quinta-feira, novembro 5, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
quinta-feira, novembro 5, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Frota de aeronaves agrícolas cresce 3,16% em 2020

Por redação 07/04/2021
Escrito por redação

- Frota de aeronaves agrícolas cresce 3,16% em 2020

Brasil inicia 2021 com 2.352 aeronaves agrícolas, impulsionado principalmente pelo aumento das commodities no campo

A frota aeroagrícola brasileira entrou 2021 com 2.352 aeronaves, o que representou um crescimento de 3,16% no setor em 2020. O balanço foi divulgado nesta quarta-feira (7), pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), durante encontro virtual com a imprensa. A apresentação ficou a cargo do diretor-executivo do Sindag, Gabriel Colle, que falou também comparativos da presença no campo de aeronaves turboélices em relação aos aviões a motores convencionais (a pistão), além da fatia de mercado de cada modelo de aeronave. E ainda o percentual de cada tipo de combustível – gasolina de aviação (avgas), querosene de aviação (qav) e etanol, entre outros dados.

O levantamento foi feito pelo ex-diretor do Sindag e consultor Eduardo Cordeiro de Araújo. Como em todos os anos, Araújo se debruçou sobre os dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo ele, as informações são um retrato do RAB em 31 de dezembro de 2020.

Araújo atua no setor aeroagrícola desde o final dos anos 1960 e viu de perto boa parte do seu desenvolvimento. Tendo acompanhado o início da sua regulamentação (na mesma década), o início de sua organização institucional (foi um dos fundadores do Sindag em 1991) e conhecido ou convivido com os pioneiros do setor no Brasil, desde Clóvis Candiota (primeiro piloto, empresário e seu patrono) e Marialdo Moreira, passando por Ada Rogato (primeira piloto agrícola mulher no País), Deodoro Ribas e José Carlos Christofoletti – este ainda hoje também parceiro do Sindag. Agrônomo e piloto, Araújo também trabalhou na Embraer e ajudou no desenvolvimento do projeto Ipanema – primeiro avião agrícola brasileiro.

O encontro virtual com a imprensa integra o projeto Aviação Agrícola 2022, do Sindag. A iniciativa prevê uma série de ações contínuas de qualificação, desenvolvimento e transparência do setor aeroagrícola, com foco na eficiência, segurança (operacional e ambiental) e na aproximação com a sociedade. O projeto conta com patrocínio da Syngenta.

Freio

O saldo positivo de 72 aeronaves agrícolas em 2020 confirmou o crescimento que o Sindag havia previsto em setembro do ano passado, em uma sondagem junto aos fornecedores de aeronaves agrícolas brasileiro e norte-americanos. “Erramos por apenas dois aviões em nossa projeção, mas acertamos ao dizer que o crescimento se manteria acima dos 3%, pelo terceiro ano consecutivo”, destaca o presidente da entidade, Thiago Magalhães Silva – que não participou do evento, mas fez a análise antes do encontro.

Apesar do percentual mais baixo em relação a 2019 (3,92%) e 2018 (3,74%), Magalhães lembra que a entidade previa esse freio, já que a alta e a instabilidade do dólar a partir de março do ano passado (pela crise do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita) congelaram algumas compras previstas de aeronaves. “Com a pandemia, o dólar subiu e vieram as incertezas. Porém na sequência veio a alta das commodities e isso refletiu na retomada da compra de aeronaves.” Além do investimento em tecnologias, prevaleceu o protagonismo pilotos e profissionais que seguiram voando para fazer o campo dar conta da alta demanda de alimentos e insumos para produtos essenciais. “No início da crise sanitária a aviação agrícola foi considerada atividade essencial”, recorda Magalhães.

O presidente do Sindag lembra que 2021 também já começou com expectativa de retomada, a partir do anúncio, pela Embraer, da venda de 27 aeronaves só no primeiro bimestre – 8% a mais do que os 25 aviões vendidos pela empresa em todo 2020. Para Magalhães, essa tendência de crescimento para 2021 só não se confirma no caso de uma queda dos valores das commodities com o dólar ainda alto ou se houvesse quebra significativa de safras – por fatores climáticos, por exemplo.

Mas o dirigente faz uma ressalva sobre 2022: a questão tributária. “Tivemos em 12 março a prorrogação do Convênio ICMS-100 – pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), válido até 31 de dezembro. Se não houver renovação no ano que vem, a alíquota de ICMS para aeronaves importadas, por exemplo em São Paulo, subirá de 4% para 18%, o mesmo valendo para peças.” O que, lembra ele, atinge também aviões de fabricação nacional, “que têm em torno de 80% de componentes importados”.

Empresas e operadores privados

Segundo o balanço de Eduardo Araújo, 2020 terminou com 1.459 aeronaves agrícolas pertencendo às 266 empresas que fazem o trato de lavouras para os produtores rurais – os chamados operadores de Serviço Aéreo Especializado (SAE). O número representa um incremento de 38 aparelhos durante o ano.  Ao mesmo tempo, 869 aeronaves estão com cerca de 650 operadores privados (categoria TPP, segundo a Anac), que são fazendeiros, cooperativas ou usinas que têm seus próprios aviões – crescimento de 34 aviões e helicópteros. Apesar de ter levantado os dados gerais sobre operadores SAE e TPP, Araújo ainda não esmiuçou sua divisão entre os Estados.

Os 24 aviões restantes na conta são de governos ou autarquias federais ou estaduais, além de protótipo e aeronaves de instrução. Por exemplo, aviões pertencentes a corpos de bombeiros (combate a incêndios), os usados pela Academia da Força Aérea e aparelhos das seis escolas de formação pilotos agrícolas do País.

Combustíveis e helicópteros 

Sobre combustíveis utilizados pela aviação agrícola no Brasil, são 1.135 aviões e helicópteros movidos a gasolina de aviação (avgas), 744 aviões movidos a etanol e 473 aeronaves que utilizam querosene de aviação (qav). O que dá uma proporção de, respectivamente, 48,26%, 31,63% e 20,11% da frota.

No caso da proporção entre aviões e helicópteros, a frota aeroagrícola do País entrou 2021 com 2.331 aeronaves de asas fixas contra 21 aparelhos de asas rotativas. Números que no início de 2020 eram, respectivamente, 2.264 e 16. O que indica que a volta dos helicópteros ao mercado, ocorrida em 2016 (depois de cerca de 40 anos ausentes), aos poucos vai se consolidando. Principalmente em áreas de terreno acidentado e com mais obstáculos ou sem pista de pouso a curta ou média distância, já que o equipamento pode pousar inclusive sobre o caminhão da equipe de apoio.

Liderança

Entre as unidades da Federação, a maior frota aeroagrícola continua sendo a do Mato Grosso, que recebeu mais 26 aeronaves em 2020, somando agora 550 aparelhos. O segundo lugar na lista segue sendo do Rio Grande do Sul, apesar do Estado ter diminuído em cinco aviões a sua força aérea sobre lavouras – passando agora a 421 aeronaves.

Em terceiro na lista, o Estado de São Paulo também mantém posição, mesmo com a diminuição de seis aeronaves no ano passado. Agora são 333 aviões e helicópteros em operação em terras paulistas, segundo os registros da Anac.

No geral, o relatório aponta 14 Estados com aumento de frota e seis que apresentaram alguma redução, além dos quatro que permaneceram estáveis. Conforme Eduardo Araújo, a lista da frota por Estado leva em conta o domicílio do operador (empresa ou produtor rural) que de fato opera a aeronave. E não o proprietário, que tanto pode ser o mesmo quanto, por exemplo, alguma pessoa física ou jurídica que arrenda o aparelho. O que também pode explicar parte da oscilação entre quem perdeu ou ganhou aeronaves na lista.

O consultor adverte ainda que, no caso dos helicópteros, o número pode ter alguma quebra. Isso pela dificuldade em se identificar nos registros da Anac os aparelhos de asas rotativas certificados como agrícolas.

TPP x SAE

Os dois Estados do topo do ranking apresentam também uma diferença curiosa, constatada em 2018, no último levantamento do ranking estadual de operadores. Enquanto o Mato Grosso concentrava o maior número de operadores TPP – na época com 233 privados contra 31 empresas aeroagrícolas, a frota gaúcha estava em sua maioria nas mãos de empresas – 72 operadores SAE contra 42 produtores que tinham seus próprios aviões. Ao que tudo indica, os mato-grossenses continuam o Estado com maior número de privados e o Rio Grande do Sul como o maior número de empresas.

É aí que as das entidades aeroagrícolas do País dividem seus públicos. O Sindag vem trabalhando em um processo de melhoria contínua focado em excelência na terceirização do trato de lavouras pelos produtores. Nesse caso, defendendo vantagens como a não imobilização do patrimônio na entressafra e redução de custos com pessoal, encargos, instalações, manutenção e outras despesas – para que o agricultor possa focar energia e recursos na lavoura em si, mercado e gestão.

Já o Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag) abrange os produtores que operam seus próprios aviões e o restante da cadeia aeroagrícola. Com foco em qualificar os profissionais e gestores da ferramenta nas propriedades. De comum entre as duas instituições, o esforço conjunto por boas práticas no campo, ferramentas para manter requisitos e documentações em dia e comunicação – tanto interna quanto para aproximar o setor da sociedade. Em última instância, eliminando mitos e promovendo a importância da ferramenta aérea.

Cresce a fatia de turbos

O relatório da frota em 2020 também confirmou uma tendência de maior participação das aeronaves turboélices no mercado aeroagrícola brasileiro: de 3,39% em 2011, o percentual já chegava a 18,48% em 2019 e, no ano passado, fechou com 20,11%. Na prática, a fatia de turboélices cresceu 284,5% desde 2011, passando de 123 para 473 aeronaves atuando em lavouras. Paralelamente, a frota aeroagrícola geral cresceu 38,92% no período – de 1693 aeronaves em 2011 para as 2352 no fechamento de 2020.

Segundo Gabriel Colle, as aeronaves turboélices são maiores, mais potentes e de melhor rendimento, ideias para grandes áreas de lavouras. Nesse caso, todas importadas (especialmente dos Estados Unidos, maior fabricante do setor). Por outro lado, entre os 51 modelos de aeronaves que operam no Brasil, de 16 fabricantes, a maior fatia segue sendo da Embraer, com aviões de motor convencional (a pistão).

“A empresa brasileira conta com 1.308 aviões em operação, segundo os registros da Anac e domina 55,66% do mercado, segundo os números do final de 2020. Um pouco abaixo dos 56,32%, mas longe de significar perda de fôlego, tendo em vista a arrancada de vendas no primeiro trimestre deste ano”, observa o diretor-executivo do Sindag. Tudo graças ao modelo Ipanema que, apesar de cinquentão desde julho do no passado, mantém-se atualizado com o EMB-203. Trata-se da sétima geração do modelo, lançada em 2015 e a segunda em que os aviões já saem de fábrica movidos a etanol. A exemplo de seu antecessor, o EMB-202 A – lançado em 2004 e que foi o primeiro avião no mundo homologado de fábrica para uso do biocombustível.

Air Tractor

Ocupando o segundo lugar no ranking de fabricantes presentes na frota brasileira a norte-americana Air Tractor terminou 2020 com uma fatia de 19,22% do mercado aeroagrícola brasileiro. A empresa tem oito modelos operando no Brasil, de diversos tamanhos, potência e capacidades de carga que vão de 1,5 mil a mais de 3 mil litros no hopper (tanque onde fica a carga a ser aplicada na lavoura). O que, segundo o levantamento de Araújo, faz dela dona também de 89,33% do universo de aeronaves agrícolas turboélices no País.

Aliás, os 38 aviões agrícolas enviados ao Brasil em 2020 pela fábrica de Olney, no Texas, segundo seus representantes brasileiros, representam quase um terço das 123 aeronaves turboélices entregues pela Air Trator durante todo o ano. O total de entregas da Air Tractor consta no relatório divulgado no último mês de fevereiro pela Associação dos Fabricantes da Aviação Geral dos EUA (Gama, na sigla em inglês). Dado que demonstra outra realidade que se repete nos últimos anos: o Brasil é o maior mercado da empresa texana fora dos Estados Unidos.

A outra empresa norte-americana de aviões, a Thrush Aircraft, também comemora 2020 com grandes expectativas neste ano. Mas não revela quantos dos 20 aparelhos de sua produção mundial (também segundo a Gama) vieram para o Brasil. A Thrush está reiniciando sua trajetória e aos poucos vai recuperando o fôlego no mercado, com aeronaves turboélices. A empresa originada nos anos 60 e hoje situada em Albany, no Estado da Georgia, reinventou-se depois de passar por uma recuperação judicial em 2019 e voltou renovada ao mercado.

Congresso da Aviação Agrícola

Após o balanço da frota, o Meeting com a Imprensa teve ainda uma apresentação sobre os preparativos para o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, que será novamente virtual este ano. O encontro vai abranger o XXIX Congresso Mercosul e Latino-Americano de Aviação Agrícola e será comemorativo aos 74 anos do setor no Brasil e seu centenário no mundo.

A programação será de 20 a 22 de julho, com palestras, debates, rodadas de negócios e exposições virtuais. Segundo a coordenadora de Eventos do Sindag, Marília Güenter explica que a nova plataforma virtual do Congresso funciona dentro do conceito de gamificação, para gerar maior engajamento dos visitantes.

“Ao participar dos eventos e das mostras, as pessoas poderão, por exemplo, visitar os estandes e interagir com os representantes das empresas expositoras por meio de chat ou botão para o whatsapp. Além de conversar com eles a qualquer momento numa sala virtual que permanecerá aberta em cada estande nos os três dias do evento”, conta Marília. Os expositores terão ainda apoio do Sindag para produção de vídeos e posts, além do treinamento para aproveitar os recursos da plataforma do Congresso. Já os visitantes do Congresso virtual contarão com um vídeo tutorial para passearem pelo evento digital, além de alguns eventos prévios com orientações.

A expectativa do sindicato aeroagrícola é bater as 17 mil visualizações dos eventos do Congresso Web 2020. As inscrições estarão disponíveis no final de abril. Ao fazer sua inscrição, o participante já terá acesso a alguns espaços da plataforma.

Fonte: Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag)
07/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

CNA, Embrapa Solos e Firjan lançam jogo voltado ao agro

Por redação 07/04/2021
Escrito por redação

- CNA, Embrapa Solos e Firjan lançam jogo voltado ao agro

O Sistema CNA/Senar, a Embrapa Solos e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan/Senai) lançaram  o SoilsPlay: o agro entrou no jogo, um projeto inovador que agrega o agronegócio e a indústria de jogos digitais.

A iniciativa é direcionada para startups e empresas que atuam no desenvolvimento de jogos digitais. As interessadas poderão participar de uma chamada pública para apresentar propostas de games que contemplem aspectos técnicos, capacitação e possíveis simulações de cenários, de maneira lúdica e atrativa.

Os desafios que os candidatos precisam cumprir são: sistemas integrados de produção, serviços ecossistêmicos, mercado de carbono, recuperação e conservação de solos e experiência do consumidor. A próxima etapa prevê a realização de webinars de sensibilização em relação aos temas propostos.

Na opinião do coordenador de Inovação do Sistema CNA/Senar, Matheus Ferreira, que representou o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, no lançamento, o projeto é uma oportunidade para o agro brasileiro difundir informações sobre sustentabilidade, mostrar o trabalho realizado pelos produtores rurais e aproximar o público jovem e urbano do campo.

“Outro ponto fundamental é a possibilidade de usarmos essa ferramenta para a educação. Já temos cursos no Senar que utilizam a realidade aumentada e virtual e isso ajuda muito o aluno a internalizar o conhecimento no seu processo produtivo. Somos entusiastas desse projeto, vamos participar ativamente de todas as etapas e estimular startups da nossa rede Agroup a enviarem propostas”, afirmou.

O SoilsPlay conta com apoio da Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames), que promoverá o desenvolvimento dos jogos em conjunto com a Embrapa Solos e a Firjan/Senai, visando à obtenção do jogo finalizado e à articulação com o mercado e investidores.

A etapa final está prevista para junho, quando uma comissão julgadora escolherá até três propostas. As finalistas estarão automaticamente selecionadas para o edital, que prevê aporte financeiro para o desenvolvimento dos projetos.

“O objetivo é trazer inovação e novas ferramentas para que possamos transmitir e comunicar todo esse conhecimento que a gente tem de forma mais lúdica, fazer o engajamento e defender o tema da sustentabilidade da agropecuária brasileira”, disse a chefe-geral da Embrapa Solos, Petula Ponciano.

Poderão participar acadêmicos ou profissionais de diversas áreas de conhecimento, organizados em equipes de empresas ou startups. Mentores do Sistema CNA/Senar, da Embrapa Solos e da Firjan SENAI darão suporte técnico às equipes conforme previsto em edital. O período e as regras para inscrição serão divulgados após a publicação do edital.

Na opinião do diretor de Inovação do Ministério da Agricultura, Cléber Soares, é preciso promover as ferramentas conhecidas como “inovação aberta” e aprender com outros segmentos. Para ele, a “gamificação” é uma forma de entretenimento e de aprendizagem virtual e, principalmente, de atrair o público jovem para a construção do futuro do agro.

O lançamento também contou com a participação da diretora-executiva e de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Adriana Regina Martin; do diretor-executivo do Sistema Firjan/Senai, Alexandre dos Reis; do pesquisador-chefe do Instituto Senai-RJ de Inovação em Sistemas Virtuais de Produção, Eric Romani; e do coordenador da incubadora Spcine Game e diretor de estratégia da Game Jam Plus, Pedro Zambon.

Fonte: CNA Brasil
07/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Brasil e EUA negociam acordo de cooperação agrícola

Por redação 07/04/2021
Escrito por redação

- Brasil e EUA negociam acordo de cooperação agrícola

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) conversou na terça-feira (6), por videoconferência, com o Secretário de Agricultura dos Estados Unidos da América, Tom Vilsack. A cooperação entre os dois países na área agrícola, com troca de informações baseadas na ciência, e compromissos com a produção sustentável pautaram a reunião.

A ministra lembrou que Brasil e Estados Unidos têm similaridades, como o fato de serem grandes produtores e exportadores de produtos agrícolas e reafirmou o interesse do Ministério da Agricultura em fortalecer os laços históricos de colaboração com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Ela lembrou que o ano de 2021 deverá ser marcante para a definição do caminho rumo ao desenvolvimento sustentável, “o que reforça a importância de mantermos mecanismos ágeis e transparentes de diálogo e entre nós”.

“Não podemos deixar, no entanto, que as preocupações com o meio ambiente se transformem em barreiras ao comércio. A existência de um comércio livre e desimpedido é, na minha visão, um importante elemento para o fortalecimento de uma agricultura sustentável”, destacou Tereza Cristina.

A ministra ressaltou a  necessidade de os países do AG-5  (Estados Unidos, Brasil, Canadá, Argentina e México) discutirem questões baseadas na ciência, para desmistificar dúvidas ligadas à agricultura mundial. “Cada vez mais existem interrogações e precisamos mostrar para o mundo que a agricultura pode produzir de maneira saudável e segura”. O secretário americano também reforçou o compromisso dos Estados Unidos para tratar adequadamente as mudanças climáticas, por meio de pesquisas e inovação. “A Inovação desempenhará um papel importante para nos ajudar a nos adaptar, mitigar e a nos ajustar a essa nova realidade que enfrentamos”, disse Vilsack.

Vilsack também falou sobre a cúpula sobre o clima que está sendo organizada pelo governo dos Estados Unidos, prevista para abril. “Os Estados Unidos estão preparados para assumir compromissos com o mundo de acordo com o Acordo de Paris sobre como abordaremos o clima. O presidente (Joe Biden) preparou uma proposta de infraestrutura bastante ousada para negociação no Congresso e, se aprovada, acredito que servirá de base de investimentos consideráveis para energia limpa”

Os dois presidentes também se solidarizaram com as famílias das vítimas da pandemia de Covid-19 nos dois países.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
07/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Por redação 07/04/2021
Escrito por redação
Por Adriana Gavaça

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

A pandemia não brecou o crescimento da agropecuária em 2020. O PIB do setor fechou o ano com alta de 2%, impedindo que o tombo da economia fosse maior. No período, o PIB brasileiro registrou queda de 4,1%. Para este ano, a expectativa de crescimento do PIB agropecuário é ainda maior. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é aguardado um incremento de 2,2%.

O otimismo é, em partes, explicado pelo início da vacinação. Mas, o avanço da Covid-19, em 2021, por todo o País, novamente preocupa, uma vez que impõe o fechamento de atividades e o isolamento social.

Diante deste cenário, Máquinas & Inovações Agrícolas conversou com fabricantes e empresas de reposição, que atuam na cadeia de máquinas, implementos e produção de peças para o setor, para saber qual o impacto dessa segunda onda nos negócios e a previsão até o final do ano. Acompanhe!

 

Agrimec (Davi Lamb – diretor comercial)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Davi Lamb – diretor comercial

No início da pandemia as perspectivas eram catastróficas. Porém, efetivamente isso não se concretizou e apesar do cenário, o agro continuou crescendo. O governo foi assertivo em colocar nossa atividade como essencial. Grãos valorizados puxados pelo câmbio e pela demanda mundial crescente de alimentos fizeram com que os produtores rurais se animassem e continuassem investindo no seu negócio. Inclusive os do setor orizícola, que vinham de consecutivos períodos de retração. A Agrimec se destaca neste setor como a maior fabricante de implementos da América Latina. Portanto, experimentamos um crescimento significativo, em 2020 e com expectativa de continuidade no crescimento para 2021.

Portfólio amplo

Nossa expectativa é continuar crescendo. Temos um portfólio amplo de produtos, que tiveram expansão. A demanda por alimentos é global. O agro se mantém em alta, pois os preços seguem num patamar compensador, o produtor continua investindo na atividade e isso é importante, pois é isso que garante a renovação das máquinas e implementos no campo. É preciso produzir alimentos, mesmo com a pandemia. Para citar, as projeções 2020/2021 da safra brasileira de grãos, segundo a CONAB e analistas, é de um crescimento em torno de 6% em relação ao obtido em 2019/2020.

Desafios

A pandemia impôs diversos desafios, o primeiro foi a adequação da fábrica aos protocolos sanitários. Em março de 2020 não operamos por uma semana até organizarmos os cuidados com prevenção e higienização. Segundo, houve problemas de escassez com algumas matérias-primas e componentes, que ficaram mais caros e com prazos de entrega dilatados, fazendo com que a empresa readequasse sua produção. Terceiro, houve aumento da demanda e nem os fornecedores, nem a fábrica estavam preparados para atender e, dado o cenário, houve atrasos. Conseguimos normalizar no decorrer dos meses. Porém, nesta segunda onda da pandemia alguns insumos ficaram ainda mais escassos.

 

Argo Hytos (Nolber Jhonathan Gomez Arandia – diretor de Vendas)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Nolber Jhonathan Gomez Arandia – diretor de Vendas

No início da pandemia foi muito preocupante e difícil, pois o panorama não era nada bom para os negócios. Foi necessário fazer reduções de pessoal, implementar as novas normas, entre outras medidas.

Como tudo era novo, nos meses iniciais do vírus, a entrada de pedidos e faturamento da empresa foram muito baixos, o que mostrava que íamos ter um grande problema pela frente.

Somente a partir de julho, em que o mercado de maquinário agrícola se mostrou forte e começou a ter uma demanda alta, é que conseguimos voltar a produzir e a chegar aos níveis planificados.

Com tudo isto, foi possível crescer na faixa de 40%, em comparação a 2019. Devido, em partes, à demanda do mercado e ao processo de expansão em que a Argo-Hytos se encontra.

Recuperação

Para este ano, nossa previsão é de o mercado ainda permanecerá em situação delicada, com um nível de demanda conservadora, no primeiro semestre. Porém, há perspectiva de alta e recuperação para o segundo semestre, devido ao processo de vacinação (que, infelizmente, começou tarde em comparação a outras nações, mas que finalmente poderá dar um horizonte de que esta terrível doença possa ser controlada e, gradativamente, os mercados se recuperarem).

Temos uma previsão de crescimento de 33%. Mas, como no ano passado, considerando tanto o mercado quanto o processo de expansão da Argo-Hytos.

Estoques maiores 

A pandemia nos obrigou a repensar e readequar as planificações de importação e a compra local de produtos base, devido ao aumento dos prazos de entrega. Nos obrigou, também, a manter estoques maiores, com custos maiores.

Isto significou o grande desafio de poder manter nossos clientes abastecidos, sem cair no repasse de prazos. Tivemos casos muito delicados, com atrasos expressivos por falta de componentes.

A equação (simplificada): prazos altos de fornecedores + câmbio alto + alça de preços de matérias primas = atendimento de prazos para clientes + baixo impacto de custo aos clientes, é, e continua sendo, muito difícil, obviamente com muitas mais varáveis envolvidas.

Um outro desafio contínuo, como muitas empresas têm, é poder dar continuidade ao trabalho produtivo com as novas condições, especialmente no que se refere à diminuição de força laboral, trabalho remoto em casa, processos técnicos comerciais (como visitas em clientes e reuniões), implementação de novas normas e disciplina sanitária etc.

Finalmente, como resumo, o grande desafio e a adaptação, a flexibilidade, a engenharia de poder continuar fazendo o que fazemos numa nova realidade, muito triste por tantas vidas que se foram, mas com a esperança e força que temos de sair novamente adiante.

 

Baldan (Celso Antonio Ruiz – diretor superintendente)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Celso Antonio Ruiz – diretor superintendente

No início da pandemia, vimos nossos negócios caírem drasticamente. Tivemos que, rapidamente, tomar medidas emergenciais de ajuste de custos e despesas, adequar nossa operação aos protocolos de saúde, dentre outros. Em apenas uma semana, 90% dos nossos colaboradores da área administrativa e comercial estavam em home-office. Para tanto, criamos um comitê multidisciplinar de Gestão de Riscos. E posso dizer, com absoluta certeza, que fez toda diferença.

Definimos como premissa que não faríamos demissões. Mas, era imperioso adequar a estrutura e preservar o caixa. Acordamos uma redução de jornada e salários por 90 dias.

Entretanto, decorridos 30 dias, nosso mercado começou a reagir, por consequência, cancelamos esse acordo, voltando à jornada de trabalho normal. Nosso crescimento de receita em 2020 foi da ordem de 50%.

Otimismo

Encerramos 2020 com um bom desempenho, apesar da pandemia.  Nossa expectativa era e continua sendo muito otimista com o mercado. Estamos, nesse momento, revendo nossas previsões orçamentárias e o crescimento deve repetir 2020.

Mas, evidentemente que a pandemia assusta. Por isso, temos que, diariamente, estar vigilantes quanto à proteção e preservação da saúde de todos nossos colaboradores e parceiros, seguindo estritamente os protocolos de saúde.

Desabastecimento

Acredito que a pandemia nos forçou, como muitas outras organizações, a “quebrar velhos paradigmas”, tomar decisões de forma mais rápida, sair da zona de conforto, dentre outras.

Houve uma crise geral de desabastecimento de alguns de nossos fornecedores e, até hoje, administramos no dia-a-dia a falta de algumas peças e componentes para o nosso sistema produtivo. O item mais crítico refere-se a pneus.  Acredita-se que sua normalização será apenas em 2022.

O mercado não estava preparado para um aumento da demanda, principalmente do nosso setor agro. Com o aumento da demanda, verificamos aumentos exponenciais de diversos itens, principalmente o aço   que, de 2020 até agora, já aumentou em mais de 100%.

Com relação aos nossos clientes, apesar de todos esses desafios, conseguimos cumprir com nossos compromissos nos prazos contratados.  As intercorrências foram poucas.

 

Big Tires (Eloisa Faria Mesquita – diretora de Operações Comerciais)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Eloisa Faria Mesquita – diretora de Operações Comerciais

Nos meses de março e abril, de 2020, tivemos o primeiro impacto, que foi a queda das vendas e muitos clientes receosos nos pedindo renegociação de pagamentos. Porém, nossa estratégia foi nos aproximarmos dos clientes e, no momento do vencimento, analisamos a necessidade individual e a situação do momento. Com isso, fortalecemos nossas parcerias, o que nos permitiu um segundo semestre de crescimento.

Já o segundo impacto, foi a falta de abastecimento e o aumento de preços. Dependemos da importação, principalmente, da Índia e da China, países que tiveram lockdown muito restritos, e nossos parceiros deixaram de produzir e nos enviar pneus. Para atender ao aumento da demanda de nossos clientes tivemos que recorrer ao nosso estoque de segurança.

Na sequência, houve um aumento generalizado nas matérias primas que compõe os pneus, assim como em outros seguimentos, falta de container e espaço nos navios e o aumento do frete internacional, que impacta diretamente nossos custos como importadores.

Tínhamos a responsabilidade, por estar entre os maiores importadores de pneus agrícola do País, de dar condições ao seguimento para manter sua produção, e ainda atender uma necessidade mundial de aumento de demanda alimentícia e acredito que tenhamos cumprido nosso papel, o que também nos ajudou, em um ano de tantas adversidades, a crescer 20% em relação a 2019.

Aprendizado

Esperamos um ano de ainda mais aprendizado em 2021. O que vivemos até aqui nos faz perceber que receitas que deram certo em 2020 não necessariamente servirão para 2021.Seguimos com plano de crescimento anual, porém muito atentos ao mercado e principalmente respeitando a saúde e a vida.

Nossa expectativa é que, com o andamento da vacinação, o segundo semestre seja mais estável e volte a refletir as condições normais do mercado, sem recessão ou aumento exagerado da demanda, como ocorreu no segundo semestre de 2020.

Escassez de produtos

O primeiro desafio foi aprender a trabalhar à distância e virtualmente. Apesar de já ter o home office como um foco para o futuro, definitivamente, não estávamos preparados para esse momento e o que nos fez superar foi a vontade de nossos colaboradores de fazer dar certo. A equipe se juntou à empresa, no propósito de que manteríamos todos empregos e com esse sentimento houve uma troca de ensinamento, que deu certo sendo possível, inclusive, aumentar nosso quadro em 2021.

A escassez de produtos certamente foi e é um problema ainda. Por nos comprometermos em não deixar o mercado desabastecido em 2020, seguimos trabalhando para recuperar nosso estoque de segurança, o que tem sido difícil, pois a relação oferta x demanda ainda está desproporcional, não somente no Brasil, mas no mundo.

 

Bucher Hidráulica (Rinaldo Fernandes – gerente geral)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Rinaldo Fernandes – gerente geral

A Bucher Hidráulica atua em vários segmentos de negócios. Alguns tiveram impacto muito grande, com queda de 40%, devido a pandemia. Foi o caso do segmento de acessibilidade veicular (ônibus). Outros segmentos nós conseguimos manter ou até mesmo aumentar nossa participação. No segmento agrícola, que é um dos nossos focos no Brasil, nós conseguimos crescer 95% em 2020.

A empresa é relativamente nova no segmento agrícola, começamos a fortalecer esse trabalho em 2015. Nosso trabalho no mercado agrícola consiste em desenvolver soluções e alternativas para os fabricantes de máquinas. Buscamos oferecer soluções que “agreguem valor” ao produto do cliente com foco na eficiência energética e melhor custo-benefício comparado ao custo total. Nossa expectativa para o ano de 2021 é manter uma taxa de crescimento alta de pelo menos 50% no mercado agrícola. Apesar desse crescimento promissor no mercado agrícola, em 2020 a Bucher manteve o mesmo faturamento de 2019. Fato é que a pandemia impactou sim nos negócios da empresa.

Ritmo de crescimento

Nossa expectativa para 2021, nesse primeiro semestre, é de mantermos o ritmo de crescimento. Os dois primeiros meses do ano, apesar de não terem sido tão promissores, não registraram redução. Os próximos quatro meses do primeiro semestre devem ser de reação comparado ao ano anterior, que foi muito ruim para todos. E no segundo semestre, deve haver alguma acomodação e possível queda comparada ao ano anterior. Nossa perspectiva no geral para 2021 é de crescimento de dois dígitos no faturamento total. Isso pode se alterar em função do agravamento da Covid-19. Estamos atentos e cuidadosos de forma a minimizar qualquer impacto em nossos clientes e em nossa operação.

Dificuldades

A pandemia, de forma geral, e mesmo esse agravamento vem impondo muitas dificuldades. Até o ano passado, a Bucher superou relativamente bem essas dificuldades.

O que já é fato para 2021: maior pressão nos custos, alongamento dos prazos de entrega de fornecedores locais e importados, dificuldade com a logística, aumento nos fretes e custos relacionados à produção, pressão inflacionária, depreciação da moeda local ao dólar e euro, além das restrições adicionais de distanciamento social e aumento dos casos de contaminação por Covid-19. Fato é que não estamos conseguindo manter os prazos de entrega normais de 2020 e enfrentando problemas nas entregas de forma isolada. Existem muitas incertezas, isso requer maior atenção das empresas e cuidados não só nas questões de saúde e sanitárias, mas sim na continuidade das operações e da própria existência de muitas empresas. Na Bucher, buscamos fortalecer as relações de longo prazo, mantendo assim negócios que sejam sustentáveis.

 

TVH (Marco Augusto – diretor geral)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Marco Augusto – diretor geral

Na TVH Brasil, como aconteceu à maioria das empresas, tivemos um forte impacto emocional a partir de março/2020 em nossa operação, com um cenário de muitas incertezas e viés negativo como um todo. Desde o primeiro momento, nosso maior objetivo foi o de manter a saúde e a estabilidade financeira para os nossos colaboradores e seus familiares e como a maioria das empresas viabilizamos para que 70% do nosso time fosse trabalhar em home office, aliás ação esta feita de forma precisa e rápida em apenas uma semana de trabalho.

Já no contexto operacional, considerando que TVH Brasil atua somente no segmento de peças de reposição multimarcas e que a expectativa era de que a operação dos equipamentos agrícolas não sofreriam grandes impactos, como em outros segmentos, aliadas às dificuldades logísticas e da cadeia de fornecimento por vir, decidimos em março/2020 por reforçar a nossa cobertura de estoque em 50%, o que entendemos ter sido uma decisão bem acertada e que nos permitiu atender a demanda dos nossos clientes e obter um crescimento acima de 20% em 2020 sobre 2019, sendo que este crescimento com crescimento gradativo mês a mês até novembro/20.

Custos operacionais

Neste início de 2021, com o aumento brusco de contaminados pela Covid e com a vacinação ainda muito lenta, novamente estamos com um cenário negativo como um todo em relação aos negócios. Só que, agora, além dos problemas já conhecidos e experimentados desde um ano atrás, temos outros novos agravantes que são a escassez de produtos e matéria prima e ainda aumentos significativos nos nossos custos operacionais como um todo.  Portanto, como previsão para 2021, estamos mantendo a mesma estratégia de 2020, dentro do possível, de não reduzir a nossa disponibilidade imediata de peças de reposição, e, com isso, esperamos um crescimento superior a 10% sobre o ano anterior.

Retomada

Como dito anteriormente, entendemos que o maior desafio deste ano será a falta de produtos e aumento dos custos operacionais em geral. Estamos acompanhando que estes problemas vêm se intensificando mês a mês desde outubro de 2020 e esperamos que o “fundo do poço” seja agora entre abril e maio, junto com a pandemia e que, a partir do segundo semestre, com um número maior de vacinados, todos estes problemas iniciem um ciclo de recuperação gradativa, devendo estar estabilizados somente em 2022.

 

UFI Filters (Pedro Henrique Almeida – Diretor do Aftermarket Brasil)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Pedro Henrique Almeida – Diretor do Aftermarket Brasil

Realmente, a pandemia trouxe um novo e complexo cenário para a economia. O nosso setor de filtros automotivos também sofreu impacto logo no início da quarentena no ano passado, retomando o crescimento em junho, e, assim, conseguindo recuperar as fortes perdas de março e abril. No geral, fechamos o ano com saldo positivo e um grande crescimento na reposição, puxado principalmente pelas demandas de linha pesada e agrícolas.

Estratégias

Apesar de toda a crise e incertezas que vivemos a pandemia nos deu a possibilidade de revisar nossas estratégias e procurar entender mais as expectativas e anseios dos clientes e assim poder atendê-los com mais sucesso durante esse ano. Com isso, temos boas expectativas com o ano de 2021, mesmo com o agravamentos da situação da Covid-19, a visão é que continuemos crescendo as vendas, principalmente com o lançamento de novos produtos para linha agrícola e com o lançamento da nossa divisão filtros hidráulicos, mas obviamente estaremos com olhar atento ao avanço da pandemia que pode gerar impacto em nosso setor.

Atendimento

Nosso primeiro grande desafio foi relacionado ao atendimento, pois temos por ideal um atendimento personalizado e pessoal a cada cliente e manter isso sem as visitas presenciais foi o primeiro desafio, felizmente nossa equipe de vendas é muito comprometida e não deixou que o novo “normal” afetasse as relações. Depois, como todos os setores viveram, tivemos que lidar com o aumento de lead-time das nossas fábricas e escassez de containers para a importação dos produtos esse fator acarretou aumento de custos, também em função da variação cambial e alguns atrasos para cobrir o estoque. Contudo, conseguimos equilibrar bem as entregas e para atingimento de nossos planos.

 

Yamaho (Alex R. Schenk – CEO Yamaho)

- Fabricantes e empresas de reposição avaliam impacto da pandemia

Alex R. Schenk – CEO Yamaho

O ano de 2020, com toda complexidade macroeconômica dada pelo cenário de pandemia, não afetou a Yamaho.  Isso porque, no ano passado, a empresa se reinventou.  Revitalizamos a nossa área comercial, conquistando a preferência dos consumidores, reformulamos a marca e aprimoramos o nosso setor de marketing e comunicação, levando a nossos clientes propostas comerciais diferenciadas em nosso segmento. Contudo, o ponto mais importante foi investir bastante energia das equipes para reconstrução da governança interna, aumentando a produtividade para reduzir custos. O fruto de muito trabalho em 2020 gerou o crescimento de 26% em vendas, consolidando o melhor resultado da empresa nos últimos 5 anos.

Performance

Consideramos o crescimento de 14% para o ano de 2021, alavancado pela melhora na performance de nossa rede de representantes comerciais e novos canais de vendas, como o lançamento do nosso e-commerce, yamaho.com.br, em que consumidores que estão distantes de nossos pontos de vendas podem comprar nossos produtos diretamente. Outra alavanca comercial importante, foi a expansão dentro do nosso portfólio com uma linha de higienização e limpeza para combater a proliferação da Covid-19, por exemplo: o Pulverizador Eletrostático EY-16, usado em hospitais, supermercados, transporte público, empresas de sanitização e até linhas áreas. Uma linha que está crescendo e que, certamente, veio para ficar.

Entraves

O maior desafio se concentra na escassez de matéria-prima e nos aumentos exponenciais no valor do frete internacional, que sofreram impacto maior que 500% no último semestre. Desde o último trimestre de 2020 estamos lutando para manter a planta a todo vapor e atender nossos clientes ao 100%, pois, itens como materiais de embalagem, plástico e metais brutos estão em falta gerando frequentes aumentos nos preços. Esse cenário forçou a Yamaho a ser muito mais ágil e criativa buscando inovações no desenvolvimento de nossos produtos e processos de produção, com itens substitutos que favoreceram a evolução na qualidade de nosso portfólio.

 

 

07/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Pesquisa explica impacto do solo na produção de cana

Por redação 06/04/2021
Escrito por redação

- Pesquisa explica impacto do solo na produção de cana
Estudo do IAC mostram as interferências das condições climáticas no resultado toneladas por hectare

São muitas as tecnologias que fazem do Brasil o maior produtor de cana-de-açúcar e de etanol do mundo, competência recentemente ressaltada no cenário em que a Índia anunciou o uso do etanol puro nos postos de combustíveis daquele país. Para alcançar os três dígitos de produtividade, o pacote tecnológico gerado pela pesquisa brasileira é complexo e cada fator determina índices para cima ou para baixo. Conhecer os diversos componentes que definem os números da produção é essencial para desperdiçar energia e recursos. No universo dos ambientes da canavicultura, destaca-se o fato de exatamente o mesmo tipo de solo se enquadrar em ambiente de produção diferente, desde que as condições climáticas sejam também diversas. Assim, lavouras instaladas em um mesmo tipo de solo, porém com condições de temperaturas e disponibilidade hídrica diversas, terão produtividades variadas. Pesquisas do Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, mostram que é importante conhecer a produtividade do ambiente de produção para saber qual é o ponto de partida, isto é, o mínimo que é possível produzir em determinada localidade.

“Por exemplo: o Nitossolo eutrófico, textura argilosa, enquadra-se no ambiente A1, onde a produtividade média é de cinco cortes é de 100 toneladas por hectare, no manejo convencional e na colheita do meio de safra”, explica o pesquisador do Instituto Agronômico (IAC), Hélio do Prado.

Esse mesmo solo, em Goianésia, Goiás, onde ocorre seca durante cinco meses seguidos, o ambiente de produção muda para o chamado C1, com produtividade média de cinco cortes de 84 a 87 toneladas por hectare, também no manejo convencional e na colheita do meio de safra. “A maior deficiência hídrica em Goiás é responsável pela menor produtividade”, resume.

Outro exemplo que comprova esse fenômeno: o Latossolo com teor de argila relativamente baixo atinge cinco cortes de cana no Estado de São Paulo. Porém, o mesmo solo na Paraíba atinge apenas dois cortes. “No terceiro corte nem compensa insistir porque nada produz”, garante o pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).
Segundo Prado, se o ambiente for restritivo, a produtividade é tão baixa que, para alcançar produtividade a partir de 100 toneladas, por hectare, será preciso muito investimento. “No entanto, se o ambiente de partida for favorável, com pouco recurso já é possível atingir os três dígitos”, diz.

No Estado de São Paulo existem locais com clima muito diferentes. Considerando as regiões paulistas canavieiras de Assis e Ribeirão Preto, na primeira a distribuição da chuva é bem melhor do que na segunda. Nessas condições, são diferentes as interações entre solo e clima.

“A região de Piracicaba possui área representativa com solo originado da rocha folhelho, muito pobre em cálcio, elemento que estimula o crescimento radicular. Além disso, esse solo é naturalmente muito duro, o que dificulta a exploração radicular em profundidade”, explica.

Por esse motivo, os ambientes de produção paulistas mais restritivos estão em Piracicaba, exceto nos locais geograficamente direcionados para Campinas e para Rio Claro, que correspondem a 25% da região, no máximo.

O pesquisador relata que em suas pesquisas já encontrou o solo mais rico do mundo, chamado Vertissolo, em Juazeiro, na Bahia. Lá, a cana-de-açúcar com manejo de irrigação por gotejamento atinge quase 200 toneladas, por hectare. “Na nova edição do meu livro Pedologiafacil – Aplicações em Solos Tropicais mostrarei as produtividades de 17 cortes, normalmente o que existem são cinco a dez cortes, no máximo”, diz. A nova edição estará disponível em julho de 2021, nas versões online e impressa.

Em Goiás, na usina Jalles Machado, onde o solo é tipo Latossolo acrico, tem-se produtividade média de cinco cortes de 68 a 71 toneladas, por hectare, na colheita de meio de safra. Este mesmo solo, na usina Santa Juliana, em Minas Gerais, tem produtividade média de cinco cortes de 84 a 87 toneladas, por hectare, também com colheita no meio de safra.
Prado explica que isso ocorre porque na Jalles Machado a altitude é de 780m, já na Santa Juliana é de 1.100m. De novo é o clima mudando um ambiente de produção. “Em Goianésia, na usina Jalles Machado esse solo enquadra-se no ambiente E2, mas na Santa Juliana enquadra-se no ambiente C1, ambas no manejo convencional, com colheita no meio de safra”, complementa.

O pesquisador classificou os ambientes por letras: G2, G1, F2, F1, E2, E1, D2, D1, C2, C1, B2, B1, A2, A1, A+1, A+2, A+4 , A+5. São muito favoráveis os ambientes A+1, A+2, A+3, A+4, A+5; favoráveis A1, A2, B1, B2; médios C1, C2, D1; desfavoráveis D2, E1, E2, muito desfavoráveis os ambientes F1, F2, G1 e G2.

No G2 a produtividade média é inferior a 52 toneladas, por hectare, no A+4 é próxima de 200 toneladas, por hectare. “Um solo muito rico pode ser ambiente G2, isto é, muito desfavorável, se a deficiência hídrica for extrema, tal como em Juazeiro, na Bahia, onde não chove durante oito meses do ano”, explica.

No México, Peru e Guatemala existem locais com deficiência hídrica muito grande. Essa condição torna seus ambientes muito mais restritivos, de acordo com Prado, que palestrou sobre Produção de cana-de-açúcar no Brasil e países da América Latina e Central, 2° Fórum Latino-Americano do Agronegócio, evento online e gratuito, em 25 de março de 2021.

Variedades exigentes devem ser alocadas nos melhores ambientes. As menos exigentes, nos ambientes mais restritivos

O Programa Cana IAC estabeleceu ao longo dos últimos 20 anos uma grande rede experimental, apoiado principalmente por empresas do setor sucroenergético da região Centro-Sul: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Essa ação permitiu identificar variedades IAC com excelente adaptação e performance em outros estados. É o caso da IAC91-1099, muito adaptada a Goiás e a outros estados do Centro-Oeste brasileiro. Destaca-se também a IACSP95-5094 com grandes performances no Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. “Nesta network estamos tendo oportunidade de identificar variedades de excepcional desempenho para nichos específicos”, resume o líder do Programa Cana IAC, Marcos Guimarães de Andrade Landell.

Assim acontece com as variedades que estão em processo de lançamento: a IACCTC05-9561, muito adaptada a Goiás, e a IACSP04-6007, desenvolvida inicialmente na região de Assis e que se encontra em franca expansão nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.

“O desenvolvimento de micro redes regionais, em nichos extremos, como é o caso do “site” de seleção que temos há 20 anos no norte de Goiás, em Goianésia, nos permitiu, identificar genótipos de acentuada tolerância à seca, como a IACCTC07-8008″, explica Landell. As informações geradas nessa localidade possibilitam prever quais as variedades apresentam maior tolerância ao estresse hídrico. Dessa forma é possível indicá-las para outras regiões do Brasil. “O uso dessas variedades poderia contribuir para a sustentabilidade econômica e ambiental da atividade”, afirma.

Metodologia IAC

Segundo o pesquisador do IAC, Hélio do Prado, o ponto de partida de produção da cana-de-açúcar é o ambiente de produção nas condições naturais da interação solo e clima, considerando o manejo convencional. O ponto de chegada é ter manejo avançado, com adoção das tecnologias geradas pelo Instituto Agronômico, como Terceiro Eixo, irrigação, efeitos da vinhaça e da torta, adubação foliar, além de resíduos nutricionais deixados pela cultura anterior, que pode ser soja ou frutíferas.

O cientista desenvolveu a metodologia para classificar os ambientes de produção de cana-de-açúcar atribuindo-lhes letras, que os classificam conforme a condição favorável ou desfavorável de produção. Até 2006, o método contava com cinco letras: A, B, C, D e E, em que era feito o enquadramento de cinco tipos de solos em cinco ambientes. “Notei que precisava aumentar a quantidade de letras porque uma grande usina possui 20 a 30 tipos de solos, ficando impossível enquadrá-los em só cinco letras”, comenta.

Assim surgiu a classificação A1, A2, B1, B2, C1, C2, D1, D2, E1, E2, F1, F2, G1 e G2, que reúnem os possíveis ambientes no manejo convencional. Para atingir ambientes A+1, A+2, A+3, A+4, A+5 é preciso fazer algumas combinações de manejos avançados e saber qual é o ambiente no ponto de partida, ou seja, nas condições de manejo convencional no clima local.

Em resumo: no manejo convencional é possível atingir baixas produtividades, podendo ser desde G2, se for solo pedregoso, e também alcançar altas produtividades, chegando ao topo ao atingir A1, no melhor solo, na região mais chuvosa, como no Paraná.

O pesquisador relata exemplos de ambientes que se deslocaram do ponto de partida, no manejo convencional, para ambientes mais favoráveis no manejo avançado, como ocorreu em Taquaritinga, interior paulista, com Argissolo eutrófico, que representa o ambiente A1. “Porém, esta mesma região deslocou-se para o ambiente A+2 pelos benefícios proporcionados pela tecnologia do Terceiro Eixo e pela adubação foliar”, comenta.

Na usina Agrovale, em Juazeiro, na Bahia, com Vertissolo no ambiente G2, no manejo convencional, houve mudança para o ambiente A+1 pelo efeito da irrigação por gotejamento, mais vinhaça e compostagem. A Agrovale é a única no mundo que irriga 17 mil hectares ao mesmo tempo, segundo Prado. Os dados sobre as produtividades obtidas nessa área estarão na nova edição do livro de autoria do pesquisador do IAC.

Na região Centro-Sul a produtividade aumenta, pois chove mais e os solos são melhores. “O melhor solo no manejo convencional, na região do Paraná atinge o ambiente A1, o recordista sem o citado manejo avançado”, diz o pesquisador. As produtividades mencionadas referem-se às obtidas na colheita no meio de safra, no manejo convencional.

A nova classificação de ambientes de produção tornou possível usar a mesma referência para todo Brasil. “Desde a região Nordeste, onde a produtividade histórica, na média de cinco cortes, é de 60 toneladas, por hectare, no citado manejo convencional, ambiente F1, até o ambiente A1, com produtividade média de 5 cortes, no melhor solo do Paraná”, complementa. Esses dados foram reunidos em uma única régua, em que é possível consultar todas essas informações.

Fonte: IAC
06/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Serasa anuncia entrada no mercado de crédito rural

Por redação 06/04/2021
Escrito por redação

- Serasa anuncia entrada no mercado de crédito rural
A Serasa Experian anunciou a ampliação de sua presença no setor agrícola por meio de soluções de acesso ao crédito aos produtores e fornecimento de informações para a tomada de decisão mais segura e confiável para agentes financiadores. Com investimento inicial de R$ 40 milhões, a companhia, com atuação na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas, pretende, conforme nota divulgada à imprensa, transformar a atual visão fragmentada no segmento do agronegócio.

“O Brasil é uma potência agrícola, sendo o agronegócio responsável por cerca de 22% do PIB do País. É um mercado que está em expansão. Entretanto, apenas 27% do PIB do setor é financiado por crédito, contra 55% de outros segmentos. Isso ocorre principalmente devido à análise de crédito custosa e à falta de dados confiáveis. Por este
motivo, estamos ampliando nossa atuação no setor, visando promover análises de crédito mais assertivas, reduzir o risco de inadimplência, aumentar a transparência e melhorar práticas em gestão de riscos”, diz o diretor do DataLab, Marcelo Pimenta

Com a combinação de plataforma de dados, algoritmos e tecnologias proprietárias, a Serasa Experian oferecerá soluções para toda a jornada de crédito de produtores e credores, sejam cooperativas, bancos ou distribuidores de insumos agrícolas. Para quem oferece crédito, será possível ter uma visão completa do produtor solicitante, com
scores de risco de pagamento e risco de produção. Ainda será oferecido um serviço de operação de dados para proteção ao crédito, onde financiadores podem compartilhar suas informações de contratos com produtores rurais para criar uma visão de riscos e alavancagem do mercado, assegurando a proteção do segredo comercial de cada participante e atendendo as determinações da Lei Geral de Proteção de Dados para tratamento dos dados pessoais.

“Com isso, qualquer agente do agronegócio poderá entender o quanto cada produtor está comprometido com o custeio e com a venda de seu produto. Esta informação, associada a relatórios de inteligência de mercado, permitirá que qualquer agente financiador possa ter uma visão melhor de cada produtor rural”, explica Pimenta.

Para os produtores, a ampliação da atuação da Serasa Experian no setor deverá reduzir os prazos para a análise e validação da documentação, além de oferecer uma avaliação do risco mais assertiva para oferta de modelos de financiamento mais adequados ao seu perfil financeiro. Isso aumenta também a possibilidade de acesso a mais
financiadores ou a mais players que estão entrando neste mercado.

As frentes de desenvolvimento voltadas ao agronegócio são conduzidas pelo DataLab, laboratório de inovação da Serasa Experian em São Paulo, que conta com quase 20 cientistas de dados totalmente dedicados ao projeto. “Queremos que o mercado de crédito e financiamento para o agronegócio seja tão sofisticado quanto o de crédito comercial”, diz Pimenta.

Fonte: Serasa
06/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Papo MIA discute papel das mulheres no agronegócio

Por redação 06/04/2021
Escrito por redação

- Papo MIA discute papel das mulheres no agronegócio

O Papo MIA discutiu o papel das mulheres no agronegócio brasileiro. Sheila Fonseca, vice-presidente de RH da AGCO América do Sul, e Adriane Steinmetz Nelli, agricultora, jornalista, agro coach e idealizadora da Rede UMA, contaram como venceram dificuldades para chegar em cargos de liderança no setor.

Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embrapa IBGE, mostram que quase 1 milhão de mulheres são responsáveis pela gestão de propriedades rurais no Brasil. A pesquisa também aponta que juntas elas administram cerca de 30 milhões de hectares, cerca de 8,4% da área total ocupada pelos estabelecimentos rurais no país. Além disso, dos mais de 5 milhões de estabelecimentos rurais identificados no Censo Agropecuário de 2017, 19% têm mulheres como proprietárias, o que representa um crescimento de mais de 6% em relação ao censo agropecuário de 2006.

O diretor do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA/IACas), Roberto da Cunha Mello, falou ainda da participação crescente das mulheres em todas as cadeias do segmento, inclusive na operação de máquinas e implementos agrícolas.

Acompanhe!

06/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Trator da New Holland movido a metano chega ao mercado

Por redação 06/04/2021
Escrito por redação
- Trator da New Holland movido a metano chega ao mercado
Marca quer ampliar sua estratégia de liderança em energia limpa, especialmente em combustíveis alternativos, e expandir o alcance com soluções inovadoras

 

A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, dá mais um passo importante para o avanço de sua agenda mundial como líder na busca por soluções em energia limpa. O trator T6 Methane Power, movido a gás metano, deve ser disponibilizado para o mercado em 2021. A primeira unidade do projeto foi apresentada na feira Agritechnica, na Alemanha, em 2019, como uma peça fundamental do conceito de “Fazenda Independente de Energia” da marca.

Os testes de campo estão nos estágios finais e, até a metade do ano, unidades de produção serão entregues a clientes selecionados na Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Luxemburgo – os principais mercados para o T6 e nos quais a produção de biogás está avançada. Até o final do ano, o trator ficará disponível para os demais clientes europeus e de alguns outros mercados ao redor do mundo. Este desenvolvimento consolidará ainda mais a vantagem competitiva indiscutível da New Holland em soluções de combustíveis alternativos.

“Somos pioneiros em soluções sustentáveis e inovadoras há 14 anos. Desenvolvemos o modelo de ‘Fazenda Independente de Energia’, mostrando como um ciclo fechado entre a produção agrícola e a geração de energia pode tornar a agricultura neutra em CO2 ou até mesmo negativa em carbono – com benefícios significativos para os clientes. Neste ano, estamos dando mais um passo para transformar isso em realidade, uma vez que nosso trator movido a metano entrará na linha de produtos da New Holland”, afirma Carlo Lambro, presidente mundial da New Holland Agriculture.

Para o mercado sul-americano, a expectativa é de que o trator movido a metano esteja disponível para importação a partir de 2022, especialmente para os mercados do Brasil e Argentina. Por enquanto não há planos de fabricá-lo por aqui, apesar de o modelo estar sendo testado, com sucesso, há pelos menos dois anos na região.

Esse tipo de trator dá ao produtor rural a possibilidade de utilizar o biogás gerado dentro da propriedade (por meio de um biodigestor, por exemplo) para abastecer o equipamento, aproveitando o chamado ciclo virtuoso da fazenda, que se torna cada vez mais autossuficiente do ponto de vista energético e ambientalmente correta. E como um extra ainda tem a redução dos seus custos operacionais e tranquilidade no gerenciamento das suas atividades, pois se torna autossuficiente em produção e uso de combustível, ficando livre de todas as incertezas do mercado de combustíveis fósseis.

O trator utilizado em testes no Brasil, um T6.180, utiliza o metano gerado através da biomassa renovável produzida na usina de biogás disponível na fazenda. Ele possui todas as características de um trator comum e está equipado com um motor de seis cilindros produzido pela FPT Industrial, que gera uma potência máxima de 180 cv e torque de 750 Nm. O biometano é armazenado em tanques no trator. A autonomia é de pelo menos meio dia de trabalho durante a operação normal.

“A tecnologia de propulsão por biometano oferece inúmeras vantagens ambientais, incluindo a redução de até 80% das emissões em comparação com um motor diesel padrão. Ao usar o biometano, o impacto de carbono da máquina é virtualmente zero, e uma redução de custos entre 25% e 40% pode ser alcançada quando comparada com os combustíveis convencionais”, explica Nilson Righi, gerente de protifólio agrícola da CNH Industrial.

Novas parcerias

A New Holland segue expandindo o seu alcance como líder em energia limpa através de parcerias, no sentido de explorar novas áreas de inovação. Uma delas é com a produtora italiana de vinhos Barolo Fontanafredda, em um projeto que opera vinhedos livres de carbono. A New Holland e a FPT Industrial estão testando nesses vinhedos um novo trator movido a biometano, derivado do modelo TK da New Holland. O trator testado nos vinhedos da Fontanafredda tem por objetivo realizar a primeira produção de vinho livre de CO2 – um passo importante para a descarbonização da cadeia vitivinícola.

Em outra parceria, a New Holland desenvolveu com a produtora italiana de implementos Nobili um conceito inovador para a eletrificação de implementos para vinhedos e pomares. Ele combina o trator New Holland T4.110V com um gerador externo e-Source em conformidade com as diretrizes de alta tensão AEF. Inédito no setor, o gerador acionado pela TDF do trator é a única fonte de energia que alimenta os novos e-Sprayer e e-Mulcher. Essa inovação revolucionária recebeu o Prêmio de Inovação Técnica 2020/21 da EIMA International.

No Brasil, além de trabalhar com motores FPT que priorizam o baixo consumo de combustível, entregando alto desempenho e alta autonomia, e com isso reduzindo as emissões de CO2 na atmosfera, toda a frota de tratores, colheitadeiras e pulverizadores da New Holland funciona tanto com diesel comum quanto com biodiesel, dando a possibilidade de o produtor rural utilizar um combustível menos poluente.

Fonte: New Holland
06/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Opinião

Informações tornam gestão da lavoura mais eficiente

Por redação 06/04/2021
Escrito por redação

Por * Vinícius Cunha

- Informações tornam gestão da lavoura mais eficienteO produtor brasileiro é um dos que mais usa tecnologia em busca de eficiência nas operações da lavoura. Sabemos também que a agricultura nacional, ao longo dos últimos 20 anos, experimentou impressionantes saltos de produtividade, com aumento de sacas colhidas por hectare plantando.

Mas as inovações também precisam garantir o aumento da sustentabilidade no processo produtivo e renda do agricultor, permitindo que as gerações futuras continuem obtendo o melhor daquela mesma área. O maquinário agrícola e suas plataformas de apoio são fatores essenciais para garantir o sucesso dessa equação, coletando dados relevantes da fazenda, processando as informações do campo e transformando-as em conhecimento e intervenção na lavoura.

Ao conhecer a realidade agrícola de cada região, suas necessidades e especificidades, a Massey Ferguson também passou a oferecer soluções de gerenciamento de processos e aplicação de conhecimento agronômico por metro quadrado. Desde 2019 os concessionários da marca oferecem o Farm Solutions, um pacote de soluções digitais para processar dados relacionados às máquinas agrícolas e gerar informações agronômicas para tornar o agricultor mais eficiente em todas as operações.

O pacote digital foi desenvolvido em parceria com empresas especializadas na agricultura brasileira, tanto para os maquinários que já estão em uso, como para os novos. Solinftec, InCeres e Tecgraf somaram forças com a Massey Ferguson para atender os desafios encontrados no dia a dia dos agricultores.

As soluções disponibilizadas pela Solinftec contemplam a captura e processamento de dados em tempo real, com foco na melhoria do amplo ecossistema operacional existente nas diferentes propriedades rurais, com o gerenciamento de dados meteorológicos, máquinas e pessoas.

A InCeres processa os dados coletados em campo e analisa toda a área de cultivo, fornecendo uma melhor compreensão da produtividade da lavoura, disponibilizando ferramentas para um manejo agronômico inteligente por meio da fertilidade do solo, imagens de satélite e prescrições em taxas variáveis, o que pode aumentar a produtividade em até 15% e reduzir desperdícios e, consequentemente, custos.

Já o AgroCAD, software desenvolvido pela Tecgraf, ajuda o agricultor a controlar o tráfego de máquinas na propriedade, diminuindo a compactação e erosão do solo, reduzindo o número de manobras, melhorando o aproveitamento da área disponível para plantio, aumentando o rendimento operacional das diversas operações e até mesmo reduzindo o consumo de combustível das máquinas. Ao confinar o tráfego de máquinas o produtor pode obter um aumento na produtividade de até 25%.

Embora as tecnologias do Farm Solutions tenham sido estrategicamente associadas ao portfólio de produtos da Massey, as ferramentas podem ser utilizadas de maneira independente, ou seja, o produtor pode optar por aquelas que melhor atendam suas necessidades. Democrático, o Farm Solutions atende a diferentes realidades de produção, mercados, tamanhos de propriedade e perfis de agricultores, do pequeno ao grande.

A implantação e toda a assistência necessária são fornecidas pelas concessionárias Massey Ferguson. Com as informações em mãos, o agricultor é mais assertivo na tomada de decisão e consegue explorar melhor todo o potencial produtivo e tecnológico da sua fazenda.

 

* Vinícius Cunha é coordenador de Farm Solutions da AGCO América do Sul

 

06/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Sistema ILP alia desempenho a menor custo ambiental

Por redação 06/04/2021
Escrito por redação

 

- Sistema ILP alia desempenho a menor custo ambiental

Pela primeira vez, uma pesquisa relacionou dados econômicos com indicadores ambientais em uma análise comparativa de sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP), lavoura de soja seguida de milho e pecuária extensiva em localidades do Cerrado e da Amazônia. O trabalho desenvolvido por pesquisadores da Embrapa e de instituições parceiras mostrou que a sucessão agrícola é mais rentável do que a ILP e a pecuária, porém, com um custo ambiental maior. Com menor impacto ambiental, a ILP é lucrativa, o que torna essa alternativa mais sustentável para a produção de alimentos nos dois biomas.

Baseado em dados coletados em fazendas de Mato Grosso na safra 2017 e 2018, o trabalho reforça a noção de que com o preço elevado de commodities, os monocultivos agrícolas são mais rentáveis. Entretanto, ao considerar aspectos ambientais da produção, como o uso de recursos renováveis, não renováveis e de insumos externos, o sistema integrado se mostra mais interessante, devido ao menor impacto ambiental por unidade produzida.

A comparação do custo ambiental de cada sistema de produção foi feita utilizando uma abordagem metodológica inovadora, baseada no conceito de emergia. Nessa metodologia, todos os insumos, sejam eles renováveis, como luz solar, chuva, vento e fixação biológica de nitrogênio, ou não renováveis, como a perda de solo, e insumos externos usados na produção, como combustíveis, eletricidade, sementes, fertilizantes, pesticidas e maquinário, são transformados em equivalentes de energia solar.

Da mesma forma, a produção final também é convertida nessa mesma unidade de medida, possibilitando então fazer a correlação da eficiência em termos de emergia e a comparação entre diferentes culturas.

Indicadores econômicos e de sustentabilidade

De acordo com a pesquisa, a sucessão agrícola de soja e milho apresentou um lucro líquido de US$ 295 por hectare, contra US$ 235,69 do sistema ILP. Mas no indicador de sustentabilidade de emergia, a ILP obteve 0,67 contra 0,46 da lavoura, em uma escala em que quanto maior o número, mais sustentável é a atividade.

A pecuária extensiva, por sua vez, como utiliza poucos insumos e grandes extensões de terra, obteve um índice superior, com 5,62. Porém a atividade obteve prejuízo financeiro de US$ 0,58 por hectare no período avaliado, e apresentou baixo desempenho na avaliação das emissões de carbono equivalente.

De acordo com os resultados de carbono-emergia, o sistema integrado apresentou sequestro de 2,71 toneladas de CO2eq para cada joule produzido (unidade de medida da energia), enquanto o sistema agrícola emitiu 3,70 t CO2eq e a pecuária extensiva apresentou uma emissão de 7,98 t CO2eq para cada joule produzido.

- Sistema ILP alia desempenho a menor custo ambientalConforme a pesquisa, os indicadores de emergia mostraram que o custo social da sucessão soja/milho é maior do que os benefícios para a sociedade. O lucro da atividade está relacionado ao intenso uso de insumos externos, fator que reduz o nível de sustentabilidade do sistema a longo prazo.

“Para manter altos índices produtivos, são necessários cada vez de mais insumos externos. Isso gera um círculo vicioso, no qual, embora se aumente a produtividade, o custo ambiental fica cada vez mais elevado”, explica o coordenador do estudo, Júlio César dos Reis, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril (MT).

Já no caso da pecuária extensiva, o baixo desempenho produtivo e a elevada emissão de gases de efeito estufa tornam o sistema mais insustentável. De acordo com o pesquisador da Embrapa Acre Judson Valentim, essa é uma atividade de baixa produtividade dos recursos naturais (solo, água e radiação solar), de mão de obra e capital, aspecto que interfere na eficiência.

“No sistema de pecuária de corte tradicional a produtividade obtida é de seis arrobas de carne/hectare/ano. Quando essa mesma área é utilizada em sistemas de integração lavoura-pecuária, o produtor consegue obter uma safra de soja, uma safrinha de milho e ainda produzir boi safrinha. Isso resulta em maior eficiência no uso dos recursos naturais e do capital investido”, ressalta Valentim, ao frisar também o papel ambiental da atividade.

“Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera, por unidade de produto, contribui para diminuir a pressão por desmatamentos, ajudando a manter a floresta em pé. Esses ganhos indicam que os sistemas integrados são mais eficientes na conversão de recursos ambientais e econômicos em produtos finais”, conclui.

Apoio a políticas públicas

As avaliações mostraram que os sistemas ILP se mantiveram lucrativos, com grande redução nos impactos ambientais. Dessa forma, os autores do estudo consideram os sistemas integrados como uma alternativa viável para uso em grande escala, possibilitando suprir a demanda pela produção de alimentos, com um menor impacto ambiental.

Para o coordenador da pesquisa, o resultado serve como base para o desenvolvimento de políticas públicas que incentivem a maior adoção de sistemas integrados.

“Para convencer as pessoas na perspectiva ambiental, é preciso valorar esse serviço. Do contrário, o produtor continuará usando a forma que dá mais lucro. É preciso criar outros mecanismos de financiamento e de compensação pelos serviços ambientais”, analisa Reis.

De acordo com os autores do estudo, políticas públicas como o Plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC) ajudam, mas ainda estão aquém da meta estipulada em sua criação. A desburocratização, facilitação do crédito, disponibilidade e capacitação de assistência técnica são algumas das ações que contribuiriam para o aumento da adoção dos sistemas mais sustentáveis.

A metodologia 

Para realizar a contabilidade emergética e a avaliação de sustentabilidade das fazendas estudadas, os cientistas usaram uma plataforma metodológica composta por um conjunto de planilhas capaz de considerar informações sobre os fluxos de matéria e energia nos processos produtivos. Esses dados envolveram: as características produtivas e ambientais das propriedades rurais, os aspectos regionais do município e, de uma forma mais abrangente, as características produtivas do sistema agropecuário do País.

As informações das fazendas, processadas no estudo, foram obtidas em trabalhos de campo e de dados pré-existentes. Já as informações utilizadas no escopo amplo (município e País), foram obtidas em levantamentos censitários oficiais e de fontes secundárias.

Os pesquisadores organizaram sistematicamente a linguagem dos fluxos de energia associados aos processos de mudança que ocorrem quando da introdução de novas práticas ou intervenções nos estabelecimentos rurais, como tipo de manejo ou tecnologias agropecuárias inseridas nos sistemas.

Como os processos produtivos agropecuários e florestais envolvem fluxos financeiros e de estoques de materiais e energia bem específicos, os pesquisadores classificaram os balanços energéticos para determinar o estado de sustentabilidade das fazendas, com dados específicos para cada tipo de insumo, recurso e produto, com seus respectivos ”valores de unidade energética”. Esses dados foram então transportados para figuras que representaram diagramas de sistema e gráficos analíticos, com os quais se realiza a contabilidade energética e que possibilitaram a análise das assinaturas emergéticas e a avaliação detalhada dos índices de sustentabilidade dos sistemas estudados.

Como explicam os pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente Geraldo Stachetti, e da Embrapa Gado de Leite Inácio de Barros, pôde-se comparar, por exemplo, o papel da erosão do solo, que impõe grandes déficits energéticos, devido à relevância dos insumos e dos processos naturais que promovem a fertilidade. A expressão desse serviço ambiental é favorecida nos sistemas pecuária e ILP, menos sujeitos à erosão que as lavouras. Já a fixação biológica de nitrogênio se faz mais presente nas lavouras, e favorecem a ILP com efeito residual, mas não as pastagens.

Esses exemplos explicam o porquê do maior custo energético, e do maior contraste entre os sistemas, estar representado pelos fertilizantes e corretivos do solo, empregados em maiores volumes nas lavouras, seguido da ILP e da pecuária. Assim, os custos energéticos (medidos como ”joules solares totais”) se mostraram maiores nas lavouras, 10% menores na ILP e 64% na pecuária. Por outro lado, recursos renováveis ofertados pela natureza conformam 25% da energia nas lavouras, frente a 31% na ILP e até 66% na pecuária.

“Ao se integrarem os índices dos fluxos de energia dos diferentes sistemas, e contrastá-los com os resultados econômicos, demonstram-se claramente as vantagens ambientais do sistema ILP”, analisa Stachetti.

Fonte: Embrapa
06/04/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui