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Notícias

Chega ao Brasil produto para ferrugem asiática

Por redação 01/03/2021
Escrito por redação

- Chega ao Brasil produto para ferrugem asiática

O Cuprital 700 é um protetor multissítio desenvolvido pela Ascenza, com concentração de oxicloreto de cobre e eficiência no controle do fungo na soja

A ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) continua sendo uma grande dor de cabeça para muitos sojicultores no Brasil. Isso porque os danos no rendimento podem variar entre 10% até 90%, principalmente em áreas onde o controle não é executado ou o é feito de forma tardia. O uso de fungicidas é uma das principais ferramentas para o manejo da doença, que por ser muito agressiva e com alto dano econômico, deve ser realizado de forma preventiva.

Para isso, o produtor tem uma nova solução que chega ao País, o Cuprital 700. Desenvolvido pela Ascenza, antiga Sapec Agro, e pertencente a holding portuguesa Rovensa, este é um fungicida bactericida protetor multissítio com alta concentração de oxicloreto de cobre (Cu+2) na sua forma mais nobre. Seu uso visa diminuir o risco de desenvolvimento de resistência dos patógenos causadores da doença, sempre de forma preventiva, antes da incidência da mesma.

O produto atua em diferentes pontos do fungo, esta característica é exatamente uma das ferramentas que deve impactar na resistência desses organismos. O diretor comercial da marca no Brasil, Renato Francischelli, destaca que a novidade é totalmente diferenciada e com alta tecnologia empregada em sua formulação. “O Cuprital 700 tem três grandes pontos de exclusividade: formulação líquida com suspensão concentrada, alto índice de cobre metálico, 700 g/L e ele ainda é classificado toxicologicamente como categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo, ou seja, dentre os produtos à base de Cu+2 nas formulações WG e SC, ele é toxicologicamente menos restritivo”, aponta.

Alta concentração

A concentração de oxicloreto de cobre do lançamento é de 1.196,8 g/L, o que equivale à 700 g/L de cobre metálico, fazendo com que o Cuprital 700 seja o fungicida nessa linha com a maior concentração do mineral no Brasil. Isto resulta em uma menor dose por hectare, beneficiando o produtor na manipulação, dosificação e descarte de embalagens. O produto também pode ser aplicado em misturas com os fungicidas de sítio específico.

Demais características

A Suspensão Concentrada (SC) a qual o produto foi desenvolvido facilita a sua diluição na hora da aplicação, mesmo em volumes menores, mantendo as características essenciais do cobre, entregando assim mais eficiência, e praticidade na hora do preparo da calda e na aplicação.

Eficácia comprovada

O Cuprital 700 é indicado para ser utilizado como uma ferramenta de mitigação de risco protegendo a lavoura do surgimento de populações de patógenos resistentes aos fungicidas de ação específica. Desde 2015 a Ascenza tem testado o produto em ensaios em território nacional e com diferentes instituições de pesquisa.

Um desses trabalhos foi desenvolvido pela Embrapa na safra 2018/2019. No experimento para produtos à base de cobre isolados, com 14 dias de intervalo entre as aplicações, o controle do Cuprital 700 chegou a 33%, enquanto um dos outros tratamentos alcançou 30%. Já com 10 dias de intervalo, esse número é de 56% para o Cuprital 700 e 42% para uma das testemunhas. Com 14 dias de intervalo entre aplicações em mistura com Metominostrobina + Tebuconazol o produto chegou a 64% de controle no fungo, enquanto o maior índice de outros tratamentos, 59%.

O que é um fungicida multissítio

Os fungicidas com o modo de ação multissítio possuem amplo espectro controlando as quatro principais classes de fungos fitopatogênicos. “Eles atuam pela interferência generalizada de processos metabólicos vitais da célula fúngica, o que reduz significativamente as populações com menor sensibilidade no campo”, finaliza Francischelli.

Fonte: Ascenza

 

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Notícias

Pagamento por serviços ambientais volta a ser debatido

Por redação 26/02/2021
Escrito por redação

- Pagamento por serviços ambientais volta a ser debatido

A Comissão Nacional de Meio Ambiente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na última quinta-feira, por videoconferência, para debater, dentre outros temas, a Lei 14.119 de 2021, que regulamenta o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

Os serviços ambientais são atividades individuais ou coletivas que favorecem a manutenção, a recuperação ou a melhoria de ecossistemas.

Segundo o presidente da Comissão e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), Muni Lourenço, a remuneração dos serviços ambientais para o produtor rural é um pleito antigo do setor.

“A criação de uma legislação voltada para esse benefício sempre foi uma bandeira da CNA, pois é uma forma de reconhecer o esforço e as boas práticas dos produtores. A aprovação da lei foi um passo importante, mas precisamos continuar trabalhando para termos clareza sobre as fontes de recursos para efetivação do PSA”, destacou Muni.

O coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias, explicou que a Lei 14.119 foi sancionada no início deste ano como parte de um pacote da agenda verde do Congresso Nacional. “A lei busca implantar a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA) e o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais (PFPSA)”.

De acordo com Nelson, a norma prevê diversas modalidades de pagamento pelos serviços ambientais, como prestação de melhorias sociais às comunidades rurais e urbanas, pagamento direto (monetário ou não), compensação vinculada a certificado de redução de emissões por desmatamento e degradação, títulos verdes (green bonds), comodato e cota de reserva ambiental.

“Muito se fala sobre PSA e na existência de recursos que podem pagar pela conservação de vegetação nativa, restauração, conservação de água. Os casos de PSA no Brasil envolvendo áreas privadas são quase que exclusivamente relacionados ao Programa Produtor de Água da Agência Nacional de Águas (ANA)”, disse Nelson.

O coordenador afirmou que, para garantir segurança jurídica ao PSA, são necessários alguns pontos: remuneração de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais (RLs); valoração e definição clara dos serviços ambientais prestados; flexibilidade de contratos e pagamentos; que os custos de transação não excedam os benefícios potenciais; monitoramento do cumprimento das metas, das mudanças no uso da terra e da prestação de serviços; incentivo à adoção das tecnologias de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), entre outros.

Durante a reunião, a gerente de Investimentos da Sustainable Trade Initiative (IDH), Marcela Paranhos, falou sobre um projeto de sustentabilidade pecuária, desenvolvido em Mato Grosso a partir de uma parceria entre IDH e CNA.

“O objetivo da parceria é compartilhar conhecimento sobre os modelos de governança territorial implementados pela IDH em Mato Grosso e apoiar e fortalecer a cadeia da restauração ambiental para agregar sustentabilidade ao setor produtivo”, disse.

Fonte: CNA Brasil
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Rota marítima pelo Pacífico pode reduzir custos de frete

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação
- Rota marítima pelo Pacífico pode reduzir custos de frete

Porto de Santarém, no Pará

Os agricultores que utilizam os portos do Arco Norte podem obter redução de até 35% nos custos do frete por tonelada exportada ao adotar rotas marítimas pelo Pacífico. A queda ocorre mesmo com o pagamento da taxa de utilização do Canal do Panamá, conforme indica o Boletim Logístico divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A análise realizada por técnicos da Companhia mostra o Canal como importante alternativa para melhorar a competitividade dos produtos agrícolas brasileiros, uma vez que pode representar menor tempo de navegação, com decorrente redução do frete, custos operacionais, combustível e emissões, entre outros, bem como possibilitar a abertura de novos mercados de origem asiáticas.

“O que se precisa para atingir esse índice de redução são algumas melhorias na infraestrutura, para adequar a realidade portuária brasileira a essas oportunidades, como a utilização do Canal do Panamá”, pondera o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth. “Por isso, algumas empresas brasileiras e terminais portuários já assinaram acordo internacional de intercâmbio de informações e cooperação técnica com as autoridades panamenhas”.

Mercado interno

Com o início da colheita da soja, a contratação do serviço de frete rodoviário em janeiro começou aquecida em Mato Grosso. No entanto, mesmo com o aumento de até 18% nos preços, quando comparado com dezembro do ano passado, os valores ainda estão até 16% menores em relação ao mesmo período em 2020. A expectativa é que as cotações aumentem ainda mais em fevereiro e março, à medida que a colheita da oleaginosa avance pelo país.

Ainda de acordo com o boletim, o mercado de fretes rodoviários deve continuar forte ao longo do 1º semestre, tendo em vista a estimativa de produção recorde, bem como a existência de grande volume de comercialização antecipada.

Fonte: Conab
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Notícias

Produtos com Selo da Agricultura Familiar passam de 700 para 7 mil

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação

 

- Produtos com Selo da Agricultura Familiar passam de 700 para 7 mil

Criado para identificar e promover os produtos da agricultura familiar, o Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf) tem sido cada vez mais buscado. Tanto que a quantidade de produtos com a certificação passou de 700, em 2019, para mais de 7 mil, em 2020.

A procura é resultado de medidas adotadas pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa que facilitaram o acesso ao selo.

“É um importante instrumento para identificar e dar ainda mais visibilidade aos produtos da agricultura familiar, que vêm crescendo e se organizando cada vez mais. Para ampliar o alcance do Senaf, desburocratizamos o processo de solicitação e renovação, que agora podem ser feitos de forma prática pela internet. Também otimizamos o controle, cruzando a base dados com o atual sistema de registro vigente, que é a DAP [Declaração de Aptidão ao Pronaf]. Essas ações ampliaram o alcance do Senaf, aumentando em dez vezes a quantidade de produtos reconhecidos, que o consumidor pode encontrar nas feiras e prateleiras de supermercados”, ressalta o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

O Senaf potencializa a exposição e a comercialização da produção familiar ao aproximá-la do consumidor final, dando-lhe condições para checar a origem e as características do produto por meio de um QR Code. Ao apontar a câmera do celular para o código impresso no selo, o consumidor é automaticamente direcionado para uma página web, contendo informações sobre aquele produto, como estado e município de origem, especificações da embalagem, valor nutricional e o contato do produtor familiar.

Para ampliar a visibilidade dos produtos e aproximar quem consome de quem produz, o Mapa disponibiliza para o cidadão a Vitrine da Agricultura Familiar, uma plataforma que apresenta o catálogo com todos aqueles produtos identificados com o selo e as principais informações. Na Plataforma, o consumidor encontra hortifrútis, sucos, cosméticos, cafés, carnes e artesanatos produzidos por agricultores familiares de todo o Brasil.

Produtos na vitrine

- Produtos com Selo da Agricultura Familiar passam de 700 para 7 mil

Ao acessar a Vitrine da Agricultura Familiar, o interessado encontra informações sobre a geleia de maracujá, o doce de goiaba, a compota de umbu e outros produtos da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc). Com 270 cooperados, em a maioria mulheres, a cooperativa, localizada na Bahia, produz doces e geleias à base de frutas nativas do sertão.

Fundada em 2004, a partir da união de 44 agricultoras, que desejavam organizar a produção e comercialização, a Coopercuc atua, hoje, junto a mais de 700 famílias, em 18 comunidades, e tem capacidade para produzir, anualmente, 800 toneladas de doces. O carro-chefe é o doce feito de umbu, uma fruta rica em sais minerais e vitaminas.

Na Vitrine da Agricultura Familiar, estão expostos 14 produtos da Coopercuc. Além do Senaf, a cooperativa, que busca promover a sustentabilidade das famílias envolvidas, estimulando a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais, dispõem de certificados que atestam que seus produtos são orgânicos e comercializados de forma justa.

A presidente da cooperativa, Denise dos Santos, ressalta os benefícios da certificação recebida do Mapa. “A nossa intenção com o selo era justamente para termos o reconhecimento como produtos da agricultura familiar, pois participávamos de muitas feiras de produtores familiares. E o Senaf é importante, pois a gente consegue ter o reconhecimento e as pessoas conseguem ter a garantia de que é um produto da agricultura familiar. Então, é um processo muito importante para os agricultores e cooperativas”, afirma.

Denise dos Santos conta que sempre aconselha outras cooperativas da agricultura familiar a solicitarem o selo e relata que a certificação amplia a visibilidade dos produtos e organizações de agricultores familiares. “Os resultados sempre foram muito positivos. A gente tem bastante reconhecimento nessa questão da agricultura familiar, principalmente, por conta do Senaf, que possibilita que outras instituições conheçam as cooperativas que utilizam o selo”.

Nas prateleiras virtuais da Vitrine da Agricultura Familiar também estão os cafés com certificações orgânicas e de comércio justo produzidos pela Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM).

A Coopfam existe desde 2003, com sede em Poço Fundo, no Sul de Minas Gerais. Conta com 430 famílias cooperadas e atua em 20 municípios da região, além de outros seis municípios da Zona da Mata. Atualmente, 19 produtos da cooperativa estão na Vitrine da Agricultura Familiar.

A presidente da Coopfam, Vânia Silva, destaca que a inovação foi um dos motivos que levaram a organização a aderir ao selo. “Solicitamos para aproveitar a oportunidade de ter um selo com rastreabilidade e com acesso facilitado para identificar novos produtos. Com o uso do selo, esperamos passar uma maior confiabilidade para os clientes devido a uma maior rastreabilidade. É interessante também para as nossas participações em chamadas públicas, pois o café que fornecemos vai com o selo”.

O papel do Senaf na promoção de uma aproximação entre consumidor e agricultor familiar também é ressaltado pela presidente da cooperativa. “O Senaf é bem reconhecido entre os consumidores. Hoje, temos um movimento de clientes que buscam valorizar os pequenos e o selo fala por nós nas gôndolas. Para a agricultura familiar é uma forma de se fazer presente, de estar em evidência”, avalia Vânia.

Como solicitar o Senaf

- Produtos com Selo da Agricultura Familiar passam de 700 para 7 mil

O Senaf pode ser solicitado por agricultores familiares, cooperativas ou associações de agricultores familiares e empresas. Para isso, é necessário ter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) Física ou Jurídica; cumprir as obrigações legais para a produção e a comercialização dos produtos; atender às regras sanitárias, ambientais, de consumo e de segurança do trabalho aplicáveis à produção, à comercialização e ao consumo dos produtos identificados pelo Senaf; e, no caso das empresas, apresentar notas fiscais que comprovam a aquisição de produtos da agricultura familiar.

Existem sete tipos diferentes do Senaf. Todos são voltados para produtos da agricultura familiar, mas cada tipo tem requisitos específicos para obtenção. Os selos disponíveis são: Senaf da Agricultura Familiar, Senaf Mulher, Senaf Juventude, Senaf Quilombola, Senaf Indígena, Senaf Sociobiodiversidade e Senaf Empresas.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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CNA discute fim do Convênio 100 para culturas irrigadas

Por redação 25/02/2021
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- CNA discute fim do Convênio 100 para culturas irrigadas

A Comissão Nacional de Irrigação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na quarta (24), para discutir, entre outros temas, as implicações tributárias do Convênio ICMS n° 100/1997 para culturas irrigadas.

O convênio, que reduz a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre insumos agropecuários nas operações interestaduais e isenta sua cobrança nas operações internas, vale até o próximo dia 31 de março.

Segundo o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, o fim do convênio trará impactos como o aumento nos custos de produção e elevação dos preços dos produtos agropecuários para a população. Também não existe previsão de como o crédito pago será devolvido aos produtores, já que o ICMS é um tributo não cumulativo.

Um estudo realizado pela CNA apontou que, somente em relação aos fertilizantes, haverá um aumento médio de 1% no custo de produção. A Confederação encaminhou em pedido de prorrogação do convênio até 31 de dezembro de 2023 ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

“Pedimos a renovação do convênio nos moldes como ele funciona hoje. Se querem discutir tributação sobre insumos, vamos discutir na reforma tributária, que é o fórum qualificado para isso”, disse Renato Conchon.

CDE – A reunião também debateu a estratégia para manutenção dos descontos das tarifas de energia elétrica provenientes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). O tema foi apresentado pelo analista de infraestrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Frederico Cintra.

“O fim do desconto vai totalmente na contramão do que foi proposto com a criação dos polos de irrigação. Precisamos elaborar uma proposta de todo o setor, pois alguns segmentos como a bovinocultura de leite e a avicultura já estão sofrendo com os altos custos de energia”, afirmou o presidente da Comissão Nacional de Irrigação da CNA, Eduardo Veras de Araújo.

Conforme o coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho, a entidade elaborou uma proposta de Projeto de Lei para a suspensão do decreto 9.642/2018, que reduz gradualmente os descontos sobre a tarifa básica de energia nas propriedades rurais.

Durante o encontro, a assessora técnica da Comissão, Jordana Gabriel Sara, fez uma atualização sobre as resoluções do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e sobre a Lei 14.066/2020, que trata da Segurança de Barragens. A pauta incluiu, ainda, a agenda da Comissão Nacional de Irrigação para 2021.

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Notícias

Ministério da Agricultura registra 67 defensivos

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação

- Ministério da Agricultura registra 67 defensivos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quinta-feira (25) o Ato nº 9, no Diário Oficial da União, que traz o registro de 67 defensivos agrícolas que poderão ser usados pelos agricultores, os chamados produtos formulados. Entre os produtos registrados, 13 deles são biológicos para controle de pragas, de acordo com o Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, da Secretaria de Defesa Agropecuária.

Dos defensivos registrados, três são produtos com ingredientes ativos inéditos, sendo dois de origem biológica a base de Bacillus velezensis e um de origem química a base de Tiencarbazona e Isoxaflutol. Os outros 64 produtos utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país.

Esses novos registros são importantes, pois diminuem a concentração do mercado de defensivos e aumentam a concorrência.

Produtos biológicos

O produto químico novo é um herbicida para controle de diversas plantas daninhas, tanto de folha estreita quanto de folha larga, na cultura do milho.

Já os dois produtos biológicos, com o ingrediente ativo inédito registrado, são recomendados para controle da fusariose, que é uma doença causada pelo fungo Fusarium solani que provoca apodrecimento das raízes das plantas, podendo atingir uma variedade de culturas. Outra praga que pode ser controlada com esse produto é Meloidogyne incógnita, um nematóide que ao se hospedar nas raízes das plantas gera ao seu redor uma massa causando protuberâncias nas mesmas, isso faz com que as raízes se pareçam com galhas, sendo conhecido como nematoide-das-galhas.

Os outros 11 produtos biológicos são compostos por microrganismos das espécies Bacillus e Metarhizium, bem como Baculovirus.

- Ministério da Agricultura registra 67 defensivos

Os produtos fitossanitários que utilizam agentes de controle de baixo impacto são alternativas de controle para os agricultores no combate às pragas, ao mesmo tempo que contribuem para a sustentabilidade da agricultura nacional

Todos os produtos registrados foram analisados e aprovados pelos órgãos responsáveis pela saúde, meio ambiente e agricultura, de acordo com critérios científicos e alinhados às melhores práticas internacionais.

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Empresas se unem para 1ª safra de vinho zero emissão

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação

- Empresas se unem para 1ª safra de vinho zero emissão

Completar a primeira colheita mundial de vinho Barolo com zero emissão e chegar a 2025 com a abertura da primeira garrafa 100% sustentável do Rei dos Vinhos, altamente premiado: estes são os objetivos da parceria entre a FPT Industrial e a Fontanafredda, histórica vinícola fundada por Vittorio Emanuele II, o primeiro rei da Itália, em 1858.

O desafio global da transição energética exige não apenas soluções amplamente compartilhadas em grande escala, como também ações direcionadas em setores especializados, capazes de entregar resultados concretos.

Implementando estas diretrizes, parte essencial da sua identidade, a FPT Industrial, marca global de powertrain da CNH Industrial e maior produtor mundial de motores de baixo impacto ambiental, uniu esforços com a Fontanafredda. A vinícula produz o Barolo e outros grandes vinhos da região de Langhe, que atualmente possui 120 hectares de vinhedos orgânicos certificados e promove um novo Renascimento Verde na forma de cultivo de uvas, com boas práticas sem impacto ambiental.

O cerne da parceria é o fornecimento de dois tratores de esteiras New Holland TK Methane Power equipados com o motor FPT Industrial F28 NG (gás natural) movido a biometano, que funcionarão na Vigna La Rosa, que produz as uvas para o lendário Barolo, um vinho que integra o Wine Spectator Top 100 dos melhores vinhos do mundo.

Recentemente premiado com o título de Motor do Ano 2020 na Europa, por sua abordagem modular e Multi-Power, o FPT F28 foi projetado para ser compacto, eficiente e ecologicamente correto. Na realidade, ele preenche todos os requisitos em termos de potência, desempenho e baixo impacto ambiental para aplicações especializadas, como tratores de pomares e vinhedos, onde dimensões compactas são requisitos fundamentais. O FPT F28 também é capaz de operar com diesel ou gás natural e está configurado para ser híbrido.

O modelo de biometano projetado para a Fontanafredda foi desenvolvido com base em um trator de esteira para vinhedos da New Holland Agriculture. Ele fornece uma potência de 75 cv com torque de 330 Nm e garante, com total segurança, um desempenho igual ao do seu equivalente diesel, mesmo quando se trabalha nas encostas mais íngremes e no terreno típico dos melhores vinhedos da região vinícola de Langhe, na Itália. Tudo isso com pegada zero de carbono, já que o biometano que move o motor não é um combustível fóssil, mas é produzido pela biodigestão de resíduos agrícolas.

A Fontanafredda tem um compromisso de longa data com a sustentabilidade ambiental, tanto no terreno, através da implementação de métodos de cultivo orgânico, como na adega, por meio do uso de fermentos próprios. Em 2020, as décadas de evolução culminaram em uma nova perspectiva: o Renascimento Verde. O novo Renascimento criará uma grande comunidade global, unida em torno do respeito pela terra, que também se expressará por meio do respeito às pessoas. Esses valores levaram à “ambientalização” de todos os procedimentos diários, desde a reutilização da água até a escolha de embalagens saudáveis, naturais e ecológicas, e o uso de energia limpa para a Vila dentro da fazenda Fontanafredda. Graças à FPT Industrial, a partir da safra de 2021, a mobilidade no vinhedo também se tornou sustentável. A chegada de tratores movidos a biometano permitirá à Fontanafredda reduzir as emissões dos vinhedos a zero e tornar as operações de cultivo cada vez mais sustentáveis.

A parceria de três anos entre a FPT Industrial e a Fontanafredda, apoiada pelo Projeto Tobias da Região do Piemonte, com contribuições da New Holland Agriculture, CNH Industrial e empresas locais, prova mais uma vez que projetos complexos podem se tornar um exemplo virtuoso de trabalho em rede para um objetivo comum. Os parceiros envolvidos no projeto da cadeia de suprimento são DIMSPORT S.r.l., HYSYTECH S.r.l., S.T.C. S.r.l., STEMS-CNR e T.C.E. TORINO CREA ENGINEERING S.r.l..

“Depois de a FPT se sagrar como o “coração” dos veículos eleitos pelo Trator Sustentável do Ano e o Caminhão Sustentável do Ano”, a CEO Industrial da FPT, Annalisa Stupenengo, afirma que “enfrentar as necessidades do prestigiado, delicado e sustentável setor vitivinícola de alta qualidade é um desafio muito empolgante para nós. Na verdade, a parceria com a Fontanafredda nos permitirá demonstrar mais uma vez o nosso total apoio à União Europeia quanto à transição verde. Nossos motores a biometano são tão eficientes e de alto desempenho quanto os diesel, e o combustível renovável e sustentável é a alternativa real e disponível para eliminar as emissões dos veículos agrícolas”.

“Temos a grande sorte de viver em uma parte única do mundo e cuidar da nossa maravilhosa terra”, afirma Andrea Farinetti, produtor da Fontanafredda. “Precisamos de um novo Renascimento; caso contrário, um amanhã que seja como hoje é impensável. Obviamente, temos que mudar e nos renovar. Para nós, essa renovação significa tornar nossa terra o centro de tudo o que fazemos; esse deve ser o nosso objetivo principal e levar à criação de uma grande comunidade mundial, baseada na confiança nos outros. Essa comunidade terá à sua disposição muitos instrumentos para proteger o nosso planeta: o nosso será o vinho, o vinho “verde”. Nossa parceria com a FPT Industrial prova que juntos podemos fazer mais e melhor.”

Ficha técnica

FPT F28 NG para a Fontanafredda

Cilindrada: 2.8L

Potência: 55 kW / 75 hp

Número de cilindros: 4

Número de válvulas por cilindro: 2

– Tecnologia de combustão estequiométrica e injeção multiponto, para garantir excelente desempenho e baixas emissões

– Projetado sem EGR e com conversor catalítico de três vias sem manutenção (sem DPF ou SCR)

– Solução sustentável que garante pegada de carbono zero quando alimentada por biometano

 

Fonte: FPT
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Transmissões ZF são as mais lembradas pela quarta vez

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação

- Transmissões ZF são as mais lembradas pela quarta vez

A ZF foi eleita pela quarta vez consecutiva a empresa de transmissões mais lembrada do Brasil no Prêmio Top of Mind do Transporte, promovido pela revista especializada TranspoData. A premiação foi realizada ontem, dia 24 de fevereiro, por meio de uma live especial transmitida pelo Canal TranspoData Premium, no Youtube.

O Prêmio Top of Mind do Transporte reconhece publicamente as marcas mais lembradas e os produtos preferidos por quem vive, pensa e decide o transporte. Nesta edição, a participação na pesquisa consistia no preenchimento de um questionário on-line contando com um público altamente qualificado, que teve 60 dias para participar de forma espontânea. O levantamento registrou a opinião de empresários do Transporte, embarcadores, transportadores autônomos e outros profissionais ligados ao setor validando 1.007 respostas. Empresas de 19 categorias ligadas ao transporte receberam o prêmio Top of Mind do Transporte.

“Divido este prêmio com todos os colaboradores da ZF que diariamente se dedicam para tornar a mobilidade mais segura, eficiente e confortável. Para nós da ZF é uma grande honra saber que a marca recebe esse reconhecimento pela quarta vez consecutiva na categoria transmissões. Esta é a opinião espontânea de caminhoneiros, frotistas e empresários. Ela demonstra que toda a nossa dedicação em oferecer produtos de alta qualidade e confiabilidade, bem como serviços de pós-venda de excelência são reconhecidos pelo mercado. Gostaria de parabenizar a Revista TranspoData por mais essa edição do Prêmio Top Of Mind, que certamente reúne os melhores do setor de transportes do Brasil.”, diz Carlos Delich, presidente da ZF América do Sul.

Além de ser reconhecida e premiada mundialmente, a ZF pôde comprovar mais uma vez a satisfação do público brasileiro em relação às inovações apresentadas no Brasil. O reconhecimento evidencia a confiança nas transmissões ZF em todas as regiões do País.

Fonte: ZF
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Aplicativo MyFPT conecta usuário ao seu motor

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação

- Aplicativo MyFPT conecta usuário ao seu motor

A FPT Industrial acaba de lançar o MyFPT, aplicativo que conecta na palma da mão tudo o que o cliente precisa saber sobre o seu motor. Depois de disponibilizar em 2020 o atendimento via WhatsApp, pelo telefone (31) 2107-2354, a marca da CNH Industrial amplia sua proximidade com o mercado ao lançar o app, disponível para sistemas Android e iOS.

De fácil leitura e navegação, o MyFPT reúne informações técnicas, download do manual de motores em formato PDF, peças e localização da Rede de Distribuidores em todo o Brasil. O cliente dos segmentos on-road, off-road, marítimo e de geração de energia tem ainda um canal direto para solicitar assistência à fábrica, reforçando os pilares de Customer Experience da FPT Industrial.

“Com mais esta ferramenta, facilitamos a vida de quem utiliza motorização FPT, fornecendo suporte ágil e direto para operação e manutenção dos nossos produtos, além de prover todas as informações necessárias para a rápida substituição de componentes, nas mais diversas missões”, comenta a gerente de Marketing da FPT Industrial, Isabela Costa.

Facilidade

Como parte do pacote de funcionalidades, o MyFPT permite checar dados das famílias F1, NEF, Cursor e S-8000, acessar a lista de peças sobressalentes e solicitar assistência técnica ou ajuda da FPT enviando fotos do motor. Para começar a utilizar, basta realizar o cadastro do motor no aplicativo.

“O MyFPT foi pensado para aumentar a proximidade com a FPT. Desta forma, suas funcionalidades foram desenvolvidas de forma simples para facilitar a utilização e agilizar o atendimento”, explica Diego Magalhães, responsável pelo projeto na área de Suporte ao Produto da FPT.

Em breve, o app também fornecerá informações em tempo real sobre o funcionamento do motor.

 

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Produção de soja pode atingir 134 milhões de toneladas

Por redação 25/02/2021
Escrito por redação

- Produção de soja pode atingir 134 milhões de toneladas

As condições das lavouras de soja melhoraram após um começo de temporada marcado pela irregularidade climática, que atrasou o plantio e comprometeu o desempenho das variedades precoces

A melhora nas expectativas fez a Agroconsult, organizadora do Rally da Safra, aumentar as estimativas para a produção brasileira de soja 20/21 para 134 milhões de toneladas, 1,6 milhão de toneladas acima do número Pré Rally, após revisões positivas na produtividade esperada no Mato Grosso – principal estado produtor já visitado pelos técnicos do Rally – e no Rio Grande do Sul, cujas lavouras serão avaliadas em março.

A área plantada é estimada em 38,4 milhões de hectares, mesmo número divulgado na largada da expedição.
Após percorrer mais de 25 mil quilômetros e coletar mais de 620 amostras, as equipes do Rally finalizaram as avaliações da soja de ciclos precoce e médio/tardio no Mato Grosso. O estado deverá colher uma boa safra, mesmo com uma produtividade média de 57,7 sacas por hectare, inferior às 60 sacas por hectare da safra 19/20.

Segundo André Debastiani, coordenador do Rally da Safra, o trabalho de campo das equipes mostrou resultados um pouco acima do esperado, sustentando a revisão para cima na produtividade.
“No Médio-Norte e no Oeste, as variedades tardias mantiveram bom potencial, compensando um pouco as perdas da soja precoce”, explica.

No Rio Grande do Sul, estado que ainda será visitado pelo Rally, as lavouras se desenvolvem bem desde o fim do ano passado, após a regularização do Clima , recuperando-se da seca nas fases iniciais do plantio. Diante desse cenário, a estimativa de produtividade no estado subiu para 55 sacas por hectare (na safra passada, marcada por uma forte seca, foram colhidas apenas 36,2 sacas por hectare no estado).

Em relação aos números divulgados antes da largada do Rally, houve apenas uma revisão negativa: a produtividade média esperada nas lavouras do Piauí caiu para 54,5 sacas por hectare, prejudicada por um período de estiagem em janeiro.

Colheita do Centro-Oeste

Debastiani explica que o principal problema agora é a lentidão da colheita no Centro-Oeste. Chove praticamente todo dia desde o início do ano, em especial no Mato Grosso. Os produtores colhem com grande dificuldade, na maioria das vezes com mais umidade do que o ideal.

“É importante notar que não há gargalo operacional: o que limita a colheita é mesmo o clima. Se as condições climáticas não melhorarem, pode haver mais perdas de qualidade nas lavouras que estão ficando prontas, mas que não estão sendo colhidas na velocidade adequada. O cenário piora ainda mais o calendário para a segunda safra”, afirma o coordenador do Rally.

Equipes em campo

Nesta 18ª edição do Rally, serão 26 equipes em campo, das quais 20 vão a campo até março para avaliar as lavouras de soja precoce no Mato Grosso, sudoeste de Goiás, Mato Grosso do Sul e oeste do Paraná, além da soja de ciclo médio e tardio em todos os estados produtores. Outras seis equipes irão a campo em maio e junho para verificar as áreas de milho segunda safra.

O levantamento acontecerá no Mato Grosso, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo , Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição poderão ser acompanhados pelo RallyRedesSociais 

Fonte: Agroconsult
25/02/2021 0 Comentários
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