segunda-feira, novembro 2, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
segunda-feira, novembro 2, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Agrishow é adiada para abril de 2022 devido à pandemia

Por redação 06/05/2021
Escrito por redação

- Agrishow é adiada para abril de 2022 devido à pandemia

Pelo segundo ano consecutivo, a Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), realizada em Ribeirão Preto, uma das mais importantes do segmento no mundo, será adiada em razão da pandemia. A nova data prevista para o evento é dos dias 25 e 29 de abril de 2022. A decisão foi comunicada pela organização, por meio de nota. A Agrishow, em 2021, estava programada para o mês de junho.

Pesquisa da Informa Markets Brasil ouviu  todos os expositores da Agrishow 2020 referente a realização da feira em 2021. O resultado mostrou que a maioria dos expositores não acreditava nesta possibilidade em razão das barreiras sanitárias e de todo o cenário de incertezas em decorrência da pandemia de Covid-19.

Contudo, muitos dos entrevistados indicaram também haver interesse em outras soluções que propiciem oportunidades de networking, experiências e negócios em 2021, que não pode passar em branco. Assim sendo, enquanto a feira presencial não acontece, será realizada a “Jornada Agrishow” uma sequência de ações que oferecerá diversas soluções de audiência e conteúdo digital especializado no decorrer deste ano. A data do digital ainda será divulgada.

No ano passado, a Agrishow pela primeira na história fez um evento totalmente on-line voltado para as necessidades do produtor e da cadeia produtiva. A edição especial foi batizada de Agrishow Experience e ocorreu entre os dias 14 e 18 de setembro de 2020.

 

 

06/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Ministra lista prioridades para o próximo Plano Safra

Por redação 05/05/2021
Escrito por redação

- Ministra lista prioridades para o próximo Plano Safra

As prioridades para o próximo Plano Safra continuarão sendo os pequenos e médios produtores rurais, além de incentivos para a produção de milho, para a irrigação e para o armazenamento. O tema foi debatido nesta quarta-feira (5) em reunião da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

“Desde o início temos tentado priorizar os pequenos e médios produtores com o crédito, com base na premissa de que, para esses grupos o crédito rural oficial é mais importante, uma vez que os produtores maiores conseguem obter outras fontes de financiamento”, disse a a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, lembrando que o Plano Safra 2021/2022 ainda está em negociação com a área econômica do governo.

Segundo a ministra, o governo também trabalha em incentivos para a produção maior de milho no Brasil. “A produção de milho vem batendo recordes no Brasil, mas esse é um produto que cada vez nós usamos mais. O mundo e o Brasil precisam de milho porque ele agrega valor no frango, suínos, bovinos, peixes, leite. O Mapa vem fazendo desde o ano retrasado uma campanha para aumento da área de milho”, disse, lembrando que na semana passada o Conselho Monetário Nacional aprovou medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022.

A ampliação de recursos para armazenamento também será importante por causa das expectativas de aumento na produção agropecuária. “Todas as expectativas são que a safra atual e a próxima safra serão maiores. Nós acompanhamos a compra de insumos e estamos vendo que os produtores estão comprando mais fertilizantes, então isso é um sinal de que o agricultor continua com boa expectativa, acreditando nas políticas públicas e com certeza teremos isso revertido em uma safra ainda maior do que a deste ano”, disse a ministra.

A abertura de mercados para produtos brasileiros também foi destacada pela ministra na audiência. Segundo ela, desde 2019 foram abertos 134 mercados para os produtos do agronegócio brasileiro: 34 em 2019; 74 em 2020; e 26 nos quatro primeiros meses de 2021. “Desde o primeiro ano do governo trabalhamos muito porque precisávamos ter mais aberturas de mercados. A exportação traz equilíbrio aos preços internos”, disse.

Previsões 

A ministra anunciou que será lançado ainda em maio a ferramenta Analisa CAR, que será um módulo de análise dinamizada do Cadastro Ambiental Rural, disponibilizadas para os estados. “São mais de 7 milhões de cadastros no Brasil todo que poderão ser analisados de maneira remota, para que os estados possam fazer isso através de sensoriamento remoto de maneira mais célere”.

A liberação de seis estados brasileiros como zonas livres de febre aftosa sem vacinação também foi abordada pela ministra. Ela lembrou que essas áreas já foram aprovadas pelo comitê técnico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e no final de maio, a assembleia da OIE deverá aprovar os estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. “Isso é muito importante para vender carne para países que exigem essa opção e que pagam mais caro pela carne. Há uma série de exigências, os estados tiveram que se empenhar, colocar recursos e ter todos os requisitos para chegar neste momento”, ressaltou Tereza Cristina.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
05/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Valtra completa 70 anos de história com foco em inovação

Por redação 05/05/2021
Escrito por redação

- Valtra completa 70 anos de história com foco em inovação

A Valtra, especialista na concepção e fabricação de máquinas e implementos agrícolas, completa 70 anos de história no mundo inteiro. A marca finlandesa comemora a data disponibilizando no mercado uma série de produtos como tratores, plantadeiras, colheitadeiras, pulverizadores, implementos, entre outros, como tecnologias inovadoras que contribuem para o dia a dia do profissional no campo, de maneira personalizada.

“Celebramos este marco histórico oferecendo aos agricultores, nossos parceiros, o que há de melhor em soluções e maquinários agrícolas. Temos em nosso DNA uma mescla de tradição com inovação tecnológica que permite aos nossos clientes terem mais facilidade e conveniência durante o trabalho e, ao mesmo tempo, possibilitando o aumento do rendimento da produção como um todo, além de práticas sustentáveis”, exalta Alexandre Vinícius de Assis, diretor de vendas Valtra.

Há 70 anos, o foco da marca estava na mecanização da agricultura. A Valtra, então conhecida como Valmet, começou a produção em série de tratores em 1951, na Finlândia. O primeiro modelo foi o Valmet 15 que, como o nome indica, tinha 15 cavalos de potência e foi projetado para substituir um cavalo em uma pequena fazenda. Mais tarde, o foco se expandiu para outros objetivos, como, por exemplo, melhorias na segurança do trabalho, fazendas em crescimento e o sucesso dos negócios rurais.

“A Valtra sempre teve uma relação particularmente muito próxima com seus clientes. As tecnologias e serviços que a marca oferece sempre estiveram à altura da tarefa de atender às necessidades dos agricultores, tanto em termos de tratores quanto outros maquinários e serviços. Mas foi nos últimos 10 anos que os maiores saltos foram dados e, nos próximos anos, veremos que a digitalização e a tecnologia de agricultura de precisão mudarão a cara da agricultura de forma significativa”, explica Assis.

No Brasil, a marca celebrou 60 anos no ano passado. A então estatal Valmet deu início às suas atividades oficialmente no país nos primeiros meses de 1960, depois de um período de abertura comercial entre os governos de Brasil e Finlândia. Na década de 1990, a empresa foi privatizada e seu nome alterado para Valtra-Valmet e, em seguida, para Valtra. Em 2004, ela foi comprada pela AGCO e, atualmente, tem seu parque industrial sediado em Mogi das Cruzes (SP).

Foi da Valtra o primeiro trator estreito, desenvolvido para combater uma crise de pragas nas lavouras brasileiras de café nos anos 1960. Na década de 1970, época em que o país passou por uma crise energética, a marca desenvolveu também o primeiro e mais eficiente trator com motor de ignição a diesel e torque a álcool e, nos anos 1990, o primeiro trator com cabine e ar-condicionado. Acrescenta-se ao histórico ainda o fato da Valtra também ter sido a primeira a lançar tratores com tração 4×4 no mercado brasileiro.

“Somos pioneiros no ramo que trabalhamos e, neste 70º aniversário, seguimos com a visão otimista de crescimento para os próximos anos, tanto em escala mundial quanto nacional. Mesmo com uma história tão impressionante atrás de nós e com os desafios que temos pela frente, nossos olhares estão postos no futuro e em desenvolvermos soluções para os agricultores cada vez mais tecnológicas, pioneiras e que agreguem valor. Esse é o diferencial que carregamos ao longo desses anos todos”, explica o executivo.

Valtra no Brasil

Com um portfólio totalmente renovado, a Valtra disponibiliza no mercado alta tecnologia, conectividade e inteligência nos produtos que disponibiliza no mercado. Um destaque são os tratores da série A2R, que oferecem mais economia para o produtor. Com o motor trabalhando com alto torque e baixa rotação, o consumo do combustível é até 10% menor durante suas atividades diárias. Sua capacidade de levante é 6% superior às opções do mercado, o que permite trabalhar com implementos maiores e mais pesados, aumentando a possibilidade de operações.

A Série A4 HiTech traz alta tecnologia para gerar até 12% de economia de combustível por hectare trabalhado. A combinação perfeita entre motor agrícola AGCO Power e transmissão HiTech4 PowerShift torna esse trator insuperável no campo. No ano de 2020, a Valtra inovou com o novo modelo A144 HiTech de 145cv, disponibilizando um trator com motor eletrônico AGCO Power de 4 cilindros de alto torque, mantendo o baixo consumo de combustível, além da transmissão Power Shift com troca de marchas automática.

Já os tratores BH HiTech maximizam o rendimento no campo com maior aproveitamento da sua área de plantio. Com a transmissão inteligente HiTech3 PowerShift, o BH HiTech aumenta em até 8% o número de hectares trabalhados por hora. Em conjunto com o Motor AGCO Power, é possível, ainda, economizar 10% em combustível.

As máquinas da série T CVT, pioneiras nesse tipo de transmissão, que quer dizer Continuously Variable Transmission – Transmissão Continuamente Variável, funciona de maneira inteligente e versátil, pois trabalha com um número infinito de marchas e velocidades, permitindo que o produtor encontre a velocidade ideal à sua operação, oferecendo rendimento de até 30% a mais, além do motor eletrônico com o sistema AGCO Power que traz o melhor controle da potência e velocidade para garantir 25% menos consumo de combustível.

Em termos de plantadeiras, destaque para a Momentum, que foi projetada para superar todos os desafios dos grandes produtores. Desenvolvida no Brasil, ela oferece economias que chegam a R$ 50 mil por safra, possui duas versões para adequar perfeitamente às necessidades de cada lavoura: a Momentum Sementes, com 24, 30 e 40 linhas, e a Momentum Sementes & Fertilizantes, com 24 e 30 linhas.

O pulverizador Valtra da série BS3300 eleva a performance da operação com um exclusivo sistema pendular por roletes no quadro central, somado à automação do nivelamento das barras, garante estabilidade para o pulverizador. Além disso, o Motor AGCO Power garante a força e a economia, de até R$ 140 mil em sete anos de operação, necessárias para alavancar a produção agrícola.

Fonte: Valtra
05/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Case IH vence Prêmio Visão Agro em Máquinas Agrícolas

Por redação 05/05/2021
Escrito por redação

- Case IH vence Prêmio Visão Agro em Máquinas Agrícolas

A Case IH, marca da CNH Industrial, conquistou o título de marca mais lembrada, de acordo com o voto popular, na categoria “Máquinas Agrícolas” pelo Prêmio Visão Agro. A premiação é organizada pela empresa que leva o mesmo nome do prêmio e acontece há 18 anos, considerando as indústrias mais atuantes no mercado sucroenergético. A premiação ocorreu de forma virtual, no dia 20 de abril.

Para o diretor de Marketing Comercial da Case IH, Eduardo Penha, o reconhecimento do público comprova a força da montadora nos campos brasileiros. “Ser a marca mais lembrada pelos produtores é um reconhecimento muito importante, um sinal de que nossas máquinas são, cada vez mais, referência de eficiência no campo. A premiação mostra que estamos no caminho certo, oferecendo os melhores e mais inovadores produtos e soluções para agronegócio”, afirma.

A Case IH tem grande atuação no mercado sucroalcooleiro, sendo pioneira no desenvolvimento da colheita mecanizada de cana-de-açúcar. Há 77 anos, a marca lançou a colhedora Austoft e hoje tem a maior frota de colhedoras ativas no mundo, sendo que o atual modelo, o A8810, é referência em economia de combustível e em aumento de produtividade.

Além das colhedoras, a Case IH oferece um portifólio completo de soluções para o mercado canavieiro, como os tratores Magnum e Puma e os pulverizadores Patriot 350 e 250. “Estamossempre junto aos produtores, ouvindo e trabalhando para atendermos as suas principais necessidades. Por isso, somos constantemente lembrados por eles”, complementa Penha.

O Prêmio Visão Agro conta com o apoio de grandes instituições, como: USP Esalq, Sebrae SP, Datagro, Ceise BR, Faesp, Senar, Pecege, Orplana, Siamig, SPC Brasil, UFSCAR, SENAI, Alcopar, APLA e Fórum Nacional Sucroenergético.

Fonte: Case IH

 

05/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

CNA e Embrapii assinam acordo de fomento à pesquisa

Por redação 05/05/2021
Escrito por redação

- CNA e Embrapii assinam acordo de fomento à pesquisa

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do Instituto CNA, assinou um termo de cooperação técnica com a Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) para desenvolver projetos e pesquisas para fomentar a inovação das empresas agroindustriais do país.

Com o acordo, que terá vigência de três anos, as entidades vão promover ações e realizar estudos em favor do aumento da tecnologia aplicada às empresas agroindustriais e empresas nascentes de base tecnológica (startups).

“Por meio dessa parceria esperamos reunir competências e concentrar esforços no atendimento das necessidades do produtor rural do futuro”, afirmou o coordenador de Inteligência de Dados da CNA, Diego Humberto de Oliveira.

Segundo ele, com a identificação dos principais desafios desses produtores, será possível proporcionar novas capacitações e indicar tecnologias que contribuirão para o aumento da competitividade da agropecuária nos próximos anos.

Para o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, a parceria com a CNA vai permitir o desenvolvimento de soluções inovadoras para beneficiar ainda mais o setor agropecuário brasileiro.

“Investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação no agro é o futuro e a Embrapii conta com uma rede de centros de pesquisa aplicada para desenvolver tecnologias sustentáveis e seguras no campo, incluindo biotecnologia, sistemas de irrigação e Inteligência Artificial”.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
05/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Vendas de máquinas agrícolas cresceram 22,26% no primeiro tri

Por redação 05/05/2021
Escrito por redação

- Vendas de máquinas agrícolas cresceram 22,26% no primeiro tri

As vendas de tratores e máquinas agrícolas totalizaram 10.855 unidades no primeiro trimestre do ano, alta de 22,26% em relação ao mesmo período de 2020 impulsionada pelo desempenho favorável das commodities no país, afirmou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Somente em março foram comercializadas 4.164 unidades de veículos do segmento, um avanço de 15,47% ante o mês anterior. Na comparação com março do ano passado, o crescimento foi de 11,7% mostram os dados

“O cenário permanece positivo para o agronegócio e, considerando o bom desempenho das commodities, a demanda de tratores e máquinas agrícolas se mantém aquecida”, disse em nota o presidente da federação, Alarico Assumpção Júnior.

As exportações brasileiras do agronegócio alcançaram o faturamento total de 11,57 bilhões de dólares em março, um recorde para o mês que nunca havia ultrapassado a marca de 10 bilhões de dólares na série histórica iniciada em 1997, de acordo com o Ministério da Agricultura.

A Fenabrave ressaltou ainda que, por não serem emplacados, os tratores e as máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes. Para outros tipos de veículos, os dados da entidade foram mensurados até abril.

Fonte: Fenabrave com agências
05/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Senar capacita instrutores do Negócio Certo Rural

Por redação 04/05/2021
Escrito por redação

- Senar capacita instrutores do Negócio Certo Rural

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu a primeira formação da metodologia do programa Negócio Certo Rural em formato totalmente online para 22 novos instrutores de 10 estados.

O programa NCR é uma parceria entre Senar e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para passar aos produtores rurais conceitos de empreendedorismo, planejamento e administração e elaboração de planos de negócios.

A capacitação totalmente virtual, que aconteceu em abril, foi um projeto piloto, em razão da restrição de circulação devido à pandemia, conforme explica o assessor técnico do Senar, Mateus Tavares.

“O treinamento foi estruturado no Ambiente Virtual de Aprendizagem com conteúdos e atividades, além disso, oito encontros virtuais foram programados. O treinamento superou as expectativas e aconteceu de maneira bastante participativa e colaborativa, com o máximo de interação entre os participantes. Consideramos que a experiência foi positiva e vai permitir que a instituição promova outras formações no formato virtual”.

- Senar capacita instrutores do Negócio Certo Rural

Participaram instrutores do Senar dos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Tocantins.

Um deles foi o instrutor Éden Soares, do Senar/PA, que ministra cursos da instituição nos municípios de Tucuruí, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Marabá e outras localidades da região Sudeste do estado.

“Ao contrário dos cursos presenciais, a capacitação virtual deu oportunidade de conhecer e trocar experiência com pessoas de outras regiões, com realidades bem diferentes da minha. Isso vai enriquecer, inclusive, o meu trabalho em campo”, concluiu.

O curso Negócio Certo Rural é uma das capacitações disponibilizadas aos produtores rurais no formato online. Para saber mais, acesse o portal de educação a distância do Senar.

Fonte: Senar/CNA

04/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Países aprovam declaração sobre sistemas alimentares

Por redação 04/05/2021
Escrito por redação

- Países aprovam declaração sobre sistemas alimentares

Os países integrantes do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) aprovaram nesta terça-feira (4) uma declaração conjunta para fortalecer sua posição sobre sistemas alimentares. O documento, intitulado “Princípios e Valores da Região para a Produção de Alimentos no Marco do Desenvolvimento Sustentável”, é assinado pelos ministros do Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai e cita pontos como segurança alimentar, desenvolvimento sustentável, respeito às diferenças locais e cooperação internacional.

Os ministros dos cinco países se reuniram na manhã de hoje, de forma virtual. A declaração pontua que não existe um modelo único de desenvolvimento que sirva a todas as nações do mundo. “Portanto, é essencial uma visão inclusiva da sustentabilidade dos sistemas alimentares com soluções que se adaptem às realidades e necessidades locais, com base em sólidos argumentos científicos”, diz o texto.

Segundo a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina, o documento fortalecerá a posição conjunta dos países signatários. “Essa Declaração reflete o exercício construtivo e o bom diálogo entre todos nós, o que resultou em um texto ao mesmo tempo contundente e equilibrado. Levará, certamente, uma mensagem a ser internacionalmente considerada na promoção dos nossos interesses”.

A ministra destacou a necessidade de os países da América do Sul pensarem em uma mensagem única da região para a Cúpula dos Sistemas Alimentares, que será promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro deste ano. “Devemos registrar nossas posições e formar coalizões em torno das áreas de ação de nosso interesse”, disse Tereza Cristina, reforçando sua disposição para trabalhar em coordenação com os demais países. “Todos os recursos técnicos e diplomáticos de nossos países serão exigidos para que a voz da América do Sul seja, de fato, ouvida na dinâmica da Cúpula”.

Como parte do processo preparatório para a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, o governo brasileiro, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, está organizando o Diálogo Nacional, com o objetivo de ouvir a sociedade sobre o aprimoramento do sistema alimentar brasileiro. As três primeiras videoconferências serão realizadas entre os dias 10 e 14 de maio de 2021.

No evento de hoje, Tereza Cristina também reiterou o apoio do Brasil à reeleição de Manuel Otero como Diretor-Geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (Iica), posição que foi ratificada pelos demais ministros.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
04/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Congresso debate oportunidades e desafios do ILPF

Por redação 04/05/2021
Escrito por redação

- Congresso debate oportunidades e desafios do ILPF

Nesta terça e quarta-feiras (4 e 5), as oportunidades e os desafios do sistema de produção em Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) serão debatidos no II Congresso Mundial sobre o tema (WCCLF 2021, sigla em inglês), em formato 100% digital, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Embrapa, Rede ILPF, Semagro e Famasul e FB Eventos.

Soluções tecnológicas para esse modelo de produção sustentável também estão na programação do congresso e integram o ILPF Conecta. Dez startups foram selecionadas a apresentar suas soluções para o desenvolvimento de atividades agrícolas, pecuárias e florestais integradas em uma mesma área, de maneira consorciada, rotacionada ou em sucessão, de modo que haja interação entre os componentes, gerando benefícios mútuos.

As AgTechs (startups com foco em atividades voltadas ao agronegócio) realizarão apresentações de seus pitches ao vivo no primeiro dia do WCCLF, 4 de maio. As três finalistas estarão classificadas para a fase de apresentações ao vivo no dia 5 e também para o Agrobit Brasil 2021.

O coordenador-Geral de Articulação para Inovação, Daniel Trento, destaca a participação de 17 fundos e aceleradoras no evento. “Temos uma grande representatividade dos fundos que movimentam as AgTechs no país. É uma excelente oportunidade para as startups do setor”, declarou.

Das 89 iniciativas inscritas, 76 foram validadas. As principais temáticas abordadas pelas empresas em suas soluções tecnológicas foram mudanças climáticas e integração dos sistemas de produção, sendo 28 e 23 propostas, respectivamente.

- Congresso debate oportunidades e desafios do ILPF

O secretário-adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Cleber Soares, explica que os sistemas ILPF são um dos pilares do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC), que reúne os compromissos assumidos pelo Brasil na COP 15 para redução das emissões de gases de efeito estufa no setor agropecuário.

Entre os principais benefícios dos sistemas ILPF estão o aumento da produção em uma mesma área; a diversificação de fontes de renda; o melhor aproveitamento dos insumos; a melhoria dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo; e a melhoria da ambiência e do bem-estar animal. Além disso, os sistemas ILPF reduzem a pressão pela abertura de novas áreas; recuperam áreas degradadas ou com baixa capacidade produtiva; e promovem a descarbonização dos sistemas produtivos, mitigando as emissões de gases de efeito estufa e aumentando o sequestro de carbono no solo e na biomassa.

“Os sistemas de integração vêm sendo adotados em graus diversos nos biomas brasileiros, em uma área estimada em 17 milhões de hectares, com destaque para os Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais”, complementou Soares.

Maior evento mundial 

O WCCLF 2021, no qual o ILPF Conecta está inserido, é promovido pelo Mapa; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Associação Rede ILPF; Federação de Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul; e Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul.

Ao todo, serão 30 palestras ministradas por cientistas, pesquisadores da Embrapa e de outras instituições brasileiras e estrangeiras, representantes da FAO, do Mapa, produtores e dirigentes de empresas privadas. Apresentação do ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Rattan Lal, da Universidade do Estado de Ohio, está na programação. Mais informações acesso o site.

Fonte: Embrapa/Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
04/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

ILPF ganha softwares para manejo do componente florestal

Por redação 04/05/2021
Escrito por redação

- ILPF ganha softwares para manejo do componente florestal

Depois do seu pioneirismo no Brasil na estruturação da primeira Indicação Geográfica do Brasil, ocorrida a partir dos anos 1990, especialistas da Embrapa – pesquisador Jorge Tonietto, e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – professora Kelly Lissandra Bruch, recomendam agora modernizar o marco regulatório das indicações geográficas do Brasil. O assunto é tema da publicação “A Indicação de Procedência da Lei nº 9.279/1996 e demandas de aprimoramento do Marco Legal” e foi tema de Live comemorativa ao Dia Internacional da Propriedade Intelectual,  e lançada na solenidade de aniversário de 48 anos da Embrapa.

O estudo avaliou as Indicações de Procedência de produtos brasileiros para compreender como os produtores as estruturaram. A partir disso, foram propostas mudanças que irão nivelar e harmonizar a nomenclatura brasileira com a internacional, equiparando os conceitos. As alterações irão beneficiar os produtores brasileiros, além de contribuir com a estruturação das políticas pública nacionais, para que se tornem mais efetivas. A proposta relaciona-se com as 77 Indicações Geográficas brasileiras já reconhecidas, sendo 62 na modalidade Indicação de Procedência e 15 na modalidade Denominação de Origem, bem como poderá beneficiar centenas indicações geográficas que poderão ser registradas no futuro.

Segundo destaca Tonietto, para serem reconhecidas, estas Indicações de Procedência tiveram que comprovar, entre outros, que o nome geográfico tinha se tornado conhecido como um centro de produção, elaboração ou fabricação do produto. Equivale a dizer que se trata de produtos com renome. O estudo constatou que, além de os produtos das Indicações de Procedência brasileiras terem renome e procederem de uma região delimitada, os mesmos cumprem inúmeros requisitos específicos, definidos pelos produtores em cada Indicação de Procedência, que marcam a identidade de cada origem e o vínculo do produto com o território.

“Esta realidade demonstra que as Indicações de Procedência brasileiras são distintas daquelas definidas nas legislações internacionais, como a Convenção da União de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial, de 1883, ou o Acordo de Madri, de 1891”, pontua Kelly. Ela complementa que isto reforça o entendimento de que as Indicações de Procedência brasileiras são, de fato, Indicações Geográficas, como são denominadas nos diferentes países do mundo, inclusive junto à Organização Mundial do Comércio(OMC), da qual o Brasil é membro.

Outro ponto que o estudo chama a atenção é que, em nível internacional, as Indicações Geográficas podem ser reconhecidas quando um produto possui renome, qualidades ou outras características associadas à origem da produção, sendo que no Brasil este reconhecimento somente pode ser obtido pela comprovação do renome. Com isto, os produtores nacionais ficam prejudicados em comparação com outros países, já que poderiam reconhecer outras Indicações Geográficas existentes.

Na avaliação de Tonietto, o estudo concluiu quanto à necessidade de modernização do marco legal relativo às Indicações Geográficas, visando equalizar a inserção do Brasil no sistema global de Propriedade Intelectual, conferindo condições de equivalência ao existente no cenário internacional, visando aumentar a efetividade deste ativo intangível como instrumento de competitividade e desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Para Kelly, a terminologia “indicação geográfica” comunica de maneira mais objetiva tanto no mercado interno quanto no mercado internacional, permitindo que consumidores possam identificar mais claramente este signo distintivo, compará-lo com os similares e compreenderem melhor o seu significado.

Os autores destacam que o estudo realizado está sendo publicado no que consideram um momento oportuno para colaborar, trazendo elementos e subsídios para a implementação da “Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual 2021-2030”, possibilitando o aprimoramento dos dispositivos da Lei de Propriedade Industrial (LPI nº 9.279 de 1996) e normativas infralegais, subsidiando políticas públicas.

Principais Recomendações do Estudo

  1. Hoje no Brasil as Indicações Geográficas podem ser da modalidade Indicação de Procedência e na modalidade Denominação de Origem. O estudo recomenda que seja adequado para Indicações Geográficas e Denominações de Origem.
  2. Com isto, as atuais Indicações de Procedência reconhecidas seriam automaticamente reenquadradas como Indicação Geográfica, pois já atendem os critérios de qualificação.
  3. Ainda, nesta proposta, a Indicação Geográfica poderia obter o registro quando uma qualidade, reputação ou outra característica do produto fosse atribuída à sua origem geográfica, como previsto na definição do Acordo ADPIC da Organização Mundial do Comércio. Isto também beneficiará os produtores, já que atualmente no Brasil somente podem ser registradas como Indicação de Procedência exclusivamente aquelas que comprovem a existência de renome.

 

Fonte: Embrapa
04/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui