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Notícias

Dia Mundial do Leite: setor evoluiu de olho nas demandas do produtor

Por redação 01/06/2021
Escrito por redação

- Dia Mundial do Leite: setor evoluiu de olho nas demandas do produtor

Do campo à mesa, o leite é fonte essencial no suprimento de alimentos de muitas famílias e fonte de renda para produtores rurais e indústria

Um dos mais importantes produtos da agropecuária brasileira merece uma data especial no calendário. No dia 01 de junho é comemorado o Dia Mundial do Leite. Do campo à mesa, o leite desempenha um papel relevante não só como fonte essencial no suprimento de alimentos de muitas famílias brasileiras, mas também na geração de empregos e renda do País.

A produção atual de leite no Brasil está em torno de 33,6 bilhões de litros anuais. O rebanho leiteiro brasileiro é o segundo maior do mundo, ficando atrás apenas do da Índia, segundo informações da Embrapa Gado de Leite.

Do campo à mesa

Para que o leite de qualidade e seus derivados cheguem à mesa do consumidor existe uma cadeia produtiva trabalhando todos os dias, faça chuva ou faça sol.

O leite consumido percorre muitos caminhos antes de chegar à mesa. Tudo começa com o produtor rural, que cada dia mais preza pela saúde e o bem-estar dos animais do seu rebanho; chegando à indústria de laticínios – que prima pela qualidade do processamento do produto para garantir um produto altamente seguro ao consumidor. Com logística eficiente, o leite chega às prateleiras dos supermercados e depois segue para a casa dos brasileiros.

“Muitas vezes, o consumidor comum não imagina qual é a jornada que o leite percorre entre o campo e a nossa casa. No entanto, conhecer cada passo dessa trajetória é uma forma de se conectar com o alimento e também com quem está do outro lado da cadeia produtiva, trabalhando para entregar um produto nutritivo, seguro e de alta qualidade”, comenta o coordenador do Movimento “Todos a Uma Só Voz”, iniciativa que tem como objetivo aproximar o agronegócio da população brasileira, Ricardo Nicodemos.

Para endossar essa defesa da união entre a cadeia produtiva e os consumidores, o Movimento está preparando uma série de webinars chamada “De Lá Pra Cá – de onde vem o que consumimos” que mostrará o caminho que os produtos percorrem saindo do campo até chegar aos consumidores. A ideia é que essa série online tenha uma linguagem informal e acessível em que os representantes da cadeia produtiva expliquem como é o processo de fabricação dos produtos.

Tecnologia como uma aliada

A produção leiteira no país tem ganho, nos últimos anos, um aliado de extrema importância: a tecnologia, que oferece não só qualidade ao produto, mas também agilidade no processo, segurança e bem-estar aos animais das propriedades.

Na avaliação da diretora de Comunicação e Marketing da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Maria Thereza Rezende, o agronegócio nunca esteve tão em foco entre as soluções lançadas no mercado tecnológico, até mesmo por influência do comportamento da sociedade, que é cada vez mais exigente sobre a procedência e as metodologias dos processos produtivos daquilo que consome.

“Hoje em dia não dá para imaginar fazendas leiteiras sem tecnificação porque a tecnologia auxilia em uma série de coisas, como na melhoria do bem-estar animal”, pontua. O bem-estar animal é comprovado por meio de auditorias que verificam se as propriedades estão dentro dos padrões exigidos. “Essa segurança e a garantia de qualidade é o que o consumidor mais deseja”.

Para ela, a partir da tecnologia e do conceito de segurança do alimento, presentes nos meios de produção das fazendas brasileiras, é possível verificar a origem do leite e os procedimentos aplicados nos rebanhos durante o processo produtivo, do campo à mesa do consumidor.

Leite saudável e fresco 

Uma importante etapa para que o leite e seus derivados cheguem de forma segura até o seu destino final é a indústria.

“Realizamos fortes e constantes investimentos em tecnologia e modernização das fábricas. Possuímos um time de mais de 3,5 mil colaboradores que trabalham incansavelmente em um rigoroso processo de qualidade, cuidado que vai desde produtores e parceiros, passando pela atenção aos mínimos detalhes de boas práticas de fabricação, controle de qualidade, distribuição até a disponibilização dos produtos aos consumidores por meio das prateleiras dos supermercados de todo o país”, comenta a gerente de marketing da Italac, Andreia Alvares.

Nos trajetos até à mesa, a tecnologia permite identificar quais os fatores que alteram ou prejudicam os alimentos. No caso do leite, por se tratar de um alimento nutritivo, de baixa acidez e abundante em água – essa composição nutricional o torna muito rico, inclusive para as bactérias que podem comprometer o produto.

Para evitar que isso ocorra, na indústria o leite é aquecido a uma temperatura ultra alta (Ultra High Temperature – UHT) e depois resfriado rapidamente. O chamado envase asséptico permite armazenar o leite na embalagem sem contato com nada, o que faz o produto durar ainda mais e sem a presença de conservantes. Além disso, a embalagem possui seis camadas que protegem o alimento da luz e do oxigênio, aumentando a durabilidade do produto, sem a necessidade de refrigeração.

“No caso do leite UHT, com esse processo de envase 100% asséptico, o alimento não tem nenhum contato manual ou com o próprio ambiente. Já nas caixinhas, o produto é impedido de entrar em contato com a luz, ar ou umidade, preservando os nutrientes por mais tempo e mantendo o sabor, cor e textura do produto, daí vem o nome longa vida. Desta forma, oferecemos segurança e qualidade, o que garante que o leite não tenha contato com o ambiente até o momento da abertura”, explica o gerente de marketing de Lácteos da Tetra Pak, Luis Eduardo Ramirez.

Mitos e verdades do leite

Quando se fala em nutrição e saúde, existem muitos mitos, invenções e erros que se acumulam e são compartilhados livremente entre as pessoas. O consumo de leite de vaca tem sido alvo de malefícios a ele atribuídos de forma errada. Mas, afinal, o leite de vaca faz mal à saúde?

O leite é um produto de alto valor nutricional que está presente no dia a dia da população, seja na versão pura ou nos derivados como queijos, iogurte e manteiga, sendo uma importante fonte de nutrientes essenciais, vitaminas e minerais que mantém as pessoas ativas e saudáveis.

“Além de ser gostoso e servir como ingrediente para uma série de receitas, o leite é um alimento muito nutritivo e fonte de energia, proteínas, aminoácidos essenciais, cálcio, fósforo e vitaminas A e D. Nesse sentido, tanto o leite como os seus derivados podem fazer parte de uma rotina alimentar saudável”, explica a nutricionista, mestre em Saúde Pública, doutora em Ciências pela USP e gerente de comunicação regional na DSM Nutrição e Saúde Humana América Latina, Maria Fernanda Elias.

Ela lembra que pessoas com restrição ao consumo de gorduras podem optar pelas versões do leite semidesnatado ou desnatado. “Vale lembrar que, nesses casos, é importante observar se o leite foi fortificado com as vitaminas A e D, que se perdem no processo de retirada da gordura por serem vitaminas lipossolúveis, ou seja, solúveis em gordura”.

Com o avanço da tecnologia, até mesmo pessoas com intolerância à lactose podem tomar leite. “Basta optar pelos produtos zero lactose”, completa a nutricionista.

Consumo na infância 

Por ser um alimento completo, o leite traz benefícios para a saúde em todas as fases da vida, em especial na infância. Rico em cálcio, o leite é essencial para o crescimento das crianças e a formação de seus ossos e dentes. Além disso, é uma ótima fonte de hidratação, o que é de suma importância na fase em que brincadeiras e atividades são frequentes.

Outra vantagem é a facilidade do consumo desse alimento pelas crianças, que costumam, muitas vezes, recusar a introdução de novos alimentos na dieta, principalmente alimentos ricos em vitaminas e minerais, como vegetais. O leite, além de ser rico nesses nutrientes, ainda pode ser um ótimo meio para o consumo de frutas na forma de vitaminas.

Sobre o Todos a Uma Só Voz

Lançado oficialmente em fevereiro de 2021, o movimento Todos a Uma Só Voz surgiu para conectar o agronegócio e o consumidor final. Ele reúne as principais lideranças do setor e tem uma atuação diversificada que trazem maior empatia por quem atua no campo. O Movimento conta com o apoio da ABAG, ABCC, ABIA, ABIARROZ, ABIEC, ABISOLO, ABITRIGO, ABMRA, ABPA, ABRALEITE, AGROLIGADAS, AGROLINE, AIPC, AMA BRASIL, ANDAV, ASBRAM, CECAFÉ, CICARNE, CLIMATEMPO, CNMA, FENEP, IBÁ, LIGA DO AGRO, INDAN e SNA, além de diversos veículos de comunicação e o patrocínio da CropLife. Para saber mais sobre o movimento, acesse aqui.

Fonte: Todos a Uma Só Voz
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Notícias

SP sediará evento de negócios em pecuária

Por redação 01/06/2021
Escrito por redação

- SP sediará evento de negócios em pecuária

Evento híbrido, que será presencial e também virtual, é focado em visão de negócios e network

Nos dias 23 e 24 de novembro, a cidade de São Paulo sedia o Pecuária 360º – Summit 2021, evento de negócios de pecuária de corte e leite, direcionado a todos os elos da cadeia produtiva – de pecuaristas de todo o Brasil, gestores de empresas do segmento, consultores e associações. O mote é informar conectar a pecuária em 360 graus envolvendo produção, comercialização, consumidor e network.

O Pecuária 360º – Summit 2021 será presencial no Hotel Pullman Vila Olímpia, em São Paulo, com vagas limitadas e terá também a versão online. O primeiro dia será dedicado a temas de mercado, política e economia que impactam o negócio pecuário. Leonardo Alencar, Equity Research da XP Investimentos, ministrará a palestra “Investidores olhando para o Agro” e o consultor, professor de Economia Agrícola pela Fundação Getúlio Vargas e pela Fundação Dom Cabral, Alexandre Mendonça de Barros dará um panorama do mercado de grãos e pecuária. A programação terá ainda um painel sobre o cenário político e econômico para o Brasil em 2022.

O segundo dia do Pecuária 360º – Summit 2021 terá como foco a pecuária e o ‘Go to the Market’. A comunicação com o mercado consumidor e o papel das mídias sociais será abordado pela CEO e fundadora da agência Rede Comunicação, Flavia Rios; e a realidade da pecuária brasileira e a questão ambiental pelo sócio-diretor da Athenagro, Mauricio Palma Nogueira. A programação do segundo dia terá ainda uma palestra sobre recursos humanos na pecuária e uma apresentação internacional sobre biotecnologia na nutrição e saúde animal.

“Nesses dois dias serão abordados temas que impactam na pecuária, que permitirão aos participantes fazer uma análise do ano e se preparar de maneira muito consistente para 2022”, explica o diretor da Originale Eventos e Turismo, empresa idealizadora e responsável pela organização do evento, Adalberto Vial. “O evento presencial será uma oportunidade única, conectando conhecimento e experiencias com o cenário do novo normal”, completa Vial.

Inscrições online em julho
As inscrições tanto para o evento presencial quanto online será abertas no mês de julho. Serão disponibilizados 250 lugares para os participantes presenciais, obedecendo todos os protocolos de saúde. Mais informações pelo site (acesse aqui).

Fonte: Pecuária 360º – Summit 2021

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PIB cresce 1,2% puxado por avanço de 5,7% da Agropecuária

Por redação 01/06/2021
Escrito por redação

 

- PIB cresce 1,2% puxado por avanço de 5,7% da Agropecuária

O PIB cresceu 1,2% na comparação do primeiro trimestre de 2021 contra o quarto trimestre de 2020, na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB apresentou crescimento de 1%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em março de 2021, o PIB caiu 3,8%, comparado aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Em valores correntes, o PIB no primeiro trimestre de 2021 totalizou R$ 2,048 trilhões, sendo R$ 1,753 trilhão referente ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 294,7 bilhões aos Impostos sobre Produtor líquidos de Subsídios. Mais uma vez o resultado positivo foi puxado pela Agropecuária, que no período avançou 5,7%, seguido por Indústria (0,7%) e Serviços (0,4%).

Entre as atividades industriais, o avanço foi puxado pelas Indústrias Extrativas (3,2%). Também registraram taxas positivas a Construção (2,1%) e a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,9%). O único desempenho negativo se deu nas Indústrias de Transformação (-0,5%).

Nos Serviços, houve resultados positivos em Transporte, armazenagem e correio (3,6%), Intermediação financeira e seguros (1,7%), Informação e comunicação (1,4%), Comércio (1,2%), Atividades imobiliárias (1,0%) e Outros serviços (0,1%). A única variação negativa veio da Administração, saúde e educação pública (-0,6%).

Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (4,6%) cresceu, enquanto a Despesa de Consumo das Famílias (-0,1%) e a Despesa de Consumo do Governo (-0,8%) tiveram variações negativas em relação ao trimestre imediatamente anterior.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços tiveram crescimento de 3,7%, enquanto as Importações de Bens e Serviços cresceram 11,6% em relação ao quarto trimestre de 2020.

PIB recua 3,8% no acumulado 

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2021 recuou 3,8% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou do recuo de 3,7% do Valor Adicionado a preços básicos e de 4,4% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado nesta comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (2,3%), Indústria (-2,7%) e Serviços (-4,5%).

As atividades industriais com variações negativas foram: Construção (-6,9%), Indústria da Transformação (-2,7%) e Indústrias Extrativas (-0,3%). O único resultado positivo foi em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,5%).

Nos Serviços, houve quedas em: Outras atividades de serviços (-13,0%), Transporte, armazenagem e correio(-8,6%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-5,5%) e Comércio (-2,4%). Os resultados positivos foram obtidos por Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5,0%),Atividades imobiliárias (3,0%) e Informação e comunicação (0,8%).

Na análise da demanda, a Despesa de Consumo das Famílias e a Despesa de Consumo do Governo caíram, ambas, 5,7%. Já a Formação Bruta de Capital Fixo apresentou alta de 2,0% No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços recuaram 1,0%, enquanto as Importações de Bens e Serviços apresentaram queda de 9,2%.

Taxa de Investimento foi de 19,4% 

A taxa de investimento no primeiro trimestre de 2021 foi de 19,4% do PIB, acima do observado no mesmo período do ano anterior (15,9%). A taxa de poupança foi de 20,6% no primeiro trimestre de 2021 (ante 13,4% no mesmo período de 2020).

A Necessidade de Financiamento alcançou R$ 60,1 bilhões, ante R$ 80,3 bilhões no mesmo período de 2020. A queda da Necessidade de Financiamento é explicada, principalmente, pela redução de R$ 22,7 bilhões em Renda Líquida de Propriedade enviada ao Resto do Mundo, especialmente lucros e dividendos, e pela redução de R$ 6,0 bilhões no saldo externo de bens e serviços.

 

Fonte:
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Nanotecnologia é usada no aumento da produtividade dos grãos

Por redação 01/06/2021
Escrito por redação

- Nanotecnologia é usada no aumento da produtividade dos grãos

A DVA Agro traz para o Brasil o lançamento EffiK-One, dotado de nanotecnologia hidrocoloide orgânica, à base de lipídios, nano-estruturada (Organic Hydro Colloid), e que pode encapsular minerais ativos, nutrientes ou outros compostos em um ambiente aquoso, melhorando a eficiência de translocação e penetração nas plantas.  A novidade, além de fornecer três microelementos importantes para a lavoura: zinco, cobre e manganês, fundamentais para o desenvolvimento das culturas, ainda pode causar outro efeito benéfico, ajudando a planta a se defender ao ataque de pragas e doenças.

A tecnologia do produto possui um efeito de translocação do cobre dentro da via vascular. “Essa ação do cobre que é inerte originalmente, com nossa tecnologia entra em contato com fungos e bactérias, ajuda a planta a se preparar para as adversidades e também auxilia em sua recuperação”, aponta o líder global de nutrição de plantas da marca, Andres de La Cruz Perez.

A maioria das doenças que atacam as lavouras são de difícil controle, e uma boa parte dos organismos que as causam são anaeróbico, ou seja, não necessitam de oxigênio para o crescimento. “Quando colocamos oxigênio nessa planta você mata-os de forma natural. E aí o problema é como você transporta esse O2 dentro do tronco? A nanotecnologia do Effik-One faz isso. O produtor está comprando é a capacidade de resolver o problema”, explica o profissional.

Com a melhora da performance de penetração e translocação dos micronutrientes na lavoura o produtor tem muitos benefícios. “Isto permite que elas permaneçam saudáveis, desenvolvam seu sistema imunológico e continuem a ser produtivas durante todo o seu ciclo. Em outras palavras, a lavoura pode se tornar resistente às atividades de patógenos que anteriormente causavam danos ao seu desenvolvimento”, completa o líder.

O produto também é orgânico, auditado pela instituição europeia EcoCert, além de ser o primeiro da multinacional alemã dotado da tecnologia que ingressa no mercado comercial. Ele já foi testado em solo brasileiro nas culturas de soja, milho, alho e banana.

Maior produtividade

Para comprovar os benefícios do Effik-One, a DVA Agro testou no município de Santa Rosa, no Paraná na safra 2019/20, o seu desempenho no campo. O estudo apontou que na área aplicada houve um aumento na produção de 3,7 sacas/ha. Segundo o engenheiro agrônomo e coordenador de marketing da empresa no Brasil, Bruno Francischelli, a diferença está possivelmente ligada ao efeito de maior fornecimento de nutrientes que a lavoura recebeu devido à alta tecnologia da formulação, o que acabou gerando maior fortalecimento da mesma e assim mais proteção.

Fonte: DVA Agro
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Ourofino Agrociência tem novo CEO e meta de dobrar faturamento

Por redação 01/06/2021
Escrito por redação
- Ourofino Agrociência tem novo CEO e meta de dobrar faturamento

Marcelo Abdo

Para atingir o plano estratégico de dobrar, em apenas cinco anos, o faturamento anual da empresa, que hoje é superior a R$ 1,5 bi, segundo o valor computado no último exercício-fiscal, a Ourofino Agrociência inicia um novo momento gerencial. A partir de 1º de junho, Marcelo Abdo, que é colaborador desde a fundação do empreendimento, em 2010, e estava como vice-presidente, assume a posição de CEO da companhia de defensivos agrícolas.

Abdo, formado em ciências econômicas e com especializações em competências gerenciais, finanças e com MBA em agronegócios, ocupa a posição no lugar de Norival Bonamichi, sócio-fundador do negócio. Bonamichi agora é o novo presidente do Conselho de Administração, grupo composto pelo também sócio-fundador da Ourofino Agrociência Jardel Massari. Ainda, fazem parte do grupo conselheiros externos e dois representantes das companhias japonesas Mistui e ISK, que têm participação no capital da indústria. Bonamichi será responsável por dois comitês: Pesquisa & Desenvolvimento e Assuntos Regulatórios.

Ao lado do novo CEO na gestão da companhia está Alessandro Flamini, antes diretor financeiro e, agora, CFO. Assim como Abdo, Flamini tem uma longa carreira na empresa, de 10 anos. Os dois assumem os principais cargos gerenciais em um estágio de virada na condução do negócio. Pela primeira vez, a Ourofino Agrociência entregará ao mercado um produto patenteado próprio, desenvolvido pela ISK. A solução conta com uma molécula inédita no Brasil.

A empresa ainda tem um plano robusto de lançamento de 11 produtos para estes próximos meses de 2021. Com isso, reforçará a participação no principal mercado agrícola do país, a sojicultura. Atualmente, a cana-de-açúcar representa a maior parte do market share da companhia. Em ambos, no entanto, a Ourofino Agrociência visa crescimento e espera terminar o exercício-societário, em março de 2022, com participação de dois dígitos em cana e com crescimento expressivo na cultura de soja.

Desde 2019, quando as parcerias com a ISK e a Mitsui foram firmadas, a indústria de origem brasileira avança em pesquisas de mercado e também pesquisas científicas, para se tornar cada vez mais competitiva. O plano de dobrar o faturamento está amparado justamente nesse processo iniciado anos atrás e no propósito de reimaginar a agricultura brasileira, entregando produtos adequados ao clima e ao solo tropicais.

Em cinco anos, a expectativa é atingir mais R$ 3 bi de faturamento. Além disso, a companhia estabeleceu para os próximos 10 anos a meta de R$ 5 bi, o que, segundo Marcelo Abdo, deve se cumprir com uma gestão arrojada, que visa principalmente o desenvolvimento das pessoas.

“Buscamos a excelência operacional e vamos investir fortemente para aumentar a qualificação dos cerca de 450 colaboradores da companhia. Do operador ao líder, todos terão ainda mais chance de crescer e desenvolver novas competências. Esse processo já foi iniciado e envolve, principalmente, a análise de todo o time Ourofino Agrociência”, afirma o novo CEO. Inclusive, recentemente, a indústria anunciou Luciana D’Elboux Lourenço como a nova diretora da área de gestão de pessoas, e mais mudanças no quadro estão previstas para breve.

Outros investimentos devem acontecer durante esse novo ciclo, mas Abdo faz questão de destacar a capacidade de produção da fábrica da empresa, situada em Uberaba (MG). “Considerada uma das melhores do mundo por auditores, a nossa indústria tem hoje a capacidade de produzir 120 mi kg.L/ano. No último ciclo, o total produzido foi 55 milhões, um recorde, mas também um número que demonstra a nossa capacidade de escalar a produção. Além disso, a fábrica foi planejada para o crescimento, então, literalmente, podemos tirar o teto, incluir novos reatores, por exemplo, e expandir os números atuais”, explica.

Ainda que haja essa possibilidade, no entanto, o executivo aposta que ela não será necessária para o cumprimento da primeira meta relativa ao faturamento da companhia. “Estamos em um momento muito significativo do negócio. O lançamento de um produto patenteado nos coloca em pé de igualdade com outras companhias do setor. A gestão da Ourofino Agrociência é também um ponto forte. Em 10 anos, o PDD – provisão para devedores duvidosos – é de apenas 0,18%; não é número comum no segmento. Apesar de termos passado por um ano desafiador, cumprimos todas as metas previstas e não precisamos dispensar uma única pessoa do quadro de colaboradores”, reforça Abdo.

Balanço Anual

Neste mês, a empresa também anuncia o resultado relativo ao ciclo financeiro iniciado em abril de 2020 e encerrado em março deste ano. O balanço é positivo. Com faturamento de R$ 1,521 bi, a Ourofino Agrociência registrou o EBITDA de R$ 197 mi, o que corresponde a uma margem de 13,8%, e um lucro líquido de R$ 90 milhões.

No exercício-societário encerrado, a empresa aumentou ainda o investimento em pesquisa e desenvolvimento. Passou de R$ 30,2 mi do ciclo 19/20 para R$ 35,9 mi nesse último período.

Fonte: Ourofino Agrociência

 

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Trator se tornou ferramenta essencial na pecuária moderna

Por redação 01/06/2021
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- Trator se tornou ferramenta essencial na pecuária moderna

Do plantio ao trato animal, equipamento é multitarefa na atividade

O total do rebanho de gado no Brasil é de 222 milhões de cabeças. Na pecuária de corte cujo total é de 192 milhões de cabeças, Mato Grosso detém cerca de 14,5% do rebanho, seguido por Mato Grosso do Sul, com 11% e Goiás com 10%. Já o gado leiteiro representa cerca de 30 milhões de cabeças, deste total, e tem em Minas Gerais o principal estado com 27,3%, seguido por Rio Grande do Sul e Paraná com 11%. Em 2020 o Valor Bruto da Produção, VBP, do setor foi de R$ 290,8 bilhões e as exportações brasileiras de carne bovina (in natura e processada) atingiram o recorde de 2,016 milhões de toneladas em 2020, faturando US$ 8,4 bilhões neste período. A atividade envolve cerca de 700 mil produtores.

Todos estes números dão uma dimensão da importância que tem o setor dentro do agronegócio brasileiro. Há vários modelos de exploração pecuária, mas recentemente o surgimento da técnica de integração lavoura pecuária, o aumento das áreas para lavouras de soja e milho comercial e a intensificação da produção leiteira estão propondo mudanças no modo de atuar com esta atividade e trazendo a necessidade de produzir mais alimentos para o rebanho. Neste sentido, o uso de um trator como ferramenta torna-se essencial para a pecuária.

Do preparo de solo ao plantio das lavouras, na produção de silagem de milho ou de cana-de-açúcar, no trato direto no cocho dos animais, o trator se tornou um equipamento essencial para as tarefas diárias neste sistema de produção de alta performance. A tecnologia de produção na pecuária vem sofrendo mudanças drásticas e de forma rápida nos últimos anos, por um lado pela necessidade de buscar mais eficiência de conversão alimentar e por outro pela pressão do mercado de grãos que vem ocupando áreas antes disponíveis para pecuária, para produção de soja e milho.

Foi neste novo cenário que a LS Tractor chegou no mercado brasileiro trazendo novos recursos no trator, que tem como objetivo principal, facilitar a execução das novas tarefas diárias que vem se incorporando ao sistema de produção da pecuária.  “Entre estes recursos, o trator LS disponibiliza de série em seus modelos da linha PLUS, a transmissão 12×12, com reversão e com super-redutor de velocidade (creeper) foi uma “mão na roda” na hora que eu quis cortar umas canas prá dar pro gado”, afirmou o produtor mineiro de leite, Manoel Luiz Pinhão, da Fazenda do Limeiro, em Pará de Minas, MG. Segundo ele, a baixíssima velocidade (- de 1km/h) ajuda a fazer um corte perfeito sem forçar o motor. Com 250 vacas em lactação, em sistema de semi-confinamento, ele utiliza o LS Tractor P80 para plantio, corte, distribuição de comida e puxar o churumeiro que é o resíduo do rebanho quando em confinamento. Para ele, além de econômico o trator oferece uma grande variedade de marchas o que acaba ajudando não só na economia, mas na redução do desgaste do motor. “Eu tendo mais opções, eu uso a força do motor de forma mais adequada para a tarefa que estou realizando”, finaliza.

Com 35 vacas em lactação o dono do Sítio Boa Vista, localizado em Prados, MG, Carlos Alexandre Figueiredo, faz silagem de milho e depois coloca no silo trincheira. O P80 trabalha em todas estas atividades e, para ele, é uma ferramenta e tanto. “A TDP com opção de três velocidades, ajuda muito nas tarefas que eu faço aqui na roça”, diz Figueiredo, completando que outro item que usa muito é o reversor, principalmente quando corta a silagem. “Este sistema de frente e ré sem usar embreagem é demais da conta”, conclui ele.

Dono de um canal no youtube o pecuarista Arthur Cabral, da Fazenda Novo Destino, em Alvorada do Oeste, Rondônia, trabalha com pecuária de corte extensiva, fazendo o ciclo completo. Com o P80 ele faz todo o serviço da fazenda e é o “seu parceiro” na rede social, onde mostra o dia a dia no uso do trator. “Fiz o canal prá tirar as dúvidas que eu tive quando fui escolher um trator e percebi que muitos colegas produtores também tinham”, diz ele. Cabral diz que vários itens o agradam e destaca a TDP, o escalonamento de marchas e o baixo consumo de combustível. “Faço uma pulverização gastando entre 4 e 4,5 litros/hora e na grade, 7,5 lts/hr”, garante. O pecuarista destaca ainda o “joystick” sistema para movimentação da Loader Frontal. Segundo ele, esta ferramenta mais o reversor, são fundamentais para agilizar as operações para o trato dos animais. “Fica muito facinho trabalhar na pecuária quando se tem estes dois itens”, finaliza.

- Trator se tornou ferramenta essencial na pecuária moderna

Pecuarista Arthur Cabral, da Fazenda Novo Destino

O advogado, criador e dono da marca Senepol da Conquista, Fabio Melo, trabalha com seleção genética, recria e confinamento (para as provas de ganho de peso), na Fazenda Conquista que fica em Rosário Oeste, perto de Cuiabá, MT. O modelo Plus100 que ele comprou e utiliza para trabalhos com implementos de preparo do solo, vagão forrageiro alimentador, misturador e muitas outras funções. “Eu vejo nele um trator bastante completo e com muitos itens vindo já de fábrica. É uma boa vantagem”, finaliza.

A série Plus da LS Tractor chegou ao Brasil no início de 2013. Com a inauguração da fábrica em Garuva, SC, passaram a ser fabricados no Brasil três modelos, P80, P90 e P100. Todos os modelos apresentam características como a moderna transmissão de 12 velocidade com sistema de reversão e com super-redutor (Creeper), Tomada de Força (TDP) com 3 opções de rotação, Eixo dianteiro ZF com excelente raio de giro de apenas 3,25 metros, motores Perkins com tecnologia“MAR1” redução na emissão de poluentes, opção com plataforma de operador plana com Rops e Toldo ou Cabine original de fábrica, Pode também ser equipado de fábrica com a Loader Frontal LS, com sistema de acionamento por Joystick – multi função. “É o trator certo para as atividades diárias da pecuária de moderna”, comenta o gerente de marketing e vendas da LS Tractor, AstorKilpp.

Fonte: LS tractor
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Embrapa promove lives sobre Dia do Meio Ambiente

Por redação 31/05/2021
Escrito por redação

- Embrapa promove lives sobre Dia do Meio Ambiente

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Embrapa preparou lives especiais para estudantes do ensino médio e professores. Uma série de eventos on-line será realizada nos dias 1º, 2, 4 e 7, durante a Semana Nacional do Meio Ambiente, com foco na sustentabilidade da agricultura brasileira. As lives do programa Embrapa & Escola serão transmitidas no canal da Empresa no YouTube (www.youtube.com/embrapa).

Diversos temas fazem parte da programação, como desperdício de alimentos, solos, controle biológico, florestas, água, uso de proteínas alternativas na alimentação, insetos, aquaponia em escala residencial, Agenda 2030 (ODS), produção de leite, entre outros.

Programação

1º de junho (terça-feira)

9h às 9h40 – Redução de perdas e desperdício de alimentos

As perdas e o desperdício de alimentos causam impactos negativos no meio ambiente devido a utilização inadequada dos recursos naturais como água, energia, e o uso de insumos agrícolas e da mão de obra, aumentando a emissão de gases de efeito estufa e contribuindo para o aquecimento global. A redução das perdas e do desperdício de alimentos é uma forma de mitigar as mudanças climáticas

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Agroindústria de Alimentos

10h às 11h30 – Conversando sobre Solos, Geologia e Biodiversidade na Semana do Meio Ambiente

Foco em noções sobre os solos, as rochas e o bioma Mata Atlântica, com estudos de caso no RJ em dois ambientes naturais. Participação do mediador criativo Fabrício de Martino; do pesquisador da Embrapa Solos Claudio Lucas Capeche; do professor da UFRJ e presidente da Associação Profissional dos Geólogos do Estado do Rio de Janeiro, Renato Rodriguez Cabral
Ramos; e da professora da UFRRJ, Karine Bueno Vargas.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Solos

14h às 14h40 – Controle Biológico com patógenos e sustentabilidade

A agricultura brasileira tem usado táticas de controle biológico de pragas agrícolas. O controle biológico pode ser definido como o uso de organismos vivos para o controle de um inseto com status de praga. O uso de produtos microbiológicos, à base de baculovírus e a bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), representa uma alternativa sustentável para o controle de insetos-pragas na agricultura, uma vez que não apresenta riscos ao ambiente e à saúde humana e animal.

Link de acesso: https://www.youtube.com/watch?v=8PbZ-PFDxqc  

Realização: Embrapa Milho e Sorgo

15h às 16h20 – A exploração de produtos florestais não madeireiros e a manutenção da floresta em pé

Link de acesso: https://youtu.be/hJGEKltXoyU 

Realização: Embrapa Amapá

2 de junho (quarta-feira)

9h às 10h – Água na produção de alimentos

O uso da água na produção de alimentos, o conceito de pegada hídrica e a responsabilidade do consumidor para contribuir com o uso sustentável da água são alguns dos temas abordados pelo pesquisador Julio Palhares, da Embrapa Pecuária Sudeste.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Pecuária Sudeste

10h às 10h40 – Alternativas para o aproveitamento do albúmen sólido de coco verde

Existe algo mais refrescante do que uma água de coco bem geladinha no verão? O consumo crescente da água de coco e a sua industrialização geram uma quantidade considerável de resíduos, incluindo a polpa (albúmen sólido) de coco verde, que representa um problema ambiental, porém, com grande potencial de aproveitamento para o desenvolvimento de insumos e produtos alimentícios.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Agroindústria de Alimentos

14h às 15h – Uso de proteínas alternativas na alimentação e os impactos positivos para o meio ambiente

É preciso entender que os recursos naturais são finitos e temos que aprender a usá-los de forma a preservar o meio ambiente. Os alimentos são essenciais para a vida e as proteínas são nutrientes importantes na nossa alimentação. Classicamente, as proteínas são obtidas a partir de animais. Mais recentemente, tem-se buscado proteínas alternativas, a partir de vegetais, algas e outras fontes de modo a obter diversificação na obtenção desses nutrientes

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Agroindústria de Alimentos

19h às 20h30 – AquaResidencial: Sistema de Aquaponia em escala residencial

Live com foco no uso da Aquaponia como ferramenta didáticopedagógica em ambientes de aprendizagem.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Tabuleiros Costeiros

4 de junho (sexta-feira)

10h às 10h30 – Papel de ações em redes para transição agroecológica e sustentabilidade em territórios do semiárido

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Caprinos e Ovinos

14h às 15h10 – Mesa-redonda “O nosso papel para uma agricultura sustentável: Embrapa e Agenda 2030”

A live com os pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão, Marta Cristina Corsi de Filippi, Mellissa Ananias Soler da Silva e Murillo Lobo Júnior, vai trazer informações sobre o nosso papel para uma agricultura sustentável e apresentar ações desenvolvidas pela Embrapa que estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ONU). Público-alvo: alunos e professores do nível médio, sendo extensivo aos demais níveis de ensino.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Arroz e Feijão

16h às 17h – A importância da floresta no contexto das mudanças climáticas

A live com o pesquisador Marcos Rachwal, da Embrapa Florestas, vai trazer informações sobre o papel e o potencial das florestas na redução dos impactos das mudanças climáticas. Os participantes vão conhecer mais sobre as emissões dos gases de efeito estufa, sua relação com as florestas tanto nativas quanto plantadas, e o que isso tem a ver com o dia-a-dia das pessoas.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Florestas

7 de junho (segunda-feira)

9h às 9h40 – Insetos: por que e para quê? 

Abordando o controle biológico como exemplo, será apresentada uma perspectiva ampla sobre a diversidade e importância dos insetos, desmistificando o conceito de que insetos são sempre danosos. Foco na diversidade de papéis ecológicos dos insetos para a sustentação da vida no planeta, incluindo o controle biológico natural e como este modelo de controle natural de populações de organismos na natureza vem sendo usado na agricultura.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

10h às 10h40 – É possível restaurar os nossos ecossistemas? 

Como os ecossistemas se regeneram após o desmatamento e implantação de atividades agrícolas ou degradadoras, e como podemos auxiliar o processo com a restauração ecológica.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

11h às 11h40 – A diversidade de plantas no Brasil: conhecimento, usos e ameaças 

Nessa palestra será apresentado um panorama sobre a diversidade de espécies de plantas do Brasil, incluindo aquelas de importância para o homem como os recursos genéticos. Serão abordadas questões sobre a descoberta, documentação e conservação de espécies de plantas.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

14h às 14h40 – A vaca produz leite e também energia e alimento para plantas

Nesta live vamos abordar o tratamento dos resíduos da produção de leite e falar como o produtor rural hoje além de cuidar do meio ambiente pode melhorar seu lucro. Vamos falar, também, sobre o projeto dos jovens filhos de produtores de leite que cuidam dos rios na área rural.

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Gado de Leite

16h às 16h40 – Boas práticas agrícolas para propiciar o aumento da contribuição de insetos benéficos no controle biológico de insetos pragas e na preservação do meio ambiente

Os insetos fazem parte do ambiente e como organismos vivos como os seres humanos necessitam sobreviver e perpetuar na natureza! E para isto precisam de alimento e condições apropriadas no ambiente onde vivem. Existem espécies benéficas que se alimentam das pragas propiciando o equilíbrio na natureza. Tal fenômeno é conhecido como controle biológico natural!

Link de acesso aqui.

Realização: Embrapa Milho e Sorgo

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Notícias

Seminário debate sustentabilidade no Brasil e Canadá

Por redação 31/05/2021
Escrito por redação

- Seminário debate sustentabilidade no Brasil e Canadá

A Proactiva participa de mesa que falará sobre sustentabilidade, durante a  1ª edição do Fórum Brasil-Canadá de Agricultura, que promove colaboração entre os países e adesão à nova economia para gerar oportunidades de negócios alinhadas às tendências globais de redução da emissão de carbono, gerenciamento de recursos e avaliação de riscos e impactos.

Brasil e Canadá são referências internacionais em agricultura, que é a principal impulsionadora das economias brasileira e canadense e essencial para a recuperação da crise da pandemia pós-Covid-19. No Brasil, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) nacional teve queda (-4,1%), o setor agropecuário foi o único que em 2020 registrou alta no PIB, de 2,0%.

Unir a força dos dois países nas questões agrícolas para promover oportunidades de negócios, investimentos, colaboração e compartilhamento de melhores práticas. Esse é o objetivo da 1ª edição do Fórum Brasil-Canadá de Agricultura, promovida pela Brazil-Canada Chamber of Commerce (BCCC)  em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) e com apoio da Global Affairs Canada, por meio da Embaixada do Canadá em Brasília e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Sustentabilidade no campo

Questão discutida em todo o mundo e que ganha força no momento atual, a agricultura sustentável é um tema relevante para os dois países. “Precisamos ampliar a prática, envolvendo pequenos, médios e grandes produtores na agenda de sustentabilidade. Tratar a agricultura com baixa emissão de carbono, gerenciamento de recursos e resíduos, com avaliação de riscos e impactos, estratégias para implementação de planos sustentáveis e mensuração de resultados”, avalia Dulce Benke, diretora de Sustentabilidade na Proactiva Results. Ela participa da sessão do dia 2 de junho, às 15 horas (14h EST-horário de Toronto) sobre agricultura sustentável no Brasil, com o tema “Agricultura sustentável e biodiversidade: o panorama geral”.

“Tanto o Brasil quanto o Canadá atraem investimentos constantes e desenvolvem soluções inovadoras nas mais diversas áreas, como lavoura, pecuária, comércio justo e práticas sustentáveis”, destaca a CEO da BCCC, Carolina Albernaz.

Serviço
O I Fórum Brasil-Canadá de Agricultura acontece no dia 2 de junho de 2021- Agricultura sustentável e biodiversidade.
Link com a programação completa acesse aqui. 
Fonte: Proactiva
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Opinião

Febre digital no agronegócio, uma faca de dois gumes

Por redação 31/05/2021
Escrito por redação
*Por Roberto Fabrizzi Lucas

 

- Febre digital no agronegócio, uma faca de dois gumes

As alterações mercadológicas acontecidas durante o período de pandemia têm alguns itens que serão permanentes e outros totalmente efêmeros.

Os efêmeros serão aqueles de oportunidade onde a “febre digital” fez com que várias empresas se atirassem no mundo virtual assistindo aí uma oportunidade de ganhar dinheiro.

- Febre digital no agronegócio, uma faca de dois gumes

Roberto Fabrizzi Lucas é chairman do Grupo MF Rural

Quando uma empresa não tem uma missão que permeia seu ideal ou que norteia suas ações e ainda só pensa no seu bem financeiro, sua vida é curta.

Ou seja, apenas aproveitar um momento não vai fazer com que a empresa se solidifique, apenas a caracterizará como oportunista.

A primeira intenção sempre pesa mais e pensar apenas em ganhar dinheiro não traz nenhuma segurança. Pior, pode trazer problemas e visões ilusórias acerca do negócio, quando existe a esperança de que o virtual anda sozinho e basta “estar lá”.

Antes de mais nada, as empresas tradicionais no segmento digital já têm em seu nascimento um “DNA” ligado ao consumidor. E isso se dá em vários setores de negócios.

Transferindo isso ao agronegócio, que se tornou a menina dos olhos de nosso país, é possível observar essa mesma tendência. “O agro é um bom lugar para se ganhar dinheiro”. Mas não funciona assim e vemos isso em vários vendedores de diversos produtos que já estão no mercado faz tempo e ainda assim enfrentam problemas sérios nesse período histórico negativo que estamos vivenciando.

Até mesmo as grandes indústrias estão padecendo e, por consequência, fazendo com que seus consumidores padeçam.

Vejamos o caso das indústrias de máquinas agrícolas que hoje não têm como atender seus clientes de imediato, ainda que o consumidor compre uma máquina cara e possa pagar em dinheiro.

A falta de alguns insumos ou até mesmo o alto patamar de preços dos mesmos, as impede de entregar seus produtos de imediato.

Alguns deles estão demorando meses para chegar ao campo e isso faz com que os produtores busquem alternativas que atendam suas necessidades rapidamente.

Assim, as empresas que atuam há muito tempo com produtos diretamente voltados para o agro e tem aquele DNA ao qual me referi anteriormente, estão tendo a oportunidade de ver seus negócios, além de mais consolidados, aumentando o volume e, consequentemente, o faturamento.

O setor de agricultura é um que não pode esperar, tampouco deixar de lado a qualidade de seu trabalho.

O plantio não espera, a colheita não espera; com isso os produtores estão optando por maquinário usado em boas condições para comprar.

Em nosso marketplace, especializado no homem do campo, a procura por esses produtos aumentou significativamente no último ano e agora em 2021 segue uma tendência até maior, atendendo o  produtor que, por força da função, sabe que: “O agro não para, o agro não pode parar.

* Roberto Fabrizzi Lucas é chairman do Grupo MF Rural, plataforma de marketplace especializada no agronegócio.

 

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Notícias

Governo libera R$ 693 milhões para o seguro rural

Por redação 31/05/2021
Escrito por redação

- Governo libera R$ 693 milhões para o seguro rural

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta segunda-feira (31) o valor inicial a ser liberado para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2021 (Resolução nº 81, do CGSR). Do valor total de R$ 976 milhões, previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada pelo Congresso Nacional no mês de abril, serão liberados já no mês de junho R$ 693 milhões (71%). O restante do orçamento (R$ 283 milhões) deverá ser liberado no segundo semestre.

Serão disponibilizados aos produtores R$ 400 milhões para a contratação de apólices para as culturas de inverno, como o milho 2ª safra e trigo; R$ 200 milhões para as culturas de verão como a soja, o milho 1ª safra, o arroz e o feijão; R$ 65 milhões para as frutas; R$ 6 milhões para a modalidade de pecuária; R$ 1 milhão para a modalidade de florestas e R$ 21 milhões para as demais culturas.

“Com esse apoio do governo federal, será possível fomentar a contratação de aproximadamente 115 mil apólices e proporcionar a cobertura de 7,5 milhões de hectares”, ressalta o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.

Milho

Do total de recursos liberados a partir de junho, R$ 50 milhões foram destinados exclusivamente para a contratação de apólices de grãos nas Regiões Norte e Nordeste, sendo R$ 20 milhões para o milho 1ª safra e R$ 25 milhões para os demais grãos. Essa medida, que teve início em 2019, tem como objetivo alavancar as contratações nessas regiões.

“A contratação do seguro ainda está concentrada nos estados do centro-sul do país, é preciso aumentar a oferta de seguros nas demais regiões, com a inserção de novas seguradoras, criação de novos canais de distribuição, sejam nas instituições financeiras, cooperativas, revendas de insumos, além de aumentar o número de corretores de seguros especializados atuando nesse mercado”, explica o diretor.

Também serão alocados R$ 50 milhões para a 2ª edição do projeto-piloto voltado exclusivamente aos produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). De acordo com Loyola, essa iniciativa visa proporcionar para esse público específico condições melhores na contratação do seguro. “Precisamos criar incentivos diferenciados para que esse perfil de produtor comece a contratar o seguro. Além disso, em relação aos anos anteriores, haverá maior volume de recursos destinados ao milho nas safras de inverno e verão, bem como no piloto de Pronaf e para o Norte e Nordeste, com o objetivo de incentivar os produtores dessa cultura e mitigar os problemas de abastecimento”.

O clima é o principal fator de risco para a produção rural. Ao contratar uma apólice de seguro rural, o produtor pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura. Desde o ano de 2005, o governo federal, por meio do PSR, auxilia o produtor na aquisição do seguro rural, pagando parte do valor da apólice (prêmio).

Contratação

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 15 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar, café e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola), o percentual de subvenção ao prêmio é fixo em 40%.

Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

 

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