segunda-feira, novembro 2, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
segunda-feira, novembro 2, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Pragas de pastagens merecem atenção dos pecuaristas

Por redação 04/05/2021
Escrito por redação

- Pragas de pastagens merecem atenção dos pecuaristas

Além de afetarem o desenvolvimento de forrageiras, diversos insetos causam prejuízos diretos à pecuária comprometendo a produção de carne e de leite

Por muitas décadas os pastos não tiveram uma atenção especial dos pecuaristas. Isto impactou negativamente o crescimento da produtividade por área, que ainda hoje é muito baixa – considerando a média nacional de somente uma unidade animal por hectare (UA). O resultado foi o crescimento cada vez maior de pragas nas pastagens.

Os pecuaristas que desejam continuar ativos na atividade, aumentando a lotação por área e tendo lucro, precisam manter as pastagens sempre sadias – e isso passa inevitavelmente pelo controle de pragas. Classificadas como ocasionais ou gerais, elas podem não causar prejuízos diretos às plantas, mas provocam grandes prejuízos aos pecuaristas. A melhor forma de enfrentar e combater essas pragas, é com base na sua identificação, e adoção de estratégias de manejo preventivo e controle na área de produção.

Existem aproximadamente 500 espécies de insetos vivendo nas pastagens, número que de primeira pode assustar, mas de todas essas, poucas realmente comprometem o rendimento, e um grupo ainda menor tem potencial de provocar danos econômicos significativos à atividade pecuária.

De acordo com a engenheira agrônoma, Andreza Cruz, técnica em sementes da Soesp – Sementes Oeste Paulista de Presidente Prudente/SP, o ataque de pragas pode ser prejudicial em diversos momentos – do desenvolvimento das forrageiras, podendo afetar desde o  desenvolvimento da raiz, até sua parte aérea. “Na fase inicial, por exemplo, elas são responsáveis por causar atrasos ou falhas no estabelecimento de uma nova área de pastagem — o que é péssimo tanto para a produção leiteira quanto para a produção de carne”, destaca.

Se o pecuarista pretende dar início a um confinamento no fim do período de chuvas, por exemplo, ele deve certificar-se de que o pastejo ocorreu normalmente e não teve a interferência indesejada de nenhuma praga, pois isso pode comprometer a alta eficiência do rebanho a ser confinado.

A principal praga – Cigarrinha

O ataque de pragas nas pastagens é dividido em grupos de acordo com o local onde ocorrem os ataques, como raízes, talos e folhas. Entre as mais devastadoras estão as Cigarrinhas, velhas conhecidas dos pecuaristas. Estes insetos, são sugadores de gramíneas, como os capins. Entre as principais cigarrinhas destaque para: Zulia entreriana, Deois flavopicta; Deois schach; e a Mahanarva fimbriolata. “É importante citar também que os ataques de cigarrinhas se iniciam geralmente nos meses chuvosos. Nesse período, ocorre a eclosão dos ovos, que resistem às condições adversas do período da seca, dando origem às ninfas, a fase jovem da cigarrinha”, acrescenta a engenheira agrônoma.

Após a eclosão, as ninfas se alojam na base das gramíneas forrageiras, junto ao solo para sugar seiva, onde permanecem envoltas por uma espuma que elas mesmas produzem por meio da secreção das glândulas de Batelli. Essa espuma os protege da desidratação pela radiação solar e do controle de inseticidas químicos. O ciclo de vida das cigarrinhas costuma variar de acordo com cada espécie: em média, 78 dias (a 25ºC, tendo o período embrionário, a fase de ninfa e a fase adulta, duração de 21, 37 e 20 dias, respectivamente).

Controle 

O controle das cigarrinhas-das-pastagens compreende vários métodos, os quais constituem um programa de controle integrado de pragas (MIP), alinhando os controles químico e biológico, que se configura como a melhor e mais eficaz estratégia.

Essa estratégia inicia-se com a adoção do controle químico exatamente quando surgirem os primeiros adultos após o início da estação chuvosa. Nesse momento, os inseticidas irão agir, principalmente, sobre os adultos de cigarrinhas, já que as ninfas ficam protegidas pela espuma.

Após o controle químico inicial, devem ser realizadas as aplicações do fungo Metarhizium anisopliae (controle biológico) na dosagem mínima de 2,0 x 1012 conídios/ha (200 g de fungo puro) utilizando 200 a 300 litros de água/ha, quando aparecerem as ninfas da segunda e terceira gerações.

Outro controle é o cultural, fazendo o uso de cultivares mais resistentes como a BRS Ipyporã, que tem uma resistência por antibiose que bloqueia o desenvolvimento das ninfas. Por outro lado, outras cultivares devem ser evitadas, tais como Brachiaria decumbens, Brachiaria brizantha cv. La Libertad (MG-4) e Brachiaria ruziziensis, que são altamente susceptíveis aos ataques de cigarrinhas.

Muitos produtores acreditam que o “pé do boi” pode controlar as cigarrinhas, mas não é bem assim. O que acontece é que quando há um pastejo mais intenso entra mais luz na base das touceiras, onde as ninfas estão, podendo ajudar o controle, porém no próximo ciclo elas voltarão mais intensamente. Portanto, pode ser feito um pastejo intenso para ajudar, mas isso não irá acabar com as cigarrinhas do pasto.

Lagartas em pastagens 

Em pastagens, as lagartas são consideradas pragas ocasionais, não ocorrendo de forma recorrente, mas quando estão em altos níveis populacionais elas têm o potencial alto de reduzir a quantidade de forragem disponível. O problema é que isso tem sido cada vez mais comum, principalmente devido aos cultivares de grandes culturas transgênicas com resistência à lagarta e à proximidade com lavouras, por isso a espécie Lagarta-do-cartucho ou lagarta militar (Spodoptera frugiperda) que somente atacava grãos, hoje é uma das principais

Dessa forma, os ataques das lagartas precisam de controle logo no início do estabelecimento da pastagem, nos primeiros 5 dias de germinação da plântula forrageira, garantindo que ela se estabeleça como desejado.

As lagartas têm cinco fases de desenvolvimento e, tal como as cigarrinhas, devem ser combatidas enquanto ainda são jovens. Afinal, quanto maiores são, maior será o potencial de consumir o capim. “Dessa forma, recomenda-se que medidas sejam adotadas tão logo se constate os focos iniciais. O interessante é que, na fase inicial, o ataque destes insetos se inicia em reboleiras ou faixas, permitindo o controle em áreas relativamente pequenas”, destaca a especialista.

Nestas áreas, poderão ser aplicados inseticidas de baixa toxicidade e curto poder residual, sendo necessário retirar os animais da área tratada, respeitando o período de segurança estabelecido de cada produto utilizado.

Há também produtos biológicos à base de Bacillus thuringiensis que podem ser aplicados. Este é um inseticida microbiano seletivo para lagartas, não exigindo a retirada dos animais das áreas tratadas. Outra importante vantagem desse tipo de controle biológico consiste no fato de que não elimina os inimigos naturais presentes na pastagem. Estes produtos são mais eficazes contra a curuquerê-dos-capinzais (Mocis latipes).

Cupim

Os cupins são insetos-praga com altas frequências em pastagens, com seus ninhos sendo vistos em vários locais, principalmente a espécie Cornitermes cumulans.  Há também a espécie Syntermes sp., conhecida como cupim de montículo. Ela é responsável por causar desuniformidade da lavoura. As raízes também podem ser atacadas, causando a morte das plantas.

Os números de cupinzeiros tendem a aumentar em áreas mais compactadas e degradadas, como muitas áreas de pastagens do Brasil. Com isso, pastagens mais degradadas tendem a apresentar níveis de infestação mais elevados. De acordo com a engenheira agrônoma, para o controle de cupins em pastagens, a melhor recomendação é eliminar os cupinzeiros no pasto. Para isso, como recomendação vale adotar: insira uma barra de ferro no cupinzeiro até 15 cm aprofundado na terra. Ali estará localizada a câmara da rainha, onde o cupinzeiro fica mole e com menor resistência. Na parte superior da barra de ferro, coloque uma mangueira com um funil e jogue o inseticida líquido.

Há a possibilidade de utilizar inseticidas em pastilhas, no qual o procedimento é o mesmo, porém após inserir dentro do cupinzeiro, ele deve ser lacrado com barro. O gás da pastilha será disseminado internamente, e os cupins irão morrer lá dentro.  Depois disso, basta aguardar 10 dias para remover esses cupinzeiros. “O pecuarista nunca deve remover os cupinzeiros com os insetos ainda vivos. Nesse caso, a proliferação pode ser ainda maior”, ressalta Andreza.

Pragas novas

Existem outras pragas que hoje estão cada vez mais ganhando espaço nas pastagens como: formigas cortadeiras, percevejo-preto, gafanhotos e cochonilha dos capins. Mas dois deles estão crescendo pela dificuldade de identificação e controle que são a Pulguinha saltona, que é um micro-coleóptero que ataca nas horas mais frescas do dia e principalmente no início do desenvolvimento da plântula, se o produtor demorar para avaliar pode perder toda a área. E o outro é o Percevejo castanho, o controle químico é pouco eficaz, pois o inseto fica no solo e se alimenta de diversos tipos de plantas, então o melhor é a prevenção, com um bom preparo do solo, rotação de culturas e adubação e manejo da forrageira.

Cultivares resistentes

Para se obter bons resultados no combate aos ataques de insetos-praga em pastagens é importante adotar medidas preventivas. Um exemplo disso é o uso de espécies de pastagens que sejam resistentes ao ataque de cigarrinhas. Algumas espécies são mais tolerantes e outras apresentam menor tolerância ao ataque de cigarrinha, exigindo, por isso, muito cuidado na escolha.

A Soesp, por exemplo, em seu site na aba “Produtos”, permite que o pecuarista observe a tolerância ou não à cigarrinha de cada um das cultivares disponíveis. “O capim BRS Ipyporã, neste caso, é a única braquiária resistente a todas as espécies de cigarrinhas que atacam pastagem, assim como os Panicuns (Tanzânia, Mombaça, Zuri, Massai e Tamani), que também apresentam boa tolerância às cigarrinhas das pastagens tradicionais”, finaliza a especialista.

Fonte: Soesp
04/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Zoneamento agrícola do amendoim já está disponível

Por redação 03/05/2021
Escrito por redação

- Zoneamento agrícola do amendoim já está disponível

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (3) as portarias de números 83 a 109, com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo do Amendoim (Arachis hypogaea L.). Cada Unidade da Federação possui uma portaria específica.

O amendoinzeiro desenvolve-se melhor, com produtividade mais elevada, em climas quentes. Temperaturas de 30°C ou ligeiramente superiores, são as mais benéficas para a germinação, desenvolvimento inicial das plantas e formação do óleo. O cultivo não é indicado para regiões muito úmidas ou com períodos de chuvas muito prolongados que propiciam o aparecimento de doenças, além de prejudicar a colheita e a qualidade do produto.

Zarc

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos:  IOS e Android.

Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de indicação de Riscos”.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
03/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Inmet integra informações meteorológicas

Por redação 03/05/2021
Escrito por redação

- Inmet integra informações meteorológicas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro Gestor e Operacional do sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) anunciaram nesta segunda-feira (3) a criação do Sistema Nacional de Meteorologia (SNM). O objetivo é eliminar sobreposições de atividades, gerando assim uma cadeia de processos, produtos e dados interligados e complementares.

A partir de hoje, o Inpe deixa de divulgar para o público em geral as previsões de tempo e os avisos meteorológicos, atividade que passará a ser realizada exclusivamente pelo Inmet, que já a executa, basicamente, desde sua criação em 1909. A mudança trará grandes avanços para o Agro, com maior eficiência na previsão do tempo, fundamental para o produtor decidir o momento exato de plantar e de colher. 

Cada um dos órgãos atuará com o seu papel bem definido de modo a tornar a Meteorologia Nacional mais eficiente e para atender da melhor maneira possível a todas as demandas de seus usuários e da população. “A atuação conjunta das Instituições permitirá atingir patamares de desenvolvimento compatíveis com as necessidades sociais e econômicas do país, principalmente relacionadas ao aprimoramento do monitoramento e elaboração de melhores previsões de eventos meteorológicos extremos, elevando a meteorologia brasileira a um novo patamar”, explica a Nota Oficial Conjunta divulgada pelos três órgãos.

A data de hoje define o “lançamento da pedra fundamental” para o início da organização das atividades de monitoramento, previsão, pesquisa, desenvolvimento e inovação, preconizada pelo SNM.

“Vamos ampliar a pesquisa e a ciência, e melhorar o acesso do público à informação meteorológica para tomar as melhores decisões”, comemora o diretor do Inmet, Miguel Ivan de Oliveira, explicando que durante mais de duas décadas o Brasil duplicou esforços e recursos nestes institutos para produzir o mesmo produto.

O Inmet será o grande integrador da meteorologia no Brasil, o responsável pela emissão dos alertas, o que permitirá que o Inpe se concentre na pesquisa da meteorologia, produzindo ciência para aperfeiçoar os resultados. “Esta integração é uma revolução na meteorologia brasileira”, afirma Miguel de Oliveira.

O Inmet também irá lançar em seu portal um mapa interativo com a previsão de tempo para todo o país para os próximos cinco dias. Nos dois primeiros dias, a previsão ainda é detalhada para os turnos madrugada/manhã, tarde e noite. O usuário poderá navegar pelo mapa e obter a previsão de tempo para qualquer município selecionando um ponto no mapa.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
03/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Fiagro é alternativa de crédito privado para o produtor rural

Por redação 03/05/2021
Escrito por redação

- Fiagro é alternativa de crédito privado para o produtor rural

O Governo Federal publicou no final de março, a Lei 14.130, que institui os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais – o  Fiagro.

O mecanismo de constituição de um Fiagro será baseado na possibilidade de o agropecuarista integralizar cotas do Fundo com sua propriedade rural, além de acessível a todo tipo de poupador: do pequeno investidor individual a grandes fundos de investimento.

O Podcast MIA conversou com o autor do projeto de lei, que institui o Fiagro, o deputado Arnaldo Jardim (cidadania/SP), que é o coordenador de infraestrutura e logística da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária). O deputado destacou que, na próxima safra, a previsão de demanda por financiamento do setor deverá ser 30% superior ao que foi necessário ano passado, para que os produtores tenham condições de plantar e investir em maquinário e implementos. Jardim diz que esses recursos não estão garantidos pelas linhas de crédito tradicionais. E que uma forma de desafogar o setor poderá vir justamente do Fiagro.

Ouça a sua declaração a respeito das expectativas para a implantação do fundo e o impacto que ele deverá provocar em todo o setor.

Máquinas & Inovações Agri · #013 – Deputado Arnaldo Jardim comenta “FIAGRO PODE DESAFOGAR NECESSIDADE POR CRÉDITO NO AGRO”
03/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Ainda dá tempo de assistir ao Papo MIA sobre ILPF! Acompanhe!

Por redação 03/05/2021
Escrito por redação

- Ainda dá tempo de assistir ao Papo MIA sobre ILPF! Acompanhe!

Encontro debateu técnica, com DNA brasileiro, que tem conquistado produtores rurais interessados em aumentar a produtividade de forma sustentável

 

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é uma revolução agrícola que nasceu no Brasil. Esse formato de produção integra, em uma mesma área, diferentes sistemas produtivos: agrícola, pecuário e florestal, a fim de melhorar o uso da terra, aumentar a produtividade, diversificar a produção e reduzir a abertura de novas áreas. Segundo dados do IBGE (2017), são cerca de 15 milhões de hectares de ILPF no País.  Os estados com maiores áreas são Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

No bate-papo “O que é preciso para o ILPF dar certo?”, com moderação de Marcelo Couto e participações de Marize Porto, Cristiano Correia e Renato Rodrigues, foram discutidos os mecanismos para implantação do sistema, vantagens e desvantagens da técnica, além do depoimento de quem já adotou esse modelo de produção.

Assista ao vídeo completo da discussão e deixe seu comentário!

 

03/05/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Nordeste terá programa de agricultura irrigada

Por redação 30/04/2021
Escrito por redação

- Nordeste terá programa de agricultura irrigada

Para estimular o crescimento da agricultura irrigada no Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)  e o Banco do Nordeste (BNB) lançaram, nesta quinta-feira (29), o Programa de Fomento à Agricultura Irrigada no Nordeste (Profinor).

O programa tem como meta ampliar a área de agricultura irrigada na região em 80 mil hectares até 2024, além da modernização de 8 mil hectares de sistemas de irrigação obsoletos.

A promoção do desenvolvimento sustentável ocorrerá por meio de crédito aos produtores rurais para que possam instalar ou trocar equipamentos de irrigação por outros mais eficientes e também instalar sistemas de energia alternativa.

“A partir da linha de crédito criada pelo BNB, os pequenos e médios produtores rurais da região poderão agora ter acesso facilitado tanto a recursos para a implantação ou expansão de projetos de irrigação e drenagem, como também à assistência técnica necessária para que seus projetos sejam economicamente viáveis e ambientalmente sustentáveis”, destacou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) na live de lançamento.

A ministra acrescentou que a missão do Mapa é oferecer ao Nordeste “as mesmas condições da produção agropecuária do Centro-Sul”. “Conciliaremos aumentos de produtividade e diversificação da produção com incrementos na renda e na qualidade de vida do produtor, além de benefícios incontestes para o meio ambiente”.

Recursos

Produtores rurais e empresas da Região Nordeste, do norte de Minas Gerais e do norte do Espírito Santo que tenham interesse em implantar a agricultura irrigada ou que precisem modernizar ou expandir o sistema de irrigação poderão contar com R$ 900 milhões em crédito por meio do Profinor. Os recursos são provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), BNB Agro Inovação e Pronaf, com taxas de juros que variam de 4,38% a 4,78% ao ano, dependendo do porte do produtor (pequeno, médio e grande) e com bônus de adimplência. O crédito será operacionalizado pelo Banco do Nordeste.

“Temos grandes celeiros no Nordeste e precisamos dar dinamicidade a esses polos de desenvolvimento com a produção agrícola pelo emprego de novas tecnologias, melhoria de processos e concessão de outorgas. Que possamos melhorar a produtividade e o agronegócio do Brasil olhando para o Nordeste”, ressaltou o presidente do BNB, Romildo Rolim.

Os itens que poderão ser financiados pelo Programa são: aquisição de sementes e mudas para cultivos irrigados; implantação das culturas sob irrigação; aquisição de insumos para áreas irrigadas; aquisição de equipamentos de irrigação, bombas e sistemas de adução de água; construção de barramentos e açudes para acúmulo de água para irrigação; financiamento de sistemas/equipamentos para manejo da agropecuária irrigada; sistema de energia de fontes alternativas e convencionais; custeio agrícola.

Para o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, o programa atende aos anseios de produtores do Nordeste. “Temos terras muito produtivas e condições de duplicar as áreas irrigadas para transformar o Nordeste numa região empreendedora e moderna”.

No caso da contratação de assistência técnica específica para agricultura irrigada, serão priorizados os territórios definidos dentro do AgroNordeste, programa do Mapa para alavancar cadeias produtivas da região.

Área irrigada

Dados do Censo Agropecuário de 2017 e da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) mostram que a área irrigada no Brasil é de aproximadamente 7 milhões de hectares, o que corresponde a 3% da área agricultável. A relação média mundial entre área irrigada e agricultura de sequeiro é de 20%, no Brasil esse índice é de apenas 10% da área plantada, ou cerca de 8,2 milhões de hectares.

Existem 55 milhões de hectares, ocupados atualmente pela agricultura de sequeiro e por pastagens, aptos para irrigação, de acordo com pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo – Esalq/ USP, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

No Profinor, o produtor rural, com apoio de extensionistas, definirá em qual lavoura pretende colocar sistema de irrigação. Uma das cadeias produtivas a serem beneficiadas é a de frutas, como lavouras de manga, uva e banana e citrus. O potencial para a produção de frutas com alto valor agregado é grande, e ainda há espaço para incrementar a partir da irrigação do solo, bem como o desenvolvimento social, econômico e ambiental.

“Acreditamos que com ciência e tecnologia vamos mudar o cenário do Nordeste brasileiro, levando a riqueza do agro. Fazer agricultura irrigada inteligente atendendo ao binômio de produção com sustentabilidade”, disse o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo.

Participaram do evento o secretário-adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação e diretor do AgroNordeste, Cleber Soares; o diretor substituto do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação, Gustavo Goretti;  o secretário executivo substituto do Ministério do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, que representou o ministro Rogério Marinho; e o superintendente do Banco do Nordeste, Luiz Sérgio.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
30/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

ZF inaugura no Brasil linha de produção de direção elétrica

Por redação 30/04/2021
Escrito por redação

- ZF inaugura no Brasil linha de produção de direção elétrica

A ZF inaugurou em sua unidade industrial de Limeira/SP uma nova linha de produção de colunas de direção elétrica.

A nova linha de produção de colunas de direção elétricas conta com 33 estações de trabalho e teve início de operação em fevereiro deste ano. Considerando as suas tecnologias, em termos de controles e automação, trata-se de uma referência global em seu segmento.

Atualmente a linha opera em um turno, com previsão de produção em maior escala a partir do segundo semestre de 2021. A sua gestão é totalmente automática e segura, conta com prensas e parafusamentos com controles de torque e ângulo, com mais de 2.600 processos analisados pelo sistema e conferência de mais de 40 pontos de inspeção robotizada. De acordo com Gustavo Mociaro, Gerente Sênior de Engenharia de Manufatura da ZF, nenhuma outra linha de produção deste tipo de componente no Grupo ZF no mundo conta com esta tecnologia.

“A nova linha de produção de colunas de direção elétrica da ZF vai de encontro ao crescimento contínuo da demanda por esse tipo de componente no Brasil”, comenta Gustavo.

A ZF equipou e estruturou a nova linha com tecnologias de última geração. A área onde instalada também conta com piso antiestático, ideal para o manuseio e produção de equipamentos eletroeletrônicos.

Produção no Brasil

Em dezembro de 2020 a ZF alcançou a marca de quatro milhões de colunas de direção elétricas produzidas em sua unidade industrial de Limeira/SP.

As colunas de direção elétricas começaram a ser produzidas no Brasil, pioneiramente pela ZF em 2012 e, desde então, houve um crescimento contínuo na demanda e produção deste componente, o que levou a marca à liderança de mercado.

De acordo com estudos da ZF, em 2009, 89% dos veículos leves produzidos no Brasil eram equipados com sistemas de direção hidráulicos ou mecânicos e somente 11% possuíam direção elétrica. Em 2020 essa relação se inverteu significativamente e passou a ser de 27% para hidráulicos/mecânicos e 73% para sistemas elétricos.  E as estimativas indicam que a partir de 2024 a taxa de aplicação da direção elétrica possa chegar a 90% no mercado nacional.

Atualmente as direções elétricas produzidas localmente pela ZF contam com o conceito em que a coluna é interligada a uma Unidade de Controle Central – ECU e um motor, com designs específicos para cada modelo de veículo e montadora.

Fonte: ZF
30/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Governo aprova medidas de estímulo ao milho

Por redação 30/04/2021
Escrito por redação

- Governo aprova medidas de estímulo ao milho

Medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022 foram aprovadas, na última quinta-feira (29), pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As propostas, que incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores no incremento da produção do milho e também do sorgo, foram encaminhadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“As medidas são uma resposta à forte demanda mundial por alimentos e à desvalorização do Real, que seguem dando impulso às exportações de grãos do país. Desta forma, reduziu a disponibilidade local de produtos básicos e insumos para ração animal”, salienta o diretor de Crédito e Informação, da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz de Araújo.

O CMN decidiu aumentar o limite de financiamento de custeio, a partir de 1º de julho deste ano, de R$ 3 milhões para R$ 4 milhões por produtor, para a produção de milho e de sorgo. Também a partir de 1° de julho, os médios produtores rurais poderão ter acesso ao custeio para plantio dos dois cereais, no limite de R$ 1,75 milhão. Antes o teto era de R$ 1,5 milhão.

Outra medida permite, excepcionalmente, no âmbito da fonte de recursos obrigatórios, o financiamento de Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP) para a aquisição de milho e de sorgo, limitado a R$ 65 milhões por beneficiário, admitindo o preço de mercado como referência ao invés do preço mínimo. A instituição financeira é obrigada a direcionar recursos de 27,5% da sua movimentação para aplicar em operações de crédito rural.

A Conab estima que a produção total de milho do Brasil na atual temporada deve ficar em torno de 109 milhões de toneladas e a de sorgo em 2,6 milhões de toneladas.

Funcafé

O CMN também aprovou a distribuição dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para safra 2021/2022, no valor de R$ 5,9 bilhões.

No direcionamento dos valores apreciados pelo Conselho, foi estabelecido o aumento de 21,86% para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC), passando de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,354 bilhão. Foram mantidos os valores do ano anterior para as demais linhas de crédito, ou seja, R$ 1,6 bilhão para operações de Custeio; R$ 2,2 bilhões para Comercialização, R$ 630,5 milhões para Capital de Giro e R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados.

A isonomia das taxas de juros para as finalidades de crédito com recursos do fundo deverá ser tratada na próxima reunião do CMN.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
30/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Conab percorre interior de SP para pesquisa de café

Por redação 30/04/2021
Escrito por redação

- Conab percorre interior de SP para pesquisa de café

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estará em campo no interior de São Paulo, entre os dias 3 e 8 de maio de 2021, para levantar dados que irão compor o 2°  Levantamento da Safra de Café 2020/21. As informações serão divulgadas pela Companhia no dia 25 de maio de 2021, às 9h.

Os técnicos estão divididos em quatro roteiros para percorrer as regiões cafeeiras paulistas. Serão visitadas cooperativas, escritórios da Coordenadoria Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), agentes financeiros e propriedades produtoras de café.

A produção de café em São Paulo é composta 100% pelo tipo arábica, sendo o maior volume originado da região do município de Franca. As regiões de São João da Boa Vista, Garça, Marília, Pompeia, Pirajuí, Tejupá, Cerqueira César e Manduri.

Fonte: Conab
30/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

CNA debate rastreabilidade de frutas e hortaliças

Por redação 29/04/2021
Escrito por redação

- CNA debate rastreabilidade de frutas e hortaliças

O coordenador de Produção Agrícola da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Maciel Silva, participou, nesta quinta (29), do “Bate-papo com Café”, promovido pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro) de Tocantins, para discutir a rastreabilidade de frutas e hortaliças.

Os procedimentos para aplicação da rastreabilidade na cadeia produtiva de vegetais estão previstos na Instrução Normativa Conjunta nº 02/2018, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em sua apresentação, Maciel Silva afirmou que a rastreabilidade é uma ferramenta relevante para a diferenciação mercadológica dos produtos, para o aperfeiçoamento da gestão da propriedade e para as adequações de inserção no mercado internacional.

“As certificações e rastreio dos produtos têm se tornado uma exigência recorrente e até uma obrigatoriedade no comércio exterior. É um meio seguro de o consumidor ter certeza de onde o produto veio”, disse Silva.

O coordenador também pontuou as dificuldades de implementação da Instrução Normativa. “Um dos problemas está relacionado à assistência técnica. Precisamos de meios para que as exigências cheguem até os produtores e eles tenham condições de cumpri-las. Temos feito isso através do Senar, mas é necessário um esforço maior para atender todos”.

- CNA debate rastreabilidade de frutas e hortaliças

No debate virtual, o representante da CNA citou algumas soluções para o avanço da implementação da rastreabilidade no país. Segundo ele, garantir a fiscalização em todos os elos da cadeia produtiva, o acesso adequado às informações e ampliar o número de produtos registrados para as Culturas com Suporte Fitossanitário Insuficiente (CSFI), minor crops, são algumas medidas.

Ao fim de sua exposição, Maciel silva falou das ações e conteúdos do Sistema CNA/Senar para auxiliar os produtores rurais a se adequarem à IN 02/2018. Uma das iniciativas é a cartilha “Como implementar a rastreabilidade vegetal e ter segurança jurídica”, que além de explicar em linguagem simples as obrigações e meios de cumprimento da norma, fornece orientações para a garantia da segurança jurídica.

A ferramenta Agritrace Rastreabilidade Vegetal, da CNA, que com baixo custo auxilia os produtores no cumprimento da normativa também foi citada. Algumas vantagens são a possibilidade de cadastrar a propriedade, safra ou plantio; ter um caderno de campo integrado; etiquetas personalizáveis; impressão de etiqueta codificada e criação de lote para expedição.

Outra ação de apoio ao produtor é o curso sobre Boas Práticas na Produção Vegetal, lançado pelo Senar, em formato EaD. O treinamento fornece orientações de boas práticas em todas as etapas de produção e inclui, em todos os módulos, tópicos relacionados à adequação da normativa.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
29/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui