domingo, novembro 1, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
domingo, novembro 1, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Monitoramento de pragas pode reduzir aplicações e custos

Por redação 14/05/2021
Escrito por redação

- Monitoramento de pragas pode reduzir aplicações e custos

O monitoramento efetivo de pragas e doenças na cultura da soja reduz consideravelmente os custos de produção com a aplicação de defensivos, que correspondem a cerca de 30% dos desembolsos totais dos sojicultores brasileiros, além de elevar a produtividade. Comparando-se os custos médios para controle das pragas em lavouras com sistema tradicional e MIP (manejo integrado de pragas), no Paraná, nos anos safra 2013/14 até 2017/18, com base em dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nota-se que o custo por hectares cai de R$ 337,11 para R$ 160,23 (-52%) e o número de aplicações de 3,78 para 2,06 (-45%). Por outro lado, no mesmo período, a produtividade foi de 57,31 sacas/ha para 58,71 sc/ha, alta de 2,4% com a utilização de ferramentas de monitoramento e controle, como o Farmbox.

- Monitoramento de pragas pode reduzir aplicações e custos

Para o sucesso do MIP é necessário implementar ferramentas de monitoramento precisas e eficientes, como as disponibilizadas no Farmbox, software de gestão de fazendas que permite um acompanhamento detalhado de cada talhão e o planejamento e controle das aplicações. “Com o Farmbox, o produtor consegue implantar o MIP e ter facilmente um controle de todas as atividades de manejo de pragas e doenças”, explica o CEO da Farmbox, André Guerreiro Cantarelli.

O Farmbox compila dados e informações de campo e estoques como: mapas de infestação de pragas; frequência de monitoramento de cada talhão; agenda de aplicações; estoque de insumos; previsão de colheita e de custos de produção, de produtividade e rentabilidade total ou por talhão, entre outros, para o planejamento completo de cada safra. “Com esse monitoramento é possível otimizar os custos e aplicações, se considerarmos que muitas dessas aplicações de inseticidas no sistema tradicional são realizadas de carona, aproveitando o calendário de fungicidas e herbicidas para soja, ao invés de serem baseadas nos resultados do monitoramento de pragas”, orienta a gerente de marketing da Farmbox, Ivana Manke.

Fonte: Farmbox
14/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Produção de algodão do Brasil só fica atrás dos EUA

Por redação 14/05/2021
Escrito por redação

 

- Produção de algodão do Brasil só fica atrás dos EUA

Inseticidas, fungicidas e herbicidas ajudam a minimizar as perdas; especialista da Ourofino Agrociência indica rotatividade das soluções para prevenir a resistência de pragas, doenças e plantas daninhas na cultura

A produção de cotonicultores brasileiros alçou o país à segunda maior potência do segmento na América, atrás apenas dos Estados Unidos. É o que afirma a Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), que também indica que, nesta safra, a produtividade será de 1.685,00 por kg/ha. E mesmo que flutuações do mercado externo tenham causado um recuo na projeção de área plantada, há ainda muito potencial a ser estimulado, especialmente com os cuidados adequados, como a rotatividade das soluções e o Manejo Integrado de Pragas (MIP). Essa é a análise de Lenisson Carvalho, gerente de grandes culturas da Ourofino Agrociência.

De acordo com as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, espera-se que a safra renda um total de 2,49 milhões de toneladas em volume de produção. Mas até atingir esse patamar, os produtores devem se preparar para enfrentar os principais desafios da cultura. “O cultivo do algodão deve envolver o manejo para a prevenção e o combate de pragas, principalmente o bicudo do algodoeiro, a mosca branca, os pulgões e os ácaros”, orienta Carvalho.

Ainda segundo o especialista, a doença ramulária é outra adversidade no campo, assim como as plantas daninhas resistentes, em especial as do tipo pé-de-galinha, capim-amargoso e caruru, que estão oferecendo maiores dificuldades no manejo nas lavouras de algodão. Apesar de todos esses problemas se apresentarem de forma conjunta, o manejo é bastante diverso e, com isso, eficaz.

Quando se trata do bicudo, por exemplo, que se alimenta dos botões florais, além de também ovopositar no local, o uso de inseticidas é recomendado. “São eles que tornam possível evitar a queda desses botões e a consequente redução da produtividade provocada por esses insetos”, diz Carvalho.

Para esse controle e dentro da técnica do MIP, o gerente de grandes culturas da Ourofino Agrociência explica que a empresa conta com o SingularBR®. “Ele faz parte do Focus 360, um programa criado pela Ourofino em parceria com pesquisadores e que estabelece as soluções indicadas do portfólio que atendem às necessidades da cultura, inclusive alinhadas às questões climáticas”, conta.

Único fipronil com alta concentração do mercado com formulação líquida, o produto de aplicação foliar, no caso do algodão, tem micropartículas para um melhor recobrimento e suspensibilidade do ingrediente ativo na calda. Assim, obtém-se uma melhor uniformidade durante a aplicação, aliada a um amplo espectro de controle. “O momento correto de uso é quando o produtor observa os primeiros adultos na área”, segundo a orientação do especialista.

Para os outros desafios, a Ourofino Agrociência conta com soluções como o AfincoBR®, inseticida voltado para controlar a incidência de pulgões, ácaros e mosca branca. Já no manejo de resistência de plantas daninhas, o novo herbicida Off Road® e o reimaginado (produto com inovação exclusiva para atender à realidade agrícola brasileira) Templo® são indicados, tanto na hora da dessecação quanto no pós-emergência das culturas geneticamente modificadas.

Uma dica do especialista é que, independentemente do tipo de situação a ser administrada nos algodoeiros, é sempre importante adotar o MIP e aproveitar o período de vazio sanitário para reduzir a pressão de pragas para a safra seguinte. “Nessa hora, é imprescindível a destruição de soqueiras de algodão (química ou fisicamente), para a redução do hospedeiro para essas pragas. Vale ainda realizar a rotação de ingredientes ativos, a fim de minimizar a resistência das pragas, doenças e plantas daninhas, isso durante o atual cultivo. Tal cuidado refletirá diretamente no manejo nas safras futuras”, orienta.

Fonte: Ourofino Agrociência
14/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

CNA debate financiamentos à exportação

Por redação 14/05/2021
Escrito por redação

- CNA debate financiamentos à exportação

A Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) debateu o tema “Financiamentos à exportação e mecanismos de proteção financeira” durante o segundo dia do workshop do projeto Agro.BR “Descomplicado o mercado financeiro para o comércio exterior”, na última quinta-feira.

A programação começou com uma palestra sobre o Programa de Qualificação para Exportação (Peiex) em Mato Grosso do Sul. A técnica extensionista do Peiex/MS, Elaine Cristina Rezende, falou sobre o funcionamento da iniciativa, principais contribuições às empresas, módulos do plano de trabalho, prospecção de mercados internacionais e formação de preço para exportação.

“O objetivo do programa é preparar empresas brasileiras para iniciar o processo de exportação de seus produtos ou serviços de forma planejada e segura”, afirmou.

O gerente de Negócios Internacionais do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul, Luiz Gonzaga, abordou os temas financiamentos à exportação e mecanismos de proteção financeira.

Ele explicou o funcionamento de algumas modalidades de exportação como Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC), Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE), Programa de Financiamento às Exportações (Proex), derivativos e Termo de Moedas (NDF).

Segundo o assessor técnico de exportação da CNA, Rodrigo da Matta, o workshop é parte da estratégia do Agro.BR de capacitar e preparar o pequeno e médio empreendedor rural para acessar mercados internacionais da forma mais direta possível, evitando intermediários.

“Por isso foi tão importante apresentarmos as ferramentas do mercado financeiro para concretizar e garantir o sucesso da operação comercial”, disse.

O treinamento foi mediado pela consultora do Agro.BR em Mato Grosso do Sul, Nathália Alves. O projeto é uma parceria da CNA com a Apex-Brasil para a internacionalização de pequenos e médios negócios rurais.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA)
14/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Safra recorde e preços garantem VBP elevado em 2021

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Safra recorde e preços garantem VBP elevado em 2021

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deste ano deve ser 12,1% superior em termos reais em relação ao de 2020, com base nos dados de abril. O valor estimado é de R$ 1,076 trilhão, enquanto o de 2020 fechou em R$ 960,2 bilhões. As lavouras continuam liderando o indicador, sendo previsto faturamento de R$ 741,2 bilhões e a pecuária, R$ 335,1 bilhões. O crescimento do valor das lavouras é de 16%, e da pecuária, 4,4%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

“A falta de chuvas no período de plantio de importantes culturas como, milho, soja e feijão, teve impactos ao prejudicar parcialmente essas lavouras. Esse fato, entretanto, não chegou a alterar o caminho de crescimento da safra. Permanecem, em essência os valores que representam resultado recorde da produção em 2021”, explica José Garcia Gasques, coordenador da pesquisa e de Avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

- Safra recorde e preços garantem VBP elevado em 2021

A maior parte dos produtos analisados teve crescimento. Entre eles, algodão, com crescimento de 3,7% do VBP; arroz, 4,8%; banana, 2,4%; cacau, 8,3%; cana de açúcar, 1,3%; milho, 22,7%; soja, 31,3%; e trigo, 25,4%,

Na pecuária, os melhores resultados são no segmento de carne bovina, com crescimento previsto em 10,3%, e carne de frango, com alta de 2,2%.

Os campeões de faturamento em valores absolutos são soja, carne bovina, milho e cana de açúcar. Esse pequeno grupo contribui com 34% do VBP.

“Olhando a série de dados nos últimos 32 anos, verifica-se que este ano representa recorde para as seguintes atividades: algodão, soja, arroz, milho, trigo, carne bovina e leite”, analisa o coordenador.

Gasques destaca diversos fatores responsáveis pelos bons resultados do setor de grãos. “Os mais importantes são estoques baixos, demanda internacional e preços em expansão, e algumas incertezas com relação ao clima de países, como os Estados Unidos”.

Retrações no VBP foram observadas nas culturas de batata inglesa, café, feijão, mandioca e tomate. Carne suína e ovos também tiveram recuo.

VBP por estados

Os dados regionais do VBP mostram a seguinte classificação dos estados: Mato Grosso (17,6%), Paraná (13,5%), São Paulo (11,2%), Rio Grande do Sul (10,6%) e Minas Gerais (9,8%).

- Safra recorde e preços garantem VBP elevado em 2021

De acordo com Gasques, de janeiro a março deste ano, o agronegócio contribuiu com 42,3% nas exportações totais do país.

O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Solo Network e T4Agro lançam tecnologia para registro no campo

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Solo Network e T4Agro lançam tecnologia para registro no campo

A T4Agro é uma incubadora e aceleradora de startups dedicadas ao agronegócio. A empresa nasceu dentro da UISA – uma das maiores indústrias brasileiras do setor sucroenergético, que produz energia, etanol e açúcar. O objetivo da incubadora é fornecer um terreno fértil e moderno para que startups desenvolvam soluções inovadoras.

O agronegócio é uma das principais forças econômicas brasileiras. Em 2020, a soma de bens e serviços no setor atingiu a marca de R$139,7 billhões, sendo que o setor possui praticamente 1 em cada 3 trabalhadores do país. A T4Agro enxergou o cenário perfeito para o lançamento da solução Fastpoint, através da necessidade de gestão dos trabalhadores na pandemia da Covid-19.

Inicialmente desenvolvida para atender a UISA, que é a empresa onde surgiu a T4Ago, a solução foi concebida para facilitar a rotina de quase 3 mil trabalhadores que atuam na companhia e precisavam registrar seus horários de entrada, pausas e saída por meio de mais de 200 relógios de ponto distribuídos pelo campo. No entanto, os equipamentos, com alto custo de aquisição e manutenção, demandavam grande esforço de backoffice para garantir que a legislação fosse cumprida.

A solução foi encontrada em uma aplicação que utiliza as tecnologias de Inteligência Artificial e Machine Learning do Microsoft Azure, para proporcionar mais rapidez e praticidade aos funcionários nos registros de ponto no campo.

O sistema é simples e eficiente: o colaborador só precisa tirar uma selfie e ser reconhecido pela Inteligência Artificial da Microsoft. Se não houver conexão à rede no momento da foto, a informação fica guardada e é enviada à base assim que houver acesso. As informações são transferidas automaticamente ao software de gestão, e atualizadas na folha de pagamento. O grau de assertividade do reconhecimento facial nos registros de jornada de trabalho é de 99,8%. Mais de 2.500 funcionários utilizam a ferramenta ao longo de 90 mil hectares, que engloba parques industriais, fazendas e outros locais remotos com baixa cobertura de internet.

“Estamos trabalhando na disseminação do produto no mercado e, à medida que isso acontece, geramos aumento no consumo de produtos Microsoft. Nesse sentido, estamos recebendo todo o apoio da Solo Network, principalmente em relação à evolução contínua do FastPoint, suporte técnico, capacitação da nossa equipe e outros fatores. Temos tornado a tecnologia ainda mais robusta com apoio dos recursos do Azure. A equipe comercial da Solo Network está nos ajudando a melhorar nosso processo de comercialização e negociação, tornando o produto e nosso discurso de vendas cada vez mais competitivo”, disse Júlio César Mila, CEO da T4Agro.

A Solo Network, apoiou a UISA e a recém surgida incubadora de tecnologia desde a concepção da solução, que utiliza tecnologias Microsoft e tem o Microsoft Azure como plataforma de nuvem. Porém, o apoio para o crescimento do negócio da T4Agro não parou por aí. Convidada a estrear o Solo Cloud Code, que é o programa de apoio da Solo Network para ISVs, as duas empresas traçaram um plano de crescimento juntas.

“A parceria com a T4Agro, coloca em  evidência o compromisso da Solo com o planejamento e execução de projetos personalizados para cada cliente, levando em conta o seu modelo de negócio e cultura organizacional. A implementação da solução de registro de ponto, não só levou a tecnologia necessária para o campo, como também ajudou a cortar despesas desnecessárias”, finaliza Max Camargo, CEO da Solo Network.

Fonte: Solo Network
13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Rotam capta quase R$ 60 milhões com FIDC

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Rotam capta quase R$ 60 milhões com FIDC

Esta é a terceira operação no mercado de capitais da multinacional de proteção de cultivos, que nos dois anos anteriores, realizou dois CRAs que juntos somaram próximo de R$ 51 milhões

A Rotam CropScience, multinacional com sede em Hong Kong e polo de fabricação na China, que atua no setor de proteção de cultivos, acaba de concluir sua captação de quase R$ 60 milhões com o FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios). Essa foi a terceira operação da companhia no mercado de capitais. Em 2019 e 2020 por meio do Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), foram captados R$ 19 milhões e R$ 32 milhões respectivamente, somando assim próximo a R$ 51 milhões.

A operação foi co-estruturada e realizada pela VERT, sediada na capital paulista, em parceria com a XP Investimentos, que atuou como coordenadora líder e co-estruturadora do fundo. Além disso, a VERT atuará como gestora do FIDC. Com vencimento para 05 de julho de 2025, a operação conta com as seguintes quotas: sênior, subordinada mezanino A, subordinada mezanino B e subordinada júnior. O patrimônio líquido do fundo é formado por recebíveis referentes à compra e venda de insumos agrícolas.

De acordo com Andreza Percechitto, gerente de finanças e contabilidade da Rotam, com base na experiência das duas primeiras captações via CRA, a empresa resolveu nesta terceira operação apostar no FIDC. A estratégia teve como objetivo facilitar e desburocratizar a gestão por parte dos clientes que em sua maioria são revendas.

Uma característica importante deste novo modelo é que diferentemente dos CRAs, o FIDC por não ser uma ferramenta específica para o agro, não é necessário que a revenda tenha que comprovar veiculação com o produtor. “Parece óbvio, mas é o que a legislação pede com o CRA. Já o FIDC é menos burocrático nesse sentido e também é uma ferramenta nova para a gente testar e ver como que é. Embora sejam operações parecidas, os investidores alvos do fundo são diferentes. Geralmente não são pessoas físicas, são fundos de investimentos que entram nessa operação”, detalha.

Já segundo Carlos Eduardo Mackey, gerente de crédito e cobrança, essa modalidade foi importante para a companhia e pode ser também para outras. Uma das vantagens é que o FIDC, caso a empresa queira aumentar sua base nos recebíveis em qualquer valor, pode ir implementando isso através da emissão de novas cotas, dentro do mesmo fundo, diferente do que ocorre no CRA.

Esse FIDC tem prazo aproximado de quatro anos. Como as empresas do setor agro têm um ciclo do dinheiro muito longo, com essa operação, consegue-se encurtar isso nesse período. “O segundo ponto é que pensando lá na ponta, no RTV que está no dia a dia com o cliente, como precisa fazer a  revolvência durante o prazo da operação, a partir do momento que o cliente paga o fundo, temos o prazo para apresentar novas contas dele. Assim, acaba direcionando o time de vendas para clientes chaves, e consegue-se organizar melhor estreitando o relacionamento com os mesmos”, destaca a gerente.

Mais sobre o FIDC

O FIDC é um veículo de securitização de recebíveis e um tipo de Fundo de Investimento caracterizado pela aquisição de direitos creditórios. Ele é geralmente definido como uma “comunhão de recursos”, por configurar-se juridicamente como um condomínio, no qual os investidores são detentores de cotas.

De acordo com as regras aplicáveis aos FIDCs, estes devem destinar, em até 90 dias da data de sua constituição, a parcela mínima de 50% do seu patrimônio líquido à aquisição de direitos creditórios (“parcela preponderante”), enquanto os demais 50% podem ser aplicados em títulos de renda fixa com liquidez diária, como Certificados de Depósito Bancário e títulos do Tesouro Direto.

As cotas de FIDC podem ser objeto de Oferta Pública (ICVM 400), Oferta Pública com Esforços Restritos (ICVM 476) ou colocação privada.

Fonte: Rotam do Brasil 

 

13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

CNH Industrial lança seguro para proteção da lavoura

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- CNH Industrial lança seguro para proteção da lavoura

Produto tem como objetivo cobrir as perdas de produtividade decorrentes de eventos climáticos e incêndios, promovendo mais tranquilidade para o agricultor

Após período consolidado de atuação na área de seguros para máquinas agrícolas, aCNH Industrial Capital Corretora de Segurosinclui no portfólio o Seguro Safra, produto focado em proteger a lavoura.

Com o objetivo de proteger o produtor e minimizar os prejuízos decorrentes de eventos climáticos, o seguro proporciona um mecanismo de segurança para o produtor rural, sendo um pilar importante para auxiliar na saúde financeira do negócio.

O Governo Federal tem incentivado a contratação de seguro mais acessível ao produtor oferecendo auxílio através do Programa de Subvenção do Seguro Rural (PSR) podendo subsidiar até 40% do seguro. O PSR está limitado a até R$ 72 mil por CPF, dependendo da disponibilidade de recursos no momento da contratação. Somente em 2020, no Brasil, o número de produtores beneficiados pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural cresceu 84% em relação a 2019, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“A produção rural opera com máquinas de alto valor agregado e está sujeita às variáveis do clima. Por isso, um dos primeiros cuidados a ser observado com o patrimônio do produtor é a contratação de um seguro contra danos de causas externas para seus equipamentos. Além disso, outro seguro que é extremamente importante contratar é o da sua produção. Agora, o agricultor também pode ter acesso ao seguro para lavoura ofertado pela CNH Industrial Capital Corretora de Seguros” destaca Lidiane Fachinello, gerente da instituição.

O Seguro Safra é uma parceria com a seguradora FairFax, que desde 2014 atua no segmento rural e está entre as três principais empresas no segmento de seguros rurais. Em 2020, a FairFax emitiu cerca de R$ 223 milhões em prêmio para apólices agrícolas.

O Banco CNH Industrial atua no mercado de seguros há mais de 17 anos, garantindo o seguro de máquinas, implementos e manutenção de equipamentos agrícolas e de construção das marcas da CNH Industrial, além de oferecer outros produtos, como o Seguro Prestamista e Seguro Safra, através da CNH Industrial Capital Corrretora de Seguros e parceiros. Por contar com uma corretora própria e especializada, ainda oferece suporte operacional durante todo o processo de contratação do serviço e atendimento ao cliente.

Diferenciais do Seguro Safra

  • Cobertura de replantio sem custo adicional ao produtor, sem carência e sem franquia, com possibilidade de reintegração de cobertura após o sinistro;
  • Simulação de valores rápida e simples;
  • Comodidade de aquisição do Seguro Safra com um parceiro de longa data;
  • Redução da exposição aos riscos;
  • Tranquilidade financeira.

“É importante lembrar que, para a contratação do Seguro Safra, o agricultor precisa estimar a quantidade de sacas por hectare que será produzida. A indenização poderá ser de até 80% desse volume (de acordo com a cultura e região plantada), considerando o preço da saca no dia da contratação do seguro. Caso o agricultor colha menos que o volume estimado, a diferença entre a produtividade garantida na apólice e a obtida após o sinistro será indenizada”, conclui, Fachinello.

Fonte: CNH Industrial
13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Café arábica: colheita evolui para 74% na região da Expocacer
Notícias

Fertilizante beneficia cultura e aumenta qualidade do café

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Fertilizante beneficia cultura e aumenta qualidade do café

Solução da Mosaic Fertilizantes reúne nitrogênio altamente concentrado e estabilizado com inibidor de urease, que reduz perdas por volatilização

O café brasileiro está em um período muito otimista. As exportações do grão estão em alta, e o volume embarcado somente no primeiro trimestre, 11 milhões de sacas, indica recorde no acumulado da safra, de acordo com dados do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé). Além disso, o consumo mundial da bebida está em alta. Segundo um relatório da Organização Internacional do Café (OIC), a demanda pelos grãos deverá alcançar 166,62 milhões de sacas de 60kg no ano-cafeeiro 2020-2021, volume 1,3% maior do que o consumido no período anterior.

Com esse cenário pela frente, e com a relação de troca entre fertilizantes e grãos positiva, os cafeicultores precisam de soluções que incrementem a fertilidade do solo para aumentar sua rentabilidade sem abrir mão da sustentabilidade.

Pensando na necessidade dos agricultores e empenhada em cumprir sua missão de ajudar o mundo a produzir os alimentos de que precisa, a Mosaic Fertilizantes desenvolveu o Excellen, produto da linha especial, com nitrogênio altamente concentrado (46%N) e estabilizado com inibidor de uréase -enzima que quebra a molécula de ureia, transformando-a em amônia, gás carbônico e água, levado a perdas de nitrogênio para a atmosfera. Essas propriedades geram benefícios como: redução de custos com armazenagem, melhora no manejo operacional e diminuição do potencial de queima de folhas.

No cultivo do café, o solo é o principal fornecedor de nitrogênio e a aplicação e utilização eficiente deste nutriente é fundamental para o desenvolvimento de plantações saudáveis e de alta produtividade. “O nutriente é o mais exigido pelas plantas e, apesar de estar presente na atmosfera em grandes quantidades e na forma de gás, as plantas não são capazes de utilizá-lo como o fazem com o gás carbônico, por exemplo. Por isso, o fornecimento de nitrogênio nas adubações garante com que o solo consiga fornecer o nutriente para as plantas e promover o seu crescimento e desenvolvimento”, comenta Flávio Bonini, gerente de Serviços Técnicos da Mosaic Fertilizantes.

“Além das soluções para as culturas, nosso time de 150 agrônomos ainda atua para aconselhar os agricultores a tomar a melhor decisão possível para alcançar os potenciais produtivos de suas culturas. Uma das dicas dentro do nosso portfólio é utilizar o Excellen aliado ao fertilizante K-Mag, da Linha Performance, unindo a maior eficiência do nitrogênio e os benefícios do magnésio, enxofre e potássio altamente solúveis e gerando incremento médio de 3,8 sacas por hectare com aumento da qualidade do café”, complementa Bonini.

Contando com o portfólio mais completo do mercado em oferta de nutrição de solo, a Mosaic Fertilizantes investe constantemente no desenvolvimento de tecnologias que geram benefícios químicos, físicos e biológicos aos solos e processos produtivos. Dessa forma a empresa auxilia agricultores a alcançar os máximos potenciais genéticos das culturas, contribuindo para a ampliação de sistemas agropecuários mais sustentáveis e adaptados aos cenários de mudança climática e demanda por alimentos.

Fonte: Mosaic Fertilizantes
13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Opinião

Comercialização de commodities requer atenção

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Comercialização de commodities requer atenção

Buscar ajuda de profissionais experientes é fundamental tanto para compradores quanto para vendedores evitando-se assim as principais armadilhas que podem comprometer e por em risco toda a operação

Segundo dados da Agência Brasil, no ano passado, o País exportou o equivalente a US$ 209,921 bilhões. Entre os responsáveis por esse expressivo volume, estão as commodities agrícolas, com destaque para o complexo de grãos, açúcar, carnes, entre outros. Somente a soja, por exemplo, teve um crescimento nos embarques de 13% ante 2019, alcançando 83 milhões de toneladas, tendo como principal destino a China. Com o mercado exterior tão aquecido, muitos compradores e vendedores estão se aventurando neste oceano azul, porém, a falta de conhecimento principalmente quanto aos contratos, pode colocar toda a operação em risco.

Os perigos são inúmeros, para o comprador, por exemplo, o risco é o de não receber o produto, ou recebê-lo em quantidade e qualidade inferiores à pactuada. Já para o vendedor, o risco é o de entregar a sua produção e não receber o pagamento por ela, perdendo parte da sua safra.

Segundo a especialista Claudine Pinheiro Machado, economista, doutora em agronegócios e CEO da boutique financeira Pinheiro Machado, há inúmeras armadilhas, principalmente porque as partes, em geral, não se conhecem. Além disso, os negócios costumam ser feitos por uma cadeia de intermediários, muitas vezes com pouca experiência internacional e sem segurança na negociação.

Outra armadilha muito comum é a da incapacidade financeira do comprador. Muitas vezes o vendedor entrega sua safra no risco, sem verificar as garantias ofertadas pelo agente financeiro do comprador, que acaba não pagando, ou levantando alguma desculpa esfarrapada para não pagar. Via de regra, os vendedores não contratam seguros internacionais, pela própria dificuldade adicional, ficando totalmente descobertos em caso de perdas ou transtornos.

Além disso, outra cilada bastante verificada é a de o vendedor abrir informações sensíveis no momento errado da negociação, como o código chinês AQSIQ, por exemplo. “Muitas vezes, perde-se não só no preço, mas também, no caso de traders e brokers, sendo totalmente contornados pelo comprador, que vai direto ao armazenador do produto final, economizando, assim, nas taxas de intermediários”, destaca a CEO da Pinheiro Machado. 

Ainda quanto ao comprador internacional, uma dica da especialista importante para o vendedor é fazer uma análise do mesmo e isso gira em torno de três elementos: reputação da empresa, resultado de diligência local e reputação do agente financeiro. “O comprador ideal, digamos assim, é alguém conhecido no mercado internacional, que receba uma avaliação positiva de nossa diligência local (empregamos parceiros locais para conduzir uma análise do comprador em seu mercado de origem) e – e este ponto é fundamental – que trabalhe com um agente financeiro de reputação internacional, que possa garantir que a compra será efetivamente paga. Esse último ponto, eu diria, é crucial”, acrescenta a doutora em agronegócios.

Ajuda profissional

Para a mitigação dos riscos nas comercializações, uma alternativa é recorrer a ajuda profissional. O agente financeiro dará mais segurança para a realização do negócio. Isso porque esses especialistas, em primeiro lugar, têm experiência internacional e conhecem a prática dos mercados, isto é, conseguem fazer com que a negociação siga um protocolo pré-estabelecido, com fases bem definidas, de apresentação de LOI, emissão de ICPO, assinatura de contratos, necessidade ou não de fornecer dados internos, como código AQSIQ, entre outros.

Em segundo lugar, profissionais têm, uma rede de colaboradores global que pode providenciar diligências no comprador, verificando suas referências locais e capacidade financeira. “Nossa expertise nos permite estruturar financeiramente o negócio, de forma a dar a maior garantia possível para as partes, como, em muitos casos, a negociação de uma letra de crédito garantida pela filial de um banco local, por exemplo. Isso inclui, também, a questão de seguros internacionais para as operações”, diz a economista da Pinheiro Machado.

Ainda segundo a especialista, a sua rede e expertise permite solucionar problemas com muita rapidez e facilidade, inclusive movimentando analistas e laboratórios nos principais portos do mundo, que são necessários muitas vezes para atestar a qualidade do produto. “É muito comum o comprador recusar-se a pagar, sob alegação de que o produto está danificado ou é de qualidade inferior. Aí é muito importante ter um agente financeiro capaz de movimentar analistas locais gabaritados e inclusive forçar o comprador a pagar em instituições internacionais”, ressalta.

Mercados aquecidos e promissores

Quando se fala em mercado internacional, não tem como não falar da demanda mais voraz certamente vem da China, que hoje é o maior parceiro comercial individual do Brasil. Mas, de acordo com a CEO da Pinheiro Machado também existem outros países com oportunidades muito interessantes.

A Argélia, por exemplo, tem um grande apetite por grãos e oleagionosas brasileiros, mas, devido a peculiaridades da legislação local, a estruturação da parte financeira dos negócios é um pouco mais complexa, necessitando-se, neste caso, realmente do acompanhamento de um assessor financeiro competente. “A grande vantagem para os produtores brasileiros é que há possibilidade de conseguir um bom negócio, claro, antecipando a necessidade de uma estruturação financeira mais sofisticada das suas operações”, finaliza a economista.

Fonte: Pinheiro Machado
13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Exportação de café totaliza 65,4 milhões de sacas

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Exportação de café totaliza 65,4 milhões de sacas

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior. Os números foram divulgados pelo Observatório do Café e do Consórcio Pesquisa Café, da Embrapa Café.

O documento destaca que vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Fonte: Observatório do Café e do Consórcio Pesquisa Café – Embrapa Café

 

13/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui