quinta-feira, novembro 5, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
quinta-feira, novembro 5, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Opinião

Papel da indústria de equipamentos na fruticultura

Por redação 06/01/2021
Escrito por redação
- Papel da indústria de equipamentos na fruticultura
*por Alexandre Assis

Já nos acostumamos com o fato de que o Brasil está entre os três maiores produtores e exportadores de diversos tipos de cultivo, especialmente no que se refere a grãos. Em relação às frutas, isso ainda é uma meia-verdade: se o país é o terceiro maior produtor do mundo, as exportações ainda estão longe do topo. Segundo a Abrafrutas (Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), o Brasil é somente o 23º exportador de frutas do mercado global.

A alta produção com baixa exportação se dá, sobretudo, por desafios logísticos. Muitos tipos de frutas perecem rápido e, em alguns casos, a infraestrutura de algumas partes do país acaba contribuindo para o atraso na distribuição, o que afeta diretamente a qualidade do produto. O cenário da pandemia, que limitou o funcionamento principalmente de aeroportos, responsáveis pelo escoamento de cerca de 10% do volume exportado, deixou os agricultores do setor apreensivos.

No primeiro semestre de 2020, as exportações de frutas do país caíram 5% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 399,8 milhões de quilos. Certos produtos com menor tempo de vida, como o pêssego e o caqui, sofreram uma queda ainda maior, acima de 50%. No entanto, a crescente demanda por alimentos saudáveis em países desenvolvidos e o período de entressafra no hemisfério norte ajudaram a acelerar as exportações de frutas brasileiras no segundo semestre.

A valorização do dólar frente ao real também tem facilitado os embarques, pois torna os produtos brasileiros mais atrativos no mercado externo. A alta taxa de câmbio do dólar permite que os exportadores baixem o preço médio na moeda estrangeira, sem que haja perda de rentabilidade na moeda brasileira. Com isso, o jogo virou e as exportações brasileiras de frutas cresceram 3,6% no acumulado de 2020 até outubro, quando comparadas aos embarques no mesmo período do ano passado. O principal destino é a União Europeia, responsável pela compra de 70% deste volume.

Este cenário deve permanecer na próxima safra e a demanda interna tende a continuar estável. Portanto, crescem as oportunidades para os fruticultores brasileiros, que terão de investir no aumento de suas produções, sem perder rentabilidade. Diante desta necessidade, a tecnologia aparece como a principal aliada no agricultor. Vale lembrar que não basta cultivar frutas para exportação, mas também seguir uma série de protocolos rigorosos, inclusive no campo da sustentabilidade, para que os produtos sejam aceitos em outros mercados, especialmente no europeu.

Para auxiliar os agricultores neste desafio, a indústria de máquinas agrícolas tem se movimentado para oferecer soluções que reúnam eficiência e baixo custo operacional. Tratores estreitos, mais popularmente conhecidos como “fruteiros”, já existem no mercado brasileiro há mais de cinquenta anos. Porém, os níveis de conforto, tecnologia e de redução no consumo de combustível encontrados nas máquinas de hoje é algo sem precedentes.

Um bom exemplo é a linha A3F da Valtra, marca que desenvolveu o primeiro trator estreito do Brasil e que possui o melhor know-how do setor. A linha oferece opções que vão de 69 a 99 cavalos de potência, cabine equipada de fábrica e um conjunto de transmissão e motor que garante um consumo de combustível 12% menor.

A tomada de potência, o projeto ergonômico da cabine e a capacidade de levante 25% maior do que a de similares de outras marcas fazem dessa linha de máquinas uma aliada importante para os fruticultores brasileiros. Por fim, também se destaca na série A3F o melhor raio de giro do mercado, que é muito importante para a cultura de frutas, já que facilita as manobras em pomares com alto adensamento, otimizando o tempo de operação e ajudando a melhorar a produtividade.

Máquinas como essas, combinadas a sistemas de telemetria e monitoramento inteligentes, que geram dados e informações relevantes para o agricultor, são a chave para que a produção de frutas do país acompanhe o recente crescimento de demanda. Além disso, produtos produzidos com alta tecnologia e de modo sustentável – o motor eletrônico AGCO Power garante a redução das emissões de carbono – ganham em valor agregado no mercado internacional.

Se da porteira para dentro as máquinas estão ajudando cada vez mais o fruticultor a agilizar seus processos e aumentar sua produção de modo consistente e rentável, cabe agora às autoridades do país investirem na resolução dos problemas encontrados da porteira para fora: os desafios logísticos e burocráticos que ainda travam o avanço do Brasil rumo ao topo do mercado internacional de frutas.

*Alexandre Assis é diretor de vendas da Valtra no Brasil
06/01/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

População ocupada no agronegócio cresceu 1,3% no terceiro tri

Por redação 05/01/2021
Escrito por redação

- População ocupada no agronegócio cresceu 1,3% no terceiro tri

No terceiro trimestre de 2020, a população ocupada no agronegócio cresceu 1,3% frente ao trimestre anterior (o equivalente a um aumento de aproximadamente 217 mil pessoas), totalizando 16,94 milhões de pessoas, de acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Essa recuperação foi influenciada pelas ocupações na agropecuária. Na mesma comparação, o número de ocupados no Brasil foi em sentido contrário, com diminuição de 1,06%, ou mais de 883 mil pessoas.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse comportamento é um indicativo de recuperação no mercado de trabalho do agronegócio após o período considerado, até então, o mais crítico em termos dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre o setor (especialmente de abril a junho). Diante desses movimentos, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro alcançou 20,55% no terceiro trimestre de 2020.

Entretanto, ao se comparar o terceiro trimestre de 2020 com o mesmo período de 2019, houve queda expressiva no número de ocupados no agronegócio, de 7,58%, o equivalente a 1,39 milhão de pessoas, sendo essa diminuição a mais expressiva na comparação entre terceiros trimestres desde o início da série histórica do Cepea, em 2012. No caso da população ocupada brasileira total, também entre o terceiro trimestre de 2020 e o mesmo período de 2019, a baixa foi ainda mais intensa, de 12,09%, o equivalente a 11,34 milhões de pessoas.

Pesquisadores do Cepea indicam que, entre os perfis de trabalhadores, as reduções mais significativas de julho a setembro em 2020 frente ao mesmo período de 2019 em número de ocupados foram observadas para empregados, com e sem carteira assinada, para trabalhadores com menores níveis de escolaridade e para mulheres.

Setorialmente, em geral, as perdas mais acentuadas no número de ocupações ocorreram na agroindústria e nos agrosserviços. Por serem comportamentos atípicos ou de magnitude mais elevada do que a usual, é provável que essas perdas estejam, em partes, relacionadas à crise da covid-19.

Em relação aos rendimentos efetivos mensais, entre os terceiros trimestres de 2019 e de 2020, houve aumento real na média para os empregados (4,8%) e para os empregadores (5,7%); mas queda para trabalhadores por conta própria (4,2%). Em partes, as altas também podem ser explicadas pela saída do mercado de trabalho, diante da pandemia, de trabalhadores mais vulneráveis e que recebiam salários menores.

Fonte: CEPEA/Esalq USP
05/01/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Faturamento das lavouras dos cafés do Brasil atinge R$ 34 bi

Por redação 05/01/2021
Escrito por redação

- Faturamento das lavouras dos cafés do Brasil atinge R$ 34 bi

Produção dos cafés do Brasil atinge 61,62 milhões de sacas em uma área de 1,8 milhão de hectares em 2020

O Valor Bruto da Produção (VBP) dos Cafés do Brasil, que corresponde ao faturamento total das lavouras, tanto de arábica como de conilon, atingiu R$ 34,04 bilhões em 2020. O café conilon com receita de R$ 5,84 bilhões representou em torno de 17% desse faturamento e o café arábica, que atingiu R$ 28,2 bilhões, correspondeu a 83% do total. Com base nesses números, verifica-se que a cafeicultura participa com aproximadamente 5,7% do faturamento total das lavouras brasileiras, o que coloca o setor café em quinto lugar no ranking do VBP. Os dados foram divulgados pelo Observatório do Café, da Embrapa Café.

O cálculo do faturamento bruto, especificamente para as lavouras, contempla 17 produtos agrícolas e considera os preços médios recebidos pelos produtores rurais, o qual totalizou R$ 598,96 bilhões neste ano de 2020. O ranking dos cinco produtos que apresentaram o maior faturamento, em ordem decrescente, é o seguinte: soja, em primeiro lugar, figura com R$ 237,74 bilhões, que correspondem a 39,7%; em segundo, milho – R$ 94,57 bilhões (15,7%); cana-de-açúcar, em terceiro – R$ 71,4 bilhões (12%); algodão herbáceo, em quarto – R$ 52,83 bilhões (8,8%); e o café, conforme mencionado, ocupa o quinto lugar, com R$ 34,04 bilhões, montante que representa 5,7% do VBP das lavouras brasileiras.

Com relação à produção total dos Cafés do Brasil em 2020, incluindo as espécies de café arábica e conilon, o volume físico apresentou um aumento de 25% em relação ao ano passado e atingiu o equivalente a 61,62 milhões de sacas de 60kg, produzidas em uma área de 1,8 milhão de hectares. A produção de café arábica foi responsável por 76,9% do total da produção brasileira com 47,37 milhões de sacas, número que representa um aumento de 38,1% se comparado a 2019. Enquanto a produção de café conilon, com uma redução de 5,1% em relação ao ano passado, atingiu 14,25 milhões de sacas, 23,1% de todo café produzido no Brasil em 2020.

Fonte: Embrapa Café

close up view of dark fresh roasted coffee beans on coffee beans background

05/01/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Vendas de máquinas agrícolas crescem 32,69% em novembro

Por redação 05/01/2021
Escrito por redação

- Vendas de máquinas agrícolas crescem 32,69% em novembro

Em novembro de 2020, as vendas de tratores e máquinas agrícolas (4.205 unidades) registraram queda de 10,01%, na comparação com o mês de outubro (4.673 unidades). Ante novembro de 2019 (3.169 unidades comercializadas), no entanto, houve alta de 32,69% . No acumulado do ano, de janeiro a novembro/2020, houve crescimento de 3,48% sobre o mesmo período de 2019, com 41.497 unidades comercializadas, contra 40.100, em igual período de 2019.

Os dados fazem parte de balanço divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que apontou dezembro como o mês de maior volume de emplacamentos de veículos de todo o ano de 2020. Considerando todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), foram emplacadas 363.163 unidades, em dezembro, contra 334.349 veículos, no mês anterior, numa alta de 8,62%. Por não serem emplacados, os tratores e as máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes.

“O mercado de tratores e máquinas agrícolas foi impulsionado pelo bom resultado da safra e aumento de renda, causado pela valorização das commodities durante o ano de 2020. O resultado não foi melhor pela alta demanda, que não conseguiu ser atendida pelo volume de recursos ofertados pelo Plano Safra 2020/2021, assim como pelas dificuldades enfrentadas pela indústria, que não conseguiu atender à totalidade dos pedidos das concessionárias”, explicou o Presidente da FENABRAVE.

Fonte: Fenabrave
05/01/2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Vendas do agronegócio brasileiro devem crescer 12% em 2020

Por redação 21/12/2020
Escrito por redação

- Vendas do agronegócio brasileiro devem crescer 12% em 2020

Apesar da pandemia da Covid-19, o agronegócio brasileiro não parou. As vendas devem apresentar crescimento real de 12% (descontada a inflação) e 20% de nominal em 2020 em relação ao ano passado e com faturamento estimado em R$ 20,5 bilhões, de acordo com projeção da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). “Tivemos uma ótima safra agrícola, as exportações do agronegócio bateram recordes e a valorização do dólar em 30% propiciaram uma grande rentabilidade para os agricultores das culturas de exportação como soja, milho, café, algodão, laranja, celulose e carnes”, ressalta Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da ABIMAQ.

Com relação ao que pode afetar o crescimento do segmento agrícola, Bastos explicou que o setor é muito dinâmico e é influenciado por variáveis incontroláveis como a safra agrícola dos hemisférios norte e sul que se colhe em épocas distintas; o câmbio que pode determinar a rentabilidade das lavouras; o clima imponderável; e as questões internas de crédito agrícola. “Essas questões são conjunturais apesar de ter a capacidade de alterar os rumos dos resultados em determinado ano. Sobre fatores estruturais, o agronegócio está bem capacitado e com ótimas perspectivas para o médio e longo prazo”.

Perspectivas

Para o presidente da CSMIA, o cenário para a indústria de máquinas agrícolas para 2021 continua positivo. “O Brasil se tornou um grande fornecedor de alimentos para o mundo, principalmente para Ásia onde as áreas aráveis para cultivo estão em grande parte tomadas. No entanto, a população cresce numericamente e aumenta sua renda, demandando alimentos e o Brasil prossegue como um dos grandes fornecedores desse mercado. Baseada nessa conjuntura, a previsão para o próximo ano é de um crescimento real de 3% (descontada a inflação) e nominal de 10% nas vendas, chegando a R$ 21,9 bilhões de faturamento”.

Exportação e importação

Segundo Bastos, as exportações em 2020 foram impactadas negativamente pela Covid-19. “As economias dos principais parceiros comerciais, principalmente da América do Sul não tiveram boa performance”.
Para 2021, ele acredita que com o fim da pandemia e com o retorno à normalidade as exportações devem reagir.
Quanto as importações, Bastos expõe que o aumento de custo de 30% devido à desvalorização do Real restringiu a entrada de importados no país neste ano. “Já em 2021 esse cenário vai mudar apenas se houver a valorização do Real”.

 

Fonte: ABIMAQ/CSMIA

21/12/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

10 momentos marcantes para o agro

Por redação 18/12/2020
Escrito por redação

Série MIA 10 Anos

Em comemoração aos seus 10 anos, a Revista Máquinas & Inovações Agrícolas preparou uma série de matérias especiais, dentre elas uma que destaca os 10 momentos marcantes para o setor agropecuário. Acompanhe!

 

- 10 momentos marcantes para o agro
Evolução do etanol

No início da década, o etanol produzido a partir da cana-de-açúcar era a estrela da vez. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) havia classificado o produto como biocombustível avançado, capaz de reduzir em pelo menos 50% as emissões de gases de efeito estufa (GEE), em comparação à gasolina e a Braskem, braço da Odebrecht, anunciava que, do etanol, era possível produzir polietileno de alta densidade (PEAD) para embalagens.

Mas a partir da safra 2011/2012, a falta de políticas públicas e de preços, o clima muito seco e os resquícios da crise econômica de 2008 culminaram em uma crise enorme: em seis anos, pelos menos 83 usinas paralisaram suas atividades e, atualmente, 25% das cerca de 350 unidades em operação, podem fechar, segundo estudo realizado pela consultoria Datagro.

 

Legislação ambiental

- 10 momentos marcantes para o agro

Em 25 de maio de 2012, depois de longa discussão, foi aprovado o Novo Código Florestal brasileiro (Lei 12.651). A legislação, que substitui a de 1965, instituiu novas regras como a obrigatoriedade da Área de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL) em todas as propriedades rurais brasileiras, que variam de acordo com cada bioma, e também, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), um tipo de diagnóstico ambiental de cada imóvel rural com o objetivo de inserir as fazendas no Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Previsto para ser finalizado em 2013, o CAR se estende, até hoje, em aberto, com sanções do governo federal. O novo prazo estabelecido para que os proprietários de imóveis rurais entreguem o CAR é 31 de dezembro de 2020.

 

De olho na China

- 10 momentos marcantes para o agro
Os laços comerciais entre Brasil e China foram apertados nos últimos dez anos e, hoje, o país asiático é o principal parceiro comercial brasileiro, puxado pelo agronegócio. Em 2019, 28,1% das exportações brasileiras tiveram como destino a China, um valor total de US$ 62,87 bilhões, e a soja foi o produto mais exportado. Com a crise global desencadeada pela pandemia do novo coronavírus, só no primeiro semestre deste ano, essa fatia subiu para 33,8%, algo em torno de US$ 34 bilhões.

 

Riqueza no campo

- 10 momentos marcantes para o agro
O salto que a agropecuária nacional teve na última década fez com que as tradicionais feiras agropecuárias deixassem de ser simples eventos para se tornar os principais polos de negociação. O faturamento da Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, saltou de R$ 860 milhões em 2010 para R$ 2,9 bilhões em 2019. No ano passado, as principais feiras faturaram algo em torno de R$ 17 bilhões.

 

Escândalo da carne

- 10 momentos marcantes para o agro

O crescimento da agroindústria brasileira na última década alçou companhias pequenas a postos de maiores do mundo. A JBS, por exemplo, nasceu como um açougue em 1953 e, em meados 2013, se tornou a maior companhia de processamento e distribuição de carnes do mundo. Só que também foi protagonista de um escândalo que colocou o Brasil nos holofotes: os frigoríficos brasileiros colocam papelão na carne? Tudo começou com um vídeo, divulgado nas redes sociais, onde pessoas, supostamente funcionários de frigoríficos localizados no Paraná, manipulavam carnes preparadas com papelão. A denúncia desencadeou uma das maiores operações da Polícia Federal, que ganhou o nome de Carne Fraca: 38 indústrias foram investigadas, inclusive a JBS. Ao final da investigação, o processo de 356 páginas indicava: não tinha papelão. O que foi descoberto é que havia um esquema de enriquecimento ilícito de fiscais. Muitos países suspenderam contratos de compras até que o processo fosse encerrado, mas o setor se recuperou nos anos seguintes e, em 2019, as exportações (só de carne bovina) totalizaram 1,8 milhão de toneladas (12,4% a mais que em 2018), com receitas de US$ 7,5 bilhões, 15,5% a mais que no ano anterior.

 

O “pibão” do agro

 

- 10 momentos marcantes para o agro
No ano de 2010, o Valor Bruto da Produção (VPB), que é uma estimativa da geração de renda do agronegócio, foi de R$ 160,7 bilhões. Em 2019, esse valor foi de R$ 630,9 bilhões, o maior da história, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura.

Detalhadamente, a pasta indicou que as lavouras geraram ao País um valor de R$ 411,1 bilhões e a pecuária, R$ 219,8 bilhões. A previsão é que, em 2020, o valor atinja R$ 674,8 bilhões (7% de crescimento). O agronegócio vem alavancando a economia brasileira, pelo menos nos cinco últimos anos. Em 2017, o PIB Brasileiro, segundo dados do IBGE, cresceu 1%, enquanto o PIB-volume do Agronegócio, 7,2% – impulsionado pela produção recorde, pela importante recuperação agroindustrial e pelo consequente “transbordamento” desses crescimentos sobre o setor de serviços. Em 2019, o PIB do agronegócio cresceu 3,81%, em comparação com 2018, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Brasil à frente

- 10 momentos marcantes para o agro

Pela primeira vez na História, foi nesta década que o Brasil passou à frente dos Estados Unidos e se tornou líder global na produção e exportação de soja. O primeiro grande passo ocorreu na safra 2012/2013, devido à forte estiagem que atingiu os Estados Unidos, em 2012.Mas foi só em 2018, que o Departamento de Agricultura americano sinalizou que, com ou sem seca, o Brasil os ultrapassaria, ocupando o posto de maior produtor e maior exportador do grão no mundo. Na safra 2019/2020, mais de 120 milhões de toneladas de soja foram colhidas em 36 milhões de hectares no Brasil, enquanto as lavouras do Tio Sam produziram 96 milhões de toneladas em cerca de 33 milhões de hectares. Especialistas apontam que a liderança veio para ficar, principalmente porque a demanda chinesa só cresce e o Brasil se 27 tornou seu principal fornecedor.

Digitalização do agronegócio

t- 10 momentos marcantes para o agro

Os negócios digitais avançaram nos últimos anos em todos os setores, mas em 2020, impulsionado pela pandemia, o agronegócio se tornou, de fato, digitalizado. Eventos, reuniões, negócios, leilões, vendas, assistência rural. Tudo foi parar na tela do computador.

Desde março, os negócios realizados no agronegócio só aumentaram, como nos casos dos leilões de bovinos e equinos, um setor que de tempos e tempos se reinventa. “Na década de 1990, saímos das feiras e dos eventos presenciais para a televisão. Nos últimos anos, já estávamos na internet, mas em 2020, tudo foi digitalizado”, explicou o leiloeiro Leonardo Beraldo, da Embral Leilões.

Ascensão feminina no campo

 

- 10 momentos marcantes para o agro

Ministra da Agricultura, Teresa Cristina

Um setor dominado por homens: esse era o cenário secular do agronegócio até poucos anos. Mas nos últimos cinco anos, a ascensão das novas gerações no comando das propriedades rurais e empresas agro está mudando a cara da agropecuária brasileira. Uma das expoentes deste movimento é a Bayer, que tem no Brasil um de seus principais mercados no setor. Em agosto, a companhia anunciou a engenheira agrônoma Malu Nascheiner, para a diretoria da divisão agrícola, responsável por 80% do faturamento da empresa. Antes disso, Ana Paula Losi assumiu a diretoria executiva da Associação das Indústrias Produtoras de Cacau, Liége Vergili, a diretoria executiva da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Teresa Vendramini, a primeira mulher a assumir a Sociedade Rural Brasileira em 100 anos e a ministra, Teresa Cristina, à frente do Ministério da Agricultura, a segunda a assumir o posto, que já havia sido ocupado pela Senadora Katia Abreu.

A maior safra da História

- 10 momentos marcantes para o agro
A produtividade das lavouras nacionais é um dos trunfos do Brasil e a sua colocação, nos últimos anos, como um dos principais players do agronegócio global. Há 10 anos (safra 2010/2011), o País produziu 161 milhões de toneladas de grãos. Soja, milho, algodão, arroz e feijão foram os grandes destaques da produção. No mesmo ano, a safrinha de milho começava a crescer: 18,6 mil toneladas. Na temporada 2019/2020, o Brasil As exportações para a China representaram 28,1% das exportações totais brasileiras em 2019: 33% soja triturada 52% celulose 4,3% carne bovina congelada, resfriada e fresca Soja US$ 20,5 bilhões (valor FOB) Celulose US$ 3,3 bilhões Carne bovina US$ 2,68 bilhões Carne de Frango US$ 1,23 bilhões Algodão US$ 816,3 milhões Carne de Suíno US$ 611,7 milhões DRAGÃO CHINÊS 20% do total de área da propriedade 35% nos estados que compõem a Amazônia Legal Demais biomas Cerrado 80% em áreas de ¬florestas Amazônico área a ser preservada dentro da propriedade Bioma Preservação registrou mais um volume inédito: 257,8 milhões de toneladas de grãos, com destaque para a soja, milho e o algodão produzidos em 36.9 milhões de hectares.

* O conteúdo completo dessa reportagem encontra-se disponível na versão impressa e digital da revista. Acesse aqui ou faça sua assinatura!
18/12/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Empresas

Orion apresenta novo diretor de Marketing

Por redação 18/12/2020
Escrito por redação
- Orion apresenta novo diretor de Marketing

Engenheiro Agrônomo, José Tonon Júnior, assume área e terá como desafio intensificar as ações da empresa

A Orion Tecnologias e Sistemas tem um novo Diretor de Marketing. José Tonon Júnior, engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com pós graduação nas áreas de Fitossanidade e Marketing, assume a diretoria após um longo ciclo no Grupo Jacto, nas áreas de serviços agronômicos, desenvolvimento de produtos, comunicação e marketing.

Agora compondo o time da Orion, empresa que desenvolve equipamentos para aplicações no sulco do plantio, terá o desafio de intensificar as ações da empresa para um melhor posicionamento de marca e produtos.

“A necessidade de levarmos a melhor informação de maneira rápida e eficaz é algo desafiador para praticamente todos os setores e no agronegócio não é diferente. Será um prazer aliar a experiência adquirida no setor com a Orion, que vem desenvolvendo um grande trabalho e está em busca de novos mercados”, avalia Tonon.

Fonte: Orion
18/12/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Fábrica da FPT celebra 20 anos

Por redação 17/12/2020
Escrito por redação
- Fábrica da FPT celebra 20 anos

Um motor é produzido a cada três minutos pela planta, que alcançou o Aterro Zero, reciclando 100% dos resíduos

Inaugurada em 2000, unidade de Sete Lagoas (MG) é símbolo de alta flexibilidade e elevado nível de qualidade na produção de motores para diferentes missões

Parte do complexo da CNH Industrial em Sete Lagoas (MG), a fábrica de motores da FPT Industrial celebra duas décadas acelerada pela eficiência e inovação, promovendo o desenvolvimento de powertrain com alta flexibilidade e o mais elevado nível de qualidade. Inaugurada em 2000, a planta é responsável pela produção dos motores das famílias FPT F1A, F1C, NEF e S8000 e conta com novos ambientes digitais e intuitivos, que reduzem sistematicamente os desperdícios de tempo e materiais.

Certificada com o nível prata do World Class Manufacturing (WCM), um dos mais altos padrões da indústria de manufatura no mundo, a unidade alcançou a meta de Aterro Zero, reciclando 100% dos resíduos, reforçando o compromisso sustentável.

A produção da FPT no Brasil equipa veículos dos segmentos on-road, de transporte de cargas e passageiros, off-road, na agricultura e construção, marítimo e de geração de energia, em motores para geradores (G-Drive) e conjuntos de geradores completos (Genset). Somente na América do Sul, são mais de 615 mil motores FPT em circulação, o que atesta a liderança da marca em bens de capital.

Dentre as recentes iniciativas da fábrica estão a Compass Room, sala que integra diferentes áreas, facilitando o entendimento na execução de projetos para garantir resultados sustentáveis; o sequenciamento digital de kits de peças, utilizados na montagem dos motores; e o reposicionamento de estações de trabalho, com as melhores práticas ergonômicas, permitindo que o colaborador esteja mais próximo de peças, ferramentas e utensílios.

O processo de montagem é monitorado por sistemas de controle automatizados de última geração do First Time Quality. Todos os motores são submetidos a testes de dinamômetro, atestando parâmetros de qualidade e potência. Nas salas do Banco de Provas, avaliações monitoram em tempo real aspectos de vibrações e temperatura.

“Determinamos que o propósito da fábrica seja propiciar a melhor experiência de manufatura para os nossos clientes, visitantes e funcionarios. Aplicamos as melhores práticas, criamos ambientes de trabalho cada vez mais produtivos, seguros e intuitivos que garantem a qualidade dos nossos produtos. Temos fluxos logísticos flexíveis para atender com rapidez e assertividade as demandas do mercado”, afirma o gerente de Operações da fábrica, Mario Coriale.

As evoluções permitiram que a unidade, com área total de 65 mil metros quadrados e área coberta de 21 mil metros quadrados, obtivesse um aumento médio de produtividade de mais de 10%. Atuam em Sete Lagoas cerca de 230 colaboradores, que auxiliam a FPT Industrial a produzir um motor a cada três minutos.

Sem desperdícios

A fábrica da FPT no Brasil também alcançou a meta de Aterro Zero, reciclando 100% dos resíduos, dentro do World Class Manufacturing (WCM) da CNH Industrial, um dos mais altos padrões da indústria de manufatura no mundo, que busca zero perdas, com base na metodologia da Pirâmide de 5R – recusa do resíduo (logística reversa), redução, reaproveitamento, reciclagem e recuperação.

Como parte do nível prata do WCM, o Aterro Zero reduziu gradativamente o volume de resíduos destinados a aterros sanitários licenciados, até a eliminação completa. A FPT entende que todo material pode ser transformado, resultando em uma produção cada vez mais verde.

“Quanto mais melhoramos a produtividade e a qualidade, eliminando desperdícios, menor será o custo de manufatura. A matriz das melhorias é o WCM, modelo que já está no DNA dos nossos colaboradores. Em cada estação de trabalho há soluções desenvolvidas pelo nosso time”, afirma o diretor Industrial da CNH Industrial, Izidro Penatti.

 

Fonte: FPT
17/12/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Congresso de Agricultura de Precisão é adiado para agosto de 2022

Por redação 17/12/2020
Escrito por redação

- Congresso de Agricultura de Precisão é adiado para agosto de 2022

 

Em razão da manutenção da pandemia do novo coronavírus e da impossibilidade de se garantir a segurança e a saúde de participantes de grandes eventos presencias ainda em 2021, a diretoria da AsBraAP (Associação Brasileira de Agricultura de Precisão) decidiu adiar novamente a realização do ConBAP – Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão, dessa vez para o período de 09 a 11 de agosto de 2022.

De acordo com o presidente da AsBraAP, Marcos Ferraz, a decisão foi tomada levando-se em consideração o atual cenário de aumento de casos de covid 19 e ainda sem perspectivas para a imunização no Brasil. “Preferimos adiar mais um ano e garantir que o evento aconteça com a qualidade de sempre”, explica.

Ferraz pondera ainda que em 2021 a associação vai realizar eventos paralelos, como fez neste ano com o Seminário Online de Agricultura de Precisão e Digital, para difundir os conceitos de agricultura de precisão e digital aos participantes. “É importante manter a interação com o público dessas tecnologias por causa da visibilidade e protagonismo da agricultura de precisão e digital. Temos contato com os melhores especialistas e pesquisadores no Brasil e no exterior para trazer o que há de mais inovador nessa área.”

As demais informações sobre inscrições e submissão dos trabalhos serão divulgadas oportunamente no site oficial do evento aqui.

O Congresso é promovido pela AsBraAP, originalmente a cada dois anos, e reúne cerca de 800 participantes, entre profissionais da área, pesquisadores, professores, produtores rurais, estudantes, empresas e usuários das diferentes técnicas de agricultura de precisão e digital. A última edição ocorreu em 2018.

Fonte: AsBraAP
17/12/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Exportações dos Cafés do Brasil batem recorde histórico mensal

Por redação 17/12/2020
Escrito por redação

- Exportações dos Cafés do Brasil batem recorde histórico mensal

Receita cambial gerada com a exportação de 4,3 milhões de sacas em novembro de 2020 foi de R$ 2,9 bilhões

As exportações dos Cafés do Brasil, considerando a soma de café arábica, conilon e solúvel torrado & moído, em novembro de 2020 registraram, pelo terceiro mês consecutivo, novo recorde histórico mensal, ao atingirem 4,3 milhões de sacas de 60kg, volume 32,2% maior do que em novembro de 2019. O café solúvel foi responsável por 7,2% das exportações com o volume equivalente a 313,4 mil sacas. O café conilon teve uma participação de 7,7%, com a exportação de 334 mil sacas, enquanto o café arábica se destacou com 85,1% do total embarcado ao atingir 3,7 milhões de sacas. Vale destacar o aumento de 33,9% na exportação do café arábica se comparada a novembro de 2019, bem como o significativo crescimento de 63,6% no volume exportado de café conilon, nos mesmos termos comparativos.

Com relação à receita cambial, o valor gerado pelas exportações dos Cafés do Brasil no mês de novembro de 2020 foi US$ 542 milhões, um aumento de 32,3% se comparado com o valor de novembro do ano passado. Na conversão em reais, considerando a cotação média do dólar de aproximadamente R$ 5,35 no mês de novembro de 2020, a receita das exportações em moeda brasileira atingiu por volta de R$ 2,9 bilhões, a maior receita para o mês de novembro dos últimos cinco anos, um expressivo aumento de 72,5% se comparada a novembro de 2019.

De janeiro a novembro de 2020, a receita cambial gerada com as exportações dos Cafés do Brasil foi US$ 5 bilhões, aumento de 6,7% se comparada com a receita dos onze primeiros meses de 2019. Na conversão em reais, o valor foi equivalente a R$ 25,9 bilhões, que representa um crescimento de 40%, em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Embrapa Café
17/12/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui