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Notícias

CNA discute criação do Diálogo Agrícola Brasil-EUA

Por redação 15/04/2021
Escrito por redação

- CNA discute criação do Diálogo Agrícola Brasil-EUA

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, reuniu-se, na última quarta-feira (14), com o presidente da American Farm Bureau Federation (AFBF), Zippy Duvall, para propor a criação do Diálogo Agrícola Brasil – Estados Unidos.

Este foi o principal tema do encontro. A ideia é realizar todos os anos um evento que reunirá representantes do setor e produtores rurais brasileiros e norte-americanos com o objetivo de trocar informações e debater temas de interesse comum entre os dois países para consolidar parcerias e buscar soluções conjuntas para superar gargalos.

No encontro virtual, Martins destacou a importância do diálogo e afirmou que Brasil e EUA podem tornar-se grandes parceiros comerciais. Ele defendeu, também, a importância de trabalhar em prol dos pequenos produtores, por meio de capacitações para alcançar novos mercados.

O vice-presidente de Relações Internacionais da CNA e presidente da Farsul, Gedeão Pereira, lembrou o crescimento da agropecuária na última década e afirmou que, nos próximos 10 anos, o país terá papel crucial no abastecimento da população mundial. Ele também falou sobre a importância da parceria comercial com a China. O país asiático, afirmou, continuará como um dos principais clientes do agro brasileiro. Ele disse, ainda, que o Brasil tem a primeira agricultura tropical desenvolvida do mundo.

Já a diretora de Relações Internacionais, Lígia Dutra, reforçou a necessidade do diálogo com os EUA e apresentou o programa Agro.Br, desenvolvido em parceria com a Apex Brasil para mudar o cenário do pequeno e médio produtor e ampliar sua presença no comércio internacional, tendo o mercado asiático como um dos focos.

Para o presidente da Farm Bureau, Zippy Duvall, os desafios americanos não são diferentes dos brasileiros, uma vez que os dois países enfrentam problemas semelhantes na produção. Entre as principais barreiras a serem superadas pelos americanos, estão o problema da conectividade no campo, infraestrutura e tributação, além de questões como educação e saúde no campo.

De acordo com ele, a AFBF tem trabalhando na defesa dos produtores no sentido de reivindicar políticas para o setor. Ele relatou que a pandemia tem sido um momento crítico na agricultura americana e que eles tiveram de encorajar os produtores a não pararem a atividade.

Por sua vez, o vice-presidente da entidade americana, Dale Moore, apoiou a ideia de desenvolver um diálogo mais robusto com o Brasil.

Também participaram do encontro o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, o diretor técnico, Bruno Lucchi, o consultor Mario Vilalva, a assessora de Relações Internacionais, Rita Padilla, além do diretor da entidade norte-americana, Dave Salmonsen, e da economista da AFBF, Veronica Nigh.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
15/04/2021 0 Comentários
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Notícias

Evento discute produção de alimentos no País

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação
- Evento discute produção de alimentos no País
A Fundep – Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa – uma das principais gestoras de Ciência, Tecnologia e Inovação do país, apoiadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mais 35 Centros de Tecnologia e Pesquisa nacionais – em parceria com o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, promove, no próximo dia 20, o evento online “Agronegócio, pesquisa e inovação no Brasil – caminhos para o futuro da produção de alimentos”.
O evento visa traçar o panorama da pesquisa e da ciência no processo de expansão da produção de alimentos e da transformação da matéria-prima brasileira em produtos de maior valor agregado, com as áreas produtivas já existentes e com mais tecnologia, visando melhor distribuição, logística, sustentabilidade, saúde e economia.
- Evento discute produção de alimentos no País
Entre os desafios previstos pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) há a tarefa de aumentar a produção de alimentos em 70% até 2050, período em que a população mundial ganhará mais 2,3 bilhões de habitantes. Ao encontro do crescimento populacional haverá outro desafio igualmente importante, o de combater a fome e a pobreza nas próximas décadas.
A sustentabilidade, a produção de alimentos de forma ambientalmente responsável e mais competitiva, o beneficiamento ideal das commodities para alcançar produtos de maior valor agregado para consumo interno e exportação, a melhor utilização dos recursos naturais, bem como o reaproveitamento de insumos também serão temas discutidos pelos participantes que apresentam grande experiência no agronegócio brasileiro.
Alysson Paolinelli | Ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
Paolinelli é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Em 1971, assumiu a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais. Na sequência foi ministro da Agricultura, de 1974 a 1979, quando modernizou a Embrapa e promoveu a ocupação econômica do Cerrado. Em 2006, foi indicado para o World Food Prize por Norman Borlaug, por liderar a implantação da Agricultura Tropical no Cerrado Brasileiro, e, em 2020, para o Prêmio Nobel da Paz, pelo seu legado em transformar o Brasil em potência mundial do agronegócio e no papel em alimentar pessoas no mundo todo.
Alessandra Fajardo | Diretora de Engajamento – Public Affairs & Sustainability Crop Science da Bayer
Formada em engenharia agronômica na ESALQ/USP, Alessandra possui mais de 25 anos de experiência no setor de Agronegócio, Biotecnologia e Marketing, já tendo atuado em importantes empresas desse ramo. Na Bayer, foi gerente de Produtos e gerente de Mercado na divisão de Sementes e Biotecnologia na divisão Crop Science. Além disso, liderou a área de Assuntos Corporativos (APSA) de Crop Science para o Brasil e foi presidente do extinto Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB). Entre suas atribuições como diretora de Engajamento e Relacionamento com Stakeholders da Bayer estão a interlocução e aproximação com contatos da companhia em todo o Brasil e América Latina, inclusive representando a organização no relacionamento com associações e comitês do mercado.
Celso Moretti | Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Celso Moretti é engenheiro agrônomo, mestre e doutor em produção vegetal e especialista em engenharia de produção com ênfase em gestão empresarial. Pesquisador da Embrapa desde 1994, dedica-se à gestão pública desde 2008. Como gestor foi Chefe Geral do Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças (Brasília, DF) entre 2008 e 2013, Chefe do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD) da Embrapa entre 2013 e 2017 e Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa (2017-2019). É membro do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de SP (COSAG – FIESP). Foi consultor do PNUD para a China, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Ministério da Agricultura da Colômbia. É atualmente presidente da Embrapa.
Renato de Lima Santos | Professor titular da Escola de Veterinária da UFMG
Graduado em medicina veterinária, com mestrado em medicina veterinária pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais, PhD em patologia veterinária pela Texas A&M University, pós-doutorado na University of California at Davis, onde atuou como Visiting Associate Professor, e livre-docente pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Botucatu). Especialista em Patologia Veterinária pela Associação Brasileira de Patologia Veterinária. Professor titular e orientador de mestrado e doutorado pela Escola de Veterinária da UFMG. Foi presidente da Associação Brasileira de Patologia Veterinária – ABPV (2009-2011), Pró-Reitor de Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (2010-2014), Editor do Brazilian Journal of Veterinary Pathology (2014-2017) e Diretor da Escola de Veterinária da UFMG (2014-2018).
Moderação: Janayna Bhering Cardoso | Executiva de Negócios e Parcerias – Fundep
Possui graduação em Engenharia de Alimentos (2003) e mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos (2007) pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). A executiva tem sólida experiência nas áreas de gestão dos processos de inovação tecnológica (estratégia, cultura, recursos financeiros, tecnologia e competências, estrutura e processos), em âmbitos público e privado.

Serviço

Painel “Agronegócio, pesquisa e inovação no Brasil – caminhos para o futuro da produção de alimentos”
20/4, às 17h30
Inscrições pelo Sympla: http://bit.ly/agrofundep
Transmissão pela plataforma do inovabra habitat.
Fonte: Fundep
14/04/2021 0 Comentários
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Notícias

Foton fecha parceria com a marca de lubrificantes Mobil

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação

- Foton fecha parceria com a marca de lubrificantes Mobil

A Foton fechou parceria com a Moove, uma das maiores produtoras e distribuidoras de lubrificantes e óleos básicos da América do Sul. A companhia possui o direito de produzir e comercializar os lubrificantes Mobil™ no Brasil e também está presente na Europa e nos Estados Unidos.  O acordo prevê a utilização exclusiva da linha completa de lubrificantes nos caminhões Foton comercializados no Brasil.

De acordo com Leandro Gedanken, Diretor de Engenharia e Pós-venda da Foton no Brasil, o contrato firmado inclui o primeiro enchimento nos caminhões montados no país, bem como a reposição e aftermarket. Com isso, toda a rede de concessionárias Foton terá condições especiais para compra dos produtos, apoio técnico e treinamentos específicos, incluindo ações de marketing. “Através da parceria com a marca Mobil™, vamos oferecer condições e preços especiais para toda a rede de concessionárias do país, de forma que os benefícios possam chegar até aos caminhoneiros e transportadores”, afirma o executivo.

O executivo explica que uma das razões da escolha pela marca Mobil™ foi por conta de seu portfólio de full liner, tendo em vista os próximos lançamentos da Foton para o mercado brasileiro. A cobertura da marca de lubrificantes Mobil™ é também uma das mais amplas do mercado, com mais de 80 mil pontos de vendas e distribuidores em todo o país. A marca Mobil™ é uma das pioneiras no atendimento ao mercado de VUC’s – veículo urbano de carga – além disso, é a preferida dos caminhoneiros em pesquisas realizadas pelo setor e top of mind com a sua linha Mobil Delvac. “Todas essas qualidades estão alinhadas com os objetivos da Foton de oferecer segurança, atendimento premium e tecnologia de ponta aos nossos clientes”, finaliza.

Fonte: Foton
14/04/2021 0 Comentários
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TE Connectivity é eleita “Melhor Fornecedor do Ano”

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação

- TE Connectivity é eleita "Melhor Fornecedor do Ano"

A unidade de negócios Aeroespacial, Defesa e Marinha (AD&M) da TE Connectivity, líder global de conectividade e sensores para setores automotivo, agrícola, aeroespacial, energia, industrial entre outros, foi premiada pela Embraer como “Melhor Fornecedora do Ano” na categoria Hardware Elétrico do Prêmio Supplier Of the Year.

A Embraer é a terceira maior fabricante de jatos de passageiros do mundo. O resultado foi anunciado recentemente de forma virtual devido às restrições impostas pelo Covid-19, e contou com a participação do Frank Breslin, vice-presidente de vendas da AD&M, que recebeu o prêmio em nome de todos da TE Connectivity. A seleção do Prêmio Supplier Of the Year da Embraer é realizada por meio de pesquisa interna entre todos os fornecedores, categorizados de acordo com a respectiva tecnologia de atuação, tendo como critério de seleção os indicadores de relacionamento técnico e comercial realizados ao longo de todo o ano.

“Estamos honrados em receber este prêmio da Embraer, nosso segundo desde 2012. Acreditamos que a Embraer nos escolheu como merecedora desse prêmio devido à nossa diligência, trabalho em equipe e suporte geral”, afirma Greg Furness, diretor de vendas da AD&M da TE.

Para Vinicius Valarini, gerente de vendas da AD&M da TE, o prêmio é um reconhecimento de todo o time TE, incluindo vendas, atendimento ao cliente, gestão de produtos, engenharia, fabricação e qualidade. “Com muito orgulho podemos dizer que a Embraer reconhece e aprecia nossa conformidade e transparência na resolução de questões críticas”.

Durante a premiação, a diretoria da Embraer, reconheceu a TE pela parceria de longo prazo, ressaltando a capacidade da empresa de encontrar soluções criativas de design e eficiência de processos aplicáveis à várias plataformas e projetos da Embraer.

Fonte: TE Connectivity
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Conab publica boletim sobre extrativismo

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação

- Conab publica boletim sobre extrativismo

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) lançou a nova versão do Boletim da Sociobiodiversidade, uma publicação que passa a ser mensal, com análises de produção, preços e pagamentos de subvenções para estímulo às atividades dos que buscam o sustento nos recursos da floresta. É um instrumento de apoio à Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

Produtos colhidos nos diversos biomas que compõem as regiões brasileiras, como babaçu, buriti, pequi, piaçava, pinhão e o pirarucu, entre outros, serão apresentados com textos mais objetivos, informações de mercado relevantes do mês anterior, além de análises de situações do mês seguinte.

Na opinião do superintendente de Estudos Agroalimentares e da Sociobiodiversidade da Conab, Marisson de Melo Marinho, com o conteúdo aprimorado e a periodicidade de entrega revista, o novo produto passa a garantir informações atualizadas sobre o setor e sintetizadas em uma única publicação.

“O Boletim não traz dados restritos apenas à Conab, mas amplia o campo com análises de mercado sobre os produtos da sociobiodiversidade e conteúdos construídos em todos os biomas, pela atuação de técnicos sediados na Matriz, em Brasília,  e de representações nos estados”, garante Marisson.

O objetivo da Conab, segundo superintendente, “é subsidiar de informações os principais atores envolvidos nas cadeias produtivas em análise, como associações e entidades relacionadas, bem como as instâncias de governo que tratam do tema e carecem de uma visão analítica da sociobiodiversidade que hoje apenas a Conab tem condições de fazer”.

Fonte: Conab
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Empresa investe em plataforma de gestão agroindustrial

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação

- Empresa investe em plataforma de gestão agroindustrial

Atuando exclusivamente no desenvolvimento de tecnologias e na transformação digital em empresas do agronegócio e fazendas, a brasileira GAtec cresceu mais de 50% em 2020 e projeta um crescimento de 125% até 2026

O agronegócio brasileiro tem vivido nos últimos anos uma das maiores revoluções tecnológicas de todos os tempos. Como resultado, o País ganhou notoriedade, ampliou seu protagonismo, tornando-se um dos maiores produtores e exportadores no mundo das principais commoditiese variados produtos agrícolas. Por trás desse avanço, estão empresas como a GAtec, especializada em soluções para a gestão agroindustrial, que está apostando pesado e investindo na transformação digital do setor.

Há cinco anos a empresa iniciou um ousado plano de crescimento que consistiu em um reinvestimento com recursos próprios em processos, tecnologias e aperfeiçoamentos de suas soluções. No fim de 2021, esse projeto de investimento somará o total de mais de R$ 18 milhões. “Destinamos 30% do total de horas em nossa fábrica de software para área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em novos processos e otimizações contínuas”, diz Leandro Sarto, diretor comercial da empresa.

A plataforma SimpleFarm é um software desenvolvido pela GAtec, baseado nas tecnologias Microsoft, que atende em uma base única, produtores de culturas anuais (milho, algodão, grãos, entre outras), semi-perenes (cana-de-açúcar), perenes (citros, frutas, entre outros), florestas, bem como a atividade pecuária, possibilitando a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF).

Devido à possibilidade de hospedagem na nuvem (cloud computing), o SimpleFarm pode ser acessado de qualquer computador com acesso à internet. “Estamos fazendo a migração do atual sistema para uma solução totalmente web, um grande avanço aos nossos clientes e parceiros”, acrescenta Sarto.

Crescimento consolidado

A definição de missão, visão e valores, não ficará somente em um quadro na parede da empresa. Seguindo o princípio de ser a companhia referência de tecnologia de informação e de consultoria em gestão para o mercado do agronegócio, a GAtec sempre se reinventa para fornecer soluções inovadoras, contribuindo para o crescimento e a sustentabilidade do setor e gerando maior valor e resultado para os clientes, acionistas, colaboradores e parceiros.

De acordo com Sarto, com essa estratégia, ao longo da história, a empresa tem crescido na média de 15% a 20% ao ano. Um plano ousado e bem estruturado de expansão, fortalecimento de parcerias, melhorias nos processos que impactam diretamente na usabilidade das soluções, levando otimização dos processos aos clientes e a GAtec já colhendo bons frutos, mesmo neste período de pandemia. “Avançamos com crescimento de mais de 50% em nosso faturamento em 2020 e projetamos um crescimento ainda maior para os próximos 5 anos, com a liberação total da plataforma web, que irá nos diferenciar ainda mais no mercado pela inovação e tecnologia embarcada”, destaca o diretor.

O otimismo é atribuído à crescente demanda do setor. Segundo Roberto Rodrigues, também diretor da GAtec, para atender à procura do mercado é preciso desde a contratação de pessoas, até a otimização de processos, treinamento especializado para o corpo técnico, e ainda, automação para captação de dados no campo. “Além disso, parcerias com os maiores players no mercado agro, visam sempre promover melhorias no SimpleFarm para obtenção de melhores de resultados. Sendo assim, toda a cadeia produtiva no mercado agro, desde o entendimento do processo até o relacionamento e integração dos dados, passa pelas soluções da nossa marca”, destaca ele.

Para continuar crescendo, a empresa que atualmente atende mais de 255 clientes está reforçando sua equipe. Hoje são mais de 180 colaboradores, focados em ferramentas de gestão, processos agroindustriais e de tecnologia e no suporte aos produtores no campo. “Temos atuado em diversos canais na busca por novos talentos, headhunters e empresas especializadas nessa prestação de serviços, também estão nos apoiando. Além disso, temos um RH próprio e destacamos nossa busca contínua por novos profissionais e estagiários, atuando intensamente em sua formação, entre outros”, diz Rodrigues.

A GAtec também planeja manter presença no exterior, onde já atua em mais de 14 países. Mesmo não tendo ainda uma prospecção ativa no mercado internacional (já mapeado em sua estratégia de crescimento), todos os seus clientes vieram por indicação ou procura direta por importantes players de mercado. “Concluímos recentemente o go live de implantação em nosso primeiro cliente nos Estados Unidos, o que nos traz grande satisfação por ser em um país referência em tecnologia e qualidade em processos. Além de nossa ferramenta de gestão, realizamos toda a transferência de conhecimento, baseado em nossa história com mais de 40 anos de experiência no setor, explorando os mais diferentes horizontes no mercado Agro”, finaliza o diretor.

Fonte: GAtec

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Case IH reforça presença RS com Grupo Ferrarin

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação

- Case IH reforça presença RS com Grupo Ferrarin

A Case IH, marca da CNH Industrial, ganha um reforço importante no Rio Grande do Sul. Com 52 anos de atuação no agronegócio, o Grupo Ferrarin assume a gestão de seis concessionárias no Estado, antes representadas pela RGS e que agora passam a se chamar CMC Maquinas. As lojas estão localizadas em Santa Maria, Bagé, Cachoeira do Sul, Dom Pedrito, Pelotas e São Gabriel, atendendo a 78 municípios da região Sul do Estado.

Para Diogo Melnick, responsável pelo Desenvolvimento da Rede de Concessionários Case IH, a chegada do Grupo Ferrarin fortalece a presença da marca no Estado gaúcho. “O Grupo Ferrariné um parceiro de longa data da CNH Industrial e conta com mais de meio século de atuação no agronegócio brasileiro. A parceria com Case IH entrega ainda mais credibilidade ao produtor gaúcho, que sabe que receberá o melhor atendimento e as melhores soluções para a sua operação”, comenta.

Wilson Ferrarin, presidente do Grupo Ferrarin, também reforça os ganhos da nova aquisição. “Representar a bandeira da Case IH reforça a parceria entre o Grupo Ferrarin e a CNH Industrial. Ela vem em bases sólidas para manter o atendimento de excelência e levar os melhores produtos e serviços para esta importante região”, afirma. O presidente da operação de máquinas, Toni Ferrarin, complementa: “essa negociação surge com o mesmo espírito empreendedor e com o compromisso de sempre fazer o melhor por quem produz”.

Fonte: Case IH
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Artigo: Café brasileiro é exemplo para o agronegócio global   

Por redação 14/04/2021
Escrito por redação
*Por João Moraes

- Artigo: Café brasileiro é exemplo para o agronegócio global   

Todos os anos, celebramos em 14 de abril o Dia Mundial do Café. Para o Brasil, a data merece ainda mais destaque, pois somos o país com maior produção e exportação. O grão faz parte da história e da cultura nacional, tem um papel relevante na base de nossa economia e está presente na rotina dos brasileiros, seja em suas versões mais simples ou sofisticadas. Mas seu papel vai muito além disso.

- Artigo: Café brasileiro é exemplo para o agronegócio global   

A pandemia afetou fortemente diversos setores, inclusive alguns produtos do agronegócio, e o café não passou ileso. Com o fechamento de restaurantes, hotéis, cafeterias e escritórios, o mercado interno sofreu alterações importantes, apesar de termos visto um crescimento no consumo domiciliar da bebida e o surgimento de novos rituais de café em casa – talvez insuficientes para equilibrar essa balança.

Nesse sentido, o comércio exterior também deve ser estudado, afinal o café é uma das commodities com maior flutuação no mercado internacional. Alguns eventos climáticos, como o grande volume de chuvas que atrasaram a colheita no Vietnã no começo do ano, os furacões  que assolaram Honduras ano passado e a confirmação de uma colheita menor em cerca de 500 mil sacos na Colômbia, três grandes protagonistas na produção mundial do grão, reduziram a disponibilidade e elevaram o preço do café. E mesmo após uma safra generosa em 2020, o atual cenário no Brasil também não foi dos melhores. Em setembro e outubro do último ano, registramos meses extremamente quentes e  praticamente sem chuvas no cinturão cafeeiro, especialmente na região Sudeste, o que prejudicou  o pegamento  da florada e  estimulou um aumento importante na  área de podada – um impacto que não pode ser recuperado ao longo da safra. O bom volume de chuvas desse início de ano beneficiou o enchimento dos frutos que vingaram e a recuperação da vegetação, mas isso não repõe o prejuízo gerado pelo clima em setembro e outubro de 2020 para a colheita de 2021.

Além das variáveis citadas acima, o café é uma cultura de comportamento bienal, ou seja, sempre temos um ano de alta produção, seguido por um ano de resultado mais baixo. No Brasil, os anos pares são os  positivos,  e podem ser recordes se o clima e o preço continuam a favor do produtor. Como estamos em um ano ímpar, um recuo na safra já era esperado, e no 1º levantamento de safra da CONAB, a instituição já trabalha  com uma previsão de  43,9 a 49,6 milhões de sacas para 2021, com diminuição relevante no café arábica que poderá alcançar quase 40% de redução frente a 2020, cenário  esse agravado por  impactos climáticos, como a falta de chuva, e aumento na área de poda. Por isso, o grande desafio para a cultura este ano talvez esteja na incerteza da relação oferta/demanda.

Agora que caminhamos para o início da colheita, o produtor rural precisa tomar decisões difíceis, já pensando na próxima safra. Temos um cenário de dólar alto, que apesar de valorizar o grão exportado, aumenta o preço dos principais insumos, como defensivos e fertilizantes, e do combustível. Também tivemos uma valorização da mão de obra no campo e dos próprios processos, que atualmente exigem mais cuidados por parte dos cafeicultores devido à Covid-19.

Outro ponto que demanda cada vez mais atenção do setor cafeeiro é a sustentabilidade, exigência não apenas do mercado global, mas uma preocupação crescente do consumidor interno também. A cadeia de valor do café, com grandes empresas e traders, tem se posicionado fortemente para reduzir os impactos do campo à xícara do consumidor, estimulando a transformação em todas as etapas – trabalho que pode ser exemplo para o agronegócio global.

Quando olhamos para a produção do café, os estudos nos permitem afirmar que grande parte das emissões é oriunda do uso incorreto de nitrogênio para a nutrição do cultivo. Porém, as melhores práticas agrícolas, acompanhadas por assistência técnica e incluindo programas nutricionais que substituem  a fonte de nitrogênio ureia por fórmulas com nitratos, permitem ao produtor  alcançar uma resposta rápida e relevante em relação aos impactos ambientais por meio de maior produtividade de sua lavoura. A ureia está sujeita a altos níveis de volatilização – processo químico que resulta na perda de parte de sua composição como forma de gás ao ser aplicada em determinadas condições climáticas. Pesquisas mostram perdas superiores até mesmo a 50% em condições extremas.

É muito importante que os produtores observem também o balanço nutricional, incluindo macronutrientes secundários (Cálcio, Magnésio e Enxofre) e os micronutrientes (principalmente Boro, Zinco, Manganês), além do NPK. Programas nutricionais que incluam produtos com excelência em sua fabricação e balanço adequado de nutrientes com base em nitratos não só reduzem as emissões de gases de efeito estufa (GEE), mas também permitem que o agricultor produza mais com menos, por meio da eficiência do uso do ponto de nitrogênio e balanço nutricional, melhorando os rendimentos agronômico, econômico e ambiental da cultura.

Nesse sentido, os investimentos frequentes dos agricultores brasileiros em melhores práticas, qualidade de insumos, inovações na produção, qualidade e comercialização de café, têm colaborado para que o país se destaque em relação aos outros players mundiais – mesmo em cenários adversos como o atual. Os avanços na cultura são cada vez maiores, e isso envolve o uso intensivo de análise de solo e folha, adubação equilibrada, além de programas nutricionais que trazem uma gama de nutrientes adequada à cada etapa da lavoura. E esse protagonismo brasileiro é uma grande conquista, principalmente quando analisamos que o café é uma cultura predominantemente dominada por pequenos produtores em nosso país, com uma média de sete hectares cada, que geralmente enfrentam mais desafios no acesso ao crédito, à tecnologia e outros fatores.

É com trabalho sério e comprometido que o Brasil seguirá sua liderança  no mercado internacional do café: desenvolvendo segmentos de alta performance, cafés de qualidade, segurança produtiva e buscando a neutralidade em carbono. E somente dessa forma, com uma atuação integrada entre todos os players da cadeia na promoção desse “ecossistema positivo”,  que seguiremos na direção certa para alcançar um ponto comum entre a viabilidade econômica, ambiental e social para a cultura do café.

 

*João Moraes é diretor de contas globais na Yara Internacional.

 

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Aliança debate promoção do agro no mercado asiático

Por redação 13/04/2021
Escrito por redação

- Aliança debate promoção do agro no mercado asiático

A Aliança AgroBrazil da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na terça (13), para discutir com as associações do setor formas de ampliar a participação do agro no mercado asiático.

Os dois principais temas foram o 14º Plano Quinquenal da China que prevê metas para o desenvolvimento do país no período de 2021-2025, e o Acordo Comercial Mercosul-Coreia do Sul.

O diretor geral do Escritório da InvestSP na China, José Mário Antunes, falou sobre o plano da China, com destaque para quatro áreas: tecnologia e inovação, equilíbrio da oferta com demanda externa e interna, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável.

“O produto brasileiro tem posição cativa na China, não apenas por termos a capacidade de atender com quantidade e qualidade o mercado, mas por sermos um parceiro estratégico do chinês. Mesmo com o estreitamento das relações com os Estados Unidos, não acredito que vamos perder espaço porque o mercado chinês continua crescendo”, disse.

Antunes ressaltou que os chineses têm interesse nos produtos brasileiros, principalmente os que possuem valor agregado. “Acredito que a China ainda vai dar espaço ao Brasil por muitos anos. Mesmo nesse momento crítico de pandemia, é importante estreitar as relações com o país e com a Ásia como um todo.”

O vice-presidente de Relações Internacionais da CNA e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, destacou a importância do mercado chinês para o produtor rural brasileiro e as características da produção agropecuária no Brasil que possibilitam atender esse mercado.

“A classe média que mais cresce no mundo é a chinesa, isso significa mais pessoas exigindo o consumo de mais produtos e isso será ótimo para nós.”

Camila Sande, coordenadora de Promoção Comercial da CNA, falou sobre os resultados do projeto Agro.BR em 2020. Ela afirmou que o projeto realizou rodadas de negócios em 2020 e a previsão é promover mais em 2021.

“Também iremos lançar o Projeto Aterrissagem em parceria com a InvestSP, que trará um passo a passo para os empresários brasileiros acessarem o mercado chinês, além de focarmos em estratégias setoriais de atuação, com estruturação do plano para exportação, treinamento e ação,” disse.

O grupo também discutiu o futuro Acordo Mercosul-Coreia do Sul, apresentado por Pedro Rodrigues, assessor técnico de Relações Internacionais da CNA. Pedro falou sobre as características do mercado sul-coreano e mostrou um comparativo entre os principais acordos já firmados pela Coreia do Sul com outros países. De acordo com ele, somente um acordo amplo conseguirá garantir o acesso dos produtos agropecuários brasileiros.

“O mercado sul-coreano é muito importante para o agro brasileiro e o acordo com o bloco deve ser impulsionado por todas as entidades do setor”, destacou a diretora de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Governo começa a ouvir setor agropecuário para o Plano Safra

Por redação 13/04/2021
Escrito por redação
Por Adriana Gavaça

- Governo começa a ouvir setor agropecuário para o Plano Safra

O governo brasileiro iniciou consulta pública para o Plano Safra 2021/2022. Um assunto de interesse nacional, dado que a contribuição do agronegócio para a economia brasileira é ainda mais importante neste momento, em que outros setores estão seriamente afetados pelas restrições causadas pela pandemia da Covid-19.

Para Leila Harfuch, gerente geral da Agroicone e líder da Força-Tarefa da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura (movimento formado por mais de 280 representantes do agronegócio, setor financeiro, sociedade civil e academia) é necessário promover o setor agropecuário moderno, produtivo, competitivo e responsável.

Dentre as sugestões que serão apresentadas pela entidade ao governo está a simplificação e a desburocratização de programas e fontes de financiamento, pois hoje lidar com uma infinidade de regras e de linhas de crédito distintas, conforme a Coalizão Brasil tem sido custoso tanto para os produtores quanto para as instituições financeiras.

Leila defende ainda avanços em políticas direcionadas ao setor agropecuário, como o código florestal e o Plano ABC.

Ouça a sua declaração no Podcast abaixo:

Máquinas & Inovações Agri · #011- Leila Harfuch comenta “Governo inicia consulta pública para o plano safra”
13/04/2021 0 Comentários
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