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Notícias

Fintech de impacto social expande Projeto Semente VVIDAA 

Por redação 10/02/2021
Escrito por redação

- Fintech de impacto social expande Projeto Semente VVIDAA 
A Moeda Semente, primeira fintech a utilizar blockchain para impacto social no Brasil, vai expandir seu Projeto Semente VVIDAA para o Rio de Janeiro. Já aberto para apoio no site da Moeda e no app MoedaPay, a iniciativa espera angariar R$250 mil dos apoiadores para a implementação de um centro de logística e distribuição no Estado. Com isso, pretende impactar direta e indiretamente 272 famílias. Agricultores familiares, entregadores e consumidores se beneficiarão não apenas economicamente, mas também se manterão seguros durante a crise sanitária provocada pela Covid-19. Além disso, o projeto democratiza o investimento em impacto, uma vez que os apoios começam em R$25,00.

“O Rio de Janeiro tem características únicas e criar uma ferramenta que apoie o produtor local cumprirá o propósito da Moeda Semente, que é gerar impacto social e garantir melhores condições para micro e nano produtoras e empreendedoras”, comenta Taynaah Reis, fundadora e CEO da fintech. Por isso, ainda segundo a executiva, o Rio de Janeiro foi escolhido como a primeira cidade para a expansão do projeto que contempla ainda SP, CE, MG e GO, entre outros.

A segurança alimentar é uma das ocupações foco da Moeda. O projeto foi lançado em março de 2019, buscando apoio em sua plataforma para que agricultores familiares e entregadores do DF pudessem manter suas atividades sem colocar em risco sua segurança. Em sua primeira fase, recebeu R$80 mil, a partir do apoio de 31 pessoas (Semeadores de Impacto), o que possibilitou a criação do Market Place Portal VVIDAA. Um total de 53 famílias já foram impactadas desde a implementação, e 5 entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU foram
atendidos.

Utilizando blockchain para garantir a transparência em cada passo desde a arrecadação do dinheiro até sua utilização, em sua primeira fase o projeto automatizou a operação de associações e cooperativas, implantou o mktplace para comercialização dos produtos alimentícios, possibilitou acesso a serviços financeiros e crédito orientado. A principal meta era capacitar os envolvidos sobre riscos e formas de mitigação em todo o processo do trabalho tendo em vista o cenário de contaminação por Covid-19.

Para os Semeadores de Impacto, além da transparência por parte da Moeda Semente em todo o processo, no final da primeira fase do projeto receberam o valor colocado acrescido de 8% como bônus – o que também acontecerá na segunda fase, bem como em todos os projetos semente.

Fonte: Moeda Semente

10/02/2021 0 Comentários
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Notícias

CNA discute desafios para o mercado de arroz

Por redação 09/02/2021
Escrito por redação

- CNA discute desafios para o mercado de arroz

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu hoje as perspectivas para o mercado do arroz, cuja colheita da safra 2020/2021 já começou no Rio Grande do Sul.

O assunto foi tema da primeira reunião do ano da Câmara Setorial de Arroz do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que foi realizada de forma híbrida, transmissão online e presencial, direto da abertura da colheita na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

“Apesar dos desafios do início da safra, a oferta e os preços de arroz devem ser bons em 2021”, avaliou Francisco Schardong, representante da CNA na Câmara Setorial e coordenador da Comissão do Arroz da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul).

De acordo com dados apresentados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área plantada na safra 2020/2021 foi de 1,7 milhão de hectares, com produtividade de 6.394 kg/ha e uma produção de 10,9 milhões de toneladas.

Segundo a Conab, a demanda para consumo interno de arroz é de 10,8 milhões de toneladas em 2021, enquanto que, para as exportações, a previsão é de 1,1 milhão de toneladas, a previsão é de exportações menores que as observadas em 2020.

Outro tema debatido na reunião foram os primeiros contratos futuros registrados na Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM). Segundo Guilherme Gadret da Expoente Agronegócios, os contratos garantem visibilidade na formação dos preços nos mercados à vista ou para entrega futura e melhores condições de planejamento referentes à produção e à comercialização.

“Os principais pontos para garantir a maior adesão dos produtores aos contratos são as garantias de entrega e recebimento, assim como a descrição da qualidade.”, explicou o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Fábio Carneiro.

A Câmara Setorial ainda discutiu uma proposta de estudo da Embrapa Arroz e Feijão sobre a visão de futuro para a cadeia produtiva do arroz no Brasil e a priorização de registro de novas moléculas para a cultura, abordada pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz).

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
09/02/2021 0 Comentários
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Seminário debate oportunidades com o Brexit

Por redação 09/02/2021
Escrito por redação
- Seminário debate oportunidades com o Brexit

Cacau está entre produtos com potencial de exportação

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu ontem live com o tema “Brexit e o novo regime tarifário britânico – mudanças e oportunidades para o setor agropecuário brasileiro”.

O encontro foi mediado pela coordenadora de Inteligência Comercial da CNA, Sueme Mori, e contou com a participação da chefe do Setor de Política Comercial e Agrícola da Embaixada do Brasil em Londres, Letícia Frazão, e do diretor de Acesso a Mercados e Projetos Especiais para a América Latina e Caribe do Departamento de Comércio Internacional do governo britânico, Lucas Lorini.

Sueme Mori destacou que o comércio bilateral entre Brasil e o Reino Unido movimentou, aproximadamente, US$ 4,7 bilhões no ano passado, dos quais 51% foram de produtos agropecuários. Segundo ela, a relação entre exportação e importação dos países é extremamente equilibrada, mas ainda muito pequena.- Seminário debate oportunidades com o Brexit

“Considerando que o Reino Unido importa mais da metade dos alimentos que consome e o Brasil é uma potência agrícola exportadora, acreditamos que existe um potencial muito grande de ampliação do comércio”, disse.

Com base nas perspectivas positivas para o agro brasileiro com a saída dos britânicos da União Europeia, a CNA elaborou o estudo “Brexit e o novo regime tarifário britânico – Mudanças e oportunidades para o setor agropecuário brasileiro”. O documento traz um panorama do comércio bilateral agrícola e um detalhamento das mudanças de tarifas, além de apontar produtos para os quais o Brasil possui capacidade de oferta.

A chefe do Setor de Política Comercial e Agrícola da Embaixada do Brasil em Londres analisou algumas vantagens para o agro brasileiro, como a redução de tarifas de importação para 540 produtos agropecuários, e apontou os principais desafios que o País enfrentará, como logística, regras de origem e divisão de cotas tarifárias, entre outros.

Letícia Frazão ressaltou alguns produtos com grande potencial de exportação para o Reino Unido como frutas, cacau em pó, vinhos e suco de laranja. Por outro lado, açúcar e carnes ainda terão que se adaptar às cotas de importação estabelecidas com outros países. (veja a apresentação)

“Um acordo comercial faz todo sentido. Nós somos um grande exportador de produtos agrícolas e o Reino Unido é um grande importador. Já temos conversas preliminares e acreditamos que o atual acordo entre Mercosul e União Europeia seria uma boa base de negociação, mas poderíamos ir além, desde que eles demonstrem flexibilidade nessa área de agricultura”, disse.

Lucas Lorini garantiu que o Brasil é um mercado prioritário para o Reino Unido e o maior parceiro comercial na América Latina, mas que a relação ainda está em “parâmetros muito baixos”. Segundo ele, o Reino Unido tem interesse em negociar um acordo de livre comércio com o Mercosul e pontos como a redução das barreiras de acesso aos mercados e discussões técnicas já podem ser realizadas.

Ele explicou que a Tarifa Global do Reino Unido, nova política tarifária estabelecida pelo país, ampliou o número de produtos isentos ou com tarifa reduzida de importação e facilitará as exportações. Apesar disso, os padrões sanitários e fitossanitários continuarão nos mesmos níveis e alimentos produzidos com certificação e rastreabilidade de origem terão vantagem para acessar o mercado britânico.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Geração Agro realiza live sobre regulagem de plantadora

Por redação 09/02/2021
Escrito por redação

- Geração Agro realiza live sobre regulagem de plantadora

O plantio da safrinha está chegando e é hora de planejar todo o processo. Faz parte deste momento revisar as máquinas e fazer sua regulagem para um trabalho mais eficiente e um resultado em produtividade, sempre acima do ano anterior. Um dos problemas mais freqüentes é o de falhas ou de plantas duplas na linha plantada. E este é um dos sintomas de um plantio ruim.

Conforme o diretor executivo da Geração Agro, Flávio Marques, existe uma série de itens na plantadora que se pode ajustar para melhorar a performance do plantio, e um deles é o dosador de sementes a vácuo. “De modo geral, quando a regulagem é feita a campo, o operador tende a regular o sistema dando apenas algumas voltas no disco, andando poucos metros com a plantadeira e em uma velocidade reduzida, o que não representa, de modo algum, a condição de trabalho”, assinala.

Para discutir o tema, a Geração Agro realiza  Live “Regulagem do Dosador a Vácuo e Eficiência na Adubação”. O evento ocorre hoje, às 18h30, pelo instagram da empresa. “Vamos falar deste assunto, dar dicas e apresentar o nosso e-book onde disponibilizamos este tema de forma abrangente”, finaliza Marques.

Serviço:

Live Regulagem do Dosador a Vácuo de Plantadeiras e Eficiência na Adubação

Data: – 09/02/2021

Hora: – 18h30

Local – https://www.instagram.com/geracao.agro

Fonte: Geração Agro

 

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New Holland Agriculture apresenta nova colhedora de arroz

Por redação 08/02/2021
Escrito por redação

- New Holland Agriculture apresenta nova colhedora de arroz

Principal vitrine para o mercado arrozeiro do país, a 31ª edição da Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, que ocorre de 9 a 11 de fevereiro em Capão do Leão (RS) – e também em ambiente virtual –, vai marcar a estreia no evento da nova colhedora TX 4.90, da New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial. Em sua configuração arrozeira, a máquina derivada da linha TC, um dos ícones do maquinário agrícola brasileiro por sua confiabilidade e eficiência, participará do Ato Simbólico de abertura da colheita, programado para o dia 11.

Além disso, a New Holland, vai integrar o painel “Mecanização Agrícola – Realidade e Perspectivas”, que ocorrerá no dia 10/02 às 15h15, com a participação do gerente de Marketing de Produto da New Holland Agriculture para a América Latina Carlos Schimidt. O debate poderá ser acompanhado através das redes sociais do evento.

Em relação à TX, o principal diferencial da máquina para o trabalho nas culturas de arroz e demais grãos é o seu sistema de duplo rotor de separação, que permite uma maior capacidade de processamento e, consequentemente, de colheita. É a máquina ideal para quem busca inovação, sem deixar de ter uma colhedora acessível e de pouca manutenção. É perfeita para quem quer apostar em novos conceitos, mas ao mesmo tempo ter um ótimo custo benefício.

Outra novidade está nos sistemas de limpeza, de tripla cascata. A máquina conta ainda com o sistema de Optifan, ventilador automático para todos os modelos, assim como os novos côncavos seccionados e o ultramoderno sistema de nivelamento SMARTSIEVE, além da plataforma elétrica e maior capacidade de graneleiro. “As TXs partem da base do projeto campeão da TC e entregam ainda mais performance com a capacidade do sistema de duplo rotor de separação, muito eficiente em todos os tipos de colheita, não importando se é soja, arroz, milho ou feijão”, afirma Cláudio Calaça Júnior, diretor de Marketing de Produto da New Holland Agriculture para a América do Sul.

A TX está disponível no mercado em dois modelos – TX 4.90, com plataforma de 25 pés, e TX 5.90, com plataforma de 30 pés) –, ambos com debulha por cilindro e separação por duplo rotor. “Da mesma forma que a TC reúne todos os elementos que fazem dela uma máquina acessível, como o baixo custo de manutenção, a fácil operação, o baixo custo de aquisição e alto valor de revenda, o que a tornaram um sucesso de vendas, a TX também carrega essa herança”, diz Calaça.

De acordo com Carlos Schimidt, especialista em colhedoras da New Holland, a TX é uma colhedora acessível e com um excelente custo-benefício. “A New Holland optou por manter um compromisso de confiança com os clientes, trazendo máquinas que continuam acessíveis e com uma capacidade de colheita e tecnologia embarcada baseadas na experiência e voz dos clientes. Com toda certeza é uma colheitadeira que tem muito valor agregado, mas com o preço acessível aos clientes”, afirma.

Debulha por cilindro, separação por rotor

As máquinas da linha TX apresentam um conceito de colheita que mantém o tradicional sistema de debulha por cilindro, porém apresentam um sistema de duplo rotor de separação em substituição ao batedor, rotary e saca palhas. Na TX, após passar pelo cilindro de debulha, o material é levado diretamente ao duplo rotor de separação. Ali é separando o grão da palha por força centrífuga. A capacidade de processamento do sistema de duplo rotor de separação é maior que a de saca palhas, e isso é o que faz a capacidade de colheita da TX ser maior.

O baixo índice de perdas é uma proposta de valor de todas as colhedoras New Holland. Assim como em outros modelos da marca, foram desenvolvidas novas e modernas ferramentas para diminuir ainda mais os índices de perda. Esses baixos índices dependem principalmente do sistema de limpeza, por isso as tecnologias embarcadas nele são muito importantes.

“O sistema de limpeza da TX conta com um degrau no meio do bandejão com vento, e uma pré-peneira em degrau, totalizando três quedas no processo de separação e limpeza. Com isso, cria-se um sistema de separação e limpeza com tripla cascata, algo completamente novo e único no mercado, o que resulta em um menor índice de perdas e em um grão mais limpo no graneleiro, trazendo mais rentabilidade ao produtor”, explica Schimidt.

A plataforma elétrica da TX também fornece uma melhor flutuação, dando à máquina maior capacidade e velocidade de copiar o solo. Outra novidade está no alimentador, que foi reposicionado em relação à antiga TC, por exemplo. O material agora é alimentado mais acima do cilindro. Isso aumentou a capacidade de trilha da máquina e, consequentemente, diminuiu os índices de perda. Já os côncavos de debulha da TX são seccionados e as seções podem ser trocadas individualmente através de uma abertura entre a cabine e o alimentador, facilitando a configuração da máquina para troca de culturas.

Agricultura de precisão

A linha TX possui ainda, como opcionais, tecnologias para agricultura de precisão (PLM – Precision Land Management). Entre eles o monitoramento de colheita com tela totalmente integrada (Inteliview™ IV), que apresenta uma interface comum a tratores, colhedoras, pulverizadores, forrageiras e debulhadoras. Trata-se de uma tela grande e sensível ao toque de 10,4 polegadas, que não só controla as principais funções do equipamento, mas também as aplicações de precisão, como orientação automática, mapeamento conforme aplicado e controle das funções do implemento.

Produção nacional

O arroz é uma das commodities agrícolas mais importantes para o agronegócio brasileiro. De acordo com a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), o país produziu 10,5 milhões de toneladas de arroz na última safra e exportou 1,4 milhão de toneladas do produto. Somente o Rio Grande do Sul é responsável por 70% da produção nacional do cereal e o setor gera 20 mil empregos diretos no estado. A Abertura Oficial da Colheita do Arroz é uma realização da Federarroz e da Embrapa, com patrocínio do Instituto Riograndense do Arroz (Irga) e do Ministério da Agricultura.

Serviço

31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

De 9 a 11 de fevereiro na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Mais informações e programação on-line acesse aqui.

 

Fonte: New Holland Agriculture
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Notícias

Colheita de soja está mais acelerada em SP

Por redação 08/02/2021
Escrito por redação

- Colheita de soja está mais acelerada em SP

Dentre as regiões produtoras de soja no Brasil, o estado de São Paulo apresenta ritmo mais acelerado de colheita nesta temporada. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, esse cenário é atípico, uma vez que Mato Grosso e Paraná são historicamente os primeiros estados a cultivar e, consequentemente, colher a oleaginosa. No entanto, frequentes chuvas no Centro-Oeste e no Sul do Brasil têm atrasado os trabalhos de campo.

Sojicultores mato-grossenses e paranaenses, inclusive, já se preocupam com a formação de grãos ardidos. Ressalta-se que, mesmo com uma possível quebra na produtividade, agricultores esperam produção recorde na temporada 2020/21, tendo em vista a maior área cultivada, de 38,19 milhões de hectares, 3,4% maior que a da safra anterior, segundo a Conab.

A Companhia ainda indica que, até o final de janeiro, 11% da área de soja havia sido colhida em São Paulo; 4,9% em Mato Grosso; e 2% em Minas Gerais. Quanto às negociações, algumas cooperativas e cerealistas paulistas já estão recebendo soja, mas a liquidez no spot ainda é baixa.

Fonte: Cepea Esalq/USP
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Contratação de crédito rural cresce 17%

Por redação 08/02/2021
Escrito por redação

- Contratação de crédito rural cresce 17%

A contratação de crédito rural para a safra 2020/2021, no período de julho do ano passado a janeiro deste ano, atingiu R$ R$ 135,3 bilhões, o que representa uma alta de 17% em relação ao mesmo período da safra anterior.

De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o crédito para investimento alcançou R$ 43,52 bilhões (41%), R$ 72,7 bilhões para custeio (13%), R$ 11,59 bilhões para comercialização (9%) e R$ 7,59 bilhões para industrialização (4%).

As aplicações de investimento se situaram em R$ 1,75 bilhão (7%) com contratações dos médios produtores (Pronamp), em R$ 9,72 bilhões (9%) para os pequenos agricultores (Pronaf)  e para os demais produtores em R$ 32,05 bilhões (58,2%).

Os recursos da poupança rural aplicados nos financiamentos de investimento realizados pelos médios e pequenos produtores responderam, respectivamente, por 41% (Pronamp) e 46% (Pronaf). Os demais produtores respondem por 34% da contratação de investimento.

Em relação aos programas de investimento, com recursos do BNDES administrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estão o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 6,97 bilhões (47%), Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,62 bilhão (73%), Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,54 bilhão (31%), Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 686 milhões (110%) e Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro): R$ 1,27 bilhão (36%).

Sobre os créditos de custeio, os valores contratados pelos médios produtores (Pronamp) foram de R$ 16,2 bilhões (6%), R$ 11,12 bilhões (17%) pelos pequenos produtores (Pronaf) e R$ 45,38 bilhões (15%) para os demais produtores.

O diretor do Departamento de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, destaca que as contratações de crédito rural com recursos da fonte Poupança Rural Controlada atingiram R$ 41,09 bilhões, uma expansão de 81%, respondendo por 30% do crédito rural na atual safra, até janeiro deste ano.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
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Seminário discute produção de pulses no Brasil

Por redação 08/02/2021
Escrito por redação

- Seminário discute produção de pulses no Brasil

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promove nesta quarta-feira, dia 10, o seminário “Oportunidades internacionais e desafios domésticos para o aumento da produção dos pulses no Brasil”, em comemoração ao Dia Mundial dos Pulses, na mesma data.

O evento reunirá representantes do setor produtivo e do governo para debater o panorama doméstico e internacional, além de oportunidades e desafios para esse setor, que engloba vários tipos de feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, entre outros.

“Acompanhar os potenciais mercados nacionais e internacionais e dar suporte para novas culturas e para o produtor rural estão entre as prioridades da CNA”, afirma o presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Ricardo Arioli. “Para diversificar a produção, há muitos desafios como o registro de cultivares e o apoio fitossanitário que iremos discutir no seminário”, completa.

O debate começará às 8h30 com o painel “Oportunidades internacionais para pulses”, com a presença dos adidos agrícolas do Brasil na Índia, Dalci Bagolin, e na China, Jean Manfredini, para falar sobre o mercado desses países. A superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, apresentará as ações do projeto Agro.BR, que tem como foco a internacionalização da agropecuária brasileira.

O segundo painel será às 9h45 sobre o tema “Desafios da produção de pulses no Brasil”, com apresentação do vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Marcos Rosa, sobre o caso de sucesso da organização regional para o registro de novas cultivares e a importância para acesso a mercados.

O assessor técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Gabriel Zanuto Sakita, falará sobre as ações da entidade para apoiar a estruturação da cadeia produtiva com transferência de tecnologia e formação pessoal.

O seminário também discutirá as estratégias para a ampliação do suporte fitossanitário para pulses, com Elisangeles Souza, assessora técnica da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e coordenadora técnica do Comitê Minor Crops Brasil.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) contribuirá com a discussão ao apresentar o funcionamento do suporte fitossanitário e do registro nacional de cultivares para pulses. Quem falará sobre o tema é o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart.

Para acessar a programação completa e se inscrever, acesse aqui.

 

Fonte: CNA Brasil

 

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Caixa quer aumentar em 10 vezes carteira agrícola

Por redação 08/02/2021
Escrito por redação

- Caixa quer aumentar em 10 vezes carteira agrícola

A Caixa Econômica Federal anunciou que pretende crescer dez vezes o tamanho da carteira de crédito agrícola. A afirmação foi feita pelo presidente do banco, Pedro Guimarães, durante um evento no Paraná, na última quinta-feira (4). Segundo ele, a carteira de crédito para o setor na instituição pode chegar a R$ 40 bilhões até 2022.

Na semana passada, o banco já havia ampliado para R$ 6,5 bilhões o volume de crédito rural disponível para o primeiro semestre. O valor representa crescimento de 20% em relação ao ano agrícola anterior.

Entre as modalidades contempladas nas linhas de crédito rural do banco, estão o financiamento da safra verão 2021/2022 e empréstimos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e para investimentos no campo.

Com prazo de até 15 anos de pagamento e carência de até três anos, as linhas de investimento financiam a compra de máquinas e equipamentos novos, de animais, formação ou recuperação de pastos e construção de cercas e demais instalações, como galpões e currais. A modalidade também inclui empréstimo para a construção de armazéns e de sistemas de irrigação.

Com juros a partir de 2,75% ao ano, variando conforme o empreendimento, as linhas do Pronaf financiam a aquisição de insumos e o pagamento de serviços por pequenos produtores. O Pronamp tem uma linha de custeio, para cobrir os gastos da produção agrícola, e uma linha de investimento, para financiar melhorias nas propriedades ou compra de máquinas.

Fonte: Redação com Agência Brasil

 

 

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Embraer vende oito aviões agrícolas Ipanema em janeiro

Por redação 08/02/2021
Escrito por redação

- Embraer vende oito aviões agrícolas Ipanema em janeiro

A divisão de aviação agrícola da Embraer encerrou o mês de janeiro com a venda de oito aviões EMB-203 Ipanema, o equivalente a um terço do total negociado durante todo o ano de 2020. O bom resultado está sendo impulsionado pelo desempenho favorável do agronegócio brasileiro e as inovações tecnológicas incorporadas na nova versão da aeronave.

Com quase 1.500 unidades entregues, o Ipanema ocupa a liderança do segmento agrícola com 60% de participação no mercado nacional. “Seu protagonismo na agricultura de precisão combina alta tecnologia e tradição de um produto que evolui continuamente para atender aos requisitos de alta produtividade e baixo custo operacional”, destacou a empresa em nota.

O Ipanema 203, o modelo mais atual da série, conta com aprimoramentos como substituição de peças da asa por outras com nova geometria e material em aço inox mais resistente. Essa solução posterga ainda mais eventuais desgastes gerados pela condição severa natural da operação no campo e despesas com manutenção ao longo dos anos.

O novo pulverizador aéreo também tem um novo design no capô do motor, com novas grades de saída de ar, garantindo maior refrigeração. Em comemoração aos 50 anos do primeiro voo do Ipanema, realizado em 1970, uma pintura alusiva à data foi criada para o pulverizador aéreo que agora sai de fábrica com uma nova identidade visual. As cores da bandeira brasileira foram as escolhidas para destacar esse projeto aeronáutico 100% nacional.

Sobre o Ipanema

A história do Ipanema começa no fim dos anos 1960, quando o Ministério da Agricultura do Brasil firmou contrato com a Embraer para fabricação em série no país de uma aeronave agrícola, com o objetivo de modernizar o setor ao disponibilizar novas técnicas de produção.

A aeronave surge inicialmente como um projeto de engenheiros do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP) e é testado pela primeira vez na Fazenda Ipanema, no município de Sorocaba (SP). Em julho de 1970 o Ipanema fez seu primeiro voo e em 1972 começou a ser produzido comercialmente.

A versão mais atual, o Ipanema 203, é movida a energia renovável (etanol) e foi certificada em 2015. Este modelo garante mais agilidade, eficiência, produtividade, além do menor custo operacional da categoria. Com sua envergadura aumentada para 13,3 m e perfil da asa aprimorado, possibilita uma maior faixa de deposição de defensivos agrícolas, chegando a 24 metros de faixa com altíssima qualidade comprovada cientificamente e no campo. Utilizado principalmente na pulverização de fertilizantes e defensivos agrícolas, o Ipanema tem evitado, ao longo de todas essas décadas, perdas por amassamento na cultura e flexibilizado as operações em regiões com terrenos irregulares. A aeronave também tem aplicação em atividades de semeadura, controle de vetores e larvas, e povoação de rios.

Fonte: Embraer
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