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Notícias

Sistema CNA/Senar e entidades lançam Agro Fraterno

Por redação 13/05/2021
Escrito por redação

- Sistema CNA/Senar e entidades lançam Agro Fraterno

Entidades do setor agropecuário lançaram o Agro Fraterno, programa que vai arrecadar e doar alimentos para famílias mais necessitadas e afetadas pela pandemia da Covid. O movimento é liderado pelo Sistema CNA/Senar, pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Instituto Pensar Agro (IPA) e por outras entidades do setor.

A iniciativa foi apresentada em reunião no Palácio do Planalto que contou com a participação do presidente do Sistema CNA/Senar, João Martins, de forma virtual, do presidente da República, Jair Bolsonaro, dos ministros João Roma (Cidadania) e Tereza Cristina (Agricultura), do diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, além dos presidentes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Sérgio Souza, do IPA, Nilson Leitão, e do Sistema OCB, Márcio Lopes, além de representantes de diversas entidades do agro.

“O agro sabe de sua responsabilidade e assume o compromisso de defender os menos favorecidos nesse momento de grave crise sanitária gerada pela pandemia da Covid 19. Sob a liderança da ministra Tereza, nós vamos somar forças pra suprir as necessidades da população com o que sabemos fazer de melhor: produzir e abastecer com alimentos. Com o Agro Fraterno, queremos socorrer os brasileiros mais necessitados”, afirmou João Martins.

Segundo ele, a CNA já conseguiu arrecadar 100 mil cestas básicas para iniciar a campanha de doação, mas que o objetivo é aumentar esse número por meio de doações de produtores e suas entidades. “É o compromisso de um agro solidário e fraterno”, afirmou Martins.

- Sistema CNA/Senar e entidades lançam Agro Fraterno

A ministra Tereza Cristina destacou o espírito de solidariedade das entidades do agro, setor que não parou de trabalhar na pandemia. Segundo ela, o apoio das entidades vai se somar aos esforços que estão sendo feitos pelo governo.

Já o ministro João Roma falou da importância dos esforços conjuntos para garantir segurança alimentar e nutricional a quem mais precisa. Neste contexto, ele destacou o apoio do Sistema CNA/Senar e o trabalho da ministra Tereza Cristina para mobilizar o setor. Por sua vez, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou seu compromisso de colaborar com as ações do setor.

O programa é voltado para a participação de produtores, empresas e entidades ligadas ao setor, que podem fazer a adesão de forma voluntária. As doações são livres e podem ser feitas tanto com cestas básicas, recursos ou alimentos, de acordo com a opção dos doadores.

Para participar da iniciativa, o doador poderá, em breve, entrar no ambiente www.agrofraterno.com.br, fazer seu cadastro e registrar sua doação, documentando como foi realizada, onde e para quem, entre outras informações. Além das informações, o doador poderá colocar fotos, vídeos, matérias ou outros materiais que julgar importante para comprovar a doação.

Fonte: Sistema CNA/Senar

13/05/2021 0 Comentários
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Notícias

Coopercitrus Expo Digital acontece de 19 a 30 de julho

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- Coopercitrus Expo Digital acontece de 19 a 30 de julho

O principal evento promovido anualmente pela Coopercitrus traz uma experiência personalizada para diferentes atividades agrícolas.

De 19 a 30 de julho, será realizada a Coopercitrus Expo Digital. O principal evento do calendário da cooperativa acontece pelo segundo ano consecutivo em formato digital, mas, com estrutura totalmente diferente e inovadora. Com o tema A Jornada do Agro – Crescer como um todo, a feira irá colocar o produtor rural no centro do evento, para proporcionar uma experiência personalizada. O anúncio foi feito durante uma reunião on-line entre dirigentes da Coopercitrus e representantes das empresas expositoras.

“Queremos mudar a experiência do produtor em uma feira, fazer com que ele realmente seja o foco e para isso vamos criar um atendimento personalizado pela demanda que ele tem. Como nossa área tem produtores das mais diversas atividades agropecuárias nós decidimos montar uma experiência em cima de jornadas e trazemos o conceito de caminhar ao lado do produtor”, afirma o CEO da Coopercitrus, Fernando Degobbi. Na visão de Degobbi, o novo formato da feira será ainda mais interessante, integrando conhecimentos técnicos com informações sobre produtos, novas tecnologias e o suporte do time da cooperativa.

Na plataforma digital, o agricultor terá uma navegação acessível com 10 jornadas completas através de diferentes atividades agrícolas, como soja, milho, amendoim, café, cana-de-açúcar, batata, tomate, citros, pecuária, entre outras. Cada visitante poderá escolher a jornada que deseja seguir, selecionar a fase, a categoria de produto ou serviço e o tipo de ocorrência que deseja resolver. Nesse ponto, ele poderá se informar sobre as soluções disponíveis, escolher os produtos e tecnologias dentre as principais marcas fornecedoras, visitar os estandes virtuais dos expositores e negociar diretamente com a equipe técnica comercial da Coopercitrus. “Em cada jornada serão guiados por um técnico, que serão avatares, para acompanhar, orientar e facilitar o acesso para todos os cooperados. Os especialistas, que nas feiras anteriores ficaram em salas específicas, nesse ano estarão no campo, a fim de prestar orientações direcionadas que interessar ao produtor no momento”, ressalta o CEO.

Reforçando o propósito de oferecer tudo o que os cooperados precisam para suas atividades agrícolas, a Coopercitrus Expo Digital 2021 disponibilizará o mais completo portfólio de produtos, serviços, linhas de crédito e suporte técnico especializado para contribuir com o desenvolvimento do setor. “Nossos cooperados esperam realmente pelas nossas campanhas e, com essa feira, teremos a maior plataforma do mundo com conteúdo e recomendações técnicas agropecuárias, sendo uma vitrine de tecnologia para o agronegócio. O ano de 2021 será o melhor da história para o produtor rural, e estamos oferecendo todas as ferramentas para que isso seja possível”, finaliza Degobbi.

Na edição de 2020, a Coopercitrus Expo Digital foi considerada uma das maiores feiras do setor em inovação e em resultados comerciais. Movimentou R$ 1,1 bi em negócios e recebeu 100 mil visitas, com acessos em mais de 30 países.

Fonte: Coopercitrus
12/05/2021 0 Comentários
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Notícias

Governo inaugura primeira antena de 5G em área rural

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação
- Governo inaugura primeira antena de 5G em área rural

Antena 5G instalada em fazenda modelo em Rondonópolis (MT)

Ao sobrevoar a plantação de algodão, um drone transmite em tempo real e com alta definição (4K) a situação da lavoura. No escritório, a equipe técnica usa óculos de realidade virtual e consegue reproduzir as imagens a partir de hologramas, recriando, assim, a situação do campo. Esse é um dos cenários possíveis a partir da conectividade 5G no campo, que passa a estar disponível a partir desta terça-feira (11) com a inauguração da primeira antena em área rural dessa nova geração da internet na fazenda modelo do Instituto Matogrossense de Algodão (IMAmt), em Rondonópolis (MT). A informação foi divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Com esse serviço, a digitalização do agronegócio ganha força e reforçar o papel do Brasil como protagonista no cenário mundial de produção de alimentos a partir da redução de custos e diminuição de perdas na produção, conforme o MAPA. O acesso à internet no campo ainda leva cidadania, conhecimento e oportunidades aos produtores rurais das áreas mais remotas, assim como oportuniza aos produtores mais competitivos a implementação das tecnologias mais avançadas no que diz respeito à agricultura digital e de precisão.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou que o governo federal trabalha para que a tecnologia 5G chegue a todos os brasileiros.  “Esse leilão [das frequências de operação da nova geração de internet móvel] vai bombar para que essa tecnologia seja democratizada, chegue a todos. Com certeza, isso vai trazer melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro brasileiro. Isto é o início de uma estrada do que virá para o futuro do agro brasileiro”.

Instalada pela fabricante Nokia, a antena permite o sinal de internet em alta velocidade a partir de uma transmissão gerada pela própria estrutura. É o chamado 5G “pura” ou standalone.

“O 4G revolucionou a vida das pessoas e o 5G vai revolucionar as indústrias. Para o agronegócio, que é quem está fazendo o nosso Brasil crescer, mesmo nessa crise, junto às telecomunicações, será um avanço gigantesco. O 5G vai fazer que o nosso agro vai crescer 20% a mais, em média, e esse leilão está muito próximo de acontecer. O 5G é um dos eventos mais importantes que ocorrerá nesse governo do Jair Bolsonaro e demonstra a preocupação desse governo com esse setor que alavanca a nossa economia”, ressaltou o ministro das Comunicações, Fábio Faria.

- Governo inaugura primeira antena de 5G em área rural

Cases

O monitoramento remoto, a partir de sensores, permite a medição da temperatura e avaliação das condições hídricas imediatas na plantação. Em simulação, foi possível acionar a irrigação em determinada área mesmo a quilômetros de distância.

Os tratores também estão conectamos. Ao comprar esse tipo de máquina, o produtor não adquire apenas o equipamento, mas um serviço conectado, que gera dados para aprimorar a produção. Pelo serviço digital inteligente, é possível que a fábrica preste manutenção no trator e atue como uma unidade de treinamento.

“A informação tem que ser rápida, certa e confiável. Com a tomada de decisão mais rápida possível, podemos chegar ao problema e a solução muito antes que cause prejuízo no desenvolvimento das lavouras”, explica o presidente da IMAmt, Paulo Sérgio Aguiar, sobre as vantagens da instalação da antena e do monitoramento remoto.

- Governo inaugura primeira antena de 5G em área rural

De acordo com o CEO da Nokia Brasil, Ailton Santos, a conectividade será fundamental para a missão do Brasil de atender a demanda crescente global por alimentos nos próximos anos. “O mundo precisa do Brasil”, afirmou.

Já o diretor de Soluções Corporativas da TIM Brasil, Paulo Humberto Gouvea, destacou que implantar a tecnologia 5G se trata de “um projeto de país” e que empresa está  investindo para que o acesso do serviço esteja disponível em todo o país. A experiência com padrão standalone foi garantida por operação de rede realizada pela empresa, que obteve uma licença temporária, em caráter experimental.

O presidente da Associação ConectarAgro, Gregory Riordan, disse que a instituição irá contribuir para integração entre agentes do setor com o objetivo de levar internet a mais propriedades rurais e a geração de novos negócios no agro. Diversos parlamentares participaram da cerimônia.

5G no Brasil

O sinal da tecnologia “5G pura” foi acionado pelo presidente Jair Bolsonaro na abertura da Semana das Comunicações, dia 5 de maio. A primeira antena do modelo está localizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

Segundo o ministro das Comunicações, até o fim deste ano serão 20 pilotos de 5G em todo o país, sendo que a expectativa é que todas as capitais brasileiras tenham internet 5G até julho do ano que vem e que todos os brasileiros tenham acesso a internet até 2028.

Para a implementação do 5G no Brasil, será realizado leilão das frequências de operação da nova geração de internet móvel. Discutido em diversas audiências públicas ao longo de 60 dias em 2020, o leilão é considerado não arrecadatório, já que todas as verbas levantadas serão investidas em infraestrutura de comunicação e aprimoramento da conectividade em áreas ainda carentes.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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TVH Brasil amplia portfólio no mercado de reposição

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- TVH Brasil amplia portfólio no mercado de reposição 

Mercado recém-conquistado pela empresa tem linha de peças de reposição para equipamentos leves para construção civil

A TVH Brasil – multinacional com 50 anos de atuação e com presença global e atendimento a 180 países no fornecimento de peças para equipamentos industriais, de movimentação de materiais, portuários e agrícolas – amplia sua linha de atuação e apresenta ao mercado da construção civil o oferecimento de peças de reposição para equipamentos do setor como minis escavadeiras e mini carregadeiras de até dez toneladas.

Com a entrada no novo segmento já disponível para todo o mercado, a TVH reforça seu objetivo de ser uma fonte confiável de produtos para garantir que os equipamentos necessários ao dia a dia de indústrias, do campo e agora também de construções não fiquem parados por falta de peças de reposição.

Para isso a TVH desenvolveu uma linha de peças para as principais marcas do mercado como Bobcat, Caterpillar, JCB, Yanmar, Case, New Holland, Takeushi, Volvo, Doosan, entre outras. Lembrando que também neste segmento a TVH manterá sua atuação como distribuidora, atendendo a demanda B2B de revendas de peças e locadores de equipamentos.

Alternativa para o setor

A linha de peças de reposição da TVH Brasil para linha amarela compacta conta com uma variedade de peças que vai desde filtros de diversos tipos, peças para o sistema elétrico dos equipamentos, peças para os motores de resfriamento e seus sistemas, peças de cabine e ainda acessórios como bancos, pneus, esteiras e muito mais.

Parte destas peças de reposição já estão disponíveis na unidade de Vinhedo (SP) e caso a TVH não tenha a peça em estoque existe a possibilidade de trazer dos estoques da Bélgica ou Estados Unidos por via aérea rapidamente.

A TVH é líder no fornecimento de peças e acessórios de qualidade para equipamentos de movimentação, portuários, industriais, agrícolas e agora, linha amarela compacta. A empresa tem comprometimento com o serviço, conhecimento e disponibilidade de produtos, o que a tornou referência no mercado e para os clientes.

Fonte: TVH

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Koppert firma parceria com Comitê Soja Brasil

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- Koppert firma parceria com Comitê Soja Brasil

O Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que tem por objetivo alavancar a produtividade da soja no Brasil e incentivar as melhores técnicas de sojicultura no país. Formado em 2008 por renomados profissionais e pesquisadores de diversas áreas, o CESB se destaca, ano a ano, pelo seu comprometimento com práticas sustentáveis e com a excelência produtiva. A entidade congrega ainda empresas e instituições que  apoiam suas iniciativas, como a Koppert do Brasil, nova parceira do Comitê.

Para o diretor comercial da Koppert do Brasil, Gustavo Herrmann, patrocinar o CESB é uma forma de mostrar que o manejo biológico na cultura da soja é uma realidade e um grande aliado na busca pela produtividade sustentável nessa cadeia. “Nossos maiores clientes são produtores de grãos de todo o país que investem no controle biológico para produzir mais e melhor”, explica.

De acordo com Leonardo Sologuren, presidente do CESB, as parcerias são fundamentais para o fortalecimento do CESB. “Damos as boas-vindas a Koppert e a toda sua equipe. É ótimo termos o apoio de empresas que queiram contribuir para a propagação do conhecimento, das tecnologias e das práticas inovadoras de cultivo, promovendo a integração de toda a cadeia produtiva da cultura da soja”.

A principal iniciativa do CESB é o Desafio de Máxima Produtividade, que tem como objetivo incentivar sojicultores a intensificar a produtividade, por meio da utilização das melhores técnicas de cultivo. A edição atual teve um recorde de 6 mil inscritos, um aumento de quase 15% no número de participantes, em comparação com a do ano passado.

De acordo com o presidente do CESB, o Desafio se firmou como uma real oportunidade para o agronegócio brasileiro utilizar ainda mais práticas sustentáveis de excelência no cultivo de soja, além de incentivar o compartilhamento de informações entre os agentes de todo o sistema produtivo. “Essa empreitada ajuda os produtores a encontrarem maneiras de obter crescimento da produção de forma vertical, ou seja, visando o aumento da produtividade, de forma sólida, sustentável e rentável”, pontua.

Além do tradicional Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, o CESB realiza uma série de outras ações que visam o incremento da produtividade média da sojicultura. Uma destas iniciativas é o Máster em Tecnologia Agrícola (MTA Soja), primeiro curso de pós-graduação em soja. Organizado pelo CESB, em parceria com a Elevagro, o curso terá conteúdo abrangente, contemplando boas práticas e altas produtividades.

O CESB é composto por 22 membros e 30 entidades patrocinadoras: Basf, Bayer, Syngenta, UPL, FMC, Jacto, Mosaic, Superbac, Corteva, Instituto Phytus, Eurochem, Compass Minerals, ATTO Adriana Sementes, Stoller, Timac Agro, Brasmax, Stara, Datafarm, Viter, Somar Serviços Agro, Ubyfol, Fortgreen, KWS, Yara, Sumitomo Chemical, Adama, Agrivalle, HO Genética, FT sementes, Biotrop, Koppert e IBRA.

12/05/2021 0 Comentários
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Coopsoli capitalizou R$ 1,480 mi, com embarque de suco

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- Coopsoli capitalizou R$ 1,480 mi, com embarque de suco

Com 38 citricultores associados, a Cooperativa de Produtores do Comércio Solidário (Coopsoli), fundada em 2018 em parceria com a Cocamar Cooperativa Agroindustrial, capitalizou R$ 1,480 milhão em 2020, como resultado do embarque de 1.193 toneladas de suco concentrado e congelado para o mercado solidário internacional. A entidade está sediada em Maringá (PR).

Conforme explica a coordenadora de projetos da Coopsoli, Silvia Podolan, pelas regras do comércio justo, a cada tonelada de suco exportado para esse segmento é pago um adicional de US$ 250 que retorna com a finalidade de que seja aplicado em projetos de melhorias na base da produção, ou seja, os citricultores – em sua maioria de pequeno porte, cujas áreas possuem até quatro módulo fiscais.

“O consumidor lá fora não se importa um pagar um pouco a mais pelo suco, mediante a certificação de que o mesmo é produzido em condições não degradantes para os trabalhadores e o meio ambiente”, afirma.
O que é feito – “O dinheiro que retorna se transforma em iniciativas voltadas, entre outros itens, para promover o aumento da produtividade dos pomares e ações destinadas à prevenção do greening [a principal enfermidade da cultura], como o controle natural do psilídeo – o vetor da doença -, realizado por uma vespinha, a Tamarixia Radiata, que é disseminada nos pomares”, detalha a coordenadora.

O suco de laranja certificado com o selo Flo (Fairtrade Labelling Organization International), organização não governamental alemã, é exportado pela Louis Dreyfus, que distribui a bebida, principalmente, para países do continente europeu.

Entre as exigências para que os produtores se enquadrem no programa estão o rigor quanto aos direitos trabalhistas da mão de obra envolvida na colheita, a não contratação de trabalho infantil, a disponibilização de transporte adequado e estruturas como sanitários móveis e espaço para descanso e refeições, o uso de equipamentos de proteção individual, entre outros.

No mês de abril a Coopsoli passou por nova auditoria e manteve seu certificado ativo para novas comercializações para o mercado solidário.

Fonte: Cocamar
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Notícias

Sollo News da Esalq/USP chega a sua 100 edição  

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- Sollo News da Esalq/USP chega a sua 100 edição  

Boletim idealizado pelo Programa SolloAgro divulga notícias sobre as Ciências Agrárias e Ambientais  

O SolloNews surgiu com a proposta de divulgar temas relacionados às Ciências Agrárias e Ambientais. Toda segunda-feira, o boletim traz notícias relacionadas ao agronegócio, pesquisas realizadas na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e artigos técnicos produzidos por instituições que conduzem estudos agronômicos como Embrapa, IAC e IAPAR, além de cursos e treinamentos ofertados pelo Programa SolloAgro. 

Ao longo dessas 100 edições, o boletim SolloNews passou por algumas transformações, buscando sempre manter o compromisso com a divulgação de informações de qualidade para todas as pessoas interessadas no agronegócio e na ciência brasileira. 

O público alvo do SolloNews são estudantes e profissionais da área de Ciências Agrárias, bem como pessoas interessadas no agronegócio e na ciência brasileira.  

O docente da do departamento de Ciência do Solo e Coordenador do Programa SolloAgro, Luís Reynaldo Ferracciú Alleoni destacou os objetivos e conquistas adquiridas durante as 100 edições do boletim. “O SolloNews completa 100 números com notícias semanais sobre artigos técnicos, informações das cadeias produtivas do agro, resumos de teses e dissertações defendidas na área de manejo sustentável dos sistemas agrícolas de produção, além de eventos promovidos pelo Programa SolloAgro. Parabéns aos alunos que exercem de maneira extremamente competente a confecção de um material semanal rico em informações para os profissionais do agronegócio brasileiro”. 

Para o diretor da Esalq, professor Durval Dourado Neto, a publicação representa uma importante ferramenta de divulgação do conhecimento científico. “A Universidade de São Paulo, por intermédio da Esalq, tem como atividade acadêmica o Ensino, a Pesquisa e a Extensão Universitária, atividades que apresentam estreita relação e elevada sinergia. Nesse sentido, parabenizo o professor Luís Reynaldo Ferracciú Alleoni por coordenar o Grupo de Extensão SolloAgro que, entre outras atividades, promove a divulgação do conhecimento científico, com ênfase em Agronomia, por intermédio do Boletim SolloNews, que chega à sua centésima edição”. 

Fonte: Esalq/USP

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Produção de grãos 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%
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Conab estima produção grãos em 271,7 milhões de ton

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- Conab estima produção grãos em 271,7 milhões de ton

A produção nacional de grãos está estimada em 271,7 milhões de toneladas, com um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20. A posição histórica deve-se à produção recorde da soja e aumento estimado do milho total.  O resultado é do 8º levantamento da safra 2020/2021 de grãos, divulgado nesta quarta-feira (12), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A situação das culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. Já no caso das culturas de inverno, o plantio se intensifica este mês, mas dependerá do volume das precipitações.

Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.

Área

A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são  para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.

A soja mantém o seu destaque, com uma  produção recorde estimada em 135,4 milhões de toneladas, 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra 2019/20. O Brasil assegura o título de maior produtor mundial da leguminosa.

Para o milho, cuja produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, o crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.

Para os demais grãos, alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas.

As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.

Mercado

Algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a abril de 2021 aumentaram 28% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em relação ao milho, mesmo com embarques ainda lentos, a demanda no cenário externo aponta para uma previsão de 35 milhões de toneladas exportadas na safra atual, valor praticamente igual ao que foi observado para a safra 2019/2020. Quanto à soja, a Conab estima a venda de 85,6 milhões de toneladas para fora do país, aumento de 3,3% em relação ao último ano. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 14% menor, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No acumulado até abril também observa-se a queda de 19% no volume exportado, devido à pouca disponibilidade do produto no início do ano. Destaca-se, no entanto, que a Conab elevou as projeções de exportações neste mês para 1,3 milhão de toneladas, devido ao aumento da produtividade da safra 2021 do arroz divulgada no levantamento de hoje.

Fonte: Conab
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Evento discute oportunidades na Amazônia

Por redação 12/05/2021
Escrito por redação

- Evento discute oportunidades na Amazônia

A Amazônia está na pauta mundial. Conhecer melhor esse vasto e rico território é essencial para compreender as diferentes perspectivas que envolvem as discussões. Esse é o objetivo do evento “Entendendo a Amazônia”.

Para incluir no debate o meio ambiente, as pessoas, a economia, os desafios e as oportunidades para essencial bioma, a conferência foi lançada oficialmente nesta quarta-feira, 12 de maio. Acompanhe todo o conteúdo, com a participação de especialistas no canal do Youtube da Agri Rex.

- Evento discute oportunidades na Amazônia

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Tecnologias preservaram mais de 70 milhões de hectares

Por redação 11/05/2021
Escrito por redação

- Tecnologias preservaram mais de 70 milhões de hectares

Estudo recente da Embrapa comprovou que o uso de tecnologias sustentáveis na agricultura é capaz de gerar economia de terras de cultivo da ordem de milhões de hectares. Somente no caso da soja, o uso dessas tecnologias, que incluem sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta (ILPF), plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, uso de bioinsumos incluindo controle biológico de pragas, entre várias outras, foi capaz de gerar uma economia de 71 milhões de hectares de áreas plantadas, o que corresponde à soma dos territórios de Irlanda e França. Outros exemplos aliam-se a esse, como os da avicultura de corte e da produção de suínos, nas quais o progresso tecnológico obtido entre as décadas de 1970 e 2000 levou à economia de 1,55 e 1 milhão de hectares, respectivamente.

O estudo, capitaneado pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, contou com a participação de mais de 50 pesquisadores e analistas representando nove unidades de pesquisa da Empresa. Os dados, oriundos de pesquisas e estudos desenvolvidos ao longo das últimas décadas, geraram a publicação Tecnologias Poupa-Terra 2021, recém-lançada em comemoração ao 48º aniversário da Embrapa.

As tecnologias poupa-terra são aquelas adotadas pelo setor produtivo, de baixo ou alto custo, que permitem incrementos sustentáveis na produção total em uma mesma área e, graças ao seu uso, evita-se a abertura de novas áreas para produção agropecuária. Práticas conservacionistas, como o plantio direto, o manejo e a conservação do solo e dos recursos hídricos, podem ser caracterizadas como práticas poupa-terra, uma vez que aumentam a produtividade de modo sustentável.

“O Brasil já conta com uma série de sistemas e tecnologias sustentáveis que podem ser consideradas estratégias poupa-terra em franca adoção para os principais  sistemas produtivos agropecuários do País”, declara o engenheiro-agrônomo da Embrapa Samuel Telhado, coeditor técnico da publicação.

Na visão do diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville, uma das principais vantagens das tecnologias poupa-terra é que atendem a produtores de todos os portes: pequeno, médio e grande. “Trata-se de modelos extremamente democráticos e que têm alcançado resultados impressionantes em todos os biomas brasileiros”, complementa Capdeville, que também é editor técnico da publicação.

O diretor ressalta o impacto das tecnologias poupa-terra na produção de soja. Na safra de 2019/2020, foram produzidos 251 milhões de toneladas de grãos em uma área de 65,8 milhões de hectares. A contribuição da soja para esse montante foi de 120,9 milhões de toneladas em 36,9 milhões de hectares, o que representa uma produtividade de aproximadamente três quilos por hectare. A leguminosa responde por 3,6% dos empregos gerados pelo agro no Brasil.

“Se nos reportarmos à década de 1970, sem a tecnologia existente hoje para produção de soja no Brasil, para manter esses índices de produtividade, seria necessário expandir a área em 195%, ou seja, praticamente o triplo do que temos hoje. Com a ciência e as tecnologias poupa-terra conseguimos preservar uma área de 71 milhões de hectares”, acrescenta Capdeville.

Impactos na produção de frutas e algodão

As tecnologias poupa-terra têm impacto significativo na exportação de frutas. Dados de 2018 apontam que a produção mundial de frutas é de cerca de 930 milhões de toneladas em pouco mais de 80 milhões de hectares. A contribuição brasileira é de 42,4 milhões de toneladas, ou seja, 4,6% do total em uma área 2,5 milhões de hectares. Para cada hectare cultivado com frutas, em média dois empregos são criados, totalizando cinco milhões de empregos. As principais tecnologias sustentáveis utilizadas na produção de frutas são: melhoramento genético, produção integrada, gestão da cobertura do solo, manejo de água e nutrientes, controle de pragas e doenças e gestão pós-colheita.

Segundo o diretor de P&D da Embrapa, a estimativa do efeito poupa-terra na produção de frutas para exportação, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta para um aumento de produtividade de 64% entre a década de 1990 e o ano de 2018. “O que mais salta aos olhos é a área poupada em 2018, que foi superior a 900 mil hectares”, enfatiza. O cultivo de 11 fruteiras – laranja, banana, melancia, manga, limão, uva, maçã, melão, tangerina, abacaxi e mamão – corresponde a aproximadamente 38% da área cultivada no Brasil.

Com o algodão, em cerca de quatro décadas, a produção mais do que triplicou enquanto a área plantada encolheu a menos da metade. Entre os anos de 1976 e 2019, a produção cresceu de 1,2 milhão para 4,3 milhões de toneladas, enquanto a área foi reduzida de quatro milhões de hectares para 1,7 milhão. “Esse resultado é fruto de várias tecnologias, entre as quais se destacam: cultivares melhoradas geneticamente, plantio direto, que abrange técnicas sustentáveis de manejo do solo, e o cultivo do algodão em sistemas ILPF, entre outras”, acrescenta Telhado.

Conversão alimentar na avicultura 

- Tecnologias preservaram mais de 70 milhões de hectares

Na avicultura e suinocultura, o progresso tecnológico contínuo nas últimas quatro décadas garantiu às atividades lugar cativo no ranking das melhores do mundo. Grande parte desse sucesso se deve ao processo de conversão alimentar, a quantidade de ração que um animal precisa consumir para cada quilo de peso que ganha. Essa tecnologia é o resultado direto dos progressos obtidos ao longo dos anos em vários segmentos, como o melhoramento genético, nutrição, sanidade animal, manejo e ambiência.

No caso da avicultura de corte, em 1975, o frango precisava de 2,1 kg de ração para ganhar um quilo de peso vivo. Em 2020, esse mesmo quilo de peso foi obtido com 1,7 kg de ração. Considerando a produtividade atual do milho e soja no País, caso o desenvolvimento tecnológico não tivesse dotado os frangos de maior capacidade de conversão de ração em ganho de peso, a avicultura de corte demandaria um adicional de 1.551.056,40 ha de terra para entregar as mesmas 16,4 milhões de toneladas de peso vivo de frango produzidas em 2020. Essa economia de terra equivale a três vezes o tamanho do Distrito Federal.

Na suinocultura comercial brasileira, a melhora na conversão alimentar entre os anos de 1975 e 2020 permitiu reduzir o consumo de ração de 3,5 kg para 2,6 kg. Sem o aporte tecnológico, seriam necessários 1.007.745,70 ha de terra para produzir as 5,3 milhões de toneladas de carne suína produzidas hoje. A terra poupada corresponde ao território inteiro da República do Chipre.

“De forma geral, esses números mostram claramente que sem tecnologia não há sustentabilidade. E para levar a ciência ao campo, contamos com o apoio dos produtores brasileiros, que são altamente receptivos aos avanços tecnológicos”, pontua Capdeville.

- Tecnologias preservaram mais de 70 milhões de hectares

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As tecnologias que poupam terra no Brasil

Entre as principais tecnologias poupa-terra já consolidadas no Brasil, estão os sistemas ILPF, que integram lavoura, pecuária e floresta em uma mesma área. Esses modelos integrados podem utilizar cultivo consorciado, em sucessão ou em rotação, de modo que haja benefício mútuo para todas as atividades. Em 2015, eles ocupavam uma área de aproximadamente 11 milhões de hectares no Brasil. Em 2021, esse número saltou para 17 milhões. É a modalidade de sistema agroflorestal (SAF) mais utilizada no País, representando 83%.

Os sistemas ILPF aliam produtividade e benefícios ambientais, especialmente para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa (GEE). “São modelos de produção que se adaptam com facilidade a todas as regiões brasileiras e têm sido bastante importantes para o aumento de renda e geração de empregos na Região Nordeste do País, a partir do consórcio de macaúba com outras culturas”, explica Capdeville. Mais informações sobre os sistemas ILPF estão disponíveis na página sobre o assunto no portal da Embrapa.

- Tecnologias preservaram mais de 70 milhões de hectares

Outra tecnologia poupa-terra importante no agro brasileiro é o Sistema de Plantio Direto (SPD). Trata-se de uma forma de manejo conservacionista que mantém a cobertura do solo (foto ao lado), por meio da manutenção dos restos culturais e de colheita e palhas. Implicam diminuição da compactação do solo, manutenção da umidade, redução da erosão e do assoreamento dos recursos hídricos.

A fixação biológica do nitrogênio (FBN) é realizada por bactérias presentes no solo ou adicionadas por meio da prática da inoculação. Ao lado da ILPF e do SPD, essa tecnologia foi escolhida como um dos pilares do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC), do Ministério da Agricultura, criado para incentivar o uso de técnicas sustentáveis na agricultura, visando à redução da emissão dos gases de efeito estufa (GEE).

Por dispensar o uso de fertilizantes nitrogenados na cultura de soja, a FBN gera uma economia anual de divisas para o País da ordem de US$ 7 bilhões a US$ 10 bilhões. Mais informações estão disponíveis na página sobre a FBN no portal da Embrapa. Os cientistas trabalham agora para estender os benefícios dos bionsumos para a disponibilização de fósforo e potássio.

O emprego de bioinsumos em substituição aos insumos não renováveis também tem forte impacto como tecnologia poupa-terra. Entre os mais utilizados, estão os inoculantes (que promovem a fixação de nitrogênio nas plantas) e os agentes biológicos para o controle de pragas (insetos, fungos, vírus e bactérias), que utilizam a biodiversidade para proporcionar ferramentas de manejo mais equilibradas e sustentáveis. O lançamento do Programa Nacional de Bioinsumos, em 2020, visa impulsionar o uso de recursos biológicos na agropecuária e reduzir a dependência dos produtores rurais em relação aos insumos importados. Estima-se que, com esse programa, a área agropecuária com uso de recursos biológicos aumente em 133%.

O Pronasolos, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático e a agricultura de precisão também apresentam potencial poupa-terra por auxiliar a gestão territorial e otimizar o uso de recursos naturais, diminuindo custos de produção e aproveitando melhor as áreas de plantio.

Fonte: Embrapa Solos
11/05/2021 0 Comentários
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