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Notícias

Valor Bruto da Produção pode atingir R$ 1 tri

Por redação 18/02/2021
Escrito por redação

- Valor Bruto da Produção pode atingir R$ 1 tri

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) está estimado em R$ 1,002 trilhão para este ano de 2021. Houve um acréscimo real de 11,8% em relação ao ano passado (R$ 896,7 bilhões).  As lavouras projetam valores  de R$ 688,4 bilhões e a pecuária de R$ 314,5 bilhões. O acréscimo em relação ao ano de 2020 foi de 15,2% nas lavouras e 5,1% na pecuária. Os dados incluem as estatísticas atualizadas de janeiro deste ano.

“Dois fatores são decisivos para este resultado: preços agrícolas favoráveis para grande parte dos produtos e boas previsões para a safra deste ano”, analisa José Garcia Gasques, coordenador da pesquisa do VBP e coordenador geral de avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Desempenho favorável vem sendo apresentado pelo amendoim, com acréscimo de 4,9% no faturamento, arroz 9,6%, batata-inglesa 6,8%, cacau 14,9%, laranja 5,9%, mandioca 5,6%, milho 23,2% e soja 30,3%. Na pecuária, os destaques são os aumentos de 9,9% no VBP de carne bovina, 22,5% na carne de frango e 5% em leite. Os maiores valores do VBP são os de milho com R$ 126 bilhões e soja R$ 326,8 bilhões.

Um grupo importante de produtos tem apresentado queda no valor da produção, são eles: café (-28,4%), cana-de-açúcar (-1,8%), tomate (-7%), trigo (-3,7%), e ovos (-10,1%). De acordo com Gasques, esses recuos nesses produtos é uma combinação de preços mais baixos e produção menor. “Mas no café a redução de valor pode ser atribuída principalmente a redução de 33,6% da produção do café arábica”, explica.Segundo o IBGE, essa lavoura ainda ressente-se da seca ocorrida em 2020. “Observamos, ainda que a cana de açúcar tem tido redução sistemática no valor da produção nos últimos cinco anos. Isso afeta os resultados de São Paulo e de outros estados, onde a cana é relevante”, salienta.

Os cinco produtos que lideram o VBP são soja, milho, cana-de-açúcar e algodão, que representam 83,3% do VBP das lavouras.

Os resultados regionais mostram impactos positivos do VBP. “Tomando alguns estados, onde a soja é o produto mais relevante, nota-se que em Mato Grosso, essa cultura representa 61,5% do VBP das lavouras; no Paraná 58%, e no Rio Grande do Sul, 64%. Na região do Matopiba, que compreende o bioma Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a soja representa 43,4% do faturamento da região” explica Gasques.

O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

18/02/2021 0 Comentários
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Notícias

Papo MIA debateu mercado de máquinas usadas

Por redação 17/02/2021
Escrito por redação

- Papo MIA debateu mercado de máquinas usadas

O Brasil espera dobrar a produção de grãos sem avançar em novas áreas de cultivo. Uma saída para essa questão, conforme especialistas, está no investimento em mecanização. Hoje, dos cinco milhões de produtores rurais existentes no Brasil, apenas 500 mil fazem uso de mecanização agrícola em larga escala.

Diante desse cenário, o Papo MIA discutir com os especialistas Marcelo Kozar (diretor executivo do Grupo Via Máquinas), e Claudine Pinheiro Machado (economista, doutora em Agronegócio e CEO da Pinheiro Machado Assessoria Financeira) o papel do mercado de máquinas agrícolas usadas para o aumento da mecanização no campo, desafios, como a falta de linhas específicas de financiamento, além da importância do seguro.

Confira no link abaixo!

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17/02/2021 0 Comentários
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Notícias

Jacto participa da versão digital da Femagri Cooxupé

Por redação 17/02/2021
Escrito por redação
- Jacto participa da versão digital da Femagri Cooxupé

Arbus 400/725 café

Até o dia 26 de fevereiro a Jacto participa da versão digital da Femagri Cooxupé, oferecendo condições especiais para aquisição de suas máquinas.  Basta acessar o link (clique aqui) e falar com um dos especialistas da empresa, que fará a apresentação dos produtos e seus diferenciais.

Uma das máquinas de destaque para esta ação é a Arbus 400/725 Café, um pulverizador turbo acoplado com capacidade para 400 litros de calda, ventilador 725 mm, que promove uma excelente cobertura com menor consumo de potência do trator.

Outra possibilidade, com capacidade maior de tanque é a Arbus 2000. Um pulverizador turbo tratorizado, que possui defletores que melhoram a distribuição do ar, adequando-se ao formato das plantas, aproximando a pulverização do alvo, reduzindo a deriva e melhorando a qualidade das aplicações. Neste modelo, a capacidade é de 2000 litros de calda.

Já para a colheita do café, o destaque é para a colhedora tratorizada Jacto KTR 3500, desenvolvida para atender a realidade da cafeicultura brasileira e o agricultor que busca maior produção diária com grande eficiência de colheita.

Entre os seus diferenciais estão o sistema derriçador Jacto, que permite operar em velocidade de até 2,5 km/h em colheitas seletivas, com eficiência de derriça de até 97%, mesmo em plantas de pequeno porte.

Também, foi desenvolvida para operar em terrenos com até 20% de declividade, garantindo alta eficiência e segurança e possibilitando maior utilização da colheita mecanizada, mesmo em terrenos mais inclinados.

Fonte: Jacto
17/02/2021 0 Comentários
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Notícias

Área irrigada no Brasil cresceu 18,96% em 2020

Por redação 17/02/2021
Escrito por redação

- Área irrigada no Brasil cresceu 18,96% em 2020

Levantamento realizado pela Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da ABIMAQ aponta que a área incremental irrigada em 2020 é de 249.225 mil hectares contra 209.500 mil em 2019

 

No intuito de contribuir com informações e assim colaborar com o trabalho de todos os envolvidos com a agricultura irrigada, a Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação (CSEI), da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, divulga pesquisa com estimativa da área irrigada no Brasil. “Esperamos  contribuir para o enriquecimento, padronização e atualização das informações relativas a este importante e destacado segmento do agronegócio brasileiro”, ressalta Renato Silva, presidente da CSEI.

Em 2020, a área incremental irrigada foi de 249.225 mil contra 209.500 mil em 2019.  Dessa totalidade, 117 mil hectares foram de irrigação por aspersão com pivô central, contra 97,5 mil no ano passado (aumento de 20%). Outros 78.775 mil hectares de irrigação localizada por gotejamento ou microaspersão, no ano anterior foi de 68.500 mil (aumento de 15%). Mais 37.200 mil hectares de irrigação por aspersão convencional, fixa, tubo PVC ou canhão, em 2019 foi de 31 mil (aumento de 20%). E 16.250 mil de área para irrigação por aspersão com carretel, em 2019 foi de 12.500 mil (aumento de 30%). “Comparado 2020 com 2019 a área total irrigada cresceu 18,96%. Esse aumento significativo se deve a alta das commodities no mercado internacional em dólar aliado a desvalorização do Real. Também foi um ano interessante para o produtor, pois fez ele aumentar os investimentos em tecnologia”, explica o presidente da CSEI.

Para Silva, apesar da alta de quase 19% em 2020, o setor de irrigação no Brasil poderia crescer muito mais para chegar perto de outros países, como a China que irriga 70 milhões de hectares ano e a Índia que irriga 76 milhões de hectares ano. “Temos disponibilidade de 14% da água potável do mundo, plantamos apenas 9% da terra própria disponível sem a necessidade de desmatar e o nosso clima é tropical. Esses três pilares fazem com que o Brasil tenha o potencial de crescimento maior do que qualquer outra nação do mundo”.

Já no acumulado de 2000 a 2020, o total da área irrigada foi de 6.481.812 milhões de hectares contra 6.232.587 em 2019, o que representa aumento de quase 19%. “Estes números foram adicionados aos dados históricos até 1999 (era 2.949.960) divulgados pelo professor Demétrios Chistofidis da Universidade Nacional de Brasília (UNB)”, completa presidente da CSEI.

De acordo com Silva, a agricultura irrigada no Brasil vem numa crescente a cada década. Começamos na década de 80 a crescer 50 mil hectares ano a ano, na década 90 o aumento foi para 100 mil hectares, nos anos 2000 a elevação foi de 150 mil hectares, de 2010 a 2020 uma média de área incrementada de 200 mil hectares e no ano passado o crescimento foi para 250 mil hectares. Então poderíamos crescer a patamares acima de 350 mil hectares ano a ano. No entanto, para continuarmos expandindo precisamos avançar em alguns processos de outorga de águas, licenciamento ambiental, avançar nos processos de autorização de pequenas barragens, assim como continuar investimentos em infraestrutura, como energia elétrica e logística. Com estes avanços, as indústrias de irrigação no Brasil estarão aptas para atender esse aumento de demanda. Isso será um crescimento relevante que vai impactar positivamente no desenvolvimento social, econômico e da produção de alimentos no Brasil”, esclarece Silva.

Fonte: Abimaq
17/02/2021 0 Comentários
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Notícias

Mourão participa da abertura oficial da colheita do arroz

Por redação 12/02/2021
Escrito por redação

- Mourão participa da abertura oficial da colheita do arroz

O bom momento de preços dos produtos do agronegócio foi lembrando durante a cerimônia oficial da Abertura da Colheita do Arroz, realizado ontem, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa, em Capão do Leão. Apesar do forte temporal ocorrido na tarde anterior, segundo dia do evento e que prejudicou algumas programações, o ato aconteceu e contou com a presença do vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, o vice-governador, Ranolfo Vieira Júnior, e do presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, além de autoridades estaduais e federais.

Na sua fala, o presidente Gedeão destacou o atual momento do setor no Rio Grande do Sul, lembrou das perdas acontecidas em razão da seca no setor e as perspectivas para a atual. “Nunca vi em minha vida um momento como este que estamos vivendo. Quando vemos a alegria estampada no rosto dos nossos produtores e tudo aquilo que no mês de março começará acontecer aqui no estado do Rio Grande do Sul e no Brasil. Daqui vinte, trinta dias, o produtor rural irá colher uma safra e iremos injetar na economia gaúcha 73% mais do que no ano passado. Será algo superior a R$ 70 bi, o estado do Rio Grande do Sul nunca viu tanto dinheiro circulando como vai ver a partir desta safra”, celebrou.

Gedeão fez questão de destacar que o momento é resultado do trabalho dos produtores rurais e incentivou que eles continuam em busca de crescimento. É mérito nosso que hoje o Brasil se apresenta como uma grande potência mundial, porque assim somos nós brasileiros e assim é nosso país. Portanto, voltem às suas propriedades para pensar em como produzir mais por hectares, porque os mercados estão abertos ao Brasil. Nenhum lugar do mundo hoje pode abrir mão do agronegócio brasileiro para se alimentar”, comemorou sob aplausos do público presente.

Em seu discurso, o vice-governador do Estado, Ranolfo Vieira Júnior, disse que o setor orizícola emprega diretamente cerca de 30 mil pessoas. “Temos aproximadamente 950 mil hectares que são destinados ao plantio do arroz. Então a importância do arroz está posta”, concluiu.

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, destacou o dinamismo, resiliência e força de vontade do produtor de arroz ao superar inúmeros obstáculos e, com isso, contribuir decisivamente para a segurança alimentar do povo brasileiro. “São gigantes que merecem o nosso apreço e respeito”, afirmou. Também falou sobre a necessidade de melhorar a infraestrutura de estradas e portos para o escoamento da produção, assim como seguro agrícola, incentivo à irrigação, liberdade para a aquisição de insumos e apoio à pesquisa da Embrapa.

Mourão ressaltou que o Brasil é uma agropotência ambiental, sendo possível ver a preservação do território nacional e, ao mesmo tempo, a forma como os produtores rurais evoluíram tecnologicamente e, hoje, são responsáveis pela segurança alimentar no país e no mundo. Salientou, ainda, o enfrentamento desde o início do ano passado da pandemia de Covid-19 que gerou crise da saúde com mais de 230 mil brasileiros e brasileiras que perderam a vida, e crise econômica que resultou em uma queda no Produto Interno Bruto (PIB). “O agronegócio não deixou de trabalhar em nenhum momento e foi devido a este setor que mantivemos a nossa população em paz e a dos outros países que recebem o nosso alimento”, observou.

Fonte: Sistema Farsul
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Notícias

Plantadora da Case IH recebe prêmio de inovação

Por redação 12/02/2021
Escrito por redação

- Plantadora da Case IH recebe prêmio de inovação

Desenvolvida no Brasil, a plantadora Fast Riser 6100 conquistou um importante prêmio internacional. A máquina da Case IH, fabricada na planta da CNH Industrial de Piracicaba (SP), foi reconhecida pela ASABE (American Society of Agricultural and Biological Engineers – Sociedade Americana de Engenheiros Agrícolas e Biológicos) por suas inovações agrícolas. O sistema patenteado de distribuição de peso nas asas que oferece emergência uniforme das plantas (quando as sementes são plantadas de forma homogênea) foi o destaque da plantadora. A premiação ocorreu no dia 9 de fevereiro, de forma virtual.

A entidade norte-americana leva em consideração os produtos que economizam tempo dos produtores e reduzem custos, ao mesmo tempo que aumentam a segurança do usuário. Anualmente, a ASABE premia 50 produtos com inovações mais significativas nas áreas de engenharia e tecnologia para as áreas agrícolas, alimentares e biológicas. A premiação ocorre há 35 anos e considera produtos fabricados em todo o mundo. Além da Fast Riser, a Case IH conquistou outros seis prêmios.

“Receber o reconhecimento de uma entidade renomada mostra que a Case IH está no caminho certo, ao investir em tecnologia e inovação para aumentar os ganhos agronômicos no campo. A Fast Riser foi concebida com o propósito de oferecer precisão absoluta em todas as linhas, revolucionando o plantio de grande escala, com produtividade de ponta a ponta para o produtor brasileiro”, comenta Silvio Campos, diretor de Marketing de Produto da Case IH.

A Fast Riser foi lançada em 2020, após cinco anos de desenvolvimento do projeto que contou com a participação de mais de 100 pessoas, entre engenheiros, especialistas, clientes e outros colaboradores. “A máquina foi projetada para atender as diferentes demandas dos solos brasileiros. Foi um grande trabalho em equipe e hoje temos a melhor máquina do mercado”, afirma André Peres, especialista de Marketing de Produto da Case IH.

Fast Riser

Dobrável, a Fast Riser 6100 está disponível em versões de 48 a 61 linhas e com seu sistema de distribuição de peso nas asas, cobre mais hectares por dia e garante a qualidade da safra mesmo em janelas mais curtas. Ela planta até 20 hectares por hora.

Essa precisão é possível devido ao sistema de distribuição de peso nas asas. A região central das plantadoras dobráveis concentra cerca de 70% do peso do equipamento. Ciente disso, o sistema hidráulico de distribuição de peso automático garante que todas as linhas da plantadora tenham o mesmo peso de contato com o solo. O resultado é: total uniformidade de profundidade de sementes e, consequentemente, emergência de 98% das plantas em apenas 3 dias. O sistema opcional de taxa variável e corte de linha permite que a máquina tenha diferentes taxas de aplicação de sementes, dependendo da variabilidade do solo, com desligamento de linhas, podendo otimizar o consumo de sementes em até 15%.

Outro diferencial da Fast Riser é a servicibilidade. Com ela, o produtor tem a máquina mais tempo no campo, uma vez que ela não apresenta pontos de lubrificação na linha de plantio e tem apenas 7 distribuídos ao longo do chassi. A concorrente, por sua vez, possui 600 bicos de lubrificação.

A caixa de sementes do novo equipamento com capacidade para 4 mil quilos, também contribui para a disponibilidade do equipamento em campo. Os sistemas: cobridor de semente e limitador de profundidade, além dos dosadores de semente Precision Planting Vset 2® também garantem eficiência e qualidade no plantio.

Fonte: Case IH
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Manutenção

ZF reúne dicas de manutenção preventiva para sistema hidráulico

Por redação 12/02/2021
Escrito por redação

- ZF reúne dicas de manutenção preventiva para sistema hidráulico

A ZF Aftermarket recomenda a manutenção preventiva do sistema hidráulico, pois se trata de segurança ativa do veículo

O sistema de direção é um dos conjuntos mais complexos de um veículo, desenvolvido por meio de processos rigorosos de qualidade e engenharia que garantem a segurança ativa do condutor e de seus ocupantes. Portanto, a ZF Aftermarket reuniu dicas sobre a correta manutenção da direção hidráulica de veículos leves, da marca TRW.

De acordo com os especialistas da ZF Aftermarket, as falhas no sistema hidráulico da direção são percebidas quando o veículo apresenta ruído no seu funcionamento, direção pesada ou vazamento do fluido que provocam manchas no chão. Em sua maioria, as falhas poderiam ser evitadas com a manutenção preventiva do sistema, preferencialmente realizadas a cada 50 mil quilômetros, sempre respeitando as instruções de cada montadora.

É de extrema importância a atenção e identificação de problemas no sistema para saber o que está causando a falha e onde ela se encontra. É importante destacar que a direção apresenta sinais que podem ser importantes aliados nessa identificação. Por exemplo, se a direção está mais pesada e para qual lado, se a direção fica inoperante quando o veículo está parado ou em manobras, ou mesmo se o auxílio hidráulico para repentinamente, entre outros.

“A função da direção hidráulica é a de proporcionar conforto durante as manobras, tornando a direção mais leve. A ação hidráulica ocorre com auxílio do fluido, que está sob alta pressão. Uma bomba hidráulica é acionada quando o motor entra em funcionamento, utilizando o fluido do reservatório e enviando a pressão necessária para o mecanismo da direção. Para efeito de segurança, se ocorrer falhas no sistema hidráulico, o mecanismo funciona como uma direção comum e deve ser consertada por um mecânico ou especialista, o mais rápido possível”, explica Tales Miranda, Gerente Sênior de Desenvolvimento de Produtos da ZF Aftermarket América Latina.

Verificações

A limpeza do sistema hidráulico consiste na troca do filtro, limpeza ou troca do reservatório e na drenagem e verificação das condições das tubulações e conexões. Caso o veículo possua válvula do reservatório, é necessário fazer a limpeza ou substituição deste componente.

Sobre as conexões e tubulações é indicado observar os diâmetros, posições de montagem, condições e fixação das mangueiras e conexões, bem como verificar se não estão torcidas ou formando ângulos que interfiram no fluxo do fluido, que pode ser mineral ou sintético, dependendo da indicação de cada fabricante.

É importante lembrar que o alinhamento da direção é recomendado a cada 10 mil quilômetros, após a troca de qualquer componente da suspensão ou após a troca da caixa de direção.

Passo a passo da sangria do sistema

Ruídos poderão ocorrer após a troca da caixa de direção ou do fluido. Neste caso é necessário executar a sangria do sistema. Para isso, a empresa destaca alguns passos;

•    Levante o carro com o auxílio de um macaco e verifique se as rodas dianteiras subiram o suficiente para garantir a sua movimentação debaixo do veículo.
•    Encontre e retire a bandeja de proteção do sistema de direção hidráulica. Estanque o fluido, desconectando a mangueira de baixa pressão da bomba de direção.
•    Em seguida, reconecte a mangueira.
•    Solte a tampa do reservatório.
•    Despeje o volume de fluido indicado pelo fabricante e tampe-o novamente.
•    Gire a chave da ignição e dê a partida no veículo.
•    Esterce o volante até o final do seu curso nos sentidos horário e anti-horário por 3 minutos. •    Verifique se ocorrem ruídos estranhos, pois podem indicar a presença de ar no conjunto.
•    Continue rodando o volante até que o fluido circule completamente no sistema e a pressão atmosférica tenha sido removida.
•    Desligue o motor e aguarde 20 minutos.
Retire os cavaletes, desça o veículo ao solo e dê a partida.
•    Com os pneus dianteiros no piso, verifique se o sistema está respondendo corretamente.
•    É importante lembrar que, se você notar um chiado na direção hidráulica após trocar o fluido, é preciso remover a tampa do reservatório para expelir o ar. E então, tampar novamente.
•    Importante também olhar com atenção o coxim dos amortecedores, pois em alguns casos de ruídos,  pode ser que  estejam desgastados.

Fonte: ZF Aftermarket
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Notícias

John Deere é eleita empresa mais admirada pela Forbes

Por redação 12/02/2021
Escrito por redação

- John Deere é eleita empresa mais admirada pela Forbes

A John Deere é a empresa mais admirada na indústria de máquinas agrícolas e de construção, segundo o ranking “World’s Most Admired Companies”, divulgado pela revista americana Fortune. A publicação destaca as companhias mais respeitadas e bem-conceituadas do mundo, levando em conta critérios como inovação, gestão de pessoas, responsabilidade social, qualidade da gestão, solidez financeira, investimentos de longo prazo, qualidade dos produtos e serviços, além da capacidade de competir globalmente.

“Sempre nos orgulhamos em fazer parte de rankings tão importantes e reconhecidos como este da revista Fortune. Estar ao lado de marcas que também admiramos, eleva ainda mais nossa responsabilidade com nossos clientes, funcionários e fãs. Há 184 anos a John Deere vem construindo sua história baseada nos valores de integridade, qualidade, comprometimento e inovação, mas principalmente, segue comprometida em construir um futuro ainda mais próspero e sustentável, diz Elisa Pimenta, Gerente de Marca e Eventos Corporativos.

Fonte: John Deere
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Notícias

Exportações do agro somam US$ 5,67 bi em janeiro

Por redação 12/02/2021
Escrito por redação

- Exportações do agro somam US$ 5,67 bi em janeiro

As exportações do agronegócio foram de US$ 5,67 bilhões em janeiro deste ano, o que significou recuo de 1,3% na comparação com janeiro do ano passado (US$ 5,75 bilhões). De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SCRI/Mapa), a queda nas exportações de soja em grão, de quase meio bilhão de dólares, explica o recuo das exportações do agronegócio no mês de janeiro.

Essa redução foi compensada, em grande parte, pelo aumento do valor exportado de quatro produtos: milho (+42,5% ou +US$ 148,96 milhões em valores absolutos), açúcar de cana em bruto (+35,6% ou + US$ 141,06 milhões em valores absolutos), café verde (+30,2% ou +US$ 108,05 milhões) e farelo de soja (+28,3% ou +US$ 99,17 milhões em valores absolutos).

A queda nas exportações do agronegócio (-1,3%) em conjunto com o aumento das exportações dos demais produtos (+4,5%) fez com que a participação do agronegócio nas exportações brasileira declinasse de 39,6% em janeiro de 2020 para 38,3% em janeiro deste ano.

As importações de produtos do agronegócio, por sua vez, aumentaram 6,5%, passando de US$ 1,22 bilhão (janeiro/2020) para US$ 1,30 bilhão em janeiro de 2021. O saldo da balança resultou em US$ 4,37 bilhões.

Milho

As vendas externas de milho foram preponderantes no setor de cereais, farinhas e preparações, atingindo US$ 499,86 milhões (+42,5%), com alta de 22,1% no volume exportado e 16,7% no preço médio de exportação do cereal.

Segundo a SCRI, os embarques de milho iniciaram trajetória ascendente a partir de agosto de 2020, em função do atraso na colheita da segunda safra no ano passado, por questões climáticas.

Açúcar

As exportações de açúcar de cana em bruto foram recordes em volume em janeiro, com 1,85 milhão de toneladas (+31,7%). O produto brasileiro segue trajetória positiva iniciada em 2020, em virtude de quedas de produção nos principais produtores asiáticos, que estimulou a recuperação de preços internacionais e os valores exportados da commodity.

Café

Os embarques de café verde registraram US$ 466,20 milhões (+30,2%). O volume exportado de café verde foi recorde para os meses de janeiro, chegando a 221,88 mil toneladas (+35,8%).

Farelo de soja

O farelo de soja em janeiro foi o destaque do setor complexo soja (grãos, farelo e óleo) atingindo US$ 449,59 milhões, alta de 28,3%. As vendas foram influenciadas pela elevação dos preços médios em 27,2%, já que os volumes permaneceram praticamente os mesmos comparados a janeiro de 2020 (+0,8%). A alta de preços reflete o baixo estoque de passagem da soja em grão nos principais exportadores mundiais, como os Estados Unidos e Brasil.

Preços internacionais

O índice de preço dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil teve aumento de 1,2% entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021, enquanto o índice de quantum recuou 2,5%. De acordo com a análise da SCRI, esse comportamento já reflete o aumento dos preços internacionais das commodities ocorrido a partir de maio de 2020, e que continua no princípio de 2021.

Por outro lado, a queda do índice de quantum das exportações do agronegócio brasileiro pode ser explicado pela forte queda da quantidade exportada de soja em grão, ocorrida em função do baixo estoque de passagem, do atraso no plantio da safra 2020/2021 em função da seca, e, posteriormente, do atraso nas áreas de colheita em decorrência das chuvas.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
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Notícias

Pelotas pode ganhar Parque Tecnológico Agropecuário 

Por redação 12/02/2021
Escrito por redação

- Pelotas pode ganhar Parque Tecnológico Agropecuário 

A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Embrapa Clima Temperado assinaram uma carta de intenções para a instalação do Parque Tecnológico Agropecuário a ser inserido no Pelotas Parque Tecnológico, reforçando a instalação de incubadoras para o setor do agro. O ato se realizou durante a manhã do dia 10, na Estação Experimental Terras Baixas, onde ocorreu a 31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos de Terras Baixas do RS, com a presença de seus dirigentes e assessores. A proposta é oportunizar o desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico para constituição de empresas inovadoras, de forma a inserir os alunos da Universidade ao mercado de trabalho e transferir tecnologias desenvolvidas pelas duas instituições parceiras para o setor produtivo do agronegócio.

O convênio de cooperação técnica prevê a implementação do Parque Tecnológico Agropecuário, que surge de demandas do setor produtivo, o qual já possui duas empresas inovadoras a se candidatarem à avaliação e seleção para o segmento de incubação e/ou Associação. A documentação jurídica entre as instituições parceiras deverá ser oficializada em 40 dias. Após será apresentado edital público para inscrição de futuros empreendedores.

O Parque Tecnológico Agropecuário terá como público alvo os empreendedores e empresas que demonstrem efetivo potencial para absorver e desenvolver conhecimento científico e tecnológico e que queiram constituir empresas inovadoras e/ou inserir inovações no meio produtivo ligado à cadeia produtiva do agronegócio.

“Esta ideia nasceu do entendimento entre as duas instituições para que pudéssemos unir esforços para qualificar os ativos tecnológicos oriundos da área de Biotecnologia Agronômica, considerada uma iniciativa inovadora na região e no país, e que proporcionará o acompanhamento de etapas que requerem atenção como a pós-liberação dos ativos tecnológicos junto ao mercado”, explicou o chefe adjunto de Transferência de Tecnologias da Embrapa, Eniltn Fick Coutinho.

A reitora Isabela Fernandes Andrade disse que a Embrapa e a UFPel possuem uma parceria de um longo tempo, facilitando a execução de ações para implantação de uma sede para incubadoras e startups. “É uma parceria que tem tudo para dar certo por que vai fortalecer a economia da nossa região, dando oportunidade aos nossos estudantes para se envolverem e atuarem no mercado”, comentou.

A reunião foi acompanhada pelo chefe-geral, Roberto Pedroso de Oliveira, o chefe adjunto de Transferência de Tecnologias, Enilton Fick Coutinho, o chefe adjunto de Administração, Carlos Leandro Barneche, o supervisor do Setor de Gestão da Inovação e Propriedade Intelectual, Nilton Alves Jacondino, o coordenador de Inovação e Tecnologia da UFPel, Vinícius Farias Campos, e o coordenador da Incubadora Conectar e diretor do Pelotas Parque Tecnológico, Felipe de Souza Marques.

O Pelotas Parque Tecnológico possui atualmente quatro incubadoras e 49 empresas diretamente vinculadas ao Parque, utilizando a experiência de rotatividade. Uma dessas empresas vinculadas possibilita a geração de 40 empregos diretos.

Fonte: Embrapa
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