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Notícias

Programa prevê melhorias na infraestrutura

Por redação 19/05/2021
Escrito por redação

- Programa prevê melhorias na infraestrutura

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (18), da cerimônia de lançamento do programa “Gigantes do Asfalto”, no Palácio do Planalto. A iniciativa prevê ações para melhoria da infraestrutura rodoviária brasileira, regulação e serviços de apoio, linhas de crédito e garantia da qualidade de vida aos caminhoneiros.

Dentre as principais medidas anunciadas pelo Governo Federal estão a criação da Comissão Nacional de Autoridades de Transportes Terrestres (Conatt), o Documento Eletrônico de Transportes (DT-e), financiamentos exclusivos aos caminhoneiros, oferecidos pela Caixa Econômica Federal, além de antecipação de recebíveis.

“Sem caminhoneiro não há embarcador e vice-versa. Então não há como resolver os problemas do setor de transporte rodoviário sem estabelecer soluções comuns, como burocracia na fiscalização das cargas e multas por excesso de peso”, afirmou a assessora técnica da CNA, Elisangela Pereira Lopes.

Segundo ela, com a implantação do DT-e, por Medida Provisória, espera-se já no primeiro ano consolidar mais de 40 documentos federais, reduzindo o tempo de fiscalização e a necessidade de impressão de papeis.

De acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, o Documento Eletrônico representa a libertação dos caminhoneiros das mãos dos intermediários, permitindo tratar diretamente com o embarcador. “As medidas são uma revolução, valorizam os caminhoneiros e profissionais de transportes, simplificando a vida de todos”.

Durante o lançamento do programa, também foi anunciada a ampliação dos limites de tolerância de peso por eixo dos caminhões. O limite passará de 10% para 12,5% por eixo. “A movimentação das cargas durante os transportes resultava em multas para os caminhoneiros e em passivos cobrados pela justiça aos embarcadores“, disse Elisangela.

Com relação à criação da Comissão Nacional das Autoridades de Transportes Terrestres, a assessora técnica destacou que a iniciativa atende a um pleito da CNA e de outras instituições que representam o setor agropecuário. “A finalidade é estabelecer um fórum, em que os usuários e demais atores dos modos rodoviário e ferroviário possam contribuir para melhorar a infraestrutura e reduzir os custos de transportes”.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Notícias

Frigol está entre as 100 maiores do agronegócio brasileiro

Por redação 19/05/2021
Escrito por redação

- Frigol está entre as 100 maiores do agronegócio brasileiro

A lista se refere ao ano de 2020 e levou em conta informações financeiras, de produção e grau de atuação de cada empresa no mercado nacional.

A Frigol, frigorífico brasileiro e um dos líderes em produção de carne bovina e suína na América do Sul, foi destaque na lista “As 100 maiores empresas do agronegócio brasileiro em 2020”, recém-publicada pela revista Forbes. A empresa, que possui quase três décadas de história, foi listada em 68º lugar.

Para a elaboração da lista, a publicação usou como base informações de demonstrativos financeiros das empresas, da agência Standard & Poor’s, da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da empresa de informações financeiras Economatica.  Foi considerado também o grau de atuação de cada empresa ou grupo no agronegócio brasileiro, ainda que sua atividade principal tenha relação indireta com a produção agropecuária nacional, entre outros critérios.

Sobre a Frigol, a FORBES destacou que “além dos tradicionais cortes de carne com a marca Frigol, também comercializa produtos especiais para churrasco, com as linhas BBQ Secrets,  Chef Churrasco e hambúrgueres. Cerca de 36% da produção da Frigol é exportada para 60 países, principalmente Arábia Saudita, China, República do Congo, Egito, Geórgia e Israel”, que corresponderam a 42% de Receita Liquida de 2020.

Fonte: Frigol

 

19/05/2021 0 Comentários
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Notícias

Transformação digital é essencial para agroindústrias

Por redação 19/05/2021
Escrito por redação

- Transformação digital é essencial para agroindústrias

Para digitalizar todos os processos e ter bons resultados é preciso atenção especial com a gestão dos dados e das informações

As tecnologias disruptivas têm um potencial imenso de aplicações em todas as atividades no campo. Elas abrangem todas as etapas do processo produtivo, desde a pré-produção até o pós-colheita. Com as usinas e agroindústrias o processo não tem sido diferente. Nos últimos anos, esses setores foram inundados com milhares de novas soluções, mas, muitas vezes esse excesso de dados sem organização acaba atrapalhando e confundindo ainda mais os gestores.

Para ajudar nesse processo é essencial uma boa gestão, por isso nos últimos anos a GAtec, empresa especializada em gestão agroindustrial tem se dedicado especialmente na transformação digital do agronegócio. A companhia que atua em todas as culturas do agronegócio, capacita e acompanha empreendedores, gestores, em seus caminhos para a implantação da era digital.

“Ao utilizarem as nossas soluções as empresas se tornam flexíveis, encurtam o tempo de resposta frente ao rápido crescimento, possibilitando constantemente a abertura de novas áreas de negócios disruptivas, repletas de informações para gestão do dia a dia e suporte na tomada de decisão”, diz Jefferson dos Santos, administrador de empresas e SDR – Sales Development Representative da GAtec.

A empresa se posiciona no mercado como uma companhia que melhor apoia seus clientes durante todo processo de transformação digital, ajudando-os a compreender o real valor dessa mudança. Isso porque os seus projetos envolvem todas as pessoas e áreas geradoras, usuárias ou impactadas pelas mudanças.

Atualmente a GAtec tem entre os seus clientes diversas empresas dos mais variados tamanhos e em diferentes velocidades, entre eles o Grupo Horita, Grupo Webler, Atto Sementes, Grupo Tereos, Reunidas do Pontal e Grupo BMG. Também vale destaque a Florida Crystals, – produtora de açúcar orgânico, sediada nos Estados Unidos no estado da Flórida. “Independentemente do tamanho da sua corporação e do quão avançada ela esteja na jornada de transformação, esses exemplos de transformação digital servem como inspiração para você iniciar ou continuar com sucesso sua transformação digital”, lembra Santos.

A metodologia de implantação e operação da GAtec é assistida, apoiada no estabelecimento de uma cultura ágil que incentiva a inovação e o aprimoramento constante. Com isso é compartilhado com os clientes a experiência de que a estratégia para transformação digital pode (ou deve) exigir novos conhecimentos especializados e o desenvolvimento de pessoal deve mudar. “Uma estratégia de digitalização bem-sucedida mostra como as tecnologias digitais podem ser usadas para aumentar a automação e a eficiência de sua organização, criando valor agregado para os processos e clientes (internos e externos)”, diz o administrador.

Erros no processo

Muitas empresas no setor do agronegócio cometem erros nesse processo porque veem apenas partes individuais da digitalização, associando esta transformação, por exemplo, a revisar sua página inicial (website), converter formulários de papel em digital ou manter uma presença nas redes sociais. Mas os desafios da digitalização incluem muito mais.

O primeiro pronto são os processos de negócios digitais que ajudam a projetar digitalmente etapas dentro de organizações e companhias do início ao fim. Outro aspecto importante é o desenvolvimento de inovações, ou seja, aplicativos, portais de clientes ou ferramentas que beneficiam os acionistas, gestores, colaboradores, sociedade e clientes.

Também não pode se esquecer da formalização da comunicação digital que consiste no desenvolvimento de uma estratégia para quem gera, disponibiliza, utiliza as informações que trafegam nos processos, em tempo hábil para redirecionar atividades e corrigir ações. Por último e não menos importante é fundamental desenvolver estratégias para criação de valor. O desenvolvimento de planos concretos para ganhar dinheiro com a transformação digital.

Segundo Santos, a combinação desses fatores, geralmente leva a uma digitalização bem-sucedida. Portanto, é necessário distinguir entre inovação e transformação. Transformação significa adaptação a novos desenvolvimentos, enquanto inovação significa assumir riscos. “No entanto, nenhuma empresa deve se limitar a tomar medidas pela metade se quiser atingir seus objetivos. Para enfrentar os desafios da digitalização, as empresas devem assumir riscos”, ressalta.

O especialista também lembra que a transformação digital no agronegócio deve fortalecer, não prejudicar, as relações humanas. O objetivo não é, por exemplo, reduzir um apontamento manual. O objetivo é desenvolver uma tecnologia que acompanhe as pessoas e modele todos os processos dos envolvidos nesta transformação. “Para tirar o máximo proveito de uma estratégia de transformação digital, você deve primeiro ter uma. Conte com todo suporte e experiência da GAtec para definir ou acelerar a sua”, finaliza o profissional.

Fonte: GAtec
19/05/2021 0 Comentários
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Notícias

Imóvel rural atingido por linhas de transmissão deve ser indenizado

Por redação 19/05/2021
Escrito por redação

- Imóvel rural atingido por linhas de transmissão deve ser indenizado

Especialista afirma que reparação financeira por prejuízos devido à instalação é assegurada por lei

A instalação de linhas de transmissão de energia elétrica em imóveis rurais vem aumentando consideravelmente nos últimos tempos e assumindo papel importante para o desenvolvimento do setor energético. Não obstante a sua relevância, a instalação destas  linhas acaba por impor restrições à utilização do imóvel rural, ocasionando a perda de parte da autonomia do proprietário. Além disso, gera consequências de ordem econômica não só no valor do imóvel, mas igualmente na produtividade e nos rendimentos originados das atividades desenvolvidas no local.

Conforme o advogado Frederico Buss, da HBS Advogados, face a tais circunstâncias, o proprietário que tiver seu imóvel rural atingido pela passagem de linhas de transmissão deve ser indenizado adequadamente. “Esta indenização deve ser feita com base não somente nos impactos patrimoniais sobre o valor do bem, como também nos demais prejuízos causados pela implantação”, observa.

Buss coloca que a justa indenização é assegurada pelo Decreto-Lei n.º 3.365/41 e pelas decisões dos Tribunais. “É recorrente o Judiciário majorar a indenização inicialmente ofertada pela concessionária de energia responsável pelo projeto, após a realização de perícia técnica”, informa.

A indenização ao proprietário pela instituição de servidão para passagem de linhas de transmissão deve ser realizada considerando a fração atingida e todas as demais restrições impostas ao imóvel, além de outros motivos, como o fator de risco e incômodo (depreciação causada pelos riscos e incômodos ocasionados pela linha de transmissão); e o fator posição da linha de transmissão em relação ao imóvel (danos causados pelo “corte” que a linha de transmissão ocasionar ao imóvel). Estes fatores devem ser levados em conta na aferição da indenização.

De acordo com Buss, outro aspecto que deve ser levado em consideração é a desvalorização da área remanescente do imóvel, isto é, o impacto da instituição da servidão na área remanescente da propriedade. Ressalta que a área ao redor da servidão também sofre desvalorização e a mesma deve ser aferida e adicionada ao valor indenizatório. “As restrições impostas às áreas utilizadas para pecuária, agricultura (limitação para estrutura de irrigação, por exemplo), silvicultura e outras atividades econômicas, igualmente devem ser quantificadas, assim como o valor pela ocupação temporária do imóvel”, afirma.

Enfim, Buss salienta que todos os prejuízos e danos causados no imóvel durante a execução dos trabalhos para a instalação das linhas de transmissão devem ser apurados e indenizados ao proprietário, citando exemplos como “estragos no solo pela movimentação e trânsito inadequado de maquinário, assim como avarias em cercas, porteiras e demais benfeitorias”, completa.

Fonte: HBS Advogados
19/05/2021 0 Comentários
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Notícias

Serra Catarinense é a nova aposta para produção de cereais de inverno

Por redação 18/05/2021
Escrito por redação

- Serra Catarinense é a nova aposta para produção de cereais de inverno

A Serra Catarinense está se tornando a nova fronteira agrícola de Santa Catarina. A região, antes conhecida pelas grandes áreas de pastagens, agora expande as terras destinadas à lavoura e a produção aumenta em ritmo acelerado. Nesta segunda-feira,17, o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, esteve em Lages para reforçar as parcerias com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e conhecer de perto as pesquisas e inovações voltadas para o fortalecimento do setor produtivo.

“A região serrana pode ser o ponto de partida para o trabalho de pesquisa e desenvolvimento de cereais de inverno. O agronegócio de Santa Catarina tem grandes evoluções, mas possui um gargalo: a curva decrescente de produção de cereais para ração. A economia catarinense depende muito de grãos para suas atividades econômicas, principalmente para produção animal. Precisamos avançar bastante e eu vejo que a Udesc e a Epagri, juntas, podem dar uma contribuição extraordinária nesse campo”, destaca Altair Silva.

A intenção da Secretaria da Agricultura é estreitar as relações com o Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV/UDESC) para estimular as pesquisas em conjunto, voltadas para resolução de questões específicas do agronegócio catarinense. “Estamos apoiando e investindo para que os produtores tenham acesso à tecnologia e possam ampliar a produção. No nosso Estado, 70% de tudo o que exportamos tem origem no agronegócio e isso demonstra a importância desse setor que gera trabalho e renda para os catarinenses”,  o governador Carlos Moisés.

Segundo o diretor-geral da Udesc Lages, Clóvis Eliseu Gewehr, a principal contribuição da universidade se dará pela formação de profissionais e pela geração de conhecimento. “Traçamos alguns pontos e vamos fomentar essas ideias e projetos para que possamos melhorar o setor primário de Santa Catarina”.

Cereais de inverno

A região de Lages tem tradição no cultivo de aveia, utilizada para alimentação animal no inverno. As terras, usadas para o plantio de grãos no verão, dão espaço para as pastagens e para a criação de bovinos e ovinos nas épocas mais frias do ano.

A combinação lavoura no verão e cereais no inverno está sendo incentivada também em outras regiões do estado. A Secretaria da Agricultura está investindo R$ 5 milhões para estimular o cultivo de trigo, triticale, centeio, aveia e cevada em Santa Catarina. “Queremos que os agricultores sejam estimulados a investir no cultivo de cereais de inverno para fabricação de ração em Santa Catarina, criando uma nova cultura de ocupar as lavouras também no inverno. Estamos com boas expectativas para essa safra e acreditamos que podemos avançar ano a ano”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

Com o Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno Destinados à Produção de Grãos, os produtores receberão uma subvenção de R$ 250 por hectare efetivamente plantado com cereais de inverno, em um limite de 10 hectares por agricultor. A intenção é ampliar em 20 mil hectares a área cultivada em todo o estado na safra 2020/2021.

Produção de soja

Segundo as estimativas do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), na safra 2020/21 os produtores da região devem colher 218,2 mil toneladas de soja em 61,2 mil hectares plantados. As lavouras do grão ganham mil hectares por ano nos Campos de Lages, principalmente na Coxilha Rica.

Inovação e tecnologia

Na Estação Experimental da Epagri de Lages, o secretário Altair Silva pode acompanhar as mais recentes pesquisas e projetos para bovinocultura, ovinocultura e melhoramento de pastagens. A unidade desenvolve ainda trabalhos no melhoramento de campo nativo, avaliação de forrageiras e pastagens perenes, recursos genéticos, sanidade e reprodução animal e recursos florestais.

- Serra Catarinense é a nova aposta para produção de cereais de inverno

Produção de lúpulo

Para diversificar a produção e garantir mais renda na propriedade, os agricultores da região serrana estão apostando na produção de lúpulo. Com o apoio da Cervejaria Ambev, os produtores recebem as mudas para iniciar o cultivo e conseguem entrar no mercado para comercialização. A planta é matéria prima para fabricação de cervejas artesanais e tem uma grande valorização no mercado.

Fonte: Governo de Santa Catarina
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Notícias

Agronegócio se torna campo fértil para jovens empreendedores

Por redação 18/05/2021
Escrito por redação

- Agronegócio se torna campo fértil para jovens empreendedores

Mentora do Movimento Todos A Uma Só Voz, Áurea Puga aponta carreiras que devem se destacar no novo momento do setor

O agronegócio brasileiro começou uma nova etapa da sua história. Em várias empresas do setor, já é notável a diversificação no quadro de funcionários com diferentes gêneros, idades, etnias e áreas de atuação. O fenômeno está conectado com mudanças na própria sociedade, é reflexo do peso que consumidores e influenciadores passaram a ter na tomada de decisões dentro de uma organização.

A pesquisadora e professora da Fundação Dom Cabral (FDC), Áurea Puga, encara este momento como uma grande oportunidade para jovens em busca do primeiro emprego e até mesmo para buscar uma incubadora de seus projetos. “As empresas do setor passaram por grandes mudanças nos últimos vinte anos. Abertura de capital, transformação digital e maior exposição do agronegócio à sociedade urbana são algumas das razões que nos trouxeram até aqui, a este novo cenário”, analisa Áurea, que é também mentora do Movimento Todos A Uma Só Voz, lançado em fevereiro.

Algumas das discussões promovidas na sociedade contemporânea têm encaixe direto com o campo. E, na visão de Áurea Puga, jovens empreendedores e profissionais recém-formados estão atentos a estas bandeiras. Pautas como sustentabilidade, responsabilidade social e ética são valores que fazem parte da escolha de um jovem talento por esta ou aquela empresa. “O campo tem muito potencial para quem deseja transformar estes valores em realidade do dia a dia, abraçar projetos sustentáveis e até criar programas a partir destes valores. Tanto nos produtos comercializados quanto nos sistemas de produção, já é possível enxergar essa nova realidade, muito mais engajada e com jovens protagonistas desta mudança de paradigma”, analisa a pesquisadora.

Entre as áreas mais conectadas com essas novas demandas, é possível destacar a biotecnologia usada para sementes com alto desempenho, o manejo responsável de animais e lavouras, além da entrada em mercados específicos que exigem certificação dos fornecedores. Para muitos produtores e prestadores de serviço do agro, elas representam uma mudança de postura no setor. “Algumas profissões também têm descoberto o agro como oportunidade. Os especialistas em robótica, tecnologia da informação e telecomunicações já conseguem visualizar caminhos para o uso de drones no campo, conexões em tempo real, softwares de gestão e padronização da produção para atender as novas demandas do consumidor”, acrescenta Áurea Puga.

De acordo com a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor gerou 23.055 novos empregos só em fevereiro, melhor resultado para o mês desde 2011. O acumulado de 2021 é de 56.041 novos postos de trabalho. Outro dado que chama a atenção é a pesquisa Radar AgTech que apontou 1100 startups focadas no setor dentre as 12 mil existentes no País. “A vocação para o agro que o brasileiro tem está em processo de renovação dos votos. Ela também passa por uma atualização graças a essa maior participação de jovens que já chegam conectados às novas tendências de comportamento, tecnologia e consumo”, conclui Áurea Puga.

Todos A Uma Só Voz

Lançado oficialmente em fevereiro de 2021, o Movimento Todos A Uma Só Voz surgiu para conectar o agronegócio e o consumidor final. Ele reúne as principais lideranças do setor e tem uma atuação diversificada que trazem maior empatia por quem atua no campo.

O Movimento conta com o apoio da ABAG, ABAG/RP, ABCC, ABIA, ABIARROZ, ABIEC, ABISOLO, ABITRIGO, ABMRA, ABPA, ABRALEITE, AGROLIGADAS, AGROLINE, AIPC, AMA BRASIL, ANDAV, ASBRAM, ATHENAGRO, CECAFÉ, CICARNE, CLIMATEMPO, CNMA (Congresso Nacional das Mulheres do Agro), FENEP, IBÁ, LIGA DO AGRO, GRUPO MULHERES DO BRASIL – Comitê de Agronegócio, SINDAN, SNA, além de diversos veículos de comunicação e o patrocínio da CropLife.

Para saber mais sobre o Movimento, acesse aqui.

Fonte: Todos A Uma Só Voz
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Exportações de frutas cresceram 21,39%

Por redação 18/05/2021
Escrito por redação

- Exportações de frutas cresceram 21,39%

Mesmo com as dificuldades encontradas para a exportação de frutas, os produtores brasileiros têm aumentado a participação no mercado externo. O volume de produtos embarcados para outros países cresceu em 21,39% nos primeiros quatro meses deste ano, quando comparado com o mesmo período de 2020, como mostra o 5º Boletim Prohort divulgado, nesta terça-feira (18), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em valor, o aumento gerado pelas vendas é um pouco maior e chega a 23,22%.  No geral, a Europa é o principal destino das frutas brasileiras, sendo que os três maiores consumidores são Países Baixos, Reino Unido e Espanha.

Já entre os produtos, destaque para a maçã que apresenta um crescimento superior a 100% nas vendas. Nos últimos dois anos, os embarques da fruta acumulados entre janeiro e abril ficavam abaixo de 30 mil toneladas. Neste ano, já foram exportadas cerca de 60 mil toneladas do produto, que tem como principais destinos Índia, Bangladesh e Rússia.

A venda a outros países tem se tornado uma boa opção para médios e grandes produtores manterem a rentabilidade, diante da situação de uma boa safra e a menor demanda no mercado interno. De acordo com o levantamento da Conab, o mês de abril foi marcado pela continuidade da queda de preços praticados nos mercados atacadistas analisados, devido ao aumento da oferta nas regiões produtoras, com a intensificação da colheita da variedade fuji. Este comportamento de queda se manteve nos primeiros quinze dias de maio.

Se por um lado as maçãs têm ficado mais em conta no atacado, a melancia apresentou aumento de preços no último mês nos mercados pesquisados pela Companhia. A alta ocorre mesmo com a redução no consumo, devido ao clima frio, e é explicada pela menor oferta do produto no mercado. A tendência mostrada no início deste mês é de estabilidade nas cotações.

Já no mercado internacional, o país também registra elevação nas vendas da melancia. O quantitativo para as exportações no primeiro quadrimestre de 2021 foi de 28,35 mil toneladas, índice 24,61% maior em relação ao acumulado do mesmo período de 2020. A valorização do dólar, a boa qualidade das frutas, a menor produção da melancia espanhola e a demanda interna fraca são fatores que influenciam neste resultado.

Hortaliças

No último mês, destaque para o aumento nos preços do tomate. A finalização da safra de verão, como esperado, ocasionou menores quantidades comercializadas nos mercados, pressionando os preços para cima na média do mês de abril. Apenas em Curitiba em que a alta não chegou a dois dígitos, ficando em 6,22%. Vitória, no Espírito Santo, foi o mercado que apresentou maior variação, passando de 50%.

Para a batata, nem a menor oferta do produto no mercado fez com que os preços se elevassem em abril. As cotações do tubérculo, mais uma vez, apresentaram tendência de baixa, movimento que vem sendo observado nos mercados desde janeiro. Mas em maio a expectativa é que haja pressão de alta dos preços. Um dos fatores que podem influenciar na recuperação das cotações para o produtor é o encerramento da safra das águas e o início do fornecimento do produto a partir da safra das secas, que poderão estar ainda em ritmo lento.

Mercado de flores

Neste mês, o Boletim Prohort traz também uma análise da comercialização de flores e plantas ornamentais em meio às ações de combate à COVID-19. O estudo conta com um texto analítico elaborado pelo Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor). De acordo com a análise, grandes players como Quênia, Etiópia, Colômbia e Equador experimentaram maior dificuldade em manter os envios para a Europa e os Estados Unidos, reflexo das medidas sanitárias adotadas nessas regiões, que impactaram desde a esfera produtiva à cadeia de operações, além do alto custo associado à menor disponibilidade do transporte aéreo em determinados momentos. Essas dificuldades abriram espaço para a entrada dos produtos brasileiros.

Apenas nos primeiros três meses de 2021, foram exportadas 270 toneladas de plantas vivas e produtos de floricultura, o que representou 2,3 milhões de dólares. O quantitativo embarcado foi 92% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram vendidas 141 toneladas. Já em comparação com o mesmo trimestre de 2019, quando foram escoadas 155 toneladas de produtos, o acréscimo foi de 75%.

Vale destacar que no mercado interno as medidas de isolamento social, adotadas para conter a disseminação do novo coronavírus, tiveram reflexo sobre o setor, notadamente, no segmento de flores de corte, por conta da queda abrupta na demanda. No entanto, o setor se adaptou à nova realidade com forte expansão do comércio eletrônico e uso progressivo de plataformas de entrega, que permitiram a retomada de boa parcela dos negócios, em especial pelos produtores com maior estrutura.

Outras informações sobre a comercialização de frutas e hortaliças, além de um cenário global do mercado de flores no último ano, podem ser encontradas na íntegra do boletim disponível no site da Companhia.

Fonte: Conab

 

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Firmado Programa Nacional de Crédito Fundiário

Por redação 18/05/2021
Escrito por redação

- Firmado Programa Nacional de Crédito Fundiário

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinou, na segunda-feira (17), Instrumento Específico de Parceria (IEP) entre a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS) para a execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil.

A iniciativa visa ampliar e agilizar o acesso de agricultores familiares ao programa federal e qualificar a execução dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) destinados às famílias beneficiárias desta política pública, promovendo o desenvolvimento sustentável de suas unidades produtivas.

A ação é um piloto para a realização de novas parcerias com empresas públicas de Ater nos demais estados que executam o PNCF – Terra Brasil. Nesta primeira parceria, serão beneficiadas 400 famílias de agricultores familiares do Rio Grande do Sul. A ação abrangerá todos os municípios do estado, priorizando aqueles que possuem demanda qualificada de agricultores para acesso ao programa do Mapa.

Ao assinar o documento, a ministra Tereza Cristina destacou que a ação contará com a colaboração de parceiros, garantindo mais celeridade aos processos e aumentando o alcance do programa. “É um somatório de pessoas querendo que a agricultura familiar caminhe para frente, que a gente saia desse círculo vicioso das coisas demorarem anos para acontecer. E que, agora, vai se tornar um círculo virtuoso das coisas acontecendo rapidamente”.

Para execução desta iniciativa será aportado um valor total de R$ 1.492.743,60, sendo R$ 1.180.353,60 pela Anater/Mapa e, em contrapartida, R$ 312.390,00 pela Emater/RS. Os recursos serão utilizados no pagamento de horas técnicas dos extensionistas rurais envolvidos na execução das atividades de Ater e demais despesas necessárias. O Instrumento Específico de Parceria tem vigência até 31 de dezembro de 2022.

O presidente da Anater, Ademar Silva Júnior, explicou como será realizado o repasse dos valores para a Emater/RS. “Os recursos já estão em caixa. A partir da execução dos projetos e com a entrega desses projetos para que a gente possa fiscalizar, os pagamentos serão feitos o mais rápido possível”.

Os projetos incluem serviços necessários para a estruturação das unidades produtivas, como ressaltou o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri. “O nosso papel é de extensão rural, de mobilização, mas, em especial, de fazer o projeto produtivo daquela propriedade. Não basta ter apenas a terra. É importante que aconteça o acompanhamento, que o projeto produtivo seja acompanhado pelos técnicos da Emater, que fazem um trabalho fantástico na mobilização dessas famílias. E aqui podemos falar na gestão financeira da propriedade, preparando e reservando recursos para fazer frente às primeiras prestações dessa terra adquirida, e também na análise de viabilidade de qual produção, grão e atividade será implementada nessa propriedade”.

O modelo de parceria firmado é uma inovação na execução do PNCF – Terra Brasil, pois possibilita que a Emater/RS atenda aos produtores rurais desde a manifestação de interesse para aquisição do imóvel rural, incluindo a capacitação necessária para acesso ao programa, até a consolidação de suas unidades produtivas.

Com foco no aprimoramento do programa, em 2019 o Mapa deu início ao processo de reformulação da política pública, como ressaltou o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke. “Nos últimos dois anos realizamos uma série de mudanças para destravar e fazer com que os agricultores tenham efetivamente acesso ao crédito fundiário, fazendo com que o programa chegue lá na ponta. Agora, estamos dando mais um passo importante firmando essa parceria com o objetivo de atender à demanda dos pequenos produtores rurais para o acesso à terra e o desenvolvimento de suas unidades produtivas”, disse.

Programa

O Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil oferece condições para que os agricultores sem acesso à terra ou com pouca terra possam comprar imóvel rural por meio de um financiamento de crédito rural.

Além da terra, os recursos financiados podem ser utilizados na estruturação da propriedade, na implantação do projeto produtivo e na contratação dos serviços Ater, gerando oportunidade, autonomia e fortalecimento da agricultura familiar, alicerçado na melhoria da qualidade de vida, geração de renda, redução da pobreza, segurança alimentar e sucessão no campo para os agricultores familiares.

Podem acessar o programa trabalhadores rurais não-proprietários, preferencialmente assalariados, meeiros, posseiros e arrendatários que comprovem, no mínimo, cinco anos de experiência na atividade rural; e agricultores proprietários de imóveis cuja área não alcance a dimensão da propriedade familiar e seja comprovadamente insuficiente para gerar renda capaz de propiciar-lhes o próprio sustento e o de suas famílias.

O Terra Brasil é voltado para trabalhadores rurais com idade entre 18 e 70 anos; e jovens de 16 anos e menores de 18 anos, desde que devidamente emancipados, com averbação no cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais. Os jovens com idade entre 16 e 19 anos deverão comprovar 2 anos de origem na agricultura familiar, como integrante do grupo familiar ou como aluno de escola técnica, dos Centros Familiares de Formação por Alternância.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Safra de cana-de-açúcar deve cair no ciclo 2021/22

Por redação 18/05/2021
Escrito por redação

- Safra de cana-de-açúcar deve cair no ciclo 2021/22

A primeira estimativa da safra de cana-de-açúcar 2021/22, divulgada nesta terça-feira (18) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indica que o Brasil deve produzir 628,1 milhões de toneladas, volume 4% menor em comparação com 2020/21. A queda é explicada pela redução de 3% na área de colheita no Sudeste, principal região produtora do país, com 5,2 milhões de hectares, e decréscimo de 6,2% na produção, prevista em 402,2 milhões de toneladas. O Centro-Oeste também diminuiu em 0,8% a área destinada à cultura, atingindo 1,8 milhão de hectares para um total de 137,5 milhões de toneladas de cana, 1,6% menor que a obtida na safra anterior.

Na região Nordeste, mesmo com 0,5% a menos de área, há estimativa de crescimento de 3,2% na produtividade média, o que deverá resultar em 49,7 milhões de toneladas, 2,7% maior que na última safra. O Sul seguiu a tendência, com redução de 2,1% na área, mas crescimento de 2,5% na produção, estimada em 35,1 milhões de toneladas. Já o Norte deve manter a área e aumentar 3,3% a colheita da cultura, com 3,6 milhões de toneladas.

Subprodutos

A partir da safra 2019/20, além das estatísticas totais de etanol proveniente da cana-de-açúcar, a Conab passou também a disponibilizar informações do produto à base de milho. Para esta safra, somando os dois tipos, o total previsto para o etanol é de 30,5 bilhões de litros, com redução de 6,84% em relação à safra passada, sendo 27 bilhões de litros da cana e 3,5 bilhões de litros a partir do milho. Para este último, o 1º levantamento aponta que a expansão deve continuar, com aumento de 15,85% em relação à safra passada. Para o açúcar, é estimado 38,9 milhões de toneladas, redução de 5,71% em relação ao período anterior.

Ciclo 2020/21

Devido à pandemia, a Conab havia adiado o estudo da safra de cana e, com isso, a divulgação referente ao 4º levantamento de cana-de-açúcar para 2020/21, encerrada no último mês de março, saiu também nesta terça-feira (18), junto com o 1º levantamento da safra atual. A pesquisa mostrou que o volume de cana-de-açúcar neste ciclo totalizou 654,8 milhões de toneladas, 1,8% superior ao de 2019/20. Tal crescimento não acompanhou o aumento de 2,1% na área colhida devido às condições climáticas adversas em algumas regiões produtoras.

O Sudeste manteve seu alto padrão, alcançando 428,6 milhões de toneladas colhidas, indicando acréscimo de 3,3% em comparação a 2019/20, sendo São Paulo e Minas Gerais os grandes destaques da região. Centro-Oeste também apresentou leve crescimento de 0,2% na área colhida, atingindo 1,8 milhão de hectares, redução de 0,6% na produtividade média e produção 0,5% inferior ao ciclo que a antecedeu, chegando a 139,8 milhões de toneladas.

A região Nordeste colheu 48,4 milhões de toneladas, representando redução de 1,4% e o Sul seguiu a redução, com 2,3% a menos de área e colheita de 34,2 milhões de toneladas. Nesta safra, o Norte foi responsável por menos de 1% da produção nacional, a área cultivada apresentou leve acréscimo em relação à safra 2019/20 e a produção total foi de 3,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

Com relação aos subprodutos, o 4º levantamento também sinalizou o milho com papel de destaque na produção de combustível, gerando sustentabilidade aos produtores, particularmente os situados nos estados centrais. Ainda assim, o número total do etanol, proveniente da cana-de-açúcar e do milho, foi de 32,8 bilhões de litros, uma redução de 8,15% em relação à safra anterior, sendo 29,7 bilhões de litros a partir da cana, enquanto o de milho cresceu 80,35% no ciclo, saindo de 1,68 bilhão de litros em 2019/20 para 3,02 bilhões de litros na temporada 2020/21. Neste mesmo período, o volume de açúcar chegou a 41,25 milhões de toneladas, crescimento de 38,46% em relação à safra 2019/20.

Mercado

No início da safra 2020/21, houve forte desvalorização do açúcar no mercado internacional, mas com rápida recuperação após aumento das cotações no decorrer da temporada. O preço médio na bolsa de futuros de Nova Iorque em abril deste ano foi de 16,26 centavos de dólar por libra-peso, valor 61,8% acima do observado no mesmo mês em 2020. O movimento contribuiu para a exportação recorde e ampliação da venda antecipada na temporada 2021/22. Na estimativa da cana-de-açúcar que se iniciou, as exportações mantêm-se em patamares elevados, influenciadas pela continuidade do cenário de preços internacionais atrativos e taxa de câmbio favorável. Em abril, o Brasil exportou cerca de 1,9 milhão de toneladas de açúcar, um aumento de 25,7% em relação a março/21.

Com relação ao etanol, a exportação cresceu cerca de 55,1% na safra 2020/21, encerrada em março, quando comparada com o ciclo anterior, mesmo com a redução da produção nacional de etanol no período. O aumento foi favorecido tanto pela taxa de câmbio quanto pela redução da demanda interna. Neste ciclo de 2021/22, a perspectiva é de que o câmbio permaneça em patamar elevado, mas o crescimento da demanda interna deverá limitar a disponibilidade de etanol para a exportação. A safra também inicia com perspectiva otimista em relação à recuperação da demanda do etanol brasileiro, que foi prejudicada no ciclo anterior em razão da pandemia. Um crescimento na demanda do petróleo também é esperado para o segundo semestre de 2021, com o maior controle da pandemia, que deverá favorecer a valorização da gasolina no mercado e contribuir para um ganho de competitividade do etanol.

Fonte: Conab
18/05/2021 0 Comentários
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Notícias

Indústria de máquinas agrícolas dribla falta de peças e componentes

Por redação 18/05/2021
Escrito por redação

- Indústria de máquinas agrícolas dribla falta de peças e componentes

O agravamento da pandemia no Brasil, a partir de março, que impôs novas medidas de isolamento social em todo país, aliado a alta demanda (favorecida pelo aumento do preço das commodities no mercado internacional e pela desvalorização cambial, internamente), já impactou a indústria de peças e componentes para máquinas agrícolas.

Depois de vivenciar um período de falta de produtos e aumento no preço do aço, no ano passado, a indústria vive novamente um período de apreensão.

No campo, há relatos de que muitos fabricantes estão tendo dificuldades em cumprir prazos de entrega.

No início do ano, conversamos com Pedro Estevão, que é presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq. Na ocasião, ele falou da falta de matéria prima na indústria, que se arrastava desde 2020, mas se mostrava otimista de que a reposição seria normalizada a partir do final do primeiro trimestre de 2021, o que, na prática, acabou não se concretizando.

O Podcast da MIA desta semana convidou Estevão, para comentar mais uma vez a situação. O executivo da Abimaq reconheceu que os atrasos nas entregas continuam ocorrendo e não descartou que o problema se arraste até o final do ano. No entanto, ressaltou, o resultado do setor segue em alta, com crescimento acima de 60%. Acompanhe:

Máquinas & Inovações Agri · #015 – Pedro Estevão comenta “FALTA DE PEÇAS GERA ATRASOS NAS ENTREGAS DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS”

 

18/05/2021 0 Comentários
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