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Notícias

Impacto no solo de plantas com genética modificada

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Impacto no solo de plantas com genética modificada 

O plantio e os tratos culturais de OGM (organismos geneticamente modificados), ou transgênicos como são mais conhecidos, não alteram os micro-organismos benéficos encontrados no solo, segundo acompanhamentos feitos nas áreas de cultivo para várias espécies vegetais.

De acordo com o monitoramento feito pelo pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/USP), Welington L. Araújo, em parceria com a DSMA Biotecnologia, para a Monsanto, após o plantio de soja RR, as plantas e seu manejo não afetaram a qualidade e a diversidade da comunidade microbiana do solo. “O monitoramento foi feito durante cinco anos, utilizando diferentes técnicas de avaliação que permitiram comparar a microbiota do solo em nove áreas demonstradas”, explica Araújo. O levantamento foi feito nos municípios de São Luiz Gonzaga (RS), Ponta Grossa (PR), Londrina (PR), São Gabriel do Oeste (MS), Rondonópolis (MT), Sorriso (MT), Santa Helena de Goiás (GO) e Barreiras (BA).

Outros estudos, incluindo milho e eucaliptos geneticamente modificados, também foram conduzidos pela DSMA em parceria com as empresas produtoras, como pré-requisito para liberação comercial dessas plantas. “Esses estudos envolveram o sequenciamento de DNA de fungos e bactérias do solo avaliado e a caracterizando dessa comunidade microbiana, presente em área de cultivo do OGM e de cultura tradicional, em diferentes locais e épocas”, conta Marília Sanchez, coordenadora técnica da DSMA Biotecnologia.

Segundo Marília, estudos realizados com diferentes espécies vegetais têm demonstrado que a época de amostragem e o local de cultivo apresentam um efeito maior sobre esta comunidade do que o genótipo da planta. “Até o momento esses dados nos mostram que áreas de cultivo tradicional e OGM apresentam diversidade semelhantes, não divergindo em relação às espécies e às funções ecológicas.”

A comunidade microbiana do solo é composta por fungos, bactérias, nematoides entre outros organismos que habitam o solo e atuam de forma direta e indireta sobre a produtividade agrícola. “Considerando-se a importância desses micro-organismos na qualidade do solo, a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) determina que para a liberação comercial de uma planta geneticamente modificada, deve-se observar o impacto desta cultura sobre a qualidade do solo e, em especial aos organismos não-alvo, incluindo a microbiota residente no solo”, orienta Cristiane Andreote, diretora da Andrios Consultoria.

Uma das ferramentas para se obter a análise dos dados de sequenciamento de DNA dos micro-organismo presentes no solo, foi desenvolvida pela startup Biome4All. Com essa nova tecnologia, pode-se melhorar a análise da interação entre plantas GM e a comunidade microbiana do solo, auxiliando o setor público e as empresas na tomada de decisão em relação ao seu cultivo.

Fonte: startup Biome4All
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Notícias

Preço do diesel volta a subir mais 5% em maio

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Preço do diesel volta a subir mais 5% em maio

Seguido de cinco altas, combustível havia apresentado recuo nos preços no mês anterior

O mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) aponta novo aumento nos preços do diesel e do diesel S-10 no início de maio. O diesel comum avançou 5,17% na comparação com o fechamento de abril e o valor médio por litro foi de R$ 4,679. Já o tipo S-10 foi comercializado a R$ 4,740, após alta de 5,42%.

“Em abril, ambos os combustíveis haviam apresentado recuo nos preços, tanto no cenário nacional como nos regionais. A redução interrompeu uma sequência de cinco altas consecutivas até março. Mas agora, tanto o diesel comum quanto o diesel S-10, com os aumentos acima de 5% em relação ao fechamento do último mês, apresentam preços por litro maiores que os apresentados em março. O tipo comum está 4,28% mais caro, e o tipo S-10, 4,43% acima”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Os dois tipos de combustível voltaram a registrar aumento de preços em todas as regiões. Os postos do Sul, ainda que com os preços médios mais baratos, apresentaram as maiores altas, de 7,04% no valor médio por litro do diesel comum, e de 7,41% do diesel S-10. Os valores médios identificados na Região foram de R$ 4,350 e R$ 4,406, respectivamente.

No Norte, os postos comercializaram os combustíveis pelos valores médios mais altos. O tipo comum foi encontrado a R$ 4,906, e o tipo S-10 a R$ 4,979. Em relação aos aumentos, a Região apresentou as menores taxas, de 3,41% para o diesel comum, e 4,10% para o diesel S-10.

No recorte entre os estados, o Acre segue como o estado com os valores médios mais altos. O diesel comum foi comercializado a R$ 5,632 nos postos, e o S-10 a R$ 5,534. Já os maiores aumentos de preços foram registrados em Santa Catarina, onde o tipo comum avançou 7,26% e foi encontrado a R$ 4,372, e o tipo S-10, a R$ 4,434, apresentou alta de 7,78%.

O Amapá foi o único estado do País a apresentar recuo nos preços do diesel comum. O combustível foi comercializado a R$ 5,046, após redução de 1,45%. Mas o diesel mais barato foi encontrado no Paraná, a R$ 4,298, mesmo após o segundo maior aumento do território nacional, de 7,16%.

Os postos paranaenses também comercializaram o diesel S-10 com o menor preço médio, a R$ 4,354, e assim como no caso do tipo comum, com o segundo maior aumento na comparação com o fechamento de abril, de 7,64%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: Ticket Log
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Notícias

Syngenta promove evento virtual de café 

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

 

- Syngenta promove evento virtual de café 

Na última semana, a Syngenta promoveu o Boot Camp Virtual Cupping, evento de apresentação e experimentação de seu café Artisans, da Nucoffee. A ação, que ocorreu de forma virtual a partir dos Estados Unidos, reuniu cerca de 30 compradores, que tiveram a oportunidade de testar os diferentes exemplos de cafés.

No início do evento, o anfitrião Marcus Young, diretor do Boot Coffee Campus, contou sobre o projeto Nucoffee Artisans aos espectadores e falou sobre a importância do papel da Syngenta na cadeia de cafés especiais, aproximando os produtores do mercado internacional.

O Gerente de Marketing e Novos Projetos da Nucoffee, Juan Gimenes, trouxe aos participantes informações sobre o desenvolvimento e diferenciais do projeto Nucoffee Artisans. “A ideia é potencializar as características dos grãos, trazendo para o café a diferenciação de sabor e aroma”, enfatizou o executivo. Como outro destaque, Juan apontou para a tecnologia de rastreabilidade que é aplicada aos processos de produção, garantindo ao produtor o acompanhamento das quatro principais etapas do processo por meio de um aplicativo. “Também podemos oferecer aos compradores o acesso ao aplicativo, para que eles acompanhem tais etapas”, afirmou.

O evento também contou com a participação da Engenheira Agrônoma e Professora titular da Universidade Federal de Lavras, Rosane Freitas Schawn, que abordou as fronteiras científicas do processo de fermentação do café e como ela ocorre. Parceira do projeto, Rosane dividiu com o público os diferentes processos de maturação dos grãos e como ele é realizado para obter aqueles que integram o denominado Nucoffee Artisans.

Já Guto Rizental, Desenvolvedor de Negócios na Nucoffee, falou sobre as mais de 15 regiões brasileiras que oferecem um imenso portfólio de cafés e contou sobre as principais características e sabores disponíveis.

Os participantes interagiram durante todo o evento, tirando dúvidas e contribuindo com opiniões sobre as composições, diferentes misturas e aromas experimentados.

Fonte: Syngenta

 

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Notícias

Custos de soja e milho sobem acima de 25%

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Custos de soja e milho sobem acima de 25%

Levantamento da FecoAgro/RS aponta, no entanto, que mesmo com a alta, bons preços favorecem relação de troca

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) divulgou nesta segunda-feira, 17 de maio, a primeira estimativa dos custos de produção para a soja e o milho previstos para a safra 2021/2022. A indicação do estudo, conduzido pelo diretor Técnico da entidade, Tarcísio Minetto, é que as duas culturas terão uma alta acima de 25% nos desembolsos para o próximo período.

Com isso, o desembolso do milho se elevou 27,36%, em relação à safra 2020/2021. O custo operacional por hectare ficou em R$ 4.549,94, aumento de R$ 977,49 por hectare. Já o custo total de produção é de R$ 6.625,43. Em termos de comparação com a safra anterior, o valor é superior em R$ 1.590,85 por hectare. Mesmo assim, neste mês de maio de 2021, a relação de troca está mais favorável se comparado às últimas dez safras, desde a temporada 2011/2012, justificado pelos bons preços neste ano. Para cobrir os custos, conforme aponta o levantamento da FecoAgro/RS, o produtor precisará colher 51,70 sacas de milho ao preço atual de R$ 88,00 a saca para o desembolso e vai precisar colher 75,29 sacas para cobrir o custo total.

No caso da soja, os cálculos da FecoAgro/RS apontam um desembolso de R$ 3.098,25 por hectare, aumento de 29,98% comparado com safra passada e superior em R$ 714,70 por hectare. O custo total ficou em R$ 4.800,76 por hectare, elevação de 31,78% se comparado com o valor de R$ 3.643,02 da temporada passada. Para que produtor gaúcho consiga cobrir o seu desembolso será necessário vender a um preço médio de R$ 51,64 a saca e para cobrir o custo total terá que vender a uma preço médio de R$ 80,01 a saca. O sojicultor vai precisar colher 18,78 sacas de soja para cobrir o desembolso e de 29,10 sacas por hectare para cobrir o custo total. Ainda assim, é a relação de troca mais favorável das últimas nove safras, desde a safra 2012/2013.

Segundo o levantamento da FecoAgro/RS, a valorização do dólar frente ao real e a elevação dos preços dos principais produtos agrícolas em relação à ciclos anteriores impulsionaram a alta dos custos dos fertilizantes de demais insumos como defensivos, o que eleva o desembolso para próxima safra. Outro fator destacado na estimativa é o aumento dos combustíveis e nos preços das máquinas e equipamentos, que também apresentaram altas expressivas impactando na elevação nos custos das lavouras.

De acordo com o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, é importante ressaltar que, mantendo-se os atuais preços pagos e os custos projetados, o produtor terá uma rentabilidade melhor na cultura do milho do que na soja, o que é importante para a cadeia de produção animal e a economia do Rio Grande do Sul.

O levantamento da FecoAgro/RS salienta que, embora o produtor esteja mais capitalizado neste ano, é preciso ter cautela, pelo fato de ocorrer momentos cíclicos de bons preços, pois o mercado é volátil e o produtor enfrenta riscos. O estudo ainda conclui que é importante que o produtor se proteja com seguro agrícola e trave seus custos sempre buscando a sustentabilidade na produção.

Fonte: Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS)
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Notícias

Plataforma logística facilita a contratação de fretes

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Plataforma logística facilita a contratação de fretes

Startup goFlux possui solução de inteligência de mercado que dá mais agilidade ao processo de escolha do transporte de carga, gerando redução de custos e compliance para embarcadores e novas oportunidades de negócios para as transportadoras

O modal rodoviário é uma categoria extremamente importante para a economia brasileira, estima-se que cerca de 65% do transporte de cargas passa por rodovias. De acordo com o Anuário da Confederação Nacional do Transporte (CNT) de 2020, a condução de cargas atualmente é feita por 219.956 empresas, 435 cooperativas e 724.098 autônomos registrados. A frota cadastrada total é de 2.270.861 veículos autorizados. Porém esse setor tão importante ainda enfrenta muitas dificuldades e amadorismo quando o assunto é a contratação de fretes.

Para ajudar e conectar embarcadores do agronegócio e transportadoras, surgiu a pouco mais de três anos a goFlux, uma logtech que apresenta soluções de inteligência de fretes. A plataforma para cotação, negociação, contratação e gestão de fretes rodoviários é o elo entre as duas principais pontas e atua diretamente na facilitação da contratação do serviço, e ainda ajuda a reduzir custos, melhorando a produtividade no processo. Outro ponto de destaque oferecido é a inteligência preditiva de fretes. Além disso, também realiza a digitalização na conferência de documentos e proporciona visibilidade dos fretes contratados x cadência carregamento.

De acordo com Rodrigo Gonçalves, CEO e um dos fundadores da goFlux, a empresa nasceu pelo inconformismo de fazer as coisas sempre da mesma maneira. Por que se contrata frete da mesma forma há anos? “A transformação digital que já está em curso em tantas áreas de negócio, ainda precisa ser intensificada na logística. São bilhões de reais gastos anualmente com fretes, sem inteligência e compliance aplicados ao processo. O nosso foco é levar instrumentos de tecnologia e inteligência que permitam embarcadores terem uma gestão de fretes transparente e mais inteligente, e por consequência gerar mais competitividade e produtividade às transportadoras”, destaca.

Solução na prática

Apesar de pouco tempo no mercado, a startup já acumula números que impressionam. Até o momento, dentro da plataforma, já foram contratadas e transacionadas mais de 25 milhões toneladas, entre elas grãos, açúcar, etanol, fertilizantes e diversos outros produtos agrícolas. Toda essa movimentação foi realizada por grandes players do mercado de agro que já estão utilizando a ferramenta como, por exemplo: a ADM, Neovia, Sodrugestvo, CJ Trading, Gavilon, Glencore, Agribrasil, Copersucar, Tereos, Mosaic, Caramuru Alimentos, Agromercantil entre outros.

Para as empresas, cooperativas, tradings e demais companhias do setor que desejam ingressar na ferramenta da goFlux, o processo de onboarding é muito simples e rápido. Basta fazer o cadastro na plataforma e assim passam a ter acesso a mais de 1.500 transportadoras homologadas.

Já para as transportadoras, o acesso e cadastro na plataforma é gratuito. Entre as vantagens, destaque para o acesso exponencial à carga, redução de custo de aquisição de clientes e antecipação de recebíveis. “A goFlux coloca a gestão de fretes na era digital. Por muitos anos vivemos as dores do mercado e temos um time que conhece o negócio do cliente aliando tecnologia, processo estando sempre próximos ao cliente, entendendo as suas necessidades”, finaliza o CEO.

Fonte: goFlux
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Notícias

Caterpillar é eleita a melhor empresa para trabalhar

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Caterpillar é eleita a melhor empresa para trabalhar

A Caterpillar é tricampeã do ranking Melhores Empresas para Trabalhar no Agronegócio. O terceiro título consecutivo foi atribuído à empresa pelo instituto internacional Great Place To Work (GPTW), em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a revista Globo Rural. A Caterpillar obteve a maior pontuação entre as empresas classificadas na categoria de grande porte no ranking de 2021 divulgado em maio, acumulando o primeiro lugar em 2019, 2020 e 2021.

O GPTW define a classificação do ranking aplicando sua metodologia global de avaliação nas centenas de empresas inscritas. O estudo engloba a fase quantitativa, em que os funcionários das empresas inscritas respondem a um amplo questionário. Já a segunda fase do estudo compreende uma avaliação das práticas adotadas pelas empresas. A soma de ambas as fases resulta na nota final, denominada de índice de confiança.

Segundo os critérios do GPTW, entre os fatores determinam as organizações mais bem avaliadas estão a baixa rotatividade de funcionários, oportunidades de crescimento e investimento em treinamentos, pacote de remuneração, sentimento de tratamento justo e equidade de gênero, feedbacks de carreira dos líderes, balanço e qualidade de vida e, claro, o orgulho pelo trabalho que fazem na companhia.

O presidente da Caterpillar Brasil destaca seu orgulho por pertencer e liderar o time brasileiro. “Somos em mais de cinco mil funcionários no país, engajados e motivados a construir diariamente um ambiente de trabalho positivo, sadio e desejável”, comenta Odair Renosto. O presidente conclui, dizendo que “um time preparado e feliz tem os recursos, conhecimento e energia para desenvolver, produzir e servir as melhores soluções que os clientes precisam para terem sucesso no campo”.

Fonte: Caterpillar
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Notícias

Senar leva conhecimento a produtores rurais

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação
- Senar leva conhecimento a produtores rurais

Cristina e Joselito: A ATeG do Senar foi um divisor de águas para a produção

A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) alcançou a marca de 1 milhão de visitas técnicas proporcionando aumento de produtividade, geração de renda e melhoria da qualidade de vida para cerca de 200 mil famílias rurais beneficiadas gratuitamente no país.

Para o presidente do Sistema CNA/Senar, João Martins, esse marco representa o compromisso da instituição em levar tecnologias ao campo e dar condições para criar no país uma nova classe média rural.

“A visita técnica é a maneira que o Senar leva aos produtores rurais conhecimento tecnológico, contribuindo para que a nossa agricultura e pecuária se modernizem e se tornem cada vez mais competitivas”.

O diretor-geral do Senar, Daniel Carrara destaca que a capilaridade da instituição contribui com a multiplicação do conhecimento baseado em planejamento e indicadores de produtividade e renda.

“Com a pandemia do coronavírus e seus impactos para o país e para o mundo, o Senar precisou se adequar para continuar levando assistência ao produtor rural e a seus familiares. Para que eles continuassem produzindo e comercializando seus produtos e, assim, garantir o abastecimento da população. Desenvolvemos uma série de estratégias para esse atendimento. Por esse motivo, para nós, do Senar, é uma realização muito grande e fruto do trabalho de várias pessoas atingir mais de 1 milhão de visitas técnicas”.

A metodologia inédita de ATeG desenvolvida pelo Senar em 2013, com início dos atendimentos no ano seguinte, atende produtores rurais de 24 Estados e do Distrito Federal em 28 áreas, como bovinocultura de leite e de corte, ovinocaprinocultura, cafeicultura, avicultura, suinocultura, piscicultura e agroindústrias artesanais. E o acompanhamento técnico e gerencial alcançou mais de 7, 2 milhões de hectares.

Atendimento personalizado

Cada produtor participante recebe mensalmente a visita do técnico de campo em um período de dois anos em cinco etapas: diagnóstico produtivo individualizado, planejamento estratégico, adequação tecnológica, capacitação profissional complementar e avaliação sistemática de resultados.

A diretora de ATeG do Senar, Andréa Barbosa, ressalta o reconhecimento do produtor da importância da assistência técnica e gerencial. “Temos a certeza que estivemos mais próximo do produtor, auxiliando na superação de seus desafios e conquistas. Essa é uma das contribuições do Senar para o fortalecimento da agropecuária brasileira”.

Os resultados da ATeG são percebidos na melhoria da produtividade e da qualidade de vida das famílias rurais, como foi o caso produtora de ovinos de corte, Cristina Macêdo Oliveira, do município de Serrinha, na Bahia. Foi na propriedade dela que a marca de um milhão de visitas técnicas foi alcançada.

Ela e o marido, Joselito Mâcedo Junior, iniciaram a criação há três anos com quatro animais. Em 2019 passaram a receber a orientação do Senar e hoje o rebanho é de 40 ovelhas.

“Foi um divisor de águas porque a gente começou a entender de fato como é a criação de ovinos, como melhorar o manejo dos animais mesmo na época de seca e passamos a investir na genética para a reprodução. O maior prêmio é que, nesses dois anos, tivemos uma taxa de mortalidade de 0% graças ao cuidado e à assistência do Senar”, afirma Cristina.

Entre as mais de 200 mil propriedades atendidas pela ATeG nesses oito anos está a do produtor de Luiz César de Almeida, que cultiva cacau no município de Uruçuca, no Sul da Bahia. A partir do acompanhamento do Senar, em 2018, ele viu a produção quadruplicar.

- Senar leva conhecimento a produtores rurais

Luiz César viu a produção quadruplicar depois do Senar

“O Senar abriu novos horizontes para mim, por isso indico a todos os produtores que tiverem oportunidade. Eu aprendi como fazer a correção e nutrição do solo, o manejo correto da lavoura, o aprimoramento genético das plantas e a gestão de custos.”.

O produtor de leite Wilson Braz da Costa, de Anápolis (GO), comemora os resultados, mas nem sempre foi assim. Antes da ATeG ele pensou em desistir da atividade pela dificuldade em superar o alto custo e baixa produtividade.

Até conhecer a ATeG, Wilson não acreditava que a minha realidade pudesse mudar,

Até conhecer a ATeG, Wilson não acreditava que a realidade pudesse mudar

“No início não acreditava que a minha realidade pudesse mudar, mas com soluções simples e baratas eu consegui equilibrar as receitas e despesas. As orientações me ajudaram, em pouco tempo, a aumentar a produção de 4 mil litros para mais de 8 mil litros de leite por mês. Depois de um ano, atingi 12 mil litros de leite mensais”.

A Granja Mattiello e Zanluchi no município de Seara (SC), propriedade atendida pela ATeG em bovinocultura de leite, é outro exemplo de que o gerenciamento da propriedade rural faz diferença.

A produtora Verediana Zanlucchi (de blusa verde na foto) revela que antes não exista controle sistematizado. “O técnico do Senar ensinou a fazer o fluxo de caixa e agora sabemos o lucro real da atividade ao final do mês, além do que precisa ser feito para reduzir os custos”.

Essas informações e as transferências de tecnologias chegam aos produtores graças ao trabalho de mais de 3 mil supervisores e técnicos de campo, como o engenheiro agrônomo Elton Carlos Teles, que atende fruticultores do município de Santa Maria da Boa Vista (PE).

“O sentimento é de alegria ao ver a produção dos agricultores aumentando com qualidade e custos controlados. Isso motiva cada vez mais levar as tecnologias para o homem do campo com responsabilidade e garantia de dias melhores”.

Os produtores rurais interessados em receber a ATeG do Senar podem entrar em contato com o Sindicato Rural de seu município ou com a Administração Regional do Senar de seu Estado.

Fonte: Senar/CNA
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Notícias

Exportações do agronegócio superam US$ 10 bi em abril

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Exportações do agronegócio superam US$ 10 bi em abril

As exportações do agronegócio brasileiro bateram recorde em abril, ancoradas nas vendas de produtos como soja, carnes (bovina, suína e de frango) e produtos florestais, atingindo a cifra recorde de US$ 13,57 bilhões. O crescimento foi de 39% em relação aos US$ 9,76 bilhões exportados em abril de 2020. Em nenhum mês de abril da série histórica 1997 a 2021 o valor exportado havia ultrapassado a marca de US$ 10 bilhões. Os números foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

As importações do agronegócio também subiram, passando de US$ 1,01 bilhão em abril de 2020 para US$ 1,15 bilhão em abril de 2021 (+13,5%). O saldo da balança ficou em US$ 12,4 bilhões, conforme a divulgação.

Apesar do valor recorde exportado pelo agronegócio, o montante não foi suficiente para aumentar a participação do setor nas exportações brasileiras. Segundo o MAPA, a participação diminuiu de 55,4% em abril do ano passado para 51,2% em abril deste ano.

No mês passado, a venda de soja em grãos para o exterior somou US$ 7,2 bilhões, alta de 43,1% ante abril de 2020.  A oleaginosa bateu recorde de volume exportado de todos os meses, com 17,4 milhões de toneladas no mês de abril. Os preços médios também subiram 22,3%, chegando a suplantar US$ 400 por tonelada. A China foi o principal importador de soja brasileira em abril deste ano.

As exportações de carnes foram recorde para o mês, com US$ 1,57 bilhões em abril 2021 (+22,7%). Houve aumento de valor e volume de todas as principais carnes exportadas pelo Brasil. A carne bovina foi a principal carne exportada, com US$ 705,32 milhões (+22,5%). Houve crescimento também das exportações de carne de frango e suína, que foram de US$ 598,01 milhões (+18,2%) e US$ 230,61 milhões (+40,7%), respectivamente.

De acordo com a análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária  e Abastecimento, o valor recorde exportado de carne bovina em abril pode ser explicado em função, principalmente, do incremento das exportações para alguns mercados: Estados Unidos (+ US$ 46,36 milhões); Chile (+ US$ 22,50 milhões); Filipinas (+ US$ 20,49 milhões); China (+ US$ 20,31 milhões); Hong Kong (+ US$ 14,25 milhões). A China continuou sendo o principal país demandante da carne bovina brasileira, adquirindo US$ 309,29 milhões ou 43,9% do valor exportado (+7%).

Embarques no quadrimestre

As vendas externas nos quatro primeiros meses do ano alcançaram US$ 36,8 bilhões. No período, as exportações do agronegócio foram responsáveis por quase metade das exportações totais brasileiras (44,9%).

Já as importações somam US$ 5 bilhões, alta de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio foi superavitário em US$ 31,8 bilhões no período.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Embrapa mapeia degradação das pastagens do Cerrado

Por redação 17/05/2021
Escrito por redação

- Embrapa mapeia degradação das pastagens do Cerrado

Está disponível para download gratuito o livro “Cerrado: correção do solo e adubação”, dos editores técnicos Djalma Martinhão e Edson Lobato,  duas importantes referências em Ciência do Solo que atuaram na Embrapa Cerrados (DF). Editada em 2002, com segunda edição em 2004, a publicação, que até então era acessada somente pela compra da versão impressa, contribui para a produção de recomendações de correção da fertilidade solo em níveis desejáveis e compatíveis com os fatores de produção (terra, capital, mão de obra) disponíveis na propriedade a fim de conferir sustentabilidade ao processo produtivo no Cerrado.

Como comentam os editores técnicos no prefácio, “a agricultura nos solos de Cerrado difere das áreas com solos mais férteis apenas na correção da pobreza natural de nutrientes e da sua acidez. Uma vez superada essa limitação, a situação é a mesma de qualquer agricultura bem feita em qualquer lugar onde se procura restituir ao solo nutrientes extraídos e exportados como produto agrícola, pecuário ou florestal e perdidos de alguma forma”.

- Embrapa mapeia degradação das pastagens do Cerrado

O livro foi elaborado a partir de resultados de pesquisa dos 19 autores dos capítulos e de outros autores, bem como das vivências individuais e de contatos com outros pesquisadores, professores, extensionistas rurais, agentes de assistência técnica, produtores rurais, produtores de insumos, estudantes, processadores e consumidores do produto agrícola.

Os 14 capítulos abordam o solo e as relações com o uso e o manejo; amostragem de solos, corretivos e fertilizantes, correção da acidez do solo; inoculação de leguminosas e manejo de adubos verdes; adubação com nitrogênio, com fósforo, com enxofre e potássica; micronutrientes; análise foliar; fertilidade do solo e máxima eficiência produtiva; calagem, adubação, corretivos e fertilizantes para culturas anuais e semiperenes; bem como calagem e adubação para pastagens.

Editores técnicos

Falecido em 2020, Djalma Martinhão trabalhou na Embrapa Cerrados desde a fundação da Unidade, em 1975. Foi um dos principais protagonistas no desenvolvimento de tecnologias na área de fertilidade e química do solo para a agricultura no Bioma Cerrado. Saiba mais sobre o pesquisador aqui.

Colega de Martinhão na Embrapa Cerrados, Edson Lobato atuou na Unidade entre 1975 e 2004, quando se aposentou. Desenvolveu pesquisas que avaliavam a fertilidade do solo e a produtividade agrícola no Cerrado, com destaque para a adubação e a recuperação de solos pobres. Em 2006, junto com o ex-ministro da Agricultura Alysson Paulinelli e o pesquisador do Instituto Internacional de Pesquisa (Estados Unidos), Colin MacClung, recebeu o World Food Prize, pelo papel vital em transformar o Cerrado – antes uma terra infértil –  em uma região altamente produtiva para o cultivo de grãos.

Fonte: Embrapa
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Clariant lança pigmentos em pó para coloração de sementes

Por redação 14/05/2021
Escrito por redação

- Clariant lança pigmentos em pó para coloração de sementes

A Clariant, empresa de especialidades químicas, está lançando na América Latina sua linha completa de colorantes de sementes Agrocer. Fabricados como pigmentos em pó e preparações pigmentárias, os colorantes Agrocer estão disponíveis nas seis cores mais relevantes e foram testados para determinar sua segurança para uso com sementes. Todos os produtos Agrocer seguem as normas de ingredientes inertes da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) e estão disponíveis em todo o mundo.

As preparações pigmentárias Agrocer são dispersões aquosas à base dos seis pigmentos Agrocer. Em comparação com os pigmentos em pó, as preparações pigmentárias Agrocer permitem uma produção mais rápida e econômica para empresas especializadas em defensivos agrícolas, sementes e tratamentos de sementes, que buscam segurança e soluções aderentes à legislação a fim de oferecer produtos atraentes e de alto valor.

“É com muita satisfação que oferecemos ao setor de tratamento de sementes a primeira linha completa e dedicada de colorantes com preparações pigmentárias de alta qualidade, como nossos clientes esperam”, afirma Geraldo Ventola, Head of Sales da BU Pigments da Clariant América Latina. “Essa iniciativa vai ao encontro da tendência geral do setor de sementes e defensivos agrícolas de adotar preparações pigmentárias, já que os fabricantes buscam formas mais rápidas e econômicas de colorir com segurança suas sementes, formulações de tratamento de sementes e fertilizantes”.

O segmento de produtos para tratamento de sementes é um dos que crescem mais rápido na agroindústria. A coloração é um elemento importante na diferenciação de marca, no respeito à legislação, no controle da consistência dos produtos e na precisão da semeadura. As preparações pigmentárias Agrocer oferecem diversas vantagens em termos de facilidade de manuseio em relação aos pigmentos em pó, tais como maior limpeza e higiene no local de trabalho. A produtividade aumenta, já que se elimina a moagem, garantindo a qualidade e a consistência da dispersão. O tempo ocioso para limpeza do equipamento de produção também é reduzido.

As preparações Agrocer da Clariant são altamente compatíveis com formulações comuns de tratamento de sementes, bem como produtos de revestimento de sementes. As preparações pigmentárias Agrocer oferecem máxima intensidade de cor, graças ao alto conteúdo de sólidos e fácil dispersabilidade, além de longa vida útil.

Os produtos Agrocer são isentos de etoxilato de nonilfenol (NPE) e exotilato de alquilfenol (APE); não irritam os olhos e não requerem qualquer rotulagem de perigo. Além disso, têm baixo teor de metais pesados e amina primária.

Fonte: Clariant

 

14/05/2021 0 Comentários
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