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Notícias

Preço de importação da borracha cai 8,26% em abril

Por redação 07/05/2021
Escrito por redação

- Preço de importação da borracha cai 8,26% em abril

O preço de referência de importação da borracha natural fechou o mês de abril em R$ 13,00 o quilo, queda de 8,26% em relação a março de 2021, quando chegou a R$ 14,17. A redução foi influenciada, principalmente, pelo preço da borracha (TRS20) na bolsa de Cingapura, que apresentou recuo de 14,31% no período, e pela taxa de câmbio, que teve retração de 1,59%. O Índice de Preço Referência de Importação da Borracha Natural é divulgado mensalmente e foi desenvolvido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo.

Segundo o coordenador de Produção Agrícola da CNA, Maciel Silva, o aumento da oferta de borracha natural no sudeste asiático, após disrupção política no Camboja/Mianmar, e a leve redução pela demanda no mês de abril podem ter influenciado os preços internacionais.

“Na China, por exemplo, o Purchasing Manager Index – PMI (índice que mede as tendências da indústria de manufatura e serviços) sofreu retração no mês de abril. No relatório do National Bureau of Statistics (NBS) da China, as empresas reportaram problemas logísticos e aumento do custo com fretes, como justificativa para essa leve retração”, disse Maciel.

O objetivo do índice da CNA e do IEA é balizar o produtor rural nas negociações de preços e contratos de comercialização. É um instrumento para ser usado pelo heveicultor, visando melhores margens na sua atividade e transparência nas relações com as indústrias.

- Preço de importação da borracha cai 8,26% em abril

 

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Notícias

Agro Expo Internacional é mais uma vez cancelada

Por redação 07/05/2021
Escrito por redação
- Agro Expo Internacional é mais uma vez cancelada

Governador João Dória, durante anúncio do evento

Em nota divulgada à imprensa, a organização da Agro Expo International confirmou o cancelamento do evento em julho de 2021.

“A Agro Expo Internacional teve, desde seu lançamento, a premissa de ser mais do que um evento, mas um movimento de valorização do agronegócio brasileiro, que responde por um quarto do PIB e alimenta o mundo com qualidade e de forma sustentável. Um verdadeiro hub, reunindo toda a sua rede de valor e oferecendo oportunidades de negócios, com foco na abertura de mercados e atração de investimentos. Em razão do cenário de avanço da COVID-19, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em parceria com a InvestSP e a Reed Exhibitions, promotora e organizadora da Agro Expo International, comunicam a não realização do evento em julho de 2021. Esta decisão tem por objetivo resguardar a saúde, segurança e a integridade de visitantes, expositores, parceiros e equipe de staff envolvida, assim como responder de forma adequada aos impactos gerados pela pandemia”, destacou a nota.

Inspiração internacional

O Governador do Estado de São Paulo, João Doria, havia anunciado a realização do primeiro Agro Expo Internacional,   evento desenvolvido para proporcionar uma experiência imersiva aos principais agentes do setor e estimular a geração de novos negócios e investimentos, para novembro de 2020. Por conta da pandemia, o evento acabou adiado para julho de 2021 e é agora novamente cancelado (ainda não foi divulgada nova data para sua realização).

A Agro Expo Internacional é inspirado em modelos internacionais de networking  e pretende reunir todos os elos do setor responsável pelo desenvolvimento econômico, aumento da competitividade e internacionalização do Brasil.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

 

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Notícias

Conab aponta soluções emergenciais para déficit de armazenagem 

Por redação 07/05/2021
Escrito por redação

- Conab aponta soluções emergenciais para déficit de armazenagem 

A constatação da necessidade de aumentar o espaço para armazenar grãos nas principais áreas de produção de grãos no Brasil e ampliar as discussões sobre as formas de desenvolver a capacidade de estoques, marcou as apresentações e debates no seminário webinar Mitigar o Déficit de Armazenagem do Brasil: análise e opções de curto prazo, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em duas edições. A abertura do primeiro encontro (5) foi feita pelo diretor-presidente substituto da estatal, José Ferreira da Costa Neto, que destacou a importância do evento e da armazenagem para a cadeia produtiva de grãos do país.

O seminário continuou na quinta-feira (6), com foco na Análise e opções de longo prazo. As palestras foram do gerente de Cadastro e Credenciamento de Armazém da Conab, Saulo Medeiros, que traçou o histórico do crescimento da capacidade estática brasileira; do diretor da Acebra, Roberto Queirogas (Fatores que impedem o crescimento da capacidade de armazenagem); do consultor de Política Agrícola da Aprosoja, Thiago Rocha (Viabilidade econômica na construção de estruturas de armazenagem); e do auditor técnico do Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras, Ricardo Martins (Modelos de armazém voltados à agricultura familiar).

Déficit de Capacidade

Em sua fala no primeiro dia, Stelito Reis, superintendente de Armazenagem da Conab, mostrou um cenário em que o setor produtivo de grãos  no Brasil segue evoluindo, enquanto a armazenagem não acompanha esta tendência. Propôs uma análise pormenorizada, com detalhes regionais desse déficit, que chega em algumas regiões e momentos, como no Matopiba, a 71% da capacidade estática ou cerca de 12 milhões de toneladas de grãos no aguardo de armazenamento a cada safra.

Na região Centro-Oeste, nos cenários propostos, a situação próxima de 100% de utilização dessa capacidade também não é confortável, segundo ele, porque o produtor pode não contar com todos os armazéns disponíveis, uma vez que podem estar passando por reformas ou ocupando produtos dos estoques de passagem. “A questão da deficiência de espaço de armazenagem no Brasil é uma situação atual. E a solução está na construção de mais unidades de armazenagem, agilização de fluxos, utilização de estruturas temporárias, como os silos bolsa, e planejamento logístico com informações regionalizadas”, sugeriu Reis.

Logística de Escoamento

Já para  o superintendente de Logística Operacional, Thomé Guth, a situação de logística no país, que tem hoje uma boa oportunidade de investimento, necessita de melhoria na malhas rodoviária e ferroviária, sobretudo na região Centro-Oeste, além de modernização dos portos, a fim de agilizar o escoamento da safra de grãos, o que pode reduzir a pressão sobre a capacidade estática nacional. No entanto, chamou a atenção para um possível esgotamento da capacidade de escoamento dos portos em 2025. Neste caso, seria imprescindível que o país contasse com uma quantidade de armazéns suficientes, para poder controlar o fluxo, mantendo a qualidade da produção.

Guth reconhece que, “o Brasil tem investido em outros modais logísticos, além do rodoviário, como hidroviário e ferroviário. Mas é preciso também uma atenção maior nos portos, para aumento da capacidade de operação”. O modal rodoviário brasileiro responde por 65% do escoamento da soja e do milho, enquanto que uma pequena parte segue por ferrovia e hidrovia.

Experiência em silos bolsa

Os palestrantes, Angelo Pedrosa e Solenir Ruffato, que foram convidados para o seminário, defenderam a utilização dos silos bolsa na armazenagem como um complemento aos equipamentos metálicos. No entanto, reconheceram “ser um aprendizado solitário no Brasil”, por falta de maior divulgação e desconhecimento da tecnologia.

Favorável à utilização desses equipamentos em Uberlândia/MG, Pedrosa destaca que a modalidade vem crescendo no Brasil nos últimos anos, chegando a 25% de utilização.
Ele vê vantagens no silo, como baixo custo de manutenção, crescimento sustentável de tecnologia, qualidade de armazenagem e flexibilidade do equipamento. Já para a professora Ruffato, a utilização do silo é apropriada para o caso de atraso na colheita, desde que não haja outra opção de armazenagem. Também, quando há pouco tempo para descarregar, lembrando que experiências realizadas com um produtor, alcançou percentuais de umidade bastante variáveis, dependendo da técnica utilizada.

Fonte: Conab
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Notícias

Exército leiloa veículos 4 x 4 com foco no agro

Por redação 07/05/2021
Escrito por redação

 

            - Exército leiloa veículos 4 x 4 com foco no agro

Picapes Land Rover 4 x 4 (modelo típico usado pelas forças armadas), caminhões Mercedes Benz 4 x 4, uma máquina pá carregadeira Case W 20 e um ônibus urbano Scania/Marco Polo são alguns dos destaques colocados à venda pelo 28º Batalhão Logístico (28º B Log) do Exército Brasileiro. O leilão, totalmente online, termina na tarde do próximo dia 10 de maio (segunda-feira) – 15 horas, horário de Brasília (14 horas, horário Mato Grosso do Sul). Até lá, pessoas físicas e jurídicas podem se candidatar e tentar adquirir um ou mais dos 38 lotes ofertados através do portal Regina Aude Leilões (clique aqui).

Podem participar pessoas físicas (com CPF) e jurídicas (Com CNPJ), desde que maiores de 18 anos, domiciliadas/inscritas em qualquer parte do território brasileiro. Para oferecer lances aos lotes de 08 a 12 (descritos como sucatas), o interessado deverá obrigatoriamente estar credenciado junto ao Detran, conforme determinação da lei 12.977, de 20/05/2014 e resolução 611/2016 do CONTRAN.

Condições complementares e mais detalhes sobre o leilão do Exército podem ser conferidos no edital eletrônico  (clique aqui). Fotos e informações sobre cada lote estão disponíveis no link (clique aqui).

 

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Piloto de vacinação contra peste suína começa dia 17

Por redação 07/05/2021
Escrito por redação

- Piloto de vacinação contra peste suína começa dia 17

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inicia no próximo dia 17 a vacinação contra a Peste Suína Clássica em Alagoas, estado que ainda não é livre da doença e que servirá como um projeto piloto.

A ação faz parte do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica, apoiado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que pretende erradicar e trazer ao Brasil o status sanitário de país livre da doença.

Segundo a coordenadora de Produção Animal da CNA, Lilian Figueiredo, além de ser uma zona não livre da doença, Alagoas foi escolhido por possuir um rebanho pequeno.

“A ideia é vacinar em Alagoas agora e fazer um manual de vacinação para os demais estados com todas as ações que precisam ser feitas tanto pelo setor público quanto privado”, disse.

A Peste Suína Clássica não infecta seres humanos, mas é uma doença altamente contagiosa causada por um vírus que só ataca suínos. É fatal na maioria das vezes e causa grandes perdas para os produtores rurais.

“No Brasil existem duas áreas: uma livre e uma não livre e existe um perigo de reinfecção na área não livre, que são as áreas mais exportadoras do País. Um trânsito ilegal, por exemplo, poderia levar um animal infectado de uma zona à outra. Por isso estamos fazendo esse piloto para tentar erradicar a doença no País,” ressaltou Lilian.

Os principais sintomas nos animais são febre alta, lesões avermelhadas na pele, conjuntivite, falta de apetite, fraqueza, diarreia, aborto e filhotes que nascem mortos. Os produtores que perceberem esses sintomas devem procurar a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) e fazer a notificação, que é obrigatória.

“Os produtores precisam ficar atentos ao calendário de vacinação por região em Alagoas, porque os agentes da Agência de Defesa Sanitária estão indo às propriedades rurais vacinar os animais”, destacou Lilian Figueiredo.

O uso da vacina contra Peste Suína Clássica na Zona não Livre da doença foi autorizado pela Instrução Normativa n.º 10/2020 do Mapa. Atualmente, toda a região Nordeste e parte da região Norte do Brasil são consideradas zonas não livre.

Fonte: CNA Brasil
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Arábia Saudita suspende compra de frango brasileiro

Por redação 07/05/2021
Escrito por redação

- Arábia Saudita suspende compra de frango brasileiro

A Arábia Saudita suspendeu as importações de carne de onze unidades brasileiras. Após o comunicado, o governo brasileiro pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC) caso se comprove a imposição de barreira indevida, conforme nota conjunta dos ministérios da Agricultura e Relações Exteriores divulgada na quinta (6).

“Não houve contato prévio das autoridades sauditas, tampouco apresentação de motivações ou justificativas que embasem as suspensões”, disse o comunicado, citando que, até o momento, apenas o Brasil foi objeto de atualização da lista de exportadores de carne de aves. A Arábia é o segundo maior comprador de carne frango do Brasil. Das plantas afetadas, sete são do grupo JBS.

O comunicado da Saudi Food and Drug Authority (SFDA, na sigla em inglês), autoridade sanitária do governo saudita, revela que duas das unidades suspensas são da JBS Aves, em Passo Fundo (RS) e Montenegro (RS), e cinco são da Seara, em Brasília (DF), Campo Mourão (PR), Amparo (SP), Ipumirim (SC) e Caxias do Sul (RS). Outras empresas afetadas são a Vibra Agroindustrial, com três unidades suspensas, e a Agroaraçá, com uma unidade.

Ministério se pronuncia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) divulgou nota em que diz que o governo brasileiro recebeu com surpresa e consternação a decisão da Arábia Saudita de suspender 11 estabelecimentos exportadores de carne de aves para aquele mercado. “Não houve contato prévio das autoridades sauditas, tampouco apresentação de motivações ou justificativas que embasem as suspensões. A informação consta apenas em nova lista de plantas brasileiras autorizadas a exportar, publicada hoje pela Saudi Food and Drug Authority (SFDA), que exclui os referidos estabelecimentos, previamente permitidos. Até o momento, apenas o Brasil foi objeto de atualização de lista de exportadores de carne de aves”, assinalou.

“O Brasil reitera os elevados padrões de qualidade e sanidade seguidos por toda nossa cadeia de produtos de origem animal, assegurados por rigorosas inspeções do serviço veterinário oficial. Há confiança de que todos os requisitos sanitários estabelecidos por mercados de destino são integralmente cumpridos.

O governo brasileiro iniciou contatos com as autoridades da Arábia Saudita e da embaixada desse país em Brasília para buscar esclarecer o episódio. Todas as vias bilaterais e multilaterais serão empregadas com vistas à pronta resolução da questão. Caso se comprove a interposição de barreira indevida ao comércio, o Brasil poderá levar o caso à OMC”, informaram ainda.

Fonte: Agências/MAPA
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Embrapa firma parceria para produção de cacau

Por redação 06/05/2021
Escrito por redação

- Embrapa firma parceria para produção de cacau

A Unidade Mista de Pesquisa e Inovação em Cacauicultura (UMIPI-CACAU) foi oficialmente anunciada pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, nesta quarta-feira. Com sede em Ilhéus (BA), o projeto é resultado de cooperação entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

O presidente da Embrapa, Celso Luiz Moretti, mencionou que desde 2012 a empresa trabalha com unidades mistas de pesquisa – conceito originalmente francês – e demostrou satisfação diante da colaboração entre as entidades. “É uma grande satisfação estar de mãos dadas com a Ceplac nesse momento. Eu não tenho dúvidas de que essa é uma maneira inovadora, criativa e moderna de avanço em temas para pesquisa, desenvolvimento e inovação na agricultura brasileira”, afirmou.

Moretti, que revelou no evento de lançamento que quando era estudante imaginou um dia trabalhar na Ceplac, declarou que a aliança entre as empresas será uma grande oportunidade para compartilhar recursos humanos, infraestrutura e conhecimento, visando a contribuição para o desenvolvimento competitivo e sustentável da cacauicultura brasileira. “A tendência, ao usar investimentos, é construir prédios e laboratórios e comprar novos equipamentos, quando, na verdade, podemos unir forças e favorecer o agro brasileiro. É isso que vamos fazer. Contem com a Embrapa”, disse.

Waldeck Araujo Jr., diretor-geral da Ceplac, detalhou como funcionará a parceria, que inicialmente será entre as duas instituições, mas que visa, segundo ele, a futura criação de uma rede de pesquisa e inovação composta por produtores, cooperativas, fundações, associações, universidades e outras organizações. “De um lado temos a Ceplac, com todo conhecimento e prospecção desenvolvidos ao longo de 64 anos, e do outro lado, a Embrapa, com 48 anos de dedicação ao agro brasileiro, com os mais de 2.200 pesquisadores e laboratórios em nível de excelência em tecnologia. Isso resultará no compartilhamento de recursos, governança e pesquisa, com foco na produtividade, sustentabilidade e qualidade”, esclareceu.

Para a ministra Tereza Cristina, o lançamento da Unidade é motivo de comemoração. “Finalmente chegou o dia que esperávamos há muito tempo! Hoje é um dia muito significativo para o fortalecimento da cadeia de cacau no Brasil, que é importante para todos nós, por ser uma cultura que oferece múltiplos benefícios, desde a geração de emprego e renda à preservação da floresta, por meio da fixação de carbono”, contou. A ministra Tereza Cristina garantiu um investimento inicial de R$ 4,7 milhões para a entidade, que fortalecerá o desenvolvimento genético e controle de doenças, e prometeu buscar mais R$ 15 milhões em parcerias com a iniciativa privada nos próximos dois anos.

A cultura do cacau é caracterizada pela predominância da agricultura familiar e possui mais de 70 mil produtores em todo Brasil. O país é o 7º maior produtor e o 5º maior consumidor do produto no mundo, mas a produção nacional necessita de investimentos. “Nossa produção de cacau é insuficiente diante da demanda. Por meio da parceria entre a Embrapa e a Ceplac, esforços serão direcionados para promover pesquisa e desenvolvimento sustentável à essa atividade agrícola no país. Nossa meta é buscar a autossuficiência até 2025”, anunciou Tereza Cristina. Para atingir essa meta, a ideia é trabalhar com todos os elos da cadeia produtiva para aumentar a produção. “Com todo o conhecimento disponível na Embrapa, vamos viabilizar a modernização da Ceplac e, assim, produziremos um cacau cada vez melhor, adaptado às características naturais e climáticas do Brasil”, destacou a ministra.

O evento foi transmitido pelo canal oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Youtube, e contou com a presença da ministra Tereza Cristina; do presidente da Embrapa, Celso Luiz Moretti; do diretor-geral da Ceplac, Waldeck Araujo Jr; e outros representantes das instituições envolvidas.

Fonte: Embrapa
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Notícias

AgroResidência leva capacitação para jovens estudantes

Por redação 06/05/2021
Escrito por redação

- AgroResidência leva capacitação para jovens estudantes

Com o objetivo de capacitar jovens estudantes e graduados para atuarem no campo, o AgroResidência – Programa de Residência Profissional Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), já está com diversos projetos em andamento pelo país. No total, 76 projetos de instituições de ensino foram selecionados no primeiro edital para que desenvolverem atividades de qualificação técnica de 943 estudantes e recém-egressos dos cursos de ciências agrárias e afins.

A proposta é aproximar o universo acadêmico com a realidade do campo, contribuindo para a formação de profissionais capazes de dar respostas às demandas dos diferentes segmentos da agropecuária, e, ao mesmo tempo, promover o senso de responsabilidade ética.

Atualmente, são 35 projetos no Nordeste, 15 no Norte, oito no Centro-Oeste, oito no Sudeste e dez no Sul. Cada projeto leva em conta as características das atividades agropecuárias de cada região, potencial e necessidade.  “Enquanto no Tocantins estamos com projetos voltados para a cadeia produtiva do leite e para a pecuária de corte; no Sertão sergipano, um outro projeto trabalha com os jovens a otimização de sistemas de produção de milho e forragens e, no Rio Grande do Sul, as temáticas são as práticas agronômicas de manejo e conservação do solo, agricultura de precisão e outras”, explica o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Em Minas Gerais, nos municípios de Viçosa, Lagoa Formosa e Conselheiro Lafaiete, quatro residentes já estão colocando-os em prática os novos conhecimentos. “As atividades são voltadas para nutrição animal, planejamento forrageiro e aumento de qualidade, com o propósito de ampliar a produção de leite e a rentabilidade do produtor”, destaca a professora orientadora Polyana Rotta.

Um dos residentes do projeto, Tarcis Raimundi, 25 anos, participa do AgroResidência desde janeiro deste ano. Formado em zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), o jovem conseguiu um emprego após a experiência adquirida durante as atividades.

“Participar do projeto foi muito enriquecedor, pois pude colocar em prática as minhas habilidades e competências adquiridas durante a graduação. Além disso, estive inserido em um ambiente onde pude agregar ainda mais conhecimento e, com isso, atualmente estou empregado”, comemora.

Outro projeto que já está com os alunos em campo ocorre no município de Iguatu, no Ceará. Os dez residentes aprendem técnicas de agricultura de precisão e manejo racional da adubação e dos recursos hídricos, com o auxílio do geoprocessamento, sensoriamento remoto e machine learning.

“Buscamos abranger diversas atividades do meio agropecuário, como produção, serviços e indústria, trazendo unidades residentes parceiras que abrissem espaço aos novos talentos do agro. Ao mesmo tempo, fossem beneficiadas com o capital intelectual desses jovens profissionais”, ressalta o professor orientador Vinícius Calou.

Os participantes estão alocados em Unidades Residentes (UR) com grande vocação agropecuária, atuando diretamente em pequenas, médias e grandes propriedades, escritório de projetos de crédito rural, consultoria e assistência técnica, abate e processamento de carnes, execução e manejo de projetos de irrigação e de topografia e aerolevantamentos.

“O residente é beneficiado, principalmente, pela oportunidade de construção de sua carreira. As Unidades Residentes ganham na contratação de um profissional qualificado e preparado para a atividade. O professor orientador tem o privilégio de promover a extensão dos conhecimentos. E o agro, de maneira geral, ganha com a difusão de tecnologias, com o volume de negócios que são construídos devido ao auxílio dos residentes e com o desenvolvimento regional e de seu povo”.

Egresso do curso de agronomia da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Luís Luna, 27 anos, participa do projeto no Ceará e destaca as oportunidades. “Políticas públicas como esta são de fundamental importância tanto para pequenos e médios produtores rurais, que muitas vezes não têm acesso à assistência técnica especializada, como para jovens, como eu, que necessitam de experiência para adentrar no mercado. O conhecimento prático, com certeza, servirá como base para o futuro profissional que estou construindo”.

 

- AgroResidência leva capacitação para jovens estudantes

Professor orientador Vinícius Calou e aluno residente Luís Luna em atividade

No Pará, o projeto “Unindo a Teoria com a Prática” também iniciou as atividades, com nove residentes. Em unidades demonstrativas de campo, eles trabalham com manejo da soja e do milho, e vivenciam o dia a dia da assistência técnica agronômica.

O engenheiro agrícola e professor orientador, Eloi Gasparin, destaca a necessidade de mão-de-obra qualificada para atender a demanda de desenvolvimento agrícola crescente na Região Norte.

“A residência profissional agrícola vem com o objetivo de sanar lacunas que se fazem presentes e que se tornam obstáculos para que a região alcance números ainda maiores em termos de produtividade e desenvolvimento agrícola. Oferece para os alunos egressos um excelente complemento na sua formação, pela prática vivida na rotina do produtor, e, por consequência, fornece assistência técnica supervisionada ao produtor, que alcança maior produtividade pelo manejo adequado dos seus recursos naturais”, afirma Gasparin.

Graduada em agronomia pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Jennifer Gomes, 24 anos, busca oportunidades a partir da residência.

“O AgroResidência vai colaborar com o aprofundamento dos meus conhecimentos práticos e teóricos, ampliando minhas possibilidades de atuação na minha área de formação, além de aumentar, significativamente, minha confiança como profissional”, explica a residente.

Quem também está animado com o início das atividades é o residente Nalbert Ramon, de 23 anos, formado em agronomia na UFOPA. “Minhas expectativas com o projeto são de vivenciar uma experiência real de trabalho, podendo acompanhar todos os processos, atividades e dificuldades do dia a dia no campo”, afirma.

- AgroResidência leva capacitação para jovens estudantes

Residentes em atividades de campo no Pará

 

Como funciona o AgroResidência

Por meio de Editais de Chamamento Público, o Mapa seleciona propostas apresentadas por instituições de ensino de todo o país para a qualificação técnica dos estudantes. Após o processo de seleção, o resultado é divulgado no portal do Mapa.

Os interessados na residência profissional agrícola devem entrar em contato com as instituições de ensino escolhidas para obter informações sobre a seleção dos residentes. Cada instituição determina os próprios critérios e procedimentos de seleção, respeitando o estabelecido pelo Programa.

O AgroResidência é voltado para jovens, com idades entre 15 e 29 anos, estudantes ou recém-egressos de cursos de nível médio ou superior de ciências agrária e afins. Os estudantes deverão ter cursado todas as disciplinas e os egressos deverão ter concluído o curso há, no máximo, 24 meses – inicialmente o prazo era de 12 meses, mas foi ampliado devido à pandemia do coronavírus e deve seguir assim até dezembro 2021.

São custeadas as bolsas para residentes e professores orientadores, havendo a possibilidade, em alguns casos, de custeio de bolsa para coordenador técnico e administrativo. A política pública prevê, ainda, custos com a participação de residentes, professor orientador, técnico orientador e de colaboradores eventuais em reuniões, oficinas, seminários, congressos e afins.

São consideradas Unidades Residentes para a realização das atividades: fazendas ou unidades de produção, empresas do agronegócio, cooperativas, empresas de assistência técnica, nacionais ou internacionais, da administração direta e indireta, e a sociedade civil organizada.

A Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF) do Mapa, por intermédio do  Departamento de Desenvolvimento Comunitário, é responsável por coordenar as ações de implementação do AgroResidência, instituído por meio da Portaria nº 193, de 16 de junho de 2020. Os recursos federais para o programa totalizam R$ 17,1 milhões.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Transcamila completa 25 anos em logística para o agro

Por redação 06/05/2021
Escrito por redação

- Transcamila completa 25 anos em logística para o agro

Há 25 anos, a Transcamila, empresa focada na logística, armazenamento, distribuição e transporte de defensivos agrícolas, iniciava suas atividades no Brasil. Com matriz na cidade de Maringá (PR), a empresa atende todo o território nacional, com ênfase nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Suas filiais estão localizadas nas cidades de Barueri (SP), Ibiporã (PR), Paranaguá (PR), Porto Alegre (RS) e Rondonópolis (MT).

“Durante todo esse tempo, nos dedicamos exclusivamente ao transporte e armazenagem de agroquímicos. São mais de 7,5 milhões de quilômetros rodados por ano, 300 veículos entre próprios e agregados e 17 mil m² de armazéns dotados de rigorosos e modernos sistemas de segurança, equipamentos e profissionais altamente capacitados, que garantem operações seguras, com informações e processos rápidos e precisos”, declara Carlos Alberto da Silva, Diretor Geral da Transcamila.

História

Em 2008, a Luft Logistics assumiu o controle acionário da Transcamila, mantendo a identidade da empresa em sua forma de atuação. A Transcamila conta com pessoal especializado e treinado e constantes investimentos em equipamentos de manuseio, armazenagem, movimentação, tecnologia da informação e de segurança. Seus armazéns apresentam rigorosos controles e monitoramento em CFTV, com veículos monitorados e controlados 24 horas por dia.

“Nossa frota diversificada permite maior flexibilidade na adequação da carga, agilizando prazos e reduzindo custos. Treinamos nossos motoristas e seguimos um programa rigoroso de controle de manutenção de frota, que é atualizada regularmente, a fim de garantir aos nossos clientes a certeza de que suas cargas chegarão em segurança”, afirma Carlos Eduardo Bonelli da Silva, Gerente de Planejamento Operacional da Transcamila.

Rastreamento

Todos os veículos da empresa são equipados com o mais moderno sistema de geoposicionamento (GPS) e comunicação via satélite, que permite sua localização, em tempo real, em qualquer estrada ou ponto do país, além de comunicação direta a qualquer instante entre os motoristas e filiais.

A empresa trabalha com roteiros exclusivos, com produtos carregados no mesmo veículo que fará a entrega final. Este procedimento reduz riscos de eventuais avarias decorrentes da movimentação e garante a qualidade dos produtos transportados.

Fonte: Transcamila
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Desembolso do crédito rural atingiu R$ 201 bilhões

Por redação 06/05/2021
Escrito por redação

- Desembolso do crédito rural atingiu R$ 201 bilhões

Entre julho do ano passado a abril deste ano foram liberados R$ 201,43 bilhões aos produtores rurais e cooperativas de produção. O crescimento verificado foi de 12% em relação a igual período da safra anterior. “Decorridos dez meses da safra 2020/2021, o valor das contratações de crédito rural continua com desempenho crescente, indicativo de que todo o orçamento programado será executado” diz o diretor de Crédito e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Vaz de Araújo.

A novidade, de acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, é que nesse montante foram contabilizadas as aquisições de CPRs (Cédulas de Produto Rural) e operações com agroindústrias, que somaram R$ 10,84 bilhões entre julho e fevereiro deste ano .

O destaque desta safra tem sido para o investimento, cuja elevação percentual foi de 46%, comparativamente à safra passada, atingindo R$ 59,56 bilhões. O custeio teve um crescimento de 19% e representou R$ 102,46 bilhões. Pela primeira vez nesta safra, a comercialização aumentou o montante contratado (R$ 18,35 bilhões), e a industrialização atingiu R$ 10,22 bilhões, com crescimento equivalente a 4%.

Do total das operações contratadas no período, as fontes controladas correspondem a 60%. No caso do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), essas fontes respondem por quase 100% do valor contratado, o que evidência a prioridade de acesso ao crédito rural oficial aos pequenos e médio produtores.

Entre as contratações de crédito rural realizadas com recursos controlados (R$ 120,19 bilhões), destaca-se a participação da Poupança Rural Controlada (R$ 45,78 bilhões) e dos Recursos Obrigatórios (R$ 37,95 bilhões), apesar da diminuição em 16% na utilização destes comparativamente à safra passada.

Quanto à participação das fontes não controladas (R$ 81,24 bilhões), a LCA – Letras de Crédito do Agronegócio (R$ 38,29 bilhões) e a Poupança Rural Livre (R$ 25,11 bilhões) foram as mais representativas. Especialmente neste final de safra, ficou evidenciado o aumento de 6% das contratações com fontes não controladas e de 17% com fontes controladas.

Em relação aos financiamentos realizados nos programas de investimento, com recursos da fonte BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), administrados pelo Mapa, os programas que se destacaram, pelo valor contratado e respectivo aumento, foram o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 7,10 bilhões (9%), o Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC): R$ 2,15 bilhões (10%) o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,58 bilhão (27%), o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,84 bilhão (63%) e o Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 766 milhões (117%).

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
06/05/2021 0 Comentários
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