54 propriedades em 43 municípios dos três estados para a realização da coleta e análise de dados sobre manejo, gestão, infraestrutura e outros fatores que impactam a produção de carne bovina. A equipe da Casale, empresa de soluções para pecuária, irá acompanhar as visitas realizadas pela Scot Consultoria, que promove a ação.

Devido à grande exigência do mercado, os pecuaristas buscam cada vez mais uma melhor gestão da propriedade, visando a redução de custos e a possibilidade de fornecer os produtos de forma a obter maior rentabilidade. A participação da equipe da Casale na caravana permite, além de fazer o atendimento direto ao produtor, identificar dores, tendências e oportunidades no setor de confinamento.

“Nosso objetivo é conhecer de perto as dores dos produtores, e apresentar as nossas tecnologias, voltadas para a eficiência, agilidade  precisão na logística do trato animal. Nessas visitas, existe a possibilidade de encontrarmos informações relevantes sobre as necessidades operacionais dos produtores”, explica Jonas Wagner, supervisor de vendas da empresa.

Juntamente à equipe da Scot Consultoria, formada por engenheiros agrônomos, médicos veterinários e zootecnistas especialistas em pecuária, o time da Casale irá acompanhar as visitas às propriedades que já fazem uso de equipamentos fabricados pela empresa e outras.

“Será possível identificar a realidade e as características de cada região. Essa troca de experiências e de informação, com certeza trará muitos benefícios nas tomadas de decisão e proporcionará o crescimento do setor”, pontua Jonas.

Caminhos do confinamento

Após a primeira fase da rota, no Rio Grande do Sul, as duas equipes passarão por propriedades rurais de Santa Catarina e do Paraná, onde a expedição será finalizada em 9 de julho.

Além desta primeira etapa na região Sul, o Confina Brasil terá ainda mais duas rotas ao longo do ano, totalizando visitas a 120 propriedades em 11 estados brasileiros, passando por Rondônia, Mato Grosso e Pará na segunda rota, nos meses de julho e agosto, e Tocantins, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro na terceira expedição, que ocorrerá em setembro.

Em sua primeira edição, realizada em 2020, foram visitadas 118 propriedades em 5 estados, responsáveis por 30% do gado confinado do País. O estudo busca atualizar informações sobre os confinamentos visitados no ano passado e ampliar ainda mais, com dados de propriedades responsáveis por mais de 2 milhões de bovinos em confinamento no Brasil.

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Motor da FPT Industrial foi projetado para ser compacto

Por redação 23/06/2021
Escrito por redação

Agtechs ganham espaço - Motor da FPT Industrial foi projetado para ser compactoPropulsor FPT F28 foi projetado para ser compacto, eficiente e ecologicamente correto, disponível em configurações movidas a diesel, gás natural, biometano e híbrida

Eleito o Motor do Ano 2020 na Europa, por sua abordagem modular e Multi-Power, o FPT F28 da FPT Industrial, marca da CNH Industrial, foi projetado para ser compacto, eficiente e ecologicamente correto. Aplicável a diferentes tipos de missão, este moderno propulsor está disponível em configurações movidas a diesel, gás natural, biometano e híbrida.

Com 2,8 litros de cilindrada, ele entrega desempenho equivalente a um motor maior, de 3,4 litros, assegurando o melhor desempenho da classe e menores emissões.

Abastecido com biometano, o FPT F28 NG reduz as emissões de CO2 a quase zero. A produção de biometano contribui para a economia circular, não apenas reduzindo os gases de efeito estufa, como também restaurando a matéria orgânica no solo e auxiliando pequenos agricultores a reduzir os custos de produção.

Na região de Langhe, na Itália, a motorização é peça-chave na meta para a primeira colheita mundial de vinho Barolo com zero emissão até 2025. Como parte da parceria celebrada pela FPT Industrial e a premiada vinícola Fontanafredda, o FPT F28 NG equipa dois tratores de esteiras New Holland TK Methane Power da Vigna La Rosa, que produz as uvas para o lendário Barolo, vinho que integra o Wine Spectator Top 100 dos melhores vinhos do mundo.

O FPT F28 NG preenche todos os requisitos em termos de potência, desempenho e baixo impacto ambiental para aplicações de tratores de vinhedos, onde dimensões compactas são requisitos fundamentais.

O trator movido a biometano projetado para a Fontanafredda fornece uma potência de 75 cv com torque de 330 Nm, entregando com total segurança desempenho igual ao do seu equivalente diesel, mesmo quando se trabalha nas encostas mais íngremes e no terreno típico dos melhores vinhedos da região vinícola. Tudo isso com pegada zero de carbono, já que o biometano é produzido pela biodigestão de resíduos agrícolas.

FPT F28 HYBRID

Para aplicações off-road de máquinas de construção, o FPT F28 também conta com a configuração Hybrid, apresentada na Conexpo 2020, em Las Vegas. Dotado de um motor diesel combinado ao inovador sistema de geração de energia E-Flywheel, resulta em uma solução eficiente e sustentável.

O FPT F28 Hybrid foi desenvolvido para oferecer desempenho ideal para máquinas compactas que oferecem maior produtividade e eficiência. Com quatro cilindros em linha, o motor térmico entrega potência máxima de 74 cv, enquanto o sistema de geração de energia elétrica adiciona 27 cv de potência contínua e 40 cv de potência de pico. Máquinas como minicarregadeiras, rolos compactadores e retroescavadeiras se beneficiam da potência de pico em determinados momentos para completar suas missões com mais eficiência.

O F28 Hybrid combina alto desempenho e baixo consumo de combustível em uma embalagem compacta. Ele também apresenta maior eficiência do sistema, arquitetura simples, operação rápida e Start & Stop otimizados para uma partida mais suave do motor.

“A visão da FPT Industrial para trens de força do futuro inclui alguns dos principais recursos do F28”, comenta Marco Rangel, presidente da FPT Industrial para a América do Sul. “Este motor reforça o nosso compromisso com a propulsão alternativa e inovações de engenharia para garantir eficiência e menores custos operacionais”.

Prêmio Rei 2021

Todos estes atributos elegeram o motor multicombustível da FPT Industrial como finalista do
11° Prêmio REI (Reconhecimento à Excelência e Inovação), realizado pela Automotive Business. Selecionado pela equipe editorial da plataforma na categoria Fornecedores – motores e transmissões, o FPT F28 agora pode ser escolhido pelo público em votação on-line, até 20 de julho.

O Prêmio REI é um reconhecimento a empresas que entregam um novo valor à indústria automotiva, à mobilidade e à sociedade, e assumem o protagonismo na transformação do mundo.

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Opinião

Ações para facilitar o acesso ao crédito pelos produtores

Por redação 23/06/2021
Escrito por redação

*Por Marcelo PimentaAgtechs ganham espaço - Ações para facilitar o acesso ao crédito pelos produtores

O agronegócio brasileiro é uma potência. Responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto do país e fonte de emprego para mais de 16 milhões de pessoas, o setor vem apresentando, mesmo em um período tão desafiador para toda a economia, crescimento. Ainda assim, são várias as barreiras para potencializar o desenvolvimento do setor, especialmente para os pequenos produtores. Aproximadamente 4 milhões deles enfrentam uma verdadeira saga para obter crédito privado e incrementarem seus negócios – estima-se ainda que apenas 19% tenham tido acesso a uma linha de crédito. A burocracia, a falta de dados para comprovarem a produção e as realidades muito distintas resultam em pouco financiamento no segmento, perto de 27% da relação Crédito/PIB contra 55% de outros mercados.

Enquanto uma parcela pequena de agricultores tem maquinário moderno, aplicam conceitos da indústria 4.0 diariamente em suas terras e gozam do livre acesso às linhas especiais das instituições financeiras, os produtores menores ou familiares são desconhecidos pelo mercado de crédito. Análises custosas e falta de dados confiáveis sobre essas pessoas deixam de fora um grupo cujo faturamento anual é expressivo e que produz cerca de 70% dos alimentos consumidos por uma típica família brasileira. Então, o que é preciso para que elas possam tomar recursos, crescer e alavancar ainda mais o agronegócio?

Primeiro é preciso se aprofundar na cultura de crédito dessas pessoas: elas vivem, na maior parte das vezes, na área rural do país, com pouco acesso às novas tecnologias, e ainda transacionam muito em dinheiro vivo ou na “base da confiança” com os comércios locais ou distribuidores. Falta educação financeira e muitos ainda não entendem que essas são relações creditícias que precisam melhorar. Por outro lado, as “agritechs”, bancos, financeiras e outros credores desejam atingir essas pessoas, mas não dispõem de dados confiáveis para fazer as melhores ofertas e meios para acessá-las da melhor forma, uma vez que ainda exista uma dependência da figura do gerente local para ofertar os recursos financeiros.

Para facilitar essa dinâmica, gerar mais informações sobre quem é esse produtor, onde ele está, o que planta e quem está no seu entorno – familiares ou funcionários – é essencial. Apenas com isso as avaliações de risco poderão ser mais assertivas, facilitando a oferta de modelos de financiamento adequados aos perfis, assim como ocorre com o crédito comercial. E, ao contrário do que parece, o segmento traz mais facilidades – enquanto no crédito a pessoas físicas os perfis são variados, uma vez que as profissões mudam, as receitas são voláteis e precisamos considerar os diferentes estágios de vida desse tomador de crédito, na produção rural as pessoas geralmente fazem o mesmo trabalho há anos, conhecem a terra e sabem quando mudar de insumos para manter sua renda.

O que estamos fazendo na Serasa Experian, ao entrarmos nesse segmento, é traduzir essas informações tão importantes para o agronegócio brasileiro em uma linguagem que o mercado de capitais entenda. E isso só é possível aplicando a tecnologia, combinando plataformas de dados e algoritmos, desenvolvidos com o uso da Inteligência Artificial, para acompanhar esse produtor e suas atividades, adicionando elementos, como dados climáticos e acesso a tecnologia, que afetam o plantio.

Queremos ser tão relevantes para este segmento quanto somos no mercado de crédito para os consumidores e empresas, apresentando essas pessoas com histórico de produção a instituições financeiras para que tenham acesso a crédito mais barato, propiciando o seu crescimento. Quando o pequeno produtor se liberta de linhas de crédito tradicionais,
ele pode melhorar sua qualidade de vida e aumentar a distribuição dos produtos, impactando positivamente a economia do país. Somente a tecnologia pode acabar com os problemas de confiança de ambas as partes, garantindo transparência, segurança nos acordos, e, consequentemente, desenvolvendo e aprimorando o setor.

* Marcelo Pimenta é diretor do DataLab e responsável pela atuação da Serasa Experian no agronegócio
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