domingo, novembro 1, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
domingo, novembro 1, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Conab estima produção de café em 49 mi de sacas

Por redação 25/05/2021
Escrito por redação

- Conab estima produção de café em 49 mi de sacas

O 2º Levantamento da Safra 2021 de café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (25), traz uma expectativa de produção de 49 milhões de sacas de café beneficiado. O ciclo da cultura está em andamento, inclusive com início das operações de colheita em muitas regiões produtoras. A previsão sinaliza uma redução de 22,6% em comparação à safra passada, que teve produção de 63,08 milhões de sacas, considerada recorde dentro da série histórica do grão. A área estimada para esta produção também deve apresentar redução em relação a 2020 e atualmente está em 1,8 milhão de hectares, 3,2% menor que a temporada anterior.

Os efeitos fisiológicos observados em diversas regiões produtoras neste ciclo, bem como as condições climáticas adversas registradas em muitas localidades, influenciaram diretamente nessa perspectiva. Essa influência se deu tanto na redução do rendimento médio como na diminuição da área em produção. Geralmente esta redução já ocorre nos ciclos de bienalidade negativa devido à necessidade de tratos culturais mais intensos nas lavouras para recuperar o potencial vegetativo das plantas.

Vale lembrar que o café é uma das culturas que sofre os efeitos da bienalidade, ou seja, um ano a cultura produz um maior número de frutos, o que exige da planta mais nutrientes. Como consequência, no ano seguinte ela recompõe suas estruturas vegetais e reservas, reduzindo sua produção.

A produção do café arábica está estimada em 33,4 milhões de sacas, uma diminuição de 31,5% em comparação ao volume produzido na safra passada. Já a do conilon deve chegar a 15,4 milhões de sacas, um incremento de 7,9% em relação ao resultado obtido em 2020.

Produção regional

Em Minas Gerais a produção total de café está estimada em 23,3 milhões de sacas, uma redução de 32,6% em comparação ao volume total colhido na safra anterior. O café mais produzido no estado é o arábica, que é mais influenciado pelos efeitos da bienalidade negativa.

No Espírito Santo a estimativa de produção é de 13,63 milhões de sacas. São Paulo deve alcançar a produção de 4 milhões de sacas de café, indicando também uma redução em comparação ao resultado de 2020. Na Bahia a produção será de quase 4 milhões de sacas de café. Rondônia deverá produzir 2,2 milhões de sacas, enquanto o Paraná, 876 mil sacas de café beneficiado. Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com 235 mil sacas, Goiás, com 212 mil sacas e Mato Grosso, com 199 mil sacas.

Mercado 

Em relação aos preços do café, ao final de abril, as cotações de café arábica tipo 6, bebida dura, média nacional, tiveram uma variação anual aproximada de 30% no acumulado dos últimos 12 meses. Já as cotações do café conilon tipo 7, na região sudeste, apresentaram uma variação aproximada de 30% no acumulado do período.

O aumento das exportações brasileiras de café em 2020 contribuiu para limitar a oferta interna e sustentar os preços domésticos no período. Em 2021, observa-se a continuidade do cenário de exportações aquecidas nos primeiros quatro meses, embora a queda da produção a ser colhida neste ano limite a disponibilidade de café para exportação nos meses seguintes. Especificamente sobre o âmbito externo, entre janeiro e abril de 2021, o Brasil exportou cerca de 15,8 milhões de sacas de café, o que representa um aumento de 24,3% na comparação com igual período de 2020.

Nesses primeiros quatro meses de 2021 o valor total das exportações brasileiras de café chegou a 2 bilhões de dólares, o que corresponde a um aumento de 21,4% em relação a igual período de 2020. Neste período o Brasil exportou café para mais de 120 países.

Fonte: Conab
25/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Assessoria técnica como aliada aos pecuaristas

Por redação 25/05/2021
Escrito por redação

- Assessoria técnica como aliada aos pecuaristas

Para aprimorar o Programa de Produção de Carne Precoce Premium iniciado no final do ano passado e que planeja abater 8 mil animais em 2021, a Cocamar Cooperativa Industrial começa a promover uma interação entre produtores de bezerros que atendem aos padrões de qualidade exigidos, e os terminadores participantes.

Até agora, além de prestar assistência especializada e fornecer um leque de produtos veterinários, além de nutrição, em sua rede de lojas agropecuárias, a cooperativa vinha atuando na compra de animais superprecoces – com até 24 meses de idade, da raça angus -, para abate no Frigorífico Argus, de São José dos Pinhais. O objetivo é atender a uma faixa de consumidores mais exigentes com uma carne diferenciada.

O médico veterinário do programa, Luiz Henrique Garcia Abreu, explica que a iniciativa se desdobra agora, também, na prestação de uma assessoria voltada a garantir mais rentabilidade às duas partes envolvidas. De um lado, identifica produtores de bezerros que são precificados em razão do seu elevado padrão de qualidade; e, de outro, terminadores interessados em ter mais opções para a escolha dos lotes que se enquadram melhor ao seu perfil de produção e apresentam mais eficiência no processo de engorda.

Lotes

Na semana de 17 e 21 deste mês, pecuaristas foram assessorados pela cooperativa na compra de três lotes de animais, entre machos e fêmeas. Uma das fazendas fornecedoras é a Cerro Largo, de Nova Fátima, região norte do estado, tradicional em melhoramento genético, que utiliza matrizes superiores e sêmen de touros da raça angus. “O produto final é de alto padrão”, afirma Abreu. O terminador que fez a aquisição nessa propriedade é Epaminondas de Camargo, do mesmo município, parceiro do programa da cooperativa.

O médico-veterinário Fábio Martins, de Londrina, com experiência de 20 anos em melhoramento genético e que vem auxiliando a Cocamar na identificação de produtores de bezerros nos padrões exigidos, afirma ver no programa da cooperativa uma forma de aumentar a rentabilidade das fazendas, ao agregar mais valor aos animais de qualidade. “Esta ponte direta entre vendedor e comprador gera benefícios para todos dentro da cadeia de carne”.

Durante a semana, 350 animais foram negociados por meio da assessoria, atendendo os interesses de produtores que integram o programa.

Tomando-se todos os cuidados para a prevenção da Covid-19, foi promovida ainda uma visita técnica à fazenda Nossa senhora das Graças, da família Lorenzetti, em Paranavaí, no noroeste, reconhecida pela eficiência na terminação de animais.

Na oportunidade, o proprietário Luis Paulo Lorenzetti discorreu aos visitantes sobre a experiência da propriedade em produção eficiente e o intercâmbio foi considerado de grande valia pelos produtores, por demonstrar como é possível elevar o nível técnico do rebanho e apresentar pontos que requerem mais atenção na fase de terminação.

A médica-veterinária do programa, Danielle Sestari, destaca que a assessoria técnica e a aproximação dos produtores têm ajudado a favorecer a evolução dos rebanhos, que vêm passando por uma intensificação, contando com assistência técnica qualificada e uso de tecnologias como melhoramento genético e adequada nutrição animal.

“A intensificação torna possível produzir mais arrobas por hectare em menor tempo de produção, assegurando maior retorno financeiro e atendendo exigências de mercados que demandam animais jovens e boa conformação”, finaliza Sestari.

Fonte: Cocamar
25/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Número de startups no agro aumentou 40% em 2020

Por redação 25/05/2021
Escrito por redação

- Número de startups no agro aumentou 40% em 2020

O Radar Agtech Brasil 2020/2021, elaborado em parceria entre a Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens Research and Consulting, com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aponta que o País já conta com 1.574 startups atuando no agronegócio – as agtechs  (MAPA). O documento mapeou um número de startups ativas 40% maior em comparação ao Radar Agtech Brasil 2019, mesmo em um ano de pandemia. O estado de São Paulo mantém a liderança em quantidade de agtechs, com 48% do total, mas a Região Nordeste foi onde o estudo encontrou o maior número de novos empreendedores, em comparação com a edição de 2019.

A nova versão do Radar Agtech Brasil, que será lançada em 28 maio, também identificou 78 instituições que investiram e apoiaram o empreendedorismo de startups do setor agropecuário no Brasil, possibilitando o acesso a oportunidades de incubação, aceleração e investimentos. Essa informação é crucial para que as startups consigam obter recursos e capital para atingir suas metas de crescimento. Além disso, foi explicitado quais são as 223 agtechs nacionais beneficiadas pelas instituições que aportaram recursos financeiros e/ou de gestão, com destaque para a Região Sudeste, sendo que 62% delas estão no estado de São Paulo.

O mapeamento atualizado das startups traz o panorama nacional das empresas de base tecnológica para o agronegócio, contribuindo para dar maior visibilidade ao ecossistema de empreendedorismo e apoiar as políticas públicas. A nova edição apresenta uma análise sobre os efeitos da pandemia nesse mercado. Conta também com um resumo em inglês que ressalta os principais resultados do mapeamento, com o perfil das agtechs e informações sobre os principais investidores dessas startups.

Além disso, o estudo avalia novas possibilidades no contexto da cooperação técnico-científica e complementaridades entre Brasil e China no mercado agroalimentar e na inovação e empreendedorismo agrícola. Os chineses ocupam o segundo lugar entre os principais ecossistemas empreendedores mundiais, conforme o relatório Global Startup Ecosystem Report 2020, da Startup Genome.

Na seção sobre o panorama do ecossistema de inovação, o estudo indica perspectivas tecnológicas, destacando ainda os programas de relacionamento com startups, especialmente as iniciativas desenvolvidas pela Embrapa. Outras duas seções apontam as expectativas brasileiras frente ao comportamento global de venture capital com foco em agtechs, relacionadas a potenciais impactos positivos e riscos associados a suas operações.

A disponibilização dos dados do Radar Agtech Brasil 2020/2021 aos usuários do site, por meio de mapa e gráficos interativos, constitui uma plataforma de BI (Business Intelligence) que passou a ser fornecida a partir deste ano. “Isso permite ao usuário visualizar e localizar de maneira fácil e rápida uma startup de seu interesse, além de permitir uma visão panorâmica de todo o conjunto de dados levantados e analisados”, afirma o chefe de P&D da Embrapa Instrumentação, José Marconcini.

As agtechs em números

O Radar Agtech Brasil 2020/2021 identifica investidores e detalha as startups por segmento de atuação, categoria – antes, dentro e depois da porteira – e por distribuição geográfica. As informações sobre localização, site e contato das empresas também estão organizadas. O novo levantamento aponta que o estado de São Paulo continua liderando com 48% das agtechs. A capital paulista, classificada como o 18º ecossistema de startups do mundo, segundo estudo de 2020 da StartupBlink, contribui com 22% do total das agtechs mapeadas.

- Número de startups no agro aumentou 40% em 2020

Com 345 startups, a cidade de São Paulo é seguida de Piracicaba (60), Curitiba (59), Rio de Janeiro (54), Campinas (48), Porto Alegre (42), Belo Horizonte (40), Ribeirão Preto (39), Florianópolis (36) e Londrina (28) que, juntas, concentram 47,7% do total de agtechs. O percentual por regiões ficou o seguinte: Sudeste, 62,4% (983); Sul, 25,2% (397); Centro-Oeste, 6,1% (96); Nordeste, 4,6% (72); e Norte, 1,7% (26), representando um aumento no número mapeado de 84,6% das agtechs nordestinas e de 53% no número de startups da Região Norte em comparação com o Radar Agtech Brasil 2019. Além disso, os cinco estados com mais startups do agro são: São Paulo (757), Paraná (151), Minas Gerais (143), Rio Grande do Sul (124) e Santa Catarina (122).

O estudo mostra ainda que a maioria das startups que atuam antes da fazenda está voltada à área de Fertilizantes, Inoculantes e Nutrição Vegetal. Dentro da porteira o destaque é para Sistemas de gestão de propriedade rural e, depois da fazenda, para Alimentos inovadores e novas tendências alimentares, diz a coordenadora do trabalho na Embrapa, Shalon Silva, supervisora de Ambientes, Redes e Iniciativas da Secretaria de Inovação e Negócios (SIN).

O quadro geral com as cinco principais áreas de atuação das agtechs nos segmentos antes, dentro e depois da fazenda ficou assim: Fertilizantes, Inoculantes e Nutrição Vegetal (46); Crédito, permuta, seguro, créditos de carbono e análise fiduciária (42); Análise laboratorial (33); Sementes, mudas e genômica vegetal (24); e Nutrição e saúde animal (19). Dentro da fazenda são: Sistema de gestão de propriedade rural (154); Plataforma integradora de sistemas, soluções e dados (111); Drones, máquinas e equipamentos (79); Sensoriamento remoto, diagnóstico e monitoramento por imagens (70) e Conteúdo, educação, mídia social (58). E depois da porteira as categorias são: Alimentos inovadores e novas tendências alimentares (293); Marketplaces e plataformas de negociação e venda de produtos agropecuários (100); Armazenamento, infraestrutura e logística (57); Mercearia on-line (45); Restaurantes on-line e kit de refeições (39).

Segundo Silva, além do método ativo de busca, a metodologia foi aperfeiçoada para mostrar um retrato o mais abrangente possível da realidade. “Os dados coletados na atual versão do Radar Agtech Brasil 2020/2021 proporcionam a classificação das startups em segmentos alinhados com as atualizações das tipologias internacionais e, adicionalmente, traz em seus resultados a discussão do cenário de investimentos em agtechs e foodtechs nacionais”, pontua.

- Número de startups no agro aumentou 40% em 2020

O papel da pesquisa na digitalização da agricultura

Para a diretora-executiva de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Adriana Regina Martin, o Brasil está na vanguarda da digitalização na agricultura. “O País teve uma adoção digital que cresceu durante a pandemia. Essa realidade o coloca em uma posição diferenciada que pode facilitar as transições para a competitividade e o futuro do setor agropecuário, fomentando diferentes ferramentas para abordagens como agroecologia, bioeconomia, agricultura urbana, sistemas alimentares, agricultura vertical, smart farming (agricultura inteligente) ou agricultura digital”, avalia.

O papel do Radar Agtech Brasil 2020/2021 é dar maior visibilidade às agtechs e gerar informações que estimulem as oportunidades de negócios, buscando aproximar empreendedores, universidades e instituições de pesquisa, agricultores, pecuaristas, investidores e representantes do governo, ampliando o ecossistema de inovação aberta. Outro intuito é facilitar a interação das startups com instituições e produtores locais, incentivando também o desenvolvimento de programas e iniciativas nas várias regiões do País.

“A Embrapa, como empresa pública de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), está ampliando suas parcerias para o desenvolvimento de novas soluções e apoiando o fortalecimento de ecossistemas de inovação com diversas organizações para gerar e disseminar resultados com soluções para agricultores e usuários finais, ou seja, para a sociedade. Dessa maneira, desenvolve conhecimento crítico e busca a complementaridade de ativos com esses atores do ecossistema – startups e investidores – dando ênfase à sustentabilidade e proteção dos interesses nacionais para continuar fortalecendo a proeminência do Brasil no agronegócio mundial”, afirma a diretora.

Conheça as iniciativas de inovação da Embrapa

- Número de startups no agro aumentou 40% em 2020

Radar Agtech Brasil amplia a cultura da inovação no Brasil

Na visão da chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária (SP), Silvia Massruhá, o Radar Agtech Brasil 2020/2021 busca impulsionar ainda mais esse setor para ampliar o desenvolvimento e a disseminação de soluções digitais para o agronegócio, contribuindo com o avanço da agricultura digital. Além do mapeamento, a Unidade tem atuado em diversas iniciativas de apoio às agtechs. Entre os vários programas de aceleração que a Embrapa participa, a Unidade promove, em parceria com a Venture Hub, o TechStart Agro Digital. O programa já graduou 11 startups no primeiro ciclo e desenvolve a segunda rodada, com a participação de nove agtechs.

O sócio da Homo Ludens Luiz Ojima Sakuda, um dos coordenadores do estudo, destaca que, como em outros setores, a transformação digital foi acelerada no campo e esse interesse maior dos produtores rurais pelas soluções tecnológicas representa um grande ganho também para as startups.

“Os dados do Radar Agtech Brasil 2020/2021 mostram que, apesar de ainda haver a liderança dos centros tradicionais, a cultura de empreendedorismo e inovação está chegando com força a novos locais. Identificamos 316 cidades com agtechs, sendo que 26 cidades possuem um ecossistema com 10 ou mais agtechs”, ressalta Sakuda. Ele acredita que existe um potencial tecnológico que pode ter forte impacto positivo no setor do agro, se houver mais oportunidades de colaboração e investimentos voltados para esse ecossistema.

Para Murilo Vallota Gonçalves, associado da SP Ventures, o mapeamento também auxilia as startups a se prepararem melhor para atuar no mercado, com informações relevantes tanto para essas empresas quanto para os investidores. Além de destacar o aumento na procura por soluções digitais, ele aponta um movimento de maior consciência econômica, social e ambiental na sociedade brasileira.

Gonçalves adianta que outras análises do Radar Agtech Brasil 2020/2021 serão produzidas ao longo do ano, em especial com relação aos impactos ESG (Ambiental, Social e Governança, sigla em inglês) gerados pelas empresas; não só os socioambientais, mas também sob a visão de gestão do negócio. “Queremos ajudar as startups a entenderem melhor esse conceito para que possam se diferenciar e propor soluções mais criativas”, salienta.

Um exemplo de startup que vem se beneficiando dessas iniciativas é a OnFarm, finalista do programa Ideas for Milk, coordenado pela Embrapa Gado de Leite (MG).  “A participação no programa da Embrapa foi muito importante para a nossa trajetória. Em agosto de 2018, ainda estávamos engatinhando quando fomos convidados para participar do Ideas For Milk. Ficamos em primeiro lugar e isso nos deu visibilidade, ajudando na negociação com fundos de investimento”, conta o CEO da On Farm, Laerte Dagher Cassoli.

A startup, além de ter recebido recursos financeiros da empresa, investidor parceiro da iniciativa Pontes para Inovação, também da Embrapa, foi convidada pelo programa de Aceleração da Plug and Play China e para negociações com investidores daquele país. Representantes da OnFarm participaram do Brazil AgTech Roadshow, evento on-line de lançamento do Programa de Promoção Tecnológica de Agritechs que teve uma sessão especial de apresentação (pitches) de cinco startups nacionais selecionadas em processo de múltiplas rodadas.

Acesse o Radar Agtech Brasil 2020/2021

Fonte: Embrapa
25/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Webinários marcam aniversário da NovoAgro

Por redação 24/05/2021
Escrito por redação

- Webinários marcam aniversário da NovoAgro

A NovoAgro Ventures, lançada em 14 de Maio de 2020, constitui um fundo de investimentos baseado no modelo Venture Builder do setor de agronegócios. Seleciona inovações aplicadas e startups com ideias inovadoras; investe em empreendedores focados na geração de valor para o mercado tecnológico.

A iniciativa conta com a parceria do Sistema Faemg/Senar/Inaes(Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais) – a maior entidade congênere do país. E, também, com a FCJ Corporate Venture Builder, maior rede de Venture Builder da América Latina.

“Ao comemorar um ano de existência, em meio a desafios e superações, a semana do primeiro aniversário da NovoAgro será dedicada à apresentação de nossas soluções tecnológicas que impactam o agronegócio. O propósito do nosso projeto é transformar a vida do produtor brasileiro de forma sustentável”, assegura Léo Dias, CEO da NovoAgro.

O temário geral da semana de aniversário da NovoAgro está voltado para o tema “Descubra como impactar milhares de produtores com o auxílio da tecnologia”. A programação vai de 24 a 28 de maio, por meio de encontros virtuais de uma hora – sempre das 18h30 às 19h30. Público alvo: produtores rurais, investidores em agronegócio, envolvidos com Startups e empresas da agroindústria.

Sinopse da Programação

24/05/2021 (segunda-feira) – 18h30

Tema: “Transformação Digital no campo – O futuro é agora!”

Abordagem: Como o Sistema Faemg/Senar/Inaes e a NovoAgro Ventures impactam a vida dos pequenos e médios produtores rurais com o uso das mais recentes tecnologias no mercado.

25/05 (terça-feira) – 18h30 às 19h30

Tema: Smart money – Conhecimento é poder!

Abordagem:  Como investidores estão envolvidos no dia a dia da NovoAgro Ventures para gerar valor e potencializar a cadeia produtiva do agronegócio.

26/05 (quarta-feira) – 18h30 às 19h30

Tema: Soluções, Tendências e Aplicações.

Abordagem: Como as startups do portfólio da NovoAgro ventures estão se estruturando para escalar suas soluções e impactar cada vez mais os produtores rurais e agroindústrias. Startups com presença confirmada: Léo Dias convida startups que trazem soluções inovadoras para o mercado. No ‘papo com startups’, participação Danielle Alkmin (Agrorigem); Daniel Fonseca (Flowins); Saulo Santana (Verde Drone); e Márcio Pessoa (BTracer).

27/05 (quinta-feira) – 18h30 às 19h30

Tema: Investor Day

Abordagem: Aproximação dos investidores com desenvolvedores de soluções inovadoras para o agronegócio. Evento recorrente realizado pela NovoAgro, fechado para convidados, estará aberto à audiência previamente inscrita.

Fonte: Novo Agro
24/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Pós-pandemia será tema da Abertura da Colheita do Arroz

Por redação 24/05/2021
Escrito por redação

- Pós-pandemia será tema da Abertura da Colheita do Arroz

Data do evento está confirmada para o período entre 16 e 18 de fevereiro em Capão do Leão com atividades presenciais e on-line

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) definiu a data da 32ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas. Será entre os dias 16 e 18 de fevereiro de 2022, novamente na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS). O evento terá como tema “A Produção De Alimentos No Pós-Pandemia. Novos Patamares, Novos Desafios.”

O presidente da Federarroz, Alexandre Velho, observa que o tema da nova edição da Abertura da Colheita se deve cada vez mais a busca por uma intensificação da produção de alimentos. “Isso passa por novos patamares de produtividade, mas também passa por novos patamares de aumento de custos, que está sendo projetado para a próxima safra”. explica, colocando que, no pós-pandemia, estes novos patamares impõem o desafio de continuar buscando eficiência por meio de uma produção diversificada. “Nós continuamos acreditando que o sucesso da atividade está ligado à rotação de culturas e à intensificação do sistema de produção”, destaca.

Com a correalização da Embrapa e apoio do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) na condução das lavouras, o evento, um dos poucos realizados de forma presencial ao longo de 2021, seguirá o formato  híbrido com atividades presenciais e on-line. A programação contará com as vitrines tecnológicas, feira, palestras e debates, homenagens e ato da Abertura Oficial. A organização possui a expectativa de grande público presencial, tendo em vista a perspectiva de reabertura sem restrições sanitárias dos eventos em 2022.

Fonte: Federarroz
24/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Valtra lança pulverizador para pequeno produtor

Por redação 24/05/2021
Escrito por redação

- Valtra lança pulverizador para pequeno produtor

O autopropelido chega ao mercado com opções de barra de 25 e 28 metros e motor AGCO Power de 4 cilindros que gera economia de combustível de até 60%

A Valtra lançou o BS2225H, pulverizador autopropelido que chega para atender os agricultores de pequenas e médias propriedades. O equipamento tem opções de barra de pulverização de 25 e 28 metros e é equipado com motor agrícola AGCO Power de 4 cilindros e 174cv, que pode proporcionar uma economia de combustível de até 60% em relação à concorrência. O motor é homologado de fábrica pela norma de emissões de poluentes MAR-1.

“O novo BS2225H é eficiente e econômico graças ao desempenho da barra de pulverização e ao motor eletrônico AGCO Power. Além disso, considerando que o pulverizador é a máquina que mais trabalha durante todo o ciclo de cultivo, investimos no desenvolvimento de um equipamento extremamente confortável, para que o operador realize suas longas jornadas com conforto e ergonomia. É uma máquina fundamental para a proteção da lavoura garantindo rentabilidade para o agricultor”, garante o gerente Produto e Marketing Estratégico de Plantio e Pulverização da AGCO América do Sul, Fabricio Müller.

O BS2225H, produzido na fábrica de Mogi das Cruzes (SP), conta com recursos que auxiliam o produtor rural na busca de eficiência podendo elevar a produtividade em até duas sacas por hectare, como o sensor de altura e nivelamento de barras que melhora a distribuição e deposição de gotas. Há também a válvula de ponta de acabamento que oferece mais segurança em arremates de lavoura, evitando danos à barra. Para uma melhor eficiência, dispõe de controle PWM, atuando na bomba centrifuga de pulverização tendo rápida estabilização da taxa com as oscilações do terreno além de não depender do regime de rotação do motor, o que é muito importante para as regiões declivosas presentes principalmente nas regiões Sul e Sudeste.

O equipamento possui ainda chassi flexível com eixos independentes que somado ao circuito de transmissão hidro 4×4 cruzado permanente possibilitam atuar em terrenos de até 32% de declividade dependendo das condições do solo, umidade e resteva de culturas anteriores. A cabine centralizada e o assento pneumático garantem o conforto do operador para enfrentar as longas jornadas de trabalho.

A tecnologia embarcada como o corte automático de sete seções, o próprio controlador de vazão, o controle automático de altura e nivelamento de barras, o piloto automático, a possibilidade de operar com mapas de prescrição previamente elaborados com levantamento de dados a campo, elevam a experiência da operação otimizando os recursos empregados e ampliando a eficiência das aplicações. Além disto, a Valtra dispõe de parcerias que integram as soluções agronômicas do pacote tecnológico Farm Solutions, por exemplo, o monitoramento climático da Solinftec que auxilia o produtor rural nas tomadas de decisões das aplicações.

 Fonte: Valtra

 

24/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Lindsay anuncia lançamento de pivô para irrigação

Por redação 24/05/2021
Escrito por redação

- Lindsay anuncia lançamento de pivô para irrigação

Por meio de sensores, imagens de alta resolução e algoritmos avançados, o Smart Pivot, desenvolvido pela empresa, em parceria com a Taranis, combina manejo preciso de irrigação com agronomia avançada, diagnósticos preditivos de máquina e ainda monitoramento da saúde da lavoura

A Lindsay Corporation, sediada em Nebraska, nos Estados Unidos, anunciou uma revolução para o mercado do agronegócio global, apresentando um novo conceito de irrigação para o produtor. O Smart Pivot ou pivô inteligente, é o primeiro no mundo que se enquadra em uma nova categoria de irrigação mecanizada e autônoma. O equipamento vai além da aplicação e gerenciamento de água tradicional, alcança e fornece uma ampla gama de dados sobre a saúde das lavouras e o desempenho do equipamento. Disponibilizando simultaneamente ao produtor, informações precisas gerando não apenas economia comprovada de água, energia e outros insumos, como fertilizantes e defensivos agrícolas.

O Smart Pivot combina imagens de satélite, aéreas, sensores e câmeras embarcadas no pivô para detectar anomalias em campo, ajudando a tornar mais fáceis as decisões de todo o manejo da lavoura, não apenas da irrigação, otimizando o uso do equipamento.  O conceito do Smart Pivot apresenta a agronomia avançada do FieldNET e diagnósticos preditivos de saúde da máquina com os recursos de telemetria Zimmatic, projetados para entregar safras mais rentáveis e práticas agrícolas mais sustentáveis, expandindo significativamente o que o pivô tradicional é capaz.

De acordo com Gustavo Oberto, presidente de irrigação da Lindsay, o novo conceito apresenta a próxima era da irrigação mecanizada. “Ele oferece insights e eficiência nunca antes vistos para a operação do produtor, mudando a maneira como ele – e a indústria – olha e usa os pivôs centrais. O equipamento praticamente cuida de si mesmo e de suas culturas”, destaca.

Pivô em rede

O Smart Pivot é uma plataforma de sensores conectados, imagens, e controles integrados com análises – o que a companhia chama de pivô em rede. Isso permite a coleta de dados de vários sensores. “O pivô é um robô em alerta 24 horas por dia, 7 dias por semana, vendo com eficiência e precisão tudo o que está acontecendo em todas as partes do seu campo, aumentando instantaneamente sua capacidade de identificar e corrigir problemas antes que se tornem graves e causem prejuízos”, diz Eduardo Navarro, diretor geral da Lindsay do Brasil.

Na implantação e desenvolvimento deste novo conceito, a marca buscou parceiros estratégicos que se destacam em suas respectivas áreas para uma atuação colaborativa. Uma das empresas é a Taranis, que atualmente supervisiona milhões de hectares nos Estados Unidos, Argentina, Brasil, Rússia, Ucrânia e Austrália.

Saúde das culturas

Com a expertise da Taranis no monitoramento aéreo e imagens de alta resolução, o Smart Pivot vai monitorar os estágios de crescimento da cultura, detectar e identificar anomalias no campo. Esses problemas podem incluir deficiências de nutrientes, ervas daninhas, pressão de pragas e doenças como o mofo-branco na soja, exemplo de muito prejuízo se não for detectado rapidamente.

Complementa o processo, a tecnologia do FieldNET Advisor, ferramenta que combina todos os dados e cálculos complexos e fornece informações precisas e simplificadas da operação de irrigação ao produtor. Assim gera as recomendações de operação e manejo do pivô dentro da mesma plataforma.

Saúde das máquinas

O Smart Pivot conta também com recursos operacionais que monitoram o desempenho do pivô e seus demais componentes em tempo real. Isso tornou-se possível com a utilização de uma plataforma de computação em nuvem, e de Big Data e Data Science, que ajudará a detectar problemas em potencial com os equipamentos e será capaz de entrar em contato com o revendedor automaticamente para solicitar manutenção e reparos. “Tanto a equipe do produtor quanto o time técnico da revenda que o atende, receberão esse alerta, tornando a tomada de decisão pró-ativa. O nosso representante vai saber o que está acontecendo com o equipamento e o que será necessário fazer para essa manutenção. Essa é uma das facilidades que vai agregar muito no dia a dia do produtor, reduzindo o tempo ocioso do equipamento”, destaca Navarro.

Ainda segundo o Diretor Geral da Lindsay, às revendas terão papel fundamental nesse processo, e serão peça importante. Por isso, serão preparadas para auxiliar o produtor a fazer o melhor uso dessas tecnologias. “As revendas bem instruídas, serão os responsáveis por auxiliar o produtor a manter seus equipamentos no mais alto nível e eficiência operacional. A Lindsay está se preparando para que em um futuro próximo seja uma ferramenta disponível ao mercado”, ressalta.

Testes no Brasil

Os testes de campo estão em andamento, inclusive no Brasil. O time brasileiro está integrado com a equipe de engenharia da matriz e todas as necessidades e demandas estão sendo bem direcionadas. “Todos os dados gerados serão traduzidos em ações e informações, o produtor terá apenas que se preocupar em fazer o melhor uso delas aplicando tudo aquilo que o Smart Pivot está disponibilizando”, finaliza Navarro.

A Lindsay está se concentrando em incorporar o feedback dos produtores na América do Norte e no Brasil. Muito em breve poderá anunciar a previsão dos primeiros lançamentos. A ideia é uma oferta comercial limitada em um primeiro momento.

Fonte: Lindsay América do Sul
24/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Santa Monica comemora Dia Nacional do Café com crescimento na colheita

Por redação 24/05/2021
Escrito por redação

- Santa Monica comemora Dia Nacional do Café com crescimento na colheita

No dia 24 de maio é comemorado o Dia Nacional do Café. Por ano, são consumidas cerca de 400 bilhões de xícaras de café em todo o planeta, onde uma a cada 3 xícaras tem grãos produzidos no Brasil. A safra mundial é de 170 milhões de sacas por ano, sendo 60% arábica e 40% robusta.

Há 150 anos o Brasil detém os títulos de maior produtor e exportador de café, vendendo atualmente o produto para mais de 140 países. Em 2020, o país fechou o ano com market share de 39% do mercado global de café, produzido em 2,2 milhões de hectares ocupados por pés da fruta. Do café produzido por aqui, 40% são destinados ao consumo interno e 60% para exportação.

Hoje, mais de 300 mil produtores cultivam o café no Brasil e centenas de municípios tem o café como principal fonte de receita. Minas Gerais concentra 75% da produção nacional de espécie arábica, café mais doce e valorizado. Já, o Espírito Santo é líder na produção de café conilon que vale menos no mercado. Os próximos estados do ranking, São Paulo, Bahia e Paraná priorizam o cultivo da espécie arábica.

Os principais compradores de café verde são Alemanha, Estados Unidos e Itália, e de torrado Estados Unidos, Argentina e Japão. Somos o maior exportador mundial de café de qualidade e o segundo maior consumidor da bebida, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Por anos, são consumidos cerca de 73 bilhões de xícaras de café por ano dentro de um mercado interno que vem crescendo, impulsionado pela onda de cafés especiais que teve início há 15 anos. Enquanto o mercado de café tradicional cresce 2% ao ano o de cafés especiais avança 7%, oferecendo produtos de alta qualidade com pontuações acima de 90 pontos pela SCA.

Café gourmet

A Santa Monica foi um das primeiras marcas a produzir café gourmet no país, há mais de três décadas. Durante esses anos consolidou sua expansão atuando no food service, ampliou sua linha de produtos com os lançamentos do café em cápsula e do Drip Coffee, inaugurando o conceito de café de bolso no Brasil em 2016 e investiu nos lançamentos dos cafés Orgânico e Intenso e na abertura de seu e-commerce para atender diretamente o consumidor.

Para iniciar a produção de café gourmet no país em 1985, a empresa apostou na seleção de mudas, instalou um sistema israelense de fertirrigação por gotejamento em sua Fazenda e aplicou oss avanços da biotecnologia para ter 60% da sua produção de grãos gourmet, um percentual superior ao de outras propriedades da região que colhem, em média, de 10% e 20% desse tipo de café. Esse resultado transformou a Fazenda Santa Monica em um modelo no segmento cafeicultor que vem sendo seguido por diversos produtores.

Na propriedade não se usa defensivos químicos e são aproveitados os recursos fornecidos pela própria natureza. Na Fazenda são utilizados produtos biológicos e processos naturais, apostando na inovação como a melhor arma para combater as pragas e aumentar a produção. Outros diferencial que também garante maior produtividade na Fazenda é o sistema Safra Zero.

Para manter o mesmo padrão de qualidade do café, a Fazenda Santa Monica utiliza uma máquina à laser com tecnologia de ponta que seleciona por tamanho e cor separando, grãos os vermelhos dos verdes e pretos.

Outra inovação é o uso de um secador estático para fazer a secagem pela ação do vento e calor durante 3 dias. Após esse processo, os grãos são transferidos para a outra caixa onde permanecem por mais 6 dias e só depois vão para o secador para a retirada de toda a umidade, antes de serem armazenados em greenbags.

Com certificações da Ascafea, UTZ, Emater, Brazil Speciality Coffee Association e da Certifica Minas Café, a marca produz cafés das espécies Novo Mundo e Catuaí que são utilizados tanto na produção de sua linha gourmet, quanto comercializados no mercado interno e exportados para diversos países.

Mercado

Por ano são consumidas cerca de 400 bilhões de xícaras de café em todo o planeta, onde uma a cada 3 xícaras tem grãos produzidos no Brasil. A safra mundial é de 170 milhões de sacas por ano, sendo 60% arábica e 40% robusta.

Há 150 anos o Brasil detém os títulos de maior produtor e exportador de café, vendendo atualmente o produto para mais de 140 países. Em 2020, o país fechou o ano com market share de 39% do mercado global de café, produzido em 2,2 milhões de hectares ocupados por pés da fruta. Do café produzido por aqui, 40% são destinados ao consumo interno e 60% para exportação.

O mercado de café vem crescendo a cada ano, estimulado pela modernização das formas de consumo da bebida. Apreciado por diferentes faixas etárias, o café vem ganhando cada vez mais espaço por aqui com o crescimento do número de cafeterias que apostam na variedade das bebidas feitas com o grão.

Hoje, mais de 300 mil produtores cultivam o café no Brasil e centenas de municípios tem o café como principal fonte de receita. Minas Gerais concentra 75% da produção nacional de espécie arábica, café mais doce e valorizado. Já, o Espírito Santo é líder na produção de café conilon que vale menos no mercado. Os próximos estados do ranking, São Paulo, Bahia e Paraná priorizam o cultivo da espécie arábica.

Os principais compradores de café verde são Alemanha, Estados Unidos e Itália, e de torrado Estados Unidos, Argentina e Japão. Somos o maior exportador mundial de café de qualidade e o segundo maior consumidor da bebida, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Por anos, são consumidos cerca de 73 bilhões de xícaras de café por ano dentro de um mercado interno que vem crescendo, impulsionado pela onda de cafés especiais que teve início há 15 anos. Enquanto o mercado de café tradicional cresce 2% ao ano o de cafés especiais avança 7%, oferecendo produtos de alta qualidade com pontuações acima de 90 pontos pela SCA.

Fonte: Fazenda Santa Monica

24/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Projeto 5K é apresentado a produtores do Sul

Por redação 21/05/2021
Escrito por redação

- Projeto 5K é apresentado a produtores do Sul

Iniciativa leva tecnologia acessível a pequenos produtores e busca incrementar produtividade nas lavouras

Pelo menos 20 produtores familiares da região de Três de Maio, no Noroeste do Rio Grande do Sul, participaram de um encontro com representantes da ConnectFarm, da Agren e da Bayer, para conhecer o Projeto 5K (que tem esse nome uma vez que a meta é chegar a 5 mil agricultores familiares atendidos). A iniciativa visa aumentar a produtividade de pequenos agricultores e promover a inclusão digital no campo, com tecnologias para gerar incremento de produtividade de pelo menos 15%, combinando inovação e fatores de produção. Outras duas reuniões foram realizadas neste mês e reuniram outros 20 produtores, que aderiram à ação. Além de Três de Maio, a adesão conta com agricultores de municípios como Tucunduva, São José do Inhacorá, Independência e Doutor Maurício Cardoso. A meta do 5K é atender pelo menos cinco mil produtores familiares e replicar o modelo pelo país.

O projeto consolida em uma única ferramenta, as informações necessárias de vários aplicativos. A solução ajuda os agricultores na tomada de decisões mais complexas — gerando, assim, incremento de produtividade. Para aderir, o produtor deve ter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). O agricultor Eduardo Henriques, de Horizontina, relatou que o trabalho na propriedade teve início em julho do ano passado e hoje já conta com áreas mapeadas por meio digital e com análises de solo já realizadas. “As informações serão cruzadas no futuro para gerarmos valor agregado”, disse.

Diretor técnico da ConnectFarm e professor de Agronomia da UFSM, Antônio Luis Santi destacou a importância da digitalização no campo. “Integrar as pequenas propriedades na agricultura digital não é apenas uma questão de aumentar produtividade, mas também de pensar nos ganhos sociais como a fixação do jovem no campo, na qualidade de vida dessas famílias e na preservação do meio ambiente”, afirmou.

- Projeto 5K é apresentado a produtores do Sul

Outro resultado importante é o cuidado com o meio ambiente. “Vamos ajudar o pequeno agricultor a ser mais sustentável, aumentando a rentabilidade por meio da inteligência de dados e melhorando a aplicação dos recursos disponíveis”, explica o engenheiro agrônomo Antônio Gutheil, representante técnico de vendas e coordenador do projeto CDP no time Dekalb. O especialista destaca que será utilizada a Climate FieldView, plataforma de agricultura digital da Bayer.

Além disso, o processo de digitalização no campo vai contribuir para a maior profissionalização da atividade e estimular a sucessão nas propriedades. “Nossa ideia é levar informação ao pequeno produtor, que tem o filho na propriedade e está ligado nas novas tecnologias. Ele conseguirá melhorar muito os índices de produtividade e obter dados. Se a gente quiser evoluir, precisa de informação”, conclui o CEO da Agren Agronegócio, Rogério Luiz Engel.

Destaque

Com dois anos de atuação em território nacional, a gaúcha ConnectFarm, com sedes em Cachoeira do Sul e Porto Alegre, busca ampliar a produtividade, otimizar recursos e maximizar a rentabilidade. Possui atualmente mais de 120 produtores na carteira de clientes, totalizando cerca de 30 mil hectares sob análise.

Um dos projetos da agrotech é o Índice de Gestão Ambiental (IGA), baseado em um algoritmo que insere atributos do solo, das plantas e do ambiente. O sistema melhora a inteligência à medida que aumenta a base de dados, permitindo uma recomendação mais assertiva para cada ambiente da propriedade.

Em 2020, a ConnectFarm venceu o Desafio Nacional de Máxima Produtividade do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), na categoria “Irrigado”. Em uma propriedade em Boa Vista das Missões (RS), alcançou uma produtividade de 111,9 sacas de soja por hectare — a média de produção de soja no Brasil é de 54,5.

Fonte: ConnectFarm

 

21/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Demanda por diesel deve crescer 4,4% em 2021

Por redação 21/05/2021
Escrito por redação

- Demanda por diesel deve crescer 4,4% em 2021

Análise da Platts Analytics mostra que o país precisa ficar atento para conseguir atender a demanda e que a procura por biodiesel também deve aumentar

A demanda por diesel no Brasil deve crescer 4,4% em 2021, impulsionada principalmente pelo transporte de commodities agrícolas e de itens domésticos. É o que aponta a S&P Global Platts Analytics, principal fornecedora independente de informações e preços de referência para os mercados de commodities e energia.

Em análise divulgada ao mercado, a Platts Analytics avalia que a demanda por diesel no país se manteve resiliente mesmo no cenário de pandemia em 2020 e que, em março de 2021, período marcado pelo bloqueio de importantes regiões como o estado de São Paulo, a procura pelo combustível foi expressiva, acumulando alta de 16,3% no ano (158 mil barris a mais por dia).

Para atender à demanda crescente de diesel, a Platts Analytics sugere que o Brasil eleve sua produção interna ou aumente as importações, ou ainda que tome ambas as iniciativas, principalmente em meio a um cenário incerto gerado por riscos de novas ondas de infecção por COVID-19 que podem prejudicar a previsão de crescimento.

Biodiesel

A análise ainda traz uma avaliação do mercado de biodiesel no país, que viu a demanda aumentar desde o início da pandemia. Em meio ao crescimento da procura por soja, que levou os preços da commodity a níveis recordes, o valor pago pelo biodiesel também disparou, com o governo intercedendo em algumas frentes. Em março deste ano, o mandato de biodiesel subiu para 13%, mas em pouco tempo foi reduzido para 10%, sendo a redução estendida até agosto de 2021. Após a redução anunciada, a Platts Analytics estima um aumento de 2,3% na demanda por biodiesel no ano (113 mil barris por dia a mais).

Fonte: S&P Global Platts
21/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui