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Notícias

John Deere e Claro lançam plataforma de conectividade no campo

Por redação 17/12/2020
Escrito por redação

- John Deere e Claro lançam plataforma de conectividade no campo

Meta do programa “Campo Conectado” é elevar em 15 milhões de hectares a área produtiva coberta pela operadora, somente em 2021

Por Adriana Gavaça

A fabricante de máquinas agrícolas John Deere e a operadora de internet Claro anunciaram parceria para o programa “Campo Conectado”, que tem por meta levar conectividade a 15 milhões de hectares, em propriedades rurais de todo Brasil, em 2021. A operadora hoje está presente em 85 milhões de hectares no campo, por meio da rede 4G.

“Este é um divisor de águas no campo da conectividade e digitalização do agronegócio brasileiro. Essa jornada da agricultura de precisão não começou agora, mas tudo só funciona em tempo real se tiver sinal de internet. Hoje, vamos mudar de patamar, mostrar que o agro pode ser digitalizado e muito rapidamente”, disse o presidente da John Deere Brasil, Paulo Herrmann.

A Claro promete com a parceria, não só aumentar o acesso à internet no campo, como contribuir para a chamada agricultura 5.0, em que as máquinas agrícolas poderão gerar e analisar dados em tempo real. Hoje, embora a grande maioria das máquinas tenham tecnologia embarcada para essa leitura, os dados acabaram sendo analisados somente quando retornam à sede ou em local que o sinal de internet funciona.

De acordo com o presidente da Claro, a empresa já fez os investimentos necessários para essa expansão, com na aquisição de antenas. Isso significa que, o produtor que tiver interesse em instalar a rede em sua propriedade, não terá que desembolsar esse custo. Caberá a ele pagar apenas pela contratação do serviço, cerca de R$ 20 por hectare ao ano. Pesquisas realizadas em parceria pelas duas empresas, durante a o projeto, apontaram que em locais em que a máquina consegue operar em tempo real, os ganhos de produção se elevam em até R$ 100.

Do seu lado, a John Deere declarou que, desde 2015, a montadora dispõe de máquinas saindo de fábrica com modens para a conectividade rural, embora nem todas façam isso em tempo real pela dificuldade de acesso à rede de internet. Hoje, já existem cerca de 20 mil que podem ser conectadas imediatamente.

“Onde existir uma demanda em área agrícola e for economicamente viável Além de diminuir perdas e, por consequência, aumentar a produtividade, a Campo Conectado também deve favorecer o crédito rural, na medida em que o produtor conseguirá comprovar todas as suas etapas de produção, o que também deve reduzir o valor do seguro rural e melhorar a questão da segurança alimentar, já que o consumidor também poderá ter acesso a todo processo de produção do alimento, do plantio à chegada na gôndola do supermercado.

A John Deere informou ainda que possui quase 300 pontos de atendimento em todo o País, em que poderão ser contratados o novo sistema de conexão, já a partir de 15 de janeiro.

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Notícias

POLI/USP oferece curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Por redação 17/12/2020
Escrito por redação

- POLI/USP oferece curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho
Curso de Especialização oferecido nas modalidades Presencial (desde 1997) e EAD Semipresencial (desde 2005) é um dos mais tradicionais do Brasil

Até o dia 05/02/2021 (Presencial) e 26/02/2021 (EAD Semipresencial), estarão abertas as inscrições para a turma 2021 do curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, que é oferecido pelo Programa de Educação Continuada (PECE) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI/USP).

O Engenheiro (a) de Segurança do Trabalho é um (a) importante profissional, que compõe, juntamente com outros profissionais, o “Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT”, estabelecido pelo artigo 162 da “Consolidação das Leis do Trabalho – CLT” e regulamentado pela NR-04, “Norma Regulamentadora 04”. A equipe do SESMT tem o papel de promover a saúde dos trabalhadores e garantir a segurança no ambiente de trabalho nas empresas.

O curso é dirigido a graduados Engenheiros e Arquitetos, que conforme disposto no art. 1º da Lei Federal nº 7.410 de 27/11/1985, regulamentada pelo Decreto Federal nº 92.530 de 09/04/1986, são os profissionais que podem obter o registro de Engenheiro (a) de Segurança do Trabalho, em seus conselhos profissionais.

Com um total de 634 horas/aula, realizadas em dois anos e mais um período de seis meses de monografias, o curso é dividido em 18 disciplinas, construídas por renomados professores da área, que abordam desde legislação, administração, psicologia, gerenciamento de riscos, estratégia de amostragem, avaliação e controle de agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos, doenças do trabalho, epidemiologia e atividades industriais, e outros assuntos de segurança do trabalho.

Excelência em EAD

Ao ingressar no curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, na modalidade EAD semipresencial, o aluno recebe materiais elaborados por professores da POLI/USP e passa a ter acesso a uma plataforma na internet pela qual serão desenvolvidas a maior parte das atividades. Filmes-resumo (com os destaques dos pontos mais importantes de cada aula), aulas por videoconferências, testes online (que estimulam a memorização), questionários (que valem nota), fórum e chats (para tirar dúvidas com tutores, docentes e compartilhar informações com colegas) são recursos de aprendizagem.

“Além das aulas por videoconferência, todas as atividades dos alunos são monitoradas e apoiadas por uma equipe de tutores que ajudam na aprendizagem dos alunos, com esclarecimentos das suas dúvidas técnicas”, afirma o coordenador do curso, o professor Sérgio Médici de Eston, do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da POLI/USP.

Serviço

As inscrições para o curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, podem ser realizadas na modalidade Presencial clicando aqui , e na modalidade EAD Semipresencial clicando aqui.

O valor total de R$ 21.500,00 é igual para qualquer uma das duas modalidades e pode ser pago em 1 matrícula + 24 parcelas de R$ 860,00. As aulas terão início no dia 23/02/2021 (Presencial) e 05/03/2021 (EAD semipresencial). Outras informações: atendimento@pecepoli.com.br ; (11) 93357-8739 de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30.

Fonte: POLI/USP

 

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Notícias

Preços de hortaliças sobem com proximidade do Natal

Por redação 16/12/2020
Escrito por redação

wooden floor.- Preços de hortaliças sobem com proximidade do Natal

Os acompanhamentos da ceia de Natal estão mais caros. As hortaliças, como batata e cebola, tiveram alta de preços no último mês, segundo o 12º Boletim Prohort, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No caso da batata, os aumentos chegaram a 23,94%, em Fortaleza/CE, e 62,25%, em Brasília/DF. O comportamento deve-se especialmente à baixa disponibilidade de batata no mercado. Os preços só estiveram mais baixos no mês de setembro, pela grande oferta do produto neste período. Isso porque a redução de áreas a serem colhidas, devido ao clima quente naquele mês, encurtou o ciclo de produção e o tubérculo acabou encarecendo.

Nos meses seguintes, a oferta começou a cair. Na comparação de outubro com setembro, a oferta de batata nas Ceasas analisadas foi cerca de 10% menor. Esta queda foi ainda maior (20%) na comparação entre novembro e setembro. O movimento foi mais intenso nos estados de São Paulo e de Goiás. Neste último, a safra está praticamente encerrada.

Em São Paulo, o volume de batatas enviado ao mercado em outubro e novembro caiu em torno de 45% e 55%, respectivamente. A redução da safra de inverno não foi compensada pelo início da safra das águas, mesmo com o aumento expressivo da oferta do Paraná, um dos principais estados fornecedores neste período e que intensificará a oferta a partir de janeiro.

Tomate

A análise realizada mensalmente pela Companhia considera as hortaliças mais comercializadas nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país e que registram maior destaque no cálculo do índice de inflação oficial (IPCA). Integram a avaliação: alface, batata, cebola, cenoura e tomate.

Entre as hortaliças, o tomate foi a exceção, com redução de preços nos mercados que abastecem São Paulo/SP, Vitória/ES, Curitiba/PR e Recife/PE. A maior queda no preço do tomate foi em Recife (20,81%), especialmente devido ao aumento da oferta do produto originário do próprio estado na Ceasa de Pernambuco, cerca de 15%.

Frutas

Os preços das frutas banana, laranja, maçã, mamão e melancia tiveram uma variação moderada em novembro, quando comparados aos do mês anterior. A melancia, por exemplo, registrou queda tanto na quantidade comercializada como nos preços, mesmo com o fim da safra na região de Uruana/Ceres (GO).

Esse cenário deve-se à menor demanda na maior parte do mês, devido ao tempo ameno e às chuvas, além da menor qualidade de alguns carregamentos. As exportações se mantiveram como um bom canal para o produtor brasileiro. As minimelancias cultivadas no Rio Grande do Norte encontraram mercado na Europa e as melancias de Goiás abasteceram países do Mercosul.

Fonte: Conab
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Conab estima produção de cana-de-açúcar próxima de recorde

Por redação 15/12/2020
Escrito por redação

- Conab estima produção de cana-de-açúcar próxima de recorde

O volume de cana estimado para a atual safra é de 665,105 milhões de toneladas, muito próximo do recorde de 665,6 milhões de toneladas colhidas em 2015/16. Na comparação com a temporada passada, o crescimento é previsto em 3,5%.

A estimativa é do 3º Levantamento da Safra 2020/21 de Cana-de-Açúcar, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Do total de cana, 53,8% devem ser destinados à produção de 29,8 bilhões de litros do biocombustível, enquanto que o açúcar absorverá 46,2% da atual colheita, devendo gerar 41,8 milhões de toneladas de açúcar.

A produção de cana varia em função do clima de cada região. No Sudeste, principal região produtora do País, o incremento da produção deve ser da ordem de 5,2%, alcançando 436,4 milhões de toneladas. São Paulo e Minas Gerais são os grandes destaques da região. Já o Centro-Oeste deve produzir 0,5% a menos, totalizando 139,8 milhões de toneladas; o Sul deve ter redução, de 2,7%, com a colheita estimada em 34,5 milhões de toneladas.

Já o Nordeste, favorecido pelo clima, deve aumentar em 3,6% a oferta de cana, que chegaria a 50,9 milhões de toneladas. O Norte, responsável por menos de 1% da produção nacional, deve ter aumento de 2,2%, com sua produção subindo para 3,6 milhões de toneladas.

O boletim da Conab destaca a produção de derivados da cana e também a geração de etanol de milho. A produção total de etanol, proveniente de cana e de milho, deve chegar a 32,8 bilhões de litros, o que representará diminuição de 7,9% em comparação com a safra anterior. O etanol de cana-de-açúcar deve ter queda de 12,3%, limitando-se a 29,8 bilhões de litros, enquanto o de milho deve crescer 80,3%, alcançando 3 bilhões de litros.

A geração de etanol anidro de cana-de-açúcar, utilizado na mistura com a gasolina, deverá diminuir em 5,6%, ficando em 9,5 bilhões de litros, ao passo que o anidro de milho está estimado em 932,9 milhões de litros, com 130,2% a mais do que o produzido na safra anterior.

Para o etanol hidratado de cana-de-açúcar, a estimativa de produção é de 20,3 bilhões de litros, com redução de 15,1%, e, para o hidratado de milho, de 2,1 bilhões de litros, aumento de 64,4% sobre a temporada 2019/20.

Mercado

A exportação de açúcar segue aquecida desde o começo do ano. No acumulado de abril a novembro, houve aumento de 79,2% em comparação com o mesmo período do ano passado. As atuais 23,7 milhões de toneladas já embarcadas superam em cerca de 25% o total da safra passada inteira (abr/19 a mar/20). A expectativa é que seja superado o recorde de 2016/17, quando o Brasil exportou 28,3 milhões de toneladas.

As vendas externas de etanol tiveram aumento de 49,2% no comparativo com igual período da safra passada, beirando a 2,2 bilhões de litros. Já a importação de abril a novembro diminuiu 65,1%, ficando em apenas 306 milhões de litros. A justificativa é a desvalorização do real frente ao dólar, mesmo diante de uma redução de 14,3% na produção do biocombustível e no consumo.

Fonte: Conab
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Agro passa a contar com rastreadores conectados de fábrica

Por redação 15/12/2020
Escrito por redação
- Agro passa a contar com rastreadores conectados de fábrica

Rastreador Mobilogix MT2000 com SIM Card NLT

A Mobilogix vai produzir, a partir de agora, dispositivos para rastreamento de ativos com conectividade embarcada NLT. Uma série de dispositivos de rastreamento que podem ser usados na indústria, logística, agronegócio e micromobilidade passa a ser oferecida ao mercado brasileiro já conectada à rede NLT. De acordo com Júlio Tesser, CEO da Mobilogix no Brasil, “são muitas as vantagens da oferta modular da NLT, com produtos acessíveis, ótima relação com clientes e cobertura da Vivo. Temos em comum a vontade de realização e a determinação em sempre entregar mais qualidade”.

Um dos dispositivos com conectividade NLT embarcada é o MT2000, que opera em 2G, sendo opção para frota pesada e veículos leves que circulam em regiões afastadas dos grandes centros.  Especializada em IoT, a NLT é a operadora com a maior cobertura GSM e LoRa do Brasil. “Existimos para conectar melhor as coisas, contribuindo para a máxima performance dos dispositivos e, consequentemente, os melhores resultados para empresas e usuários. A história da Mobilogix é marcada por inovação em soluções efetivas, sempre de modo a atender melhor as necessidades do mercado, como a criação deste novo modelo de oferta, com conectividade embarcada”, afirma André Martins, CEO da NLT.

Fonte: NLT
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Notícias

Planejamento forrageiro incrementa em 40% a produção de leite no RS

Por redação 14/12/2020
Escrito por redação

- Planejamento forrageiro incrementa em 40% a produção de leite no RS

O planejamento forrageiro tem se mostrado eficiente para aumentar a produção leiteira em propriedades do Balde Cheio (RS). Dados de fazendas integrantes do programa indicam que o uso de pastagens perenes e precoces, além de outros ajustes tecnológicos no manejo animal, incrementaram em até 40% a produção de leite por vaca, trazendo um caráter inovador ao manejo forrageiro e animando os produtores que participam do projeto no estado.

Planejar a propriedade para o cultivo das pastagens é uma tarefa que exige conhecimento sobre o ambiente de produção e assessoria técnica. A análise do solo, para correção da acidez e adubação, por exemplo, é uma das tarefas básicas. Mas outro aspecto geral, além da busca pelo incremento da produção, tem avizinhado o trabalho de gestão dos pastos realizado nas propriedades do Balde Cheio no RS: os vazios forrageiros que ocorrem no estado nos períodos de transição entre as estações quentes e frias do ano.

A alternativa encontrada pelos técnicos para atacar o problema foi a perenização da produção forrageira, com o uso de pastagens como BRS Kurumi, BRS Capiaçu e tíftons (grama perene forrageira), além do capim-sudão BRS Estribo, que apesar de não ser perene, tem possibilidade de semeadura precoce e longo ciclo de produção. “O aspecto inovador está em oferecer pastagens perenes de verão como alternativa para vazios forrageiros e, por consequência, elas também fornecem pasto até o outono do ano seguinte, porque concluem o ciclo com a chegada do inverno e a presença de geadas”, explica o analista da Embrapa Clima Temperado Sérgio Bender, um dos coordenadores do Balde Cheio no estado.

- Planejamento forrageiro incrementa em 40% a produção de leite no RS

Segundo a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, que também é uma das coordenadoras do programa no RS, Renata Suñé, as plantas perenes apresentam muitos benefícios aos sistemas de produção. “Uma das vantagens das forrageiras perenes é que no começo da estação favorável, elas já estão estabelecidas e com seu sistema radicular desenvolvido. Isso possibilita a rápida produção de forragem e consumo. Além disso, embora tenham um custo inicial de implantação mais alto, nos anos seguintes o custo é muito baixo, já que depende apenas da refertilização. Outra vantagem é que, por conta do sistema radicular mais robusto, elas protegem melhor o solo do pisoteio e, uma vez que são perenes, não apresentam períodos de solo descoberto, como no caso da implantação das anuais”, destaca.

Segundo a engenheira agrônoma Adriana Vargas, que representa a Fundação Maronna e atende uma propriedade do Balde Cheio em Alegrete (RS), o planejamento forrageiro é etapa fundamental para o sucesso da atividade leiteira, principalmente se o sistema de produção for à base de pastagem, como no caso da Fronteira Oeste do estado. “No projeto Balde Cheio é um dos fundamentos para se ter uma produção com baixo custo e estável ao longo do ano”, ressalta.

Nas propriedades atendidas, o planejamento é estruturado também para minimizar os efeitos negativos dos vazios forrageiros do outono e da primavera, bem como da estiagem. “O produtor é orientado pelos técnicos a implantar espécies e variedades que se adequem ao tipo de solo e sistema de produção da sua propriedade. As perenes de verão tífton 85 e BRS Kurumi (foto à esquerda) são algumas variedades recomendadas, assim como o capim-sudão BRS Estribo, que tem se destacado como forrageira muito adaptável a diversos tipos de solo e fertilidade, principalmente pela sua tolerância ao déficit hídrico”, pontua Vargas.

Problemas nas entressafras

Historicamente os produtores de leite do RS utilizam pastagens anuais de verão e de inverno. No inverno, a preferência é por aveia e azevém e no verão, pelo milheto. “Essa estratégia de manejo gera um problema de vazio forrageiro nas entressafras, quando termina o ciclo de uma cultura e ainda não se iniciou o ciclo da outra”, explica Bender.

As pastagens anuais de verão encerram o ciclo de produção até o mês de abril e as pastagens anuais de inverno iniciam o ciclo a partir do mês de maio. Assim os meses de abril e maio são um período crítico na Região Sul do País. Da mesma forma, os meses de outubro, novembro e dezembro também vão apresentar uma falta de alimento no campo. “É necessário ter pastagens implantadas para esse período de entressafras. As pastagens precoces e perenes vêm demonstrando bom desempenho nos experimentos de pesquisa para a produção de leite”, pondera o analista.

Produção de leite

O projeto Balde Cheio tem um ano de execução no Rio Grande Sul, e após a tecnificação continuada de técnicos e produtores (mesmo com a pandemia houve o acompanhamento virtual), uma das propriedades integrantes, na localidade de Barão, região da Serra Gaúcha, vem aumentando sua produção ao conquistar 1.350 litros de leite a mais por mês.

Segundo o técnico capacitado pelo projeto Leison Prediger, isso significa que houve um acréscimo de 40% em média de aumento de produção por vaca. “A implantação do projeto resultou também em economia de alimento para mais vacas, pois o rebanho foi reduzido em cinco vacas (foi avaliado o desempenho reprodutivo e leiteiro desses animais e os que não produziam eram descartados), sobrando alimento para as demais. Outro fator positivo desse resultado de produção é a maior disponibilidade de matéria seca pela escolha de alternativas forrageiras de melhor qualidade”, analisa.

Os técnicos Ederson de Andrade e Jaqueline Bernardi apontam também significativa mudança em uma das propriedades participantes, localizada em Soledade, também na região da serra. Há um ano, o produtor contava com 10 vacas, alcançando entre sete e oito litros por vaca/dia, mas perdeu dois desses animais. Dedicava apenas um hectare de pastagens para alimento das vacas leiteiras e oferecia campo nativo, sendo que havia uma parte da propriedade arrendada para plantio de soja. Com as estratégias de manejo do projeto, o produtor conseguiu adquirir mais duas vacas, e assim voltou a ter um rebanho com 10 animais, além de adquirir mais cinco bezerras para criação ao melhorar a genética das vacas, usando técnicas de inseminação.

“O produtor rural recuperou sua área, aumentou a disponibilidade de campo nativo e pôde plantar pastagens de inverno utilizadas nesta estação de 2020. Com novas adoções tecnológicas em planejamento forrageiro, neste inverno, ele conquistou a produção em média de 18 litros por vaca/dia”, relata Ederson.

“O produtor triplicou sua produção e reconquistou a confiança na tecnologia e isso justifica os investimentos que foram feitos e vividos pela família, que também conseguiu fazer melhorias em sua residência. Eles passaram de uma comercialização de leite entre 1.800 e 2 mil reais por mês, chegando hoje a 6.500 a 7 mil por mês”, completa o técnico.

A propriedade com 15 hectares agora tem novo desenho agrícola: seis hectares para cultivo de pastagens, um hectare de milho para produção de silagem, e os demais hectares para pastejo do rebanho leiteiro em campo nativo.

Também presente na Fronteira Oeste gaúcha, em Alegrete, o Balde Cheio entrega resultados. Segundo o instrutor técnico do projeto Juliano Alarcom Fabrício, o planejamento forrageiro vem fazendo a diferença na região. “Em uma Unidade Demonstrativa de 100 hectares, iniciamos com o cultivo de aveia, azevém e sementes melhoradas em apenas sete hectares, saindo de uma produção leiteira de sete litros/dia/vaca e passando, no inverno de 2020, a 30 litros/dia/vaca”, conta.

De acordo com Fabrício, na mesma propriedade, na primavera, foi possível minimizar os vazios forrageiros desse período pelo uso de irrigação sob as áreas de pastagens. Nessas propriedades foram usadas pastagens perenes, gramíneas tifton, forrageira que também contribuiu para o desempenho dos animais, que passaram a ser lotados a campo sob pastejo entre sete e dez vacas/ha, propiciando o uso das demais áreas para outros cultivos.

Em busca do crescimento

A Região Sul do País ocupa a segunda colocação na produção brasileira de leite, em 2020. Ao atingir metas de produção superiores às esperadas, o agro brasileiro se destaca com índices de crescimento constante e permanente durante o período da pandemia de Covid-19. Esse fato tem estimulado a cadeia produtiva, já que em 2019 o Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite do Rio Grande do Sul, realizado pela Emater/RS, apontou uma perda de cerca de 46 mil produtores de leite, entre os anos de 2015 e 2019, uma redução de 23,16%. Segundo a empresa de assistência técnica e extensão rural, esse mesmo estudo faz uma projeção para que nos próximos dez anos 138 mil produtores abandonem o setor leiteiro.

Diante dessa problemática, a Embrapa surge com soluções tecnológicas de forma a tecnificar o produtor de leite para que permaneça na atividade. A partir do Balde Cheio, é realizada em todo o Brasil a capacitação continuada de técnicos, dentro das propriedades rurais leiteiras, envolvendo a parceria entre instrutores técnicos e produtores rurais. O programa retornou ao sul do País em agosto de 2019, em duas regiões do RS: Serra Gaúcha, ao contemplar os municípios de Nova Petrópolis, Soledade, Barão e Vila Flores, com apoio da Cooperativa Piá; e a Fronteira Oeste, centralizada no município de Alegrete, a qual integra sete propriedades rurais, em parceria com a Associação dos Produtores de Leite – Acripleite, e inclui a área de produção de leite experimental da Fundação Maronna. O projeto no estado é identificado como Balde Cheio no Rio Grande do Sul.

O trabalho desenvolvido com a tecnologia do planejamento forrageiro, por exemplo, é uma alternativa levantada pela pesquisa agropecuária para esse setor e é aplicada dentro do projeto. Por meio dessa adoção tecnológica, a alimentação não é mais uma dificuldade para a produção dos animais, pois há diferentes cultivares de forrageiras oferecidas para atender às variadas necessidades de cada sistema de produção.

Diferencial das pastagens precoces e perenes

Para o inverno, os trigos de duplo propósito, como os materiais genéticos da Embrapa BRS Tarumã e BRS Pastoreio, podem ser alternativas para o planejamento forrageiro. Essas variedades forrageiras precoces podem ser plantadas no mês de março, com a opção de estarem disponíveis no mês de abril, e ainda aptas para o pastejo em maio e junho. “Após a liberação dessa área, pode-se retirar o rebanho leiteiro e permitir que a planta siga o seu ciclo até alcançar o estágio de grão, o qual pode ser armazenado seco, para produzir ração, ou mesmo para cortar e fazer silagem, antes de chegar o seu período de maturação”, observa Bender.

Na primavera, o que pode ser modificado é o uso de pastagens perenes de verão, porque já estão estabelecidas na área. Em setembro, são mais quentes e com maior período de luz, possibilitando que as pastagens comecem a vegetar. Ao chegar outubro, já estão disponíveis para os animais pastejarem com qualidade e com volume, ao passo que uma pastagem anual de verão demandaria uma espera até outubro para início do plantio, para apenas em dezembro a pastagem ser oferecida.

Fonte: Embrapa Clima Temperado/ Embrapa Pecuária Sul
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Valtra apresenta linha de tratores A144 e A144 HiTech

Por redação 14/12/2020
Escrito por redação
- Valtra apresenta linha de tratores A144 e A144 HiTech

Novos tratores A144 e A144 HiTech são equipados com motor AGCO Power de 4 cilindros

Modelos proporcionam economia de 10% em combustível e até 20% em manutenção ao produtor rural

Com o objetivo de aumentar sua gama de produtos de média potência voltados aos produtores de grãos, arroz e cana-de-açúcar, que demandam equipamentos potentes, robustos e econômicos, a Valtra, especialista na concepção e fabricação de máquinas agrícolas há 60 anos no Brasil, apresenta os novos tratores A144 e A144 HiTech, de 145cv.

“Essas duas novas linhas chegam ao mercado para atender uma demanda vinda dos agricultores, a quem os nossos desenvolvedores estão sempre ouvindo. Com estes lançamentos, nosso objetivo é oferecer maior produtividade e rentabilidade ao agricultor, com máquinas confiáveis e econômicas, tanto no consumo de combustível quanto em manutenção. O agricultor que investir em um A144 ou em um A144 HiTech vai poder aproveitar cada vez mais as janelas de plantio”, explica Alexandre Assis, diretor de Vendas da Valtra.

As duas novas máquinas são equipadas com motor AGCO Power de 4 cilindros e com reversor eletro-hidráulico Power Shuttle, que permite que a direção de condução seja alterada apenas com o uso de uma alavanca, sem necessidade de acionamento da embreagem. Isso possibilita que a transição seja feita sempre de forma suave, rápida e segura.

Em termos de custo-benefício, o trator A144 garante economia de até 10% de litros de combustível por hectare com o motor AGCO Power e com uma transmissão 12×12. Além disso, o equipamento proporciona agilidade ao produtor rural, ganho de 10% em rendimentos operacionais e a redução da emissão de CO².

O A144 HiTech, por sua vez, possui a consagrada transmissão Power Shift 16×16, que ajuda a reduzir em até 20% o desgaste das peças do trator. O modelo ainda conta com o sistema de piloto automático Valtra Guide by Trimble e três opções de tomada de força (540 rpm, 540 rpm econômica e 1000 rpm), aumentando a sua versatilidade e desempenho.

“A Valtra é conhecida como uma marca que está sempre em busca da melhor tecnologia em máquinas agrícolas para oferecer aos produtores rurais. Os novos tratores mantêm o nível de potência do maquinário da faixa de potência de 145cv, e com o menor custo de operação possível para as operações do dia a dia, como plantio e preparação de solo”, conclui Assis.

Fonte: Valtra
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Incidência de cigarrinha-do-milho deve ser alta na safra 20/21

Por redação 14/12/2020
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- Incidência de cigarrinha-do-milho deve ser alta na safra 20/21

As condições climáticas e o histórico em temporadas anteriores indicam que a incidência da cigarrinha-do-milho deve ser alta no milho segunda safra 2020/21, que deve começar a ser plantado em janeiro do ano que vem. As infestações na safra de verão constumam ser menores, mas é quando as cigarrinhas se multiplicam, para atacar posteriormente. Dessa forma, agora é a época ideal para planejar o controle do inseto, preferencialmente com o manejo integrado de pragas.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Cerrados, Sergio Abud da Silva, são necessárias várias ações para reduzir a incidência dessa praga e das doenças de enfezamento do milho, que ela transmite, como: rotação de culturas, uso de sementes certificadas e tratadas, manutenção de janelas de semeadura de 20 a 30 dias, diversificação de cultivares e aplicação de inseticidas, entre outras.

O inseticida biológico Octane (Isaria fumosorosea) é indicado para o manejo da cigarrinha-do-milho, pois tem uma ação prolongada no campo. “Os resultados são excelentes, com até 85% de eficiência no controle da cigarrinha”, orienta Rodrigo Rodrigues, gerente de vendas Centro-Sul da Koppert.

Para Abud Silva, é importante destacar que o uso de inseticidas biológicos em combinação com os químicos proporciona o efeito imediato de choque do controle químico e o efeito residual de controle com o biológico, ampliando a ação de manejo do inseto-vetor. “Lembrando ainda, que após a aplicação de inseticidas, o monitoramento deve continuar para prevenir a reinfestação da área com cigarrinha”, orienta.

De acordo com o pesquisador, o cenário de demanda interna e externa pelo cereal brasileiro levaram o Brasil a produzir duas e até três safras anuais do grão em diversas regiões. “Seja cultivado ou tiguera (voluntário), a presença constante de milho no campo cria um ambiente favorável ao aumento das populações de cigarrinha-do-milho e do complexo de doenças de enfezamentos, que podem causar redução de até 100% na produção da planta infectada. Em áreas com alta incidência os prejuízos com a produtividade podem ser superiores a 70%”, explica Abud da Silva.

Ações de monitoramento realizadas por empresas associadas à CropLife Brasil, mostram que a ocorrência dos enfezamentos e os níveis populacionais da cigarrinha-do-milho aumentaram em diversos estados brasileiros, principalmente a partir da safra 2015/16. Os maiores surtos foram identificados em regiões da Bahia, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Fonte: Koppert
14/12/2020 0 Comentários
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Notícias

10 tecnologias que revolucionaram o agro

Por redação 11/12/2020
Escrito por redação

Série MIA 10 Anos

Em comemoração aos seus 10 anos, a Revista Máquinas & Inovações Agrícolas preparou uma série de matérias especiais, dentre elas uma que destaca as 10 tecnologias que revolucionaram o setor agropecuário. Acompanhe!

 

ILPF

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

Desenvolvida por cientistas brasileiros, a tecnologia ocupa 17 milhões de hectares, segundo a Rede ILPF, e tende a crescer nos próximos anos devido às suas multifunções: maximiza o aproveitamento do solo, é sustentável e diversificada. Na mesma área é possível produzir soja, milho, floresta e engordar o gado no sistema de sucessão, permitindo ao produtor diversificar os negócios, melhorando o solo para a lavoura, promovendo o bem-estar animal e, a cada ciclo de seis a sete anos, colher uma safra de eucalipto.

 

Agricultura de precisão

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

O avanço da agricultura de precisão – tecnologia embarcada em máquinas agrícolas – foi muito significativo na última década. As máquinas começaram a sair das fábricas com mais recursos, como barras de luzes, pilotos automáticos, sistemas de monitoramento de colheita, equipamentos de aplicação em taxa variável e controle automático de seções para plantio e pulverização, por exemplo. E, nos últimos cinco anos, surgiram os apps, que tornaram possível avaliar um mapa, sem precisar imprimi-lo.

 

Boom das agtechs

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

Há 10 anos, era difícil imaginar um fundo de investimentos internacional aportando bilhões de dólares em uma empresa dirigida por jovens brasileiros afoitos por inovação. Mas foi o que aconteceu nos últimos cinco anos. Estudos apontam investimentos em ventures capital de R$ 10,2 bilhões, só em 2019. O interesse nas startups tem explicação: essas empresas se destacam como facilitadoras para as fazendas, aproximando ainda mais o produtor das inovações tecnológicas.

O uso de drones

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

Se, para alguns produtores rurais, mapear a fazenda toda pode levar semanas ou meses, para outros esse trabalho pode ser feito em apenas alguns dias. Isso porque essa turma já lançou mão de uma tecnologia que simplesmente não existia em 2010: os drones. Com eles, é possível realizar, em poucas horas, o trabalho que levaria dias. No Cinturão Verde de São Paulo, região onde a produção de LVF é realizada em larga escala, alguns produtores rurais já estão utilizando o equipamento, para realizar operações como a pulverização com produtos biológicos.

 

Era dos apps

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A tecnologia invadiu o cotidiano e mudou o dia a dia no campo! Assim como os drones, os aplicativos desenvolvidos para os smartphones são tecnologias que surgiram nos últimos dez anos. Esses sistemas, que podem ser baixados nos smartphones, utilizam a tecnologia IoT, para agirem e são capazes de mostrar todas as etapas da produção à distância, em tempo real.

 

Biometano na estrada

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

O etanol é um dos biocombustíveis mais sustentáveis do mundo. Em 2019, porém, uma novidade chegou ao setor como uma revolução: o biometano. Produto originado a partir das fezes dos suínos, há anos os produtores usavam o biometano como combustível para consumo próprio. Ano passado, uma montadora anunciou o primeiro caminhão movido 100% a biometano, levando a indústria de máquinas e equipamentos a correrem atrás de soluções para expandir a novidade.

 

Fazendas verticais

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

Produzir alimentos em larga escala sem ter terras. É possível? O número de fazendas verticais existentes em grandes centros urbanos prova que sim. O setor já movimentou US$ 781 milhões no ano passado e deve encerrar 2020 com negócios em torno de R$ 1,5 bilhão. As estruturas montadas para produzir alimentos livres de pesticidas em grandes cidades utilizam tecnologia de ponta. Os sistemas utilizados são hidropônicos, com adaptações, e a luz que faz as plantas crescerem é artificial, de LED.

 

Manejo inteligente

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

A rotina em uma fazenda dedicada à pecuária leiteira foi uma das que mais mudou na última década: o produtor rural que decidiu permanecer no concorrido mercado leiteiro teve que fazer uma transformação tecnológica em sua propriedade. Saíram de cena pessoas, banquinhos e baldes para dar espaço a engenhocas ultramodernas capazes de ordenhar sozinha todas as vacas do rebanho. É o caso das fazendas que investiram em sistemas robotizados, que dispensam a mão-de-obra humana no manejo com as vacas, que ganham em tranquilidade e bem-estar.

 

Biotecnologia e sustentabilidade

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

Produzir plástico a partir de casca de laranja, remédio do camarão luminoso, curativo, das rãs, ou medicamentos contra os efeitos colaterais da quimioterapia, a partir da soja. Essas possibilidades se tornaram realidade na última década graças ao avanço da biotecnologia. Na agroindústria, as descobertas também são fartas: hoje, é possível produzir plástico a partir da cana-de-açúcar, do limoneno (óleo da laranja), do milho e da mandioca.

 

Era Biodigital

- 10 tecnologias que revolucionaram o agro

E se, nos últimos 10 anos, a tecnologia transformou completamente o agronegócio, a inovação chega agora à Era Biodigital. Área de atuação que une a biotecnologia e a inteligência artificial e tende a ser a realidade em poucos anos. É a agricultura preventiva, que nasce da biotecnologia e das tecnologias digitais para dar suporte à resolução de problemas das agtechs, foodtechs e healthtech.

 

* O conteúdo completo dessa reportagem encontra-se disponível na versão impressa e digital da revista. Acesse aqui ou faça sua assinatura!
11/12/2020 0 Comentários
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Notícias

Webinar discutiu perspectivas para máquinas agrícolas em 2021

Por redação 11/12/2020
Escrito por redação

A Revista Máquinas & Inovações Agrícolas está completando 10 anos e, para celebrar esse momento, promoveu webinar sobre os avanços tecnológicos dessa última década e o futuro do setor, especialmente as perspectivas para 2021. A mesa redonda virtual, realizada em 9 de dezembro, contou com a presença dos principais players do mercado, como Alexandre Vinicius de Assis (diretor de Vendas da Valtra no Brasil – Grupo AGCO), Astor Kilpp (gerente de marketing e produto da LS Tractor), Fernando Gonçalves (presidente da Jacto), Marcelo Lopes (diretor de Vendas da John Deere Brasil), Thiago Wrubleski (diretor de Planejamento e Serviços Comerciais da CNH Industrial para a América do Sul) e Ana Helena de Andrade (diretora na Associação Brasileira de Agronegócio – ABAG), com moderação de Marcelo Couto (Revista Máquinas & Inovações Agrícolas).

Fizeram parte da discussão temas como os avanços tecnológicos nos últimos anos; o desempenho das vendas de máquinas agrícolas em plena pandemia; como serão as feiras e os eventos agropecuários no chamado novo normal; e o que esperar do próximo ano em termos de novidades e lançamentos do setor. Confira o evento completo:

 

11/12/2020 0 Comentários
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